Sdeb, 4375-O Brasil Na UTI Atenção hospitalar-CM-PrePrint
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DOI: 10.1590/SciELOPreprints.1368
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Introdução
Ao avançar sobre o país, a pandemia da COVID-19 gerou uma elevada demanda emergencial
e crescente ao Sistema Único de Saúde-SUS, descortinando uma das dimensões mais graves
da crise sanitária brasileira a do seu componente hospitalar. A estrutura assistencial hospitalar
brasileira historicamente insuficiente, geograficamente mal distribuída, irregularmente
integrada aos sistemas locais e regionais, com indicadores de desempenho contestáveis, além
de severamente desgastada pelo subfinanciamento crônico, vê-se então frente à impactante
demanda por um grande número de leitos hospitalares (gerais e de UTI) para o cuidado às
vítimas do coronavírus, sobretudo as mais graves1,2,3,4,5,6.
A cada leito necessário para atendimento à COVID-19 são também exigidos novos
fluxos de organização de acesso, novos equipamentos, especialmente ventiladores mecânicos,
uma rede elétrica e de gases capaz de suportar essa sobrecarga, insumos em quantidade e
qualidade adequadas e, sobretudo, força de trabalho capacitada para atender ao crescente
número de casos complexos e muito graves7.
Esse contexto desnuda a fragilidade dos processos regulatórios assistenciais, as decisões
equivocadas do mercado mundial com concentração da produção de medicamentos,
equipamentos e insumos médico hospitalares em pouquíssimos países, a realidade de
infraestruturas prediais arcaicas em sua maioria, além do desolador cenário das insuficiências
de oferta, qualificação e remuneração da força de trabalho, em especial médica e de
enfermagem.
Na conjuntura política nacional destaca-se o inusitado descaso e despreparo do
governo federal na coordenação dos processos de enfrentamento à COVID-19, associada à
inconsequente retórica da falsa valorização da economia frente à proteção sanitária da
população, com manutenção das medidas de austeridade fiscal e congelamento de gastos
públicos pela Emenda Constitucional nº 95 de 16 de dezembro de 20168. Em recente
documento elaborado pelo Ministério da Economia, o aprofundamento das políticas liberais é
defendido enfaticamente, ao contrário do que seria de se esperar para contrapor ao ambiente
econômico recessivo e com taxas elevadíssimas de desemprego e informalidade9. Aliás, em
meio à pandemia e se justificando a partir dela, é lançada a Medida Provisória nº 905, que
altera mais de 86 itens da Consolidação das Leis do Trabalho – CLT, que manifesta intenção
de recuperar a economia às custas da redução de direitos dos trabalhadores10, já extremamente
fragilizados pela recessão e desemprego.
A desorganização entre níveis de governo com pouco ou nenhum engajamento
solidário e sinérgico provoca instabilidades e desconfianças entre os mesmos e destes com a
população. Em meio às intempéries sanitárias e políticas, convive-se com uma situação de
carência de informações insuspeitas quanto ao número de casos e de óbitos, que faz supor um
grande sub registro, seja pela insuficiência de testagem, seja pela falta do monitoramento
sistemático dos doentes controlados ambulatorialmente e de seus contatos.
A adoção de medidas transparentes, embasadas em evidências científicas e
coordenadas é mandatória, sob pena de se agravar o catastrófico quadro sanitário que se
antevê: uma epidemia que tende a se tornar endêmica em patamares muito elevados de
incidência, associada a um aparato sanitário extremamente combalido do ponto de vista do
seu custeio adequado, que pode ser literalmente aniquilado, em futuro próximo, pela
continuidade e insistência nas políticas de cunho liberal, centradas no ajuste fiscal e na
desregulamentação dos mercados.
Há que se reconhecer que a grave crise não se restringe ao aparato assistencial
hospitalar público do SUS. Tem-se de fato, cerca de 60% dos estabelecimentos hospitalares
privados sem fins lucrativos com duas ‘portas de entrada’11. Também convivem, ao menos,
duas grandes modalidades de remuneração dos serviços de saúde: uma ‘contratualização’ pelo
SUS, negociada em valores orçamentários globais vinculados a metas quantitativas e
qualitativas e um sistema de pagamento por procedimentos e atos profissionais (fee for
service). Esta última modalidade, praticada tanto pelo SUS, quanto pelas operadoras de
planos e seguros de saúde do chamado subsistema ‘suplementar’. Questiona-se fortemente a
sustentabilidade econômico financeira do sistema quando se leva em consideração a espiral de
preços dos insumos e equipamentos associada à brusca redução na produção de serviços, pela
tentativa de se criar uma reserva para o atendimento da demanda emergencial de casos com
COVID-19 e/ou pela resistência das pessoas a procurarem os serviços de saúde, pelo evidente
risco de contaminação e adoecimento, com reprogramação da assistência.
Dessa maneira, a conjuntura atual coloca em cena o espectro da morte iminente, tanto
para os brasileiros, quanto para o sistema hospitalar do SUS, público e privado sem fins
lucrativos. É nesse contexto complexo e desafiador, profundamente marcado por uma tripla
crise - sanitária, política e econômica -, que se pretende levantar alguns pontos para a reflexão
sobre a atenção hospitalar nesse tempo de convivência com a COVID-19, até que surjam
recursos terapêuticos e profiláticos que façam cessar essa demanda adicional que o cuidado
aos casos graves suscita.
Obviamente não se pretende abranger toda a complexidade do tema, mas apresentar
alguns achados de interesse no panorama hospitalar do SUS, reconhecendo-se, a priori, a
limitação dessa perspectiva analítica situacional, praticada simultaneamente aos
acontecimentos. Apesar do risco consciente de apresentar algumas informações que podem se
modificar rapidamente na conjuntura, visto a rapidez que o quadro sanitário e assistencial tem
mudado no decorrer da pandemia, julgou-se oportuno abordar sucintamente os seguintes
pontos: uma breve caracterização do parque hospitalar do SUS; as estruturas criadas para
enfrentamento à COVID-19, especialmente os leitos de UTI; as iniciativas metodológicas
para o cálculo de suas necessidades; os primeiros efeitos sentidos no campo da atenção
hospitalar, especialmente as internações de alguns grupos de procedimentos e, finalmente, um
conjunto de proposições para a garantia da sustentabilidade do componente hospitalar do
sistema de saúde brasileiro.
Leitos
Total de leitos (Lt) cadastrados
Leitos (Lt) SUS habilitados Hospitais Operantes
CNES
COVID*
REGIÃO
Lt. Lt.
Lt. Lt. SUS_U
UF Comple SUS_ Lt. Habilit
Lt. UTI UTI Lt. SUS_ TI % Lt. % Lt.
- SUS_U UTI Habilitad ado Nº de
Lt. UTI UTI COV COVI Comple- UTI COVID COVID COVID
mentare TI COVI o COVID COVI Hospitais
Adulto Pediátr ID D mentares Pediátr -19 habilitad habilitado
s Adulto D-19 UTI D UTI operantes
ica Adult Pediát SUS ica Pediátri o adult. ped.
existent Adulto Adulto Pediátr
o rico co
es ico
GO 2.598 1.052 152 545 20 1.264 526 93 227 0 312 70 36,5%
MT 1.517 531 78 373 30 723 198 18 179 20 274 20 38 41,6% 50,0%
C
O MS 985 389 40 252 3 585 199 33 144 3 194 3 53 82,0% 100,0%
100,0
DF
2.729 1.117 282 342 10 623 262 76 165 0 175 10 16 % 0,0%
PA 2.532 719 150 486 44 1.553 382 124 290 14 322 14 116 66,1% 100,0%
AM 1.305 285 127 242 15 864 192 108 122 0 191 8 39 73,3% 0,0%
RO 751 263 31 158 7 415 159 18 48 0 108 7 21 78,7% 100,0%
TO 530 163 31 91 14 316 73 21 36 12 83 6 15 75,9% 100,0%
N 100,0
AC
285 58 12 74 0 170 33 11 30 0 50 10 %
100,0
AP
256 41 10 93 4 89 12 5 0 0 32 7 %
100,0
RR
148 31 11 25 15 102 17 10 10 5 20 5 6 % 100,0%
1.26
BA
4.390 1.442 189 8 51 2.510 834 141 598 17 678 27 149 59,6% 63,0%
CE 3.098 791 142 831 53 2.075 456 97 553 21 614 21 79 71,2% 100,0%
PE 3.830 1.394 191 982 42 1.923 781 118 396 20 595 15 77 80,3% 100,0%
N PI 1.018 245 56 335 14 716 161 22 281 5 301 10 50 96,7% 100,0%
E RN 1.290 419 52 443 12 747 217 33 232 5 237 7 40 89,5% 100,0%
MA 1.833 563 84 453 2 1.047 303 52 178 0 218 107 62,4%
AL 994 265 56 269 5 623 176 41 130 5 204 5 30 52,9% 0,0%
PB 1.278 450 108 249 7 902 300 76 164 6 196 39 55,1%
SE 802 248 22 169 7 398 151 20 44 0 136 19 58,8%
RS 4.328 1.668 251 917 10 2.849 985 178 672 5 704 5 167 93,3% 100,0%
PR 4.602 2.052 241 886 53 2.910 1.218 172 585 35 637 35 126 89,6% 85,7%
S
100,0
SC
2.595 857 127822 42 1.549 543 87 512 11 549 31 84 % 100,0%
5.18
SP
21.885 8.378 1.475 5 147 10.140 3.575 727 2.425 0 2.905 4 409 85,4% 100,0%
2.15
S MG
7.996 3.174 348 9 30 4.718 2.027 194 927 0 1.120 285 92,0%
E
1.94
RJ
10.697 4.576 582 6 65 3.481 1.152 144
739 16 848 16 180 76,8% 100,0%
ES 2.120 769 90 608 27 1.284 390 50
541 0 541 46 74,5%
20.2 10.22
BRASIL
86.392 31.940 4.938 03 729 44.576 15.322 2.669 8 200 12.244 249 2.278 79,7% 80,7%
* Leitos Habilitados COVID - dados publicados até 31/08/2020; Fonte: Portarias Ministeriais específicas.Diário Oficila da União.
Fonte: Elaborada pelos autores, com base no CNES, competência julho de 2020.
Iniciativas para o cálculo de necessidades de leitos de UTI na
pandemia
Na operação do sistema SIH SUS podem ser apresentadas para processamento AIHs
com datas de alta do paciente de até 6 (seis) meses anteriores à competência do
processamento21. Por exemplo, cerca de 47% do total das internações ocorridas em junho de
2019 foram registradas em até 10 meses posteriores, com internações remanescentes
apresentadas ainda em abril de 2020. Reconhece-se, portanto, que os dados aqui apresentados
ainda não se encontravam totalmente estabilizados, sendo necessárias retificações no futuro
próximo, especialmente, os dados de junho de 2020, competência mais recente ao período de
análise. Ainda que com essas limitações, julgou-se oportuna a apresentação dessas
informações que apontam para a insofismável, abrupta e expressiva redução nas internações
hospitalares nessa fase da pandemia.
Essa redução forçada nas internações implicará numa acumulação crescente de casos,
que somada à histórica demanda reprimida de cirurgias eletivas, poderá resultar num contexto
potencialmente explosivo, agravado pela redução no aporte de recursos federais para o SUS,
se aprovado o Projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias (PLDO) de 2021. Essa perda,
segundo a Comissão Intersetorial de Orçamento e Financiamento do Conselho Nacional de
Saúde- CNS- representaria uma subtração de R$ 35 bilhões, na comparação com o montante
de recursos orçamentários destinados ao Ministério da Saúde em 202022.
Desde que surgiu, a famosa Tabela de Procedimentos do SUS vem tendo os seus valores
questionados por todos. Estes são reconhecidamente inferiores aos custos operacionais para a
realização dos procedimentos e atos profissionais que compõem a estrutura sob qual ela foi
elaborada. Sabe-se também que seus preços não refletem os valores reais pagos aos
prestadores de serviço, a não ser em algumas áreas da chamada ‘alta complexidade’
(hemodiálises, cirurgias cardíacas, tratamentos oncológicos etc.). Ademais, aos valores da
tabela são acrescidos incentivos financeiros de toda ordem para uma parte significativa de
hospitais da rede SUS, como, por exemplo, os incentivos das Redes Temáticas Prioritárias e
os subsídios fiscais e acréscimos incorporados em contratos globais. Este complexo modelo
de financiamento hospitalar do SUS não só impede a compreensão de seus critérios pela
maioria dos leigos e afasta a cidadania de seu controle democrático, como também reforça,
frequentemente, a insistente reclamação dos prestadores quanto aos baixos valores da tabela
SUS, mesmo quando esse referencial já foi abandonado há mais de 15 anos para a maioria dos
hospitais contratados. A rigor, mesmo antes da “contratualização” com valores globais de
custeio iniciada em 2004, os chamados municípios em “gestão plena do sistema” pelos
critérios da Norma Operacional Básica do SUS 1996 - NOB 96 já podiam contratar hospitais
privados com outros critérios que não estritamente os valores da tabela de procedimentos
aplicados às metas contratuais, o que amplia o período dessas queixas mal direcionadas para
quase um quarto de século!
Uma das formas de se superar esses impasses seria a organização de um sistema de
gestão de preços que pudesse definir de forma legítima, multi-institucional e baseada em
levantamentos regionalizados, os valores de referência para a compra de serviços dos
prestadores públicos e privados. Não é possível que em contextos epidemiológicos e de oferta
de serviços de saúde tão díspares, conformando distintos ‘mercados’, com agentes
econômicos praticando preços muito diferenciados, os serviços sejam remunerados com base
em valores uniformes, contidos numa tabela nacional. É fundamental que se desenvolvam
dispositivos de apropriação e registro sistemático dos principais preços, coletados
regionalmente e tratados para se estabelecer referenciais regionais de modo legítimo e
transparente. Isso evitaria a captura das gestões por interesses particularistas ou corporativos,
principalmente se nesses novos arranjos institucionais fossem incluídos representantes de
usuários, Ministério Público e respectivos Conselhos de Saúde, garantindo-se seu caráter
público e o interesse comum.
Os leitos de UTI abertos para o enfrentamento da COVID-19 podem ser mantidos em sua
totalidade, permanecendo como leitos de UTI ou convertendo-os em leitos de cuidados semi-
intensivos e ou de cuidado progressivo. Estes últimos são pouco utilizados no país a não ser
no caso da atenção neonatal, regulamentados no âmbito da Rede de Atenção à Gravidez, Parto
e Puerpério (Rede Cegonha). O cuidado intermediário a adultos, apesar de duas consultas
públicas realizadas sobre o tema, não tem suas normas de estrutura e funcionamento
definidas, muito menos um financiamento específico disponível. O número desses leitos,
aceitando-se a experiência dos países europeus, seriam em número aproximadamente
equivalente ao de leitos de UTI Adulto convencionais26.
Conclusão
A pandemia da COVID-19 trouxe à tona as contradições da oferta de serviços de saúde
públicos e privados no país. Apesar do subfinanciamento crônico no caso do setor público,
agravado por um longo período de estagnação econômica, os gestores conseguiram ampliar
emergencialmente e de forma muito expressiva, as estruturas assistenciais necessárias, como
tem sido o caso dos leitos de UTI.
O atendimento dos casos de COVID-19 em uma rede de serviços com graves
distorções na alocação geográfica dos recursos assistenciais, inclusive de leitos de UTI, tem
tensionado enormemente o sistema. No entanto, uma maior valorização do sistema público de
saúde por parte da população poderá, na dependência do andamento da crise política e
econômica, e principalmente, das alternativas que forem adotadas, de forma planejada ou não,
trazer um novo alento ao processo de consolidação do SUS.
Por outro lado, pressões oriundas do setor privado podem neutralizar esses ganhos, ao
premerem pela transferência de recursos públicos para amortecer as grandes perdas do setor
lucrativo, resultantes, principalmente, da mudança dos padrões de utilização dos serviços. Se
essas propostas já frequentavam a agenda setorial nos últimos anos, certamente serão
retomadas pelos interesses capitalistas do setor.
As mudanças dos padrões de utilização dos serviços são reflexo dos novos
comportamentos sociais que, consequentemente, suscitam novas demandas ao sistema de
saúde, seja ele público ou privado. Não se sabe ao certo, nem quando e nem como essas
mudanças de fato incidirão. O que se pode antever é que a demanda por serviços hospitalares
retraída no período mais crítico da pandemia, poderá, no mínimo, provocar novas crises no
sistema hospitalar, acrescentando ainda mais sofrimento e mortes evitáveis à contabilidade da
pandemia.
Quaisquer que sejam os problemas, as propostas e as intenções, é fundamental o
fortalecimento da gestão pública para que se garanta a suficiência de recursos humanos, de
infraestrutura e de informação em saúde. Sem a busca de escala econômica adequada para os
serviços de saúde, recursos de custeio garantidos para seu pleno funcionamento, transparência
e corresponsabilidade na gestão, aliada a dispositivos institucionais eficazes de coordenação
de políticas, nos espaços nacional, estadual e regional do sistema, envolvendo tanto a rede
pública quanto a privada, não se pode aspirar, minimamente, a superação da crônica e danosa
crise hospitalar, fortemente agudizada pela pandemia.
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Recebido em 03/07/2020
Aprovado em 18/09/2020
Conflitos de interesses: inexistente
Suporte financeiro: não houve