IAP - Lista Oficial de Espécies Exóticas Invasoras para o Estado Do Paraná
IAP - Lista Oficial de Espécies Exóticas Invasoras para o Estado Do Paraná
IAP Nº 059, DE 15 DE ABRIL DE 2015
Reconhece a Lista Oficial de Espécies Exóticas Invasoras
para o Estado do Paraná, estabelece normas de controle
e dá outras providências.
O Diretor Presidente do Instituto Ambiental do Paraná – IAP, nomeado pelo Decreto n° 077 de 12
de fevereiro de 2007, no uso das atribuições que lhe são conferidas pela Lei Estadual n° 10.066, de
27 de julho de 1992, com as alterações trazidas pelas Leis n° 11.352, de 13 de fevereiro de 1996 e
n° 13.425, de 07 de janeiro de 2002 e de acordo com o seu Regulamento, aprovado pelo Decreto
n° 1.502, de 04 de agosto de 1992, e considerando:
o Artigo 8º da Convenção Internacional sobre Diversidade Biológica, da qual o Brasil é
signatário, que determina aos países participantes a adoção de medidas preventivas de
erradicação e controle de espécies exóticas invasoras, assim como as Decisões daí
decorrentes;
a Lei Federal nº 11.428 de 22 de dezembro de 2006 que dispõe sobre a utilização e
proteção da vegetação nativa do Bioma Mata Atlântica, em seu Artigo 3º inciso VIII alínea
a, considera de interesse social as atividades imprescindíveis à proteção da integridade da
vegetação nativa entre essas a erradicação de espécies exóticas invasoras;
a Lei Federal nº 9.605 de 12 de fevereiro de 1998 ‐ Lei de Crimes Ambientais, que prevê
punição para quem “disseminar doença ou praga ou espécies que possam causar dano à
agricultura, à pecuária, à fauna, à flora ou aos ecossistemas” e “ para quem introduzir
espécime animal no País, sem parecer técnico oficial favorável e licença expedida por
autoridade competente, em seus artigos 61 e 31 respectivamente”;
RESOLVE:
Artigo 1º ‐ Ficam reconhecidas como espécies exóticas invasoras no estado do Paraná as espécies
relacionadas nos Anexos 1 (Plantas), 2 (Vertebrados) e 3 (Invertebrados) da presente Portaria.
Parágrafo primeiro ‐ Os ambientes referenciados na lista de espécies exóticas invasoras (Anexos 1,
2 e 3) indicam que as espécies foram neles registradas. A não citação de um ambiente não
significa que a espécie não possa tornar‐se invasora no mesmo.
Parágrafo segundo ‐ A inclusão de indicação de caráter invasor de uma espécie pode ser oriunda
de seu comportamento invasor constatado em qualquer ambiente no estado do Paraná ou além
de suas fronteiras.
Artigo 2º ‐ Para os efeitos desta Portaria, entende‐se por:
i. espécies nativas: as espécies, subespécies ou taxa inferiores ocorrentes dentro de sua área
de distribuição natural presente ou passada;
2
ii. espécies exóticas: as espécies, subespécies ou taxa inferiores introduzidos fora da sua área
natural de distribuição presente ou pretérita, incluindo qualquer parte, gametas,
sementes, ovos ou propágulos dessas espécies que possam sobreviver e posteriormente
reproduzir‐se;
iii. espécies exóticas invasoras: as espécies exóticas cuja introdução ou dispersão ameaça
ecossistemas, ambientes, populações, espécies e causa impactos ambientais, econômicos,
sociais e/ou culturais;
iv. distribuição natural: ambiente natural onde uma espécie se originou e evoluiu, estando
em equilíbrio natural com a biota respectiva;
v. ecossistema: conjunto formado por todos os fatores bióticos e abióticos que atuam
simultaneamente sobre determinada área geográfica;
vi. ambiente: o lugar ou hábitat onde foi constatada a presença da espécie. Para espécies
terrestres emprega‐se a classificação da vegetação brasileira definida pelo IBGE (2012);
vii. invasão biológica: processo de ocupação de ambiente natural por espécies exóticas,
provocando impactos ambientais negativos, como alteração no meio abiótico, competição,
hibridação, deslocamento de espécies nativas, entre outros.
viii. introdução: entrada intencional ou acidental de espécimes em locais fora da área de
distribuição natural da espécie. Além do ato de ingresso nas fronteiras estaduais, inclui a
guarda e manutenção continuada a qualquer tempo;
ix. controle de espécies exóticas invasoras: aplicação de métodos físicos, químicos ou
biológicos que resultem na redução e, sempre que desejável e possível, na erradicação de
populações de espécies exóticas invasoras;
x. espécies domésticas: todos aqueles animais que, através de processos tradicionais e
sistematizados de manejo e/ou melhoramento zootécnico, tornaram‐se domésticas,
apresentando características biológicas e comportamentais em estreita dependência do
homem, podendo apresentar fenótipo variável, diferente da espécie silvestre que os
originou;
xi. espécies de ambiente urbano e periurbano: todos aqueles animais cuja ocorrência está
estreitamente associada à presença antrópica, sendo mais comuns em ambientes urbanos
do que em ambientes naturais;
xii. espécies com risco iminente de introdução / invasão: espécies que não se encontram em
ambientes naturais no estado, porém têm histórico de invasão e sua chegada é iminente
por estarem contidas em cativeiro, próximas a divisas estaduais, haver interesse
econômico ou situações análogas. Estão listadas com vistas a gerar medidas preventivas
para evitar sua introdução e invasão.
Artigo 3º ‐ As espécies exóticas invasoras constantes nos Anexos 1, 2 e 3 encontram‐se
enquadradas em uma das seguintes categorias:
I ‐ Categoria I – Espécies que têm proibido seu transporte, criação, soltura ou translocação, cultivo,
propagação (por qualquer forma de reprodução), comércio, doação ou aquisição intencional sob
qualquer forma.
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II ‐ Categoria II – Espécies que podem ser utilizadas em condições controladas, sujeitas à
regulamentação específica.
Parágrafo primeiro: Configuram‐se exceções ao disposto para a Categoria I o uso ou consumo de
produtos e/ou subprodutos resultantes do processo de controle de espécies exóticas invasoras, o
transporte como resultado de ações de controle ou erradicação, o uso de espécimes mortos (por
exemplo, consumo ou uso como matéria‐prima) e as atividades de pesquisa especificamente
autorizadas e o uso especificamente autorizado de espécies modificadas para controle biológico
de espécies exóticas invasoras.
Parágrafo segundo – As espécies relacionadas nos anexos como de ambiente urbano e periurbano
e como espécies domésticas listadas na Portaria 93/1998 do IBAMA somente serão objeto de
medidas de prevenção, erradicação ou controle para a finalidade desta Portaria, quando presentes
em ambientes naturais.
Artigo 4º ‐ As espécies classificadas como risco iminente de introdução ou invasão deverão ser
objeto de medidas preventivas para evitar sua chegada a ambientes naturais no estado.
Artigo 5º ‐ Não é permitida a produção de mudas de espécies exóticas invasoras nos viveiros do
IAP e nos viveiros conveniados com o IAP.
Artigo 6º ‐ Ficam proibidos a doação de espécimes e o estímulo ao uso de espécies exóticas
invasoras em campanhas públicas e educativas e em eventos públicos comemorativos de qualquer
natureza.
Artigo 7º ‐ Não é permitida a liberação, soltura ou disseminação na natureza de espécimes de
espécies exóticas invasoras.
Artigo 8º ‐ É proibida a introdução e a manutenção de espécies exóticas constantes nos Anexos da
presente portaria nas Unidades de Conservação estaduais de proteção integral.
Parágrafo primeiro: Quando da elaboração do plano de manejo, deverão ser previstos planos de
ação para prevenção, erradicação, controle e monitoramento de espécies exóticas invasoras.
Parágrafo segundo: A inexistência de plano de manejo para Unidades de Conservação de proteção
integral não impedirá a execução de ações de prevenção, erradicação e controle de espécies
exóticas invasoras, conforme planos de ação específicos aprovados pelo IAP.
Artigo 9º ‐ A inobservância do disposto nesta Portaria acarretará, aos infratores, a aplicação das
sanções penais e administrativas previstas na Lei Federal nº 9.605, de 12 de fevereiro de 1998 –
Lei de Crimes Ambientais.
Artigo 10 ‐ As Listas de Espécies Exóticas Invasoras constantes nos Anexos desta Portaria deverão
ser revistas e republicadas em intervalos máximos de 5 (cinco) anos, a contar da data de sua
publicação.
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Artigo 11 ‐ A Diretoria de Biodiversidade e Áreas Protegidas ‐ DIBAP, em conjunto com a Diretoria
Diretoria de Controle de Recursos Naturais ‐ DIREN, proporá normas e procedimentos para
licenciamento, monitoramento, fiscalização e controle de espécies exóticas invasoras para as
espécies incluídas na categoria II no prazo máximo de 24 meses.
Artigo 12 ‐ Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação, ficando em consequência
revogada a Portaria n° 125/2009/IAP/GP e demais disposições em contrário.
Curitiba, xx de xxxxxxxxxx de 2015.
Luiz Tarcísio Mossato Pinto
Diretor Presidente do Instituto Ambiental do Paraná ‐ IAP
LISTA DE ESPÉCIES EXÓTICAS INVASORAS DO ESTADO DO PARANÁ
ANEXO 1 ‐ PLANTAS
PLANTAS
Família Espécie Nome comum Ambiente Categoria
Estepe Gramíneo‐Lenhosa, Floresta Ombrófila Mista II
Fabaceae Acacia mearnsii de Willd. Acácia‐negra
Fabaceae Acacia podalyriifolia A. Cunn. ex G. Don. Acácia‐mimosa Estepe Gramíneo‐Lenhosa II
Fabaceae Adenanthera pavonina L. Olho‐de‐pavão, carolina Floresta Estacional Semidecidual I
Formações Pioneiras ‐ Vegetação com Influência
II
Poaceae Bambusa vulgaris Schrad. ex J.C. Wendl. Bambu Marinha
Formações Pioneiras ‐ Vegetação com Influência
II
Casuarinaceae Casuarina equisetifolia L. Casuarina Marinha
Cairuçu‐asiático, centela, II
Apiaceae Centella asiatica (L.) Urb. dinheiro‐em‐penca Floresta Ombrófila Mista, Floresta Ombrófila Densa
Asteraceae Cirsium vulgare (Savi) Ten. Cardo, cardo‐negro Floresta Ombrófila Mista I
Floresta Ombrófila Mista, Floresta Estacional
Semidecidual, Floresta Ombrófila Densa, Formações II
Pioneiras ‐ Vegetação com Influência Fluvial
Rutaceae Citrus limon (L.) Osbeck Limoeiro
Floresta Ombrófila Mista Aluvial; Formações Pioneiras
II
Araceae Colocasia esculenta (L.) Schott Taro, inhame ‐ Vegetação com Influência Fluvial
Floresta Ombrófila Mista; Floresta Ombrófila Densa;
I
Poaceae Cortaderia selloana (Schult.) Asch. Capim‐dos‐pampas, paina Refúgios Vegetacionais
Rosaceae Cotoneaster franchettii Bois Cotoneaster Floresta Ombrófila Mista I
Crocosmia × crocosmiiflora (Lemoine ex I
Iridaceae Anonymous) N.E. Br. Tritônia, estrela‐de‐fogo Floresta Ombrófila Mista
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PLANTAS
Família Espécie Nome comum Ambiente Categoria
Floresta Estacional Semidecidual; Floresta Ombrófila
II
Poaceae Cynodon dactylon (L.) Pers. Capim‐estrela Mista
Floresta Ombrófila Mista, Floresta Ombrófila Densa,
I
Athyriaceae Deparia petersenii (Kunze) M. Kato Samambaia Floresta Estacional Semidecidual
Floresta Ombrófila Densa, Estepe Gramíneo‐Lenhosa II
Asparagaceae Dracaena fragrans (L.) Ker Gawl. Dracena, pau‐d'água
Estepe Gramíneo‐Lenhosa; Floresta Ombrófila Mista I
Poaceae Eragrostis plana Nees. Capim‐annoni
Floresta Ombrófila Mista, Estepe Gramíneo‐Lenhosa,
II
Rosaceae Eriobotrya japonica (Thunb.) Lindl. Ameixa‐amarela, nêspera Floresta Estacional Semidecidual
Proteacae Grevillea robusta A.Cunn. ex R.Br. Grevilha Floresta Estacional Semidecidual II
Gengibre‐vermelho, jasmim‐ I
Zingiberaceae Hedychium coccineum Buch.‐Ham. ex Sm. vermelho Floresta Ombrófila Densa
Floresta Ombrófila Densa, Floresta Ombrófila Mista,
Estepe Gramíneo‐Lenhosa, Formações Pioneiras ‐
I
Vegetação com Influência Fluvial, Refúgios
Zingiberaceae Hedychium coronarium J. Koenig Lírio‐do‐brejo vegetacionais
Hedychium gardnerianum Sheppard ex Ker Floresta Ombrófila Mista I
Zingiberaceae Gawl. Jasmim‐vermelho
Campanulaceae Hippobroma longiflora (L.) G. Don Arrebenta‐boi, cega‐olho Floresta Ombrófila Densa I
Floresta Ombrófila Mista, Floresta Estacional
I
Rhamnaceae Hovenia dulcis Thunb. Uva‐do‐japão Semidecidual, Estepe Gramíneo‐Lenhosa
Floresta Estacional Semidecidual, Floresta Ombrófila
II
Poaceae Hyparrhenia rufa (Nees) Stapf Capim‐jaraguá Densa
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PLANTAS
Família Espécie Nome comum Ambiente Categoria
Beijinho, maria‐sem‐ Floresta Ombrófila Densa, Floresta Ombrófila Mista,
I
Balsaminaceae Impatiens walleriana Hook. f. vergonha Estepe Gramíneo‐Lenhosa
Iridaceae Iris domestica (L.) Goldblatt & Mabb. Flor‐leopardo Floresta Estacional Semidecidual II
Crassulaceae Kalanchoe pinnata (Lam.) Pers. Folha‐da‐fortuna Floresta Estacional Semidecidual I
Fabaceae Leucaena leucocephala (Lam.) de Wit Leucena Savana, Floresta Estacional Semidecidual I
Oleaceae Ligustrum spp. Alfeneiro Floresta Ombrófila Mista I
Caprifoliaceae Lonicera japonica Thunb. Madressilva Floresta Ombrófila Mista I
Floresta Ombrófila Mista, Floresta Ombrófila Densa,
Floresta Estacional Semidecidual, Estepe Gramíneo‐ I
Thelypteridaceae Macrothelypteris torresiana (Gaud.) Ching Samambaia‐da‐pedra Lenhosa
Floresta Ombrófila Densa; Floresta Ombrófila Mista II
Magnoliaceae Magnolia champaca (L.) Baill. ex Pierre Magnólia‐amarela
Anacardiaceae Mangifera indica L. Mangueira Floresta Estacional Semidecidual II
Megathyrsus maximus (Jacq.) B.K. Simon & II
Poaceae S.W.L. Jacobs Capim‐colonião Floresta Estacional Semidecidual
Floresta Ombrófila Mista, Floresta Estacional
I
Meliaceae Melia azedarach L. Cinamomo, santa‐bárbara Semidecidual, Estepe Gramíneo‐Lenhosa
Poaceae Melinis minutiflora P. Beauv. Capim‐gordura Todos os ambientes terrestres II
Floresta Ombrófila Densa, Floresta Ombrófila Mista,
I
Poaceae Melinis repens (Willd.) Zizka Capim‐gafanhoto Estepe Gramíneo‐Lenhosa, Savana
Floresta Ombrófila Mista, Floresta Estacional
I
Fabaceae Mimosa pigra L. Mimosa Semidecidual, Savana
Floresta Ombrófila Mista; Floresta Ombrófila Densa II
Moraceae Morus nigra L. Amora‐preta
Rutaceae Murraya paniculata (L.) Jack Murta Floresta Estacional Semidecidual I
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PLANTAS
Família Espécie Nome comum Ambiente Categoria
Estepe Gramíneo‐Lenhosa, Floresta Ombrófila Mista II
Davalliaceae Nephrolepis cordifolia (L.) C. Presl Samambaia
Floresta Ombrófila Mista, Floresta Ombrófila Densa II
Davalliaceae Nephrolepis exaltata (L.) Schott. Samambaia
Floresta Estacional Semidecidual, Floresta Ombrófila
I
Orchidaceae Oeceoclades maculata (Lindl.) Lindl. Orquídea Mista
Floresta Ombrófila Densa, Floresta Estacional
II
Poaceae Pennisetum purpureum Schumach. Capim‐elefante Semidecidual, Estepe Gramíneo‐Lenhosa
Phyllostachys aurea Carrière ex Rivière & C. Floresta Ombrófila Mista, Savana, Estepe I
Poaceae Rivière Bambu‐dourado
Floresta Ombrófila Mista, Floresta Estacional
I
Urticaceae Pilea cadierei Gagnep. & Guillaumin Pilea Semidecidual
Estepe; Savana; áreas alteradas em Floresta
Ombrófila Densa, Floresta Ombrófila Mista e Floresta
Estacional Semidecidual; Formações Pioneiras ‐ II
Vegetação com Influência Marinha e Vegetação com
Pinaceae Pinus spp. Pinheiro‐americano, pínus Influência Fluvial
Pittosporaceae Pittosporum undulatum Vent Pau‐incenso Floresta Ombrófila Mista I
Floresta Ombrófila Densa, Formações Pioneiras ‐
Vegetação com Influência Marinha, Floresta II
Myrtaceae Psidium guajava L. Goiabeira Estacional Semidecidual, Savana
Pteridaceae Pteris ensiformis Burm. f Samambaia Floresta Ombrófila Densa II
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PLANTAS
Família Espécie Nome comum Ambiente Categoria
Floresta Ombrófila Mista, Floresta Ombrófila Densa,
Floresta Estacional Semidecidual, Estepe Gramíneo‐ I
Pteridaceae Pteris vittata L. Samambaia Lenhosa
Estepe Gramíneo‐Lenhosa, Formações Pioneiras ‐
Vegetação com Influência Marinha, Floresta
II
Ombrófila Mista, Floresta Estacional Semidecidual,
Euphorbiaceae Ricinus communis L. Mamona Floresta Ombrófila Densa
Fabaceae Robinia pseudoacacia L. Robínia, falsa‐acácia Floresta Ombrófila Mista Montana I
Rosaceae Rubus niveus Thunb. Amora‐roxa Floresta Ombrófila Mista Montana I
Floresta Ombrófila Mista, Floresta Ombróflia Densa II
Araliaceae Schefflera arboricola (Hayata) Merr. Cheflera
Floresta Ombrófila Mista, Floresta Estacional
II
Cucurbitaceae Sechium edule (Jacq.) Sw. Chuchu Semidecidual
Asteraceae Senecio madagascariensis Poir. Senécio Estepe Gramíneo‐Lenhosa, Savana I
Senna macranthera (DC. ex Collad.) H.S. II
Fabaceae Irwin & Barneby Aleluia Estepe Gramíneo‐Lenhosa
Bignoniaceae Spathodea campanulata P.Beauv. Tulipa‐africana Floresta Ombrófila Densa I
Floresta Ombrófila Densa, Formações Pioneiras de
II
Influência Marinha, Floresta Estacional Semidecidual
Myrtaceae Syzygium cumini (L.) Skeels Jambolão
Myrtaceae Syzygium jambos (L.) Alston Jambo Floresta Ombrófila Densa I
Floresta Estacional Semidecidual; Floresta Ombrófila
I
Bignoniaceae Tecoma stans (L.) Juss. ex. Kunth Amarelinho, ipê‐de‐jardim Densa, Floresta Ombrófila Mista
Formações Pioneiras ‐ Vegetação com Influência
II
Combretaceae Terminalia catappa (L.) Hitchc. Sete‐copas, castanheira Marinha
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PLANTAS
Família Espécie Nome comum Ambiente Categoria
Floresta Ombrófila Mista, Floresta Estacional
I
Araliaceae Tetrapanax papyrifer (Hook.) K.Koch Papel‐de‐arroz Semidecidual
Floresta Ombrófila Mista, Floresta Ombrófila Densa,
Floresta Estacional Semidecidual, Estepe Gramíneo‐ I
Thelypteridaceae Thelypteris dentata (Forsk.) E. St. John Samambaia Lenhosa
Acanthaceae Thunbergia alata Bojer ex Sims Bunda‐de‐mulata Floresta Ombrófila Densa I
Estepe Gramíneo‐Lenhosa, Floresta Ombrófila Mista,
I
Commelinaceae Tradescantia zebrina Heynh. ex Bosse Trapoeraba‐roxa Floresta Estacional Semidecidual
Floresta Ombrófila Mista, Estepe Gramíneo‐Lenhosa I
Fabaceae Ulex europaeus L. Tojo
Floresta Ombrófila Densa; Estepe Gramíneo‐Lenhosa II
Poaceae Urochloa spp. Braquiária
PLANTAS ‐ ESPÉCIES COM RISCO IMINENTE DE INVASÃO
Asparagaceae Furcraea foetida (L.) Haw. Piteira, pita Costões rochosos à beira‐mar I
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ANEXO 2 ‐ VERTEBRADOS
2.1 VERTEBRADOS AQUÁTICOS (PEIXES)
PEIXES ‐ ESPÉCIES EXÓTICAS ÀS BACIAS DO ESTADO DO PARANÁ
Ordem Família Nome científico Nome comum Ambiente/bacia com invasão Categoria
Siluriformes Auchenipteridae Ageneiosus inermis (Linnaeus, 1766) Palmito Alto Rio Paraná I
Siluriformes Auchenipteridae Ageneiosus militaris Valenciennes, 1835 Manduvê Alto Rio Paraná I
Characiformes Characidae Aphyocharax anisitsi Eigenmann & Kennedy, 1903 Piquira Alto Rio Paraná I
Characiformes Characidae Aphyocharax dentatus Eigenmann & Kennedy, 1903 Piquira Alto Rio Paraná I
Perciformes Cichlidae Apistogramma commbrae (Regan, 1906) Corumba Alto Rio Paraná I
Gymnotiformes Aptenorotidae Apteronotus albifrons (Linnaeus, 1766) Ituí‐cavalo Alto Rio Paraná I
Todas as bacias hidrográficas
Perciformes Cichlidae Astronotus crassipinnis (Heckel, 1840) Oscar, apaiari do estado II
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PEIXES ‐ ESPÉCIES EXÓTICAS ÀS BACIAS DO ESTADO DO PARANÁ
Ordem Família Nome científico Nome comum Ambiente/bacia com invasão Categoria
Loricariichthys platymetopon Isbrücker & Nijssen, Cascudo‐chinelo,
Siluriformes Loricariidae 1979 rapa‐canoa Alto Rio Paraná I
Cascudo‐chinelo,
Siluriformes Loricariidae Loricariichthys rostratus Reis & Pereira, 2000 rapa‐canoa Alto Rio Paraná I
Characiformes Characidae Metynnis spp. Pacu‐CD Alto Rio Paraná I
Todas as bacias hidrográficas
Perciformes Centrarchidae Micropterus salmoides (Lacepède, 1802) Achigã, black bass do estado I
Cypriniformes Cobitidae Misgurnus anguillicaudatus (Cantor, 1842) Dojô Rio Iguaçu I
Odontesthes bonariensis (Valenciennes in Cuvier &
Atheriniformes Atherinidae Valenciennes, 1835) Peixe‐rei Rio Iguaçu II
Todas as bacias hidrográficas
Salmoniformes Salmonidae Oncorhynchus mykiss (Walbaum, 1792) Truta‐arco‐íris do estado II
Batrachoidiformes Batrachoididae Opsanus beta (Goode & Bean, 1880) Beta Oceano Atlântico I
Todas as bacias hidrográficas
Perciformes Cichlidae Oreochromis niloticus niloticus (Linnaeus, 1758) Tilápia‐do‐nilo do estado II
Armado,
Siluriformes Doradidae Ossancora eigenmanni (Boulenger, 1895) armadinho Alto Rio Paraná I
Piaractus mesopotamicus x Colossoma Todas as bacias hidrográficas
Characiformes Characidae macropomum Tambacu do estado II
Siluriformes Pimelodidae Pimelodus ornatus Kner, 1858 Mandi‐paraguaio Alto Rio Paraná I
Perciformes Sciaenidae Plagioscion squamosissimus (Heckel, 1840) Corvina, pescada Alto Rio Paraná I
Platydoras armatulus (Valenciennes in Cuvier &
Siluriformes Doradidae Valenciennes, 1840) Armado, armao Alto Rio Paraná I
Todas as bacias hidrográficas
Cyprinodontiformes Poeciliidae Poecilia reticulata Peters, 1859 Barrigudinho do estado II
Todas as bacias hidrográficas
Myliobatiformes Potamotrygonidae Potamotrygon spp. Raia, arraia do estado II
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PEIXES ‐ ESPÉCIES EXÓTICAS ÀS BACIAS DO ESTADO DO PARANÁ
Ordem Família Nome científico Nome comum Ambiente/bacia com invasão Categoria
Corimbatá,
Characiformes Prochilodontidae Prochilodus lineatus (Valenciennes, 1836) curimba, grumatã Rio Iguaçu II
Pseudoplatystoma corruscans x Pseudoplatystoma
Siluriformes Pimelodidae reticulatum Ponto‐e‐vírgula Rio Paraná, Rio Iguaçu II
Pseudoplatystoma reticulatum Eigenmann & Rio Iguaçu, foz Rio Tibagi,
Siluriformes Pimelodidae Eigenmann, 1889 Cachara Alto Rio Paraná I
Pterodoras granulosus (Valenciennes in Humboldt & Armado,
Siluriformes Doradidae Valenciennes, 1821) abotoado, capetão Alto Rio Paraná I
Siluriformes Loricariidae Pterygoplichthys ambrosettii (Holmberg, 1893) Cascudo Alto Rio Paraná I
Gymnotiformes Rhamphichthyidae Rhamphichthys hahni (Meinken, 1937) Tatu, espadão Alto Rio Paraná I
Characiformes Characidae Roeboides descalvadensis Fowler, 1932 Dentudo Alto Rio Paraná I
Cará, zoiúdo, Rio Paranapanema, Córrego
Perciformes Cichlidae Satanoperca papaterra (Heckel, 1840) porquinho Água Mole I
Characiformes Characidae Serrasalmus marginatus Valenciennes, 1837 Piranha Alto Rio Paraná I
Todas as bacias hidrográficas
Siluriformes Siluridae Silurus glanis Linnaeus, 1758 Siluro‐europeu do estado I
Bico‐de‐pato,
Siluriformes Pimelodidae Sorubim lima (Bloch & Schneider, 1801) surubim Alto Rio Paraná I
Steindachnerina brevipinna (Eigenmann &
Characiformes Curimatidae Eigenmann, 1889) Saguiru Alto Rio Paraná I
Todas as bacias hidrográficas
Perciformes Cichlidae Tilapia rendalli (Boulenger, 1897) Tilápia do estado II
Siluriformes Auchenipteridae Trachelyopterus galetaus (Linnaeus, 1766) Cangati Alto Rio Paraná I
Trachydoras paraguayensis (Eigenmann & Ward in
Siluriformes Doradidae Eigenmann, McAtee & Ward, 1907) Armadinho Alto Rio Paraná I
Todas as bacias hidrográficas
Characiformes Characidae Triportheus spp. Sardela, sardinha do estado I
Todas as bacias hidrográficas
Cyprinodontiformes Poeciliidae Xiphophorus spp. Heckel, 1848 Plati do estado II
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PEIXES ‐ ESPÉCIES NATIVAS DE UMA OU MAIS BACIAS NO ESTADO DO PARANÁ PORÉM EXÓTICAS INVASORAS EM OUTRAS BACIAS NO ESTADO
Ordem Família Nome científico Nome comum Nativo no Invasor no Categoria
Camboatá, Rio Iguaçu, Alto
Siluriformes Callichthyidae Hoplosternum littorale (Hancock, 1828) cascudo, tamoatá Rio Paraná Paranapanema II
Characiformes Anostomidae Leporinus friderici (Bloch, 1794) Piau‐três‐pintas Rio Paraná Rio Iguaçu II
Characiformes Anostomidae Leporinus obtusidens (Valenciennes, 1836) Piau Rio Paraná Rio Iguaçu II
Piau,
flamenguinho,
Characiformes Anostomidae Leporinus octofasciatus Steindachner, 1915 ferreirinha Rio Paraná Rio Iguaçu II
Characiformes Anostomidae Leporinus piavussu Britski, Birindelli & Garavello, 2012 Piau Rio Paraná Rio Iguaçu II
Pacú, pacú‐
Characiformes Characidae Piaractus mesopotamicus (Holmberg, 1887) caranha Rio Paraná Rio Iguaçu II
Rio Iguaçu e
Siluriformes Pimelodidae Pseudoplatystoma corruscans (Spix & Agassiz, 1829) Pintado Rio Paraná bacias litorâneas II
Rio Iguaçu e
Characiformes Characidae Salminus brasiliensis (Cuvier, 1816) Dourado Rio Paraná bacias litorâneas II
PEIXES ‐ ESPÉCIES COM RISCO IMINENTE DE INTRODUÇÃO / INVASÃO
Ordem Família Nome científico Nome comum Categoria
Perciformes Blenniidae Omobranchus punctatus (Valenciennes in Cuvier & Valenciennes, 1836) Muzzled blenny I
Scorpaeniformes Scorpionidae Pterois volitans (Linnaeus, 1758) Peixe‐leão I
Siluriformes Pangasiidae Pangasius spp. Valenciennes in Cuvier & Valenciennes, 1840 Panga I
Semionotiformes Lepisosteidae Atractosteus spp. Rafinesque, 1820 Gar jacaré, alligator gar I
Perciformes Channidae Channa spp. Scopoli, 1777 Snakehead I
Osteoglossiformes Osteoglossidae Arapaima spp. Müller, 1843 Pirarucu I
Siluriformes Pimelodidae Phractocephalus hemioliopterus (Bloch & Schneider, 1801) Pirarara I
Osteoglossiformes Osteoglossidae Osteoglossum spp. Cuvier, 1829 Aruanã I
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2.2 VERTEBRADOS TERRESTRES
ANFÍBIOS
Ordem Família Espécie Nome comum Ambiente Categoria
Anura Ranidae Lithobates catesbeianus (Shaw, 1802) Rã‐touro Todos os ambientes terrestres II
RÉPTEIS
Ordem Família Espécie Nome comum Ambiente Categoria
Trachemys dorbigni (Duméril & Bibron, Floresta Ombrófila Densa, Floresta Ombrófila
Testudines Emydidae 1835) Tigre‐d'água, cágado Mista, Floresta Estacional Semidecidual II
Floresta Ombrófila Densa, Floresta Ombrófila
Testudines Emydidae Trachemys scripta elegans (Wied, 1839) Tigre‐d´água Mista, Floresta Estacional Semidecidual I
AVES
Ordem Família Espécie Nome comum Ambiente Categoria
Floresta Ombrófila Mista Montana, Savana,
Estepe, Floresta Estacinao Semidecidual,
Passeriformes Estrildidae Estrilda astrild Linnaeus, 1758 Bico‐de‐lacre Floresta Ombrófila Densa II
Floresta Ombrófila Mista Montana, Floresta
Passeriformes Thraupidae Paroaria coronata (Miller, 1776) Cardeal Estacional Semidecidual II
Floresta Ombrófila Mista Montana, Floresta
Psittaciformes Psittacidae Amazona aestiva Linnaeus, 1758 Papagaio‐verdadeiro Ombrófila Densa II
Periquito‐de‐cabeça‐
Psittaciformes Psittacidae Aratinga nenday (Vieillot, 1823) preta Floresta Estacional Semidecidual II
Floresta Ombrófila Mista, Floresta Estacional
Psittaciformes Psittacidae Brotogeris tirica (Gmelin, 1788) Periquito‐rico Semidecidual II
Floresta Estacional Semidecidual, Floresta
Psittaciformes Psittacidae Myiopsitta monachus (Boddaert, 1783) Caturrita Ombrófila Mista Montana II
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MAMÍFEROS
Ordem Família Espécie Nome comum Ambiente Categoria
Floresta Ombrófila Mista Montana; Estepe
Artiodactyla Suidae Sus scrofa scrofa Linnaeus, 1758 Javali Gramíneo‐Lenhosa I
Primates Callithrichidae Callithrix jacchus (Linnaeus, 1758) Sagui‐de‐tufos‐brancos Floresta Ombrófila Mista Montana I
Callithrix penicillata (É. Geoffroy Saint‐ Sagui‐de‐tufos‐pretos, Floresta Ombrófila Densa; Floresta Ombrófila
Primates Callithrichidae Hillaire, 1812) mico‐estrela Mista; Floresta Estacional Semidecidual I
Floresta Estacional Semidecidual; Floresta
Ombrófila Densa; Floresta Ombrófila Mista;
Rodentia Leporidae Lepus europaeus Pallas, 1788 Lebre‐europeia Estepe; Savana I
Floresta Ombrófila Densa; Floresta Ombrófila
Rodentia Myocastoridae Myocastor coypus (Molina, 1782) Ratão‐do‐banhado Mista; Floresta Estacional Semidecidual I
VERTEBRADOS TERRESTES EM AMBIENTE URBANO E PERIURBANO OU CONSIDERADOS DOMÉSTICOS CONFORME PORTARIA IBAMA 93/1998
Classe Família Nome científico Nome popular Categoria
Aves Columbidae Columba livia Gmelin, 1789 Pombo‐doméstico I
Mammalia Bovidae Bubalus bubalis (Linnaeus, 1758) Búfalo II
Mammalia Canidae Canis lupus familiaris Linnaeus, 1758 Cão‐doméstico II
Mammalia Felidae Felis catus Linnaeus, 1758 Gato‐doméstico II
Mammalia Muridae Mus musculus Linnaeus, 1758 Camundongo II
Mammalia Muridae Rattus norvegicus (Berkenhout, 1769) Ratazana II
Mammalia Muridae Rattus rattus (Linnaeus, 1758) Rato‐preto II
OUTROS VERTEBRADOS TERRESTES EM AMBIENTE URBANO E PERIURBANO (NÃO DOMÉSTICOS)
Classe Família Nome científico Nome popular Categoria
Reptilia Gekkonidae Hemidactylus mabouia (Moreau de Jonnès, 1818) Lagartixa‐de‐parede I
Aves Passeridae Passer domesticus (Linnaeus, 1758) Pardal I
18
VERTEBRADOS TERRESTRES ‐ ESPÉCIES COM RISCO IMINENTE DE INTRODUÇÃO / INVASÃO
Classe Família Nome científico Nome popular Categoria
Anura Pipidae Xenopus laevis Daudin Rã‐africana II
Anura Pipidae Xenopus laevis Daudin var. albina Rã‐africana II
19
ANEXO 3 ‐ INVERTEBRADOS
3.1 INVERTEBRADOS MARINHOS
INVERTEBRADOS MARINHOS
Classe Ordem Família Espécie Nome comum Ambiente Categoria
Maxillopoda Sessilia Balanidae Amphibalanus amphitrite (Darwin, 1854) Craca Marinho ‐ costão rochoso I
Craca, craca‐
Maxillopoda Sessilia Balanidae Amphibalanus reticulatus (Utinomi, 1967) japonesa Marinho ‐ costão rochoso I
Ascidiacea Enterogona Ascidiidae Ascidia syneiensis Stimpson, 1855 Ascídia Marinho ‐ costão rochoso I
Maxillopoda Sessilia Balanidae Balanus trigonus Darwin, 1854 Craca Marinho ‐ costão rochoso I
Cnidário –
Hydrozoa Leptothecatae Blackfordiidae Blackfordia virginica Mayer, 1910 hidrozoa Marinho I
Boccardiella bihamata Blake & Kudenov,
Polychaeta Spionida Spionidae 1978 Estuarino I
Carijoa riisei (Duchassaing & Michelotti, Cnidário –
Anthozoa Alcyonacea Clavulariidae 1860) octocoral Marinho ‐ costão rochoso I
Malacostraca Decapoda Portunidae Charybdis hellerii (A. Milne Edwards, 1867) Siri‐de‐espinho Estuarino I
Microalga –
Coscinodiscophyceae Coscinodiscales Coscinodiscaceae Coscinodiscus wailesii Gram & Angst, 1931
diatomácea Marinho ‐ costeiro I
Molusco –
Bivalvia Pterioida Isognomonidae Isognomon bicolor (Adams, 1845) bivalve Marinho ‐ costão rochoso I
Malacostraca Decapoda Penaeidae Litopenaeus vannamei (Boone, 1931) Camarão‐cinza Marinho ‐ Estuarino II
Maxillopoda Sessilia Balanidae Megabalanus coccopoma (Darwin, 1854) Craca Marinho ‐ costão rochoso I
Molusco –
Bivalvia Mytiloida Mytilidae Myoforceps aristatus (Dillwyn, 1817) bivalve Marinho I
Equinodermo –
Ophiuroidea Ophiurida Ophiotrichidae Ophiothela mirabilis Verrill, 1867 ofiuroide Marinho ‐ costão rochoso I
Mexilhão,
Bivalvia Mytiloida Mytilidae Perna perna L. marisco Marinho ‐ costão rochoso II
20
INVERTEBRADOS MARINHOS
Classe Ordem Família Espécie Nome comum Ambiente Categoria
Scyphozoa Rhizostomeae Mastigiidae Phyllorhiza punctata von Lendelfeld, 1884 Água‐viva Marinho ‐ costeiro I
Marinho ‐ hábitats
horizontais, fundo não
Polychaeta Spionida Spionidae Polydora cornuta Bosc, 1802 Poliqueta consolidado I
Marinho ‐ hábitats
horizontais, fundo não
Polychaeta Spionida Spionidae Polydora nuchalis Woodwick, 1953 Poliqueta consolidado I
Polychaeta Spionida Spionidae Pseudopolydora diopatra Hsieh Poliqueta Estuarino I
Sidneioides peregrinus Kremer, Metri &
Ascidiacea Enterogona Polyclinidae Rocha, 2011 Ascídia Marinho ‐ costão rochoso I
Stragulum bicolor (van Ofwegen &. Haddad, Cnidário –
Anthozoa Alcyonacea Clavulariidae 2011) octocoral Marinho ‐ costão rochoso I
Malacostraca Sessilia Archeobalanidae Striatobalanus amaryllis (Darwin, 1854) Craca Marinho ‐ costão rochoso I
Ascídia, maria‐
mijona, mija‐
Ascidiacea Pleurogona Styelidae Styela plicata Lesueur, 1823 mija Marinho ‐ costão rochoso I
Maxillopoda Calanoida Temoridae Temora turbinata (Dana, 1849) Copépode Estuarino I
INVERTEBRADOS MARINHOS ‐ ESPÉCIES COM RISCO IMINENTE DE INTRODUÇÃO / INVASÃO
Nome
Classe Ordem Família Nome científico popular Ambiente Categoria
Anthozoa Scleractinia Dendrophylliidae Tubastraea coccinea Lesson, 1829 Coral‐sol Marinho ‐ costão rochoso I
Anthozoa Scleractinia Dendrophylliidae Tubastraea tagusensis Wells, 1982 Coral‐sol Marinho ‐ costão rochoso I
Ascidiacea Phlebobranchia Cionidae Ciona intestinalis (Linaeus, 1767) Ascídia Marinho ‐ costão rochoso I
Dinophyceae Gonyaulacales Goniodomaceae Alexandrium tamarense (Lebour) Balech, 1995 Dinoflagelado Marinho I
21
3.2 INVERTEBRADOS DE ÁGUA DOCE
Classe Ordem Família Espécie Nome popular Ambiente Categoria
Crustacea Diplostraca Daphniidae Daphnia lumholtzi G.O. Sars, 1885 Água doce I
Rotifera Ploima Brachionidae Kellicottia bostoniensis (Rousselet, 1908) Água doce I
Crustacea Decapoda Palaemonidae Macrobrachium rosenbergii (De Man, 1879) Camarão‐gigante‐da‐malásia Água doce II
Hydrozoa Filifera Clavidae Cordylophora caspia (Pallas, 1771) Hidróide Água doce I
Bivalvia Mytiloida Mytilidae Limnoperna fortunei (Dunker, 1857) Mexilhão‐dourado Água doce I
Bivalvia Neotaenioglossa Thiaridae Melanoides tuberculatus (Muller, 1774) Melanóide Água doce I
Bivalvia Veneroida Corbiculidae Corbicula fluminea (O.F. Müller, 1774) Berbigão Água doce I
3.3 INVERTEBRADOS TERRESTRES
Caracol‐gigante‐ Formações Pioneiras de Influência Marinha,
Gastropoda Stylommatophora Achatinidae Achatina fulica Bowdich africano Floresta Ombrófila Densa, urbano e periurbano I
Meghimatium pictum
Gastropoda Stylommatophora Philomycidae (Stoliczka, 1873) Lesma Floresta Ombrófila Mista Montana I
Mosquito‐da‐ Urbano, periurbano, Floresta Estacional
Insecta Diptera Culicidae Aedes aegypti (Linnaeus, 1762) dengue Semidecidual, Floresta Ombrófila Densa I
Mosquito‐da‐ Urbano, periurbano, Floresta Ombrófila Mista,
Insecta Diptera Culicidae Aedes albopictus (Skuse, 1895) dengue Floresta Ombrófila Densa I
Estepe Gramíneo‐Lenhosa; Floresta Ombrófila
I
Insecta Hymenoptera Megachilidae Anthidium manicatum L Abelha Mista
Floresta Ombrófila Densa, Floresta Ombrófila
Mista Montana, Floresta Estacional
Insecta Coleoptera Coccinellidae Harmonia axyridis (Pallas, 1773) Joaninha Semidecidual, urbano I
22
INVERTEBRADOS TERRESTRES ‐ ESPÉCIES CONSIDERADAS DOMÉSTICAS CONFORME PORTARIA IBAMA 93/1998
Classe Ordem Família Espécie Nome popular Ambiente Categoria
Floresta Ombrófila Mista, Floresta Ombrófila Densa,
Floresta Estacional Semidecidual, Estepe, Savana,
Insecta Hymenoptera Apidae Apis mellifera Linnaeus, 1758 Abelha‐africanizada II
Formações Pioneiras de Influência Marinha, urbano e
periurbano
INVERTEBRADOS TERRESTRES ‐ ESPÉCIES PRESENTES EM AMBIENTE URBANO E PERIURBANO
Classe Ordem Família Espécie Nome popular Categoria
Arachnida Scorpiones Buthidae Tityus serrulatus Lutz & Mello, 1922 Escorpião‐amarelo I
Arachnida Scorpiones Buthidae Tityus confluens Borelli, 1899 Escorpião I
Arachnida Scorpiones Buthidae Tityus trivitattus Kraepelin, 1898 Escorpião I
Arachnida Scorpiones Buthidae Tityus stigmurus Thorell, 1896 Escorpião I