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9 - VOLOCHKO, D. A Moradia Como Negócio e A Valorização Do Espaço Urbano Metropolitano

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BIBLIOGRAFIA 4 CIDADE COMO NEGOCIO 195) A MORADIA COMO NEGOCIO E A VALORIZACA DO ESPACO URBANO METROPOLITANO Das Vlcbho Este capitulo traz algumas reflexdes sobre os conteidos atuais do processo de valotizasio do espago a partir de uma andlise da producao habitacional imobilisria ue vem seproduzindo importantes setotes econémicos no pais, bem como vern se arciculando a estatégias politcas ligadas & produgéo do espago e produzindo um novo cotidiano desigual para milhées de habicantes, © debate sobre a valorizagio do espago coloc ante no processo de da produgio do espaco. (© que buscamos destacar € 2 importincia da rete fa de um debate aprofun- dado sobre a valorizagao do espaco, pois partimos da hi de que compreender a nasio do espaco &er xa que 2 val través das novas dindmicas do setor imol mundial ¢ is novas agées es alorizacio do espace se para o desvendamento da producio do espago urbana jzagio do espaco urbane ver ginhando novos conte das edffeacoes para produaie a5 Fucaras wae i de novos espacos. iidade de um mercado 1m ativo flexibilizado e que acto da moradia como puro negicio econémico ragbes que novas mediagies Financeit de garani tucfonais colocam a pos que tém na propriedade imobi Impéema A producao do espaco como forma lamenta para a compreensio dos con ecifica de producto do val is do proceso de ea nagdo dos espacos peifrica, iaremos com algumas colocagées que visam si sobre a renda da terra ¢ sua relagéo com 2 produgio do espace urbano, « cot estabeleceremos uma persps devalorizagio idos aos espacos metropolicanos tancia de se pensar coneres AVALORIZACAO DO ESPACO URBANO EO DEBATE SOBRE A RENDA DA TERRA URBANA Aanalise do processo de valorizagio do espago nio é arefa autores se dedicaram ¢ vem se dedicando de modo mai bate do papel da terra do espaco na reprodusao do ca Harvey? Oliveira," Mare evidentemence, de expor ¢ analisar o modo como estes autores entendem 6 da rerra eda tenda, Partiremos de algumas consideragées que a nosso ver avangam, Ia) AMORADIA COMO NEGOCIO E A VALORIZAGAO DO BSFACOLURBANO METROPOLITANO da cerra urbana ¢ seu papel na acumulagio. Nosso intctesse reside na reflexdo sobre 0 papé espago na nas cidades atualmente. De modo geral, eflexio sobre a valorizagio do espago através da perspectiva da ‘coria marssta do valor compreende que o trabalho ~ vivo e morto ~ materializado ‘as construsiesineorpora-se tera, sendo que" formacap territorial écambérm uma acumulagio desigual de wabalho no espaco”, que “o valbrctiado, ao incorporar-se ao solo, transforma-se em valor do espaco, condicionando as valorizagées posttio- jener sintetiza da seguinte maneira 2 questig da compreensao marxisea dla renda da ceera ais do que isso, do préprio |. que permite ler muitos dos con! ‘Ascotia marvisa da renda deriva da nogio rcardiana da terra como fator ancirio). Mediadas por politicas como 0 Me portincia de io diminuindo im como das fami 116] AMORADIA COMO NEGOCIO E 4 VALORIZAGKO DO ESPAGD URBANO METROFOLITANO. como condi 0 da realizagéo a um s6 tempo de uma valprizacio fundidria (do solo) € imabilisi (os iméves). Maso setorimebildio te que sever com o proceso local ¢ concreto de valorizacio do expaco para realizar fous luctos atuaise futuros, tista. Além disso, a capitalizacio como produto das ta) € como sda cr medica crescente is ideologiasenvolvidas, lidade, da seguranga, que funcionam como uma Portanto a valorizacio do espago se torna mais complesa, No plano imediato do lugar, quando @ novo condomanio possi ume viinbanga jéconsolidada por dreas 4o fica mais restrita ao interior do grande empreendi- 3s Cajasextensées de co em meio a bairos autoconstruids poréma mais centrais, ladeados por outios tertenos vazios, novos invesimentos podem ser atraidos para Numa escala mais ampla, se tegiio possi a simples compra de cercas ou pela simples perspectiva das incorporadoras conseruirem nesses locas, Essa valorizagéo do espaco atualizaria a contradigio entre a necessidade de ampliagso dos grandes ganhos imobilirios e financeitos a necessidade de producir habitagées mais baratas para uma populagéa com recursos financeiros limicados. Essa contradigio é em ida pelo Estado (através do MewV), ‘que paga ao setor privado a capitalizagéo do espago e garance a demanda. Pa. ralelamente & agio das grandes incorporadoras, loceadores, pequenas ¢ construtoras, 0 préprio Estado ~ Companhia de Hat Companhia de Desenvolvimento Habi atuam na produgio do espago metropo iméveis, condominios fechados, conjuntos habitacionais. Essas ag6es constituem a trama da valorizagio do espago ¢ devem ser analisadas conctetamente para que se afastem os riscos das generalizagécs. tagéo Popular (cosas) ional e Urbgno (cD#t) A periferizacio/metropolizagéo da producéo habitagional integra uma das mo- dalidades do processo de valorizagdo do espaco, que se coloca como uma das possibi- lidades de aumento da base social de acumulegso capicalita através da produgéo do urbano. Outros processos de producto do espagoacla ans as evalorizagbes das CONSIDERAGOES FINAIS : reas dos cencros urbanos, 0s novos investimentos em areas de desindusttalizacio, a hai A CIDADE COMO NEGO! produ do espago agrtio vinculado ao desenvolvimento do chamado agronegécio, 4 produgio de grandes infrastruturas no reritério nacional, a produgéo do espace ligado& realizgie do turismo ¢ dos denominados megacventos (Copa de Mundo e Olimpiadas), encre outros 'A moradia vem sendo amplamente produzida como negécio urbane financei- rizado sobretudo através das grandes incorporadoras, que rasgam a politica urbana € conttibuem para o aprofundamento dos processos valorizagio do espace, espoliagso « segregacio, reproduzindo periferias ¢ produzindo novas periferias. O desenvolvi- mento desse processo aponte como horizonte o afastamento dos mais pobres entre os empebrecidos para mais longe, agudizando e aprofundando a segregacio socioes- pacial afragmentacao ¢ hierarquizacio nas perferias. Assim, podemos concluie que 0s novos conteiidos da valorizagio do expaco periférico integram a atual reproducio capitalista- imobi ceiro-estatsta, que produzo espaco abscato da mora- dia homogénea e novas praticas socioespaciis como condigio ¢ meio de sua prépria reprodugio, Mas 2s contradigées desse processo nio param de emergit eja no plano da reproducio do api a incorporando a p de realizagéo do di (Caso Rebst Meson © Wandeey Mars Coad paler ede pg, So ao, Hues, 199% 1360 fuk Geveiener gradi J pare when, SoBe, dup 2010 176-7. Caton (eprae apes abane. So Palo A padi nel do ara rho. in Pal Bry. 200 p85 Aree arbng Bao Herizone, 28 ur, 2004p. ins! AMORADIA COMO NEGOCIO E A VALORIZAGAO DO ESPAGO URBANO METROPOLITANO. Sea Tr dea bina cot uabaor, Pls prado re ib ree hinrica env perpen ‘Slo Palo 1, 2008 9p 78.79 es nwa dae tencogs de cose a mo cameo dees (procera de al), 2 Acres que nor fern fr eas om nos eg de dou Pen > idem > lem Conforme ness ealnacae nti de douse, a pre por vere ede mamta de Calo (2008) come pouibikdade de spreedet gio da meéple ea pros aul d page em Ct % dna Fai Aivands Carlos pode do ears ben, So Pal, Esp 2008, 7 1013, » ten Toe mpegs — re. RlySo Anu de Infotec Savana 2012. pated ipa asad pps. Aeeso em: 27 jul 2014 Maio, Fondo de Calera Econ 1990. ran O nei cpt occtr decree erie de Mar domi ola So ale, Hace 1903, p77 i Hae: Lv ies de poms ye rie mera, Metco, Fo de Carr Eonbmic 990 ‘ar dfn dete de meredalogs que emer ag sprofunae Aco iments de compra vende de tents (eor laces neocsde, seapiranenio, ar dnslo eestor BIBLIOGRAFIA Boro, Aco, Oarbenm fagmentes producto deepsea eda ork pel rtiasdo xr inebiicin, Slo Palo Annablame Fape, 2007, i Als ered do eprom. 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