0 notas 0% acharam este documento útil (0 voto) 204 visualizações 5 páginas Resolução N. 13 de 2022 - SEDEST e IAT - Critérios e Procedimentos para o Resgate de Fauna Silvestre em Áreas Urbanas e Periurbanas, em Comum Acordo Entre Estado e Municípios
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Resolug#o Conjunta SEDEST/IAT 13-14 de Setembro de 2022 Alterado Compllado Oriaina) O
Publicado no Oficial n°. 11261 de 16 de Setembro de 2022
Stmula: Estabelece critérios ¢ procedimentos para o resgate de fauna silvestre em areas urbanas e
periurbanas, em comum acordo entre Estado e municipios,
0 Secretério de Estado do Desenvolvimento Sustentdvel e do Turismo-SEDEST,
nomeado pelo Decreto Estadual n° 10.613, de 30 de marco de 2022, no uso das atribuigées
que Ihe sao conferidas pela Lei n° 19,848, de 03 de malo de 2019;
0 Diretor Presidente do Instituto de Agua e Terra - IAT, nomeado pelo Decreto Estadual
1n® 10,700, de 05 de abril de 2022, no uso das atribuicdes que Ihe so conferidas pela Lel
Estadual n® 10.066, de 27 de julho de 1992, Lei Estadual n° 20.070, de 18 de dezembro de
2019 e Decreto n° 3,813, de 09 de janeiro de 2020;
Considerando que a Constituigao Federal em seu art. 23, incisos VI e VII estabelece a
competéncia comum da Unido, Estados e Municipios para proteger o melo ambiente,
combater a poluicSo em qualquer de suas formas e preservar a fauna;
Considerando que a Lei Complementar 140/201, nos termos dos incisos VI e VII do art.
23 da Constituicdo Federal, fixa normas para a cooperacao entre @ Unido, os Estados, 0
Distrito Federal e os Municipios nas acées administrativas decorrentes do exercicio da
competéncia comum relativa & proteclo do meio ambiente, ao combate & poluigo em
qualquer de suas formas e & preservacéo da fauna;
Considerando que a Lei Complementar 140/201 determina como ago administrativa dos
Municipios executar e fazer cumprir, em Ambito municipal, as Poltticas Nacional e Estadual
de Meio Ambiente e demais polticas nacionais e estaduais relacionadas & protecSo do
meio ambiente, bem como promover a integragao de programas e aces de draios ¢
entidades da administracéo publica federal, estadual e municipal relacionada & protegio e
2 gesto ambiental ~ art. 9°, incisos Ie IV;
Considerando que a Lel Federal n® 5.197, de 03 de janeiro de 1967 dispés em seu Art. 1°
que os animais de quaisquer espécies, em qualquer fase do seu desenvolvimento ¢ que
vivern naturaimente fora do cativeiro, fauna silvestre, bem como seus ninhos, abrigos &
criadouros naturais so propriedades do Estado;
Considerando 0 Decreto Estadual n° 3.148, de 15 de junho de 2004, que estabelece a
Politica Estadual de Protecdo & Fauna Nativa, seus principios, alvos, objetivos e
mecanismos de execucao;
Considerando a Lei Estadual n° 20.070, de 18 de dezembro de 2019, que prescreve as
atribuigSes do Instituto Agua e Terra, em nivel estadual, no que tange & fauna;
Considerando a Portaria MMA n° 455, de 05 de outubro de 2021, que institulu 0 Programa
Nacional de Resgate de Fauna Silvestre - Resgate no Ambito do Ministério do Meio
Ambiente;
Considerando que o resgate de animais silvestres esté diretamente relacionado &
preservacao da fauna silvestre;
Considerando a necessidade de atendimento, resgate, guarda e destinacao da fauna
sinantrépica,
Considerando que a fauna sinantrépica é constituida por populacées animals de espécies
domésticas, silvestres nativas ou exéticas, que utilizam recursos de éreas antrépicas, de
forma transitéria em seu deslocamento, como via de passagem ou local de descanso; ou
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permanente, utilizando-as como érea de vida;
RESOLVEM:
Art. 19 Estabelecer critérios e procedimentos para ordenar e padronizar aces para o atendimento, resgate e
destinacao da faune silvestre em areas urbanas e periurbanas, a serem realizadas em comum acordo com os
municipios.
Art, 2° Para os efeitos desta Resolucdo, entende-se por:
I~ animais peconhentos: animais que produzem peconha (veneno) e tém condicdes natu?rais para injeté-le
em presas ou predadores, condicdo esta dada naturalmente por meio de dentes modificados, aguilho,
ferro, queliceras, cerdas urticantes, nematocistos entre ou?tros;
IL- drea periurbana: dreas que se localizam na proximidade imediata das reas urbanas consolidadas, em
local de transigao entre espacos estritamente urbanos e dreas rurais;
IIT - érea urbana: drea fisicamente integrada a uma cidade de pequena, grande ou média dimensao,
caracterizada por uma importante percentagem de superficie construida, com uma rede infraestruturas de
transportes e outras instituidas. Podem englobar areas verdes, geralmente utilizadas para fins recreativos
pelos habitantes da cidade;
IV ~ Area de Soltura de Animais Silvestres (ASAS): rea de soltura da fauna silvestre, de?vidamente
cadastradas e autorizadas junto ao érgao estadual ambiental;
V- Centro de Apoio a Fauna Silvestre (CAFS): local preparado para receber, identificar, mercar, triar, avaliar,
estabelecer tratamento veterinario e destinagao de animais silvestres provenientes da aco de fiscalizacdo,
resgates ou entrega voluntéria por particulares, até que esses possam ser destinados a um local apropriado,
de acordo com orientagées do IAT, sem a necessidade da realizacao de procedimentos clinicos complexos,
como cirurgias e recuperaco pés-operatéria, bem como de adotar pracedimentos para a reabilitacdo de
animais, atuando em ambos os casos em parcerias com Hospitais ou Clinicas Veterinarios, CETAS e/ou CRAS;
VI- Centro de Triagem e Reabilitacdo de Animais Silvestres (CETAS ou CETRAS): local projetado para
receber, identificar, marcar, triar, avaliar, estabelecer tratamento veterinario, recuperar, reabilitar e destinar
animais silvestres provenientes da aco de fiscalizago, resgates ou entrega voluntéria de particulares, até
que esses possam ser destinado de acordo com orientacées do IAT, seja para sua manutenc&o ou, no caso de
Viabilidade de reintrodugdo, para 0 processo de reabilitac3o;
VII - Centro de Reabilitacdo de Animais Silvestres (CRAS): local projetado para receber, identificar, marcar,
triar, avaliar, recuperar, manter e reabilitar espécimes da fauna silvestre nativa, provenientes da aco de
fiscalizagio, resgates ou entrega voluntéria de particulares para fins de reintroducao no ambiente natural ou
destinacao ao cativeiro;
VIII - desastre ambiental: resultado de eventos adversos, naturais, tecnolégicos ou de origem antrépica,
sobre um cenério vulnerével exposto a ameaca, causando danos & fauna silvestre e seus habitats;
IX - fauna silvestre: conjunto de espécies nativas ou exéticas, excluindo-se os animais do?mésticos, em
qualquer fase do seu desenvolvimento, que vivem em condicao de vida livre ou que nasceram e so mantidas
em condigéo de cativeiro;
X - fauna sinantrépica: populagées animais de espécies silvestres nativas ou exéticas, que utilizam recursos
de reas antrépicas, de forma transitéria em seu deslocamento, como via de passagem ou local de descanso
ou permanente, utilizando-as como area de vida, po?dendo ser nociva quando interagir de forma negativa
com a populacdo humana, causando transtornos significativos de ordem econémica ou ambiental, ou
representando riscos & sa?ide publica;
XI - espécies de interesse epldemiolégico: espécies potencialmente capazes de causar/disseminar doencas
para populagies humanas animais;
XII - plano de contingéncia: documento que registra o planejamento elaborado a partir da percepcio da
Presenca de espécies da fauna silvestre e a adogdo de ages e estratégias eventualmente necessérias a0
Fesgate e destinacdo ce animals, assim como o estimular 0 convivio pacifico entre moradores e a fauna local;
XIII - plano de resgate de fauna: documento que apresenta o detalhamento executive da metadologia das
atividades de resgate de fauna;
XIV - resgate: captura ou recolhimento de animais vitimados ou que estejam em situaco de risco, visando
tratamento e reabilitagdo, quando necessario, para adequada destinacéo;
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XV - situagéio de emergéncia ou emergencial: situacdo anormal, provocada por desastres, causando danos e
prejuizos que impliquem o comprometimento & fauna silvestre e seus habitats;
47&at=25.6.2023
XVI - situagao de risco: potencial de ocorréncia de evento adverso sob um cenério vulneré?vel;
XVII - soltura: retorno & natureza de espécimes da fauna silvestre nativa que, aps avalia?cdo biolégica e
clinico-sanitaria ou processo de reabilitacdo, esto aptas a retornar ao seu ambiente natural;
XVIII - translado: servico de transporte dos animais entre locais ou areas distintas;
XIX - vigilancia (interesse) epidemiolégica: conjunto de agées que proporciona 0 conheci?mento, a deteccio
ou prevencgo de qualquer mudanga nos fatores determinantes e condi?cionantes de sate individual ou
coletiva, com a finalidade de recomendar e adotar as me?didas de prevencdo e controle das doencas ou
agravos;
XX - zoonoses: doencas infecciosas transmitidas entre animais e pessoas,
Art, 3° Os municipios, juntamente com o Estado, séo os responsévels por resgatar e atender animais,
silvestres feridos ou que circulem em zona urbana ou periurbana, nos seus limites territoriais.
Art, 49 Instituto Agua e Terra, Batalhdo de Polfcia Ambiental, Corpo de Bombeiros e a Defesa Civil podem
ser acionados a apoiar o resgate, translado e soltura de fauna silvestre em situacdes emergenciais, de risco
ou de critico atendimento,
Paragrafo Unico: Entende-se por situaco emergencial, de risco ou critica de atendimento:
I resgate de animais em situaco de desastre ambiental;
IL resgate de animais em areas de dificil acesso que exijam técnicas especificas como escalada, ou
dependam do uso de equipamentos de seguranca;
IIT - resgate de animais de médio e grande porte que tenham comportamento agressivo, ou que possam
causar ferimentos e morte.
Art, 5° O resgate e 0 translado de animais de interesse epidemiolégico ou de interesse zoonético deve ser
realizados, sempre que possivel, com 0 acompanhamento de equipes de drgaos de governo da area da
satide, seguindo as recomendacbes e demais protocolos estabelecidos quanto a vigilancia, prevencdo e
controle de zoonoses, e animais peconhentos somente em condicdes excepcionais.
Pardgrafo Unico: Entende-se por situaco de interesse epidemiolégico em condiges excepcionais aquelas em
que 0 animal acometido de doenca zoonética encontre-se em situacao de risco emergencial, envolvendo:
I~ resgate de animais peconhentos ou venenosos de relevancia em satide piblica;
II ~ resgate de animais acometidos com agravos que representem risco de transmisso zoondtica com
doenca infectocontagiosa incurdvel que caracterize risco satide publica, ou com suspeita de contaminagao,
Art. 6° Compete ao Instituto Agua e Terra orientar as atividades a serem executadas pelos municipios no
tocante ao resgate de fauna, mediante a elaboracio do Protocolo de Resgate de Fauna Silvestre ~ PRFaU.
§ 1° 0 Protocolo de Resgate de Fauna Silvestre - PRFau & um instrumento de gesto, construide de forma
Participativa, que deve orientar o estabelecimento de procedimentos basicos para o atendimento de animais
que estejam em situacdo de risco ou que potencialmente necessitem de resgate, de forma a otimizar as
respostas s demandas que envolvem animais silvestres em dreas urbanas e periurbanas a fim de que estas
sejam répidas e eficientes.
§ 2° 0 Protocolo de Resgate de Fauna Silvestre - PRFau, deve conter, minimamente:
1 - as etapas de desenvolvimento (acionamento, tipos de respostas aos acionamentos, destinacao dos
animais e comunicacgo);
IL-- a definigdo de quais situagdes ou espécies referem-se aos resgates emergenciais ou de risco;
III - a definigo de quais situacdes ou espécies possuem interesse epidemiolégico;
IV - formas de registro, incluindo formas de marcac3o individual a fim de viabilizar a rastreabilidade dos
V - as formas de acompanhamento e avaliacdo da eficécia do PRFau.
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Art, 7° Os municipios poderéo regulamentar a sua atuacéo no resgate de animais silvestres de forma a
executar as atividades estabelecidas no PRFau, com vistas a:
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1 - estabelecer normativas e exercer atividades relacionadas a protecéo da fauna silvestre em seu territério
de forma complementar as normativas estaduais e federais;
IL investir na instrumentalizacdo e capacitacSo de seu quadro de profissionais para o atendimento e resgate
da fauna silvestre, além de infraestrutura, equipamentos e material de apoio, préprio ou disponibilizado, para
© adequado exercicio de suas competéncias;
IIT - receber e resgatar animais silvestres feridos ou que circulem em zona urbana;
1V- encaminhar ao Instituto Agua e Terra as demandas de destinacio dos animais silvestres resgatados,
incluindo soltura;
V - apoiar o transiado de animats resgatados e que necessitem de atendimento médico?veterinario e na
soltura de animais resgatados e que estejam aptos ao retorno & natureza, quando solicitado pelo Instituto
Agua e Terra;
VI - adotar os protocolos operacionais padronizados pelo Instituto Agua e Terra e implementar a sua gestéo
com informacdes sobre resgate e fiscalizacéo de fauna, possibilitando a rastreabilidade dos documentos
recebidos ¢ a geracao de relatérios diversos sobre a entrada, identificacdo das espécies, manejo, situaclo
destinacao dos animais;
VII - inserir nas atividades de licenciamento de competéncia dos municipios exigéncias quanto aos
procedimentos relativos ao manejo de fauna silvestre (levantamento, monitoramento, salvamento, resgate e
destinacao) em dreas de influéncia de empreendimentos e atividades consideradas efetiva ou potencialmente
causadoras de impactos a fauna, as quais devem ser realizadas pelo empreendimento, seguindo plano de
contingéncia aprovado pelo érgio licenciador;
VIII - indicar possiveis areas para serem utilizadas para a soltura de animais silvestres (ASAS) para
cadastramento junto ao Instituto Agua e Terra ~ IAT
Pardgrafo nico, © municipio poder estruturar centros de apoio a fauna silvestre e outras categorias, de
acordo com o estabelecido pelo érgio ambiental competente e nas normas vigentes que regem o tema.
Art. 8° Ao Instituto Agua e Terra - IAT compete:
I - providenciar, articular e coordenar as atividades relativas elaboracio e execucdo do PRFaU;
IT- promover atividades de capacitagio para técnicos e/ou para tratadores de animais silvestres que atuem
ou que vierem a atuar no resgate de fauna silvestre junto aos Municipios;
III - indicar a destinac3o dos animais resgatados utilizando de sua rede de centros de apoio a fauna silvestre
(CAFS, CETRAS e CRAS) e empreendimentos licenciados;
1V - identificar, avaliar e compartilhar as dreas a serem utllizadas para a soltura de animals silvestres (ASAS);
V = emitir autorizagio referente aos encaminhamentos dos animais;
VI - manter banco de dados dos municipios de forma integrada, visando a avaliacdo e 0 acompanhamento da
execugio das acdes e atividades realizadas;
VII - solicitar apoio dos Municipios para destinacées que sejam realizadas no territério do municipio;
VIII - inserir nas atividades de licenciamento de competéncia do Estado exigéncias quanto aos procedimentos
relativos 20 manejo de fauna silvestre (levantamento, monitoramento, salvamento, resgate e destinacdo) em
areas de influéncia de empreendimentos e atividades consideradas efetiva ou potencialmente causadoras de
impactos a fauna, as quais devem ser realizadas pelo empreendimento, seguindo plano de contingéncia
aprovado pelo érgao licenciador.
Art, 9° As competéncias do IAT estabelecidas no art, 8° desta Resolucao, ficam condicionadas a gesto
compartilhada com 0 Municipio de forma expressa.
Art, 10, Os Municipios ¢ o Instituto Agua e Terra, isolada ou conjuntamente, deverdo orientar e promover
agdes de educacao ambiental relacionadas ao convivio pacifico com animais silvestres em meios urbano &
periurbano, e aos eventos de resgate e atendimento a fauna.
Paragrafo Unico, Toda e qualquer destinacio deveré ser devidamente formalizada e registrada
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VAT ct=25.6.2023.14.24.28..._ 4/5
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Art, 11, Fica estabelecido 0 prazo de 180 (cento e oitenta dias) dias, a partir da data de
publicagdo desta Resoluco, para os Municipios aderirem expressamente & gestdo compartilhada, instituida
em comum acordo com 0 Estado, através do IAT.
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Art.12. A presente Resolugdo entra em vigor a partir da data de sua publicago
Curitiba, 14 de setembro de 2022.
Everton Lulz da Costa Souza
Secretario de Estado do Desenvolvimento Sustentavel e do Turismo
José Volnei Bisognin -
Diretor-Presidente Instituto Agua e Terra
Este texto ndo substitui 0 publicado no Diério Oficial do Estado
© casa civil do Governo do Estado do Parand Fee
FPalcio Iguacu - Praca Nose Senhora de Sate, s/n CASA CIVIL ig
8050-969 s Contre Cuico = Curtbo™ Parens
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