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Referencial de Dupla Certificação - Gestão Produção Mobiliário

Este documento apresenta o referencial de formação para o curso de Técnico/a de Gestão da Produção em Madeira e Mobiliário de nível 4. O curso tem um total de 198 pontos de crédito distribuídos por diferentes áreas, incluindo formação sociocultural, científica e tecnológica. O referencial foi publicado em 2014 e atualizado várias vezes desde então.

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Referencial de Dupla Certificação - Gestão Produção Mobiliário

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REFERENCIAL DE FORMAÇÃO

EM VIGOR

Nível de Qualificação: 4

Á rea de Educação e 543 . Materiais (Indústrias da Madeira, Cortiça, Papel,


Formação Plástico, Vidro e Outros)

Código e Designação
do Referencial de 543326 - Técnico/a de Gestão da Produção em Madeira e Mobiliário
Formação

Modalidades de Cursos Profissionais


Educação e Formação

Total de pontos de 198,00


crédito (inclui 20 pontos de crédito da Formação Prática em Contexto de Trabalho)

Publicado no Boletim do Trabalho e Em prego (BTE) nº 39 de 22 de outubro de 2014


com entrada em vigor a 22 de outubro de 2014.

1ª Atualização em 01 de setem bro de 2016.


2ª Actualização publicada no Boletim e Trabalho do Em prego (BTE) nº 39 de 22 de
Publicação e outubro de 2017 com entrada em vigor a 22 de outubro de 2017.
atualizações
3ª Actualização publicada no Boletim e Trabalho do Em prego (BTE) nº 19 de 22 de
m aio de 2020 com entrada em vigor a 22 de m aio de 2020.
4ª Actualização publicada no Boletim e Trabalho do Em prego (BTE) nº 27 de 22 de
julho de 2020 com entrada em vigor a 22 de julho de 2020.

Observações

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REFERENCIAL DE FORMAÇÃO | Técnico/a de Gestão da Produção em Madeira e Mobiliário - Nível 4 | 08/04/2021
1. Referencial de Formação Global
Formação Sociocultural

Português e PLNM

Código Disciplina Horas Aprendizagens Programa


Essenciais

DACP0010S20 Português 320

DACP00A1S00 Português Língua Não Materna


(PLNM) - Nível Iniciação/A1

DACP00A2S00 Português Língua Não Materna


(PLNM) - Nível Iniciação/A2

DACP00B1S00 Português Língua Não Materna


(PLNM) - Nível Intermédio/B1

DACP0PL1S00 Língua Gestual Portuguesa (PL1)

DACP0PL2S00 Português Língua Segunda (PL2)


para Alunos Surdos

Língua Estrangeira I, II ou III

Código Disciplina Horas Aprendizagens Programa


Essenciais

DACP0LE001S00 LE I - Inglês - Nível de 220


continuação

DACP0LE002S00 LE II - Inglês - Nível de 220


continuação

DACP0LE003S00 LE III - Inglês - Nível de iniciação 220

DACP0LE004S00 LE I - Francês - Nível de 220


continuação

DACP0LE005S00 LE II - Francês - Nível de 220


continuação

DACP0LE006S00 LE III - Francês - Nível de 220


iniciação

DACP0LE007S00 LE I - Alemão - Nível de 220


continuação

DACP0LE008S00 LE II - Alemão - Nível de 220


continuação

DACP0LE009S00 LE III - Alemão - Nível de 220


iniciação

DACP0LE010S00 LE I - Espanhol - Nível de 220


continuação

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REFERENCIAL DE FORMAÇÃO | Técnico/a de Gestão da Produção em Madeira e Mobiliário - Nível 4 | 08/04/2021
Formação Sociocultural

DACP0LE011S00 LE II - Espanhol - Nível de 220


continuação

DACP0LE012S00 LE III - Espanhol - Nível de 220


iniciação

DACP0LE013S00 LE II - Inglês - Nível de iniciação 220

DACP0LE014S00 LE II - Francês - Nível de 220


iniciação

DACP0LE015S00 LE II - Alemão - Nível de iniciação 220

DACP0LE016S00 LE II - Espanhol - Nível de 220


iniciação
Notas:
O aluno escolhe um a língua estrangeira. Se tiver estudado apenas um a língua estrangeira no ensino básico,
iniciará obrigatoriam ente um a segunda língua no ensino secundário. Nos program as de Iniciação adotam -se
apenas os seis prim eiros m ódulos do respetivo Program a.

Área de Integração

Código Disciplina Horas Aprendizagens Programa


Essenciais

DACP0011S00 Área de Integração 220


Notas:
Cada m ódulo deve ser constituído por três Tem as-problem a, um de cada Área

Educação Física

Código Disciplina Horas Aprendizagens Programa


Essenciais

DACP0013S00 Educação Física 140

TIC ou O ferta de Escola

Código Disciplina Horas Aprendizagens Programa


Essenciais

DACP0012S00 Tecnologias da Informação e 100


Comunicação

DACP0038000 Oferta de Escola 100

Cidadania e Desenvolvimento

Cidadania e Desenvolvim ento

Código Disciplina Horas Aprendizagens Programa


Essenciais

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Cidadania e Desenvolvimento

DACP0081000 Cidadania e Desenvolvimento

Formação Científica

Física e Q uím ica

Código Disciplina Horas Aprendizagens Programa


Essenciais

DACP0028C30 Física e Química 200

Matem ática

Código Disciplina Horas Aprendizagens Programa


Essenciais

DACP0032C30 Matemática 300

Educação Moral e Religiosa

Educação Moral e Religiosa

Código Disciplina Horas Aprendizagens Programa


Essenciais

DACP0151000 Educação Moral e Religiosa 81

Total de Pontos de Crédito das Componentes de Formação Sociocultural e de Formação Científica: 70

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Formação Tecnológica

Código 1 Nº UFCD obrigatórias Horas Pontos de


crédito

2338 1 Máquinas-ferramenta - iniciação 25 2,25

2346 2 Máquinas-ferramenta - desenvolvimento 50 4,50

Operações com ferramentas manuais e


7823 3 máquinas elétricas e pneumáticas 25 2,25
portáteis para madeira

7824 4 Operações com máquinas-ferramenta 50 4,50


para madeira

2335 5 Matérias e materiais - madeiras 25 2,25

0349 6 Ambiente, Segurança, Higiene e Saúde 25 2,25


no Trabalho - conceitos básicos

7808 7 Xilologia e tecnologia da madeira 25 2,25

7811 8 Gestão ambiental - indústria da madeira 25 2,25


e mobiliário

2332 9 Desenho técnico - construções em 50 4,50


madeira

2371 10 Técnicas de acabamento - madeira e 50 4,50


mobiliário

2339 11 Qualidade - indústria da madeira 25 2,25

0867 12 Custos e orçamentação 25 2,25

0891 13 CAD 2D - peças e conjuntos com 25 2,25


geometria simples

7850 14 Gestão de stocks 25 2,25

5438 15 Gestão integrada de recursos humanos 50 4,50

7820 16 Orçamentação na indústria da madeira e 25 2,25


mobiliário

7817 17 Qualidade e custos do acabamento 25 2,25

2359 18 Comando numérico computorizado 50 4,50


(CNC)

4564 19 Gestão da manutenção - introdução 25 2,25

7844 20 Gestão de equipas 25 2,25

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Formação Tecnológica

Código 1 Nº UFCD obrigatórias Horas Pontos de


crédito

4792 21 Língua inglesa - produção e logística 25 2,25

1532 22 Gestão de reclamações - normas e 25 2,25


estratégias de atuação

7815 23 Métodos e tempos 25 2,25

7818 24 Organização e planeamento do trabalho 50 4,50


– indústria da madeira e mobiliário

5650 25 Gestão e estratégias 25 2,25

0595 26 Qualidade - instrumentos de gestão 25 2,25

4791 27 Gestão da produção 50 4,50

4850 28 CAD 3D - modelação e animação 50 4,50

7810 29 Língua inglesa - indústria da madeira e 25 2,25


mobiliário

6006 30 Gestão da expedição 25 2,25

2167 31 Sistema de informação para a produção 25 2,25

8633 32 Planeamento e controlo da produção de 50 4,50


mobiliário de madeira

0723 33 Controlo estatístico do processo 25 2,25

4924 34 Introdução ao projeto e 50 4,50


desenvolvimento de produto

0592 35 Legislação laboral 25 2,25

Total da carga horária e de pontos de crédito: 1150 103,50

Para obter a qualificação de Técnico/a de Gestão da Produção em Madeira e Mobiliário,


para além das UFCD obrigatórias, terão também de ser realizadas 50 horas das
UFCD opcionais

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UFCD opcionais

Bolsa

Código Nº UFCD Horas Pontos de


crédito

0608 1 Técnicas de marketing 25 2,25

6890 2 Língua francesa – produção e logística 25 2,25

6891 3 Língua espanhola – produção e 25 2,25


logística

7822 4 Análise de tendências – indústria da 25 2,25


madeira e mobiliário

8529 5 Língua alemã - gestão de stocks e 25 2,25


logística

7852 6 Perfil e potencial do empreendedor – 25 2,25


diagnóstico/ desenvolvimento

7853 7 Ideias e oportunidades de negócio 50 4,50

7854 8 Plano de negócio – criação de 25 2,25


micronegócios

7855 9 Plano de negócio – criação de 50 4,50


pequenos e médios negócios

8598 10 Desenvolvimento pessoal e técnicas de 25 2,25


procura de emprego

8599 11 Comunicação assertiva e técnicas de 25 2,25


procura de emprego

8600 12 Competências empreendedoras e 25 2,25


técnicas de procura de emprego

9820 13 Planeamento e gestão do orçamento 25 2,25


familiar

9821 14 Produtos financeiros básicos 50 4,50

9822 15 Poupança – conceitos básicos 25 2,25

9823 16 Crédito e endividamento 50 4,50

9824 17 Funcionamento do sistema financeiro 25 2,25

9825 18 Poupança e suas aplicações 50 4,50

10746 19 Segurança e Saúde no Trabalho – 25 2,25


situações epidémicas/pandémicas

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UFCD opcionais

Bolsa

Código Nº UFCD Horas Pontos de


crédito

10759 20 Teletrabalho 25 2,25

Total da carga horária e de pontos de crédito da Formação


Tecnológica: 1200 108,00

Formação em Contexto de Trabalho Horas Pontos de


crédito

A formação em contexto de trabalho nos cursos profissionais


constitui-se como uma componente autónoma. A formação em
contexto de trabalho visa a aquisição e desenvolvimento de 600 /840 20
competências técnicas, relacionais e organizacionais relevantes para
a qualificação profissional a adquirir e é objeto de regulamentação
própria.

1O s códigos assinalados a laranja correspondem a UFCD com uns a dois ou m ais referenciais, ou seja, transferíveis
entre referenciais de form ação.

2. Desenvolvimento das Unidades de Formação de Curta


Duração (UFCD)
2.1. Formação Tecnológica

2338 Máquinas-ferramenta - iniciação 25 horas

1. Identificar as m áquinas-ferram enta caracterizando os seus órgãos e acessórios.

Objetivos 2. Ex ecutar operações e fases operatórias de aparelhar, furar e serrar.


3. Enunciar norm as de Segurança e Saúde a cum prir antes, durante e depois da
realização das operações.

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Conteúdos
1. Técnicas de preparação na desengrossadeira m ecânica
1.1. Características da desengrossadeira
1.1.1. A função do cilindro porta lâm inas
1.1.2. A função do cilindro de arrasto
1.1.2.1. Proteções e cortantes
1.1.3. O anti-recuo
1.1.4. A elevação e descida do prato m óvel
1.2. Revessos e veios da m adeira
1.3. Posicionam ento das peças na m esa
1.4. O com portam ento das peças estreitas
1.5. A verificação do desbaste
1.6. Precauções antes de ligar a força m otriz
1.7. Perigo de peças curtas introduzidas na m áquina
1.8. Proteções de uso individual
2. O perações na desengrossadeira m ecânica
2.1. Preparação das m adeiras
2.1.1. Revessos e veios da m adeira
2.2. Preparação da m áquina e ex ecução de operações
2.2.1. A verificação da m áquina
2.2.2. A regulação da m áquina
2.2.3. O desengrosso
2.2.4. O galgam ento
2.2.5. Marcação de desengrosso
2.2.5.1. Verificação de m edidas
2.2.6. Chanfrar com m olde
2.2.7. Misular com m olde
3. Técnicas de preparação na garlopa m ecânica
3.1. Características da garlopa
3.1.1. A função dos cilindros porta lâm inas
3.1.1.1. Proteções e cortantes
3.1.2. A paralela
3.1.2.1. A paralela (acerto de esquadria e angular)
3.1.3. O acerto da m áquina (nível dos pratos)
3.2. Posicionam ento das peças na m esa
3.3. O com portam ento das peças estreitas
3.4. Dispositivos de segurança
3.5. Precauções no uso de fatos de trabalho soltos
3.6. Alim peza em redor da m áquina
4. O perações em garlopa m ecânica
4.1. Preparação das m adeiras
4.1.1. Revessos e veios da m adeira
4.2. Preparação da m áquina e ex ecução de operações

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4.2.1. A verificação da m áquina
4.2.2. A regulação da m áquina
4.2.3. O desem penar/facejar
4.2.4. A ex ecução de faces e cantos
4.2.5. O galgam ento
4.2.6. As operações com paralela
5. Técnicas de preparação na m áquinas de furar por broca horizontal
5.1. Características da m áquina de furar por broca horizontal
5.1.1. A função da m áquina e os seus órgãos
5.1.2. A regulação da altura e profundidade
5.1.3. O m ontar e desm ontar broca na bucha
5.1.4. As alavancas de m ovim ento ao prato
5.2. Precauções na colocação do calço
5.3. Precauções com o gum e (corte) das brocas
5.4. Perigos decorrentes no uso do vestuário solto
6. O perações de furar em m áquinas-ferram enta por broca horizontal
6.1. Preparação das m adeiras
6.1.1. Revessos e veios da m adeira
6.2. Preparação da m áquina e ex ecução de operações
6.2.1. A verificação da m áquina
6.2.2. A colocação da broca
6.2.3. A regulação da m áquina
6.2.4. Ex ecução de furos (rasgar e furar)
7. Técnicas de preparação na m áquina ferram enta - serra de fita
7.1. Características da m áquina serra de fita
7.1.1. A função da m áquina e os seus órgãos
7.1.2. A escolha da lâm ina
7.1.2.1. Características dos diferentes tipos de lâm ina
7.1.3. Rem oção e m ontagem da lâm ina
7.1.4. A m ontagem da fita de serra de acordo com o trabalho a ex ecutar
7.1.4.1. O m anuseam ento da lâm ina
7.1.4.2. Precauções no acerto do volante superior
7.1.5. O posicionam ento correto do corpo
7.2. O s cuidados antes de iniciar a serragem
7.2.1. Defeitos nas m adeiras
7.3. A lim peza da lâm ina
7.4. O uso da m áscara no corte de m adeiras tóx icas
7.5. O uso de proteções (óculos, auscultadores luvas e outras)
7.6. Verificação de órgãos e proteções
8. O perações em serra de fita
8.1. Preparação das m adeiras
8.1.1. Revessos e veios da m adeira
8.2. Preparação da m áquina e ex ecução de operações
8.2.1. A verificação da m áquina
8.2.2. A regulação da m áquina

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8.2.3. A paralela e o seu m ovim ento
8.2.4. Serragens, ao baix o e ao alto
8.2.5. Serragens com aux ílio da paralela
8.3. Montar peças por pregagem
8.4. Preparação de painéis
8.4.1. Marcação e corte
8.5. Pregagem de topo e de canto
8.5.1. Tipos e características de prego quadrado
8.5.1.1. Term os com uns
8.5.1.2. Espessuras
8.5.1.3. Com prim entos
8.6. Unidades de volum e
8.7. Precauções na pregagem
8.8. O perigo que representa tábuas com pregos
8.9. O uso de proteções individuais
9. Preparação da m áquina ferram enta - lix adeira de bancada
9.1. Características da lix adeira de bancada
9.1.1. Ó rgãos e acessórios
9.2. Acerto de lix as
9.3. Acerto de encostos
9.4. Precauções no m ovim ento da m áquina através das lix as
9.5. Uso de proteções ( óculos e auriculares )
10. O perações na lix adeira de bancada
10.1. Preparação das peças de m adeira
10.2. Verificação da m áquina
10.3. Montagem de lix as
10.4. Acerto de encostos

2346 Máquinas-ferramenta - desenvolvimento 50 horas

1. Identificar as m áquinas-ferram enta, caracterizar os seus órgãos e acessórios, m odo


de funcionam ento e os m eios técnicos utilizados em situações particulares.
Objetivos 2. Ex ecutar operações nas m áquinas-ferram enta, referindo a ordem cronológica,
especificando a preparação e m ontagem dos elem entos de corte e a preparação dos
elem entos aux iliares m óveis e pneum áticos.

Conteúdos
1. Preparação da m áquina-ferram enta - tupia
1.1. Características da tupia
1.1.1. Ó rgãos e acessórios
1.2. Fresas de perfil variado
1.3. Rem oção e m ontagem de fresas e acessórios
1.4. Regulação e travam ento da árvore

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1.5. O alim entador, acerto e definição de velocidades
1.6. Proteções e resguardos
1.7. O rolam ento copiador
1.8. Cuidados na força m otriz
1.9. Precauções no m anusear das fresas
1.10. Cuidados na utilização das proteções de segurança
1.11. Lubrificação / m anutenção
2. O perações na tupia
2.1. Preparação das m adeiras
2.1.1. Revessos e veios da m adeira
2.2. Preparação da m áquina e ex ecução de operações
2.3. Verificação da m áquina e os seus órgãos
2.4. Verificação das proteções
2.5. Escolha de cortantes
2.6. Montagem de cortantes
2.7. Regulação da m áquina
2.8. Moldagem com o aux ílio da paralela
2.9. Moldagem com o aux ílio do rolam ento de encosto
2.10. Montagem do alim entador
2.11. Regulação alim entador
2.12. Ex ecução de perfis com o aux ílio do alim entador
3. Preparação da m áquina-ferram enta – serra circular
3.1. Características da esquadrejadora
3.1.1. Ó rgãos e acessórios
3.2. Cortantes e tipos de denteados
3.3. Velocidades de corte
3.4. Paralelas, acerto de esquadria e em ângulo
3.5. Proteções e seus acertos
3.6. Cortes com utilização de paralela, carro lateral
3.7. O disco incisor
3.8. Rem oção e m ontagem dos discos de corte
3.9. Cuidados na força m otriz
3.10. Cuidados com os elem entos cortantes
3.11. Precauções com as proteções de segurança
3.12. Lubrificação / m anutenção
4. O perações na serra circular
4.1. Preparação das m adeiras - aglom erados
4.2. Verificação da m áquina
4.3. Verificação dos órgãos de corte e proteções
4.4. Montagem de cortantes
4.5. Esquadrejam ento de peças
4.5.1. Serrar em transversal
4.5.2. Serrar em oblíquo com paralela
4.5.3. Serrar com disco inclinado
4.5.4. Rebaix ar peças

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4.5.5. Serrar com disco incisor
5. Preparação da m áquina-ferram enta - torno
5.1. Características do torno
5.1.1. Ó rgãos e acessórios - rem oção e m ontagem
5.2. O corte em sex tavado na m adeira
5.3. Ferram entas de tornear
5.4. Paralelas de apoio
5.5. Torneam ento m anual nas várias fases
5.6. Ferros perfilados de tornear com copiador
5.7. O copiador
5.8. Velocidades rotativas, diâm etro de peças e dureza da m adeira
5.9. Fases de torneam ento em copiador
5.10. Cuidados na força m otriz
5.11. O s elem entos cortantes
5.12. Precauções com a utilização do copiador
5.13. Lubrificação / m anutenção
6. O perações no torno
6.1. Preparação das m adeiras
6.2. Verificação da m áquina
6.3. Verificação de ferram entas e ferros de corte
6.4. Montagem de acessórios ( buchas e outros )
6.5. Torneam ento entre pontos
6.6. Torneam ento com prato
6.7. Torneam ento com bucha
6.8. Torneam ento com copiador
6.9. Acabam entos
7. Preparação da m áquina-ferram enta - m ultifuradora
7.1. Características da m ultifuradora
7.1.1. Ó rgãos e acessórios
7.2. Localização e acerto das fresas (brocas)
7.3. Meios pneum áticos
7.4. Batentes para acerto (escala num érica)
7.5. Accionam ento e deslocação do bloco
7.6. O perações de cavilhar
7.7. Cavilhas de m adeira, m edidas utilizadas face às espessuras de m adeira
7.8. Cuidados na força m otriz
7.9. Cuidados necessários com as proteções de segurança
7.10. Precauções com a utilização dos pneum áticos
7.11. Lubrificação / m anutenção
8. O perações na m ultifuradora
8.1. Preparação das m adeiras - aglom erados
8.2. Verificação da m áquina
8.3. Verificação dos órgãos hidráulicos e proteções
8.4. Montagem de brocas (fresas)
8.5. Ajustam ento de peças

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8.6. Fix ação de batentes
8.7. Ex ecução de furos em posição horizontal
8.8. Ex ecução de furos em posição vertical
8.9. Ex ecução de furos em posição de 45º
9. Preparação da m áquina-ferram enta - fresadora
9.1. Características da fresadora
9.1.1. Ó rgãos e acessórios
9.2. Cortantes e acessórios de apoio
9.3. Rem oção e m ontagem de fresas e acessórios
9.4. Deslocação e rotação da m esa de apoio
9.5. Acerto de fresas e acessórios
9.6. Velocidades indicadas, a cada caso e dureza da m adeira
9.7. Proteções na fresagem
9.8. Fresagem com m olde
9.9. Fresagem com ponto
9.10. Fresagem com utilização da m esa em m ovim ento
9.11. Cuidados na força m otriz
9.12. Precauções na fresagem
9.13. As proteções de segurança
9.14. Lubrificação / m anutenção
10. O perações na fresadora
10.1. Preparação das m adeiras
10.2. Verificação da m áquina
10.3. Verificação de órgãos hidráulicos e proteções
10.4. Montagem de fresas e acessórios
10.5. Desbaste de peças
10.6. Fresagem de peças em linhas direitas
10.7. Fresagem de peças em linhas direitas e curvas
10.8. Fresagem de peças com utilização de ponto
10.9. Fresagem de peças com utilização de m olde e paralela
10.10. Fresagem de peças com utilização do prato em m ovim ento
11. Preparação da m áquina-ferram enta - prensa
11.1. Características da prensa
11.1.1. Ó rgãos e acessórios
11.2. Hidráulicos
11.3. Manóm etros de pressão, tem peratura e aperto
11.4. Gráficos num éricos para controlo do aperto, pressão e tem peratura
11.5. Tipos de cola utilizados em colagem
11.6. Tipos de papel e fita adesiva adequados à colagem em prensa
11.7. Deslocam ento e ajustam ento do prato
11.8. Precaução com a força m otriz
11.9. Precaução com aquecim ento e pressão
11.10. Cuidados necessários com os hidráulicos
11.11. Lubrificação / m anutenção
12. O perações na prensa

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12.1. Preparação das peças para colagem
12.2. Verificação da m áquina
12.3. Lim peza de pratos
12.4. Colocação de pratos em aquecim ento
12.5. Colocação de papel no prato inferior
12.6. Colocação de peças - distribuídas corretam ente sobre o prato
12.7. Aprox im ar o prato
12.8. Rectificar a posição das peças
12.9. Realizar o aperto, definir tem peratura e pressão
13. Preparação da m áquina-ferram enta - serra tico-tico
13.1. Características da serra tico-tico
13.1.1. Ó rgãos e acessórios
13.2. Rem oção e m ontagem de folha de serra, seu tensionam ento
13.3. Tipos de folhas para recorte
13.4. Recortes vazados e não vazados
13.5. Prato nivelado e oblíquo
13.6. Cuidados com a força m otriz
13.7. Cuidados necessários na rem oção de serras
13.8. Precauções na realização de recortes vazados
13.9. Uso de proteções de segurança
14. O perações na serra tico-tico
14.1. Preparação de m adeiras
14.2. Verificação da m áquina
14.3. Nivelam ento de prato
14.4. Verificação de órgãos de protecção
14.5. Montagem de cortante, folha de serra (tencionar)
14.6. Recortar
14.7. Recortar vazados
15. Preparação da m áquina-ferram enta – furadora por bedam es
15.1. Características da furadora por bedam es
15.1.1. Ó rgãos e acessórios
15.2. Furadora por bedam es, órgãos e acessórios
15.3. Rem oção e acerto dos bedam es
15.4. A fix ação de peças
15.5. Furos esquadrejados e oblíquos
15.6. Tipos de bedam es
15.7. Precaução na rem oção dos cortantes
15.8. Cuidados necessários no posicionam ento do calço
15.9. Precauções com apertos por m eios pneum áticos
16. O perações na furadora por bedam es
16.1. Preparação das peças de m adeira
16.2. Verificação da m áquina
16.3. Verificação de órgãos hidráulicos
16.4. Preparação de bedam es em função da m edida do furo
16.5. Montagem de bedam es

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16.6. Acerto do ex cêntrico em função do furo e da m edida do bedam e
16.7. Acerto dos ex cêntricos de aperto
16.8. Regulação da m áquina
16.9. Acerto das peças
16.10. Fix ação de batentes
16.11. Ex ecução de furos
16.12. Ex ecução de furos em ângulo
17. Preparação da m áquina-ferram enta - furadora por corrente
17.1. Características da furadora por corrente
17.1.1. Ó rgãos e acessórios
17.2. Cortantes e acessórios de apoio
17.3. Rem oção e m ontagem de cortantes
17.4. O depósito de óleo (furação / lubrificação)
17.5. O s m eios pneum áticos
17.6. O calço de aperto
17.7. O s diferentes tipos de furação
17.8. Precaução no m anuseio de guias e correntes
17.9. Precauções com os m eios pneum áticos
17.10. Cuidados no posicionam ento do calço
18. O perações na furadora por corrente
18.1. Preparação das peças de m adeira
18.2. Verificação da m áquina
18.3. Verificação de órgãos hidráulicos
18.4. Definição de carretos e guias
18.5. Montagem de correntes à m edida do furo a ex ecutar
18.6. Regulação da m áquina
18.7. Acerto de peças
18.8. Fix ação de batentes
18.9. Ex ecução de furos em posição vertical
18.10. Ex ecução de furos em posição oblíqua (sentido vertical)
18.11. Ex ecução de furos para persianas
19. Preparação da m áquina-ferram enta - respigadeira
19.1. Características da respigadeira
19.1.1. Ó rgãos e acessórios
19.2. Cortantes e acessórios de apoio
19.3. O autom atism o de aperto
19.4. Fix ação de peças por m eios pneum áticos
19.5. Tipos de respiga
19.6. Rem oção e m ontagem de cortantes
19.7. Precaução com sistem as de ligação
19.8. Precaução no m anusear de cortantes
19.9. Cuidados necessários com o calço
20. O perações na respigadeira
20.1. Preparação das peças de m adeira
20.2. Verificação da m áquina

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20.3. Verificação de órgãos e m eios de protecção
20.4. Ajustam ento de árvores e cilindros
20.5. Montagem de fresas e lâm inas
20.6. Ajustam ento de elem entos de fix ação
20.7. Acerto de piões e fresas
20.8. Fix ação de batentes
20.9. Ex ecução de respiga sim ples
20.10. Ex ecução de respiga com contra perfil
20.11. Ex ecução de respiga com inclinação
21. Preparação da m áquina-ferram enta - em alhetadeira
21.1. Características da em alhetadeira
21.1.1. Ó rgãos e acessórios
21.2. Acerto de fresas e pentes
21.3. Acerto de peças
21.4. Precauções no m ovim ento da m áquina através dos pentes
21.5. Uso de proteções (óculos e auriculares)
22. O perações na em alhetadeira
22.1. Preparação de m adeiras
22.2. Verificação da m áquina
22.3. Montagem de pentes em função dos m alhetes a ex ecutar
22.4. Montagem de fresas
22.5. Acerto de pentes
22.6. Colocação de peças devidam ente esquadriadas
22.7. Ex ecução de m alhetes
23. Máquinas de folhear
23.1. Técnicas para seleção de folha
23.2. Processos de união de folha por cola term o-fusível, cozedura, fita cola de papel
23.3. Processos de aplicação de cola à m ão ou com m áquinas autom áticas de rolos
23.4. Tipos de colas indicadas para a colagem a frio ou a quente
23.5. Processos de colagem de folha a frio ou a quente
23.6. Norm a de segurança e saúde aplicadas às m áquinas e especialm ente aplicadas às colas (análise de
fichas técnicas)
23.7. O perações de m anutenção
24. Máquina portáteis elétricas
24.1. Tipos e características de lix adeiras
24.2. Tipos e características de furadoras
24.3. Tipos e características de fresadoras
24.4. Tipos e características de serras de traçar
24.5. Tipos e características de serras, tico-tico
24.6. Tipos e características de orladoras
24.7. Tipos e características de aparafusadoras
24.8. Precaução no m anuseam ento das m áquinas portáteis eléctricas
24.9. Cuidados necessários com cortantes
25. Preparação da m áquina-ferram enta - afiadora de fresas
25.1. Características da afiadora de fresas

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25.2. Ó rgãos e acessórios
25.3. Rem oção, m ontagem e acerto de fresas
25.4. Rem oção, m ontagem e acerto de abrasivos
25.5. Dureza das pastilhas (HL, HSS, TSW , HM, HM.W ) e cores respectivas
25.6. Precauções necessárias na afiação de fresas
26. O perações de afiação de fresas
26.1. Preparação de fresas
26.2. Verificação da m áquina
26.3. Montagem de abrasivos
26.4. Montagem de fresas
26.5. Acerto de ângulos ou círculos
26.6. Ajustam ento e afiação de fresas

7823 Operações com ferramentas manuais e máquinas 25 horas


elétricas e pneumáticas portáteis para madeira

1. Identificar as ferram entas m anuais e m áquinas elétricas portáteis para trabalhar a


m adeira.
2. Ex ecutar trabalhos sim ples em m adeira, m anuseando as ferram entas m anuais e
m áquinas elétricas portáteis.
Objetivos
3. Aplicar norm as de segurança aquando do trabalho com ferram entas m anuais e
m áquinas elétricas portáteis.
4. Ex ecutar a m anutenção corrente necessária ao bom desem penho e durabilidade das
ferram entas m anuais e m áquinas elétricas portáteis.

Conteúdos
1. Ferram entas m anuais e m áquinas elétricas portáteis para o trabalho da m adeira
1.1. Ferram entas m anuais tradicionais
1.2. Berbequins e m áquinas de furar e aparafusar elétricas e pneum áticas portáteis
1.3. Serras recorte e serras angulares elétricas portáteis
1.4. Plainas elétricas portáteis
1.5. Lix adoras de cinta ou rolo e vibratórias, elétricas e pneum áticas portáteis
1.6. Tupias portáteis
2. O perações de furação
3. O perações de corte
3.1. Serrar ao fio e ao través
3.2. O perações de recorte
3.3. Cortes angulares
3.4. Chanfros e entalhes
4. O perações de desbaste e retificação
5. O perações de lix ar e afagar
6. O perações de percussão
7. O perações de m oldar e fresar
8. O perações de união com m áquina de lam elos

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9. Norm as de segurança no trabalho com ferram entas m anuais e m áquinas elétricas e pneum áticas portáteis
10. Manutenção preventiva e corretiva para as ferram entas m anuais e m áquinas elétricas e pneum áticas portáteis

7824 Operações com máquinas-ferramenta para madeira 50 horas

1. Identificar as funções de operador de m áquinas de transform ação de m adeira e


responsabilidades associadas.
2. Identificar as diferentes m áquinas de segunda transform ação da m adeira e respetiva
função.
3. Identificar cada m áquina-ferram enta associando-a às operações por ela ex ecutadas e
caracterizando os seus órgãos e acessórios.
Objetivos
4. Reconhecer os lim ites funcionais de cada m áquina-ferram enta.
5. Identificar os equipam entos de proteção individual e coletiva associados à operação
de cada m áquina-ferram enta.
6. O perar m áquinas de transform ação de m adeira, para a ex ecução de trabalhos sim ples
em m adeira ou outros m ateriais derivados, respeitando todos os procedim entos
necessários à segurança e saúde no trabalho e respeito pelo am biente.

Conteúdos
1. O perações e fases operatórias de aparelhar, furar e serrar
2. Procedim entos de segurança e saúde a cum prir antes, durante e depois da realização das operações
3. Desengrossadeira
3.1. O perações na desengrossadeira m ecânica
4. Garlopa
4.1. O perações em garlopa m ecânica
5. Máquina de furar por broca horizontal
5.1. O perações de furar em m áquinas-ferram enta por broca horizontal
6. Furadora por bedam es
6.1. O perações na furadora por bedam es
7. Multifuradora
7.1. O perações na m ultifuradora
8. O perações e fases operatórias de folhear e prensar
8.1. Procedim entos de segurança e saúde a cum prir antes, durante e depois da realização das operações de
folhear e prensar
9. Máquinas de cortar e unir folha
9.1. Prensas
9.2. O perações de prensar e folhear
10. O perações e fases operatórias de m oldar e fresar
10.1. Procedim entos de segurança e saúde a cum prir antes, durante e depois da realização das operações de
m oldar e fresar
11. Máquinas de m oldar
11.1. Tupia
11.2. O perações na tupia
12. Fresadora
12.1. O perações na fresadora

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13. O perações com m áquinas-ferram enta para a ex ecução de elem entos de ligação
14. Procedim entos de segurança e saúde a cum prir antes, durante e depois da realização das operações de
respigar e em alhetar
14.1. Respigadeira
14.2. O perações na respigadeira
15. Em alhetadeira
15.1. O perações na em alhetadeira
16. Procedim entos de lim peza, lubrificação e m anutenção corrente das m áquinas-ferram enta para segunda
transform ação da m adeira
17. Procedim entos necessários à segurança e saúde no trabalho e respeito pelo am biente

2335 Matérias e materiais - madeiras 25 horas

Objetivos 1. Identificar e utilizar as diferentes m atérias e m ateriais inerentes ao setor da m adeira,


de acordo com as suas características e aplicações.

Conteúdos
1. A m adeira
1.1. A árvore e a m adeira – características e utilização
1.2. Propriedades da m adeira
1.2.1. Físicas
1.2.2. Mecânicas
1.2.3. Higroscopia (curvas de equilíbrio)
2. Classificação de m adeiras
2.1. Classificação de m adeiras
2.2. Defeitos na m adeira – principais causas e consequências
3. Materiais de m adeira
3.1. Acidentes m ais com uns na indústria da m adeira
3.2. Aglom erados
3.3. Lam elados
3.4. Contraplacados
3.5. Folheados
3.6. O SB
4. Ferragens
4.1. Características técnicas e m edidas norm alizadas de
4.1.1. Fechaduras
4.1.2. Dobradiças para m obiliário
4.1.3. Dobradiças de cozinha
4.1.4. Pux adores
4.1.5. Ferragens para fix ação de com ponentes
4.1.6. O utras ferragens
4.2. Técnicas de m arcação e fix ação
4.3. Características de ferragens de estilo da época

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5. Produtos com patíveis com a m adeira
5.1. Características técnicas, com patibilidade e processos de ligação de
5.1.1. Papel
5.1.2. Melanina
5.1.3. O utros produtos plásticos
5.1.4. Metais
5.1.5. Vidro
5.1.6. Pedra
6. Cálculo de m atérias-prim as
6.1. Cálculo por peso, volum e e quantidade por am ostragem
6.2. Técnicas de Medição Linear
6.3. Cálculo de produtos em bruto
6.4. Cálculo de desperdícios
6.5. Cálculo de volum es para contentores e cam iões

0349 Ambiente, Segurança, Higiene e Saúde no Trabalho - 25 horas


conceitos básicos

1. Identificar os principais problem as am bientais.


2. Prom over a aplicação de boas práticas para o m eio am biente.
3. Ex plicar os conceitos relacionados com a segurança, higiene e saúde no trabalho.
4. Reconhecer a im portância da segurança, higiene e saúde no trabalho.
Objetivos 5. Identificar as obrigações do em pregador e do trabalhador de acordo com a legislação
em vigor.
6. Identificar os principais riscos presentes no local de trabalho e na atividade
profissional e aplicar as m edidas de prevenção e proteção adequadas.
7. Reconhecer a sinalização de segurança e saúde
8. Ex plicar a im portância dos equipam entos de proteção coletiva e de proteção individual.

Conteúdos
1. AMBIENTE
1.1. Principais problem as am bientais da atualidade
1.2. Resíduos
1.2.1. Definição
1.2.2. Produção de resíduos
1.3. Gestão de resíduos
1.3.1. Entidades gestoras de flux os específicos de resíduos
1.3.2. Estratégias de atuação
1.3.3. Boas práticas para o m eio am biente
2. SEGURANÇA, HIGIENE E SAÚDE NO TRABALHO
2.1. CO NCEITO S BÁSICO S RELACIO NADO S CO M A SHST
2.1.1. Trabalho, saúde, segurança no trabalho, higiene no trabalho, saúde no trabalho, m edicina no
trabalho, ergonom ia, psicossociologia do trabalho, acidente de trabalho, doença profissional, perigo,
risco profissional, avaliação de riscos e prevenção

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2.2. ENQ UADRAMENTO LEGISLATIVO NACIO NAL DA SHST
2.2.1. O brigações gerais do em pregador e do trabalhador
2.3. ACIDENTES DE TRABALHO
2.3.1. Conceito de acidente de trabalho
2.3.2. Causas dos acidentes de trabalho
2.3.3. Consequências dos acidentes de trabalho
2.3.4. Custos diretos e indiretos dos acidentes de trabalho
2.4. DO ENÇAS PRO FISSIO NAIS
2.4.1. Conceito
2.4.2. Principais doenças profissionais
2.5. PRINCIPAIS RISCO S PRO FISSIO NAIS
2.5.1. Riscos biológicos
2.5.2. Agentes biológicos
2.5.3. Vias de entrada no organism o
2.5.4. Medidas de prevenção e proteção
2.5.5. Riscos Físicos (conceito, efeitos sobre a saúde, m edidas de prevenção e proteção)
2.5.6. Am biente térm ico
2.5.7. Ilum inação
2.5.8. Radiações (ionizantes e não ionizantes)
2.5.9. Ruído
2.5.10. Vibrações
2.5.11. Riscos quím icos
2.5.11.1. Produtos quím icos perigosos
2.5.11.2. Classificação dos agentes quím icos quanto à sua form a
2.5.11.3. Vias de ex posição
2.5.11.4. Efeitos na saúde
2.5.11.5. Classificação, rotulagem e arm azenagem
2.5.11.6. Medidas de prevenção e proteção
2.5.12. Riscos de incêndio ou ex plosão
2.5.12.1. O fogo com o reação quím ica
2.5.12.1.1. Fenom enologia da com bustão
2.5.12.1.2. Principais fontes de energia de ativação
2.5.12.1.3. Classes de Fogos
2.5.12.1.4. Métodos de ex tinção
2.5.12.2. Meios de prim eira intervenção - ex tintores
2.5.12.2.1. Classificação dos Ex tintores
2.5.12.2.2. Escolha do agente ex tintor
2.5.13. Riscos elétricos
2.5.13.1. Riscos de contacto com a corrente elétrica: contatos diretos e indiretos
2.5.13.2. Efeitos da corrente elétrica sobre o corpo hum ano
2.5.13.3. Medidas de prevenção e proteção
2.5.14. Riscos m ecânicos
2.5.14.1. Trabalho com m áquinas e equipam entos
2.5.14.2. Movim entação m ecânica de cargas
2.5.15. Riscos ergonóm icos

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2.5.15.1. Movim entação m anual de cargas
2.5.16. Riscos psicossociais
2.6. SINALIZAÇÃO DE SEGURANÇA E SAÚDE
2.6.1. Conceito
2.6.2. Tipos de sinalização
2.7. EQ UIPAMENTO S DE PRO TEÇÃO CO LETIVA E DE PRO TEÇÃO INDIVIDUAL
2.7.1. Principais tipos de proteção coletiva e de proteção individual

7808 Xilologia e tecnologia da madeira 25 horas

1. Identificar e descrever a m adeira pela análise x ilológica.


2. Identificar os diversos tipos de secagem (natural e artificial).
Objetivos
3. Identificar fungos e a razão do seu aparecim ento (azulado na m adeira).
4. Identificar o tipo de tratam ento de acordo com a degradação da m adeira.

Conteúdos
1. A floresta (resinosas, folhosas, tipos de florestas, florestas nacionais e estrangeiras, …)
2. A árvore
2.1. divisão
2.2. com posição
2.3. desenvolvim ento das árvores
2.4. factores que influenciam no desenvolvim ento e qualidade da Madeira
2.5. ciclo vegetativo das árvores
2.6. corte e abate das árvores
2.7. preparo
2.8. transporte
3. Constituição e estrutura da m adeira
3.1. Madeiras nacionais
3.2. Madeiras ex óticas
4. Análise x ilológica de um a resinosa e de um a folhosa
5. Com ponentes quím icos da m adeira
6. Secagem da m adeira:
6.1. Higroscopicidade da m adeira (ponto de saturação das fibras e hum idade de equilíbrio)
6.2. Processos de secagem natural
6.3. Processos de secagem artificial
6.4. Coeficientes de retração longitudinal, radial e tangencial
6.5. Análise de defeitos de secagem
7. Tratam ento da m adeira
7.1. Produtos preservadores da m adeira e m étodos de aplicação

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7811 Gestão ambiental - indústria da madeira e mobiliário 25 horas

1. Identificar conceitos de gestão am biental.


2. Identificar a legislação no âm bito da gestão am biental aplicada à indústria da m adeira
e m obiliário.
3. Identificar os requisitos da Norm a NP EN ISO 14001.
Objetivos 4. Identificar os aspetos e im pactes am bientais m ais significativos nas indústrias da
m adeira e m obiliário.
5. Classificar e garantir o encam inham ento dos resíduos gerados em presas produtoras
de artigos em m adeira
6. Reconhecer os resíduos urbanos e industriais e m etodologias para a sua gestão.

Conteúdos
1. Aspetos gerais da gestão am biental
2. Im portância da im plem entação de um sistem a de gestão am biental
2.1. Vantagens am bientais, com petitivas e económ icas
3. Enquadram ento legislativo na indústria da m adeira e m obiliário
3.1. Gestão de resíduo
3.2. Em issões gasosas
3.3. Ruído
3.4. Efluentes líquidos
3.5. Energia
4. Enquadram ento norm ativo
4.1. A Norm a NP EN ISO 14001
4.2. O regulam ento com unitário da eco-gestão e auditorias (EMAS)
5. Gestão de resíduos na indústria da m adeira e m obiliário
5.1. Conceitos básicos
5.2. Identificação dos principais resíduos no processo produtivo das indústrias da m adeira e m obiliário
5.3. Classificação de resíduos e sua diferenciação – aplicação na indústria da m adeira e m obiliário
5.4. Análise dos conceitos – reciclar, reutilizar, valorizar e elim inar
5.5. Gestão de resíduos industriais (aparas, em balagens m etálicas, abrasivos,…)

2332 Desenho técnico - construções em madeira 50 horas

1. Identificar os princípios fundam entais do desenho técnico.


Objetivos 2. Desenvolver com petências para a leitura e interpretação de especificações técnicas.
3. Ex ecutar desenhos técnicos.

Conteúdos

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1. Materiais e técnicas de ex pressão
1.1. Material de desenho: características, técnicas de m anuseam ento, cuidados especiais
1.2. Técnicas de ex ecução das diversas construções geom étricas
1.3. Escrita norm alizada
1.4. Legendas
1.5. Tipos de linhas e sua aplicação
1.6. Escalas e suas form as de representação
2. Projecções
2.1. Projecções em planos ortogonais
2.2. Posições particulares do plano
2.3. Posições particulares da recta
2.4. Cotagem
3. Perspetivas
3.1. Técnicas de ex ecução de perspetivas
3.2. Casos particulares de ex ecução (linha curvas, partes invisíveis, furos, etc.)
3.3. Cotagem em geral, cadeia de cotas, etc.
4. Modalidades de perspetiva rigorosa e suas aplicações
4.1. Modalidades de perspetivas, definindo as razões de opção
4.2. Técnicas de ex ecução
5. Cortes e secções
6. Perspetivais ex plodidas
6.1. Esquem as de m ontagem de com ponentes ou conjuntos esquem atizando a ordem de colocação
6.2. Aplicação dos conhecim entos técnicos de dim ensões e processos de ligação de construções em m adeira
7. Tolerâncias e acabam ento de superfícies
7.1. Acabam ento de superfícies: em bruto, superfícies trabalhadas e superfícies com tratam ento especial
7.2. Sim bologia para o acabam ento de superfícies
7.3. Tolerância – cota m áx im a, m ínim a e nom inal

2371 Técnicas de acabamento - madeira e mobiliário 50 horas

1. Analisar especificações técnicas relativas ao trabalho e efetuar a preparação de


m áquinas e ferram entas.
2. Assegurar a secagem correta dos produtos.
Objetivos
3. Assegurar o correto funcionam ento das m áquinas de acordo com as características da
peça.
4. Proceder à lim peza e m anutenção das m áquinas e equipam entos utilizados.

Conteúdos
1. O acabam ento do m obiliário - introdução
1.1. O acabam ento - definição
1.2. A im portância do acabam ento de m obiliário
1.3. História do acabam ento de m adeiras

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1.4. O acabam ento com o fator de m elhoram ento das propriedades do suporte e da sua aparência
1.5. O acabam ento no processo produtivo
1.6. As etapas do processo de acabam ento: necessidade e objetivo de cada etapa
2. O espaço “O ficina de Acabam ento”
2.1. Características gerais de um a oficina de acabam ento (ventilação, rede de ar com prim ido)
2.2. Regras de Am biente, Segurança e Saúde (arm azenam ento dos produtos, equipam entos de proteção
individual, im pacto am biental e sua m inim ização
2.3. Considerações sobre param etros/especificações técnicas de oficina e sua relação com o processo
(tem peratura, hum idade, pressão, ilum inação, etc.)
2.4. Princípios de organização de um a oficina de acabam ento
2.5. Manutenção geral de oficina
3. Equipam entos e técnicas de aplicação
3.1. Equipam entos de aplicação (caracterização, funcionam ento, vantagens/desvantagens e m anutenção)
3.1.1. Boneca
3.1.2. Trincha
3.1.3. Aplicação à pistola (boneca, trincha, aerostática, airless, airmix, electrostática)
3.1.4. Pistolagem autom ática (cabines de aplicação autom ática, robôs de aplicação)
3.1.5. Máquina de rolo
3.1.6. Máquina de cortina
3.2. O utros equipam entos/m étodos de aplicação
3.2.1. Im ersão
3.2.2. Flowcoating
3.2.3. Trafila ou por vácuo
3.3. Divisão dos equipam entos por níveis de industrialização (artesanal, interm édia, avançada)
3.4. Técnicas específicas de aplicação para fins específicos
3.5. Relação suporte/produto/equipam ento
3.6. Especificações técnicas com relevo para a atividade (gram agem , consum o de produto, eficiência de
transferência)
4. A secagem
4.1. O s diferentes processos de secagem :
4.1.1. Física ou quím ica
4.1.2. Natural ou acelerada.
4.2. Equipam entos de secagem (funcionam ento, caracterização, vantagens e desvantagens, m anutenção):
4.2.1. Estufas
4.2.2. Túneis IV, ar quente, UV, etc.
5. Acabam entos decorativos
5.1. Acabam entos decorativos
5.1.1. Envernizado
5.1.2. Encerado
5.1.3. Decapé
5.1.4. Marm oreado
5.1.5. Lacado
5.1.6. Dourado
5.2. Técnicas de ex ecução
5.3. Produtos aplicados
5.4. Equipam ento utilizado

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5.5. Flux ogram a
5.6. O utras especificações
6. Acabam entos para uso ex terior
6.1. Envelhecim ento/degradação da m adeira ao tem po
6.2. Produtos específicos
6.3. Sistem as de aplicação e secagem

2339 Qualidade - indústria da madeira 25 horas

Objetivos 1. Definir os conceitos e as m etodologias da qualidade que perm itam m elhorar o


desem penho individual e organizacional na atividade profissional.

Conteúdos
1. Q ualidade na em presa
1.1. Conceito de Q ualidade
1.2. Utilidade da Q ualidade na Em presa
1.3. A função Q ualidade – atividades e responsabilidades
2. A em presa, a qualidade e o cliente
2.1. O ciclo PDCA - Plan (planear), Do (ex ecutar), Check (verificar) e Act (actuar)
2.2. O processo produtivo na indústria do m obiliário
2.3. A Q ualidade com o ferram enta de controlo
2.4. O s custos da Q ualidade
2.5. O s custos da Não-Q ualidade
3. Técnicas/ferram entas de qualidade
3.1. O Brainstorming
3.2. Mapas de processos - flux os
3.3. Q uestionários/inquéritos
3.4. Diagram a de causa - efeito
3.5. Histogram as
4. A qualidade e a indústria da m adeira
4.1. O controlo da Q ualidade
4.2. O controlo da Q ualidade das m atérias-prim as
4.3. Controlo da Q ualidade dos produtos em vias de fabricação
4.4. Controlo da Q ualidade do Produto

0867 Custos e orçamentação 25 horas

Objetivos 1. Efectuar orçam entos de fabrico, com base nos requisitos/projeto do cliente.

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Conteúdos
1. Estim ativa de custos
1.1. Mão-de-obra necessária
1.2. Tem pos de produção
1.3. Materiais e acessórios
1.4. Equipam entos – m áquinas
1.5. Subcontratação
2. Técnicas de orçam entação
3. O rçam entos de fabrico
4. Aplicações inform áticas de orçam entação

0891 CAD 2D - peças e conjuntos com geometria simples 25 horas

Objetivos 1. Desenhar peças e conjuntos com geom etria sim ples em 2D.

Conteúdos
1. Introdução ao sistem a e iniciação à geração geom étrica
2. Função das diversas áreas representativas no écrã
3. Sistem as de coordenadas e de unidades perm itidas
4. Definição de entidade gráfica e não gráfica
5. Com andos de controlo da visualização do desenho (cores, tipos de linhas, com andos de tex to)
6. Gestão do desenho por cam adas tem áticas (Layers)
7. Com andos de m odificação das entidades de desenho
8. Características das entidades e alteração de geom etrias em CAD
9. Utilização dos vários com andos de fix ação e visualização
10. Selecção e alteração de entidades
11. Autom atização do processo de trabalho/gestão do projecto
12. Ex ecução das entidades obtidas de outros
13. Construção e aplicação de blocos
14. Aplicação de atributos
15. Com andos de qualificação do desenho
16. Preencher áreas com um padrão tipo norm alizado (hatch)
17. Dim ensionam ento, m anipulação gráfica do desenho
18. Im pressão do desenho
19. Pré-visualização do desenho
20. Configuração da im pressão e identificação de aplicativos específicos nas diferentes áreas de CAD

7850 Gestão de stocks 25 horas

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1. Identificar os conceitos e princípios utilizados na gestão de stock s.
2. Identificar e aplicar a docum entação com ercial.
3. Identificar as técnicas de arm azenam ento e controlo das ex istências.
Objetivos 4. Identificar requisitos de arm azenam ento de m ateriais.
5. Identificar os principais m odelos, procedim entos e m étodos de aprovisionam ento.
6. Assegurar e aplicar os princípios gerais de conservação, venda e gestão de m ateriais e
stock s.

Conteúdos
1. Noção e objetivos do Aprovisionam ento
1.1. Função de um serviço de com pras
1.2. O rganização das com pras
1.3. Preenchim ento de docum entação com ercial
1.4. O perações da gestão de stock s
1.4.1. Arm azenagem
1.4.2. Gestão de entradas/saídas
1.4.3. Transportes
1.4.4. Inventários
1.5. A gestão de stock s
1.5.1. Gestão m aterial de stock s
1.5.2. Gestão adm inistrativa dos stock s
1.5.3. Gestão económ ica dos stock s
1.5.4. Curva ABC com o m étodo de gestão
1.5.5. Classificação dos stock s
2. Modelos e m étodos de Aprovisionam ento
3. Custos envolvidos nos stock s
4. Elaboração de orçam entos

5438 Gestão integrada de recursos humanos 50 horas

1. Caracterizar m odelos de gestão de recursos hum anos.


Objetivos 2. Identificar ferram entas genéricas da gestão de recursos hum anos.
3. Utilizar instrum entos de gestão de recursos hum anos.

Conteúdos
1. Fundam entos da gestão de recursos hum anos
2. Principais m odelos e estratégias de gestão de recursos hum anos (GRH)
3. Integração de recursos hum anos

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3.1. Análise e descrição de funções e planeam ento de recursos
3.2. Recrutam ento, seleção e contratação
4. Manutenção e desenvolvim ento de recursos hum anos
4.1. Form ação e desenvolvim ento
4.2. Gestão de carreiras
4.3. Desenvolvim ento, aprendizagem organizacional e gestão do conhecim ento
5. Avaliação e controlo de resultados
5.1. Avaliação de desem penho
5.2. Sistem as de recom pensas
6. Práticas de gestão de recursos hum anos
7. Fundam entos de legislação laboral

7820 Orçamentação na indústria da madeira e mobiliário 25 horas

1. Descrever as etapas do processo produtivo na indústria da m adeira e m obiliário.


2. Elaborar um dossier de produto.
Objetivos 3. Identificar os com ponentes de orçam entação de um produto.
4. Aplicar processos de orçam entação.
5. Calcular m argens de lucro.

Conteúdos
1. Etapas do processo produtivo na industria da m adeira e m obiliário
2. Elaboração de um dossier de produto
3. Com ponentes de orçam entação de um produto
4. Apuram ento do custo de produção
5. Relação custo/preço de um produto
6. Processos e práticas de orçam entação
7. Margens de lucro

7817 Qualidade e custos do acabamento 25 horas

1. Identificar, prevenir/corrigir defeitos de acabam ento.


2. Ex plicar a necessidade de avaliação da qualidade do acabam ento.
Objetivos
3. Determ inar o custo da aplicação de diferentes tipos de acabam ento.
4. Im plem entar m edidas de redução de custos na secção de acabam entos.

Conteúdos

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1. Defeitos do acabam ento
1.1. Principais defeitos do acabam ento aplicado
1.2. Defeitos dos produtos de acabam ento
1.3. Defeitos resultantes dos equipam entos e técnicas de aplicação
2. Técnicas de prevenção/correção
2.1. Realização de um m ostruário de defeitos de acabam ento
3. Garantia e controlo da qualidade no acabam ento
3.1. Identificação das características funcionais e especificações técnicas dos produtos de m adeira e m obiliário
3.2. Identificação, para cada posto de trabalho, das operações que podem originar, m ais frequentem ente,
não-conform idade e defeitos
3.3. Controlo de qualidade do acabam ento
3.4. - Realização de listagens, por produto acabado, de não-conform idade e defeitos
3.5. - Definição de param etros de aceitação/rejeição de produtos acabados para ex pedição
3.6. - Testes/ensaios a realizar no produto líquido/film e seco
4. Custos do acabam ento
4.1. Custos fix os e variáveis
4.2. Custos dos produtos de acabam ento
4.3. Bases de determ inação de custo
4.4. Métodos/fórm ulas para determ inação de custos
4.5. Custo total do acabam ento por peça

2359 Comando numérico computorizado (CNC) 50 horas

1. O perar equipam entos de com ando num érico com putorizado utilizados na indústria da
m adeira.
Objetivos
2. Elaborar program as sim ples quer de form a m anual quer autom ática, com recurso a
software de CAD/CAM, para m aquinação autom ática de peças.

Conteúdos
1. Introdução ao controlo num érico com putorizado
1.1. Evolução dos m étodos de fabrico
1.2. Métodos de fabrico actuais
1.3. Com ando Num érico
1.4. O que é o Controlo Num érico
1.5. Vantagens do Controlo Num érico Com putorizado
1.6. Cam po de aplicação
1.7. Produção em série ou em m assa
1.8. Produção flex ível
1.9. Tipos de m áquinas CNC utilizadas na transform ação de m adeira.
2. O perações de m áquinas CNC
2.1. Dossiê de organização de tarefas
2.2. Materiais a m aquinar
2.3. Ferram entas de corte

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2.4. Técnicas de m aquinação
2.5. Princípios gerais de funcionam ento dos sistem as e das m áquinas
2.6. Funções program áveis
2.7. Elem entos de com ando
2.8. Com ponentes com andáveis
2.9. Sistem as de controlo de funcionam ento
2.10. Tipo de arm azenam ento
2.11. O rganização das ferram entas em arm azém
2.12. Mudança autom ática de peça de fabrico
2.13. CNC versus m áquinas m anuais
2.14. Lim itações do CNC
3. Conceitos de geom etria aplicados ao CNC
3.1. Técnicas de plantear em régua
3.2. Sistem a de coordenadas
3.3. Coordenadas cartesianas
3.4. Coordenadas absolutas
3.5. Coordenadas increm entais
3.6. Noções elem entares de trigonom etria
3.7. Teorem a de Pitágoras
3.8. Fórm ulas básicas
3.9. Ponto zero m áquina
3.10. Ponto zero peça
3.11. Ponto zero da ferram enta
3.12. O s diferentes tipos de eix os das m áquinas CNC
4. Program ação de m áquinas CNC
4.1. Tipos de com ando
4.2. Sistem a ISO de program ação
4.3. Linguagem G
5. Ferram entas específicas para CNC
5.1. Análise da ferram enta
5.2. Encabadouros
5.3. Diâm etros
5.4. Altura da ferram enta e do corte
5.5. Sentido do corte
5.6. Rotações recom endadas
5.7. Sentido do corte
5.8. Ajuste da ferram enta
5.9. Maquinação ex perim ental
5.10. Ajustam ento ex trem o
5.11. Ajustam ento óptico
5.12. Com pensação da ferram enta de corte
6. CAD/CAM na industria da m adeira e do m obiliário
6.1. Projecto de peças com software de CAD/CAM
6.2. Program ação autom ática de m áquinas CNC, através de software de CAD/CAM
6.3. Geração autom ática de program as ISO , através de software de CAD/CAM

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6.4. Pós-processam ento
6.5. Maquinação de peças com recurso a software CAD/CAM

4564 Gestão da manutenção - introdução 25 horas

1. Definir m anutenção e os vários tipos de m anutenção.


2. Reconhecer os custos diretos e indiretos da m anutenção.
3. Planear trabalhos com todos elem entos necessários.
4. Estabelecer prioridades nas ordens de trabalho.
5. Interpretar ordens de trabalho e elaborar relatórios de trabalho.
6. Elaborar o arquivo técnico.
Objetivos
7. Classificar os DMM (Dispositivos de Monitorização e Medição) e reconhecer a
im portância da calibração.
8. Relacionar qualidade e m anutenção.
9. Definir TPM (Manutenção Produtiva Total).
10. Utilizar software específico para gestão da m anutenção.
11. Descodificar o sistem a organizacional da em presa e contribuir para o seu
m elhoram ento e otim ização.

Conteúdos
1. Introdução à m anutenção (conceitos, cam po de ação, custo/benefício)
2. Tipos de m anutenção
2.1. Generalidades
2.2. Manutenção correctiva
2.3. Manutenção preventiva
2.4. Manutenção condicional
2.5. Manutenção m elhorativa
3. Custos da m anutenção (icebergue de custos)
3.1. Generalidades
3.2. Custos directos
3.3. Custos indirectos
4. Grau de criticidade dos equipam entos, prioridades
5. Indicadores de produtividade (MTBF, MTTR e disponibilidade)
6. O rganização do parque de equipam entos; do arquivo técnico; da codificação e norm alização; do histórico de
avarias e intervenções
7. Planeam ento e program ação (objectivos, fases e técnicas), aplicada à m anutenção
7.1. Generalidades
7.2. Técnicas: PERT, GANTT e CPM
7.3. O rdens de trabalho
7.4. Gestão dos m ateriais
8. Relatórios de intervenção e registo histórico
9. Filosofias utilizadas na gestão da m anutenção
9.1. Generalidades

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9.2. TPM (m anutenção produtiva total)
9.3. RCM (m anutenção baseada na fiabilidade)
10. Software utilizado na gestão da m anutenção – aplicações

7844 Gestão de equipas 25 horas

1. O rganizar e gerir equipas de trabalho.


2. Com unicar e liderar equipas de trabalho.
Objetivos 3. Identificar o sucesso do trabalho em equipa realçando vantagens e dinâm icas
subjacentes.
4. Reconhecer as especificidades e os aspetos essenciais para o sucesso no trabalho em
equipa.

Conteúdos
1. O rganização do trabalho de equipa
2. Com unicar eficazm ente com a equipa
3. Gestão orientada para os resultados e para as pessoas
4. Técnicas de m otivação e dinam ização da equipa
5. Gestão de conflitos
6. O rientação da equipa para a m udança
7. Liderança
7.1. Liderança de equipas: fenóm enos e dinâm icas próprias, desafios e problem as específicos
7.2. Diferentes preferências pessoais e o seu im pacto em funções de liderança
7.3. Diferentes estilos de Liderança
7.4. Com petências necessárias à coordenação de equipas
7.5. Estratégias de m obilização da equipa para um desem penho de ex celência
7.6. Gestão de situações problem áticas na equipa
8. Trabalho em equipa
8.1. Trabalho em equipa – im plicações e especificidades
8.2. Ex celência no trabalho em equipa
8.3. Diferenças interpessoais e o seu im pacto no trabalho em equipa
8.4. Mobilização de recursos pessoais em função da equipa
8.5. Com o ultrapassar im passes e obstáculos no trabalho em equipa

4792 Língua inglesa - produção e logística 25 horas

Objetivos 1. Aplicar vocabulário técnico da produção e logística em inglês.

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Conteúdos
1. Principais utilizações da língua inglesa
1.1. Catálogos, m anuais, inscrições e etiquetas
1.2. Cadernos de encargos
1.3. Com unicações escritas com fornecedores
1.4. Docum entos de transporte e acom panham ento de m ercadorias
2. Principais conceitos e term os
2.1. Nas especificações e outros docum entos técnicos
2.2. Na receção e no m anuseam ento de m ercadorias
2.3. Nas m áquinas
2.4. Na produção
2.5. Na em balagem , ex pedição e transporte

1532 Gestão de reclamações - normas e estratégias de 25 horas


atuação

Objetivos 1. Identificar, caracterizar e gerir reclam ações.

Conteúdos
1. Conceito, tipologia e caracterização de objeções / reclam ações
2. Gestão da agressividade dos clientes
3. Razões que provocam a insatisfação do cliente
4. Propostas de solução

7815 Métodos e tempos 25 horas

1. Reconhecer a im portância do estudo de m étodos de trabalho e do estudo de tem pos.


2. Realizar estudo de m étodos.
Objetivos
3. Realizar estudo de tem pos (m edida do trabalho).
4. Elaborar relatórios estatísticos relativos ao estudo do trabalho.

Conteúdos
1. Estudo do trabalho: estudo de m étodos e estudo de tem pos
2. Enquadram ento histórico
3. Procedim ento para a realização de estudo de m étodos
4. Ferram entas para a realização de estudo de m étodos
5. Métodos de trabalho – descrição de casos

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6. Procedim ento para a realização de estudo de tem pos (m edida do trabalho)
7. Tem pos padrão – estim ativa pela ficha de tem pos e pela técnica da cronom etragem

7818 Organização e planeamento do trabalho – indústria 50 horas


da madeira e mobiliário

1. Caracterizar os diferentes tipos de produção nas em presas de m adeira e m obiliário.


2. Identificar os flux ogram as produtivos das diferentes áreas industriais de um a
em presa de m obiliário de m adeira e serrações.
3. Caracterizar os diferentes tipos de layout’s.
Objetivos 4. Identificar m étodos para a determ inação de layout’s.
5. Identificar a inform ação constituinte de um dossier técnico dos produtos.
6. Elaborar um dossier técnico dos produtos.
7. Aplicar técnicas de planeam ento.

Conteúdos
1. Tipos de produção: encom enda, para stock e m ista
2. Flux ogram a produtivo – conceito e im portância
3. Flux ogram as produtivos nas áreas industriais das em presas de m adeira e m obiliário: serração, preparação e
corte, m aquinação, m arcenaria, acabam entos, em balagem e ex pedição
4. O s diferentes tipos de Layout’s
5. Métodos para determ inação de layout’s: craft; corelap e outros
6. Regras para o desenho de layout’s e construção de m aquetas
7. Inform ações constituintes do dossier técnico dos produtos: identificação; desenhos técnicos, flux ogram as
produtivos, cubicagem , tabelas de necessidades de m ateriais, árvores do produto
8. Técnicas de planeam ento – Rede de Pert e Gráfico de Gantt
9. A tom ada de decisões – técnicas com o “chuva de ideias”, tabela de vantagens/desvantagens e árvore de
decisões
10. O bjetivos do trabalho e organização da equipa

5650 Gestão e estratégias 25 horas

1. Definir o conceito de estratégia em presarial.


2. Definir o plano de negócio.
3. Reconhecer os conceitos de visão, m issão, valores e objetivos da em presa.
4. Ex plicar a im portância da form ulação das estratégias, de acordo com o efeito da visão,
da m issão e dos objetivos.
Objetivos 5. Analisar a em presa num a perspetiva concorrencial.
6. Diferenciar abordagens prescritivas e descritivas no pensam ento estratégico.
7. Analisar o posicionam ento da em presa de acordo com vários m odelos estratégicos
propostos.
8. Reconhecer alguns m odelos estratégicos do planeam ento e do posicionam ento,
segundo Mintzberg.

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Conteúdos
1. Pensam ento, planeam ento e estratégia em presarial
2. Visão
3. Definição do Negócio
4. O bjectivos e Estratégia
5. Análise concorrencial
6. Form ulação de estratégias de planeam ento e posicionam ento
7. Etapas do planeam ento estratégico
7.1. Modelo BCG
7.2. Modelo McKinsey
7.3. Modelo ADL
7.4. Modelos de Vantagem Com petitiva Sustentável de Michael Porter
7.5. Modelo de Miles & Snow
8. Cadeia de valor
9. Integração vertical
10. Estratégias de negócio / estratégias corporativas

0595 Qualidade - instrumentos de gestão 25 horas

1. Identificar o conceito e os princípios subjacentes à gestão da qualidade.


Objetivos 2. Prom over a qualidade na organização.
3. Enunciar e aplicar ferram entas de gestão na organização (EFQ M e BSC).

Conteúdos
1. Q ualidade – conceitos
1.1. Conceito e evolução histórica da qualidade
1.2. Garantia de qualidade
1.3. Princípios de qualidade
2. NP EN ISO 9001:2000
2.1. Requisitos
3. Q ualidade na organização
3.1. Gestão do espaço e tem po
3.2. Sinalizações de esforços
3.3. Identificação das pessoas
4. Instrum entos de apoio à gestão
4.1. EFQ M (m odelo de auto-avaliação)
4.2. Balanced score card

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4791 Gestão da produção 50 horas

1. Identificar e aplicar instrum entos/ferram entas de gestão da produção.


Objetivos
2. Identificar e aplicar técnicas com vista à otim ização da produção.

Conteúdos
1. Planeam ento e controlo da produção
2. Influência da produção na produtividade
3. O portunidades de m elhoria da produtividade
4. O papel dos colaboradores e das chefias
5. As sete form as de desperdício - ex cesso de produção, esperas, transportes, processo, stock s, m ovim entos,
defeitos de qualidade
6. Estratégias de produção de acordo com inventários, flux o de m ateriais e layouts
7. Sistem as de inform ação para a produção – aplicações inform áticas
8. O layout e o im pacto na produção
9. A m etodologia 5 S´s
10. Sincronização e FIFO – First In First O ut e FEFO – First Ex pire First O ut

4850 CAD 3D - modelação e animação 50 horas

1. Utilizar corretam ente os equipam entos, o hardware e o software.


2. Enum erar as potencialidades e áreas de aplicação das ferram entas do CAD.
3. Criar, verificar e ativar sistem as de coordenadas do utilizador.
4. Criar sólidos sim ples; por ex trusão, revolução, união e subtração.
5. Transform ar o projeto para o suporte de papel.

Objetivos 6. Utilizar todos os processos de seleção, edição e m odificação de entidades.


7. Utilizar os com andos de construção que se possam aplicar a um a entidade
anteriorm ente realizada.
8. Descrever os conceitos da anim ação.
9. Visualizar a representação gráfica de form as tridim ensionais.
10. Utilizar as ferram entas do CAD na produção de m aterial de apoio ao projeto.
11. Analisar im agens produzidas e revelar autocrítica.

Conteúdos
1. Modelação
1.1. Introdução ao software
1.1.1. Interacção entre software diferente
1.2. Noções básicas de espaço tridim ensional
1.3. Com andos de desenho em 3D

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REFERENCIAL DE FORMAÇÃO | Técnico/a de Gestão da Produção em Madeira e Mobiliário - Nível 4 | 08/04/2021
1.4. Sistem as de coordenadas
1.5. Sólidos
1.6. Edição de volum es
1.7. Com andos de visualização
1.8. Modelação de volum es
1.8.1. Edição de volum es criados ou im portados
1.8.2. Criação de im agens foto realistas
1.8.3. Materiais
1.8.4. Luzes e câm aras
1.8.5. Parâm etros
2. Anim ação
2.1. Conceitos de anim ação
2.2. Software específico
2.3. Linha do tem po
2.4. Parâm etros de anim ação
2.5. Gravação
3. Im pressão de docum entos
3.1. Com andos de im pressão

7810 Língua inglesa - indústria da madeira e mobiliário 25 horas

1. Aplicar a língua inglesa específica ao setor da m adeira e m obiliário.


2. Reconhecer e produzir m ensagens orais e escritas em língua inglesa relacionadas com
Objetivos a atividade profissional.
3. Ler e traduzir orientações técnicas, desenhos, norm as, e outros docum entos técnicos
no âm bito do contex to socioprofissional.

Conteúdos
1. Term inologia técnica em língua inglesa referente ao setor da m adeira e do m obiliário
2. Leitura, análise e redação de docum entos
3. Tipos de tex tos associados ao contex to socioprofissional (ex .: norm as nacionais/internacionais; m anuais de
instruções; estudos científicos/técnicos).

6006 Gestão da expedição 25 horas

1. Caracterizar operações de carregam ento, acondicionam ento e ex pediçãode


encom endas (m ercadorias), norm as, tipos de em balagem e transporte,tendo em
Objetivos conta as suas especificidades.
2. Preencher a docum entação relativa à ex pedição de encom endas.

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Conteúdos
1. Gestão do espaço
2. A gestão da inform ação
2.1. Gerir ficheiros de clientes
2.2. Ficheiros de produtos
2.3. As fam ílias de produtos
3. Gestão do sortido de produtos
4. O perações
5. Verificação da conform idade entre a nota de encom enda e a m ercadoria preparada para a ex pedição
6. Verificação e correção dos erros, estado da m ercadoria e acondicionam ento
7. Preparação da docum entação (guia de rem essa e factura)
8. Carregam entos e destinos (m onodestino e m ultidestino)
9. Principais aspetos a ter em consideração no m anuseam ento e arrum ação da m ercadoria

2167 Sistema de informação para a produção 25 horas

1. Caracterizar a gestão da produção em aplicações inform áticas.


Objetivos
2. Utilizar as aplicações inform áticas na gestão da produção.

Conteúdos
1. Metodologias de planeam ento e análise de sistem as de inform ação para a produção
2. Aplicações inform áticas
3. Planeam ento do processo

8633 Planeamento e controlo da produção de mobiliário 50 horas


de madeira

1. Identificar as atividades de planeam ento e controlo da produção num a em presa do


setor das m adeiras.
2. Realizar tarefas de organização, planeam ento e controlo na área de produção, em
term os logísticos e técnicos.
3. Identificar e prevenir/corrigir erros na ex ecução do trabalho garantindo um a sequência
Objetivos eficaz das atividades ao longo do processo produtivo.
4. Aplicar m étodos de program ação da produção e gestão de recursos.
5. Utilizar a técnica MRP - Material Requirem ents Planning.
6. Identificar os sistem as Kanban, O PT (O ptim ized Production Technology) e Jit (Just in
tim e).

Conteúdos
1. Planeam ento e controlo da produção - conceitos

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2. Métodos de program ação da produção e gestão de recursos
3. Fichas técnicas de apoio à gestão da produção (planeam ento, acom panham ento e controlo)
4. Técnica MRP – ex ercícios no com putador;
5. Conceitos do Sistem a Kanban, O PT e JIT.
6. Processo de planeam ento e controlo da produção adaptado pela em presa industrial identificando possíveis
m elhorias
7. Fichas de planeam ento e acom panham ento da produção diária;
8. Técnica da am ostragem e determ inação de produtividades;
9. Produção
9.1. O bjetivos quantitativos e qualitativos
9.2. Controlo dada ex ecução das atividades
9.3. Controlo da qualidade de fabrico da totalidade da produção ou de um a secção
10. Processos de fabrico
10.1. Produtividade
10.2. Q ualidade dos produtos
11. Relatórios da atividade da produção para a avaliação e controlo estatístico

0723 Controlo estatístico do processo 25 horas

1. Definir conceitos fundam entais de estatística.


2. Elaborar e interpretar cartas de controlo.
Objetivos 3. Interpretar estudos de capacidade.
4. Selecionar processos no âm bito da aplicação do controlo estatístico.
5. Avaliar resultados e im plem entar correções.

Conteúdos
1. Noções de
1.1. Q ualidade
1.2. Processo
1.3. Variação
1.4. Causas com uns e causas especiais de variação
2. Conceitos fundam entais de estatística
2.1. Registo de dados
2.2. Distribuição de frequências
2.3. Distribuição norm al
2.4. Distribuição binom ial
2.5. Distribuição de Poisson
2.6. Estudo de norm alidade de um a distribuição (histogram a, reta de Henry,...)
2.7. Inferência estatística
3. Cartas de controlo
3.1. Conceito
3.2. Princípios das cartas de controlo

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3.3. Tipos de cartas de controlo
3.4. Cartas de controlo de variáveis
3.5. Cartas de controlo de atributos
4. Capacidade do processo
4.1. Conceito
4.2. Índices de capacidade do processo
4.3. Estim ativas da capacidade do processo
4.4. Interpretação dos estudos de capacidade
5. Planos de am ostragem
5.1. Curva característica de operação
5.2. ISO 2859 – Procedim entos de am ostragem para inspeção por atributos
5.3. Aplicações práticas

4924 Introdução ao projeto e desenvolvimento de 50 horas


produto

Objetivos 1. Estruturar um processo de desenvolvim ento de um novo produto.

Conteúdos
1. Processo de desenvolvim ento de um produto novo
2. Análise das fases de conceção, desenvolvim ento e im plem entação
3. Aplicação pratica

0592 Legislação laboral 25 horas

1. Reconhecer o conceito e os princípios do direito do trabalho.


2. Identificar os objetivos e as atividades da função pessoal.
Objetivos
3. Identificar e descrever os fundam entos do contrato de trabalho.
4. Descrever e aplicar os princípios do sistem a de segurança social.

Conteúdos
1. Direito do trabalho
1.1. Conceito e princípios gerais
1.2. Direitos e deveres das partes
2. Função pessoal
2.1. Conceito
2.2. O bjectivos
2.3. Tarefas

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2.4. Interacção entre pessoal e organização
3. Elem entos essenciais do contrato de trabalho
3.1. Elem entos essenciais a um contrato de trabalho
3.2. O contrato de trabalho e as figuras afins
3.3. Direitos, deveres e garantias dos trabalhadores em geral
3.4. Direitos e deveres da entidade patronal
3.5. Análise de contratos-tipo
4. Form as de cessação do contrato de trabalho
4.1. Cessação por iniciativa do em pregador
4.2. Rescisão com ou sem justa causa, por iniciativa do trabalhador
4.3. A revogação e a caducidade com o form as de cessação do contrato
5. Condições de celebração e de caducidade do contrato de trabalho a term o
5.1. Contrato de trabalho a term o certo
5.2. Contrato de trabalho a term o incerto
6. Segurança Social
6.1. Direito à segurança social
6.2. Princípios básicos
6.3. Regim e geral da segurança social
6.4. Particularidades no sistem a de segurança social

0608 Técnicas de marketing 25 horas

1. Interpretar o papel e a função do marketing na gestão das em presas.


Objetivos 2. Identificar as diferentes variáveis de marketing que concorrem para a definição da
estratégia da em presa.

Conteúdos
1. Princípios gerais de marketing
1.1. Mercado
1.2. Análise do m ercado
1.3. Estudo de m ercado
1.4. Segm entações de m ercado
2. Teorias ex plicativas do com portam ento do consum idor
2.1. Teoria da hierarquia das necessidades
2.2. Teoria das m otivações
2.3. Teoria das atitudes
2.4. Teoria das características perm anentes dos indivíduos.
2.5. Com portam ento de com pra do consum idor
2.6. Processo de decisão
3. Variáveis de marketing
3.1. Investigação de marketing
3.2. Variáveis de marketing controláveis

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3.3. Produto
3.4. Preço
3.5. Distribuição
3.6. Com unicação
3.6.1. Publicidade
3.6.2. Prom oção
3.6.3. Vendas
3.6.4. Relações públicas
3.7. Assistência após venda
3.8. Q ualidade e marketing

6890 Língua francesa – produção e logística 25 horas

Objetivos 1. Aplicar vocabulário técnico da produção e logística em francês.

Conteúdos
1. Principais utilizações da língua francesa
1.1. Catálogos, m anuais, inscrições e etiquetas
1.2. Cadernos de encargos
1.3. Com unicações escritas com fornecedores
1.4. Docum entos de transporte e acom panham ento de m ercadorias
2. Principais conceitos e term os
2.1. Nas especificações e outros docum entos técnicos
2.2. Na receção e no m anuseam ento de m ercadorias
2.3. Nas m áquinas
2.4. Na produção
2.5. Na em balagem , ex pedição e transporte

6891 Língua espanhola – produção e logística 25 horas

Objetivos 1. Aplicar vocabulário técnico da produção e logística em espanhol.

Conteúdos
1. Principais utilizações da língua espanhola
1.1. Catálogos, m anuais, inscrições e etiquetas
1.2. Cadernos de encargos
1.3. Com unicações escritas com fornecedores

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1.4. Docum entos de transporte e acom panham ento de m ercadorias
2. Principais conceitos e term os
2.1. Nas especificações e outros docum entos técnicos
2.2. Na receção e no m anuseam ento de m ercadorias
2.3. Nas m áquinas
2.4. Na produção
2.5. Na em balagem , ex pedição e transporte

7822 Análise de tendências – indústria da madeira e 25 horas


mobiliário

1. Ex plicar a evolução do setor da m adeira e m obiliário no que concerne aos gostos dos
consum idores, à tecnologia dos produtos e das técnicas/equipam entos.
Objetivos
2. Aplicar, ao nível do projeto, a m etodologia de pesquisa e análise de tendências para o
setor das m adeiras e m obiliário.

Conteúdos
1. Evolução nos suportes utilizados, da tecnologia dos produtos e dos equipam entos
2. Mudanças no gosto dos consum idores no setor da m adeira e m obiliário
3. Ex igências técnicas e am bientais
4. Análise de revistas técnicas da especialidade
5. Novos processos e tecnologias no setor da m adeira e m obiliário

8529 Língua alemã - gestão de stocks e logística 25 horas

Objetivos 1. Aplicar vocabulário específico da língua alem ã no decurso da atividade logística.

Conteúdos
1. Língua alem ã aplicada à atividade logística
1.1. Principais utilizações da língua alem ã
1.1.1. Catálogos, inscrições e etiquetas
1.1.2. Com unicações escritas com interlocutores
1.1.3. Docum entos de transporte e de acom panham ento de m ercadorias
1.2. Principais conceitos e term os
1.2.1. Na em balagem
1.2.2. No transporte
1.2.3. Na receção e m anuseam ento de m ercadorias

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7852 Perfil e potencial do empreendedor – diagnóstico/ 25 horas
desenvolvimento

1. Ex plicar o conceito de em preendedorism o.


2. Identificar as vantagens e os riscos de ser em preendedor.
3. Aplicar instrum entos de diagnóstico e de autodiagnóstico de com petências
Objetivos em preendedoras.
4. Analisar o perfil pessoal e o potencial com o em preendedor.
5. Identificar as necessidades de desenvolvim ento técnico e com portam ental, de form a a
favorecer o potencial em preendedor.

Conteúdos
1. Em preendedorism o
1.1. Conceito de em preendedorism o
1.2. Vantagens de ser em preendedor
1.3. Espírito em preendedor versus espírito em presarial
2. Autodiagnóstico de com petências em preendedoras
2.1. Diagnóstico da ex periência de vida
2.2. Diagnóstico de conhecim ento das “realidades profissionais”
2.3. Determ inação do “perfil próprio” e autoconhecim ento
2.4. Autodiagnóstico das m otivações pessoais para se tornar em preendedor
3. Caráterísticas e com petências-chave do perfil em preendedor
3.1. Pessoais
3.1.1. Autoconfiança e autom otivação
3.1.2. Capacidade de decisão e de assum ir riscos
3.1.3. Persistência e resiliência
3.1.4. Persuasão
3.1.5. Concretização
3.2. Técnicas
3.2.1. Área de negócio e de orientação para o cliente
3.2.2. Planeam ento, organização e dom ínio das TIC
3.2.3. Liderança e trabalho em equipa
4. Fatores que inibem o em preendedorism o
5. Diagnóstico de necessidades do em preendedor
5.1. Necessidades de caráter pessoal
5.2. Necessidades de caráter técnico
6. Em preendedor - autoavaliação
6.1. Q uestionário de autoavaliação e respetiva verificação da sua adequação ao perfil com portam ental do
em preendedor

7853 Ideias e oportunidades de negócio 50 horas

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REFERENCIAL DE FORMAÇÃO | Técnico/a de Gestão da Produção em Madeira e Mobiliário - Nível 4 | 08/04/2021
1. Identificar os desafios e problem as com o oportunidades.
2. Identificar ideias de criação de pequenos negócios, reconhecendo as necessidades do
público-alvo e do m ercado.
3. Descrever, analisar e avaliar um a ideia de negócio capaz de satisfazer necessidades.
4. Identificar e aplicar as diferentes form as de recolha de inform ação necessária à
Objetivos criação e orientação de um negócio.
5. Reconhecer a viabilidade de um a proposta de negócio, identificando os diferentes
fatores de sucesso e insucesso.
6. Reconhecer as características de um negócio e as atividades inerentes à sua
prossecução.
7. Identificar os financiam entos, apoios e incentivos ao desenvolvim ento de um negócio,
em função da sua natureza e plano operacional.

Conteúdos
1. Criação e desenvolvim ento de ideias/oportunidades de negócio
1.1. Noção de negócio sustentável
1.2. Identificação e satisfação das necessidades
1.2.1. Form as de identificação de necessidades de produtos/serviços para potenciais clientes/consum idores
1.2.2. Form as de satisfação de necessidades de potenciais clientes/consum idores, tendo presente as
norm as de qualidade, am biente e inovação
2. Sistem atização, análise e avaliação de ideias de negócio
2.1. Conceito básico de negócio
2.1.1. Com o resposta às necessidades da sociedade
2.2. Das oportunidades às ideias de negócio
2.2.1. Estudo e análise de bancos/bolsas de ideias
2.2.2. Análise de um a ideia de negócio - potenciais clientes e m ercado (target)
2.2.3. Descrição de um a ideia de negócio
2.3. Noção de oportunidade relacionada com o serviço a clientes
3. Recolha de inform ação sobre ideias e oportunidades de negócio/m ercado
3.1. Form as de recolha de inform ação
3.1.1. Direta – junto de clientes, da concorrência, de eventuais parceiros ou prom otores
3.1.2. Indireta – através de associações ou serviços especializados - públicos ou privados, com recurso a
estudos de m ercado/viabilidade e inform ação disponível on-line ou noutros suportes
3.2. Tipo de inform ação a recolher
3.2.1. O negócio, o m ercado (nacional, europeu e internacional) e a concorrência
3.2.2. O s produtos ou serviços
3.2.3. O local, as instalações e os equipam entos
3.2.4. A logística – transporte, arm azenam ento e gestão de stock s
3.2.5. O s m eios de prom oção e os clientes
3.2.6. O financiam ento, os custos, as vendas, os lucros e os im postos
4. Análise de ex periências de criação de negócios
4.1. Contacto com diferentes ex periências de em preendedorism o
4.1.1. Por setor de atividade/m ercado
4.1.2. Por negócio
4.2. Modelos de negócio

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4.2.1. Benchm ark ing
4.2.2. Criação/diferenciação de produto/serviço, conceito, m arca e segm entação de clientes
4.2.3. Parceria de outsourcing
4.2.4. Franchising
4.2.5. Estruturação de raiz
4.2.6. O utras m odalidades
5. Definição do negócio e do target
5.1. Definição sum ária do negócio
5.2. Descrição sum ária das atividades
5.3. Target a atingir
6. Financiam ento, apoios e incentivos à criação de negócios
6.1. Meios e recursos de apoio à criação de negócios
6.2. Serviços e apoios públicos – program as e m edidas
6.3. Banca, apoios privados e capitais próprios
6.4. Parcerias
7. Desenvolvim ento e validação da ideia de negócio
7.1. Análise do negócio a criar e sua validação prévia
7.2. Análise crítica do m ercado
7.2.1. Estudos de m ercado
7.2.2. Segm entação de m ercado
7.3. Análise crítica do negócio e/ou produto
7.3.1. Vantagens e desvantagens
7.3.2. Mercado e concorrência
7.3.3. Potencial de desenvolvim ento
7.3.4. Instalação de arranque
7.4. Econom ia de m ercado e econom ia social – em preendedorism o com ercial e em preendedorism o social
8. Tipos de negócio
8.1. Natureza e constituição jurídica do negócio
8.1.1. Atividade liberal
8.1.2. Em presário em nom e individual
8.1.3. Sociedade por quotas
9. Contacto com entidades e recolha de inform ação no terreno
9.1. Contactos com diferentes tipologias de entidades (m unicípios, entidades financiadoras, assessorias
técnicas, parceiros, …)
9.2. Docum entos a recolher (faturas pró-form a; plantas de localização e de instalações, catálogos técnicos,
m aterial de prom oção de em presas ou de negócios, etc…)

7854 Plano de negócio – criação de micronegócios 25 horas

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REFERENCIAL DE FORMAÇÃO | Técnico/a de Gestão da Produção em Madeira e Mobiliário - Nível 4 | 08/04/2021
1. Identificar os principais m étodos e técnicas de gestão do tem po e do trabalho.
2. Identificar fatores de êx ito e de falência, pontos fortes e fracos de um negócio.

Objetivos 3. Elaborar um plano de ação para a apresentação do projeto de negócio a desenvolver.


4. Elaborar um orçam ento para apoio à apresentação de um projeto com viabilidade
económ ica/financeira.
5. Elaborar um plano de negócio.

Conteúdos
1. Planeam ento e organização do trabalho
1.1. O rganização pessoal do trabalho e gestão do tem po
1.2. Atitude, trabalho e orientação para os resultados
2. Conceito de plano de ação e de negócio
2.1. Principais fatores de êx ito e de risco nos negócios
2.2. Análise de ex periências de negócio
2.2.1. Negócios de sucesso
2.2.2. Insucesso nos negócios
2.3. Análise SW O T do negócio
2.3.1. Pontos fortes e fracos
2.3.2. O portunidades e am eaças ou riscos
2.4. Segm entação do m ercado
2.4.1. Abordagem e estudo do m ercado
2.4.2. Mercado concorrencial
2.4.3. Estratégias de penetração no m ercado
2.4.4. Perspetivas futuras de m ercado
3. Plano de ação
3.1. Elaboração do plano individual de ação
3.1.1. Atividades necessárias à operacionalização do plano de negócio
3.1.2. Processo de angariação de clientes e negociação contratual
4. Estratégia em presarial
4.1. Análise, form ulação e posicionam ento estratégico
4.2. Form ulação estratégica
4.3. Planeam ento, im plem entação e controlo de estratégias
4.4. Negócios de base tecnológica | Start-up
4.5. Políticas de gestão de parcerias | Alianças e joint-ventures
4.6. Estratégias de internacionalização
4.7. Q ualidade e inovação na em presa
5. Plano de negócio
5.1. Principais características de um plano de negócio
5.1.1. O bjetivos
5.1.2. Mercado, interno e ex terno, e política com ercial
5.1.3. Modelo de negócio e/ou constituição legal da em presa
5.1.4. Etapas e atividades

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5.1.5. Recursos hum anos
5.1.6. Recursos financeiros (entidades financiadoras, linhas de crédito e capitais próprios)
5.2. Form as de análise do próprio negócio de m édio e longo prazo
5.2.1. Elaboração do plano de ação
5.2.2. Elaboração do plano de m ark eting
5.2.3. Desvios ao plano
5.3. Avaliação do potencial de rendim ento do negócio
5.4. Elaboração do plano de aquisições e orçam ento
5.5. Definição da necessidade de em préstim o financeiro
5.6. Acom panham ento do plano de negócio
6. Negociação com os financiadores

7855 Plano de negócio – criação de pequenos e médios 50 horas


negócios

1. Identificar os principais m étodos e técnicas de gestão do tem po e do trabalho.


2. Identificar fatores de êx ito e de falência, pontos fortes e fracos de um negócio.
3. Elaborar um plano de ação para a apresentação do projeto de negócio a desenvolver.
4. Elaborar um orçam ento para apoio à apresentação de um projeto com viabilidade
económ ica/financeira.
Objetivos 5. Reconhecer a estratégia geral e com ercial de um a em presa.
6. Reconhecer a estratégia de I&D de um a em presa.
7. Reconhecer os tipos de financiam ento e os produtos financeiros.
8. Elaborar um plano de m ark eting, de acordo com a estratégia definida.
9. Elaborar um plano de negócio.

Conteúdos
1. Planeam ento e organização do trabalho
1.1. O rganização pessoal do trabalho e gestão do tem po
1.2. Atitude, trabalho e orientação para os resultados
2. Conceito de plano de ação e de negócio
2.1. Principais fatores de êx ito e de risco nos negócios
2.2. Análise de ex periências de negócio
2.2.1. Negócios de sucesso
2.2.2. Insucesso nos negócios
2.3. Análise SW O T do negócio
2.3.1. Pontos fortes e fracos
2.3.2. O portunidades e am eaças ou riscos
2.4. Segm entação do m ercado
2.4.1. Abordagem e estudo do m ercado
2.4.2. Mercado concorrencial
2.4.3. Estratégias de penetração no m ercado

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REFERENCIAL DE FORMAÇÃO | Técnico/a de Gestão da Produção em Madeira e Mobiliário - Nível 4 | 08/04/2021
2.4.4. Perspetivas futuras de m ercado
3. Plano de ação
3.1. Elaboração do plano individual de ação
3.1.1. Atividades necessárias à operacionalização do plano de negócio
3.1.2. Processo de angariação de clientes e negociação contratual
4. Estratégia em presarial
4.1. Análise, form ulação e posicionam ento estratégico
4.2. Form ulação estratégica
4.3. Planeam ento, im plem entação e controlo de estratégias
4.4. Políticas de gestão de parcerias | Alianças e joint-ventures
4.5. Estratégias de internacionalização
4.6. Q ualidade e inovação na em presa
5. Estratégia com ercial e planeam ento de m ark eting
5.1. Planeam ento estratégico de m ark eting
5.2. Planeam ento operacional de m ark eting (m ark eting m ix )
5.3. Meios tradicionais e m eios de base tecnológica (e-m ark eting)
5.4. Mark eting internacional | Plataform as m ulticulturais de negócio (da organização ao consum idor)
5.5. Contacto com os clientes | Hábitos de consum o
5.6. Elaboração do plano de m ark eting
5.6.1. Projeto de prom oção e publicidade
5.6.2. Ex ecução de m ateriais de prom oção e divulgação
6. Estratégia de I&D
6.1. Incubação de em presas
6.1.1. Estrutura de incubação
6.1.2. Tipologias de serviço
6.2. Negócios de base tecnológica | Start-up
6.3. Patentes internacionais
6.4. Transferência de tecnologia
7. Financiam ento
7.1. Tipos de abordagem ao financiador
7.2. Tipos de financiam ento (capital próprio, capital de risco, crédito, incentivos nacionais e internacionais)
7.3. Produtos financeiros m ais específicos (leasing, renting, factoring, …)
8. Plano de negócio
8.1. Principais características de um plano de negócio
8.1.1. O bjetivos
8.1.2. Mercado, interno e ex terno, e política com ercial
8.1.3. Modelo de negócio e/ou constituição legal da em presa
8.1.4. Etapas e atividades
8.1.5. Recursos hum anos
8.1.6. Recursos financeiros (entidades financiadoras, linhas de crédito e capitais próprios)
8.2. Desenvolvim ento do conceito de negócio
8.3. Proposta de valor
8.4. Processo de tom ada de decisão
8.5. Reform ulação do produto/serviço
8.6. O rientação estratégica (plano de m édio e longo prazo)

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8.6.1. Desenvolvim ento estratégico de com ercialização
8.7. Estratégia de controlo de negócio
8.8. Planeam ento financeiro
8.8.1. Elaboração do plano de aquisições e orçam ento
8.8.2. Definição da necessidade de em préstim o financeiro
8.8.3. Estim ativa dos juros e am ortizações
8.8.4. Avaliação do potencial de rendim ento do negócio
8.9. Acom panham ento da consecução do plano de negócio

8598 Desenvolvimento pessoal e técnicas de procura de 25 horas


emprego

1. Definir os conceitos de com petência, transferibilidade e contex tos de aprendizagem .


2. Identificar com petências adquiridas ao longo da vida.
3. Ex plicar a im portância da adoção de um a atitude em preendedora com o estratégia de
em pregabilidade.
4. Identificar as com petências transversais valorizadas pelos em pregadores.
5. Reconhecer a im portância das principais com petências de desenvolvim ento pessoal na
Objetivos procura e m anutenção do em prego.
6. Identificar e descrever as diversas oportunidades de inserção no m ercado e respetivos
apoios, em particular as Medidas Ativas de Em prego.
7. Aplicar as regras de elaboração de um curriculum vitae.
8. Identificar e selecionar anúncios de em prego.
9. Reconhecer a im portância das candidaturas espontâneas.
10. Identificar e adequar os com portam entos e atitudes num a entrevista de em prego.

Conteúdos
1. Conceitos de com petência, transferibilidade e contex tos de aprendizagem (form al e inform al) – aplicação
destes conceitos na com preensão da sua história de vida, identificação e valorização das com petências
adquiridas
2. Atitude em preendedora/proactiva
3. Com petências valorizadas pelos em pregadores - transferíveis entre os diferentes contex tos laborais
3.1. Com petências relacionais
3.2. Com petências criativas
3.3. Com petências de gestão do tem po
3.4. Com petências de gestão da inform ação
3.5. Com petências de tom ada de decisão
3.6. Com petências de aprendizagem (aprendizagem ao longo da vida)
4. Modalidades de trabalho
5. Mercado de trabalho visível e encoberto
6. Pesquisa de inform ação para procura de em prego
7. Medidas ativas de em prego e form ação
8. Mobilidade geográfica (m ercado de trabalho nacional, com unitário e ex tracom unitário)
9. Rede de contactos (sociais ou relacionais)

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10. Curriculum vitae
11. Anúncios de em prego
12. Candidatura espontânea
13. Entrevista de em prego

8599 Comunicação assertiva e técnicas de procura de 25 horas


emprego

1. Ex plicar o conceito de assertividade.


2. Identificar e desenvolver tipos de com portam ento assertivo.
3. Aplicar técnicas de assertividade em contex to socioprofissional.
4. Reconhecer as form as de conflito na relação interpessoal.
5. Definir o conceito de inteligência em ocional.

Objetivos 6. Identificar e descrever as diversas oportunidades de inserção no m ercado e respetivos


apoios, em particular as Medidas Ativas de Em prego.
7. Aplicar as principais estratégias de procura de em prego.
8. Aplicar as regras de elaboração de um curriculum vitae.
9. Identificar e selecionar anúncios de em prego.
10. Reconhecer a im portância das candidaturas espontâneas.
11. Identificar e adequar os com portam entos e atitudes num a entrevista de em prego.

Conteúdos
1. Com unicação assertiva
2. Assertividade no relacionam ento interpessoal
3. Assertividade no contex to socioprofissional
4. Técnicas de assertividade em contex to profissional
5. O rigens e fontes de conflito na em presa
6. Im pacto da com unicação no relacionam ento hum ano
7. Com portam entos que facilitam e dificultam a com unicação e o entendim ento
8. Atitude tranquila num a situação de conflito
9. Inteligência em ocional e gestão de com portam entos
10. Modalidades de trabalho
11. Mercado de trabalho visível e encoberto
12. Pesquisa de inform ação para procura de em prego
13. Medidas ativas de em prego e form ação
14. Mobilidade geográfica (m ercado de trabalho nacional, com unitário e ex tracom unitário)
15. Rede de contactos
16. Curriculum vitae
17. Anúncios de em prego
18. Candidatura espontânea
19. Entrevista de em prego

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8600 Competências empreendedoras e técnicas de 25 horas
procura de emprego

1. Definir o conceito de em preendedorism o.


2. Identificar as vantagens e os riscos de ser em preendedor.
3. Identificar o perfil do em preendedor.
4. Reconhecer a ideia de negócio.
5. Definir as fases de um projeto.

Objetivos 6. Identificar e descrever as diversas oportunidades de inserção no m ercado e respetivos


apoios, em particular as Medidas Ativas de Em prego.
7. Aplicar as principais estratégias de procura de em prego.
8. Aplicar as regras de elaboração de um curriculum vitae.
9. Identificar e selecionar anúncios de em prego.
10. Reconhecer a im portância das candidaturas espontâneas.
11. Identificar e adequar os com portam entos e atitudes num a entrevista de em prego.

Conteúdos
1. Conceito de em preendedorism o – m últiplos contex tos e perfis de intervenção
2. Perfil do em preendedor
3. Fatores que inibem o em preendorism o
4. Ideia de negócio e projet
5. Coerência do projeto pessoal / projeto em presarial
6. Fases da definição do projeto
7. Modalidades de trabalho
8. Mercado de trabalho visível e encoberto
9. Pesquisa de inform ação para procura de em prego
10. Medidas ativas de em prego e form ação
11. Mobilidade geográfica (m ercado de trabalho nacional, com unitário e ex tracom unitário)
12. Rede de contactos
13. Curriculum vitae
14. Anúncios de em prego
15. Candidatura espontânea
16. Entrevista de em prego

9820 Planeamento e gestão do orçamento familiar 25 horas

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1. Elaborar um orçam ento fam iliar, identificando rendim entos e despesas e apurando o
respetivo saldo.
2. Avaliar os riscos e a incerteza no plano financeiro ou identificar fatores de incerteza no
rendim ento e na despesa.
Objetivos
3. Distinguir entre objetivos de curto prazo e objetivos de longo prazo.
4. Utilizar a conta de depósito à ordem e os m eios de pagam ento.
5. Distinguir entre despesas fix as e variáveis e entre despesas necessárias e supérfluas.

Conteúdos
1. O rçam ento fam iliar
1.1. Fontes de rendim ento: salário, pensão, subsídios, juros e dividendos, rendas
1.1.1. Deduções ao rendim ento: im postos e contribuições para a segurança social
1.1.2. Distinção entre rendim ento bruto e rendim ento líquido
1.2. Tipos de despesas
1.2.1. Despesas fix as (e.g. renda de casa, escola dos filhos, pagam ento de em préstim os)
1.2.2. Despesas variáveis prioritárias (e.g.: alim entação)
1.2.3. Despesas variáveis não prioritárias
1.3. A noção de saldo com o relação entre os rendim entos e as despesas
2. Planeam ento do orçam ento
2.1. Distinção entre objetivos de curto e de longo prazo
2.2. Cálculo das necessidades de poupança para a satisfação de objetivos no longo prazo
2.3. A poupança
3. Fatores de incerteza
3.1. No rendim ento (e.g. desem prego, divórcio, redução salarial, prom oção)
3.2. Nas despesas (e.g. doença, acidente)
4. Precaução
4.1. Constituição de um 'fundo de em ergência' para fazer face a im previstos
4.2. Im portância dos seguros (e.g. acidentes, saúde)
5. Conta de depósitos à ordem
5.1. Abertura da conta à ordem : elem entos de identificação
5.2. Tipo de conta: individual, solidária e conjunta
5.3. Movim entação e saldo da conta: saldo disponível, saldo contabilístico e saldo autorizado
5.4. Form as de controlar os m ovim entos e o saldo da conta à ordem
5.5. Custos de m anutenção da conta de depósitos à ordem
5.6. Descobertos autorizados em conta à ordem : vantagens e custos
6. Meios de pagam ento
6.1. Notas e m oedas
6.2. Cheques: tipos de cheques (e.g. cruzados, não à ordem ), endosso
6.3. Débitos diretos: dom iciliação de pagam entos, cancelam ento
6.4. Transferências interbancárias
6.5. Cartões de débito
6.6. Cartões de crédito

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9821 Produtos financeiros básicos 50 horas

1. Distinguir entre depósitos à ordem e depósitos a prazo.


2. Caraterizar a diferença entre cartões de débito e de crédito.
3. Caraterizar os principais tipos de em préstim os com ercializados pelas instituições de
Objetivos crédito para clientes particulares.
4. Caracterizar os principais tipos de seguros.
5. Identificar os direitos e deveres do consum idor financeiro.
6. Caracterizar diversos tipos de fraude.

Conteúdos
1. Depósitos à ordem vs. depósito a prazo
1.1. Rem uneração e liquidez
1.2. Características dos depósitos a prazo: rem uneração (conceitos de TANB, TANL, TANB m édia), reforços e
m obilização
1.3. O fundo de garantia de depósito
2. Cartões bancários: cartões de débito, cartões de crédito, cartões de débito diferido, cartões m istos
3. Tipos de crédito bancário: crédito à habitação, crédito pessoal, crédito autom óvel (clássico vs leasing), cartões
de crédito, descobertos bancários
3.1. Principais características: regim e de prestações, regim e de tax a, crédito revolving
3.2. Conceitos: m ontante do crédito, prestação, tax a de juro (TAN), TAE e TAEG
3.3. Custos do crédito: juros, com issões, despesas, seguros e im postos
4. Tipos de seguros: autom óvel (responsabilidade civil vs. danos próprios), acidentes de trabalho, incêndio, vida,
saúde
4.1. Principais características: seguros obrigatórios vs seguros facultativos, coberturas, prém io, declaração do
risco, participação do sinistro, regularização do sinistro (seguro autom óvel), cessação do contrato
4.2. Conceitos: apólice, prém io, capital seguro, m ultirriscos, tom ador do seguro vs segurado, franquia, período
de carência, princípio indem nizatório, resgate, estorno; e no âm bito do seguro autom óvel: carta verde,
declaração am igável, certificado de tarifação, indem nização direta ao segurado
5. Tipos de produtos de investim ento: ações, obrigações, fundos de investim ento e fundos de pensões
5.1. Receção e ex ecução de ordens
5.2. Registo e depósito de Valores Mobiliários
5.3. Consultoria para investim ento
6. Contratação de serviços financeiros à distância: internet, telefone
7. Direitos e deveres do consum idor financeiro
7.1. Entidades reguladoras das instituições financeiras
7.2. Legislação de proteção dos consum idores de produtos e serviços financeiros
7.3. Direito a reclam ar e form as de o fazer
7.4. Direito à inform ação pré-contratual, contratual e durante a vigência do contrato (e.g. Preçários, Fichas de
Inform ação Norm alizadas, m inutas de contratos, cópias do contrato e ex tratos)
7.5. Dever de prestação de inform ação verdadeira e com pleta
8. A aquisição de produtos financeiros com o um contrato entre a instituição financeira e o consum idor
9. Precaução contra a fraude
9.1. Instituições autorizadas a ex ercer a atividade

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9.2. Fraudes m ais com uns com produtos financeiros (e.g. phishing, notas falsas,
9.3. utilização indevida de cheques e cartões) e sinais a que deve estar atento
9.4. Proteção de dados pessoais e códigos
9.5. Entidades a que deve recorrer em caso de fraude ou de suspeita de fraude

9822 Poupança – conceitos básicos 25 horas

1. Reconhecer a im portância da poupança relacionando-a com os objetivos da vida.


2. Utilizar um conjunto de noções básicas de m atem ática financeira que apoiam a
tom ada de decisões financeiras.

Objetivos 3. Relacionar rem uneração e risco utilizando essa relação com o ferram enta de aux ílio
nas decisões de aplicações de poupança.
4. Identificar as características de alguns produtos financeiros onde a poupança pode ser
aplicada.
5. Identificar elem entos de com paração dos produtos financeiros.

Conteúdos
1. Poupança
1.1. A im portância da poupança no ciclo de vida: m aio para acom odar oscilações de rendim ento e de
despesas, para fazer face a im previstos, para concretizar objetivos de longo prazo e para acum ular
patrim ónio
1.2. Com portam entos básicos de poupança (e.g. fazer um orçam ento, racionar despesas não prioritárias,
envolver a fam ília, avaliar e aproveitar descontos, etc.)
2. Noções básicas sobre juros
2.1. Regim e de juros sim ples e de juros com postos
2.2. Tax a de juro nom inal vs. tax a de juro real
2.3. Tax a de juro nom inal vs. tax a de juro efetiva
3. Relação entre rem uneração e o risco
3.1. A rendibilidade esperada, o risco e a liquidez
4. Características de alguns produtos financeiros
4.1. Depósitos a prazo (e.g. tipo de rem uneração, tax a de juro, prazo, m obilização antecipada)
4.2. Certificados de aforro (e.g. rem uneração, m obilização)
4.3. O brigações do tesouro (e.g. tax a de cupão, m aturidade, valor de reem bolso, valor nom inal)
4.4. O brigações de em presas (e.g. tax a de cupão, m aturidade, valor de reem bolso, valor nom inal)
4.5. Ações
4.5.1. O valor de um a ação e o valor de um a em presa
4.5.2. Custos associados ao investim ento em ações (com issões de guarda de títulos, de depósito ou de
custódia, tax as de bolsa)
4.5.3. Aspetos a ter em conta no investim ento em ações
5. Fundos de Investim ento: conceito e noções básicas
6. Seguros de vida (âm bito da garantia, custo real, redução e resgate, rendim ento m ínim o garantido, participação
nos resultados, noções de regim e fiscal)
7. Fundos de pensões
7.1. Fundos de pensões vs. - Planos de pensões
7.2. Espécies m ais relevantes: fundos de pensões PPR/E

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8. O utros ativos: m oeda, ouro, etc.

9823 Crédito e endividamento 50 horas

1. Definir o conceito de dívida e de tax a de esforço.


2. Avaliar os custos do crédito.
Objetivos
3. Com parar propostas alternativas de crédito.
4. Caracterizar os direitos e deveres associados ao recurso ao crédito.

Conteúdos
1. Recurso ao crédito: vantagens e desvantagens do endividam ento
2. Necessidades financeiras e finalidade do crédito (e.g. casa, carro, saúde, educação)
3. Encargos com os em préstim os: juros, com issões, despesas, seguros e im postos
3.1. Conceito de tax a de juro anual nom inal (TAN), TAE e TAEG
3.2. Principais tipos de com issões: iniciais, m ensais, am ortização antecipada, incum prim ento
3.3. Seguros de vida e de proteção do crédito
4. Reem bolso do em préstim o
4.1. O prazo do em préstim o: fix o, revolving, curto prazo, longo prazo
4.2. Modalidades de reem bolso e conceito de prestação m ensal
4.3. Carência e diferim ento de capital
5. Em préstim os em regim e de tax a fix a e em regim e de tax a variável
5.1. Vantagens e desvantagens e relação entre o regim e e o valor da tax a de juro
5.2. O index ante (tax a de juro de referência) e o spread
5.3. Fatores que influenciam o com portam ento das tax as de juro de referência e a fix ação do spread
6. Elem entos do em préstim o
6.1. Relação entre o valor da prestação, a tax a de juro e o prazo
6.2. Relação entre o m ontante do crédito, o prazo e total de juros a pagar
6.3. Relação entre variação da tax a de juro e a variação da prestação m ensal
7. Crédito à habitação e crédito aos consum idores (crédito pessoal, crédito autom óvel, cartões de crédito, linhas
de crédito e descobertos bancários)
7.1. Principais características
7.2. Inform ação pré-contratual, contratual e durante a vigência do contrato
7.3. Am ortização antecipada dos em préstim os
7.4. Livre revogação no crédito aos consum idores
8. Crédito autom óvel clássico vs. em leasing: regim e de propriedade e seguros obrigatórios
9. Crédito revolving: cartões de crédito, linhas de crédito e descobertos bancários
9.1. Form as de utilização, m odalidades de pagam ento e custos associados
10. Critérios relevantes para a com paração de diferentes propostas de crédito
10.1. Avaliação da solvabilidade: conceito de risco de crédito
10.2. Rendim ento disponível, despesas fix as e tax a de esforço dos com prom issos financeiros
10.3. Valor e tipo de garantias (e.g. hipoteca e penhor, fiança e aval, seguros)
10.4. Mapa de responsabilidades de crédito

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11. Tipos de instituições que concedem crédito e interm ediários de crédito (e.g. o crédito no ponto de venda)
12. O papel do fiador e as responsabilidades assum idas
13. Regim e de responsabilidade no pagam ento de em préstim os conjuntos
14. Consequências do incum prim ento: juros de m ora, histórico de crédito, penhora de bens, ex ecução de
hipotecas e insolvência
15. O sobre-endividam ento: com o evitar e onde procurar ajuda

9824 Funcionamento do sistema financeiro 25 horas

1. Caracterizar o papel dos bancos na interm ediação financeira.


2. Identificar as funções de um banco central.
Objetivos 3. Identificar as funções do m ercado de capitais.
4. Identificar as funções dos seguros.
5. Ex plicar o funcionam ento do sistem a financeiro.

Conteúdos
1. O papel dos bancos na interm ediação financeira (i.e. enquanto recetores de depósitos e financiadores da
econom ia)
2. O papel dos Bancos Centrais
2.1. O papel do Banco Central Europeu e a sua m issão de estabilidade de preços: tax a de juro e tax a de
inflação
2.2. As funções da m oeda
2.3. Tax as de juro de referência (e.g. Euribor, tax a de juro de referência do Banco Central Europeu)
2.4. Moedas estrangeiras e tax a de câm bio
3. As funções do m ercado de capitais
3.1. O m ercado de capitais enquanto alternativa ao financiam ento bancário
3.2. O m ercado de capitais na oferta de produtos de investim ento (ações, obrigações e fundos de
investim ento)
3.3. Tipos de serviços financeiros: receção e ex ecução de ordens; registo e depósito de Valores Mobiliários;
consultoria para investim ento; plataform as de negociação
3.4. Noções de gestão de carteira
4. As funções dos seguros
4.1. Indem nização de perdas
4.2. Prevenção de riscos
4.3. Form ação de poupança
4.4. Garantia
5. Tipo de instituições financeiras autorizadas (e.g. bancos, instituições financeiras de crédito, em presas de
seguros, m ediadores de seguros, sociedades gestoras de fundos de pensões, sociedades gestoras de fundos
de investim ento, sociedades financeiras de corretagem e sociedades corretoras)
6. O papel do sistem a financeiro no progresso tecnológico e no financiam ento do investim ento

9825 Poupança e suas aplicações 50 horas

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REFERENCIAL DE FORMAÇÃO | Técnico/a de Gestão da Produção em Madeira e Mobiliário - Nível 4 | 08/04/2021
1. Reconhecer a im portância de planear a poupança
2. Distinguir critérios de avaliação de produtos financeiros.
Objetivos
3. Com parar produtos financeiros em função de objetivos.
4. Selecionar aplicações de poupança em função de objetivos.

Conteúdos
1. Poupança
1.1. A im portância da poupança no ciclo de vida: m eio para acom odar oscilações de rendim ento e de
despesas, para fazer face a im previstos, para concretizar objetivos de longo prazo e para acum ular
patrim ónio
1.2. Com portam entos básicos de poupança (e.g. fazer um orçam ento, racionar despesas não prioritárias,
envolver a fam ília, avaliar e aproveitar descontos, etc.)
2. Noções básicas de m atem ática financeira
2.1. Regim e de juros sim ples e de juros com postos
2.2. Tax a de juro nom inal vs. tax a de juro real
2.3. Tax as de juro nom inais, efetivas e equivalentes
2.4. Rendas financeiras
3. Relação entre rem uneração e o risco
3.1. A rendibilidade esperada, o risco e a liquidez
3.2. As tipologias de risco e a sua gestão
4. Características de alguns produtos financeiros
4.1. Depósitos a prazo (e.g. tipo de rem uneração, tax a de juro, prazo, m obilização antecipada)
4.2. Certificados de aforro (e.g. rem uneração, m obilização)
4.3. O brigações do tesouro (e.g. tax a de cupão, m aturidade, valor de reem bolso, valor nom inal)
4.4. O brigações de em presas (e.g. tax a de cupão, m aturidade, valor de reem bolso, valor nom inal)
4.5. Ações
4.5.1. O valor de um a ação e o valor de um a em presa
4.5.2. Custos associados ao investim ento em ações (com issões de guarda de títulos, de depósito ou de
custódia, tax as de bolsa)
4.5.3. Aspetos a ter em conta no investim ento em ações
4.5.4. Fundos de Investim ento
4.5.5. Fundos harm onizados vs. fundos não harm onizados; fundos fechados vs fundos abertos
4.5.6. Tipologias dos fundos de investim ento: fundos especiais de investim ento; fundos poupança
reform a; fundos de fundos; fundos de obrigações; fundos poupança ações; fundos de tesouraria;
fundos do m ercado m onetário; fundos m istos; fundos flex íveis
4.5.7. O utros organism os de investim ento coletivo: fundos de investim ento im obiliário; fundos de
titularização de créditos; fundos de capital de risco
4.5.8. Encargos na subscrição de fundos de investim ento (com issões de subscrição, com issões de resgate,
com issões de gestão)
4.6. Seguros de vida (âm bito da garantia, custo real, redução e resgate, rendim ento m ínim o garantido,
participação nos resultados, noções de regim e fiscal)
4.7. Fundos de pensões
4.7.1. Fundos de pensões vs. Planos de pensões
4.7.2. Classificações dos fundos de pensões/planos de pensões: fechados vs. abertos; adesões coletivas
(contributivas vs. não contributivas) vs. adesões individuais; de contribuição definida vs de benefício
definido
4.7.3. Espécies m ais relevantes: fundos de pensões PPR/E.

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REFERENCIAL DE FORMAÇÃO | Técnico/a de Gestão da Produção em Madeira e Mobiliário - Nível 4 | 08/04/2021
4.7.4. Benefícios: pensão vs. capital, diferim ento, transferibilidade, previsão de direitos adquiridos
4.7.5. O utros ativos: m oeda, ouro, etc.
4.7.6. Produtos financeiros
4.7.7. Poupar de acordo com objetivos
4.7.8. Liquidez, rendibilidade e risco
4.7.9. Rem uneração bruta vs. rem uneração líquida
4.7.10. Medidas de avaliação de perform ance
4.7.11. O papel do research

10746 Segurança e Saúde no Trabalho – situações 25 horas


epidémicas/pandémicas

1. Identificar o papel e funções do responsável na em presa/organização pelo apoio aos


Serviços de Segurança e Saúde no Trabalho na gestão de riscos profissionais em
situações de epidem ias/pandem ias no local de trabalho.
2. Reconhecer a im portância das diretrizes internacionais, nacionais e regionais no
quadro da prevenção e m itigação de epidem ias/pandem ias no local de trabalho e a
necessidade do seu cum prim ento legal.
Objetivos 3. Apoiar os Serviços de Segurança e Saúde no Trabalho na im plem entação do Plano de
Contingência da organização/em presa, em articulação com as entidades e estruturas
envolvidas e de acordo com o respetivo protocolo interno, assegurando a sua
atualização e im plem entação.
4. Apoiar na gestão das m edidas de prevenção e proteção dos trabalhadores, clientes
e/ou fornecedores, garantindo o seu cum prim ento em todas as fases de
im plem entação do Plano de Contingência, designadam ente na reabertura das
atividades económ icas.

Conteúdos
1. Papel do responsável pelo apoio aos Serviços de Segurança e Saúde no Trabalho na gestão de riscos
profissionais em cenários de ex ceção
1.1. Deveres e direitos dos em pregadores e trabalhadores na prevenção da epidem ia/pandem ia
1.2. Funções e com petências – planeam ento, organização, ex ecução, avaliação
1.3. Cooperação interna e ex terna – diferentes atores e equipas
1.4. Medidas de intervenção e prevenção para trabalhadores e clientes e/ou fornecedores – Plano de
Contingência da em presa/organização (procedim entos de prevenção, controlo e vigilância em articulação
com os Serviços de Segurança e Saúde no Trabalho da em presa, trabalhadores e respetivas estruturas
representativas, quando aplicável)
1.5. Com unicação e Inform ação (diversos canais) – participação dos trabalhadores e seus representantes
1.6. Auditorias periódicas às atividades económ icas, incluindo a com ponente com portam ental (m anutenção do
com portam ento seguro dos trabalhadores)
1.7. Recolha de dados, reporte e m elhoria contínua
2. Plano de Contingência
2.1. Legislação e diretrizes internacionais, nacionais e regionais
2.2. Articulação com diferentes estruturas – do sistem a de saúde, do trabalho e da econom ia e Autoridades
Com petentes
2.3. Com unicação interna, diálogo social e participação na tom ada de decisões
2.4. Responsabilidade e aprovação do Plano
2.5. Disponibilização, divulgação e atualização do Plano (diversos canais)
2.6. Política, planeam ento e organização

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2.7. Procedim entos a adotar para casos suspeitos e confirm ados de doença infeciosa (isolam ento, contacto
com assistência m édica, lim peza e desinfeção, descontam inação e arm azenam ento de resíduos, vigilância
de saúde de pessoas que estiveram em estreito contacto com trabalhadores/as infetados/as)
2.8. Avaliação de riscos
2.9. Controlo de riscos – m edidas de prevenção e proteção
2.9.1. Higiene, ventilação e lim peza do local de trabalho
2.9.2. Higiene das m ãos e etiqueta respiratória no local de trabalho ou outra, em função da tipologia da
doença e via(s) de transm issão
2.9.3. Viagens de caráter profissional, utilização de veículos da em presa, deslocações de/e para o trabalho
2.9.4. Realização de reuniões de trabalho, visitas e outros eventos
2.9.5. Deteção de tem peratura corporal e auto m onitorização dos sintom as
2.9.6. Equipam ento de Proteção Individual (EPI) e Coletivo (EPC) – utilização, conservação, higienização e
descarte
2.9.7. Distanciam ento físico entre pessoas, reorganização dos locais e horários de trabalho
2.9.8. Form ação e inform ação
2.9.9. Trabalho presencial e teletrabalho
2.10. Proteção dos trabalhadores m ais vulneráveis e grupos de risco – adequação da vigilância
3. Revisão do Plano de Contingência, adaptação das m edidas e verificação das ações de m elhoria
4. Manual de Reabertura das atividades económ icas
4.1. Diretrizes organizacionais – m odelo inform ativo, fases de intervenção, form ação e com unicação
4.2. Indicações operacionais – precauções básicas de prevenção e controlo de infeção, condições de proteção
antes do regresso ao trabalho presencial e requisitos de segurança e saúde no local de trabalho
4.3. Gestão de riscos profissionais – fatores de risco psicossocial, riscos biom ecânicos, riscos profissionais
associados à utilização prolongada de EPI, riscos biológicos, quím icos, físicos e ergonóm icos
4.4. Condições de proteção e segurança para os consum idores/clientes
4.5. Q ualidade e segurança na prestação do serviço e/ou entrega do produto – operação segura,
disponibilização de EPI, m aterial de lim peza de uso único, entre outros, descontam inação
4.6. Q ualidade e segurança no m anuseam ento, dispensa e pagam ento de produtos e serviços
4.7. Sensibilização e prom oção da saúde – capacitação e com bate à desinform ação, saúde pública e SST
4.8. Transform ação digital – novas form as de trabalho e de consum o

10759 Teletrabalho 25 horas

1. Reconhecer o enquadram ento legal, as m odalidades de teletrabalho e o seu im pacto


para a organização e trabalhadores/as.
2. Identificar o perfil e papel do/a teletrabalhador/a no contex to dos novos desafios
laborais e ocupacionais e das políticas organizacionais.
3. Identificar e selecionar ferram entas e plataform as tecnológicas de apoio ao trabalho
rem oto.
Objetivos 4. Adaptar o am biente de trabalho rem oto ao regim e de trabalho à distância e
im plem entar estratégias de com unicação, produtividade, m otivação e de confiança em
am biente colaborativo.
5. Aplicar as norm as de segurança, confidencialidade e proteção de dados
organizacionais nos processos de com unicação e inform ação em regim e de
teletrabalho.
6. Planear e organizar o dia de trabalho em regim e de teletrabalho, assegurando a
conciliação da vida profissional com a vida pessoal e fam iliar.

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Conteúdos
1. Teletrabalho
1.1. Conceito e caracterização em contex to tradicional e em cenários de ex ceção
1.2. Enquadram ento legal, regim e, m odalidades e negociação
1.3. Deveres e direitos dos/as em pregadores/as e teletrabalhadores
1.4. Vantagens e desafios para os/as teletrabalhadores e para a sociedade
2. Com petências do/a teletrabalhador/a
2.1. Com petências com portam entais e atitudinais – capacidade de adaptação à m udança e ao novo am biente
de trabalho, autom otivação, autodisciplina, capacidade de inter-relacionam ento e socialização a distância,
valorização do com prom isso e adesão ao regim e de teletrabalho
2.2. Com petências técnicas – utilização de tecnologias e ferram entas digitais, gestão do tem po, gestão por
objetivos, ferram entas colaborativas, capacitação e literacia digital
3. Pessoas, produtividade e bem -estar em contex to de teletrabalho
3.1. Gestão da confiança
3.1.1. Prom oção dos valores organizacionais e valorização de um a m issão coletiva
3.1.2. Acom panham ento perm anente e reforço de canais de com unicação (abertos e transparentes)
3.1.3. Partilha de planos organizacionais de ajustam ento e distribuição do trabalho e dissem inação de
boas práticas
3.1.4. Identificação de sinais de alerta e gestão dos riscos psicossociais
3.2. Gestão da distância
3.2.1. Sensibilização, capacitação e prom oção da segurança e saúde no trabalho
3.2.2. Reorganização dos locais e horários de trabalho
3.2.3. Equipam entos, ferram entas, program as e aplicações inform áticas e am bientes virtuais (trabalho
colaborativo)
3.2.4. Motivação e feedback
3.2.5. Cum prim ento dos tem pos de trabalho (disponibilidade contratualizada)
3.2.6. Reconhecim ento das ex igências e dificuldades associadas ao trabalho rem oto
3.2.7. Gestão da eventual sobreposição do trabalho à vida pessoal
3.2.8. Controlo e proteção de dados pessoais
3.2.9. Confidencialidade e segurança da inform ação e da com unicação
3.2.10. Assistência técnica rem ota
3.3. Gestão da inform ação, reuniões e eventos (à distância e/ou presenciais)
3.4. Form ação e desenvolvim ento de novas com petências
3.5. Transform ação digital – novas form as de trabalho
4. Desem penho profissional em regim e de teletrabalho
4.1. O rganização do trabalho
4.2. Am biente de trabalho – ilum inação, tem peratura, ruído
4.3. Espaço de e para o teletrabalho
4.4. Mobiliário e equipam entos inform áticos – condições ergonóm icas adaptadas ao novo contex to de trabalho
4.5. Pausas program adas
4.6. Riscos profissionais e psicossociais
4.6.1. Salubridade laboral, ocupacional, individual, psíquica e social
4.6.2. Avaliação e controlo de riscos
4.6.3. Acidentes de trabalho
4.7. Gestão do isolam ento

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