0% acharam este documento útil (0 voto)
116 visualizações4 páginas

Vilarejo de Jacuba Dá Origem A Hortolândia

O vilarejo de Jacuba, origem de Hortolândia, surgiu no final do século XVIII como ponto de parada para viajantes. Em 1947 iniciou-se o desenvolvimento urbano com loteamentos. Hortolândia emancipou-se de Sumaré em 1991 após plebiscito. Atualmente é a cidade média que mais cresce no Brasil, com indústrias, comércio e serviços em expansão.
Direitos autorais
© © All Rights Reserved
Levamos muito a sério os direitos de conteúdo. Se você suspeita que este conteúdo é seu, reivindique-o aqui.
Formatos disponíveis
Baixe no formato PDF, TXT ou leia on-line no Scribd
0% acharam este documento útil (0 voto)
116 visualizações4 páginas

Vilarejo de Jacuba Dá Origem A Hortolândia

O vilarejo de Jacuba, origem de Hortolândia, surgiu no final do século XVIII como ponto de parada para viajantes. Em 1947 iniciou-se o desenvolvimento urbano com loteamentos. Hortolândia emancipou-se de Sumaré em 1991 após plebiscito. Atualmente é a cidade média que mais cresce no Brasil, com indústrias, comércio e serviços em expansão.
Direitos autorais
© © All Rights Reserved
Levamos muito a sério os direitos de conteúdo. Se você suspeita que este conteúdo é seu, reivindique-o aqui.
Formatos disponíveis
Baixe no formato PDF, TXT ou leia on-line no Scribd
Você está na página 1/ 4

Vilarejo de Jacuba dá origem a Hortolândia

Hortolândia tem origem entre o final do século XVIII e o começo do século XIX, quando a
região incluía as sesmarias de Joaquim José Teixeira Nogueira, um dono de engenho de cana-
de-açúcar.

O local era ponto de parada para tropeiros, colonos e escravos que costumavam descansar à
beira de um riacho. Era ali que os viajantes preparavam um pirão feito de farinha de mandioca,
cachaça, açúcar e mel, o Jacuba, que acabou batizando o vilarejo.
O marco definitivo para Jacuba veio com a inauguração da estação ferroviária de Campinas,
em 1872. Os trens passavam pelo povoado sem parada. Somente 45 anos depois se instalou
um ponto na região, a Estação Jacuba.

A característica urbana começou em agosto de 1947, quando a Prefeitura


de Campinas autorizou o primeiro loteamento, o Parque Ortolândia, empreendimento de João
Ortolan. Foi ele, também, o proprietário da Cerâmica Ortolan, depois chamada de Cerâmica
Sumaré, a primeira fábrica instalada em Jacuba. Outro empreendimento importante para a
consolidação urbana da região foi o Colégio Adventista.
Até esse período, o vilarejo integrava a área do distrito de Sumaré, pertencente a Campinas.
Foi em 1953, por meio da Lei Estadual 2.456 que Sumaré recebeu status de município e Jacuba
adquiriu o título de Distrito de Paz.

A mudança do nome do distrito ocorreu, no ano seguinte, em virtude do nome Jacuba já


batizar um distrito da região de Arealva. O Projeto de Lei, do então deputado Leôncio Ferraz
Júnior, batizou a antiga Jacuba como Hortolândia, uma homenagem a João Ortolan. A letra “H”
teria sido um erro de escrita, segundo contam antigos moradores.
Emancipação: uma conquista do povo

O crescimento relâmpago de Hortolândia resultou no crescimento dos recursos gerados pelo


distrito. Na década de 1980, Hortolândia era responsável pela maior parte da arrecadação de
Sumaré, ultrapassava os 60%. No entanto, o distrito era carente de investimentos na áreas de
infraestrutura e social. Nasce o movimento popular pela emancipação política administrativa
do então distrito.
Os moradores queriam autonomia para definir o futuro de Hortolândia. Foi em 19 de maio de
1.991, que 19.081 mil eleitores votaram “sim” no plebiscito que decidiu pela emancipação
político-administrativa do distrito. Nascia, assim, da vontade popular, o município Hortolândia,
formado por 110 mil habitantes que escolheram a região para morar, vindas de várias partes
do país, em pleno êxodo rural, quando o Estado de São Paulo era o destino daqueles que
buscavam oportunidades de trabalho e qualidade de vida.

Dados de Hortolândia

Fundação: 19 de maio de 1991


População: 192.225 habitantes (IBGE 2010)
Área: 62,2 km²
Altitude: 587 metros
Temperatura média no verão: 25º
Temperatura média no inverno: 18º
IDH: 0,79 (médio)
IDH/Educação: 0,883
Taxa de Alfabetização: 94%

A cidade que mais cresce no Brasil

Localizada na RMC (Região Metropolitana de Campinas), a 115 quilômetros de São


Paulo, Hortolândia vive o melhor momento da sua história nos setores econômico e social. A
cidade cresce com planejamento e qualidade de vida.

O município é a cidade média que mais cresce no País, segundo levantamento do Ipea
(Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada), publicado pela Revista Veja. Nos últimos seis anos,
foram criados 16 mil empregos na cidade, a partir da instalação de mais de 200 novas
empresas no município.

Indústrias: 435

Comércios: 2.346
Prestadores de Serviços: 2.610
Agências Bancárias: 13
Renda média per capita: R$ 1.200,00
PIB: R$ 5,5 bilhões

Arredação Municipal: R$ 505 milhões (previsão 2011)


Principais indústrias: IBM, EMS, Wickbold, Dell Computadores, GKN, Mabe, Dow Corning,
Magnetti Marelli, CAF Brasil, Amsted Maxion, Lanmar, Gonvarri.
Infraestrutura e qualidade de vida

Atualmente, a garantia de qualidade de vida à população diante do crescimento econômico e


social é o principal foco da Administração. Junto com a população, a Prefeitura faz da cidade
um lugar gostoso para se viver.

A coleta e tratamento de esgoto chegam a 50% das residências com a meta de atingir 100%
até o final de 2012. A Prefeitura investe em construção de parques, recuperação de nascentes,
arborização urbana, reestruturação do sistema viário e da rede municipal de saúde, além da
construção de moradias para atender a população de baixa renda. Tudo com planejamento.

Na área de educação, Administração amplia a inclusão digital nas escolas municipais, oferece
atividades em período oposto ao escolar, por meio dos CCEs (Centros de Convivência
Educacional), e garante acesso à língua inglesa. O município também oferece ensino
profissionalizante por meio do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia, uma
parceria com o governo federal, e da ETEC-Hortolândia (Escola Técnica Estadual).

Infraestrutura

Esgoto Tratado: 50% (meta 100% até 2012)


Água encanada: 100%
Ruas asfaltadas: 80%
Iluminação pública: 100%
Energia elétrica: 100%
Hospital Municipal e Maternidade: 1

Educação

23 Escolas Municipais de Ensino Fundamental

11 Escolas Municipais de Educação Infantil

14 Escolas Municipais de Educação Infantil e Fundamental

26 Escolas estaduais

2 escolas técnicas
IFSP (Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de São Paulo)
ETEC-Hortolândia (Escola Técnica Estadual)

2 universidades
Unasp (Universidade Adventista de São Paulo)
Uniesp

Parques

Parque Socioambiental Irmã Dorothy Stang


Parque Socioambiental Chico Mendes
Creape (Centro de Referência em Educação Ambiental Parque Escola)
Logística Privilegiada

Hortolândia está localizada na Região Metropolitana de Campinas, a 115 quilômetros de São


Paulo, próxima ao Aeroporto de Viracopos e de grandes universidades a exemplo da Unicamp
(Universidade Estadual de Campinas) e Puc-Campinas (Pontifícia Universidade Católica). O
município possui uma posição estratégica entre os grandes pólos de desenvolvimento. Confira:

Malha Rodoviária

Hortolândia conta com uma rede rodoviária privilegiada. Através das rodovias Anhanguera e
Bandeirantes liga a cidade à capital paulista; pela Rodovia D. Pedro I com o sul de Minas
Gerais, municípios do Vale do Paraíba e ao eixo Rio – São Paulo. Possui também fácil acesso à
Sorocaba, através das interligações da Anhanguera e Bandeirantes com a Rodovia Castelo
Branco e ao Aeroporto Internacional de Viracopos, em Campinas.

Principais Rodoviais

Rodovia dos Bandeirantes


Rodovia Jormalista Aguirre Francisco Proença (SP-101) que interliga o município à Rodovia
Anhanguera

Hidrografia

O principal rio que corta o município é o Ribeirão Jacuba, inserido na Bacia do Rio Piracicaba e
Tietê- Sorocaba. Integra o Consórcio das Bacias dos rios Piracicaba, Capivari e Jundiaí.

Malha Ferroviária

A malha existente em Hortolândia é administrada pela empresa ALL (América Latina Logística).
Possibilita o transporte de cargas para outras cidades do interior do Estado e sul de Minas
Gerais.
Expandir

Você também pode gostar