Universidade do Estado do Amazonas – UEA
Centro de Estudos Superiores de Tefé – CEST
Discente: Suellen Amanda da Silva Freire
Componente Curricular: História Medieval
Docente: Macário Lopes de Carvalho Júnior
SILVA, Marcelo Cândido da. Igreja e Sociedade. In: História Medieval. São Paulo: Contexto,
p. 81-104, 2019.
1. O autor faz uma introdução dos principais tópicos abordados no capítulo. (p. 81)
1.1. A abrangência da Igreja. (p. 83)
1.2. As práticas da excomunhão e do batismo, as perseguições contra os judeus,
grupos cristãos menores (heréticos), e o surgimento da Inquisição. (p. 83)
2. A Igreja Medieval;
2.1. O termo ecclesia (Igreja) era usado para designar a comunidade dos cristãos no
século XI no Ocidente, mas poderia ser usado também para se referir a uma
congregação específica. (p. 83-84)
2.2. A Igreja da Idade Média tem origem com o Concílio de Niceia em 325, vai se
organizar em torno da autoridade dos bispos e é chamada de católica. (p. 84-85)
2.3. A fonte “Cristianismo, Família e Casamento” mostra que a Igreja dificultava a
descendência de algumas famílias, e esses bens e terras que ficavam sem
herdeiros eram apropriados por ela. (p. 85)
2.4. O autor menciona a função dos concílios para a definição de normas de condutas
que posteriormente seriam difundidas nos Reinos Bárbaros. (p. 86)
2.5. Os monges e os santos também ajudaram na divulgação da fé cristã no Império
Romano. (p. 86)
2.6. Sobre os santos ele apresenta duas categorias: os mártires e confessores. (p. 87)
2.7. O monasticismo surgiu no Oriente no século IV e se espalhou pelo Ocidente
nos dois séculos seguintes. Ele poderia ter duas formas: anacoretas (isolados) ou
cenobítica (comunidades). (p. 87)
2.8. Sobre a autoridade do bispo de Roma, ela já era reconhecida desde os primeiros
séculos, mas ele não era o soberano da Igreja. (p. 88)
2.9. Somente a partir do século XI, a escolha do bispo passou a ser feita pelos
cardeais. (p. 88)
2.10. “Reforma Gregoriana” ou “Reforma da Igreja”, idealizada pelo papa
Gregório VII por volta do Ano Mil, tinha como objetivo maior a liberdade da
Igreja da tutela da Aristocracia e ainda o celibato para os clérigos. (p. 89)
2.11. O papa Nicolau II no século XI toma a frente da reforma, os conflitos
entre a Igreja e a aristocracia romana se intensificam no pontificado de Gregório
VII dando início ao que autor coloca como Querela das Investiduras. (p. 89)
2.12. A Querela das Investiduras teve fim com a concordata de Worms, mas
não encerrou os atritos entre os imperadores e reis com a Igreja. O papado
acabou vencendo contra o Império, mas os reis ofereceram uma resistência
maior aos clérigos. (p. 90-91)
2.13. O autor fala que a monarquia pontifícia começa a sofrer as primeiras
fraturas, primeiro com a formação do papado em Avignon (França) em 1309, o
que leva posteriormente ao Grande Cisma do Ocidente (Divisão da Igreja e do
Papado) entre 1378 e 1417. (p. 91)
3. O tempo das catedrais;
3.1. Entre os séculos XI e XII a construção de edifícios religiosos no Ocidente se
multiplica, principalmente as catedrais. (p. 92)
3.2. Dois estilos se destacaram, o romântico e o gótico. (p. 92)
3.3. O estilo romântico era mais presente em regiões rurais e nas pequenas igrejas,
já o Gótico era mais predominante nas catedrais dos centros urbanos. (p. 93)
3.4. A construção dessas catedrais exigia uma quantidade grande de recursos
econômicos e humanos, e elas desempenhavam ainda várias funções. (p. 93)
4. As cruzadas;
4.1. Papa Urbano II faz um apelo aos cristãos, para que esses se direcionassem a
Jerusalém a fim de salvar os cristãos do Oriente dos turcos. (p. 94)
4.2. O termo “cruzadas” usado para se referir a essas expedições, que eram uma
espécie de Guerra Santa, surgiu no século XIX. (p. 94)
4.3. Foram lançadas 8 expedições entre 1096 e 1270, fora as que eram realizadas
contra os pagãos, os heréticos e para a própria defesa desses Estados Pontifícios.
(p. 95)
4.4. O autor fala que é difícil analisar as “cruzadas” como conjunto devido a
heterogeneidade, e aponta que as explicações dos historiadores anteriores
focadas em interesses econômicos já não eram suficientes. (p. 95)
4.5. De acordo com Cândido da Silva, para entender as cruzadas é preciso ter em
mente três fenômenos, o primeiro deles os movimentos de Paz de Deus e Trégua
de Deus; o segundo fenômeno são as peregrinações em direção a Terra Santa e
o terceiro é a construção da monarquia pontifícia e a ideia de Cristandade. (p.
96-97)
4.6. Ele fala que o impacto das cruzadas é em parte consequência dos ideais
pregados pela Igreja, e por outro lado resultado da associação que Igreja realizou
das atividades guerreiras da cavalaria a essas expedições como se elas fossem
desejadas por Deus. (p. 97)
4.7. O autor cita ainda casos de sociabilidades entre as elites cristãs e mulçumanas,
trocas de reféns, mas que não impediu a violência dessas expedições, um tipo de
violência limitada. (p. 98)
4.8. Demostra como os mercadores Italianos lucravam com essas incursões, nesse
sentido, mesmo que os interesses econômicos não fossem o objetivo central das
cruzadas, eram um elemento importante nessas peregrinações, principalmente
por parte dos comerciantes Italianos. (p. 102).
4.9. Destaca a importância dos papas e os principais benefícios que obtiveram com
as cruzadas. (p. 104)