SUMÁRIO
DESCARREGANDO DADOS DE ESTAÇÕES TOTAIS .......................... 4
Descarregamento dos dados da estação total com o posição ............. 8
Descarregamento dos dados com o Topograph................................. 13
ORGANIZAÇÃO DOS DADOS NA EMPRESA ..................................... 16
Utilização de Geodatabases ............................................................... 21
OBTENDO E MOSAICANDO IMAGENS ............................................... 23
Obtendo imagens do Google Earth .................................................... 23
Mosaico imagens no Photoshop......................................................... 25
UTILIZAÇÃO DO AUTOCAD ................................................................. 26
Colocando o AutoCAD no modo clássico ........................................... 26
Configurando Unidades e Referências ............................................... 27
Salvando as configurações em arquivo próprio .................................. 29
Inserindo e escalando imagens do Google Earth no AutoCAD .......... 30
Escalando carta topográfica no AutoCAD .......................................... 33
Inserindo grade de coordenadas no AutoCAD ................................... 35
Configurando o Layout de acordo com as normas técnicas ............... 38
Etapas da configuração do layout. .................................................. 38
Preparando o desenho para a plotagem ............................................ 40
Colocando o desenho em escala ....................................................... 43
Criando planta de situação a partir de um mapa da região ................ 45
Importando pontos para o AutoCAD a partir do arquivo nativo .......... 47
Inserindo mais de uma viewport no desenho ..................................... 47
Encontrando ponto mais ao norte e ajeitando o sentido de um polígono
...................................................................................................................... 49
Localizando rapidamente algum dado de interesse no AutoCAD....... 51
Mudando propriedades do layer com o comando filter ....................... 51
Inserindo rotina lisp no AutoCAD........................................................ 55
Criando e salvando blocos no AutoCAD ............................................ 61
Inserindo hachuras no AutoCAD ........................................................ 64
Configurando pontos .......................................................................... 66
Layers nos desenhos topográficos ..................................................... 67
Importando, movendo e rotacionando dados no AutoCAD ................ 68
Obtendo distâncias ............................................................................. 73
Calculo de área e perímetro ............................................................... 74
Obtendo coordenadas ........................................................................ 74
De um ou poucos pontos ................................................................ 74
De todos os pontos ......................................................................... 74
Inserindo coordenadas ....................................................................... 75
Lista de informações de um objeto ..................................................... 75
Mudando propriedades de um objeto ................................................. 76
Tamanho ideal para números ............................................................. 76
Principais comandos do AutoCAD...................................................... 76
Comando osnap ................................................................................. 77
QUAL A DIFERENÇA ENTRE PLANTAS E MAPAS ............................. 78
O que é e para que serve uma planta topográfica?............................ 79
Qual a diferença entre planta topográfica e mapas? .......................... 79
Quais elementos que uma planta topográfica precisa ter? ................. 80
QUAIS OS DIFERENTES TIPOS DE PLANTAS TOPOGRÁFICAS
EXISTENTES? ................................................................................................. 81
Plantas de área ............................................................................... 82
Plantas de lote urbano .................................................................... 83
Plantas para retificação de área ...................................................... 83
Plantas para divisão de área ........................................................... 84
Croquis de acesso e localização ..................................................... 85
Mapas de área útil de lavouras ....................................................... 86
Como produzir plantas topográficas? ................................................. 88
OS DIFERENTES ELEMENTOS QUE TODA PLANTA OU MAPA DEVE
TER .................................................................................................................. 89
Título .................................................................................................. 89
Legenda ............................................................................................. 90
Escala ................................................................................................. 90
Orientação .......................................................................................... 91
Projeção cartográfica.......................................................................... 91
Como produzir plantas com grande velocidade.................................. 92
O QUE É UM LEVANTAMENTO CADASTRAL? ................................... 94
Quando o levantamento cadastral é obrigatório ................................. 96
O QUE É UM LEVANTAMENTO TOPOGRÁFICO PLANIMÉTRICO? .. 97
O QUE É UM LEVANTAMENTO TOPOGRÁFICO ALTIMÉTRICO ....... 98
LEVANTAMENTO TOPOGRÁFICO PLANIALTIMÉTRICO ................... 99
Na construção civil ............................................................................. 99
Na Agropecuária............................................................................... 100
Estudo de melhor uso e ocupação do solo ....................................... 101
DESCARREGANDO DADOS DE ESTAÇÕES TOTAIS
Existem vários softwares com essa finalidade no mercado, sendo que os
mesmos podem ser classificados em 2 grupos:
Nativos: são os softwares que acompanham o equipamento e
descarregam os dados exclusivamente do mesmo.
Gerais: utilizados para descarregar dados de estações totais de
diferentes modelos e marcas. Como exemplos de softwares desta família temos
o Posição e o Topograph.
Diante da grande variedade de softwares existentes no mercado, torna-
se complicado mostrar todos, sendo que neste E-book irei ensinar você a
descarregar os dados da estação total através dos softwares posição e do
Topograph.
Porém, antes disso, preciso que você saiba uma outra classificação no
que se refere a utilização de estações totais. Isso porque as primeiras estações
utilizavam cabo serial.
Já as estações totais mais modernas utilizam cabo USB.
No que se refere as estações totais que utilizam cabo serial, não tem jeito, é
necessário de um software para o descarregamento dos dados.
Já as estações totais que utilizam cabo USB possibilitam que os dados sejam
descarregados de maneira similar a transferência de dados de um Pendrive para
o PC.
Quero dizer, não seu se este procedimento se aplica a todas as marcas. Porém,
algum tempo atrás eu trabalhei com uma estação da Topcon e nós utilizávamos
este procedimento para o descarregamento dos dados da mesma.
O grande problema é que após descarregar os dados você precisará tabular os
mesmos, o que exigirá alguns minutos a mais de trabalho.
Digo isso porque se você estiver utilizando um software especifico para isso,
bastará clicar em um botão que o mesmo faz a conversão do formato nativo para
o .dxf ou .dwg que são os formatos de dados com os quais o AutoCAD trabalha.
Porém, aconselho que você aprenda a fazer a tabulação e o tratamento dos
dados no braço. Isso porque depender de software é algo perigoso.
Aceitável para um técnico, porém não para um especialista. Logo, entenda o
formato nativo de uma estação total e saiba fazer a tabulação dos dados.
Na aula do link abaixo eu ensino a fazer a tabulação dos dados e a levar os
mesmos para o AutoCAD via bloco de notas, Topograph e importação no Civil
3D.
Levando os dados da estação total para o AutoCAD -
https://youtu.be/oaJltsb6MzY
O grande problema de levar os dados para o AutoCAD no braço é que na
grande maioria das vezes este procedimento necessita que as propriedades do
ponto sejam ignoradas.
Para a produção de plantas tais propriedades normalmente não são
utilizadas.
O problema é que acabam sendo necessárias para a produção dos
memoriais descritivos.
Por causa disso, dos procedimentos mostrados no vídeo, o que eu mais
indico é levar os dados para o AutoCAD via Topograph.
Isso porque o mesmo possibilita que as propriedades dos pontos sejam
preservadas.
Digo isso porque a algum tempo atrás eu não sabia como levar os dados
para o AutoCAD preservando as propriedades dos mesmos.
Na época eu utilizava o Posição para a geração dos memoriais descritivos
e o mesmo deu pau na ferramenta de conversão dos dados do formato nativo
para o formato .dxf.
Como consequência sempre que ia produzir o memorial descritivo, eu
precisava acessar as propriedades dos pontos e informar os dados referentes
aos confrontantes manualmente.
Desculpa o termo, mais isso era um verdadeiro parto de Ouriço. Um
trabalho repetitivo e chato que ninguém merece ter que fazer.
Posteriormente, aprendi a extrair as coordenas dos pontos do perímetro,
utilizando o comando List, a tabular os mesmos no Excel, inserindo o nome dos
confrontantes e a levar os dados de volta para o AutoCAD via Topograph.
Com isso, conseguia rapidamente informar os dados referentes aos
confrontantes e a gerar o memorial descritivo.
Com o tempo acabei aprendendo a gerar os memoriais descritivos no
Topograph. Ou seja, deixei o Posição de lado e voltei a utilizar o mesmo somente
quando fui trabalhar em uma empresa da área que tinha a versão mais atual do
posição, com módulo de georreferenciamento.
Eu contei esta história para você com intuito de compartilhar algumas
sacadas práticas. E principalmente, de conscientizar você de que não adianta,
se você utiliza estações totais no seu dia a dia, precisa entender o arquivo nativo
da mesma, sabendo fazer a tabulação dos dados do mesmo.
Digo isso porque a qualquer momento o software que você utiliza pode
dar pau.
Ou algum outro problema pode acontecer.
Por exemplo, em 2011 nós utilizávamos uma TC 407 da Leica. Certo dia,
ao chegarmos no escritório descarregamos os dados da mesma e ao fazer a
conversão dos dados do formato nativo para o formato .dxf, o Posição
apresentou uma mensagem de erro.
Diante disso, ficamos sem saber o que fazer.
Acabamos por passar uns 3 dias lutando, tentando descobrir como
resolver o problema.
Foi quando que um professor nos salvou. O mesmo abriu o arquivo nativo
da estação com o bloco de notas e nos mostrou que o mesmo possuía as
coordenadas dos pontos.
Ou seja, que poderíamos tabular os dados e utilizar algum outro
procedimento para levar os mesmos para o AutoCAD.
Muito mais do que isso, ele analisou o arquivo nativo conosco e nos
mostrou que ao fazermos uma troca de estação, havíamos definido 2 vezes a
orientação.
Com isso, ao fazer a conversão do formato nativo para o formato .dxf,
conforme lia o arquivo, o posição identificava 2 definições de orientação.
Diante disso, apresentava uma mensagem de erro.
Logo, ao utilizar estações totais sempre configure sua estação total para
armazenar coordenadas e não irradiações.
Isso porque do contrário, caso o software apresente alguma mensagem
de erro no momento da conversão dos dados do formato nativo para o .dxf, além
de precisar fazer a tabulação dos dados, você ainda precisará calcular as
coordenadas dos pontos a partir das irradiações.
Lembrando que o Topograph faz esta conversão.
No caso, eu estou falando do Posição e do Topograph porque são os
softwares que utilizei.
Não estou fazendo comercial dos mesmos e nem nada disso, apenas não
tem como falar de um software que eu nunca utilizei.
Sei que existem outros ótimos softwares no mercado. Se você utiliza
algum deles, talvez tenha identificado que seja possível replicar os
procedimentos aqui mencionados nos mesmos.
Dica de amigo: diferentemente de estações totais, receptores GNSS
obtém os dados de maneira indireta.
Ou seja, o arquivo nativo de um receptor GNSS não armazena as
coordenadas. Estas são obtidas somente após a conversão dos dados.
Perceba que com isso, você precisa primeiramente fazer o
processamento e o ajustamento dos dados.
Que não tem como levar os mesmos para o AutoCAD a partir do arquivo
nativo.
Uma vez dado este alerta, seguem o passo a passos de descarregamento
dos dados.
Descarregamento dos dados da estação total com
o posição
Para descarregar os dados da estação total para o computador via
posição você deve utilizar o seguinte procedimento:
Passo 1 - Conecte o cabo na estação e no computador, coloque a
chave do posição em uma entrada USB, abra o mesmo e clique no botão
comunicação (figura 1).
Figura 1 – Comunicação.
Passo 2 – A clicar neste botão a janela abaixo se abrirá, selecione a
estação da qual serão baixados os dados.
No caso, irei mostrar o procedimento que utilizava para descarregar
os dados da estação Leica tc 207.
Para isso, na seção tipo de estação, você precisa selecionar a marca
e o tipo certo de estação.
Selecionaremos a opção que possui a estação total LEICA TPS 300
(número 1).
Feito isso, precisaremos selecionar o modelo da estação (número 2).
Perceba que basicamente o que estamos fazendo é indicar a marca e o
modelo da estação, para que o sistema posição utilize o algoritmo certo na
importação dos dados.
Uma vez que você tenha selecionado a marca e o modelo de sua estação, o
próximo passo consiste em verificar a porta a qual o cabo está conectado
(número 3).
No caso, a estação tc 407 ainda utiliza cabo serial, e a versão que está sendo
mostrada é a primeira versão do sistema posição.
Uma vez que você tenha selecionado a porta de comunicação a qual a estação
total está conectada, o próximo passo consiste em selecionar a taxa de
transmissão de dados. No caso da Leica a opção selecionada deve ser 19200
(número 4).
Feito isso é só clicar no botão “RECEBER DADOS DA ESTAÇÃO” (figura 2).
Figura 2 – Recebendo dados.
Perceba que conforme informei anteriormente, existem os softwares
nativos e os gerais. Que no caso dos softwares gerais, os mesmos
descarregam doados de diferentes marcas e modelos de estações totais.
Como cada marca e modelo de estação total possui um arquivo nativo
próprio, no momento da definição da marca e do modelo da estação total, o
que estamos fazendo é informar para o software que algoritmo que o mesmo
deve utilizar.
Passo 3 – A janela da figura abaixo (3) se abrirá. Na mesma será
iniciada a comunicação.
Se os dados tiverem sido informados corretamente, o software
começara a comunicação com a estação total.
Caso o software apresente uma mensagem de erro, significa que
algum parâmetro está errado.
Volte a tela comunicação e verifique qual dos parâmetros foi
informado de maneira errada. Normalmente ao parâmetro que mais causa
problemas é a “porta de comunicação”.
Uma vez que a comunicação seja feita, as obras que foram criadas
na estação total serão mostradas (número 1). Selecione a obra que você
deseja baixar.
Em “escolha o formato de saída”, escolha o formato nativo da Leica e
coloque o arquivo em uma nova pasta. Uma vez que a obra tenha sido
baixada, volte para o menu comunicação (figura 3).
Figura 3 – Comunicação entre software e estação total.
Passo 4 - Selecione a opção converter coordenadas, faça a conversão e
volte para o menu comunicação (figura 4).
Figura 4 – Converter coordenadas.
Conforme informei anteriormente, o que estamos fazendo é seguir as
etapas. Primeiramente baixamos os dados da estação total. Em um segundo
momento, precisamos converter os mesmos do formato nativo para o formato
.dxf.
Passo 5 – O procedimento de conversão do arquivo nativo no arquivo .dxf
consiste em 2 etapas:
Montar a caderneta;
Converter.
Após clicar no botão “CONVERTER COORDENADAS”, selecione “montar
caderneta”. Ao fazer isso o software lerá o arquivo nativo e montará uma
caderneta com os dados.
Ao fazer isso, o mesmo verificará se os dados não possuem nenhum erro
de troca de estação ou de definição de orientação. Com isso, a tela abaixo será
mostrada (figura 5).
Figura 5 – Mensagem informando que o arquivo não possui erros.
Feito isso é só clicar em “converter” e o arquivo .dxf será criado. Ou seja,
você poderá abrir os dados no AutoCAD e fazer os devidos tratamentos nos
mesmos.
Descarregamento dos dados com o Topograph
Agora que você entendeu as etapas do descarregamento dos dados e o
que é que o software faz, irei mostrar como descarregar os dados através do
Topograph.
Abra o Topograph, vá em projeto, configuração, equipamentos conforme
é mostrado na figura 6.
Neste menu é possível configurar para que o equipamento receba dados
de diferentes estações totais.
Figura 6 – Configurações do Topograph
Um menu flutuante idêntico ao da figura 7 se abrirá.
Figura 7 – Menu flutuante mostrando equipamentos cadastrados.
Neste menu aparecerão todos os equipamentos cadastrados, sendo que
se você clicar em “novo”, poderá cadastrar um novo equipamento. Para isso, dê
uma espiada na figura 8.
Figura 8 – Definindo novo equipamento.
Se abrirá um novo menu flutuante, conforme mostrado na figura 7
(anterior) no qual você deve inserir os parâmetros do equipamento.
Perceba que o Topograph é mais simples, que o mesmo solicite apenas
que você informe o tipo de equipamento.
Que uma vez feito isso, o mesmo lerá o arquivo nativo extraindo os dados
do mesmo.
Uma vês que você tenha configurado o seu equipamento, poderá ir na
guia coletor, selecionar o equipamento e clicar em receber (Figura 9).
Figura 9 – Coletores configurados.
Um novo menu flutuante idêntico ao da figura 10 irá se abrir. No mesmo,
você poderá escolher a opção de importação de dados (caderneta completa ou
apenas coordenadas), bastando clicar em receber para que os dados sejam
descarregados.
Figura 10 – Baixando os dados.
ORGANIZAÇÃO DOS DADOS NA EMPRESA
Uma empresa de Topografia adquire uma grande quantidade de dados,
porém, segundo a legislação vigente, os mesmos são de total responsabilidade
do profissional que coletou os mesmos.
Por causa disso, é essencial que as empresas de Topografia tenham
100% de certeza que não perderão estes dados.
Ou seja, é essencial que o servidor da empresa esteja organizado em uma
estrutura lógica de pastas e subpastas.
Estrutura esta que possibilite consultas sem que haja dados repetidos. Ou
ainda, que não se saiba em qual pasta determinado dado está armazenado.
O ideal é que a empresa esteja trabalhando a partir de um servidor central,
sendo que os demais computadores estejam ligados a este.
Também é importante que os colaboradores trabalhem em cópias dos
dados na área de trabalho local, mantendo os dados originais na hierarquia de
pastas no servidor da empresa.
Também é necessário que haja backup destes dados na nuvem, ficando
como uma segunda opção, o backup local em HD externo.
Porém, mesmo que haja o backup em hd externo, este não substitui o
backup na nuvem que é muito mais seguro.
A pergunta que fica é:
Como deve ser a organização desta estrutura de pastas, uma vez
que qualquer profissional deve rapidamente encontrar o dado que precisa
na mesma?
Isso sem falar que para você organizar seus dados, deve levar em
consideração os serviços que presta.
Ou seja, é impossível a existência de uma estrutura global que sirva para
todas as empresas da área.
Desta maneira, neste material irei expor um modelo de organização de
dados próprio para uma empresa de Topografia Cadastral.
O grande objetivo do mesmo é que você consiga ter uma nítida noção de
como deve estar organizada a estrutura de pastas de sua empresa.
Com isso, mesmo que sua área de atuação seja bem diferente, as ideias
globais que eu irei apresentar aqui servirão para você.
Devemos partir do pensamento que a empresa possui clientes e realiza
diferentes serviços para os mesmos. Serviços estes, que por sua vez, possuem
características diferentes. Logo, devem estar em pastas diferentes, conforme a
natureza e acurácia dos dados obtidos.
No servidor de uma empresa que presta serviços de:
Topografia Cadastral;
Licenciamento Ambiental;
Projetos de crédito rural e;
Assistência técnica.
As pastas essenciais seriam semelhantes às da figura 11.
Figura 11 – Organização das pastas
Naturalmente, estas pastas são apenas as pastas de entrada para uma
série de pastas organizadas de maneira lógica. Desta maneira, dentro de cada
uma destas pastas existirão outras pastas cuidadosamente pensadas e
estruturadas.
Por exemplo, a pasta “topografia”, terá em seu teor uma estrutura de
pastas muito próxima a apresentada na figura 12.
Figura 12 – Subpastas da pasta Topografia
A pasta “levantamentos a campo”, por sua vez, teria uma organização
parecida com a da figura 13.
Figura 13 – Subpastas da pasta levantamentos a campo
Na pasta correspondente a cada um dos anos estarão os trabalhos
realizados, organizados de forma cronológica. Veja um exemplo na figura 14.
Figura 14 – Trabalhos realizados
As pastas “crédito rural”, “licenciamento ambiental” e “assistência técnica”
teriam uma estrutura semelhante. Já a pasta clientes contém todos os dados e
trabalhos realizados para os diferentes clientes.
Sempre que um novo serviço for prestado, uma cópia do mesmo deve ser
colocado nesta pasta, que servira como um banco de dados do cliente. A mesma
teria uma estrutura semelhante à da figura 15.
Figura 15 – Estrutura da pasta Cliente.
A pasta “backup GPS navegação”, por sua vez, conteria os backups
periódicos dos GPS código C/A.
Na pasta Topografia, a pasta “dados brutos GNSS” teria um backup dos
dados obtidos com receptores GNSS. Também é interessante a existência de
uma pasta para o backup dos projetos de pós processamento dos dados GNSS.
Toda a estrutura, exceto a pasta clientes estaria organizada de forma
lógica. Primeiramente ter-se-ia pastas para os diferentes anos, em uma segunda
camada, uma pasta para cada mês do ano e na terceira camada, em ordem
crescente os dados dos trabalhos prestados.
Veja na imagem abaixo um mapa mental com a estrutura de pastas da
empresa do nosso exemplo.
Figura 16 – Mapa mental com a estrutura de pastas da empresa.
Estude detalhadamente esta imagem. Perceba a estrutura lógica
existente, onde que os dados estão organizados por departamento da empresa.
Dentro do departamento, os mesmos estão organizados por ano e por
mês.
E finalmente, dentro das pastas especificas, por cliente em ordem
cronológica.
Essa é uma estrutura básica, somente com algumas pastas e que não
possui nenhum banco de dados vinculado, que serve para mostrar a importância
da existência de uma estrutura lógica que facilite os trabalhos e evite
redundância de dados.
Essa estrutura acrescida de backup semanal ou mensal garante que os
dados não sejam perdidos e que possam ser facilmente recuperados caso
alguma pasta seja acidentalmente apagada.
Inclusive, você precisa informar a seus colaboradores sobre a existência
deste backup, instruindo os mesmos a terem o maior cuidado possível para não
excluírem nenhuma pasta ou arquivo do servidor.
Porém, que caso isso aconteça, que avisem você imediatamente para que
você possa utilizar os dados excluídos do arquivo de backup.
Perceba que este é um assunto sério e que a responsabilidade é grande.
Logo, tenha backup na nuvem e, se for o caso, em HD externo também, não
correndo riscos desnecessários.
Eu mesmo, possuo uma assinatura de 200 GB do Google Drive, pela qual
pago 9,90 por mês. Perceba que este é um valor barato haja vista toda a
segurança que proporciona.
Utilização de Geodatabases
As empresas voltadas para análise espacial conseguem um grande
avanço com a utilização de Geodatabases.
Este arquivo exige conhecimentos um pouco mais avançados do que a
utilização de shapefiles e arquivos do CAD. Porém, possibilita um grande
aumento de produtividade para empresas nas quais vários colaboradores
trabalham no mesmo projeto concomitantemente.
OBTENDO E MOSAICANDO IMAGENS
Obtendo imagens do Google Earth
É necessário fazer-se alguns ajustes antes de obter-se as imagens.
São eles: desmarcar a opção terreno para que a imagem não fique
distorcida, conforme mostro na figura 16.
Figura 16 – desmarcando a opção terreno.
Também é indicado desmarcar a barra de status e demais elementos que
possam atrapalhar na visualização.
Para desligar a barra de status vá em “visualizar” conforme é mostrado na
figura 17.
Figura 17 – desmarcando barra de status.
Já a legenda de escala deve ser ligada, a mesma também fica na guia
visualizar. A figura 18 ressalta este procedimento.
Figura 18 – marcando a opção legenda.
Outro cuidado que devemos ter é deixar a imagem orientada
corretamente, pois senão, ao salvarmos as distorções serão salvas junto com a
imagem.
Para salvar a imagem vá na guia arquivo, salvar, salvar imagem, conforme
é mostrado na figura 19.
Figura 19 – salvando imagem.
Mosaico imagens no Photoshop
Após ter salvado as imagens da região de interesse, abra o photoshop,
vá em “arquivo”, “automatizar”, “photomerge”, conforme é mostrado na figura 20.
Figura 20 – Photomerge
No menu flutuante que se abre, vá em “procurar”, selecione duas imagens
e clique em “ok” e “ok” novamente.
É só aguardar as imagens serem mosaicadas. Faça o mesmo processo
de duas em duas imagens, até que você tenha unido todas as imagens.
Feito isso é só inserir a imagem no AutoCAD e escalar a mesma. Na
próxima seção do E-book mostrarei este procedimento.
Naturalmente, este procedimento deve ser utilizado nas versões mais
antigas do AutoCAD.
O AutoCAD Civil, por exemplo, já possui ferramenta especifica de
integração com a API do Google Earth.
UTILIZAÇÃO DO AUTOCAD
O avanço da informática facilitou muito a elaboração de plantas
topográficas.
O software adotado pela grande maioria dos profissionais para a
confecção de tais plantas é o AutoCAD, sendo que esta seção é dedicada a
mostrar os principais procedimentos de utilização deste software com a
finalidade de produção de plantas com altíssima qualidade e de acordo com as
normas técnicas.
No caso, eu não chegarei a mostrar o passo a passo da produção de uma
planta, e sim, uma série de dicas que ajudarão você a produzir as diferentes
plantas necessárias com uma velocidade muito maior.
No Curso de Confecção de Plantas Para Topografia Cadastral
(http://adenilsongiovanini.com.br/blog/plantas/) eu ensino de maneira prática a
produção das diferentes plantas utilizadas em escritórios de Topografia
Cadastral.
Outro sim, eu irei mostrar os procedimentos no AutoCAD 2008, pois o
mesmo é queridinho do pessoal que trabalha com Topografia Cadastral.
P.S.: pode ser que existam pequenas diferenças entre esta e outras
versões do AutoCAD.
Colocando o AutoCAD no modo clássico
As versões mais modernas do AutoCAD possuem uma interface diferente
das versões clássicas.
Com isso, muitos profissionais se sentem perdidos ao utilizar o mesmo.
Já outros profissionais preferem utilizar a versão clássica do AutoCAD.
A realidade é que quando se fala em Topografia Cadastral, a versão
clássica é a preferida dos profissionais, tanto que o AutoCAD 2008 é o xodozinho
dos mesmos.
Sabemos nós que as versões mais modernas possuem suas vantagens.
Porém, como disse, para Topografia cadastral, a versão clássica desempenha
muito bem seu papel.
Sendo assim, eu produzi uma aula na qual ensino como configurar o
AutoCAD na versão clássica.
Na realidade, juntamente com este E-book, você está ganhando uma
série de aulas como um presente especial de mim para você.
Para baixar os arquivos utilizados nas mesmas é só acessar o link abaixo:
https://drive.google.com/file/d/1yVH07LNLXGX-
AXVBaKdHB_KXprXTkb3y/view?usp=sharing
Para assistir a aula na qual ensino como configurar o AutoCAD na versão
clássica é só acessar o seguinte link:
https://drive.google.com/file/d/1fBRXvUTUyVuFl5TocDO62ynwVeR6HU9
X/view?usp=sharing
Configurando Unidades e Referências
Selecione a opção “format” na barra de menus e nesta, a opção “units”.
Defina como unidade linear ("length") o tipo (“type”) decimal e precisão
(“precision”) de 4 casas decimais, pois esta precisão identificará também as
coordenadas.
Defina como unidade angular (“angle”) o tipo (“type”) “deg/min/sec” para
graus, minutos e segundos de arco sexagesimal e precisão (“precision”) de
segundos (“0d00’00”).
Clique em “clockwise”. Para sentido horário do acréscimo angular e em
seguida clique em “direction” para abrir uma janela denominada de “direction
control” (figura 21).
Figura 21 – configurando unidades e referências.
Em “base angle”, selecione a opção “north” para orientar a origem angular
do sistema topográfico local (sistema cartesiano) para o eixo “y” positivo, também
conhecido por norte (figura 22).
Figura 22 – orientação da origem angular do sistema topográfico.
Para assistir a aula na qual eu mostro como configurar as unidades de
referência é só acessar o link abaixo:
https://drive.google.com/file/d/1Hryj_Vn94dk-
U5FqemhZkEsGoyxHMynl/view?usp=sharing
Lembrando que conforme informei anteriormente, as aulas são alguns
presentes que estou disponibilizando para você.
Para a produção das mesmas eu utilizei o AutoCAD em português. Desta
maneira, você aprenderá como utilizar o AutoCAD em português.
Salvando as configurações em arquivo próprio
O AutoCAD está pronto para ser utilizado para topografia, porém cada vês
que iniciar um desenho, você terá que configurar o mesmo novamente.
Essa configuração rotineira pode ser evitada com a criação de um
template. Desta forma, toda vês que iniciar um projeto novo, você pode solicitar
este template que contém as alterações feitas.
Adote o seguinte procedimento:
Clique em “file”, “save as”, “save drawing as”, selecione “salvar como tipo:”
selecione “AutoCAD drawing template file (*.dwt)”. Em seguida, clique na caixa
“nome do arquivo” e digite o nome do arquivo que você quer criar (ex.: topografia.
dwt). Finalize clicando em “salvar”.
Ao salvar, se abrirá uma caixa de diálogo chamada “template description”,
onde em “description”, é necessário escrever uma descrição resumida do
arquivo “template” que está sendo criado.
Na opção “measurement”, selecione a opção “metric” e clique em “ok”
(figura 23).
Figura 23 – criando e salvando configurações em arquivo próprio.
Para assistir a aula na qual ensino como salvar os dados em arquivo
próprio é só acessar o link:
https://drive.google.com/file/d/1XoFi86eVus6SDjZHVmgwQDvQ5iGr
uP8O/view?usp=sharing
Inserindo e escalando imagens do Google Earth
no AutoCAD
Eu mostrarei o procedimento com imagens do Google, porém você
precisa saber que o mesmo serve para qualquer imagem que você deseje inserir
no desenho.
Uma vês que tenha salvado a imagem, abra o AutoCAD, crie um layer
para a imagem e vá na guia “insert”, “raster image reference”, conforme mostrado
na figura 24.
Figura 24 – inserindo imagem no AutoCAD.
Se abrirá uma janela suspensa, encontre a imagem e insira a mesma no
projeto.
Uma vez que a imagem tenha sido inserida, a mesma deve ser escalada
para que os objetos fiquem nos tamanhos reais.
Para isso utilizaremos a legenda de escala da imagem. Digite “scale”,
“enter”, selecione a imagem, “enter”, clique em um ponto qualquer que será
utilizado como referência.
O AutoCAD perguntará através da linha de comandos o que você deseja
fazer, copiar ou referenciar, você deve escolher “reference”.
Para isso digite “r”, dê “enter”, informe a distância na imagem.
Ou seja, clique em um canto (ponto a) da escala e clique no outro canto
(ponto b), conforme é mostrado na figura 25.
Figura 25 – escalando imagem no AutoCAD.
Feito isso, digite a distância entre os pontos, no caso 39 metros.
Dica de amigo: utilize o zoom na hora de selecionar os pontos que o
resultado obtido será melhor.
Cuidado: o procedimento ensinado neste tutorial serve para inserir e
escalar imagens no AutoCAD.
Ou seja, a imagem não foi ortorretificada, nem corrigida e muito menos
georreferenciada.
O que nós fizemos aqui foi apenas escalar a imagem.
Isso porque nosso objetivo aqui é apenas ter uma imagem para utilizar de
base no projeto.
Vermelho, negrito e caixa alta:
NÃO UTILIZE A MESMA PARA OUTROS PROCEDIMENTOS, POIS
VOCÊ TERÁ SÉRIOS PROBLEMAS!
E porque disso?
Simples, caso deseje realizar outros procedimentos que envolvam dados
matriciais, você deve corrigir, ortorretificar e georreferenciar os mesmos.
Uma vez dado este alerta, vamos aprender a escalar carta topográfica no
AutoCAD.
Para assistir a aula na qual eu ensino como escalar uma imagem do
Google Earth no AutoCAD 2020 é só acessar o link:
https://drive.google.com/file/d/1RsHrf_Rqu6eXMPOEUMg1tbERQwLELH
Oe/view?usp=sharing
Escalando carta topográfica no AutoCAD
Insira a carta, vá na guia “insert” e em “raster image reference”, conforme
a figura 26.
Figura 26 – Inserindo imagem
Leve-a para coordenadas próximas as reais utilizando o comando
“move”.
Se a carta topográfica ficou longe de sua posição real, você pode criar
uma linha unindo o ponto para onde deve ir e o atual ponto da carta, se guiando
pela mesma para levar a carta para a posição certa. Veja a figura 27.
Figura 27 – Levando a imagem para a posição certa.
Desenhe uma linha entre coordenadas conhecidas na carta conforme a
figura 28.
Figura 28 – Linha com coordenadas certas.
Mova a carta para o primeiro ponto utilizando o comando “move”.
Para isso, digite “move”, clique no ponto na carta e clique no ponto de
destino.
Em seguida escale a carta topográfica utilizando o procedimento
mostrado no item anterior e finalmente, rotacione a mesma para o segundo ponto
utilizando o comando rotate.
Para isso, digite “rotate”, dê “enter”, selecione a base, digite “R” ou
“reference”, clique na base, clique no ponto que deseja rotacionar e leve-o para
a posição certa. A carta estará georreferenciada.
Na aula do link abaixo eu ensino como escalar uma carta topográfica no
AutoCAD 2020:
https://drive.google.com/file/d/1z-
qP2ZvgAoTl10qm8hbQQCmIM00sI0AG/view?usp=sharing
Inserindo grade de coordenadas no AutoCAD
Primeiramente acesse o seguinte link:
http://otopografo.blogspot.com.br/p/autolisps_21.html
No caso, este foi o primeiro blog que eu criei lá em 2013. No mesmo postei
uma série de conteúdos de topografia.
A primeira rotina do blog é justamente a que utilizaremos neste tutorial.
No início da página rotinas lisps, têm um link para o tutorial que ensina a
carregar rotinas lisps no AutoCAD.
Caso você não saiba carregar rotinas Lisps no AutoCAD, acesse o
mesmo.
Após inserir a rotina e fazer o desenho do polígono, você precisa
determinar o tamanho da malha que desenhará.
Esta deve ser maior do que o polígono que você desenhará. Veja um
exemplo de pontos da manhã na figura 29.
Figura 29 – Tamanho da malha.
Ao me basear nos pontos da figura acima eu obtive as distâncias de 184
mm para y e 299 mm para x.
A partir destas medidas, percebi que com um espaçamento de 60 mm
conseguiria desenhar uma malha de proporções ideais.
Uma vez que você tenha determinado as dimensões da malha, digite “m4”
na linha de comandos e dê enter.
Ao utilizar este procedimento você acessará a rotina que faz a inserção
da malha retangular (figura 309).
Figura 30 – m4, atalho para acessar a rotina de inserção da malha regular.
Na linha de comandos do AutoCAD, aparecerá a frase “ingrese El tipo”.
Digite “0,0”.
Dê 2 enters, pedirá o intervalo da malha, no caso, o mesmo possui 184
mm para y e 299 mm para x.
A partir destas medidas percebi que com um espaçamento de 60 mm
conseguiria desenhar uma malha de proporções ideais.
Logo, digitaremos “60” e daremos “enter”.
Pedirá a altura do texto, digite “12”.
Pedirá os vértices da área, clicaremos em quatro posições estratégicas
(figura 31), nem muito perto do desenho, para que não desenhe uma malha
muito pequena, nem muito longe para que não desenhe uma malha muito
grande.
Figura 31 – Pontos vermelhos indicando posições ideais para delimitar a
malha.
Pedirá o ângulo do texto para x e para y, digite “90” e “1”.
A malha será desenhada (figura 32).
Figura 32 – Malha e polígono.
Usaremos a ferramenta extrim para ajeitar o desenho, tirando a malha da
área do polígono. O desenho deve ficar como na figura 33.
Figura 33 – Malha retirada do espaço do desenho.
Também podemos excluir as linhas extras, encurtar as outras usando a
ferramenta trim e deixar as coordenadas apenas nos lados inferior e direito do
desenho, entre outras mudanças que ficarão a seu critério.
Configurando o Layout de acordo com as normas
técnicas
Os procedimentos para elaboração de um layout conforme as normas
estabelecidas pela NBR 10.582/1988 (apresentação de folha para desenho
técnico) e pela NBR 10.068/1987 da abnt (folha de desenho para desenho
técnico – leiaute e dimensões) são um pouco onerosos.
Porém, apresentam como vantagem o fato de que uma vês construído,
determinado padrão de folha poderá ser utilizado para todos os projetos de
mesma amplitude.
Etapas da configuração do layout.
1 – Fixar unidades de medidas.
Format, units, drawing units for design center blocks, meters, ok.
2 – Clique em “layoult1” localizada abaixo da área de desenho.
3 – Aparecerá a janela page setup.
4 - Em plolter configuration, nome (selecione a impressora adobe pdf), ok.
5 - No menu file, plot, plot setings, paper size, a4, marque a janela mm,
na janela drawing orientation, marque landscape.
6 – Em plot scale deixar 1:1 (custom 1mm = 1 drawing units). Ok (o
que significa que 1 m no terreno corresponderá a 1000 mm no desenho).
Cancele a janela de impressão que aparece logo após o ok, pois não
pretendemos imprimir, somente ajeitar a configuração da folha.
7 – No layout 1 passe a configurar a folha a4 (paisagem) conforme as
normas técnicas. As principais medidas são:
Esquerda= 25mm
Superior= 7mm
Inferior= 7mm
Direita = 7mm
Legenda= 178mm (a partir da margem esquerda do papel).
8 - O procedimento para dimensionar a folha é o seguinte:
Risque sobre o tracejado de todas as bordas da folha com a
ferramenta line. (O tracejado significa as bordas da folha).
Utilize a ferramenta offset para passar os traços esquerdo, superior,
inferior e direito e a legenda da folha de desenho, utilizando as medidas
citadas para acima.
Apare os excessos das linhas que delimitam as bordas da folha de
desenho utilizando a ferramenta trim.
9 - Uma vês que tenha sido feita a demarcação das medidas, pode-se
apagar os riscos feitos sobre as margens do papel.
10 – Enquadre o desenho dentro da área a ele destinada, usando o
seguinte procedimento:
Arraste os cantos do desenho até os limites das áreas
destinadas a ele;
Dê um clique duplo sobre a área interna do desenho (bordas
ficarão em negrito);
Na linha de comando digite” z”, dê enter, digite “e”, dê enter;
Clique duplo fora do desenho para desmarcá-lo.
11 – Definição da escala:
Descobrir a maior medida do desenho, através da visualização do
mesmo:
Menu superior, guia dimension, aligned;
Clique sobre uma extremidade do desenho e depois sobre a outra;
Anote o valor que está em milímetros;
Usando o dimension, aligned, meça a área da folha destinada para o
desenho;
Anote o valor que está em metros;
Através da formula:
𝒅 𝟏
=
𝑫 𝑴
Onde:
D= medida feita sobre o desenho
D=medida da área da folha destinada ao desenho
M= medida escalar a ser achada.
12 – Selecione o desenho novamente com um duplo clique sobre a
área do mesmo.
Digite na linha de comando z, enter, s, enter;
Digite 1000/xp (onde x é o valor que foi encontrado pela formula citada
anteriormente), enter.
13 - Configure a legenda, não deixe de colocar os seguintes dados
para que respeite a legislação vigente: designação da firma, projetista,
desenhista, local, data, assinatura, nome e localização do projeto, conteúdo
do desenho, escala, número do desenho, designação da revisão, método de
projeção, unidade utilizada.
Preparando o desenho para a plotagem
Uma vês que você esteja com o desenho terminado, poderá elaborar a
planta definitiva, porém alguns cuidados são necessários nessa hora.
Utilizaremos um layout previamente criado que está de acordo com as
normas técnicas.
Para isso, clique em “layout1”, se não abrir um menu suspenso, clique
novamente com o auxiliar sobre a guia “layout1” e vá em “Page setup manager”,
conforme mostrado na figura 34.
Figura 34 – Acessando as configurações de layout.
Vá em “modify”, conforme mostrado na figura 35.
Figura 35 – Acessando o modify.
Se guie pela figura 36 para selecionar a impressora pdf (número 1), o
formato de papel (número 2), em what to plot selecionar “window” e selecionar
os limites da área útil (número 3), em plot scale marque “fit to paper” (número 4),
em drawing orientation marque portrait (número 5).
Figura 36 – Configurando impressora.
Pressione “OK” e “close”. Você já pode apagar a janela que ficou no
desenho.
Vamos inserir o layout configurado de acordo com as normas de desenho
técnico. Vá em “insert”, “block”, conforme mostrado na figura 37, selecione o
layout e insira clicando na tela.
Figura 37 – Inserindo layout previamente criado.
Selecione o bloco e exploda, clique com o auxiliar sobre o dizer “layout 1”,
vá em “Page setup manager” conforme a figura 38.
Figura 38 – Redefinindo área útil.
Vá em “modify”, selecione “window”, conforme mostrado na figura 38 e
clique nos extremos do layout que você inseriu. Selecione “OK” e “close”.
Figura 39 – Selecionando a opção window.
Agora vamos inserir uma nova “wilport”. Digite “mv”, dê “enter” e clique
nos cantos extremos da área útil do desenho.
Agora é necessário escalar o desenho, para isso leia a seção 9.7.
Para assistir a aula na qual ensino como preparar o desenho para a
plotagem é só acessar o link:
https://drive.google.com/file/d/1zoMDS1nepB18Bbs33nK0-3iP5J-
7UtAb/view?usp=sharing
Colocando o desenho em escala
No layout desejado, enquadre o desenho, deixando-o aproximadamente
na posição desejada.
Não se preocupe em deixar perfeito. A ideia é que fique em uma posição
aproximada.
Na figura 40 enquadrei uma fábrica, faça parecido.
Figura 40– Enquadrando o desenho.
Agora escalaremos o desenho. Para isso vá na guia “dimension” e
selecione “alighth”, meça a distância no mapa clicando nos pontos extremos do
desenho (a janela não deve estar ativa).
Abra o MS Excel® e anote a distância obtida. A distância que você
obteve é em milímetros e precisa ser transformada para metros. Para isso, jogue
a virgula 3 casas para trás, por exemplo se você obteve 138, ficará 0,138.
Agora calcularemos o fator de escala. Para isso, dê 2 cliques na janela,
vá na guia “dimension” e selecione “alighth”, meça a distância real obtida e anote
abaixo da obtida sobre o mapa. Deverá ficar semelhante ao que é mostrado na
figura 41.
Figura 41 – Calculando o fator de escala.
Agora calcularemos a escala pela formula da distância. Para isso, é só
dividir a distância real pela distância no mapa, conforme mostrado na figura 40.
A escala do mapa é 1/7.028. Se dividirmos 1000/7.028, iremos obter o
valor 0.14.
Para escalar a imagem utilizaremos este valor, volte no AutoCAD e digite
na linha de comandos “z”, “s”, “dê enter” e digite “0.14xp”. O desenho irá se
ajustar a folha, posicione-o de maneira centralizada e a planta estará pronta para
a impressão.
Criando planta de situação a partir de um mapa da
região
Para a criação da planta de situação, o desenho deve estar em
coordenadas UTM. Além disso, você deve ter um mapa da região, pois o mesmo
servirá de base, fornecendo os dados para a planta de situação.
O primeiro passo é copiar o polígono ou desenho que você fez e está
preparando para a plotagem.
Colaremos este polígono ou desenho na posição original, no draw do
mapa da região. Para isso, utilizaremos o comando “paste to original coodinates”.
Após copiar o polígono, no draw do mapa da região, vá na guia “Edit”, e
selecione “paste to original coodinates”, conforme mostrado a figura 42.
Figura 42 – Utilizando o comando paste to original coordinates.
Se você não sabe onde o desenho foi parar, digite “find” e procure por
algum dado existente em sua planta, como o nome do proprietário, por exemplo.
Volte para sua planta (draw do polígono) e faça um retângulo no local que
ficará a planta de situação.
Este retângulo servirá para você escalar o recorte que deve ser feito do
desenho geral (faremos uma cópia da região de interesse e iremos
redimensionar, fazendo caber na planta de situação), copie-o, vá para o mapa
da região e cole-o em uma posição próxima ao mapa da região.
Faça outro retângulo ao redor da área onde está o seu projeto, no mesmo
devem estar todos os dados que você quer que estejam na planta de situação,
como municípios ou estados, tudo dependerá da escala do seu projeto (serão os
dados que irão aparecer na planta de situação).
Agora iremos escalar para que o desenho da planta de situação fique do
tamanho que deve estar no seu projeto.
Para isso, usaremos como referência o retângulo que você trouxe com o
tamanho da área destinada a planta de situação.
Meça a distância de um dos lados do retângulo que contém os dados do
seu projeto e a correspondente no retângulo representativo da área destinada a
planta de situação.
Divida a distância do lado do projeto pela distância no retângulo
representativo da área destinada a planta de situação para obter o fator de
escala.
Digamos que a proporção encontrada foi de 13.2, digite “SC” ou “scale”
na linha de comando, selecione o retângulo da área destinada a planta de
situação, digite “enter”.
Agora você pode apagar o retângulo com os dados do projeto, mova o
outro até que fique na posição adequada e utilizando o comando “extrim”,
remova as linhas exteriores ao retângulo.
Para levar para o desenho é só dar um fator de escala ao contrário, digite
“SC”, selecione o desenho e digite “1/13.2”. É só copiar, colar no seu projeto e
mover.
Caso esteja com dificuldades, acesse o vídeo produzido por Joenildo
Santos, no mesmo ele explica como fazer a planta de situação.
Link:
https://www.youtube.com/watch?v=-y9go-bGFt0
Importando pontos para o AutoCAD a partir do
arquivo nativo
Este procedimento envolve a tabulação de dados com a utilização do MS
bloco de notas e do MS Excel.
O mesmo pode ser utilizado apenas para dados obtidos com estação total,
uma vês que os dados obtidos com receptores GNSS são obtidos de forma
indireta, necessitando de pós processamento.
Para facilitar o aprendizado produzi um vídeo que está no YouTube.
Clique no link abaixo para assistir o mesmo.
https://youtu.be/oaJltsb6MzY
Inserindo mais de uma viewport no desenho
Primeiramente, crie um novo layer, vá na guia “view”, “viewports” e
selecione a área aonde deseja inserir a “viewport”, conforme mostro na figura 43.
Figura 43 – Inserindo wiewport
Irá aparecer todo o desenho existente, dê 2 cliques para que vá para o
model.
Iremos ajustar a escala. Digite “z”, “enter”, “s”, “enter”, digite o fator de
escala desejado. Por exemplo, “1:45xp”, a “viewport” irá se adequar ao desenho.
Se não der certo de primeira, faça mais alguns testes até que se adeque
ao desenho, se você desejar que as linhas correspondentes a mesma não
apareçam é só desligar o respectivo layer.
Encontrando ponto mais ao norte e ajeitando o
sentido de um polígono
Para descobrir o ponto mais ao norte da poligonal, utilizaremos o comando
ortho. Com o mesmo acionado, pegaremos uma polyline e clicaremos no ponto
que achamos que está mais ao norte.
Se ao movermos a polyline no sentido horizontal, a mesma não
ultrapassar os limites do polígono significa que encontramos o ponto mais ao
norte. Tal operação pode ser visualizada na figura 44.
Figura 43 – Encontrando ponto mais ao norte com comando ortho.
Uma vês que você tenha encontrado o ponto pode marcar o mesmo,
clicando em outro local ao norte do mesmo, conforme mostro na figura 44.
Figura 44 – Marcando ponto mais ao norte.
Após encontrar o ponto mais ao norte, iremos utilizar o comando “break”
para ajeitar o sentido do polígono. Para isso com o comando break ativado,
clique um pouco antes do ponto e clique no ponto. Ficará como na figura 45.
Figura 45 – Polyline quebrada com o comando break.
Agora, simplesmente juntaremos o estremo da linha ao ponto mais ao
norte.
Após juntar, utilizaremos o comando pedit para ver o sentido da linha.
Digite “editarp”, selecione o polígono, digite “e”.
Ao dar “enter”, surgirá um X no ponto mais ao norte e conforme dermos
novos enters, o X começara a correr os vértices no sentido horário, conforme
você pode visualizar na figura 46.
Figura 46 – Sentido da polyline a partir do ponto mais ao norte.
Para assistir a aula na qual ensino como encontrar o ponto mais ao norte
e inverter o sentido da poligonal é só acessar o link:
https://drive.google.com/file/d/1Mk2mBEmb-
44vHkSIHhhav9fZH1jCxcIK/view?usp=sharing
Localizando rapidamente algum dado de interesse
no AutoCAD
Eu produzi uma aula na qual mostro como localizar rapidamente algum
dado de interesse no AutoCAD. O link de acesso a mesma é:
https://drive.google.com/file/d/1LFezGGm_9FraF5aySfrEhGOrQKn24Iff/v
iew?usp=sharing
Espero que as aulas que disponibilizei como bônus tenham sido de
grande utilidade para você.
Caso você deseje mergulhar de cabeça na utilização do AutoCAD,
aprendendo a produzir as diferentes plantas produzidas em um escritório de
topografia cadastral, aconselho que você adquira o Curso de Produção de
Plantas Para Topografia Cadastral –
(http://adenilsongiovanini.com.br/blog/plantas/).
Mudando propriedades do layer com o comando
filter
O comando filter tem por objetivo facilitar os trabalhos no AutoCAD. O
mesmo automatiza os trabalhos de mudança de atributos de um layer com
poucos cliques. Desta maneira, não precisaremos mudar os atributos
manualmente em cada um dos elementos plotados.
Por exemplo, em determinado projeto, você deseja mudar algum atributo
especifico de determinado layer, como, por exemplo, a cor, o próprio layer ao
qual pertence, o nome ou a espessura.
Um exemplo prático seria mudar a cor de todos os pontos do layer pontos
de campo, da figura 47.
Figura 47 – Layers
Procedimento
Digite “filter” e dê “enter” (Figura 48).
Figura 48 – Acionando o comando filter.
Aparecerá um menu flutuante (figura 49).
Figura 49 – Menu flutuante.
Clique em “Add selected object” (figura 50), o objeto será selecionado e
aparecerá novamente o menu object selection filters. Porém, perceba que na
parte branca, aparecerá a descrição dos atributos do layer.
Figura 50 – Acionando o comando filter.
Você deixará dentro desta caixa apenas os atributos que deseja mudar.
No caso, a cor.
Os demais itens você simplesmente apagará.
Vá selecionando os atributos e deletando, deverá ficar como na figura 51.
Figura 51 – Somente atributo color ficou na caixa.
Clique em “apply” para aplicar, a caixa sumira e o cursor mudará, digite
“ALL” para aplicar a todos, dê “enter”. Note que todos os elementos do layer
pontos de campo foram selecionados (figura 52).
Figura 52 – pontos de campo selecionados.
É só você ir na guia de propriedades do layer e mudar o atributo desejado.
No caso, eu mudei a mesma para amarelo (figura 53).
Figura 53 – propriedades do layer modificadas.
Inserindo rotina lisp no AutoCAD
O autolisp facilita muito os trabalhos com o AutoCAD ao possibilitar a
criação de rotinas que acrescentam novas funcionalidades e ferramentas.
No caso, lisps são carregados no AutoCAD como comandos.
Para inserir um lisp de maneira fácil, digite “appload” na linha de
comandos, que se abrirá uma janela suspensa. Veja um exemplo na figura 54.
Figura 54 – Janela load/unload applications
No nosso caso, vamos inserir o seguinte lisp, que é uma rotina livre:
(PRINC
"\nChamada de Coordenadas - Por: Pedro Maia dos Santos Filho "
(PRINC "\nDigite NE e tecle para começar...")
(princ)
(DEFUN c:ne (/ var-r5 coratu osmatu pto pto1 ptx stx pty sty p2 p3 p4
;;;tamx tamy tam
) (SETVAR "CMDECHO" 0)
(IF (= (GETVAR "USERR5") 0.0)
(PROGN (INITGET 7)
(SETQ var-r5 (GETREAL "\n-> Entre com o valor de VAR-R5 : "))
(SETVAR "USERR5" var-r5)
(SETQ var-r5 (GETVAR "USERR5"))
(SETQ coratu (GETVAR "CECOLOR")
osmatu (GETVAR "OSMODE")
(WHILE (SETQ pto (GETPOINT "\n-> Selecione o ponto a cotar : "))
(IF (SETQ pto1 (GETPOINT pto "\n-> Selecione o ponto de chamada : "))
(PROGN (SETQ ptx (CAR pto)
stx (RTOS ptx 2 4)
pty (CADR pto)
sty (RTOS pty 2 4)
(IF (<= (CAR pto) (CAR pto1))
(SETQ p2 (LIST (+ (CAR pto1) (/ 28.0 var-r5))
(CADR pto1)
(CADDR pto1)
p3 (LIST (+ (CAR pto1) (/ 1.0 var-r5))
(+ (CADR pto1) (/ 1.0 var-r5))
(CADDR pto1)
p4 (LIST (+ (CAR pto1) (/ 1.0 var-r5))
(- (CADR pto1) (/ 3.0 var-r5))
(CADDR pto1)
(SETQ p2 (LIST (- (CAR pto1) (/ 28.0 var-r5))
(CADR pto1)
(CADDR pto1)
p3 (LIST (+ (CAR p2) (/ 1.0 var-r5))
(+ (CADR p2) (/ 1.0 var-r5))
(CADDR p2)
p4 (LIST (+ (CAR p2) (/ 1.0 var-r5))
(- (CADR p2) (/ 3.0 var-r5))
(CADDR p2)
;;; (SETQ tamx (STRLEN stx)
;;; tamy (STRLEN sty)
;;; )
;;; (IF (< tamx tamy)
;;; (SETQ tam tamy)
;;; (SETQ tam tamx)
;;; )
(SETQ tex (STRCAT "N=" sty)
;; (STR sty tam))
tey (STRCAT "E=" stx)
;; (STR stx tam))
(SETVAR "CECOLOR" "2")
(SETVAR "OSMODE" 0)
;;(COMMAND "TEXT" p3 (/ 2.03 var-r5) "90" tex)
(ENTMAKE (LIST (CONS 0 "TEXT")
(CONS 1 tex)
(CONS 10 p3)
(CONS 40 (/ 2.03 var-r5))
(CONS 50 0.0)
;;(COMMAND "TEXT" p4 (/ 2.03 var-r5) "90" tey)
(ENTMAKE (LIST (CONS 0 "TEXT")
(CONS 1 tey)
(CONS 10 p4)
(CONS 40 (/ 2.03 var-r5))
(CONS 50 0.0)
(COMMAND "_.PLINE" pto pto1 p2 "")
(SETVAR "CECOLOR" coratu)
(SETVAR "OSMODE" osmatu)
nil
nil
)
(PRINC "\n-> Encerrado...")
(PRINC)
Se desejar utilizar está rotina, copie-a e cole no bloco de notas, salvando
com a terminação .lsp.
Encontre e selecione o lisp, deixe marcada a opção “add to history” para
adicionar ao histórico (veja como proceder na figura 55). Clique em “load” e em
“close”.
A rotina foi inserida e está pronta para uso.
O chato das rotinas Lisps é que as mesmas só podem ser acessadas pela
linha de comandos. Ou seja, você terá que memorizar o comando de utilização
da rotina.
Figura 55 – Inserindo rotina
No caso da rotina que inserimos, a mesma foi criada pelo Pedro Maia dos
Santos Filho, sendo utilizada para colocar as coordenadas nos pontos
desejados.
Na maioria das vezes, o comando para acessar a rotina é o nome da
mesma. Porém, muitas vezes as rotinas têm um comando diferente.
Se você abrir o arquivo da rotina com o bloco de notas, poderá descobrir
o comando de acesso a rotina.
O mesmo fica após o texto “DEFUN c: ”, no início do arquivo.
Vamos verificar se a rotina foi inserida com sucesso. Isso só é possível
utilizando-a.
No caso da rotina inserida, a mesma utiliza o comando “NE”.
Ou seja, após digitar o comando “NE” na linha de comandos é só seguir
os procedimentos listados na mesma e o resultado será o da figura 56.
Figura 56 – Resultado da utilização da rotina
Criando e salvando blocos no AutoCAD
Existe uma série de figuras geométricas que um cadista utiliza no seu dia
a dia.
As mesmas normalmente são criadas a cada projeto, o que provoca uma
grande perda de tempo com trabalhos repetitivos.
No AutoCAD é possível criar blocos a partir dos diferentes desenhos
existentes no projeto.
Segue tutorial passo a passo mostrando como criar blocos no AutoCAD.
Primeiramente, imaginemos que você realiza muitos trabalhos de projetos
de estacionamento e que nos mesmos precisa demarcar as vagas destinadas a
portadores de necessidades especiais. Para isso, utiliza figuras como a da figura
57.
Figura 57 – Desenho, portador de necessidades especiais.
Uma vês que você tenha criado uma figura conforme a do desenho acima,
poderá salvá-la como um bloco.
Para isso, digite “block” na linha de comandos (figura 58).
Figura 58 – comando create block.
Dê “enter” e se abrirá um menu flutuante (figura 59).
Figura 59 – Menu flutuante.
A primeira coisa que deve ser feita é a escolha de um ponto base, para
isso selecione “pick point” (figura 60).
Figura 60 – Escolhendo ponto base.
Selecione o ponto que será utilizado para a inserção do bloco no desenho.
Após clicar, o menu flutuante reaparecerá na tela com as coordenadas que foram
selecionadas nos campos x, y e z.
Agora iremos selecionar os objetos que desejamos que sejam inseridos
no bloco. Para isso, clique em “select object” (figura 61).
Figura 61 – selecionando o objeto.
Após selecionar todos os objetos, pressione enter.
Agora precisaremos salvar o objeto clicando em “ok”. As versões
avançadas do AutoCAD permitem que você escolha a pasta na qual o objeto
será salvo.
Inserindo hachuras no AutoCAD
Por padrão, o AutoCAD guarda as hachuras nos arquivos acadiso.pat e
acad.pat.
Quando o AutoCAD é configurado para utilizar o sistema métrico, o
mesmo utiliza o arquivo acadiso.pat.
No caso do arquivo acad.pat, o mesmo é utilizado quando o programa é
configurado para trabalhar com o sistema imperial, que é o sistema métrico
utilizado nos estados unidos e em alguns outros países.
Primeiramente, é recomendável fazer uma cópia de segurança dos
arquivos acad.pat e acadiso.pat.
Os mesmos se encontram no caminho C:\Program Files\AutoCAD Map
2000i\Support\acadiso.pat para o AutoCAD 2000i. Ou no caminho C:\Program
Files\AutoCAD 2008\UserDataCache\Support no AutoCAD 2008.
Dependendo da versão do AutoCAD, a localização da pasta suport, que
contém os arquivos acadiso.pat e acad.pat pode mudar, você poderá passar um
pouco de trabalho para encontrá-la, porém a mesma existe em todas as versões
do AutoCAD.
Pode acontecer de haver mais de uma versão dos arquivos “acad” e
“acadiso”, porém não estarão com a terminação .pat, nem com as letras PAT no
ícone.
Você precisará pesquisar na internet padrões de hachura que suprirão a
sua necessidade. Existem vários sites e blogs que trazem uma infinidade de
hachuras.
Abra o arquivo que possui as hachuras que você deseja carregar com o
bloco de notas. Caso o arquivo esteja compactado, é necessário primeiramente
descompactar o mesmo.
Copie todo o conteúdo do arquivo. Para isso utilize o comando “control+A”
para selecionar todos os dados e o comando “control+C” para copiar os dados.
Abra o arquivo acadiso.pat e copie no final do mesmo os padrões de
hachura que você copiou.
Você deve deixar uma linha em branco no final do arquivo, pois a mesma
serve como separador entre os padrões de hachura.
Ao você deixar este espaço, ao fazer o processamento dos dados, o
computador entenderá que chegou no final do padrão de hachura e que, em
seguida, existe um novo padrão de hachura.
Caso você não deixe este espaço, o computador poderá apresentar uma
mensagem de erro e não carregar os padrões de hachura.
Repita o procedimento para o arquivo acad.pat.
Um outro procedimento interessante é fazer com que os padrões de
hachura que você utiliza mais frequentemente apareçam no início da lista.
Para que isso aconteça, basta copiar o padrão desejado e colar no início
do arquivo.
Uma vez que você tenha testado os novos padrões de hachura e que os
mesmos tenham funcionado perfeitamente, você poderá deletar a cópia de
segurança que criou dos arquivos acad.pat e acadiso.pat.
Caso o AutoCAD apresente alguma mensagem de erro ao você tentar
inserir hachuras, é só substituir o arquivo pela cópia de segurança e tentar inserir
as hachuras novamente.
Dica de amigo: antes de deletar os arquivos, verifique se você deixou um
espaço em branco entre os pontos.
Configurando pontos
A configuração do estilo de ponto ajuda a identificar mais facilmente os
pontos de detalhe topográfico.
Para configurar o estilo de ponto, acesse o seguinte caminho:
“file”, “point style”,
No menu flutuante que se abrir, escolha a opção de símbolo que mais lhe
agrada.
Você também precisa especificar o tamanho do ponto, na opção “point
size” e escolher entre as opções "set size in absolute units" e "set size Relative
to screen".
Ou seja, se quer em coordenadas absolutas ou em coordenadas relativas
a tela do pc.
Uma vez que você tenha feito estas configurações, é só clicar em "ok"
para confirmar (figura 62).
Figura 62 – Configurando pontos.
Layers nos desenhos topográficos
A importância da utilização dos layers se dá pelo fato de normalmente
utilizarmos uma grande quantidade de pontos em nossos projetos.
Estes, por sua vez, representam diferentes objetos, de certa forma que o
desenho começa a se tornar demasiadamente poluído, tornando-se de difícil
interpretação.
Outra característica importante dos layers é que possibilitam que os
objetos que não interessam no momento sejam desativados ou congelados.
Para cada layer é dado um nome e uma cor, sendo que o AutoCAD
trabalha com 255 cores definidas com os números de 1 a 255.
A NBR 13.133/94 da abnt estabelece que deve haver uma padronização
na organização dos layers, sendo que frança et. Al (2008) adotam as cores e
espessuras de linha da tabela presente na figura 63.
Figura 63 – configurando pontos.
Fonte: frança, r. Marcos et al. (2008, p.25).
Importando, movendo e rotacionando dados no
AutoCAD
O procedimento que será mostrado abaixo é um dos mais complicados
envolvendo a topografia.
O mesmo consiste em colocar-se uma base de dados obtidos a campo
sobre uma base de marcos geodésicos já existentes.
Também é frequentemente utilizado no processo de união de dados
obtidos em obras diferentes de uma mesma área. Para isso, ambos os
projetos devem possuir no mínimo 2 pontos em comum.
Na realidade, é aconselhável que se tenha 3 pontos em comum, pois,
desta maneira, o terceiro ponto servirá como ponto de verificação, garantindo
que não existam erros entre os projetos.
Nos casos em que desejasse trabalhar com dados locais, como para
cálculo e/ou divisão de áreas, basta abrir-se o arquivo xyz no AutoCAD.
Baixe o arquivo que utilizaremos para a prática. Link:
https://drive.google.com/file/d/14D4rEjmjP0MG8TWojNoNJiuJYKNp1j
GX/view?usp=sharing
O mesmo está no formato ZIP. Extraia os dados e abra o arquivo com
o AutoCAD.
Você perceberá que existem vários layers que foram definidos para o
projeto SIG – UFSM.
Vamos criar um novo layer denominada “universidade”. Para isso,
clique em “layer properties manager” (número 1 na figura 64).
Figura 64 – criando novo layer.
Será aberta uma tela como a da figura 65.
Figura 65 – tela com novo layer.
Clique em “new layer”, número 1 na figura abaixo, será criado um novo
layer, como o com o número 2. Renomeie o mesmo como universidade e
mude a cor para verde limão (figura 66), clicando na caixa que na figura
abaixo aparece em rosa. Clique em “apply” e em “ok”.
Figura 66 – escolhendo cor.
Selecione o layer universidade na janela de layers para que o arquivo
que abriremos fique nele.
Baixe e extraia este outro arquivo:
https://drive.google.com/file/d/15Rji6rAI_BcHFKQalDzU4tBqoOH
Q18Wt/view?usp=sharing
Acesse a guia “insert” e escolha a opção “block” (figura 67).
Figura 67 – inserindo bloco.
Na janela que se abriu (figura 68), clique em “browse”..., selecione o
arquivo e clique em “open” e em “ok”.
Figura 68 – escolhendo arquivo.
O cursor do mouse mudou de formato para duas linhas que se cruzam
e quando é movido, aparecem os pontos sendo arrastados. No lugar no qual
clicarmos os dados serão colados como um bloco.
Para facilitar os serviços clique próximo ao marco M031. Ficará como
mostro na figura 69.
Figura 69 – bloco de dados inserido no AutoCAD.
Uma vês que o bloco esteja inserido, iremos movê-lo para cima de um
dos marcos geodésicos.
Na linha de comandos, digite “move” e de um “enter”, clique sobre o
ponto amarelo do bloco, M031, e de “enter”, clique novamente sobre o ponto
M031 do bloco, ligue o osnap e mova para cima do ponto M031 do arquivo
(o vermelho). Ficará como na figura 70.
Figura 70 – comando move.
O bloco de pontos foi movido para cima do marco geodésico. Agora
precisamos rotacioná-lo para que fique orientado da forma certa.
Digite “rotate” na linha de comandos e dê “enter”, selecione o bloco de
pontos e dê “enter”, especifique o ponto base, digite “r” na linha de comandos.
Clique sobre a base (Ponto M031), clique sobre o ponto que será
rotacionado (Ponto 1 – que é verde) e clique sobre o ponto para o qual o
mesmo será rotacionado (M037).
Os dados deverão ficar como na figura 71.
Figura 71 – comando rotate.
Agora você pode explodir o bloco e os dados estarão rotacionados da
maneira certa e prontos para serem trabalhados.
Perceba que conforme informei anteriormente, você pode utilizar este
procedimento para unir dados levantados com estações totais e receptores
GNSS e também dados de diferentes obras da estação total.
Eu tinha um amigo que inclusive, nunca fazia troca de estação, o
mesmo dizia que era muito perigoso.
Ele preferia criar obras distintas, levantando pontos em comum entre
as obras e posteriormente unir as mesmas no AutoCAD. Isso porque com
este procedimento ele tinha certeza absoluta que não cometeria erros.
Obtendo distâncias
Na linha de comandos digite “di”, clique sobre o primeiro ponto e clique
sobre o segundo ponto, aparecerá a distância na linha de comandos.
Pela caixa de comandos inquiry (figura 72), selecione “distance” (número
1).
Figura 72 – caixa de comandos inquiry.
Calculo de área e perímetro
Digite “área” na linha de comandos e dê enter. Clique consecutivamente
em todos os pontos com o osnap ligado e ao final pressione enter.
Na linha de comandos aparecerá a área e o perímetro.
Caso não visualize a área, clique com o botão direito do mouse e clique
em copiar histórico, abra um documento do word e cole, você verá na última linha
a área e o perímetro.
Pela caixa de ferramentas inquiry, selecione .
Obtendo coordenadas
De um ou poucos pontos
Pela linha de comandos, digite “id”, clique no ponto desejado, aparecerá
as coordenadas x, y e z na linha de comandos.
Pela caixa de ferramentas inquiry, selecione .
De todos os pontos
Pela linha de comandos, digite “list”, que aparecerá a lista com a
descrição completa dos pontos, inclusive com as coordenadas, que poderão ser
copiadas e levadas para outro programa, como o MS Excel® por exemplo.
É importante fazer a divisão dos pontos por layers pois, desta maneira,
poderemos desligar os pontos que não nos interessam, obtendo as coordenadas
somente dos pontos de interesse.
Inserindo coordenadas
Pela linha de comandos, digite o valor das coordenadas x e y ou x, y
e z, tendo como separador decimal o ponto e separador entre as
coordenadas x, y e z a virgula.
Caso você precise levar uma grande quantidade de coordenadas para
o AutoCAD, o melhor jeito é utilizar o MS Excel para fazer o tratamento dos
dados e o bloco de notas para ajeitar a configuração, deixando como
separador decimal o ponto e separador entre as coordenadas x, y e z a
virgula.
Uma vez feito isso é só copiar e, com o comando “point” ou “polyline”
ativado, clicar na linha de comandos no AutoCAD e dar “enter”.
Lista de informações de um objeto
Pela caixa de ferramentas inquiry, clique sobre o comando list .
Pela linha de comando digite “list”, selecione o objeto e dê “enter”,
aparecerá na tela a imagem da figura 73.
Figura 73 – Lista de informações.
Mudando propriedades de um objeto
Pela linha de comandos digite “_properties” e dê “enter”.
Você poderá alterar, por exemplo, o layer a qual o objeto pertence,
suas coordenadas e textos. Quando mais de um objeto forem selecionados,
somente será possível a alteração de propriedades comum entre eles.
Tamanho ideal para números
A maneira mais fácil de descobrir qual o tamanho ideal para os textos
existentes na planta é através de uma simples regra de 3.
Desta maneira, a partir do momento que sabemos que o tamanho ideal
de texto para uma escala 1:10.000 é 20, com uma regra de 3, descobriremos o
tamanho ideal de texto do nosso desenho.
Por exemplo, para uma escala 1: 5.000, o tamanho ideal é 10, para uma
escala de 1:2.000, o tamanho ideal é 2 e assim por diante.
Principais comandos do AutoCAD
A utilização de comandos possibilita a obtenção de uma grande
produtividade, desta maneira, na lista abaixo aparecem os principais comandos
utilizados para a obtenção de produtividade em escritórios de Topografia.
I – insert (insere bloco);
Mv – Inserir wilport;
Control +r – altera entre wilports;
MA - Copiando propriedades de um objeto e colando em outro: Digite MA,
selecione a referência, selecione os que irão mudar;
Reverse - Invertendo polilinhas: Digite o comando “reverse” e selecione a
polilinha;
Merge – Une layers. Digite “merge”, selecione um objeto de cada layer
que serão mudados, dê “enter”, selecione o “layer” de destino;
New layer state – usado após desligar layers, para criar uma classe de
configuração de status de layer. Muito bom para projetos com várias plantas,
pois criará um status para cada planta.
Click select - Selecionando objetos usando filtros: Antes de selecionar
qualquer comando, dê um clique no botão direito do mouse e selecione “click
select”, se abrirá um menu flutuante través do qual você poderá escolher o que
irá filtrar.
Descelecionar objeto – Pressione a tecla Shift e selecione o (s) objeto
(s);
Sketck- – Um dos comandos menos conhecido pelos cadistas. O mesmo
possibilita o desenho a mão livre, permitindo que você desenhe linhas, polilinhas
e a partir do AutoCAD 2010, splines.
Image clip – Permite recortar imagens de diferentes formas.
Extrim – Utilizado para recortar todas as linhas ou polilinhas que tocam
determinado objeto.
Comando osnap
O comando osnap possibilita que os objetos sejam confeccionados com
precisão. Sem o mesmo, seria muito difícil confeccionar-se desenhos de
qualidade.
As principais opções de configuração do osnap são:
Aparent intersection - Pega o ponto que seria o cruzamento entre 2
pontos;
Extension – Entende a direção para a qual um comando se estende;
Tangente – Desenha uma linha tangenciando um círculo ou arco;
Perpendicular – Clico em um ponto e digo que quero uma linha
perpendicular a determinada linha;
Paralelo – clique em um ponto, passe em cima da linha que deseja que
seja paralela e clique no outro ponto.
QUAL A DIFERENÇA ENTRE PLANTAS E MAPAS
A planta topográfica é uma das peças técnicas que deve ser entregue em
todo trabalho técnico topográfico realizado. Juntamente com a mesma
normalmente também deve ser entregue um memorial descritivo e uma ART.
Porém, afinal de contas:
O que é e para que serve uma planta topográfica?
Qual a diferença entre planta topográfica e mapa?
Quais elementos que uma planta topográfica precisa ter?
Quais os diferentes tipos de plantas topográficas existentes?
Como produzir a mesma?
È isso que você aprenderá nos próximos tópicos:
O que é e para que serve uma planta topográfica?
Conforme informei anteriormente, todo trabalho técnico exige a produção
de plantas topográficas. Isso porque a mesma é a peça técnica que irá
informar os detalhes do projeto.
Por exemplo, em levantamento topográfico a planta deve possuir:
O perímetro da propriedade com suas respectivas distâncias e
mudanças de ângulo;
Os confrontantes e suas respectivas localizações, quer estes
sejam pessoas, estradas, ou demais elementos naturais ou
artificiais.
Desta maneira, a planta irá passar uma série de informações de suma
importância para o histórico da propriedade.
Esta é justamente a sua grande função, sendo que a mesma e o memorial
descritivo se complementam.
Isso porque enquanto o memorial descritivo descreve o imóvel e seus
confrontantes em forma de texto, a planta fornece uma percepção visual, o que
facilita o processo de interpretação.
Qual a diferença entre planta
topográfica e mapas?
A grande diferença entre uma planta topográfica e um mapa é que
uma planta possui como grande objetivo ser detalhada.
Desta maneira, a escala da mesma precisa ser grande. Ou seja, de no
máximo 1:12.000.
Com isso, dependendo do tamanho da área para a qual a planta será
produzida, deve-se escolher uma prancha que possibilite uma escala melhor do
que 1:12.000.
Por exemplo, se a área for de 10 ha, o agrimensor poderá utilizar uma
prancha A4.
Porém, se a área for de 40 ha, o mesmo precisará utilizar uma prancha
A3. E assim por diante, cuidando sempre para a escala da planta ser grande.
Um mapa, por outro lado, não precisa de grande detalhamento. Com isso,
é normal termos mapas na escala 1:20.000, 1:80.000, 1:200.000 e assim por
diante.
Ou seja, sempre tome cuidado para usar escalas grandes. Isso porque do
contrário, o grau de generalização precisara ser alto, o que colocará a qualidade
do trabalho em risco.
Quais elementos que uma planta
topográfica precisa ter?
Um outro erro cometido por muitos profissionais é que os mesmos
produzem trabalhos técnicos de péssima qualidade. Algum tempo atrás mesmo,
chegou até mim uma planta que me deixou de cabelo em pé.
Isso porque eu simplesmente não acreditava que a mesma havia sido
entregue a um profissional de registro de imóveis por alguém que se dizia “ser
profissional”.
A mesma sob o aspecto visual era um verdadeiro soco no estomago.
Na realidade, nem se quer chamada de planta podia ser. Isso porque
existem 5 elementos que são obrigatórios, de certa maneira que se uma planta
ou mapa não os tiver, será um simples croqui e não uma planta ou mapa.
Os elementos que toda planta ou mapa deve ter são:
Título;
Legenda;
Escala;
Orientação e;
Projeção cartográfica.
Nos próximos itens deste e-book eu trarei um tópico exclusivamente para
abordar esta temática.
QUAIS OS DIFERENTES TIPOS DE PLANTAS
TOPOGRÁFICAS EXISTENTES?
Outro sim, diferentes tipos de plantas são produzidos no dia a dia de um
escritório de topografia. Como exemplos temos:
Plantas de área
Figura 74 – Planta de área.
Plantas de lote urbano
Figura 75 – Planta de lote urbano.
Plantas para retificação de área
Figura 76 – Planta para retificação de área.
Plantas para divisão de área
Figura 76 – Planta para divisão de área.
Croquis de acesso e localização
Figura 77 – Croqui de acesso e localização.
Mapas de área útil de lavouras
Figura 78 – Mapa com a área útil de lavouras.
Perceba o incrível aspecto visual das plantas mostradas acima.
Caso você deseje aprender a produzir plantas assim, no Curso de
Produção de Plantas para Topografia Cadastral eu ensino.
Figura 793 – Curso de Produção de Plantas Para Topografia Cadastral.
Para conhecer melhor o mesmo é só acessar o link abaixo:
http://adenilsongiovanini.com.br/curso-de-confeco-de-plantas-para-
topografia-cadastral/
Como produzir plantas
topográficas?
As plantas topográficas normalmente são produzidas no AutoCAD. Porém
também podem serem produzidas em softwares de Geoprocessamento como,
por exemplo, o ArcGIS e o QGIS.
Para isso, o profissional precisará primeiramente obter os dados
necessários com a utilização de estações totais ou receptores GNSS.
Em seguida, precisará baixar os mesmos e fazer todos os tratamentos
necessários.
Feito isso é só produzir a planta. Porém, a produção de plantas
topográficas deve obedecer toda uma série de exigências técnicas. Por isso
busque aprender a produzir as mesmas da maneira certa.
OS DIFERENTES ELEMENTOS QUE TODA
PLANTA OU MAPA DEVE TER
Conforme abordei anteriormente, existem 5 elementos que toda planta ou
mapa deve ter.
Isso significa que se o mapa não tiver estes elementos, o mesmo será
considerado um croqui e não um mapa.
Além disso, o mesmo não será aceito em projetos técnicos. Por isso,
preste atenção:
Você precisa colocar estes 5 elementos em todos os seus projetos
técnicos.
Título
Em mapas temáticos, o título indica qual que é o tema retratado. O
mesmo muitas vezes vem acompanhado de um subtítulo.
Em mapas históricos, é normal o título indicar o ano ou período do espaço
representado. Perceba que o grande objetivo do título é fazer com que a pessoa
entenda rapidamente o conteúdo do mapa.
Isso significa que no título, você deve ir direto ao ponto, dizendo o que
está retratado no mapa.
Legenda
A legenda é o segundo dos elementos que todo mapa deve ter. A mesma
possibilita uma rápida interpretação dos diferentes temas abordados no mapa.
As mesmas devem possuir sempre que possível os símbolos universais.
Outra coisa que você precisa cuidar é quanto ao uso das cores. Eu digo
isso porque a maioria dos temas possui uma cor universal especifica, sendo que
você deve utilizar a mesma.
Desta maneira, por exemplo:
O azul representa a água;
O verde as florestas e áreas verdes;
Linhas com traços representam ferrovias;
Aviões representam aeroportos;
Entre outros inúmeros exemplos.
Escala
A escala indica a relação matemática entre o espaço real e a
representação desse espaço no mapa. Ela, portanto, aponta a quantidade de
vezes que uma área teve de ser reduzida para caber no local em que o mapa
está representado.
As escalas são classificas em gráficas, equivalentes e numéricas.
Na realidade as escalas utilizadas no dia a dia são as gráficas e as numéricas.
A escala numérica é representada através de uma divisão e a escala gráfica
através de uma representação de linhas e traços.
Orientação
A orientação nos informa a direção do mapa, indicando-nos para que lado
fica o norte e, consequentemente, os demais pontos cardeais. Ela pode
apresentar-se com uma rosa dos ventos completa ou apenas com uma seta
indicando o norte geográfico.
A importância da orientação se dá, principalmente em mapas que
representam áreas muito restritas, quando não conseguimos perceber
facilmente para que lado o mapa está apontando.
Projeção cartográfica
A projeção cartográfica indica a técnica que foi empregada para a
produção do mapa. A utilização da mesma é necessária, pois normalmente os
dados são obtidos sobre um elipsoide, sendo que para a produção do mapa,
este elipsoide é achatado.
Este achatamento produz deformações em ângulos e áreas, sendo que
dependendo do objetivo da produção do mapa, deve-se utilizar determinado
método de projeção.
Na figura abaixo você pode ver um exemplo de mapa com os diferentes
elementos exigidos pela legislação.
Figura 80 – Elementos de um mapa.
No vídeo abaixo eu explico melhor quais que são os 5 elementos exigidos
pela legislação, trazendo uma série de dicas extras.
https://youtu.be/cKpDtondvfU
Como produzir plantas com grande velocidade
Quando se fala na utilização do AutoCAD para topografia, muitos
profissionais perdem muito tempo ao utilizarem procedimentos pouco produtivos.
Na empresa na qual eu trabalhava antes de abrir meu próprio escritório,
os demais colaboradores eram apavorados com a velocidade com a qual eu
produzia as diferentes plantas necessárias.
Plantas simples, como, por exemplo, com a área útil de uma propriedade,
era normal eu produzir 10, 15 plantas, com apenas 2 ou 3 horas de trabalho.
E como eu fazia isso?
Simples, ao invés de criar um projeto do zero ou ter de perder tempo
configurando o projeto, eu tinha salvo em uma pastinha na área de trabalho um
modelo de cada uma das diferentes pranchas, A0 ao A4.
Com isso, sempre que ia produzir uma planta, a primeira coisa que fazia
era abrir os dados no AutoCAD e analisar os mesmos, identificando qual prancha
teria que utilizar.
Feito isso, selecionava os dados e simplesmente colava na prancha ideal,
utilizando o comando “paste to original coordinates“.
Ou seja, eu pegava um projeto que estava configurado. Não precisava
perder tempo:
Configurando o projeto;
Criando layers;
Configurar o layout da planta.
O que eu fazia era simplesmente:
Vetorizar e hachurar os dados;
Inserir e configurar os textos necessários;
Escalar o desenho;
Ajeitar os dados cadastrais e a planta estava pronta.
Tudo muito rápido e simples. Uma vez que estivesse com o AutoCAD
aberto, se as propriedades tivessem poucos polígonos, em no máximo 5 minutos
a planta estava pronta.
E lá ia o Adenilson produzir a próxima planta, abria os dados da próxima
propriedade, analisava os mesmos e passados alguns minutos a planta da
próxima propriedade estava pronta.
Outra coisa que eu costumava fazer era deixar acumular uma série de
serviços na fila.
Os técnicos da empresa iam a campo, obtinham dados e iam me
entregando os mesmos.
Como não existia urgência para a produção das plantas, eu esperava
alguns dias até que tivesse os dados de umas 10 ou mais propriedades.
Com isso, abria o AutoCAD e produzia todas as plantas de uma única vez.
Perceba que ao utilizar este procedimento, eu ganhava bastante tempo, pois não
precisava abrir o AutoCAD para produzir somente uma planta. Ou algo do tipo.
Quando abria o AutoCAD era para produzir uma série de plantas.
O QUE É UM LEVANTAMENTO
CADASTRAL?
Um levantamento cadastral nada mais é do que um levantamento de
todos os detalhes e construções de um terreno ou lote.
Diferentes profissionais realizam levantamentos cadastrais utilizando
diferentes técnicas e equipamentos. Cada um dos mesmos levando em
consideração os conhecimentos técnicos que possui.
Por exemplo, para um arquiteto o grande objetivo de um levantamento
cadastral é a elaboração de um documento que ateste o que existe construído
em um lote ou terreno.
Desta maneira, o mesmo pode pegar uma trena, fazer medições e
levantar tudo que existe construído em um lote. Porém, sua prioridade será a
medição e representação das construções, produzindo inclusive plantas das
mesmas.
Já para um agrimensor, o grande objetivo de um levantamento cadastral
é a Geoespacialização de todos os detalhes e construções de um lote ou terreno.
Com isso, o mesmo irá utilizar uma estação total ou um receptor GNSS para
fazer o levantamento de todos os detalhes.
Posteriormente, a partir dos dados obtidos, poderá construir MDTs,
plantas e SIGs que irão servir de base em processos de tomada de decisão.
Por exemplo, digamos que este levantamento cadastral seja do campus
de uma universidade. Posteriormente os engenheiros poderão utilizar o modelo
digital de elevação gerado para identificar o melhor local para a construção de
novas estruturas e salas de aula.
Veja na imagem abaixo um exemplo de MDT.
Figura 81 – Modelo digital do terreno (MDT).
E nesta outra imagem UM SIG, no caso de um município.
Figura 82 – SIG.
Ou seja:
“Um levantamento cadastral nada mais é do que um levantamento da
maior quantidade possível de detalhes de uma área de interesse.”
Porém, como disse, diferentes profissionais terão diferentes visões e
objetivos ao elaborarem um levantamento cadastral.
Quando o levantamento cadastral é obrigatório
Sempre que você for construir uma edificação será necessário regularizar
a mesma junto a Prefeitura Municipal. Para isso, você precisará realizar um
levantamento cadastral do imóvel.
Ao comprar ou vender um imóvel você também precisará fazer a medição
do mesmo, a produção do memorial descritivo e a emissão de uma ART.
Estas são exigências do profissional de registro para a emissão da
escritura do imóvel.
Lembrando que será através da escritura que você conseguirá provar que
seu cliente é proprietário do imóvel, conseguindo:
Fazer a transferência da titularidade do imóvel;
Tirar financiamentos e;
No caso de imóveis rurais, assegurar a produção agrícola.
O QUE É UM LEVANTAMENTO TOPOGRÁFICO
PLANIMÉTRICO?
O levantamento topográfico planimétrico é um dos 6 diferentes tipos de
levantamentos topográficos existentes.
Os outros 5 métodos de levantamento topográfico são:
Levantamento topográfico expedito;
Levantamento topográfico altimétrico;
Levantamento topográfico planialtimétrico;
Levantamento topográfico planimétrico cadastral e;
Levantamento topográfico planialtimétrico cadastral.
Todos estes diferentes tipos de levantamentos topográficos estão
descritos na NBR 13.133, sendo que a mesma traz a seguinte definição para o
levantamento topográfico planimétrico:
“Levantamento dos limites e confrontações de uma propriedade, pela
determinação do seu perímetro, incluindo, quando houver, o alinhamento da via
ou logradouro com o qual faça frente, bem como a sua orientação e a sua
amarração a pontos materializados no terreno de uma rede de referência
cadastral, ou, no caso de sua inexistência, a pontos notáveis e estáveis nas suas
imediações. Quando este levantamento se destinar à identificação dominial do
imóvel, são necessários outros elementos complementares, tais como: perícia
técnico-judicial, memorial descritivo, etc.”
Ou seja, o levantamento topográfico planialtimétrico nada mais é do que
o levantamento normalmente realizado para a determinação da área dos imóveis
rurais.
O mesmo consiste em, com a utilização de um equipamento ou
metodologia adequada, percorrer-se o perímetro da propriedade, levantando-se
suas mudanças de ângulos verticais, horizontais e distâncias.
O QUE É UM LEVANTAMENTO TOPOGRÁFICO
ALTIMÉTRICO
A NBR 133 define levantamento topográfico altimétrico como:
“Levantamento que objetiva, exclusivamente, a determinação das alturas
relativas a uma superfície de referência, dos pontos de apoio e/ou dos pontos de
detalhes, pressupondo-se o conhecimento de suas posições planimétricas,
visando à representação altimétrica da superfície levantada. ”
Ou seja, o objetivo do levantamento topográfico altimétrico é fornecer
dados referente a irregularidades de nível, acidentes geográficos naturais e
aspectos gerais da topografia do local.
Com isso o levantamento topográfico altimétrico fornece uma série de
informações que são utilizadas pelos profissionais nas mais variadas aplicações.
LEVANTAMENTO TOPOGRÁFICO
PLANIALTIMÉTRICO
Um levantamento topográfico planialtimétrico descreve o terreno com
exatidão, fornecendo também com exatidão as medidas planas, de ângulos e de
inclinação.
Os profissionais que costumam pedir este tipo de projeto são engenheiros
e arquitetos. Porém, o número de situações nas quais levantamentos
topográficos planialtimétricos podem serem aplicados são diversas.
Por exemplo:
Na construção civil
Utiliza-se em projetos de Casas, sobrados, prédios, loteamentos,
residenciais, Estações de tratamento de esgoto, complexos industriais, abertura
de estradas, vicinais, ruas, avenidas, rodovias, implantação de rede de esgoto,
rede de água, oleoduto, gasoduto, pontes, viadutos, barragem, construção de
lagos, açudes, PCH (Pequena Central Hidrelétrica), extração de minérios,
pedreiras entre muitas outras finalidades.
Essencial para o bom planejamento, o levantamento planialtimétrico
cadastral norteia os projetos, pois é a representação do terreno em formato
digital.
Com isso, é possível determinar-se os volumes de corte, aterro e o custo
das movimentações de terra.
Isso sem falar que também serve de base para:
A análise de viabilidade do projeto;
O estudo do melhor traçado de estradas;
O cálculo e simulação de projetos antes de ir-se a campo executar.
Já em loteamentos e residenciais, o levantamento topográfico
Planialtimétrico será a base dos projetos:
Urbanístico;
De terraplenagem,
De água, esgoto, drenagem, pavimentação, APP’s e acesso as casas;
Como consequência, também irá refletir nos projetos de:
Iluminação;
Paisagístico,
Localização horizontal e vertical de nível de travessias e pontes.
Enfim, irá refletir em todo o estudo e viabilidade do loteamento ou
residencial.
Na Agropecuária
Utiliza-se para a confecção do projeto e implantação de sistemas
de Irrigação ou fertirrigação (café, milho, soja, cana-de-açúcar, laranja, limão,
etc.);
Perceba que é praticamente impossível realizar-se um projeto de Irrigação
sem se conhecer o desnível do terreno.
Isso porque os dados obtidos através do levantamento planialtimétrico
cadastral servirão para dimensionar o tamanho da bomba/motor, a extensão das
tubulações, o número de conexões e a implantação de curvas de níveis in loco
para conservação do solo.
Estudo de melhor uso e ocupação do solo
O levantamento topográfico planialtimétrico cadastral também possibilita
um estudo preciso da declividade da propriedade.
Levando-se esta informação em consideração é possível a definição, por
exemplo:
De onde pode ser mecanizado ou não;
Onde será melhor o plantio da cultura X, da cultura Y ou a destinação para
pastagem;
Identificação de algum tipo de empreendimento, dependendo da
localização e do potencial da região.
Enfim, perceba que as aplicações do Levantamento topográfico
planialtimétrico são diversas.
Bom, é isso por este E-book. Caso deseje aprender mais sobre a
utilização do AutoCAD para Topografia, aconselho que você conheça o Curso
de Confecção de Plantas Para Topografia Cadastral
(http://adenilsongiovanini.com.br/blog/plantas/).
POSSO ME ENVOLVER NO SEU
NEGÓCIO?
Profissionais de todo o país me perguntam sobre meus treinamentos e
como participar dos mesmos.
Se o seu objetivo é plugar novos serviços no seu escritório ou tirar o sonho
de ter seu próprio escritório da área do papel, fique atento às informações abaixo
e se envolva o mais rápido possível.
TOPOGRAFIA CADASTRAL NA PRÁTICA
O Topografia cadastral na Prática é um combo formado por 5
treinamentos. O mesmo possui simplesmente todos os conhecimentos que você
precisa para tirar do papel seu sonho de colocar um escritório de Topografia
Cadastral setado para o sucesso.
Isso porque eu cubro simplesmente todas as etapas, da reunião com o
cliente a entrega das plantas e demais peças técnicas no registro de imóveis.
Você vai aprender:
Como fazer uma reunião de sucesso e fazer o cliente dizer sim para
a sua oferta;
Como proceder na pré ida a campo, identificando e eliminando
qualquer risco de erro;
A obter dados a campo com estações totais e receptores GNSS;
A fazer o processamento e o ajustamento dos dados, aprendendo
a levar os mesmos para o AutoCAD;
A utilizar o AutoCAD profissionalmente, aprendendo a produzir as
diferentes plantas confeccionadas nos escritórios de Topografia
Cadastral;
Dominará a legislação cadastral, aprendendo a produzir as
diferentes peças técnicas e como proceder junto ao registro de
imóveis.
Como disse, o mesmo é um treinamento cirúrgico, com o qual você
conseguirá tirar do papel o seu sonho de ter um escritório de Topografia setado
para o sucesso.
O Combo Topografia Cadastral na Prática normalmente é adquirido por
profissionais que:
Possuem um escritório e que querem passar a prestar serviços de
Topografia Cadastral no mesmo;
Se identificam com a área de Topografia e tem o sonho de ter um
escritório da área;
Querem turbinar suas rendas, passando a prestar serviços de
topografia em suas horas vagas.
Para conhecer melhor o combo Topografia cadastral na Prática, é só
acessar o link abaixo:
http://adenilsongiovanini.com.br/top-cadastral/
ARCGIS EXPERT
O ArcGIS Expert é simplesmente o mais completo curso de ArcGIS do
brasil. O mesmo é um método prático com o qual você irá aprender a produzir:
Shapefiles diversos;
Mapas de Uso do solo;
Mapas temáticos;
Plantas para Topografia Cadastral;
A fazer análises espaciais e a produzir SIGs.
E muito mais, você vai tomar um susto com quantidade de conhecimentos
que irá obter.
Para conhecer melhor o treinamento ArcGIS Expert, é só acessar o Link:
http://adenilsongiovanini.com.br/arcgis-expert-desafio/
MÉTODO GEORREFERENCIAMENTO SEM
MISTÉRIOS
Neste treinamento eu mostro na prática como prestar serviços de
Georreferenciamento.
O mesmo foi brindado com a ajuda de mais de 137 alunos que
participaram das 6 primeiras edições do treinamento. Estes profissionais foram
a campo, tiveram dúvidas e entraram em contato comigo.
Daí eu gravei uma nova aula para cada dúvida diferente que os
profissionais tinham, disponibilizando a mesma no final do respectivo módulo.
O resultado?
Nenhum treinamento existente no pais sobre o assunto é tão brutal como
o Georreferenciamento Sem Mistérios. Você ficará de queixo caído com a
estrutura deste treinamento.
LIVRO TOPOGRAFIA CADASTRAL E
GEORREFERENCIAMENTO DE IMÓVEIS RURAIS
NA
O mesmo é simplesmente o livro mais vendido do Brasil sobre o assunto
em 2019.
Isso porque ele reúne 307 exemplos práticos e estudos de caso
mostrando como proceder.
De certa forma que é só você copiar e colar estes exemplos no seu dia a
dia e passar diretamente para a prática, prestando serviços e ganhando dinheiro!
Para conhecer melhor o livro Topografia Cadastral e Georreferenciamento
de Imóveis Rurais na Prática e adquirir sua cópia é só acessar o Link:
http://adenilsongiovanini.com.br/georreferenciamento-de-imoveis-rurais-
na-pratica-4-4/
Para visitar o meu site, conhecer todos os treinamentos que possuo e
baixar 10 E-books gratuitos, é só acessar o link:
http://adenilsongiovanini.com.br/
DEPOIMENTOS
“Olá Adenilson. Gostaria de lhe agradecer. O curso foi fantástico. O
mesmo foi fundamental na minha especialização em Georreferenciamento, com
ele consegui dominar com facilidade todas as etapas do Geo.
Nele realmente são tratados todos os pontos de um levantamento, desde
o básico até o avançado. Confesso que no início senti um pouco de medo de
fazer, porém o investimento valeu muito a pena. Indico a todos que se
interessarem em trabalhar com Georreferenciamento”.
Junior César Zanella – Aluno do Método Georreferenciamento Sem
Mistérios
“Fazia tempo que eu estava tentando aprender a produzir mapas por
conta própria, porém sem hesito. Hoje, após participar do treinamento, eu
finalmente consigo produzir mapas de altíssima qualidade técnica”.
Ana Oliveira – Aluna do treinamento ArcGIS Expert
“O curso realmente é bem prático, estou muito empolgado com o uso das
ferramentas e com os mapas incríveis que estou aprendendo a produzir”!
Francisco Salatiel Fernandes – Aluno do treinamento ArcGIS Expert
“Sou aluno da primeira turma do Método Georreferenciamento Sem
Mistérios. Graças ao mesmo hoje consigo prestar serviços com segurança”.
Marcelo Paim – Engenheiro Civil
“O Adenilson em seus treinamentos consegue passar o conhecimento
necessário com o uso de uma linguagem simples e objetiva.
Eu trabalho com SIGs e Georreferenciamento de Imóveis Rurais e
participar do ArcGIS Expert foi essencial para mim, hoje eu produzo mapas com
um aspecto visual muito melhor”.
Moisés Santiago Ribeiro
“No começo senti muito receio em fazer, pois já tinha feito outros cursos
da área que não foram muito aproveitoso. Porém me surpreendi, foi além de
minhas expectativas”.
Francéllwika de Azevedo – Aluna do treinamento ArcGIS Expert
“Após fazer o curso estou conseguindo elaborar mapas com um aspecto
visual muito melhor”.
Marco José Strehl – Aluno do treinamento ArcGIS Expert
“Desde de que me formei trabalhei somente realizando trabalho de campo
sem contato nenhum com desenho e confecção de plantas. Sempre tinha
pessoas responsáveis por essa parte, então eu não me preocupava com isto.
Porém devido à crise econômica que nosso país se encontra acabei
ficando desempregado e me deparei com um mercado de trabalho que exige um
profissional completo, que faça o levantamento e entregue pronto. Tive muitas
propostas de emprego, só que acabei perdendo todas por não saber desenhar
e confeccionar plantas.
Foi então que depois de muita procura na internet e graças a Deus
encontrei uma pessoa com uma inteligência abençoada por Deus e uma
humildade fora do comum para ensinar, esta pessoa é Adenilson
Giovanini. Estou aprendendo muito com o mesmo e hoje me sinto muito
confiante em assumir a responsabilidade que envolva desenhos no AutoCAD.
Isso sem falar do suporte que ele oferece que é nota 10 e fica também
minha indicação principalmente para pessoas com dificuldade em desenho”.
Marcelo de Araújo – Aluno do treinamento Topografia Cadastral na
Prática
“Durante o mestrado em geografia eu precisei produzir uma série de
mapas e simplesmente não sabia como proceder. Certo dia vi um anúncio do
treinamento ArcGIS Expert no Facebook. Acabei por adquirir o mesmo e valeu a
pena. Graças a este treinamento eu consegui aprender a produzir os mapas que
precisava”.
Cassiano Martins Neumann
“Participei do Curso Topografia Cadastral na Prática e o mesmo é
simplesmente fantástico. Com ele eu obtive os conhecimentos que precisava,
sendo que hoje consigo prestar serviços com segurança. Vale muito a pena”!
Bruno Romário Lopes De Oliveira
“O mesmo é muito bom. Hoje eu tenho muito mais segurança na obtenção
de dados a campo”.
Fabiano Jr.
“Me ajudou muito o curso que comprei do Adenilson, o de Confecção de
Mapas para Licenciamento Ambiental. Com ele eu finalmente aprendi a produzir
os diferentes mapas necessários e não preciso mais depender de outros
profissionais”.
Adenir Dos Santos
“Sou funcionário público e os treinamentos do Adenilson possibilitaram
que eu obtivesse a segurança necessária para passar a prestar serviços em
minhas horas vagas”.
José Cavalcante Ramos
“Fiz 3 cursos com o Adenilson, o de confecção de plantas para Topografia
Cadastral, O de Operador de Receptores GNSS, o de ArcGIS e comprei o
Manual do Topógrafo dele. Todos os materiais são ótimos, me ajudaram muito”.
Muryllo Cesar
“Fiz uma especialização em Georreferenciamento de imóveis Rurais,
porém ao final da mesma me sentia muito inseguro. Faltava o conhecimento
prático. Devido a isso decidi participar do treinamento Georreferenciamento Sem
Mistérios. Aprendi pelo menos 3 vezes mais no mesmo do que havia aprendido
na especialização. O curso é fantástico”.
Adriano Lopes Pereira
“Fiz o curso de Confecção de plantas para topografia Cadastral com o
Adenilson Giovanini e os conhecimentos que adquiri no mesmo estão sendo
muito úteis no meu dia a dia”.
Franz De Sousa Ladeira
“O Adenilson realmente vai a fundo mostrando cada etapa de um
processo de Georreferenciamento. O curso é muito completo”.
Patrick Franco
“Sou professor de uma escola agrotécnica da Universidade Federal de
Roraima. Esse curso está sendo muito útil para mim, pois através dele, estou
melhorando a qualidade de minhas aulas”.
Pedro Antônio dos Santos
“Sou formado em agrimensura pela Elecvav de Jundiaí e participar do
Georreferenciamento Sem Mistérios mudou a minha vida. Não tem como
mensurar o tamanho de minha gratidão para com o Adenilson. Hoje o Geo é a
minha especialidade”.
Alessandro Francisco Carderalli
“Adenilson, estou fazendo o seu curso, realmente é muito bom. Não estou
trabalhando ainda com Georreferenciamento, mas com toda certeza o curso vai
me dar o norte por onde começar”.
Gleidson Molin
“Achei que o curso é bem completo, bem explicado e as aulas do bônus
sobre utilização de GPS completaram muito bem a matéria”.
Carlos Auberto Serrano – Aluno do treinamento Estação total na
Prática
“Comprei o curso e finalmente estou conseguindo realizar as operações
de geoprocessamento e produzir os mapas que precisava. Muito bom, eu
recomendo”.
Eldimar Paes – Aluno do Treinamento ArcGIS Expert
“O Adenilson é uma pessoa muito honesta, integra e responsável. Gostei
muito do curso”.
Antonio Nilton Dinalli
“Eu ainda não tinha visto um curso com tanto conteúdo e informações
técnicas”.
Aparecido Sérgio Bonfim - Aluno do Método Georreferenciamento
Sem Mistérios
“O Adenilson explica bem o passo a passo de como proceder e fornece
um ótimo suporte tira dúvidas aos alunos”.
Jorge Lúcio Degrandi – Aluno do treinamento Georreferenciamento
Sem Mistérios
“Comprei o Curso de Confecção de Mapas para Licenciamento Ambiental
e o mesmo está me ajudando muito”.
Adenir dos Santos
“Participei do treinamento Georreferenciamento Sem Mistérios e aprendi
muita coisa que estava precisando. Eu indico o mesmo para todos os
profissionais que queiram aprender mais sobre o assunto. O Adenilson é uma
pessoa honesta e comprometida com seus alunos”.
Carlay José Fagundes Júnior