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Resumo Corrente Eletrica

 O documento discute circuitos elétricos, incluindo a corrente elétrica, diferença de potencial, resistência e tipos de circuitos (série e paralelo). Explica como a eletricidade é essencial para o bem-estar humano e como funciona a corrente elétrica a nível atômico.

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margarida costa
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Resumo Corrente Eletrica

 O documento discute circuitos elétricos, incluindo a corrente elétrica, diferença de potencial, resistência e tipos de circuitos (série e paralelo). Explica como a eletricidade é essencial para o bem-estar humano e como funciona a corrente elétrica a nível atômico.

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II – CIRCUITOS ELÉCTRICOS

No nosso dia-a-dia não nos damos conta da importância que a electricidade tem no nosso bem-
estar. No entanto, quase tudo o que fazemos depende dela. A energia eléctrica contribui
imenso para a melhoria da qualidade de vida. Esta forma de energia tem muitas aplicações e
isto deve-se ao facto de ser facilmente transformada noutras formas de energia e de poder
ser transportada por fios até ao local em que é necessária.
Mas a obtenção de energia eléctrica em grande escala é uma das principais fontes de poluição
do nosso planeta e alguns dos materiais que se utilizam para a sua produção são esgotáveis.
Assim é necessário utilizá-la racionalmente.

A utilização da electricidade requer a aplicação de certas regras de segurança.


(Ficha informativa nº1)

CORRENTE ELÉCTRICA

EXPERIÊNCIA
- Barra de plástico e bocadinhos de papel
1 – Aproxima-se a barra dos papelinhos
2 – Fricciona-se a barra num pano de lã e aproxima-se novamente a barra dos papelinhos

Os fenómenos ligados à electrização de corpos foram, durante muitos anos, associados à magia
e ao mistério. Na altura, nada se conhecia acerca do átomo e da sua constituição. Hoje, os
fenómenos de electrização são interpretados com base na teoria que explica a estrutura da
matéria, ou seja:
 Toda a matéria é formada por átomos, sendo estes constituídos por protões, electrões
e neutrões. Protões e neutrões constituem o núcleo do átomo e os electrões giram à sua
volta.
 Os protões são partículas com carga eléctrica positiva, os neutrões não têm carga e os
electrões têm carga eléctrica negativa.
 Um corpo diz-se electricamente neutro se possui tantos protões como electrões.
 Quando um corpo recebe electrões fica carregado negativamente e quando perde fica
carregado positivamente.

CIRCUITOS ELÉCTRICOS

Um circuito eléctrico é um conjunto de elementos ou componentes ligados numa dada


sequência. Cada elemento de um circuito eléctrico tem uma determinada função a
desempenhar. Os componentes de um circuito eléctrico representam-se por símbolos
normalizados. Estes símbolos, usados internacionalmente, permitem a visualização simples e
rápida da constituição desses circuitos. Todos os elementos de um circuito eléctrico possuem
dois terminais; são estes que permitem estabelecer a ligação entre os diferentes receptores,
aparelhos de medida e gerador através dos fios de ligação.
(Ficha informativa n º2)
1
Para se montar um circuito eléctrico é necessário termos alguns componentes do circuito, tais
como:
 Fonte de energia – são todos os componentes que produzem energia eléctrica a partir
de outra forma de energia ou que fornecem energia eléctrica.

 Receptor de energia – são todos os componentes que transformam a energia eléctrica


que lhes é transferida noutra forma de energia.

 Materiais condutores – são todos os materiais que deixam passar bem a corrente
eléctrica.

 Circuito eléctrico – é um caminho para a corrente eléctrica.

 Corrente eléctrica – é devida ao fluxo de electrões que transportam energia eléctrica


que recebem de uma fonte.

O QUE É A CORRENTE ELÉCTRICA?

Quando se estabelece um circuito eléctrico, há uma corrente eléctrica que flúi no circuito. Já
vimos que toda a matéria é formada por átomos, sendo estes constituídos por protões,
neutrões e electrões.
O que acontece durante o processo de electrização é que há transferência de electrões,
ou seja, o movimento de electrões de um corpo para outro. Ambos vão ficar carregados
electricamente. O corpo que perde electrões adquire carga eléctrica positiva e o que
recebe fica com carga eléctrica negativa.

Define – se corrente eléctrica como o movimento de cargas eléctricas de um corpo para


outro, durante um certo intervalo de tempo. Assim, para que se obtenha um movimento
ordenado e contínuo de cargas eléctricas é necessário existirem:

 Partículas com carga eléctrica que tenham facilidade em mover-se – electrões;


 Meios materiais por onde as cargas se movimentem – pode ser sólido, líquido e gasoso.
 Dispositivos que mantenham um desequilíbrio eléctrico e que forneçam a energia
necessária para que as cargas se movimentem.

SENTIDO CONVENCIONAL E SENTIDO REAL DA CORRENTE ELÉCTRICA

Para indicar o sentido da corrente eléctrica, utilizam-se dois critérios opostos:


1. Sentido convencional – os físicos convencionaram que o sentido da corrente eléctrica é do
pólo positivo + para o pólo negativo –
2. Sentido real – o sentido do fluxo de electrões é sempre do pólo negativo – para o pólo
positivo +

2
CIRCUITOS ELÉCTRICOS ABERTOS E FECHADOS

Os circuitos eléctricos podem ser abertos ou fechados.


 Nos circuitos abertos o interruptor está aberto, não há passagem de corrente
eléctrica. Diz-se que o circuito está aberto.
 Nos circuitos fechados o interruptor está fechado, há passagem de corrente eléctrica.
Diz-se que o circuito está fechado.

COMO SE REPRESENTAM OS CIRCUITOS ELÉCTRICOS

É habitual esquematizar os circuitos eléctricos. Para isso utilizam-se símbolos convencionais


para cada componente. (ficha informativa nº 2)

Ao conjunto de dispositivos por onde circulam as cargas eléctricas que constituem a corrente
eléctrica chamamos circuito eléctrico. Para termos um circuito eléctrico são necessários
alguns dispositivos, tais como:

 Fonte de energia – fornece energia às partículas que constituem a corrente


eléctrica.
 1 ou mais receptores – que transferem a energia eléctrica que chega até eles.
 Fios de ligação – são o elo que estabelece a ligação entre a fonte e o receptor.
 1 ou mais interruptores – permitem controlar o funcionamento do circuito eléctrico.

CIRCUITOS ELÉCTRICOS EM SÉRIE E EM PARALELO

Num circuito eléctrico podem instalar-se em simultâneo vários receptores. Há 2 maneiras de


instalar os receptores nos circuitos eléctricos: em série e em paralelo.

 Circuito eléctrico em série – a corrente eléctrica percorre um caminho único. Se 1


lâmpada se fundir a outra não acende.
 Circuito eléctrico em paralelo – a corrente eléctrica percorre vários caminhos. Se 1
lâmpada se fundir a outra acende.

INTENSIDADE DA CORRENTE ELÉCTRICA - I

É uma grandeza física que corresponde à quantidade de carga eléctrica que passa, por unidade
de tempo, numa secção do circuito.

 Símbolo – I
 Unidade de medida SI – ampere – A
 Aparelho de medida – amperímetro – é sempre instalado em série, as duas
extremidades não podem ser ligadas directamente a uma fonte de alimentação, o pólo +

3
do aparelho tem de ser ligado ao pólo + da fonte e o pólo – do aparelho ao pólo – da
fonte.
Se a intensidade da corrente eléctrica variar num dado circuito, isto não quer dizer que
varia o número de electrões em circulação, mas sim a velocidade da sua circulação, ou
seja, a quantidade de cargas eléctricas existentes num dado circuito não se altera, logo se não
houver ramificações a intensidade da corrente eléctrica é a mesma em qualquer ponto do
circuito.

CONCLUSÃO:

 Nos circuitos em série, a intensidade da corrente eléctrica é igual em qualquer ponto do


circuito, independentemente dos diversos componentes desse circuito.

 Nos circuitos em paralelo, a intensidade da corrente no ramo principal do circuito é igual à


soma das intensidades das correntes que passam nos ramos em paralelo.

DIFERENÇA DE POTENCIAL – d.d.p.

É uma grandeza física que mede a quantidade de energia eléctrica fornecida pelos geradores.
Quanto maior for a diferença de potencial nos terminais de um gerador, maior é a quantidade
de energia eléctrica fornecida a um receptor.

 Símbolo – U
 Unidade de medida SI – volt - V
 Aparelho de medida – voltímetro – é sempre instalado em paralelo com o componente
em cujos terminais se pretende medir a d.d.p.. no caso de CC, o pólo + do aparelho tem
de ser ligado ao pólo + da fonte e o pólo – do aparelho ao pólo – da fonte.

Outras unidades de medida - 1kV = 1000 V 1 MV = 1 000 000 V 1 GV = 1 000 000 000 V

CONCLUSÃO:

 Num circuito em série, a d.d.p. nos terminais da associação dos geradores é igual à soma da
d.d.p. nos terminais de cada um dos geradores.
U = U 1 + U2

 Num circuito em paralelo, a d.d.p. nos terminais da associação dos geradores é igual à d.d.p.
nos terminais de cada um dos geradores.
U = U 1 = U2

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MATERIAIS CONDUTORES E MATERIAIS NÃO CONDUTORES DA CORRENTE
ELÉCTRICA

Os materiais podem ser classificados quanto à sua maior ou menor capacidade para conduzir a
corrente eléctrica. Assim.
 Materiais bons condutores da corrente eléctrica – são todos os materiais que
conduzem bem (deixam-se atravessar) a corrente eléctrica. Exemplos: cobre e outros
metais, o corpo humano, o ar húmido, a água, a grafite, soluções aquosas de sulfato de
cobre, ácido sulfúrico, etc.

 Materiais maus condutores da corrente eléctrica – são todos os materiais que não
conduzem bem (não se deixam atravessar) a corrente eléctrica. Exemplos: plástico,
vidro, borracha, madeira, porcelana, lã, seda, ar seco, etc.

Esta diferença de comportamentos entre os diferentes materiais deve-se ao facto dos


mesmos serem feitos de substâncias diferentes, logo nuns os electrões encontram-se mais
afastados dos núcleos tendo por isso maior mobilidade.

RESISTÊNCIA ELÉCTRICA DE UM CONDUTOR – LEI DE OHM

Como viste alguns materiais são bons condutores e outros maus condutores da corrente
eléctrica. Mesmo os bons condutores oferecem resistência à passagem da corrente eléctrica.

Um condutor pode oferecer maior ou menor oposição ao movimento das cargas eléctricas, isto
é, à passagem da corrente eléctrica.

RESISTÊNCIA ELÉCTRICA – R

É uma grandeza física que mede a oposição que um condutor oferece à passagem da corrente
eléctrica.

 Símbolo – R
 Unidade de medida SI – ohm - 
 Aparelho de medida – ohmímetro – é sempre ligado aos terminais do condutor sem que
este esteja em funcionamento.
U
 Pode ser calculado: R 
I

 Maior U – maior R
 Maior I – menor R

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LEI DEOHM
NUM CONDUTOR FILIFORME E HOMOGÉNEO, A UMA DADA TEMPERATURA, A
DIFERENÇA DE POTENCIAL ENTRE OS SEUS EXTREMOS É DIRECTAMENTE
PROPORCIONAL À INTENSIDADE DA CORRENTE QUE O PERCORRE, OU SEJA, A
SUA RESISTÊNCIA É CONSTANTE.

 Chama-se condutor óhmico ou linear a todo o condutor em relação ao qual se aplica a lei de
ohm.
 Os restantes chamam-se condutores não óhmicos ou não lineares.

ENERGIA ELÉCTRICA E POTÊNCIA ELÉCTRICA

Como sabes, os receptores eléctricos precisam de energia para o seu funcionamento. A


energia que consumimos durante um certo tempo é medida em quilowatts – hora – kWh, pelos
contadores da electricidade. A factura da electricidade indica quantos quilowatts – hora
foram consumidos, o período de tempo a que se referem, o preço de cada kWh. A energia
referida na factura relaciona-se com o tempo dos aparelhos eléctricos utilizados durante esse
período de tempo.

POTÊNCIA ELÉCTRICA – P

A potência eléctrica é uma grandeza física que mede a energia eléctrica que o receptor
transforma em outras formas de energia, em cada unidade de tempo.

 Símbolo – P
 Unidade de medida SI – W – watt
 Aparelho de medida – wattímetro

E
P
t
P – potência eléctrica – Watt – W ou quilowatt - kW
E – energia eléctrica – Joule – J ou quilowatt – hora - kWh
t – tempo – segundo – s ou hora - h

1 kW = 1000 W 1 W = 0,001kW

E E
P E  Pt t
t P

Os motores eléctricos são receptores de energia eléctrica, a qual vão transformar em energia
mecânica. Também ocorre nos motores eléctricos dissipação de energia (perdas) sob a forma
de calor, isto porque eles aquecem quando estão em funcionamento.

6
POTÊNCIA E INTENSIDADE DA CORRENTE ELÉCTRICA

A potência dos receptores relaciona-se com a diferença de potencial nos seus terminais e a
intensidade da corrente do seguinte modo:
P U I
P – potência eléctrica – W
U – diferença de potencial – V
I – intensidade da corrente - A

E E
P E  Pt t
t P

Se substituirmos P = U x I, temos:
E  U  I t

EFEITOS DA CORRENTE ELÉCTRICA

Já viu a corrente eléctrica? O movimento das cargas no interior dos condutores não pode ser
observado directamente. Apenas conseguimos observar os efeitos da passagem da corrente
eléctrica. Estes efeitos podem ser:

1. Efeito químico – a energia transforma-se em energia química

Sempre que a corrente eléctrica passa através de soluções que contenham iões, ocorrem
reacções químicas junto dos eléctrodos. Exemplos: “carregar uma bateria”.

2. Efeito térmico – a energia transforma-se em calor

A energia eléctrica também se transforma em energia térmica nos diferentes receptores de


um circuito. Exemplos: “torradeira, secador, …”.

Este efeito é conhecido como efeito térmico ou efeito de Joule. A lei que o traduz é a LEI
DE JOULE

E  R  I 2  t

E – energia eléctrica transformada pelo receptor


R – resistência eléctrica do receptor
I – intensidade da corrente que percorre o receptor
t = intervalo de tempo de funcionamento do receptor

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O efeito de Joule, que está presente quando o condutor é percorrido por uma corrente
eléctrica é útil em certas situações mas pouco conveniente noutras. Numa lâmpada, a energia
libertada sob a forma de calor por efeito de Joule é inútil, pois o objectivo da utilização da
lâmpada não é o aquecimento. Dizemos, então, que a energia libertada sob a forma de calor é
energia dissipada.

Quando utilizamos um ferro de engomar, estamos a aproveitar o calor resultante do efeito de


Joule no condutor que está instalado na base do ferro. Dizemos então que a energia obtida por
efeito de Joule é energia útil.

3. Efeito magnético – a energia transforma-se em energia magnética

A passagem da corrente eléctrica num condutor cria à sua volta um campo magnético.
Exemplos: “electroíman”

ELECTROMAGNETISMO

O magnetismo é uma propriedade que alguns corpos têm. É o caso dos ímanes. Os ímanes
atraem objectos de ferro ou de aço. Há no entanto, outros materiais que não são atraídos
pelos ímanes, como é o caso do papel.

Na natureza existem ímanes naturais e ímanes artificiais.

- Os ímanes naturais – como é o caso da magnetite, que é um minério de ferro, atrai ferro em
pó ou limalha de ferro.

- Os ímanes artificiais – são feitos de ferro e aço. Actualmente existem as cerâmicas


magnéticas que são feitas por óxidos de cobalto e níquel em pó. Há também o caso dos ímanes
de neodímio.

As extremidades de um íman chamam-se de pólos magnéticos. Um íman tem sempre 2 pólos: o


pólo Norte (N) (vermelho) e o pólo Sul (S) (branco ou azul).

Os ímanes actuam entre si. A esta acção chama-se interacção magnética. Pólos iguais
repelem-se e pólos diferentes atraem-se. Estas interacções traduzem-se por atracções e
repulsões magnéticas.
As atracções e repulsões magnéticas podem detectar-se no espaço que rodeia o íman. A esta
região do espaço de qualquer íman dá-se o nome de campo magnético.

Campo Magnético – é uma região do espaço na qual se detectam interacções magnéticas.

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Experiência:

Coloca uma placa de vidro sobre um íman em forma de barra. Espalha limalha de ferro nessa
placa. Notas que os pedacinhos de ferro se orientam definindo linhas que vão de pólo a pólo.

- Linhas de campo – linhas imaginárias que permitem visualizar o campo magnético.

- Espectro magnético – figura formada pelas linhas de campo.

A Terra origina um campo magnético no espaço à sua volta, idêntico ao criado por um íman com
o pólo norte magnético no hemisfério Sul e o pólo sul magnético no pólo Norte.

ELECTROÍMANES

O electromagnetismo tem inúmeras aplicações. Uma aplicação directa é o caso dos


electroímanes. Um electroíman tem:
- Uma bobina que é um enrolamento de fio de cobre;
- Um núcleo de ferro macio no interior da bobina.

Os electroímanes usam-se:
- Nos guindastes electromagnéticos
- Nos amperímetros e voltímetros
- Na fabricação de motores eléctricos
- Nos telefones e campainhas
- Etc.

EFEITOS ELÉCTRICOS DO MAGNETISMO: CORRENTES INDUZIDAS

Podem obter-se correntes eléctricas partindo da variação de campos magnéticos de ímanes.


Essas correntes foram descobertas por FARADEY EM 1831. Chamam-se correntes de indução
ou correntes induzidas.
As correntes induzidas podem manifestar-se em experiências simples usando-se: uma bobina
ou um enrolamento de fio metálico, um íman em forma de barra, um miliamperímetro.
Ainda se originam correntes induzidas movimentando-se para cima e para baixo a bobina em
relação ao íman fixo.
Ver página 62
O íman que cria um campo magnético chama-se indutor.
A bobina designa-se induzido.

A intensidade da corrente que percorre o induzido depende do nº de espiras da bobina e da


rapidez do movimento do íman ou da bobina.

As correntes induzidas são devidas à variação do número de linhas de campo que atravessam
um condutor. Este fenómeno designa-se por indução electromagnética.
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Umas das aplicações da indução electromagnética são os geradores electromagnéticos da
corrente eléctrica, uns produzem corrente contínua e outros corrente alterna.

CORRENTE CONTÍNUA E CORRENTE ALTERNA

 Corrente contínua

- ou = ou CC ou DC
Quando a corrente apenas passa num sentido. Exemplo: pilhas, baterias

 Corrente alterna

~ ou AC
Quando a corrente muda constantemente de sentido. Exemplo: rede nacional

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