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Histórica Da Igreja Católica No Brasil

As três frases resumem a cronologia da Igreja Católica no Brasil do século XVI ao XXI: 1) A Igreja Católica chega ao Brasil com a colonização portuguesa em 1500 e lança profundas raízes na sociedade brasileira através do padroado régio. 2) Os jesuítas e franciscanos desempenham papel fundamental na evangelização dos indígenas no século XVI, fundando missões, aldeias e colégios por todo o território brasileiro. 3) Ao longo

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Histórica Da Igreja Católica No Brasil

As três frases resumem a cronologia da Igreja Católica no Brasil do século XVI ao XXI: 1) A Igreja Católica chega ao Brasil com a colonização portuguesa em 1500 e lança profundas raízes na sociedade brasileira através do padroado régio. 2) Os jesuítas e franciscanos desempenham papel fundamental na evangelização dos indígenas no século XVI, fundando missões, aldeias e colégios por todo o território brasileiro. 3) Ao longo

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História da Igreja católica no Brasil

Dados cronológicos1
Do século XVI-XXI
ANO ACONTECIMENTO HISTÓRICO
1ª Fase: Pré Colônia
Papa Alexandre VI escreve a Bula Papal “Inter Caetera Divinae” que formula a criação
07/06/1494
do Tratado de Tordesilhas entre Espanha e Portugal
2ª Fase: Colonização portuguesa
Pedro Álvares Cabral, português descobre o Brasil. A Igreja Católica Apostólica Romana
chega ao país no descobrimento e lança profundas raízes na sociedade a partir da
colonização.
1500 No domingo de Pascoela foi celebrada a primeira missa no Brasil. Porto Seguro em
Coroa Vermelha, celebrada pelo frei franciscano Henrique de Coimbra, acolitado pelos
outros padres. Ao todo iam na armada 8 franciscanos e 9 seculares. Ali havia na praia uns
duzentos índios sentados a olhar. (Relato da Carta batistério de Pero Vaz de Caminha).
1502-1503 Foram batizados os primeiros indígenas pelo capelão da nave de Gonçalo Coelho.
Papa Leão publica a Bula Dum Fidei Constantiam. Promulga o dever da Coroa de
propagar a fé cristã nos territórios recém descobertos ou ainda por descobrir, mas
também, o direito de prover dioceses, igrejas e benefícios com homens que pareçam
idôneos. O Estado controla a atividade eclesiástica na colônia por meio do padroado.
04/07/1514 Arca com o sustento da Igreja e impede a entrada no país de outros cultos, em troca de
reconhecimento e obediência. O Estado nomeia e remunera párocos e bispos e concede
licença para construir igrejas. Confirma e executa as sentenças dos tribunais da
Inquisição. Em contrapartida, controla o comportamento do clero, pela Mesa de
Consciência e Ordens, órgão auxiliar do Conselho Ultramarino.
Fundaram-se feitorias em Porto Seguro, Itamaracá, Iguaraçu e S. Vicente e os cura que
1515
acompanharam os brancos, procuravam batizar os indígenas dos arredores.
Os franciscanos são os primeiros missionários a iniciarem a Evangelização em terras
1516
brasileiras.
Frades franciscanos acompanham a excursão de Martim Afonso de Sousa na expedição a
1530
S. Vicente.
Em 22 de janeiro é erigida a primeira cidade do Brasil; a Vila de São Vicente no litoral
Paulista. Os responsáveis pela evangelização e a catequização dos indígenas foram os
1532 frades franciscanos. Nesse mesmo ano é erigida a primeira paróquia de Nossa Senhora da
Assunção, de S. Vicente. Organizada pelo seu donatário Martim Afonso de Sousa. O
primeiro vigário foi o Padre Gonçalo Monteiro, sacerdote de grandes qualidades.
Alguns franciscanos que se dirigiam para Índia e no Porto de Salvador batizaram duas
filhas do célebre Caramuru – Diogo Álvares Correia; de origem portuguesa, o contato
com os índios lhe rendeu esse codinome. Diogo facilitou a instalação da sede
1534 administrativa portuguesa na Bahia e a presença missionária franciscana. O Caramuru –
foi casado com a filha do chefe indígena, a bela “Paraguaçu”. Ocorre nesse período a
divisão do Brasil em capitanias hereditárias. Para garantir o controle do território
brasileiro, o rei de Portugal, D. João III, reparte o Brasil em 15 lotes.
Papa Paulo III e a defesa dos direitos dos índios. Interveio decididamente em favor
1537
daqueles que exigiam tratamento mais liberal e justo para os indígenas da América.
A primeira Casa da Misericórdia foi fundada em Santos, por Brás Cubas, para socorrer os
1543
marinheiros que ali aportavam.
29/03/1549 Chega dos seis Jesuítas no Porto de Salvador/BA. O papel mais relevante na

1
Pesquisa de cunho acadêmico realizado pelo aluno de 4º de teologia, Rafael Batatinha de Castro. Seminário Maria Mater
Ecclesiae do Brasil/SP.
evangelização do Brasil no séc. XVI pertenceu sem dúvida à Companhia de Jesus D. João
III, ao criar o governo geral do Brasil, confiou aos jesuítas à evangelização desses povos.
Na armada do governador Tomé de Sousa seguiram os padres Manuel da Nobrega
(superior), Leonardo Nunes, João de Azpilcueta Navarro e Antônio Pires e os Irmãos
Vicente Rodrigues e Diogo Jacome, que mais tarde se ordenaram.
Em março chega de Portugal uma nova leva de missionários: quatro padres jesuítas,
1550 acompanhados de 7 meninos órfãos de Lisboa, que irão ajudar na evangelização das
crianças indígenas.
Criação da Diocese de São Salvador pela Bula Papal “Super specula militantes
1551 ecclesiae” do Papa Júlio III. Dom Pedro Fernandes Sardinha se torna o primeiro bispo do
Brasil. Padre Manuel de Nobrega acolhe o bispo no colégio Jesuíta de Salvador.
Stº. Inácio tinha enviado a patente nomeando o P. Nóbrega provincial do Brasil e de
09/07/1553
outras regiões além. Foi a 6ª província da Companhia de Jesus.
Anchieta funda o Colégio de São Paulo de Piratininga em um ponto mais avançado do
planalto, sobre uma colina situada no encontro dos rios Anhangabaú e Tamanduateí. Se
dá início o povoamento da Vila de São Paulo. A situação não estava nada boa na Vila de
São Paulo, no entanto a pequena vila formada em torno do colégio dos padres ia
25/01/1554
crescendo cada vez mais assim como outros aldeamentos indígenas eram criados pelos
jesuítas nas vizinhanças. Aldeamentos que viriam a ser a origem e dar o nome de atuais
bairros paulistanos, como São Miguel Paulista, Pinheiros, Penha e Santo Amaro, e de
cidades da Região Metropolitana de São Paulo, como Guarulhos, Barueri e Carapicuíba.
Villegaignon, calvinista francês, conquistou a baía da Guanabara e realizou o primeiro
culto calvinista no Brasil. Entusiasmado, Calvino enviou para o Brasil o pastor Jean de
1555
Lery, que realizou cultos e atos religiosos calvinistas durante os cinco anos de ocupação
francesa.
D. Pedro Leitão foi confirmado como o segundo bispo da Bahia. Sucedendo D. Pedro
1558
Fernandes Sardinha, que morrerá de uma forma trágica.
Estácio de Sá funda a vila de São Sebastião do Rio de Janeiro. Trata-se de uma estratégia
1565 para afirmar a presença portuguesa na região e neutralizar a ameaça dos franceses. Seu
território continuou sujeito à jurisdição espiritual do Bispo da Bahia.
Primeiro sínodo diocesano no tempo de D. Pedro Leitão e nele se redigiram constituições
1569
diocesanos. Surgi o primeiro seminário, mas duraria só até aos inícios do séc. XVII.
1572 A América portuguesa é dividida em dois governos gerais: Bahia e Rio de Janeiro.
Papa Gregório XIII com a Bula “In superemminenti militantis Ecclesiae”, cria a Prelazia
19/07/1575
do Rio de Janeiro.
O primeiro Administrador do Rio de Janeiro foi Pe. Doutor Bartolomeu Simões Pereira,
1576 de nomeação régia. Escolheram-se para o cargo homens cultos, mas a sua ação foi pouco
pacifica por falta do caráter dos costumes criaram-lhes frequentes problemas.
Início da União Ibérica. Com a interrupção da dinastia de Avis, Portugal e suas colônias
passam ao domínio da Espanha, comandada pelo rei Felipe II. Início do século XVII –
Movimento das bandeiras Grupos de colonos realizam expedições pelo interior do
território brasileiro em busca de riquezas e de mão de obra indígena, o que é chamado de
movimento das bandeiras, patrocinado pela coroa portuguesa. Até então, a ocupação das
1580 terras era restrita ao litoral, mas essas expedições ampliaram o povoamento para o
interior. Os padres Jesuítas seguem os desbravadores para construírem pequenas reduções
para proteger os indígenas.
Os Carmelitas Calçados chegam a Pernambuco vindos de Lisboa. Logo se entregaram ao
trabalho com muito zelo, pois viviam então o verdadeiro espírito da Ordem, devido à
reforma de Fr. Baltazar Limpo enquanto provincial.
Os beneditinos chegaram ao Brasil estabelecendo o seu primeiro mosteiro em Salvador
da Bahia. O bispo deu-lhes a ermida de S. Sebastião e terrenos próximos. Três anos
1581
depois foi elevado a abadia, sendo a primeira Abadia de toda América, tornando-se seu
primeiro abade o fundador, Fr. Antônio Ventura de Laterão.
1584 Os franciscanos se organizam em bases sólidas em terras de Santa Cruz. No capítulo
provincial realizado em Lisboa é constituída a Custódia de Santo Antônio do Brasil.
Foram enviados 7 religiosos com Fr. Melchior de Santa Catarina como Custódio.
Os Carmelitas estabeleceram-se na cidade da Bahia. No Mesmo ano os Beneditinos
1586
fundam um Mosteiro no Rio de Janeiro.
Os franciscanos fundam o convento de S. Francisco em Salvador da Bahia, então capital
do Brasil. Até o fim do século outros conventos foram surgindo em várias localidades:
1587
Iguaraçu, Vitória do Espírito Santo, Rio de Janeiro, etc. Estabelecem missões entre os
indígenas. Surgiram também as primeiras vocações brasileiras.
Segundo monastério beneditino do Brasil é fundado no Rio de Janeiro. Monges vindos
1590 da Bahia, o Mosteiro beneditino do Rio de Janeiro foi construído a pedido dos próprios
habitantes da recém-fundada cidade de São Sebastião.
1592 Terceiro monastério beneditino do Brasil é erigido em Olinda.
1596 Quarto monastério beneditino do Brasil é fundado na Paraíba
Frei Mauro Teixeira, religioso paulista de São Vicente, levantou uma modesta igreja
dedicada a São Bento. O terreno escolhido era dos melhores da povoação, localizando-se
1598
no alto do morro, entre o rio Anhangabaú e o rio Tamanduateí, onde antes havia estado à
casa do cacique Tibiriçá.
Fundação do Forte de São Luís. O francês Daniel de La Touche funda o Forte de São
Luís (onde hoje está São Luís do Maranhão). A ocupação francesa quer conquistar parte
1612
do território americano para criar a França Equinocial e para aproveitar a crescente
economia da cana-de-açúcar.
Expulsão dos franceses pelos portugueses. Essa batalha ocorreu na cidade de Icatu e foi
um confronto militar importante para acelerar a expulsão definitiva dos franceses do
Maranhão. Conta-se que, nessa batalha contra os franceses, os portugueses estavam em
1615 desvantagem quanto ao número de soldados. Pediram ajuda a Nossa Senhora e foram
atendidos. O 3º Capitão-Mor Diogo Machado da Costa - da Coroa Portuguesa, pediu aos
padres Jesuítas que elaborassem uma bela Igreja, a igreja foi denominada Nossa Senhora
da Vitória. Hoje Catedral Metropolitana de S. Luís do Maranhão.
Invasão de Salvador. Sentindo-se prejudicada em seus negócios no Atlântico por causa do
domínio espanhol sobre Portugal, a Companhia das Índias Orientais invade Salvador. Os
holandeses Calvinistas saquearam as Igrejas de Salvador, e lançaram nas águas do mar
1624 baía todas as imagens sacras (daí o nome de Bahia de todos os Santos). Os holandeses
invadem o Mosteiro de São Bento e o torna seu fortificado. Em menos de um ano, a
cidade é retomada por uma esquadra de mais de 50 navios espanhóis e portugueses,
acabando com o domínio holandês na região.
Os Padres Jesuítas chegam no noroeste do Rio Grande do Sul, liderados pelo padre
Roque Gonzáles de Santa Cruz, e iniciaram o processo de evangelização dos índios
Guarani, na margem oriental do Rio Uruguai. Na primeira fase, surgem 18 reduções,
onde jesuítas e índios conviviam no mesmo local. Esses povoados não conseguiram
estruturar-se devido à invasão dos bandeirantes paulistas, que viam para o Sul em busca
1626
de mão-de-obra escrava. No mesmo ano os Padres Jesuítas chegam no Belém do Pará,
transformaram-se com o tempo em grandes colégios e em centros de expansão
missionária para inúmeras aldeias indígenas espalhadas pelo Amazonas. Antônio Vieira,
apesar de seus triunfos oratórios e políticos, em defesa da liberdade dos indígenas, foi
expulso pelos colonos do Pará, acusado e preso pela Inquisição.
Invasão de Pernambuco. Holandeses Calvinistas invadem o Brasil novamente, desta vez
tomando as cidades de Recife e Olinda. Entre 1637 e 1644, Maurício de Nassau-Siegen
governa Pernambuco. Ele restabelece a produção açucareira, promove o desenvolvimento
urbano no local e permite a tolerância religiosa da Igreja Católica. A ocupação é
1630 encerrada de vez em 1654, com o Tratado de Taborda e o pagamento de indenização aos
holandeses. Nesse período dos 33 jesuítas de Pernambuco, mais de 20 foram capturados,
maltratados e levados para a Holanda; cerca de 10 faleceram em consequência dessa
guerra. No séc. XVII, quando da descoberta das minas e do povoamento do sertão, os
jesuítas passavam periodicamente por esses locais em missão volante.
Fim da União Ibérica. O domínio da Espanha sobre Portugal termina. Os portugueses
1640 ganham um novo rei, D. João IV (que até então era o duque de Bragança). Inicia-se a
dinastia de Bragança, com duração até o fim da monarquia em Portugal, em 1910.
Os portugueses fundaram a Colônia do Sacramento, tendo como objetivo participar do
comércio. Nesse período os Jesuítas iniciam a organização das sete reduções jesuítico-
guarani no Rio Grande do Sul, conhecidas por Sete povos das Missões. São elas:
São Francisco de Borja, fundada em 1682
São Nicolau, fundada em 1687.
1680
São Luiz Gonzaga, fundada em 1687.
São Miguel Arcanjo, fundada em 1687.
São Lourenço Mártir, fundada em 1690.
São João Batista, fundada em 1697.
Santo Ângelo Custódio, fundada em 1706.
Descoberta de ouro em Minas Gerais. Os colonos do movimento das bandeiras (os
bandeirantes), em suas expedições pelo interior do território brasileiro atrás de riquezas e
1693 escravos indígenas, fazem as primeiras descobertas de ouro em Minas Gerais. Iniciam-se
a exploração mineral e o povoamento da região, que no século XVIII foi a maior fonte de
riquezas da coroa portuguesa.
Destruição do Quilombo dos Palmares. Formado por aldeias habitadas por escravos
fugidos e negros livres isolados da administração portuguesa, o Quilombo dos Palmares é
destruído no fim do século XVII. Até então, os quilombolas se relacionavam
comercialmente com vilas e colonos; a coroa portuguesa havia tentado eliminar o
conglomerado de aldeias diversas vezes, para garantir o controle sobre seu território. Em
1695 1695, morre o líder do quilombo, Zumbi, dando início à destruição do local pelas forças
portuguesas. Quem foi Zumbi? Embora tenha nascido livre, foi capturado quando tinha
por volta de sete anos de idade. Entregue a um padre católico, recebeu o batismo e
ganhou o nome de Francisco. Aprendeu a língua portuguesa e a religião católica,
chegando a ajudar o padre na celebração da missa. Porém, aos 15 anos de idade, voltou
para viver no quilombo.
É criada a Vila Leal de Nossa Senhora do Carmo, MG, a corrida do ouro a torna uma das
cidades mais importantes das colônias portuguesas. Padres jesuítas foram os primeiros a
1696
chegarem nesse território para iniciar o trabalho de evangelização com os índios e
escravos, abrindo um colégio.
As Constituições Primeiras do Arcebispado da Bahia, elaboradas por bispos em uma
1707 reunião em Salvador, a hierarquia da Igreja conquista mais autonomia. As constituições
uniformizam o culto, a educação, a formação do clero e a atividade missionária.
Primeiras vilas de Minas Gerais. Vila Rica, Mariana e Vila Real de Sabará simbolizam o
1711
crescimento demográfico na região das minas.
Aparição de Nossa Senhora Aparecida. A imagem da Imaculada Conceição de Maria
pareceu a três pescadores Domingos Garcia, Filipe Pedroso e João Alves nas águas do
1717
Rio Paraíba. Tal evento milagroso mudaria para sempre de forma profícua o catolicismo
e a devoção popular mariana no território brasileiro.
Fundação da fortaleza do Rio Grande do Sul. Tem início a colonização portuguesa no Rio
Grande do Sul. No mesmo ano são criadas o Fundo Comarcas/ Vigararia. Antes da
1737
chegada portuguesa os Padres jesuítas já se encontravam na aldeia de Caibi, próximo à
atual Porto Alegre.
Tratado de Madri. Portugal e Espanha assinam um importante tratado que redefine as
fronteiras de seus domínios coloniais na América. Portugal perdia sua posição no Rio do
Prata, a Colônia do Sacramento e em troca ganhava os Sete Povos das Missões, no atual
1750 RS. Também, fica estabelecido que os habitantes dos Sete Povos (índios Guarani) seriam
levados para o lado argentino e paraguaio do território missioneiro, do outro lado do rio
Uruguai, deixando para os portugueses tudo o que tinham nas reduções (estâncias,
ranchos, invernadas, rebanhos, plantações de erva-mate, etc.).
Um atentado à vida do rei José, deu a Pombal o pretexto para tirar poderes da nobreza e
expulsar os jesuítas, que tinham amizade com os conspiradores. Os envolvidos, suas
famílias e servos, foram torturados e mortos. A época ficou conhecida como o Terror
1758 Pombalino. O marquês tornou-se o ditador de Portugal e as pessoas se calaram, ao ver
que inimigos e críticos eram castigados com penas perpétuas, exílio e morte. O ministro
defendia o absolutismo como forma de governo, isto é, todos os poderes concentrados nas
mãos do rei.
Expulsão e supressão da Companhia de Jesus. Aparece nesta altura da história dos
jesuítas o Marquês de Pombal. Ab-roga todo o poder temporal exercido pelos
1760 missionários nas aldeias indígenas. Para esconder os fracassos da execução do Tratado de
Limites da Colônia do Sacramento, culpou os jesuítas desencadeando contra eles uma
propaganda terrível.
A capital do Brasil é transferida de Salvador para o Rio de Janeiro, o que demonstra o
aumento da importância da Região Sudeste para os interesses de Portugal. Com o intuito
de controlar a Região Sul, estabelecendo-se uma outra sede administrativa ao Norte
Nordeste, em Belém, na capitania do Grão-Pará e Maranhão, abrangendo a região
amazônica até a Bahia. Iniciou-se o estabelecimento dos limites territoriais com a
1763
América Espanhola, a partir do Tratado de Madri de 1750. Foi o momento em que o
domínio jesuítico entrou em questão, conduzindo ao embate direto da própria ordem com
a Coroa Portuguesa. A partir de então, a sorte das ordens religiosas viu-se ameaçada,
entre elas os beneditinos, com proibições referentes à aceitação de noviços, publicadas
em 1764 e 1769.
Consequências do Tratado de Madri. Acontece o abandono dos Sete Povos pelos índios
Guarani e a expulsão dos jesuítas, do território espanhol, a região entrou em decadência e
em 1801 foi ocupada definitivamente pela Coroa portuguesa. Suas belas construções,
1767 plantações de erva-mate e algodão ficaram abandonadas e o gado passou a ser disputado
por aventureiros portugueses e espanhóis, que também saquearam o resto das
construções. Os povos foram se dispersando e aos poucos começaram a perder os modos
e costumes de sua cultura.
Tratado de Santo Iidefonso. Portugal e Espanha assinam um acordo pelo qual os
territórios da Ilha de Santa Catarina (atual Florianópolis) ocupados pelos espanhóis e
terras do que hoje é o Rio Grande do Sul seriam devolvidos a Portugal. Em troca, a
Espanha teria o controle da Colônia do Sacramento e da região dos Sete Povos das
1777 Missões. Com o tratado, Portugal é prejudicado e perde todo o controle sobre a região da
bacia do Rio da Prata.
Neste mesmo ano ocorreu a morte de D. José I e sobe ao poder de Dona Maria I, o
Marquês de Pombal foi processado e condenado. Só escapou à prisão e à morte por
respeito à sua idade e achaques.
Inconfidência Mineira. Colonos de Minas Gerais planejam uma revolta contra a coroa
portuguesa. Sentindo-se oprimidos pela política tributária de Portugal, eles são
influenciados pelos ideais da independência americana. Diversos participantes da
1789
Inconfidência Mineira denunciam o levante ao governo da capitania, que prende e
deporta alguns conspiradores. O principal deles, José Joaquim da Silva Xavier, o
Tiradentes, é o único inconfidente executado pelo crime.
Chegada da família real portuguesa. Com a invasão de Portugal (aliado político e
econômico da Inglaterra) por tropas francesas de Napoleão I, o príncipe regente D. João
transfere a corte portuguesa para o Rio de Janeiro. A cidade se torna capital do império
1808
português e de suas posses ultramarinas. Isso gera diversas transformações no Brasil,
como a assinatura da Carta de Abertura dos Portos do Brasil às Nações Amigas e a
criação da Imprensa Régia e de outras estruturas e serviços públicos.
O Papa Pio VII restaurou a Companhia de Jesus. Alguma influência exerceu no ânimo do
1814 Papa a amizade de um jesuíta brasileiro, o Pe. José de Campos Lara, que profetizara sua
eleição papal.
3ª Fase: Independência
Independência do Brasil. Forças políticas portuguesas exigem que D. Pedro retorne a
Portugal, mas ele se recusa a sair do Brasil. O príncipe regente convoca uma Assembleia
1822
Constituinte e, no dia 7 de setembro, declara a independência brasileira. Em dezembro, é
coroado D. Pedro I, imperador do Brasil.
D. Pedro I, vendo a necessidade de repovoamento do Sul do Brasil, acolhe no Brasil os
1824
primeiros imigrantes alemães e em segundo momentos os imigrantes italianos.
Ordenação do 1º padre Negro na história do Brasil. Nesse período o país vivia o sistema
1851 escravagista. A diocese de Mariana/MG ordena Francisco Paulo Victor, era filho da
escrava Lourença Maria de Jesus, da cidade de Campanha/MG.
Chegada dos padres jesuítas alemães em S. Leopoldo e outras vilas do interior do Rio
1858
Grande do Sul.
1862 Chega um grupo de padres jesuítas italianos para atender a Serra e os Pampas gaúchos.
Os padres jesuítas do Nordeste fundam o Colégio S. Francisco Xavier do Recife, o
1867 mesmo em 1873 é fechado por causa das perseguições da Maçonaria, pois os padres
apoiavam o bispo D. Vidal, nas questões religiosas.
A Santa Sé em 1860 publica um decreto condenando a maçonaria. Bispos brasileiros,
como o de Belém, dom Macedo Costa, e o de Olinda, D. Vital de Oliveira, acatam as
1875
novas diretrizes e expulsam os maçons das irmandades. Isso não é aceito pelo governo,
muito ligado à maçonaria, e os bispos são condenados à prisão em 1875.
Lei Áurea e o fim da escravidão do Brasil. A Imperatriz Católica Princesa Isabel sanciona
a Lei Áurea – Lei Imperial nº 3.353. Através do arcebispo Dom José Pereira da Silva
Barros, capelão-mor de Dom Pedro II, conhecido como o “bispo abolicionista”, a Igreja
13/05/1888 Católica passou a ser um dos elementos centrais que levaram à abolição da escravatura2.
Dom José que foi abolicionista declarado há décadas e camareiro secreto dos Papas Pio
XI e Leão XIII, anunciou que a abolição da escravidão no Brasil seria um bom presente
ao Papa3.
4ª Fase: Período da República, Regime Militar e Sistema Democrático
Proclamação da República. É decretada a separação entre Igreja e Estado. A República
acaba com o padroado, reconhece o caráter leigo do Estado e garante a liberdade
07/01/1890 religiosa. Em regime de pluralismo religioso e sem a tutela do Estado, as associações e
paróquias passam a editar jornais e revistas para combater a circulação de ideias
anarquistas, comunistas e protestantes.
Beato Antônio Conselheiro e a República. Com a Proclamação da República o sistema
político brasileiro voltava seu olhar para as três grandes cidades econômicas do país; São
Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro. Em quanto isso as demais regiões do país se
encontravam em completo abandono. No Nordeste padres seculares (Pe. Cícero e P. José
Maria Ibiapina) desdobram seus trabalhos para socorrer a população flagelada e
1894
explorada pelos coronéis. A origem dos beatos encontra-se nas atividades ligadas ao
Padre José Maria Ibiapina, (Guarabira/ Paraíba) que seguindo a orientação do catolicismo
de seu tempo, procura melhor comunicação entre clero e fiéis. Ao Padre Ibiapina deve-se
a criação de inúmeras ‘casas de caridade’ mescla de orfanato e escola que se
multiplicaram a partir da segunda metade do século XIX.
Fim da guerra de Canudos. A cidade do Belo Monte/BA é reduzida a pó, morre nesse
1897
massacre 25 mil nordestinos católicos pelo governo Republicano Positivista.
Posse do território do Amapá. Após conflitos com franceses, holandeses e portugueses, o
1900 Brasil tem a posse do território do Amapá concedida pela Comissão de Arbitragem de
Genebra.
Os jesuítas portugueses voltam ao território norte do Brasil, formando assim a Missão
1911
Portuguesa. Fundam logo o Colégio Antônio Vieira para atender a região do Amapá.

2
Revista do Instituto Archeológico e Geográphico Pernambucano, 41-44/1891, pg. 267
3
VASCONCELOS, Sylvana Maria Brandão de - Ventre livre, mãe escrava: a reforma social de 1871.
Projeto desenvolvimentista e nacionalista de Getúlio Vargas influencia a Igreja no sentido
1930 de valorização da identidade cultural brasileira. Assim, a Igreja expande sua base social
para além das elites, abrindo-se para as camadas médias e populares.
A Constituição prevê uma colaboração entre Igreja e Estado. São atendidas as
reivindicações católicas, como o ensino religioso facultativo na escola pública e a
1934 presença do nome de Deus na Constituição. Nessa época, o instrumento de ação política
da Igreja é a Liga Eleitoral Católica (LEC), que recomenda os candidatos que se
comprometem a defender os interesses do catolicismo.
Os Círculos Operários Católicos, favorecidos pelo governo para conter a influência da
1937
esquerda.
É criada a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil – CNBB, que coordena a ação da
1952
Igreja no país.
Criação da Conferência Geral do Episcopado Latino-americano – CELAM. O Rio de
Janeiro organiza o 36º Congresso Eucarístico Internacional, convocado pelo papa Pio XII
teve como objetivo o estudo concreto, com soluções práticas, dos aspectos mais
fundamentais e urgentes da problemática religiosa da América Latina, sob o prisma da
1955
atuação apostólica dos católicos. D. Helder Pessoa Câmara bispo-auxiliar foi o mentor da
organização do Congresso, nesse período era secretário geral da Conferência Nacional
dos Bispos do Brasil (CNBB). Durante o congresso é eleito como Vice-presidente do
Conselho Episcopal Latino Americano (Celam).
A Juventude Universitária Católica (JUC), influenciada pela Revolução Cubana, declara
sua opção pelo socialismo. Pressões de setores conservadores da Igreja levam os
1960
militantes da JUC a criar um movimento de esquerda, a Ação Popular (AP). Na época, a
Igreja está dividida quanto às propostas de reformas de base do presidente João Goulart.
Dom Eugênio Sales em parceria com a Cáritas Brasileira elabora a Campanha da
Fraternidade. Realizada pela primeira vez na quaresma de 1962, em Natal no Rio Grande
do Norte, com adesão de outras três Dioceses e apoio financeiro dos Bispos norte-
americanos. No ano seguinte, 16 Dioceses do Nordeste realizaram a campanha. Não teve
1962 êxito financeiro, mas foi o embrião de um projeto anual dos Organismos Nacionais da
CNBB e das Igrejas Particulares no Brasil, realizado à luz e na perspectiva das Diretrizes
Gerais da Ação Pastoral (Evangelizadora) da Igreja em nosso País.
Em 11 de outubro de 1962 o Papa João XXIII inaugura a abertura da Sessão Conciliar do
Vaticano II. Nesse concílio participaram 204 bispos brasileiros.
É lançada a nível nacional a Campanha da Fraternidade pela CNBB, com o tema: “Igreja
em Renovação”; tendo como lema: “Lembre-se: Você também é Igreja”.
1964 O Regime Militar foi instaurado pelo golpe de 1º de abril de 1964. A Igreja católica entra
em conflito com o regime Militar. A Igreja católica se aproxima das realidades mais
oprimidas pelo regime Militar.
Regime da Ditadura Militar. O Ato Institucional nº 5 (AI-5), há uma ruptura total diante
da violenta repressão - prisões, torturas e assassinatos de estudantes, operários e padres e
1968 perseguições aos bispos. Na época, a Igreja atua em setores populares, com as
comunidades eclesiais de base. Inspiradas na Teologia da Libertação, elas vinculam o
compromisso cristão e a luta por justiça social.
A Igreja católica Latino-Americana agindo sobre o influxo do espírito de Medellín (II
CELAM -1968), vai de encontro aos abusos contra a ordem jurídica e os direitos
humanos realizados pelo Regime Militar, levam a Igreja a se engajar na luta pela
redemocratização, ao lado de instituições da sociedade civil.
A Teologia da Libertação ganha força no contexto social e eclesiológico da Igreja. No
1970
Brasil a primeira participação católica no lançamento da Teologia da Libertação foi à
publicação da Teologia da Revolução, em 1970, pelo teólogo belga radicado no
Brasil José Comblin. Em 1971, Gustavo Gutiérrez publicou Teologia da Libertação.
Somente em 1972, Leonardo Boff surge no cenário teológico com a publicação de Jesus
Cristo Libertador.
Chega ao Brasil o movimento da Renovação Carismática Católica. Com o objetivo
refrear a ação da Teologia da Libertação. Teve origem na cidade de Campinas, SP,
1971
através dos padres Haroldo Joseph Rahm e Eduardo Dougherty. A RCC como é
conhecida possui como origem ao movimento pentecostal católico dos Estados Unidos.
O cardeal de São Paulo o Arcebispo de São Paulo D. Paulo Evaristo Arns, criou a
Comissão Justiça e Paz de São Paulo (CJP-SP) e, nos anos de violenta repressão, as
1972
vitimas de violência dos direitos humanos recorriam com frequência à sede da Igreja de
São Paulo à procura de sua ajuda e de seu auxílio.
Com a redemocratização da sociedade brasileira e com algumas de seus ensinamentos
fortemente criticados pela Santa Sé, a Teologia da Libertação perde parte de sua
influência. Nesse período cresce o vigor da Renovação Carismática Católica, surgida nos
EUA. Em oposição à politização da Teologia da Libertação, o movimento busca uma
renovação em práticas tradicionais do catolicismo pela ênfase numa experiência mais
pessoal com Deus.
1980 Primeira visita do Papa ao Brasil. O Papa João Paulo II beatificou o jesuíta José de
Anchieta, que chegou ao Brasil, em 1553, para catequizar os habitantes do país e fundou
a cidade de São Paulo; na oportunidade o Papa consagrou a Basílica de Nossa Senhora
Aparecida com padroeira do Brasil. A Basílica é o quarto santuário mariano mais visitado
do mundo. O Papa participou do X Congresso Eucarístico Nacional, realizado entre 30 de
junho a 12 de julho 1980, em Fortaleza, no Ceará. Ele foi recebido pelo general João
Batista Figueiredo, último presidente brasileiro no período da ditadura militar.
Diretas Já. Partidos políticos de oposição ao governo e lideranças políticas, Igreja
Católica, civis, estudantis e jornalísticas se unem para reivindicar eleições diretas para
presidente. Amparado pela proposta de emenda constitucional apresentada pelo deputado
1984 Dante de Oliveira, o movimento é a primeira manifestação política popular do processo
de redemocratização do Brasil. Apesar da mobilização, a emenda é derrotada no
Congresso e as eleições presidenciais novamente são realizadas no Colégio Eleitoral.

Segunda visita do Papa ao Brasil. O Papa João Paulo II foi recebido pelo presidente
Fernando Collor de Mello. Em Salvador, capital baiana, ele visitou irmã Dulce, que
1991
estava com a saúde debilitada. A religiosa ficou conhecida por se dedicar às crianças
carentes da Bahia.
A terceira visita do Papa ao Brasil. O Papa foi recebido pelo então presidente Fernando
Henrique Cardoso e participou do II Encontro Mundial do Papa com as Famílias,
1997 realizado na cidade do Rio de Janeiro. Ele ficou por quatro dias na cidade. Em seus
discursos, João Paulo II condenou o divórcio, o aborto e os métodos contraceptivos. Ele
abençoou o Rio Janeiro aos pés do Cristo Redentor.
Jubileu dos 500 anos do Descobrimento do Brasil são, também, 500 anos de Presença da
Igreja Católica. Para celebrar os 500 anos de evangelização no Brasil, os bispos da Igreja
2000 católica se reuniram de 26 de abril a 3 de mail de 2000, em Porto Seguro, Bahia, lugar
onde, há cinco séculos, foi celebrada a Primeira Missa na Terra da Santa Cruz. A CNBB
trazia como tema desse encontro: “Brasil: 500 anos de diálogo e esperança”.
Papa Bento XVI vem ao Brasil para celebrar a missa inaugural da V Conferência Geral
do Episcopado Latino-Americano e do Caribe, em Aparecida. Celebra e canoniza S. Frei
2007
Galvão, o primeiro Santo brasileiro. Ele foi recebido pelo Presidente Luís Inácio Lula da
Silva.

Promulga o Acordo entre o Governo da República Federativa do Brasil e a Santa Sé


2008 relativo ao Estatuto Jurídico da Igreja Católica no Brasil, firmado na Cidade do Vaticano,
em 13 de novembro. Em 11 de fevereiro de 2010 foi ortgado como Decreto Executivo da
presidência de n. DEC 7.107/2010.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

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