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Artigo - Aspectos Ambientais e Econômicos Da Produção de Biocombustíveis

O documento discute os aspectos econômicos e ambientais da produção de biocombustíveis como etanol e biodiesel a partir de biomassas lignocelulósicas. A produção em escala industrial pode causar diversos impactos ambientais e econômicos, que devem ser estudados para identificar a viabilidade de projetos energéticos sustentáveis.
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Artigo - Aspectos Ambientais e Econômicos Da Produção de Biocombustíveis

O documento discute os aspectos econômicos e ambientais da produção de biocombustíveis como etanol e biodiesel a partir de biomassas lignocelulósicas. A produção em escala industrial pode causar diversos impactos ambientais e econômicos, que devem ser estudados para identificar a viabilidade de projetos energéticos sustentáveis.
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ASPECTOS ECONÔMICOS E AMBIENTAIS DA PRODUÇÃO DE

BIOCOMBUSTÍVEIS

BRAGA, Flávia a; BARCELOS, Victoria a; SANTOS, Wallyson a; LAGE, Patrícia b

Instituto de Ciências Exatas, Centro Universitário Newton Paiva, 30494-230, Belo


Horizonte – Minas Gerais, Brasil.
a
Graduando do curso de Engenharia Química. E-mail: [email protected];
[email protected]; [email protected]
b
Professora do Centro Universitário Newton Paiva. E-mail: [email protected]

Resumo
A fim de diminuir os problemas ambientais e energéticos, os combustíveis fósseis vêm sendo cada vez
mais substituídos pelos biocombustíveis. O etanol e biodiesel são exemplos de biocombustíveis
produzidos a partir de biomassas lignocelulósicas. Em escala industrial, a produção destes pode causar
diversos impactos ambientais e econômicos, os quais devem ser estudados e analisados para identificar
a viabilidade de projetos energéticos sustentáveis no Brasil e no mundo. Além disso, as implantações
dos diversos avanços tecnológicos estão cada vez mais recorrentes no setor energético, pois
possibilitam otimizar o plantio da biomassa e produção dos biocombustíveis. Desta forma, o presente
trabalho explicitou as vantagens e desvantagens do processo de conversão da biomassa lignocelulósica
em biocombustível, apresentando alguns dados comparativos para analisar os impactos econômicos e
ambientais da produção de etanol e biodiesel.

Palavras-chave: Biocombustíveis, Etanol, Biodiesel, Impactos.

Abstract
To reduce environmental and energy problems, fossil fuels are increasingly being replaced by
biofuels. Ethanol and biodiesel are examples of biofuels produced from lignocellulosic biomass. On an
industrial scale, their production can cause several environmental and economic impacts, which must
be studied and analyzed to identify the feasibility of sustainable energy projects in Brazil and
worldwide. In addition, the implementation of several technological advances are increasingly
recurrent in the energy sector, as they make it possible to optimize the planting of biomass and
production of biofuels. Thus, the present work explained the advantages and disadvantages of the
process of converting lignocellulosic biomass to biofuel, presenting some comparative data to analyze
the economic and environmental impacts of ethanol and biodiesel production.
Keywords: Biofuels, Ethanol, Biodiesel, Impacts.
2

1 INTRODUÇÃO

Devido à notória intensificação do efeito estufa, discussões sobre medidas que


acarretem a diminuição da emissão de CO2 estão cada vez mais presentes no
âmbito científico e político. Na busca por novas fontes de energia renováveis e que
possam ser sustentáveis, vários países investiram em inovação tecnológica para
conseguir uma nova alternativa de produção de combustíveis (SANTOS, 2012). Em
decorrência do gradual esgotamento das fontes não renováveis, além dos impactos
ambientais, provocados primordialmente pelas emissões de CO 2, as buscas por
fontes de energias limpas ganham cada vez mais espaço nas indústrias energéticas
(ROJAS, 2012).
Algumas preocupações relacionadas aos impactos ambientais e econômicos da
produção de biocombustíveis ocasionam diversas indagações sobre a
sustentabilidade da produção de energia sustentável. Dentre estas preocupações
estão a perda da biodiversidade; escassez de recursos hídricos; segurança
alimentar; oferta de energia a preços moderados; e o aumento da emissão de gases
do efeito estufa, devido ao desmatamento indireto (SMEETS, 2008).
Além disso, a expansão de novas áreas preparadas para a produção de
biomassas energéticas demanda um volume considerável de água originando
pressões sob os recursos hídricos. De acordo com a Agência Internacional de
Energia (AIE, 2012), os combustíveis lignocelulósicos serão fortemente
responsáveis pelo aumento relativo do consumo de água para a geração de energia
em 2035. Assim sendo, projetos energéticos relacionados à sustentabilidade devem
ser considerados, buscando analisar a viabilidade e integração destes nas diversas
localidades mundiais.
Com relação aos aspectos econômicos, o Brasil, os Estados Unidos e a
Alemanha são grandes destaques no cenário atual por serem os principais
produtores e consumidores de biocombustíveis em escala mundial. Em 2008, a
Alemanha liderou a produção de biodiesel com quase 3,3 bilhões de litros (EBB,
2008). Já as produções norte-americana e brasileira de etanol foram,
respectivamente, 34 bilhões e 27,5 bilhões de litros (MAPA, 2009).
Os custos ligados à produção dos biocombustíveis são diretamente relacionados
à produtividade da lavoura de biomassa e ao rendimento industrial da cadeia de
produção. Nos últimos anos, o desenvolvimento e inserção de novas tecnologias no
3

setor sucroenergético foram os principais responsáveis pela ampla diminuição dos


custos de produção. De acordo com o BiodieselBR (2006), entre os anos de 1976 e
1996, os custos de produção do álcool caíram aproximadamente 45 dólares por
barril equivalente de petróleo, o que corresponde a uma porcentagem média de
redução de custos na faixa de 2% a 3% ao ano. Verificou-se, também, um aumento
da produtividade média etanol de 75 litros/tonelada (l/t) em 1985 para cerca de 85 l/t
em 1996, devido à diversos avanços tecnológicos.
Além disso, a indústria sucroalcooleira segue com uma participação considerável
na geração de emprego e de renda, sendo responsável por mais de 1 milhão de
empregos diretos e quase 4 milhões de empregos, se contabilizados também os
empregos indiretos e informais (NOVACANA, 2014).
Neste contexto, este trabalho tem como objetivo principal identificar os impactos e
a viabilidade ambiental e econômica da produção e utilização dos biocombustíveis
em substituição aos combustíveis fósseis, comparando as vantagens e
desvantagens destes.
4

2 REFERENCIAL TEÓRICO

2.1 Petróleo

As buscas por fontes de energia, alternativas aos derivados do petróleo, se


iniciaram em 1970 e se estendem até os dias de hoje. Vários são os motivos aos
quais levam essa procura, tais como a tentativa de diminuir a dependência externa
de petróleo, por razões de segurança de suprimento ou impacto na balança de
pagamentos; diminuir os efeitos das emissões de gases de efeito estufa,
principalmente nas grandes cidades; E controlar a concentração desses gases na
atmosfera (PINHEIRO; GOUDARD; BARBOSA, 2010)

Biocombustível é todo combustível derivado de matéria orgânica, denominada


biomassa, proveniente de fontes renováveis, podendo ser de origem vegetal ou
animal. As principais fontes são a cana-de-açúcar, soja, milho, semente de girassol
e resíduos orgânicos. A biomassa é biodegradável e provoca um menor impacto à
natureza, além de ser uma fonte renovável. Como exemplos dessa fonte de energia,
temos principalmente o etanol e o biodiesel (BiodieselBR, 2009; GORREN, 2009).
5

Figura 1 - Rota de produção de biodiesel

Fonte: Adaptado de Bianchini


O crescente uso dos biocombustíveis nos últimos tempos foi devido a uma
melhora na rota de produção e utilização desses combustíveis e, o contínuo
aumento internacional no preço do petróleo (ULHOA, 2013).

2.2 Processo de Refino

http://antigo.ppe.ufrj.br/ppe/production/tesis/jbmariano.pdf

https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/3/3133/tde-01122006-132611/
publico/cCAP2REVISAOBIBLIOGRAFICA.pdf

O petróleo em estado natural, tem um valor tecnológico restrito, sendo necessário


passar por um processo onde o mesmo é separado em grupos de compostos
possuindo basicamente as mesmas propriedades físicas. É chamado de refinamento
o processo de separação do petróleo em frações úteis (FOROULIS, 1982). O
principal objetivo dos processos de refino é a obtenção de maiores derivados de alto
valor comercial, com o menor custo operacional. As fases presentes no processo de
6

refinamento são a destilação fracionada, destilação a vácuo, craqueamento térmico


ou catalítico e reforma catalítica.

Destilação Fracionada

Consiste na ebulição das frações presentes na torre de destilação. O petróleo é


levado a um forno ou caldeira conectado a uma torre de destilação, onde o mesmo é
aquecido até seu ponto de ebulição. Os vapores dos compostos sobem pela torre,
onde os hidrocarbonetos com moléculas maiores permanecem em estado líquido em
sua base. As moléculas mais leves são vaporizadas, e sobem pela coluna ate
atingirem temperaturas maiores que seu ponto de ebulição, se condensando e
saindo da coluna.

Destilação a vácuo

Nessa etapa as frações que ainda não sofreram separação na etapa anterior são
levadas a uma torre de fracionamento, fazendo com que as frações mais pesadas
sofram ebulição em temperaturas mais baixas que o comum, evitando que
moléculas de cadeia longa se quebrem. Nessa etapa são recolhidas frações como o
betume, parafinas e graxa.

Craqueamento Térmico ou Catalítico

Agora sendo um processo químico, é feita a quebra de moléculas longas dos


hidrocarbonetos em moléculas menores, transformado as moléculas em frações de
maior interesse comercial. O craqueamento é uma alternativa interessante para
maior aproveitamento e rendimento do petróleo, pois possibilita a obtenção de
subprodutos que podem ser utilizados como matéria prima em outros processos,
como na produção de plásticos. O craqueamento pode ocorrer por via térmica em
altas temperaturas e pressão elevadas, e de forma catalítica na presença de
catalisadores sendo um modo mais econômico e seguro.

Reforma Catalítica

Após a realização do craqueamento, a reforma catalítica é responsável pela


reestruturação das moléculas derivadas do petróleo, transformando as cadeias
normais de hidrocarbonetos em cíclicas, aromáticas e ramificadas, promovendo uma
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melhora na qualidade da gasolina com o aumento de sua octanagem através de sua


estrutura molecular.

Após o refinamento, os derivados obtidos são: nafta, querosene, gasolina de


aviação, frações lubrificantes, parafinas, etc. O petróleo é uma matéria prima ainda
essencial para o mundo moderno, pois está presente na produção de diversos
produtos como gasolina, plásticos, gás de cozinha, sintéticos, além de ser capaz de
gerar energia elétrica (PETROBRAS, 2003).

2.3 Tratamento de resíduos provenientes do Petróleo

baseada na temperatura de ebulição das frações. O petróleo é colocado em um forno,


fornalha ou caldeira, e ligado a uma torre de destilação que possui vários níveis, também
chamados de pratos ou bandejas. Conforme vai aumentando a altura da torre, a
temperatura de cada bandeja vai diminuindo.

O petróleo é aquecido até a sua ebulição, então os vapores dos compostos vão subindo pela
torre. Os hidrocarbonetos com moléculas maiores permanecem líquidos na base da torre. Os
mais leves são vaporizados e vão subindo pela coluna até atingirem níveis de temperaturas
menores que o seu ponto de ebulição, e assim se condensam e saem da coluna.

O petróleo em seu estado natural tem um valor tecnológico restrito, assim, para
se tornar útil, ele é separado em frações ou grupos de compostos que
possuem aproximadamente as mesmas propriedades físicas (FOROULIS,
1982). O processo de separação do petróleo em frações úteis é chamado
refinamento (ou refino) (FOROULIS, 1982), sendo que as fases deste processo
são:

destilação primária;

destilação a vácuo;

visco-redução;

craqueamento térmico;

craqueamento catalítico;
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reformação catalítica;

craqueamento retardado;

hidrocraqueamento;

Após o refinamento, os derivados obtidos são: nafta, querosene, gasolina de


aviação, frações lubrificantes, parafinas, etc. Desta forma, o petróleo é uma matéria
prima essencial à vida moderna, pois permite a produção de gasolina, gás de
cozinha, borrachas, plásticos, combustível de aviação, lubrificantes, tecidos
sintéticos, tintas e é capaz de gerar energia elétrica (PETROBRAS, 2003). Em
resumo, a Tabela 2.1 apresenta os produtos industriais obtidos do petróleo e os
principais uso

2.3 Resíduos provenientes da etapa de refino

Os biocombustíveis são vistos como uma fonte de energia limpa. Isso porque
durante o cultivo da matéria prima, ela absorve CO 2 durante a fotossíntese. Quando
convertida a combustíveis, são emitidos somente o CO2 que já haviam sido
absorvidos durante o processo. Tal fato é denominado de carbono zero
(FONTELES, 2019).

Entretanto, o etanol enfrenta oposição de muitos ambientalistas que argumentam


que a grande desvantagem ao seu uso se encontra no fato de que uma das etapas
da rota de produção seja colheita da cana, devido à utilização da queimada para o
chamado ‘’desfolhagem’’ do canavial. A Empresa Brasileira de Pesquisa
Agropecuária, aponta um aumento de mais de 50% no rendimento da colheita
manual, gerado pela queima da palha. A quantidade de matéria seca encontrada
nas folhas foi de 12,4 t/ha, com eficiência de oxidação de 79%. A queima de 47,3
toneladas de palha, gerou uma emissão de 77 x 106 toneladas de dióxido de
carbono. Porém parte desses CO2 será reabsorvido no processo de fotossíntese,
pela matéria prima conseguinte (ULHOA, 2013).

O etanol, possui um átomo de oxigênio em sua molécula e por isso necessita de


menos ar para realizar uma combustão estequiométrica. Dessa forma, em relação
aos outros combustíveis, a produção de CO2, por quilograma de álcool, é menor.
Além disso, o etanol é praticamente isento de outros componentes, resultando em
9

uma combustão mais limpa, com menos malefícios para o meio ambiente do que a
gasolina (ULHOA, 2013).

Todavia, não existe vantagem ambiental quando são comparados os dois


combustíveis. Porém, tecnologias de intervenção na combustão possibilitam diminuir
as emissões do óxido nítrico, quando se utiliza o etanol. Esse gás é responsável por
formar chuva ácida, além de ocasionar problemas respiratórios (ULHOA, 2013).

. Uma solução para isso seria a implantação de um imposto sobre o carbono.


Essa medida provocaria um incentivo à produção de maneira sustentável, como o
uso de novas tecnologias para produção do biocombustível sintético, que dispensa o
uso de grandes áreas agrícolas para plantações. O uso em excesso de água e
fertilizantes durante produção também são desvantagens desse produto
(FONTELES, 2019).

2.3 Tratamentos de Resíduos


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3 CONCLUSÃO

Na busca por novas fontes de energia renováveis e que possam ser sustentáveis, o
biocombustível se mostra como uma alternativa ao uso dos combustíveis fósseis,
demonstrando grande potencial de aplicação de uma forma mais sustentável, tanto
em termos econômicos, como ambiental. Por meio deste trabalho foi possível
analisar os aspectos ambientais e econômicos que envolvem a sua produção, os
prós e contras do seu uso no cotidiano. Com um pouco mais de investimento e
controle em nas etapas de produção e plantio, desenvolvendo um mecanismo que
possa minimizar os danos ao meio ambiente, os biocombustíveis poderão se tornar
uma opção ainda mais viável, com um saldo positivo maior que seus possíveis
impactos.
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4 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

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https://agenciabrasil.ebc.com.br/tags/agencia-internacional-de-energia>. Acesso em
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<https://www.poder360.com.br/opiniao/economia/investimento-em-biocombustiveis-
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12

PINHEIRO; GOUDARD; BARBOSA. Impactos e benefícios ambientais,


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