¿POST?-COVID19
¿QUÉ ESPERAR
DESPUÉS DEL
CONFINAMIENTO,
ANTES DE UN POST-
COVID19?
“Todo lo que era
‘normal’ se ha
evaporado; hemos
entrado en tiempos
posnormales, un
período de impasse
dónde las ortodoxias
viejas mueren, las
nuevas aun no han
emergido, y nada
parece tener sentido”
Ziauddin Sardar, Welcome to
Postnormal Times, 2009
¿PODEMOS PREDECIR ALGO?
Estamos todav ía v iv iendo un ev ento que aunque adv er tido por la
comunidad científ ica hace años (en calidad de patógenos de or igen
animal y más adaptados), se car acter iza no por ser v olátil, sino
por volat ilizar ent ornos y ám bit os hum anos y no- hum anos .
Las cur v as ex ponenciales no sir v en par a ex plicar el
comportamiento de todo. Percibimos más que nunca la complejidad
del mundo, con muchas cosas conectadas e inter dependientes de
otr as tantas.
Es ev idente que no tiene pr ecedentes a pesar de que la humanidad
ha sobr ev iv ido a otr as epidemias.
La pr opia ex istencia de ev entos que son imposibles de pr edecir
(enunciar algo con total conf ianza como único f utur o posible)
deber ía dar nos una pista de que no podemos pr edecir mucho.
La ur gencia se sitúa en el plano sanitar io, social y económico.
¿Qué pueden esperar las marcas?
En P ostf utur ear r ompemos con la v ieja r utina de gener ar
predicciones que despistan aunque generen sensación de confianza
tempor al. Vamos a tr abajar con lo que se puede saber , y pensar
dif er entes posibilidades r ealistas, basadas en indicios y
ev idencias, con her r amientas de Estudios de F utur os y ciencias
sociales.
Esto es un resum en de un tr abajo “en beta” que estamos
r ealizando inter namente
COMPLEJIDAD
• Es absolutamente transversal
• Aunque nosotros clasificamos
diferentes áreas humanas
como la “sociedad” o la
“cultura” en categorías que
nos cuadran, o los sectores
económicos en
especializaciones, muchos
elementos de estas
“categorías” suelen estar
conectados con otros
elementos de otras tantas.
Dicho de otro modo: los
cambios no se distribuyen en
un único sector
• En situaciones y eventos
volatilizadores, como la
situación en la que nos
encontramos, los patrones, las
reglas del juego, las
conexiones entre “cosas”,
agentes, personas, cambian de
maneras imperceptibles. La
complejidad escala. La
sensación de caos se eleva
TIPO DE EVENTO…
<POST-CONFINAMIENTO Y
POST-COVID19
<DISEÑAR DAR FORMA AL
FUTURO
<POST-
CONFINAMIENTO Y
POST-COVID19
Una preview, la punta del
iceberg
“No pain con la información, no
gain estratégico”
¿A QUÉ NOS REFERIMOS CON
POST-
EN POST-COVID?
La ex pectativ a puede estar en que una v ez
acabado el conf inamiento, el ev ento de la
COVID19 se cier r e. Per o el fin del confinam ient o
que ahor a se está acabando en algunos países
como España no es sinónim o del fin de la
C OV ID19 .
Según ex per tas en salud y segur idad nacional,
incluyendo or ganizaciones como la OM S,
concluyen que com o poco queda año y m edio de
C OV ID19 , con posibles r epuntes en “la cur v a” y
un pr oceso de inmunización natur al hasta que
una v acuna ex itosa se haya desar r ollado,
comer cializado y aplicado univ er salmente
(sentimos sonar agor er os, per o no pain con la
información no gain estratégico )
¿Qué esperar ent onces en est e periodo P ost -
confinam ient o ?
La capacidad v olatilizador a ir á bajando a medida
que pase el tiempo, con pequeños ev entos
impr edecibles posibles que cabr ía pr ev enir
DE ANTES DEL COVID19
• L a s t r o m p e t a s q u e
a n u n c i a b a n u n a r e c e s i ó n
p a r a e s t e a ñ o n o f u e r o n
p o c a s e n 2 0 1 9 , c u a n d o
c o m e n z ó u n a p e q u e ñ a c r i s i s
d e v a l o r e s e n v a r i a s b o l s a s .
L a a l e r t a a s i s a l t a b a f u e r a
d e l a b o l s a e n l a l i q u i d e z d e
e m p r e s a s y t o d o t i p o d e
e n t i d a d e s p r o d u c t i v a s f u e
a l t a
• L l e v a m o s u n o s a ñ o s e n l o s
q u e e l m o d e l o c o n o c i d o
c o m o “ n e o l i b e r a l ” h a e s t a d o
e n d i s c u s i ó n e n t r e
e c o n o m i s t a s y l i b e r a l e s d e
d i s t i n t o o r d e n .
• E n s e p t i e m b r e d e 2 0 1 9
F i n a n t i a l T i m e s a b r í a c o n
u n a p o r t a d a a m a r i l l a
i c ó n i c a “ C a p i t a l i s m . T i m e
f o r a r e s e t ” .
• S e e s t á n a b r i e n d o m á s l o s
d e b a t e s e n t o r n o a m o d e l o s
s o s t e n i b l e s c o n e l m e d i o
a m b i e n t e , i n c l u s o p o s t -
c a p i t a l i s t a s
ECONOMÍA
¿ Vamos a Volv er a la nor malidad
de antes?
No está nada clar o. El tipo de
cr isis económica tr ansitoria
( sorry not sorry , no usaremos el
tér mino “r ecesión”) que v emos es
de solv encia, ligada a la
pr oductiv idad. No de liquidez
como la del 2008.
ECONOMÍA
Dado que de COVID19 nos queda
un r ato lar go, no es tan
pr edecible cuál ser ía el poder
adquisitiv o de las f amilias.
V ienen t iem pos difíciles , aunque
no esté claro en qué grado lo
podr á ser
Es obv io que como poco la
aust eridad pr edominar á en todo
este año y medio de COVID19, el
consumo bajar ía en todo lo que
par ezca accesor io. Lo r elev ante
puede ser r econocer qué se
consider a básico (apar te de lo
que lo es en sí, como
alimentación o pr imer a
necesidad), y qué no.
Pueden haber distintos
escenar ios, per o es impr obable
un retorno a una normalidad y
r itmo de consumo par ecido a
antes del COVID19
DE ANTES DEL COVID19
• C a d a v e z m á s g r u p o s
s o c i a l e s e r a n m á s e s c é p t i c o s
d e l o s R S C y l a v o l u n t a d
s o c i a l o d e g é n e r o d e l a s
m a r c a s . S e m a r c a b a d i v i s i ó n
e n t r e c a m p a ñ a d e
c o m u n i c a c i ó n t e m p o r a l v s
l a a c c i ó n y c o m p o r t a m i e n t o ,
o e l p r o d u c t o q u e a h o r a e s
t a m b i é n u n s o p o r t e
c o m u n i c a t i v o p o r s í m i s m o .
L a r e a c c i ó n a l a s
e n e r g é t i c a s c o m p r a n d o
p o r t a d a s d e d i a r i o s , e v e n t o s
d e m u j e r e s d u r a n t e l a
s e m a n a d e l 8 - M m i e n t r a s l a
c ú p u l a d e l a e m p r e s a e s t á
c o m p u e s t a s o l o d e h o m b r e s ,
o m a r c a s “ g r e e n ” y
“ h e a l t h y ” a ñ a d i e n d o a c e i t e
d e p a l m a y p r o d u c t o s
a n i m a l e s g e n e r a u n r e c h a z o
d i f í c i l d e r e p a r a r e n l a
p e r c e p c i ó n , a p a r t e d e l a s
i m p l i c a c i o n e s s o c i a l e s
¿LIFESTYLES?
HABLEMOS DE SOCIEDAD
Dur ante el conf inamiento algunas
per sonas se/nos han/hemos
or ganizado par a tr atar de paliar
la aceler ación de casos que
saturaba la capacidad de la
sanidad (la f amosa cur v a). Los
aplausos. Makers y per sonas
anónimas tr abajando en f abr icar
Equipo de Pr otección Indiv idual,
hackát hones de diseño abier to o
de apps. La or ganización
com unit aria por barrios par a
hacer la compr a y r ecados a las
per sonas más v ulner ables.
Per o son compor tamientos
emer gentes que se dan solo en
este contex to de conf inamiento.
Una v ez se v uelv a a la r utina de
trabajo, es más que probable que
muchas r utinas y v oluntad de
ar r ojar se se am inoren .
La nar r ativ a y el descubr imiento
de que el individuo no est á
aislado de lo social y colect ivo
prevalecerán .
¿ENTRE QUÉ
GRUPOS SOCIALES Y
GENERACIONES?
ANTES DEL COVID19
• M u c h a s d e e s t a s
n a r r a t i v a s s o n v i e j a s ,
n a d a n u e v a s a e s t e
m o m e n t o
• U n a c a r a c t e r í s t i c a d e l a
d i f u s i ó n y e x t e n s i ó n d e
e s t a s n a r r a t i v a s e s t a s
s e m a n a s h a s i d o q u e
j u s t a m e n t e s e h a
“ d e r r a m a d o ” e n n u e v o s
g r u p o s s o c i a l e s . L a
p e r c e p c i ó n h a
c a m b i a d o , s e h a
d e f o r m a d o a r a t o s .
T a m p o c o e s t á l i g a d o a
u n a g e n e r a c i ó n e n
c o n c r e t o , s i n o a
p e r c e p c i o n e s d e l m u n d o
y o r i e n t a c i ó n p o l í t i c a .
S o n t r a n s g e n e r a c i o n a l e s
NARRATIVAS Y CULTURA
¿ Cuáles han sido algunos de los
r elatos que han saltado más en r edes
sociales?
• La impor tancia de los cuidados . Y
el debate de la “ economía de
cuidados ” Estar tiempo con una
misma. Poder v isualizar el tiempo
que llev a cuidar en ex clusiv a de
los hijos más pequeños, cocinar ,
limpiar y or denar , y alter nar con
tr abajo en casa ha sido una de las
situaciones complicadas más
habituales
• “El ser hum ano es el virus ” La
v isión de que el planeta, como si
tuv ier a conciencia o un sistema
inmunológico, ‘env ía’ el v ir us como
calamidad al ser humano. Una
nar r ativ a pelig r osa hacia el
ecofascism o
• “El sist em a es el virus ”. El
r econocimiento a las adv er tencias,
de hace años, de organismos
científ icos de que los Estados
estaban ex puestos a patógenos
adaptativ os y la destr ucción de los
hábitats salv ajes ha ampliado la
disonancia hacia el modelo
económico
ANTES DEL COVID19
• B a t a l l a p o r p r o t o c o l o s
e n I n t e l i g e n c i a
A r t i f i c i a l , 5 G e I n t e r n e t
e n t r e C h i n a y E E U U
• P o s d i g i t a l i d a d : l a
i m p o r t a n c i a d e l o s
a s p e c t o s s o c i a l e s
t e j i d o s c o n l o
t e c n o l ó g i c o , c o m o l a
é t i c a , l a p r i v a c i d a d , e l
a c c e s o , l a d e p e n d e n c i a
d e y c o n l a e c o n o m í a , l a
a p e r t u r a y c i e r r e d e l
c ó d i g o y d e l o s d a t o s ,
t o m a n m á s i m p o r t a n c i a
• C u e s t i o n a m i e n t o d e l
d i s c u r s o d e l a
e x p o n e n c i a l i d a d : l a L e y
d e M o o r e q u e m u r i ó
v a r i a s v e c e s , l a
i m p o r t a n c i a d e l a
i n v e r s i ó n p r i v a d a p a r a
q u e l a c u r v a s i g a
e x p o n e n c i a l …
TECNOLOGÍA
Las grandes “olas” de innovaciones
tecnológicas podrían seg uir la
inercia de los últimos meses dur ante
un tiempo, per o la gr an pr egunta es
cómo la más que posible cr isis
económica af ectar ía a que se
mantenga en la misma tendencia
debido a la dependencia en las
inv er siones par a su desar r ollo y
comer cialización. También cómo
af ectar ía a la tensión comer cial entr e
los pr incipales desar r ollador es
globales.
Sin embar go, ha sido prot ag onist a la
no t an nueva t ecnolog ía :
• Inter net y las plataf or mas de
videoconferencia conectando un
poco más en el aislamiento. Las
plataf or mas de tr abajo
colabor ativ o posibilitando algo de
pr oductiv idad
• La br echa entr e gr andes
plataformas vs pequeñas empresas
(más o) menos digitalizados.
Transform ación dig it al vs
resiliencia
• Los mak er s y el códig o abiert o
<DISEÑO DAR FORMA
A LOS FUTUROS
¿Futuro(s) con la que cae?
“Los eventos impredecibles
apuntan a la impredictibilidad
del futuro. Más aun, no existe
evidencia que el futuro en
singular exista como uno único
posible”
SITUANDO EL FUTURO
R ef lex ionar sobr e el f utur o es r ef lex ionar sobr e el pr esente. Los
Estudios de F utur os son la disciplina de la gestión de los cambios,
las tendencias y los ev entos v olátiles. El fut uro, en el fondo, es
un concept o sobre las posibilidades em erg ent es .
El mundo es dinámico por lo que se necesitan her r amientas
científ icas y cr eativ as, híbr idas, que juntas abor den la
complejidad del entor no.
ESTA SITUACIÓN NOS MUESTRA QUE
NECESITAMOS IR MÁS ALLÁ DE LAS
CONVENCIONES Y LO QUE DAMOS POR
SENTADO
CUESTIONAR(NOS), PENSAR EN
DIFERENTES POSIBILIDADES Y LO QUE
SUENA ABSURDO (¿quién lo habría dicho
que estaríamos donde estamos? Nos
habríamos reído seguramente)
SITUANDO EL FUTURO
¿Qué es el fut uro?
Damos por hecho de que es alg o t an sim ple como lo que no ha
ocur r ido per o está por ocur r ir . En nuestr a cultur a todav ía
pr ev alece la idea de que, de alguna maner a, solo ex iste un f utur o
posible, pr e- def inido . Per o no exist e ning una evidencia de eso.
Además, los ev entos impr edecibles como el que estamos
ex perimentando apuntan a que el futuro no se puede predecir,
adiv inar . Aunque con suer te atinar o “acer tar ” por pur o bollo de
maner a r etr oactiv a, una v ez sucede y coincide.
Per o ex isten los cambios. Los pr ocesos que a v eces llamamos
“tendencias”. F uer zas de cambio. Debates emer gentes y
nar r ativ as que inf luencian un poco en dar f or ma el f utur o.
En Est udios de Fut uros , como el Str ategic F or esight y los diseños
especulativ os, una disciplina de más de m edio sig lo con
pr esencia en gr andes empr esas, en la UNESCO y gr andes
or ganismos , se opera con la idea de fut uros en plural
Futuros posibles
Futuros implausibles,
“absurdos”
Futuros probables
Futuros plausibles
Futuros deseables
SITUANDO EL FUTURO
Dar form a al fut uro cuando parece
oscuro o que no t iene sent ido
• Reconociendo pat rones ,
tendencias y fuerzas de cambio,
podemos v isualizar los f utur os
pr obables, que pier den f uer za en
el medio plazo (3 - 5 años v ista en
adelante)
• Aclar ando cuáles son los fut uros
deseables a los que quer emos
llegar como mar ca, or ganización o
(ahor a mismo también muy
r elev ante) sociedad
• Aclar ar la posible distancia entr e
lo pr obable y lo deseable, entr e
r ealidad y ambición y r ecur sos, y
visualizar una est rat eg ia realist a
• No podemos diseñar el f utur o
(entendido como r ealidad que se
manif ieste en un pr esente) por que
no se pueden diseñar cosas tan
complejas como la sociedad en su
totalidad, los ev entos imposibles
de pr edecir ni la r ealidad, per o
podem os int eract uar de form as
m uy drást icas y m uy sut iles para
darle forma
UN PROCESO EN ESTUDIOS DE FUTUROS
ESCANEAR,
INVESTIGAR
DARLE
SENTIDO
RECOGER
INFORMACIÓN DE
FUERZAS Y DE SEÑALES
DÉBILES DE CAMBIO
ANALIZAR CON
MÉTODOS DE
DISCIPLINAS SOCIALES
Y
TRANSDISCIPLINARES,
JUNTO A LA
ORIENTACIÓN
ESTRATÉGICA DE LA
ORGANIZACIÓN
PROYECCIÓN
EVALUAR LAS
RELACIONES ENTRE LOS
PATRONES Y LAS
TENDENCIAS,
VISUALIZAR ATISBOS
DE FUTUROS
EMERGENTES Y
DESARROLLAR
ESCENARIOS DE
FUTUROS (O INCLUSO
OBJETOS!)
REFLEXIÓN Y
FOCO
DISEÑO DE
ESTRATEGIAS. PARA UN
REPOSICIONAMIENTO,
PARA LA INNOVACIÓN,
PARA COMUNICAR Y
GENERAR DEBATE…
PARA ACERCARNOS A
#MEJORESFUTUROS
UNA TÉCNICA DE UNA METODOLOGÍA EXTENSA
Escenarios diversificados
Los cambios y las tendencias no se desar r ollan de maner a lineal,
sino que inter actúan con otr as “cosas”: per sonas, instituciones,
otr as tendencias, ideas, tecnologías… Pecando de r educcionismo,
pero para entendernos
Una her r amienta sencilla y v ieja que puedes emplear par a idear
no uno, sino un par o tr es escenar ios es la R ueda de f utur os o
F utur es Wheel
TENDENCIA
O EVENTO
UNA TÉCNICA DE UNA METODOLOGÍA EXTENSA
Escenarios diversificados
Sitúa un ev ento, o algo que os gener e muchas dudas. Gener ad una
lluv ia de ideas sobr e posibles impactos que puede llegar a tener .
Algunas pr eguntas dispar ador as pueden ser “¿ Qué ocurriría si
esto sucede? ” “¿ O si crece o se expande o toma más relevancia? ”
R ellenad todo el pr imer cír culo con r espuestas escuetas.
Este pr imer cír culo ya os puede ser v ir como ingr edientes de un
escenar io f utur o a cor to o medio plazo. Se puede r epetir el
ejer cicio con v ar ios ev entos, y cr ear escenar ios con los que
desencadenar r ef lex ión estr atégica
U n ejemplo de una par ticipante de un taller que hicimos:
Start-ups
desarrollan
implantes
digitales para
expandir
posibilidades
humanas
Implantes
como
nuevo
lujo
Algunas
personas
con más
dinero
tendrán más
capacidades
Nuevas
capas de
datos
Esperamos que esta píldora aporte
alguna reflexión útil
El mundo no se acaba. Per o esta década ya se
anunciaba como la década de gr andes cambios.
R eclama otr os v alor es, otr as nor malidades, otr as
f or mas de nav egar , de tr abajar y de ser
S i quieres ex p andir m ás inf or mación, contáctanos,
ten em os un documento algo más ex tenso, y podemos
v isualizar otr as f or mas de tr abajar en esto
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Resumen ejecutivo post peri-covid19

  • 2. “Todo lo que era ‘normal’ se ha evaporado; hemos entrado en tiempos posnormales, un período de impasse dónde las ortodoxias viejas mueren, las nuevas aun no han emergido, y nada parece tener sentido” Ziauddin Sardar, Welcome to Postnormal Times, 2009
  • 3. ¿PODEMOS PREDECIR ALGO? Estamos todav ía v iv iendo un ev ento que aunque adv er tido por la comunidad científ ica hace años (en calidad de patógenos de or igen animal y más adaptados), se car acter iza no por ser v olátil, sino por volat ilizar ent ornos y ám bit os hum anos y no- hum anos . Las cur v as ex ponenciales no sir v en par a ex plicar el comportamiento de todo. Percibimos más que nunca la complejidad del mundo, con muchas cosas conectadas e inter dependientes de otr as tantas. Es ev idente que no tiene pr ecedentes a pesar de que la humanidad ha sobr ev iv ido a otr as epidemias. La pr opia ex istencia de ev entos que son imposibles de pr edecir (enunciar algo con total conf ianza como único f utur o posible) deber ía dar nos una pista de que no podemos pr edecir mucho. La ur gencia se sitúa en el plano sanitar io, social y económico. ¿Qué pueden esperar las marcas? En P ostf utur ear r ompemos con la v ieja r utina de gener ar predicciones que despistan aunque generen sensación de confianza tempor al. Vamos a tr abajar con lo que se puede saber , y pensar dif er entes posibilidades r ealistas, basadas en indicios y ev idencias, con her r amientas de Estudios de F utur os y ciencias sociales. Esto es un resum en de un tr abajo “en beta” que estamos r ealizando inter namente
  • 4. COMPLEJIDAD • Es absolutamente transversal • Aunque nosotros clasificamos diferentes áreas humanas como la “sociedad” o la “cultura” en categorías que nos cuadran, o los sectores económicos en especializaciones, muchos elementos de estas “categorías” suelen estar conectados con otros elementos de otras tantas. Dicho de otro modo: los cambios no se distribuyen en un único sector • En situaciones y eventos volatilizadores, como la situación en la que nos encontramos, los patrones, las reglas del juego, las conexiones entre “cosas”, agentes, personas, cambian de maneras imperceptibles. La complejidad escala. La sensación de caos se eleva TIPO DE EVENTO…
  • 6. <POST- CONFINAMIENTO Y POST-COVID19 Una preview, la punta del iceberg “No pain con la información, no gain estratégico”
  • 7. ¿A QUÉ NOS REFERIMOS CON POST- EN POST-COVID? La ex pectativ a puede estar en que una v ez acabado el conf inamiento, el ev ento de la COVID19 se cier r e. Per o el fin del confinam ient o que ahor a se está acabando en algunos países como España no es sinónim o del fin de la C OV ID19 . Según ex per tas en salud y segur idad nacional, incluyendo or ganizaciones como la OM S, concluyen que com o poco queda año y m edio de C OV ID19 , con posibles r epuntes en “la cur v a” y un pr oceso de inmunización natur al hasta que una v acuna ex itosa se haya desar r ollado, comer cializado y aplicado univ er salmente (sentimos sonar agor er os, per o no pain con la información no gain estratégico ) ¿Qué esperar ent onces en est e periodo P ost - confinam ient o ? La capacidad v olatilizador a ir á bajando a medida que pase el tiempo, con pequeños ev entos impr edecibles posibles que cabr ía pr ev enir
  • 8. DE ANTES DEL COVID19 • L a s t r o m p e t a s q u e a n u n c i a b a n u n a r e c e s i ó n p a r a e s t e a ñ o n o f u e r o n p o c a s e n 2 0 1 9 , c u a n d o c o m e n z ó u n a p e q u e ñ a c r i s i s d e v a l o r e s e n v a r i a s b o l s a s . L a a l e r t a a s i s a l t a b a f u e r a d e l a b o l s a e n l a l i q u i d e z d e e m p r e s a s y t o d o t i p o d e e n t i d a d e s p r o d u c t i v a s f u e a l t a • L l e v a m o s u n o s a ñ o s e n l o s q u e e l m o d e l o c o n o c i d o c o m o “ n e o l i b e r a l ” h a e s t a d o e n d i s c u s i ó n e n t r e e c o n o m i s t a s y l i b e r a l e s d e d i s t i n t o o r d e n . • E n s e p t i e m b r e d e 2 0 1 9 F i n a n t i a l T i m e s a b r í a c o n u n a p o r t a d a a m a r i l l a i c ó n i c a “ C a p i t a l i s m . T i m e f o r a r e s e t ” . • S e e s t á n a b r i e n d o m á s l o s d e b a t e s e n t o r n o a m o d e l o s s o s t e n i b l e s c o n e l m e d i o a m b i e n t e , i n c l u s o p o s t - c a p i t a l i s t a s ECONOMÍA ¿ Vamos a Volv er a la nor malidad de antes? No está nada clar o. El tipo de cr isis económica tr ansitoria ( sorry not sorry , no usaremos el tér mino “r ecesión”) que v emos es de solv encia, ligada a la pr oductiv idad. No de liquidez como la del 2008.
  • 9. ECONOMÍA Dado que de COVID19 nos queda un r ato lar go, no es tan pr edecible cuál ser ía el poder adquisitiv o de las f amilias. V ienen t iem pos difíciles , aunque no esté claro en qué grado lo podr á ser Es obv io que como poco la aust eridad pr edominar á en todo este año y medio de COVID19, el consumo bajar ía en todo lo que par ezca accesor io. Lo r elev ante puede ser r econocer qué se consider a básico (apar te de lo que lo es en sí, como alimentación o pr imer a necesidad), y qué no. Pueden haber distintos escenar ios, per o es impr obable un retorno a una normalidad y r itmo de consumo par ecido a antes del COVID19
  • 10. DE ANTES DEL COVID19 • C a d a v e z m á s g r u p o s s o c i a l e s e r a n m á s e s c é p t i c o s d e l o s R S C y l a v o l u n t a d s o c i a l o d e g é n e r o d e l a s m a r c a s . S e m a r c a b a d i v i s i ó n e n t r e c a m p a ñ a d e c o m u n i c a c i ó n t e m p o r a l v s l a a c c i ó n y c o m p o r t a m i e n t o , o e l p r o d u c t o q u e a h o r a e s t a m b i é n u n s o p o r t e c o m u n i c a t i v o p o r s í m i s m o . L a r e a c c i ó n a l a s e n e r g é t i c a s c o m p r a n d o p o r t a d a s d e d i a r i o s , e v e n t o s d e m u j e r e s d u r a n t e l a s e m a n a d e l 8 - M m i e n t r a s l a c ú p u l a d e l a e m p r e s a e s t á c o m p u e s t a s o l o d e h o m b r e s , o m a r c a s “ g r e e n ” y “ h e a l t h y ” a ñ a d i e n d o a c e i t e d e p a l m a y p r o d u c t o s a n i m a l e s g e n e r a u n r e c h a z o d i f í c i l d e r e p a r a r e n l a p e r c e p c i ó n , a p a r t e d e l a s i m p l i c a c i o n e s s o c i a l e s ¿LIFESTYLES? HABLEMOS DE SOCIEDAD Dur ante el conf inamiento algunas per sonas se/nos han/hemos or ganizado par a tr atar de paliar la aceler ación de casos que saturaba la capacidad de la sanidad (la f amosa cur v a). Los aplausos. Makers y per sonas anónimas tr abajando en f abr icar Equipo de Pr otección Indiv idual, hackát hones de diseño abier to o de apps. La or ganización com unit aria por barrios par a hacer la compr a y r ecados a las per sonas más v ulner ables. Per o son compor tamientos emer gentes que se dan solo en este contex to de conf inamiento. Una v ez se v uelv a a la r utina de trabajo, es más que probable que muchas r utinas y v oluntad de ar r ojar se se am inoren . La nar r ativ a y el descubr imiento de que el individuo no est á aislado de lo social y colect ivo prevalecerán .
  • 11. ¿ENTRE QUÉ GRUPOS SOCIALES Y GENERACIONES? ANTES DEL COVID19 • M u c h a s d e e s t a s n a r r a t i v a s s o n v i e j a s , n a d a n u e v a s a e s t e m o m e n t o • U n a c a r a c t e r í s t i c a d e l a d i f u s i ó n y e x t e n s i ó n d e e s t a s n a r r a t i v a s e s t a s s e m a n a s h a s i d o q u e j u s t a m e n t e s e h a “ d e r r a m a d o ” e n n u e v o s g r u p o s s o c i a l e s . L a p e r c e p c i ó n h a c a m b i a d o , s e h a d e f o r m a d o a r a t o s . T a m p o c o e s t á l i g a d o a u n a g e n e r a c i ó n e n c o n c r e t o , s i n o a p e r c e p c i o n e s d e l m u n d o y o r i e n t a c i ó n p o l í t i c a . S o n t r a n s g e n e r a c i o n a l e s NARRATIVAS Y CULTURA ¿ Cuáles han sido algunos de los r elatos que han saltado más en r edes sociales? • La impor tancia de los cuidados . Y el debate de la “ economía de cuidados ” Estar tiempo con una misma. Poder v isualizar el tiempo que llev a cuidar en ex clusiv a de los hijos más pequeños, cocinar , limpiar y or denar , y alter nar con tr abajo en casa ha sido una de las situaciones complicadas más habituales • “El ser hum ano es el virus ” La v isión de que el planeta, como si tuv ier a conciencia o un sistema inmunológico, ‘env ía’ el v ir us como calamidad al ser humano. Una nar r ativ a pelig r osa hacia el ecofascism o • “El sist em a es el virus ”. El r econocimiento a las adv er tencias, de hace años, de organismos científ icos de que los Estados estaban ex puestos a patógenos adaptativ os y la destr ucción de los hábitats salv ajes ha ampliado la disonancia hacia el modelo económico
  • 12. ANTES DEL COVID19 • B a t a l l a p o r p r o t o c o l o s e n I n t e l i g e n c i a A r t i f i c i a l , 5 G e I n t e r n e t e n t r e C h i n a y E E U U • P o s d i g i t a l i d a d : l a i m p o r t a n c i a d e l o s a s p e c t o s s o c i a l e s t e j i d o s c o n l o t e c n o l ó g i c o , c o m o l a é t i c a , l a p r i v a c i d a d , e l a c c e s o , l a d e p e n d e n c i a d e y c o n l a e c o n o m í a , l a a p e r t u r a y c i e r r e d e l c ó d i g o y d e l o s d a t o s , t o m a n m á s i m p o r t a n c i a • C u e s t i o n a m i e n t o d e l d i s c u r s o d e l a e x p o n e n c i a l i d a d : l a L e y d e M o o r e q u e m u r i ó v a r i a s v e c e s , l a i m p o r t a n c i a d e l a i n v e r s i ó n p r i v a d a p a r a q u e l a c u r v a s i g a e x p o n e n c i a l … TECNOLOGÍA Las grandes “olas” de innovaciones tecnológicas podrían seg uir la inercia de los últimos meses dur ante un tiempo, per o la gr an pr egunta es cómo la más que posible cr isis económica af ectar ía a que se mantenga en la misma tendencia debido a la dependencia en las inv er siones par a su desar r ollo y comer cialización. También cómo af ectar ía a la tensión comer cial entr e los pr incipales desar r ollador es globales. Sin embar go, ha sido prot ag onist a la no t an nueva t ecnolog ía : • Inter net y las plataf or mas de videoconferencia conectando un poco más en el aislamiento. Las plataf or mas de tr abajo colabor ativ o posibilitando algo de pr oductiv idad • La br echa entr e gr andes plataformas vs pequeñas empresas (más o) menos digitalizados. Transform ación dig it al vs resiliencia • Los mak er s y el códig o abiert o
  • 13. <DISEÑO DAR FORMA A LOS FUTUROS ¿Futuro(s) con la que cae? “Los eventos impredecibles apuntan a la impredictibilidad del futuro. Más aun, no existe evidencia que el futuro en singular exista como uno único posible”
  • 14. SITUANDO EL FUTURO R ef lex ionar sobr e el f utur o es r ef lex ionar sobr e el pr esente. Los Estudios de F utur os son la disciplina de la gestión de los cambios, las tendencias y los ev entos v olátiles. El fut uro, en el fondo, es un concept o sobre las posibilidades em erg ent es . El mundo es dinámico por lo que se necesitan her r amientas científ icas y cr eativ as, híbr idas, que juntas abor den la complejidad del entor no. ESTA SITUACIÓN NOS MUESTRA QUE NECESITAMOS IR MÁS ALLÁ DE LAS CONVENCIONES Y LO QUE DAMOS POR SENTADO CUESTIONAR(NOS), PENSAR EN DIFERENTES POSIBILIDADES Y LO QUE SUENA ABSURDO (¿quién lo habría dicho que estaríamos donde estamos? Nos habríamos reído seguramente)
  • 15. SITUANDO EL FUTURO ¿Qué es el fut uro? Damos por hecho de que es alg o t an sim ple como lo que no ha ocur r ido per o está por ocur r ir . En nuestr a cultur a todav ía pr ev alece la idea de que, de alguna maner a, solo ex iste un f utur o posible, pr e- def inido . Per o no exist e ning una evidencia de eso. Además, los ev entos impr edecibles como el que estamos ex perimentando apuntan a que el futuro no se puede predecir, adiv inar . Aunque con suer te atinar o “acer tar ” por pur o bollo de maner a r etr oactiv a, una v ez sucede y coincide. Per o ex isten los cambios. Los pr ocesos que a v eces llamamos “tendencias”. F uer zas de cambio. Debates emer gentes y nar r ativ as que inf luencian un poco en dar f or ma el f utur o. En Est udios de Fut uros , como el Str ategic F or esight y los diseños especulativ os, una disciplina de más de m edio sig lo con pr esencia en gr andes empr esas, en la UNESCO y gr andes or ganismos , se opera con la idea de fut uros en plural Futuros posibles Futuros implausibles, “absurdos” Futuros probables Futuros plausibles Futuros deseables
  • 16. SITUANDO EL FUTURO Dar form a al fut uro cuando parece oscuro o que no t iene sent ido • Reconociendo pat rones , tendencias y fuerzas de cambio, podemos v isualizar los f utur os pr obables, que pier den f uer za en el medio plazo (3 - 5 años v ista en adelante) • Aclar ando cuáles son los fut uros deseables a los que quer emos llegar como mar ca, or ganización o (ahor a mismo también muy r elev ante) sociedad • Aclar ar la posible distancia entr e lo pr obable y lo deseable, entr e r ealidad y ambición y r ecur sos, y visualizar una est rat eg ia realist a • No podemos diseñar el f utur o (entendido como r ealidad que se manif ieste en un pr esente) por que no se pueden diseñar cosas tan complejas como la sociedad en su totalidad, los ev entos imposibles de pr edecir ni la r ealidad, per o podem os int eract uar de form as m uy drást icas y m uy sut iles para darle forma
  • 17. UN PROCESO EN ESTUDIOS DE FUTUROS ESCANEAR, INVESTIGAR DARLE SENTIDO RECOGER INFORMACIÓN DE FUERZAS Y DE SEÑALES DÉBILES DE CAMBIO ANALIZAR CON MÉTODOS DE DISCIPLINAS SOCIALES Y TRANSDISCIPLINARES, JUNTO A LA ORIENTACIÓN ESTRATÉGICA DE LA ORGANIZACIÓN PROYECCIÓN EVALUAR LAS RELACIONES ENTRE LOS PATRONES Y LAS TENDENCIAS, VISUALIZAR ATISBOS DE FUTUROS EMERGENTES Y DESARROLLAR ESCENARIOS DE FUTUROS (O INCLUSO OBJETOS!) REFLEXIÓN Y FOCO DISEÑO DE ESTRATEGIAS. PARA UN REPOSICIONAMIENTO, PARA LA INNOVACIÓN, PARA COMUNICAR Y GENERAR DEBATE… PARA ACERCARNOS A #MEJORESFUTUROS
  • 18. UNA TÉCNICA DE UNA METODOLOGÍA EXTENSA Escenarios diversificados Los cambios y las tendencias no se desar r ollan de maner a lineal, sino que inter actúan con otr as “cosas”: per sonas, instituciones, otr as tendencias, ideas, tecnologías… Pecando de r educcionismo, pero para entendernos Una her r amienta sencilla y v ieja que puedes emplear par a idear no uno, sino un par o tr es escenar ios es la R ueda de f utur os o F utur es Wheel TENDENCIA O EVENTO
  • 19. UNA TÉCNICA DE UNA METODOLOGÍA EXTENSA Escenarios diversificados Sitúa un ev ento, o algo que os gener e muchas dudas. Gener ad una lluv ia de ideas sobr e posibles impactos que puede llegar a tener . Algunas pr eguntas dispar ador as pueden ser “¿ Qué ocurriría si esto sucede? ” “¿ O si crece o se expande o toma más relevancia? ” R ellenad todo el pr imer cír culo con r espuestas escuetas. Este pr imer cír culo ya os puede ser v ir como ingr edientes de un escenar io f utur o a cor to o medio plazo. Se puede r epetir el ejer cicio con v ar ios ev entos, y cr ear escenar ios con los que desencadenar r ef lex ión estr atégica U n ejemplo de una par ticipante de un taller que hicimos: Start-ups desarrollan implantes digitales para expandir posibilidades humanas Implantes como nuevo lujo Algunas personas con más dinero tendrán más capacidades Nuevas capas de datos
  • 20. Esperamos que esta píldora aporte alguna reflexión útil El mundo no se acaba. Per o esta década ya se anunciaba como la década de gr andes cambios. R eclama otr os v alor es, otr as nor malidades, otr as f or mas de nav egar , de tr abajar y de ser S i quieres ex p andir m ás inf or mación, contáctanos, ten em os un documento algo más ex tenso, y podemos v isualizar otr as f or mas de tr abajar en esto También puedes descar gar te gr atis un Kit Anti - Inf or me de tendencias basado en f uer zas de gr an iner cia y ejer cicios DIY clicando aquí A por #mejor esf utur os www.postf utur ear.com [email protected] A u t o r í a : E l i s a b e t R o s e l l ó . F u n d a d o r a , d i r e c c i ó n g e n e r a l d e e s t e p r o y e c t o A l b a n o C r u z y R o g e l i o M á r q u e z , a p o y o