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Introdução A História Do Pensamento Económica

O documento discute a história do pensamento econômico, começando pelas primeiras manifestações nos textos legais e religiosos da Grécia Antiga. O "Econômico" de Xenofonte é destacado como um dos primeiros tratados sobre economia doméstica, definindo riqueza e a vantagem da divisão do trabalho. Platão também é mencionado como um reformador social que escreveu sobre a organização ideal da sociedade e distribuição de propriedade.
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O documento discute a história do pensamento econômico, começando pelas primeiras manifestações nos textos legais e religiosos da Grécia Antiga. O "Econômico" de Xenofonte é destacado como um dos primeiros tratados sobre economia doméstica, definindo riqueza e a vantagem da divisão do trabalho. Platão também é mencionado como um reformador social que escreveu sobre a organização ideal da sociedade e distribuição de propriedade.
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Introdução a História do Pensamento Económica: objecto; âmbito de estudo, métodos,

conceitos.
Objecto de estudo: é a riqueza material, a componente económica reproduzida em sociedade
no momento da sua produção, circulação e consumo.
Âmbito de estudo: abrangem uma área muito vasta tais como: conjuntura, escultura,
macroeconomia, microeconomia bem como a produção, circulação e consumo.
Métodos de estudos: analise quantitantiva na area de estatística e matemática para a
realização das suas pesquisas.
Conceitos: ritmos (estrutura e conjuntura), necessidade económica, valor económico,
produção, circulação e consumo, delimitação e interfaces.
Escultura relação existente entre conjunto de componente…
Conjuntura relaciona-se com o aumento de produção, analise económica ou o
comportamento da economia.
Producao: relaciona-se com as condições de investimento e o seu nível para a produção da
riqueza material, investimentos e níveis de organização.
Circulação: estuda os elementos que integram e condionam a distribuição da riqueza material
em relação a mercado e condicoes de escoamento, vias de circulação e o preco.
Consumo: ambragem desde do salário ate aos âmbitos de consumo dos vários grupos sociais.

A História do Pensamento Econômico (HPE) é o campo de conhecimento do economista


permanentemente posto em xeque em termos de sua relevância e necessidade (Tolipan, 1989).
Sua existência só é aceita pela maioria da profissão na medida em que sirva como relato da
trajetória pré-determinada, teleológica, da ciência ao estado atual, tido como conhecimento
correto, verdadeiro. O processo de erro e acerto vivenciado pelas gerações anteriores serviria,
então, como a história da imperfeição do passado, da trajetória progressista do conhecimento
científico, em que cada acerto passa a ser incorporado ao estado atual da ciência

As antigas civilizações e as primeiras manifestações de um pensamento económico: os


textos legais, livros religiosos e textos legislativos.
As primeiras manifestações de um pensamento económico aparecem em textos legais e
religiosos. Alguns autores consideram que já o Velho Testamento revelava nítidas
preocupações de ordem económica, mas as primeiras tentativas doutrinárias ocorreram na
Grécia. Inicialmente nos textos legislativos, como a constituição de Sólon (VI A.C.), que
testemunha o conflito entre a classe comercial ascendente e a aristocracia agrária. Mais tarde
em livros dedicados, destacando-se o "Económico" de Xenofonte. Este refere-se à economia
doméstica, contendo uma definição de riqueza, concretizando a ideia de utilidade e
sublinhando as vantagens da divisão do trabalho. Segundo Xenofonte, "a ciência do senhor
reduz-se a saber utilizar o seu escravo". Em "Eryxias", Xenofonte vai mais longe, mas
mantém a discussão económica subordinada à moral e à política.
O pensamento grego desprezava o trabalho material produtivo e a actividade comercial. Era
considerada indesejável a posse de ouro e prata. Nenhum cidadão podia possuir mais de
quatro lotes de terra. Platão escreveu "O ouro e a virtude são como pesos colocados nos dois
pratos de uma balança, de tal maneira que um não pode subir sem que desça o outro." Nas
suas obras, Platão ocupou-se da organização da sociedade, da sua origem e da sociedade ideal.
É o primeiro pensador que se refere largamente à divisão social do trabalho e à origem e
organização real, e ideal, da cidade estado. Os cidadãos estarão divididos em três classes: a
dos "guardiões filósofos". a dos "guerreiros" e a dos "produtores". Estas classes representam,
respectivamente, as três funções essenciais de qualquer sociedade: a administração, a defesa e
a produção.
Os guardiões e os guerreiros viveriam em regime de absoluto comunismo: de mulheres, filhos
e bens. Platão expõe um pensamento dirigido à repartição dos bens e à distribuição de
propriedade da terra. Foi um reformador social, enquanto que Aristóteles foi um economista
analítico.
O “Econômico” de Xenofonte: economia domestica e a noção de riqueza
Procura trazer as virtudes e qualidades necessárias para dirigir as casas e da vantagem do trabalho
manual e devidido que considera ser feito pelos escravos enquanto cidadão grego devia se
preocupar pelo pensamento reflexivo e coordenação.
Na vasta obra de Xenofonte, o Econômico faz parte do grupo de escritos socráticos, aqueles que
têm Sócrates como protagonista. Embora não tenha pertencido ao círculo de discípulos de
Sócrates, nem o tenha acompanhado durante o julgamento que o condenou à morte, Xenofonte
conheceu-o bastante para desejar preservar para os pósteros as lembranças que lhe ficaram do
mestre.

O Econômico é um tratado eminentemente prático sobre a economia, a arte de bem administrar o


oîkos, em que, usando o recurso literário da apresentação do tema sob forma de diálogo,
Xenofonte faz que Sócrates, durante um encontro com amigos, fale por ele em defesa de suas
ideias.

A economia doméstica é a área do conhecimento que engloba conceitos de administração,


educação, nutrição e serviço social. Iniciou no século XIX, na Europa, com a finalidade de
mostrar às pessoas que todos os recursos são finitos. O objectivo da economia doméstica é
transformar a actividade de poupar em um hábito, evitando, assim, o desperdício e
incentivando o consumo sustentável. Noção de riqueza segundo Xenofonte, são todas
actividades que davam a riqueza.

Referências e créditos

P. Chantraine, Xénophon. Économique, Paris, Les Belles Lettres, 1949

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