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Projeto Pedagógico de Curso

Pós-Graduação Lato Sensu


Psicopedagogia institucional
EaD
Abril/2018
1

Sumário
1. Nome do Curso e Área do Conhecimento ...................................................................................... 2
2. Características Técnicas do Curso ................................................................................................... 2
3. Público Alvo..................................................................................................................................... 2
4. Critérios de Seleção ........................................................................................................................ 2
5. Justificativa do Curso ...................................................................................................................... 2
6. Objetivos do Curso .......................................................................................................................... 3
7. Metodologia de Ensino e Aprendizagem ........................................................................................ 4
8. Estágio Não Obrigatório .................................................................................................................. 5
9. Matriz Curricular ............................................................................................................................. 7
10. Carga Horária .............................................................................................................................. 7
11. Conteúdo programático .............................................................................................................. 7
12. Infraestrutura Física e Pedagógica ............................................................................................ 21

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2

1. Nome do Curso e Área do Conhecimento


Nome do Curso: Psicopedagogia institucional
Área de Avaliação (CAPES): Educação
Grande Área (CAPES): Ciências Humanas (7.00.00.00-0).
Área do Conhecimento (CAPES): Educação (7.08.00.00-6).

Classificação OCDE: 01 - Educação

2. Características Técnicas do Curso


Modalidade: Educação a Distância
Número máximo de vagas por Polo/Unidade: 100 alunos
Período de Oferecimento: O curso possui entrada intermitente, com duração de 10 meses.

Limitações legais

Resolução CNE/CES Nº 1, de 06 de abril de 2018, que estabelece normas para o funcionamento de


cursos de pós-graduação lato sensu.

O candidato deverá ser graduado com diploma devidamente registrado segundo as normas
estabelecidas pelo MEC.

3. Público Alvo
Profissionais graduados em Pedagogia, Psicologia, Fonoaudiologia, Professores de Normal Superior
ou Licenciaturas e demais profissionais ligados à área da Educação.

4. Critérios de Seleção
O ingresso na pós-graduação será realizado por meio de processo seletivo descrito em Edital
(inscrição, seleção e matrícula).

5. Justificativa do Curso
É significativo o número de crianças e adolescentes que apresentam dificuldades no processo de
ensino e aprendizagem, não acompanhando o ritmo das classes escolares regulares. Tal fato
impulsiona profissionais da área de Educação e da Saúde a encontrarem soluções inteligentes para

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integrar estes jovens. O desempenho insatisfatório na aprendizagem em locais de produção, de


trabalho e em situações cotidianas também motiva a preocupação de profissionais em diferentes
áreas.

Em especial, recorre-se a educadores, médicos, psicólogos e psicopedagogos para compreender as


causas de problemas simples ou complexos, para buscar formas de reverter os mecanismos de
exclusão. O trabalho de prevenção associado ao de tratamento das dificuldades e problemas de
aprendizagem possui um caráter fundamental para garantir a permanência e passagem das crianças
pela escola e por outras instituições onde a aprendizagem acontece, além do sucesso de pessoas
que atuam nas diferentes instituições com foco na aprendizagem. Tal trabalho, entretanto, requer
do educador competências pouco trabalhadas em sua formação inicial. É essa lacuna que o Curso
de Psicopedagogia vem preencher.

6. Objetivos do Curso
6.1. Objetivos Gerais

• Promover condições para atuação na área da Psicopedagogia. Comprometer-se com a


prevenção e a análise de problemas de aprendizagem e de ensino gerados no contexto
escolar e/ou institucional. Perceber as interferências de natureza econômico-social, nos
processos de educação e as carências psicopedagógicas dos educandos. Perceber-se como
agente educacional, corresponsável pelo êxito do processo de ensino e aprendizagem.
Preparar-se para orientar, adequadamente, os professores e a família das crianças que
apresentam problemas escolares.

6.2. Objetivos Específicos

• Introduzir o aluno ao estudo dos fundamentos teóricos da psicopedagogia, por meio da


abordagem da história da construção deste campo do conhecimento, levando-se em conta
uma reflexão a respeito do papel profissional do psicopedagogo, bem como do seu objeto
de estudo e campo de atuação;

• Aspectos do desenvolvimento, que se constituem como ponto de partida de qualquer


estudo dentro da esfera da psicopedagogia e as diversas teorias da aprendizagem que
fundamentam a investigação e atuação psicopedagógica;

• Estudo da linguagem oral e escrita, assim como o processo de alfabetização e letramento.


Aborda a constituição dos processos cognitivos da criança em processo de aprendizagem,
priorizando os aspectos da aquisição da linguagem e da escrita, tal como o desenvolvimento
do pensamento lógico matemático;

• Preparar o aluno para a atuação psicopedagógica institucional. Aborda-se o atendimento


psicopedagógico institucional por um viés diferente, identificando os principais problemas
de aprendizagem e propondo ações que vão desde a avaliação à intervenção
psicopedagógica institucional.

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7. Metodologia de Ensino e Aprendizagem

O desenvolvimento das disciplinas do curso se dará no ambiente virtual, onde o aluno cumprirá 40
horas por disciplina.
No ambiente virtual o aluno encontrará o conteúdo das disciplinas, organizado em 4 ou 8 aulas.
Para cada um deles, o aluno realizará um conjunto de atividades:
 Leitura de textos de fundamentação teórica.
 Acesso às videoaulas.
 Aprofundamento dos seus conhecimentos, acessando elementos extratextuais.
 Realização de questões de autoestudo, para verificação de seu desempenho.
Um tutor apoiará as atividades realizadas no ambiente virtual, atendendo o aluno nas suas dúvidas,
por meio de ferramentas de comunicação.
Avaliação do Desempenho do Aluno
O aluno deverá realizar as atividades propostas no ambiente virtual. A realização das atividades irá
compor sua frequência no curso, que será considerada para a sua aprovação
Ele, também, deverá se submeter a uma prova presencial (1ª chamada) por disciplina e ao seu
desempenho será atribuída uma nota. Essa prova presencial será agendada pelo aluno, respeitando
o prazo de até 8 (oito) dias após a data fim da última disciplina de seu curso.
As notas devem ser expressas no intervalo de 0 (zero) a 10 (dez).
A média final do aluno na disciplina será calculada pela nota obtida nas atividades a distância, com
peso 4 (quatro), e pela nota obtida na prova realizada presencialmente, com peso 6 (seis).
Para a aprovação na disciplina, o aluno deverá obter nota igual ou superior a 7,0 (sete) e frequência
de, no mínimo, 75% (setenta e cinco por cento), computada pelo acesso ao ambiente virtual.
Se o aluno perder a 1ª chamada de Prova Presencial, poderá requerer, via sistema ou no polo de
apoio, a 2ª chamada da prova, no prazo máximo de até 7 (sete) dias corridos, a contar da data da
realização da atividade em questão.
O aluno que obtiver média inferior a 7,0 (sete) terá direito à Avaliação Substitutiva, sendo:
• Disciplinas Específicas: mediante a solicitação de requerimento até 60 (sessenta) dias após
a data fim do curso, e substituirá a média do aluno. Ressalta-se que só terá direito à
realização da Avaliação Substitutiva o aluno que realizar a Prova de 1ª ou 2ª chamadas. A
avaliação substitutiva será realizada no ambiente virtual, sendo que o aluno terá uma única
tentativa e um prazo de até 7 (sete) dias, após a compensação do boleto, para realizar a
avaliação.

• Disciplina Metodologia da Pesquisa Científica: mediante a solicitação de requerimento, até


8 (oito) dias após a data fim da disciplina, a nota obtida substituirá a média do aluno. A
avaliação substitutiva será realizada no ambiente virtual, sendo que o aluno terá uma única
tentativa e um prazo de até 7 (sete) dias, após a compensação do boleto, para realizar a
avaliação.

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O aluno que não realizou a Avaliação de 1ª e 2ª chamadas ou não obteve média igual ou superior a
7,0, após realizar a Avaliação Substitutiva, terá direito ao Programa de Dependência e Recuperação
– PDR, mediante a solicitação de requerimento até o período de duração do curso X 2 (dois) menos
90 dias. O PDR será realizado no ambiente virtual, sendo que o aluno terá acesso ao conteúdo da
disciplina e realizará uma AV, e a nota obtida substituirá a média do aluno.
Para a obtenção do Certificado de Pós-graduação Lato Sensu – especialização, o aluno deverá
cumprir todas condições seguintes:
 Frequência mínima de 75% (setenta e cinco por cento) em todas as disciplinas;
 Nota igual ou superior a 7,0 (sete) em todas as disciplinas;
Certificação
O Certificado de conclusão de curso de Especialização será acompanhado por histórico escolar, em
cumprimento às exigências da Resolução CNE/CES n°1, de 06 de abril de 2018, da Câmara de
Educação Superior do Conselho Nacional de Educação.

Composição do Corpo Docente

O corpo docente do curso é constituído por profissionais qualificados, com comprovado saber em
sua área de atuação, conforme Resolução CNE/CES n°1, de 06 de abril de 2018, sendo mínimo 30%
(trinta por cento) portadores de título de pós-graduação strictu sensu, isto é, portadores de títulos
de Mestrado e Doutorado, obtidos em programas de pós-graduação strictu sensu devidamente
reconhecidos pelo poder público em território nacional, ou revalidados, conforme legislação
vigente. Os demais docentes são certificados em nível de especialização, pós-graduação lato sensu,
de reconhecida capacidade técnico-profissional.

8. Estágio Não Obrigatório


O estágio curricular não obrigatório tem como finalidade estimular o aluno a desenvolver atividades
extracurriculares, para que possa inter-relacionar os conhecimentos teóricos e práticos adquiridos
durante o curso e aplicá-los na solução de problemas reais da profissão, proporcionando o
desenvolvimento da análise crítica e reflexiva para os problemas socioeconômicos do país, de acordo
com a Resolução de Estágio curricular não obrigatório vigente na Instituição.

Os principais objetivos da prática do estágio curricular não obrigatório são:

I. proporcionar o exercício do aprendizado compromissado com a realidade socioeconômica-política


do país;

II. propiciar a realização de experiências de ensino e aprendizagem visando à educação profissional


continuada, alicerçada no desenvolvimento de competências e habilidades e ao exercício do
pensamento reflexivo e criativo; e

II. incentivar o trabalho de pesquisa e investigação científica, visando ao desenvolvimento da ciência,


da tecnologia e da cultura.

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A carga horária é definida pela concedente de estágio, não podendo ultrapassar a carga horária
máxima de 6 (seis) horas diárias e 30 (trinta) horas semanais, as quais podem ser realizadas em
empresas públicas ou privadas, instituição de pesquisa, órgãos governamentais e não
governamentais, e as próprias unidades da Universidade, desde que obedeçam às condições
adequadas para que o estagiário possa aprofundar os seus conhecimentos teóricos e práticos
adquiridos no curso.

Para o Curso de Pós-Graduação EAD, a prática do estágio curricular não obrigatório é permitida
durante a vigência do curso, não podendo exceder em um mesmo campo de estágio o período de 2
(dois) anos.

Os estágios curriculares não obrigatórios devem estar apoiados em Termo de Compromisso e de


comum acordo com a Instituição, devendo explicitar não somente os aspectos legais específicos, como
também os aspectos educacionais e de compromisso com a realidade social.

O Planejamento do Estágio Curricular Não Obrigatório é de responsabilidade do coordenador de curso


em conjunto com o professor orientador e também do Departamento de Estágios, devendo conter os
seguintes dados:

I. matrícula regular especificando o semestre;


II. disciplinas ou habilidades imprescindíveis ao seu desenvolvimento;
III. atividades a serem desenvolvidas;
IV. supervisor de campo;
V. seguradora e apólice de seguro;
VI. bolsa-auxílio ou contraprestação;
VII. auxílio-transporte;
VIII. período de realização;
IX. período (s) de recesso; e
X. carga horária diária e semanal.

A orientação de estágio curricular pelo Departamento de Estágios deverá ser realizada por meio de
orientação indireta mediante relatórios e, sempre que possível, visitas ao campo de estágio, além da
utilização das tecnologias de informação e comunicação para contato das partes envolvidas.

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9. Matriz Curricular

DISCIPLINAS CARGA HORÁRIA


Ambientação 0h
Conceitos psicopedagógicos 40h
Teorias da aprendizagem 40h
Psicologia do desenvolvimento e da aprendizagem 40h
Aquisição da linguagem e escrita 40h
Alfabetização e letramento 40h
Desenvolvimento do pensamento lógico-matemático 40h
Psicopedagogia institucional 40h
Problemas e distúrbios da aprendizagem 40h
Avaliação e intervenção psicopedagógica institucional 40h
Metodologia da pesquisa científica
40h
CARGA HORÁRIA TOTAL 400h

10. Carga Horária


A carga horária total do Curso é de 400 horas/aula, sendo estas distribuídas em 10 (dez) disciplinas
de 40 horas.

11. Conteúdo programático


Disciplina: Ambientação

Ementa: Histórico da Educação a Distância. Legislação da Educação a Distância no Brasil.


Potencialidades da Educação a Distância. Flexibilidade de Acesso. Tecnologias para apoio à pesquisa.
Aprendizagem colaborativa. Características do aluno na EAD. Boa convivência virtual: netiquetas.

Conteúdo Programático 1: Histórico da Educação a Distância.

Conteúdo Programático 2: Legislação da Educação a Distância no Brasil.

Conteúdo Programático 3: Potencialidades da Educação a Distância.

Conteúdo Programático 4: Flexibilidade de Acesso.

Conteúdo Programático 5: Tecnologias para apoio à pesquisa.

Conteúdo Programático 6: Aprendizagem colaborativa.

Conteúdo Programático 7: Características do aluno na EAD.

Conteúdo Programático 8: Boa convivência virtual: netiquetas.

7
8

Bibliografia:

ALVES, L. Educação a distância: conceitos e história no Brasil e no mundo. Associação Brasileira de


Educação A Distância, São Paulo, v. 10, n. 7, p.85-92, out. 2011. Mensal. Disponível em:
<http://www.abed.org.br/revistacientifica/Revista_PDF_Doc/2011/Artigo_07.pdf>. Acesso em: 19
fev. 2018.

GOTTARDI, M. de L. A autonomia na aprendizagem em educação a distância: competência a ser


desenvolvida pelo aluno. Associação Brasileira de Educação a Distância, São Paulo, v. 14, n. 8, p.
110-123, dez, 2015. Mensal. Disponível em: <
http://seer.abed.net.br/edicoes/2015/08_A_AUTONOMIA_NA_APRENDIZAGEM.pdf> Acesso em: 19
fev. 2018.

LITTO, F. M. FORMIGA, M. M. M. (org.) Educação a distância: o estado da arte. São Paulo: Pearson
Education do Brasil, 2009.

MOORE, Michael; KEARSLEY, Greg. Educação a Distância, uma visão integrada. São Paulo:
Thompson Learning, 2007.

MORAES, M. C. O Paradigma educacional emergente. Campinas – SP: Papirus, 1997.

MORAN, J. M. MASETTO, M. T. BEHRENS, M. A. Novas Tecnologias e Mediação Pedagógica. 21ª Ed.


Campinas, SP: Papirus, 2013.

MORAN, J. M. O Uso das Novas Tecnologias da Informação e da Comunicação na EAD - uma leitura
crítica dos meios. http://portal.mec.gov.br/seed/arquivos/pdf/T6%20TextoMoran.pdf. Acesso em:
16 de fev de 2018.

PIVA, D. J. PUPO, R. GAMEZ, L. OLIVEIRA, S. EAD na Prática: Planejamento, métodos e ambientes de


educação online. São Paulo: Elsevier, 2011.

Disciplina: Conceitos Psicopedagógicos

Ementa: Contextualização histórica do campo de conhecimento psicopedagógico. Definição do papel


profissional do psicopedagogo: objeto de estudo, código de ética, sujeito e campo de atuação. Práxis
psicopedagógica frente ao fracasso escolar e neurociências.

Conteúdo Programático 1: Perspectiva histórica: a construção da Psicopedagogia.

Textos de apoio: ABPp; Bossa (2007); Fontes (2006)

Conteúdo Programático 2: Psicopedagogia no Brasil.

Textos de apoio: RUBINSTEIN (1992); ABPp.

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Conteúdo Programático 3: A profissão e a ética do psicopedagogo.

Textos de apoio: ABPp; RUBINSTEIN (1992).

Conteúdo Programático 4: Proposições e papel da ABPp.

Textos de apoio: ABPp.

Conteúdo Programático 5: O Psicopedagogo e seu objeto de estudo.

Textos de apoio: Porto (2011); RUBINSTEIN (1992)

Conteúdo Programático 6: A questão da aprendizagem.

Textos de apoio: RUBINSTEIN (1992)

Conteúdo Programático 7: Intervenção psicopedagógica no fracasso escolar.

Textos de apoio: Porto (2011); Bossa (2002); RUBINSTEIN (1992).

Conteúdo Programático 8: Apoio das neurociências.

Textos de apoio: RUBINSTEIN (1992); Porto (2011).

Bibliografia:

ABPP. Associação Brasileira de Psicopedagogia. Disponível em: <www.abpp.com.br>.

BOSSA, Nadia Aparecida. A Psicopedagogia no Brasil. Porto Alegre: ARTMED, 2007.

BOSSA, Nadia Aparecida. Fracasso escolar — um olhar psicopedagógico. Porto Alegre: Artes Médicas,
2002.

FONTES, Marisa Aguetoni. Psicopedagogia e Sociedade - história, concepções e contribuições. São


Paulo: Vetor, 2006.

PORTO, O. Psicopedagogia Institucional: Teoria, prática e assessoramento psicopedagógico. Rio de


Janeiro: WAK, 2011.

RUBINSTEIN, E. In: SCOZ et al. Psicopedagogia: contextualização, formação e atuação profissional.


Porto Alegre: Artes Médicas Sul, 1992.

Disciplina: Teorias da Aprendizagem

Ementa: Apresentar em linhas gerais as teorias da aprendizagem mais tradicionais partindo-se dos
princípios teórico-metodológicos das áreas de conhecimento, compreender possíveis enfoques sobre
o processo de aprendizagem, compreender a relação entre as fases de desenvolvimento e a
aprendizagem e relacionar diferentes fatores envolvidos na aprendizagem.

Conteúdo Programático 1: Teorias do condicionamento e teorias cognitivas.

Textos de apoio: Cunha (2003), Salvador, Gomés, Martí (2000).

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Conteúdo Programático 2: Abordagem geral e comparativa das teorias cognitivas.

Textos de apoio: Cunha (2003); Salvador, Gomés, Martí (2000).

Conteúdo Programático 3: Epistemologia Genética de Jean Piaget e construtivismo.

Textos de apoio: Piaget (2003); TAILLE, OLIVEIRA, DANTAS (1992).

Conteúdo Programático 4: Principais conceitos e aplicação do construtivismo.

Textos de apoio: Piaget (2003); TAILLE, OLIVEIRA, DANTAS (1992).

Conteúdo Programático 5: Sociointeracionismo de Lev Vygotsky.

Textos de apoio: Vygotsky (1999); Rego (2004); TAILLE, OLIVEIRA, DANTAS (1992).

Conteúdo Programático 6: Convergências/divergências de Vygotsky com Piaget.

Textos de apoio: Vygotsky (1999); Rego (2004); TAILLE, OLIVEIRA, DANTAS (1992).

Conteúdo Programático 7: Psicogênese da Pessoa Completa de Henri Wallon.

Textos de apoio: Wallon (s/d); TAILLE, OLIVEIRA, DANTAS (1992).

Conteúdo Programático 8: Relação entre emoções e aprendizagem.

Textos de apoio: Wallon (s/d); TAILLE, OLIVEIRA, DANTAS (1992).

Bibliografia:

CUNHA, Marcus Vinícius da. Psicologia da Educação. Rio de Janeiro: DP&A, 2003.

PIAGET, Jean. Seis Estudos de Psicologia. Trad. Maria Alice Magalhães D’Amorim e Paulo Sérgio Lima
Silva. 24. ed. Rio de Janeiro: Forense Universitária, 2003.

REGO, T. C. Vygotsky: Uma Perspectiva Histórico Cultural da Educação. Petrópolis: Vozes, 2004.

SALVADOR, C. C.; GÓMEZ, I. A.; MARTÍ, E. Psicologia do Ensino. Porto Alegre: Artes Médicas Sul, 2000.

TAILLE, Y.L.; OLIVEIRA, M. K.; DANTAS, H. Piaget, Vygotsky, Wallon: Teorias psicogenéticas em
discussão. São Paulo: Summus, 1992.

VYGOTSKY, L. Pensamento e linguagem. São Paulo: Martins Fontes, 1989.

WALLON, H. Evolução psicológica da criança. Rio de Janeiro: Andes, s.d.

Disciplina: Psicologia do Desenvolvimento e da Aprendizagem

Ementa: Conhecer pontos importantes do desenvolvimento da criança desde a concepção até os


primeiros anos escolares, aprofundando os conhecimentos no desenvolvimento psicomotor.

Conteúdo Programático 1: Desenvolvimento da criança - concepção.

Textos de apoio: Bee (2011); Salvador, Gomés, Martí (2000).

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Conteúdo Programático 2: Nascimento e tipos de parto. Neonato.

Textos de apoio: Bee (2011); Salvador, Gomés, Martí (2000)

Conteúdo Programático 3: Marcos importantes da primeira infância: definição e desenvolvimento


físico.

Textos de apoio: Bee (2011); BRAZELTON, SPARROW (2003); Salvador, Gomés, Martí (2000); Fonseca
(2008)

Conteúdo Programático 4: Primeira infância: Desenvolvimento cognitivo e psicossocial.

Textos de apoio: Bee (2011); BRAZELTON, SPARROW (2003); Salvador, Gomés, Martí (2000)

Conteúdo Programático 5: Marcos importantes da segunda infância: definição e desenvolvimento


físico.

Textos de apoio: Bee (2011); BRAZELTON, SPARROW (2003); Salvador, Gomés, Martí (2000); Fonseca
(2008)

Conteúdo Programático 6: Segunda infância: Desenvolvimento cognitivo e psicossocial.

Textos de apoio: Bee (2011); BRAZELTON, SPARROW (2003); Salvador, Gomés, Martí (2000)

Conteúdo Programático 7: O olhar para o desenvolvimento psicomotor: conceitos, tendências básicas


e teorias.

Textos de apoio: Ferreira, Ramos (2007); Oliveira (2002); Oliveira (2003); Fonseca (2008).

Conteúdo Programático 8: Desenvolvimento motor, implicações para a aprendizagem e distúrbios


psicomotores.

Textos de apoio: Ferreira, Ramos (2007); Oliveira (2002); Oliveira (2003); Fonseca (2008).

Bibliografia:

BEE, H. A criança em Desenvolvimento. 12ª Edição - Porto Alegre: Artmed, 2011.

BRAZELTON, T. B.; SPARROW, J. D. 3 a 6 anos: Momentos Decisivos do Desenvolvimento Infantil. Porto


Alegre: Artmed, 2003.

FERREIRA, C. A. M.; RAMOS, M. I. B. Psicomotricidade: Educação Especial e Inclusão Social. Rio de


Janeiro: Wak, 2007.

FONSECA, V. Desenvolvimento Psicomotor e Aprendizagem. Porto Alegre: Artmed, 2008.

OLIVEIRA, G. C. Psicomotricidade: Educação e Reeducação num Enfoque Psicopedagógico. 7ª Edição.


Petrópolis: Vozes, 2002.

OLIVEIRA, G. C. Avaliação Psicomotora à luz da psicologia e psicopedagogia. Petrópolis: Vozes, 2003.

SALVADOR, C. C.; GÓMEZ, I. A.; MARTÍ, E. Psicologia do Ensino. Porto Alegre: Artmed, 2000.

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Disciplina: Aquisição da Linguagem e Escrita

Ementa: Desenvolvimento do pensamento e da linguagem no ser humano. A construção da linguagem


escrita e oral. A criatividade comunicativa e a expressão através da fala, da escrita e da leitura. A
aquisição e ensino de competências linguísticas.

Conteúdo Programático 1: Pensamento e Linguagem.

Textos de apoio: Corrêa (2006); Vygotsky (2000).

Conteúdo Programático 2: Desenvolvimento da Linguagem.

Textos de apoio: Corrêa (2006); Vygotsky (2000).

Conteúdo Programático 3: Linguagem Escrita e Linguagem Oral.

Textos de apoio: Vygotsky (2000); Zorzi (2003).

Conteúdo Programático 4: Compreensão oral e compreensão escrita.

Textos de apoio: Vygotsky (2000); Zorzi (2003).

Conteúdo Programático 5: Comunicação e Linguagem.

Textos de apoio: Teberosky, Cardoso (2003); Zorzi (2003).

Conteúdo Programático 6: Alterações da linguagem, da leitura e da escrita.

Textos de apoio: Corrêa (2006); Zorzi (2003).

Conteúdo Programático 7: Metodologia e Didática: competências linguísticas e ensino.

Textos de apoio: Kramer (2001); Teberosky, Cardoso (2003).

Conteúdo Programático 8: Principais problemas em leitura e escrita.

Textos de apoio: Corrêa (2006); Zorzi (2003).

Bibliografia:

CORREA, Letícia M. Aquisição da Linguagem e Problemas do desenvolvimento linguístico. PUC-Rio.


São Paulo, 2006.
KRAMER, Sônia; OSWALD, Maria L. Didática da Linguagem: ensinar a ensinar ou ler e escrever?
Papiros. São Paulo, 2001.

TEBEROSKY, Ana; CARDOSO, Beatriz. Psicopedagogia da Linguagem Escrita. Petrópolis: Vozes, 2003.
VYGOSTKY, Lev. A Construção do Pensamento e da Linguagem. São Paulo: Martins Fontes, 2001.

12
13

ZORZI, Jaime Luiz. Aprendizagem e Distúrbios da Linguagem Escrita. Porto Alegre: Artmed, 2003.

Disciplina: Alfabetização e Letramento

Ementa: Histórico dos Processos de Alfabetização. Construção dos conhecimentos sobre a linguagem
escrita. Letramento e conceitos relacionados. O Processo de Alfabetização e as dificuldades
associadas.

Conteúdo Programático 1: Breve Histórico da Alfabetização.

Textos de apoio: MORTATTI (2006).

Conteúdo Programático 2: A Psicogênese da Língua Escrita.

Textos de apoio: FERREIRO, TEBEROSKY (1985).

Conteúdo Programático 3: Conceitos de Letramento.

Textos de apoio: TFOUNI (2002); FERREIRO, TEBEROSKY (1985); MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO (1997).

Conteúdo Programático 4: Práticas de letramento.

Textos de apoio: TFOUNI (2002); MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO (1997).

Conteúdo Programático 5: Implicações Pedagógicas dos Estudos sobre Alfabetização e Letramento


para o Planejamento do Ensino.

Textos de apoio: TFOUNI (2002); MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO (1997); WEISZ (2002).

Conteúdo Programático 6: Alfabetizar letrando.

Textos de apoio: TFOUNI (2002); FERREIRO, TEBEROSKY (1985); MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO (1997);
WEISZ (2002).

Conteúdo Programático 7: Dislexia e disortografia.

Textos de apoio: IANHEZ, NICO (2002).

Conteúdo Programático 8: Superação dos problemas de leitura e escrita.

Textos de apoio: FERREIRO, TEBEROSKY (1985); IANHEZ, NICO (2002); WEISZ (2002).

Bibliografia:

FERREIRO, E.; TEBEROSKY, A. Psicogênese da Língua Escrita. Porto Alegre: Artes Médicas, 1985.

IANHEZ, M. E.; NICO, M. A. Nem Sempre é o que parece: Como enfrentar a dislexia e os fracassos
escolares. Associação Brasileira de Dislexia. São Paulo: Alegro, 2002.

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO. Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros curriculares nacionais:


língua portuguesa. Brasília, 1997.

13
14

MORTATTI, M. R. L. História dos métodos de alfabetização no Brasil. 2006. Disponível em:


http://portal.mec.gov.br/seb/arquivos/pdf/Ensfund/alf_mortattihisttextalfbbr.pdf. Acesso em 10 dez
2014.

TFOUNI, L. V. Letramento e alfabetização. SP: Cortez, 2002.

WEISZ, T. O diálogo entre o ensino e a aprendizagem. SP: Ática, 2002.

Disciplina: Desenvolvimento do Pensamento Lógico-Matemático

Ementa: Características do pensamento matemático (aritmético, combinatório, Algébrico,


geométrico, probabilístico e estatístico) e sua aquisição pela criança. Análise psicopedagógica da
formação de professores e sua relação com os índices de rejeição dos alunos pela matemática.
Discalculia, um distúrbio associado à matemática.

Conteúdo Programático 1: Características do Pensamento matemático.

Textos de apoio: BASTOS (2007); FALCAO (2003).

Conteúdo Programático 2: Pensamento algébrico, probabilístico e geométrico.

Textos de apoio: BASTOS (2007); FREITAS (2003); VYGOTSKY (1988).

Conteúdo Programático 3: Aquisição do pensamento lógico matemático pela criança.

Textos de apoio: CHAKUR (2002); LORENZATO (2006); FALCAO (2003); PIAGET, SZEMINSKA (1975);
VYGOTSKY (1988).

Conteúdo Programático 4: Conceito de número e conservação de quantidades.

Textos de apoio: CHAKUR (2002); LORENZATO (2006); PIAGET, SZEMINSKA (1975)

Conteúdo Programático 5: Ensino de matemática e formação de professores.

Textos de apoio: LORENZATO (2006); FALCAO (2003); FREITAS (2003); VYGOTSKY (1988).

Conteúdo Programático 6: Diretrizes curriculares.

Textos de apoio: FREITAS (2003); LORENZATO (2006); VYGOTSKY (1988).

Conteúdo Programático 7: Discalculia.

Textos de apoio: BASTOS (2007).

Conteúdo Programático 8: Rejeição dos alunos pela matemática.

Textos de apoio: BASTOS (2007); FALCAO (2003); FREITAS (2003).

Bibliografia:

BASTOS, J. A. O Cérebro e a Matemática. 1ª Edição. São José do Rio Preto – SP – Edição do Autor,
2007.

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CHAKUR, Cilene Ribeiro. O Social e o Lógico-Matemático na Mente Infantil. São Paulo: Arte &
Ciência, 2002.

FALCAO, Jorge T. R. Psicologia da Educação Matemática. São Paulo: Autêntica, 2003.


FREITAS, S. B. L de. Da avaliação à aprendizagem: uma experiência na alfabetização matemática.
Dissertação de mestrado. Brasília: Faculdade de Educação/UnB, 2003.
LORENZATO, Sergio. Educação Infantil e Percepção Matemática. São Paulo: Autores Associados, 2006.

PIAGET, Jean, SZEMINSKA, Alina. A gênese do número na criança. 2. ed., Rio de


Janeiro: Zahar, 1975.
VYGOTSKY, Lev S. A formação social da mente. 2. ed., São Paulo: Martins Fontes,
1988.

Disciplina: Psicopedagogia Institucional

Ementa: Essa disciplina visa apresentar os fundamentos da Psicopedagogia Institucional, vendo


também os âmbitos de atuação do psicopedagogo e seus objetivos de estudo nas instituições em que
se encontra; bem como as normas, condutas, políticas, e as relações criadas entre esse profissional e
os diferentes grupos de atuação envolvidos no processo de ensino e aprendizagem.

Conteúdo Programático 1: Fundamentos da Psicopedagogia Institucional.

Textos de apoio: BOSSA (2000); BOSSA (2007); FAGALI (1998); RUBINSTEIN (1992); RUBINSTEIN (1999);
VISCA (1991).

Conteúdo Programático 2: Linha histórica e concepção psicopedagógica.

Textos de apoio: BOSSA (2000); FAGALI (1998); RUBINSTEIN (1992); RUBINSTEIN (1999); VISCA (1991).

Conteúdo Programático 3: Aprendizagem e fracasso escolar.

Textos de apoio: ABPp (2011); BECKER (2001); BOSSA (2000); BOSSA (2007); CORDIÉ (1996); FAGALI
(2007).

Conteúdo Programático 4: Prática psicopedagógica na instituição.


Textos de apoio: ABPp (2011); BECKER (2001); BOSSA (2000); PORTO (2011); RUBINSTEIN (1992);
RUBINSTEIN (1999).
Conteúdo Programático 5: Âmbitos de atuação do psicopedagogo hospitalar.

Textos de apoio: FAGALI (2007); PORTO (2011); RUBINSTEIN (1992).

Conteúdo Programático 6: Atuação multiprofissional x interdisciplinar: interface saúde e educação.

Textos de apoio: BOSSA (2007); FAGALI (2007); PORTO (2011); SCOZ (1990)

Conteúdo Programático 7: O psicopedagogo e as ONGs.

Textos de apoio: BOSSA (2007); FAGALI (2007); PORTO (2011)

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Conteúdo Programático 8: Relação entre diferentes grupos envolvidos no processo de ensino e


aprendizagem na tarefa educativa.

Textos de apoio: BECKER (2001); BOSSA (2000); CORDIÉ (1996); PORTO (2011); SCOZ (1990)

Bibliografia:

ABPp. Código de Ética do psicopedagogo. Disponível em: http://www.abpp.com.br/c%C3%B3digo-de-


%C3%A9tica-do-psicopedagogo. Acesso em: 10 fev. 2015.
BECKER, Fernando. Educação e construção do Conhecimento. Porto Alegre: Artmed, 2001.
BOSSA, Nadia. Dificuldades de Aprendizagem: o que são? Como tratá-las? Porto Alegre: Artes Médicas
Sul, 2000.
BOSSA, Nadia. A psicopedagogia no Brasil: contribuições a partir da prática. 3ª. ed., Porto Alegre:
Artmed, 2007.
CORDIÉ, Anny. Os atrasados não existem. Psicanálise de crianças com fracasso escolar. Porto Alegre:
Artes Médicas, 1996.
FAGALI, Eloísa Quadros. Psicopedagogia “Por que” e “Como” Psicopedagogia Institucional”. São
Paulo: Salesiana Dom Bosco, 1998.

PORTO, O. Psicopedagogia Institucional – Teoria, Prática e Assessoramento Psicopedagógico. Rio de


Janeiro: Wak, 2011.

RUBINSTEIN, Edith. In SCOZ et al. Psicopedagogia: Contextualização, Formação e Atuação Profissional.


Porto Alegre: Artes Médicas Sul, 1992.
RUBSTEIN, Edith. (Org.). Psicopedagogia: Uma prática, diferentes estilos. São Paulo: Casa do Psicólogo,
1999.
SCOZ, Beatriz J. L. et al (Org.). Psicopedagogia: o caráter interdisciplinar na formação e atuação
profissional. 1ª reimpressão. Porto Alegre, Artes Médicas, 1990.

VISCA, Jorge. Psicopedagogia: Novas Contribuições. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1991.

Disciplina: Problemas e Distúrbios da Aprendizagem

Ementa: Fatores de influência para os problemas de aprendizagem; Distúrbios relacionados à leitura,


à escrita e à matemática; limitações cognitivas e disfunções neurológicas como problemas de
aprendizagem.

Conteúdo Programático 1: Problemas de Aprendizagem: fatores de influência.

Textos de apoio: CAPOVILLA, VALLE (2011); DOLLE (2004); ROTTA, OHLWEILER, RIESGO (2006);
SAMPAIO, FREITAS (2011); TOPCZEWSKI (2000); SCOZ (1994).

Conteúdo Programático 2: Distúrbios de Aprendizagem: caracterização e tipos.

Textos de apoio: CAPOVILLA, VALLE (2011); ROTTA, OHLWEILER, RIESGO (2006); SAMPAIO, FREITAS
(2011)

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Conteúdo Programático 3: TDAH: critérios diagnósticos e características.

Textos de apoio: ROTTA, OHLWEILER, RIESGO (2006); SAMPAIO, FREITAS (2011)

Conteúdo Programático 4: TDAH: tratamento e intervenção.

Textos de apoio: ROTTA, OHLWEILER, RIESGO (2006); SAMPAIO, FREITAS (2011); TOPCZEWSKI (2000);
SCOZ (1994).

Conteúdo Programático 5: Dislexia: definição e descrição.

Textos de apoio: ROTTA, OHLWEILER, RIESGO (2006); SAMPAIO, FREITAS (2011)

Conteúdo Programático 6: Dislexia: tratamento e visão psicopedagógica.

Textos de apoio: ROTTA, OHLWEILER, RIESGO (2006); SAMPAIO, FREITAS (2011); TOPCZEWSKI (2000);
SCOZ (1994).

Conteúdo Programático 7: Discalculia e dificuldades em matemática.

Textos de apoio: ROTTA, OHLWEILER, RIESGO (2006); SAMPAIO, FREITAS (2011)

Conteúdo Programático 8: Discalculia: tratamento e estratégias de reabilitação.

Textos de apoio: ROTTA, OHLWEILER, RIESGO (2006); SAMPAIO, FREITAS (2011); TOPCZEWSKI (2000);
SCOZ (1994).

Bibliografia:

CAPOVILLA, F. C.; VALLE, L. E. L. R. Neuropsicologia e Aprendizagem. 3ª Edição. Ribeirão Preto: Novo


Conceito Editora, 2011.
DOLLE, Jean-Marie. Essas crianças que não aprendem: diagnóstico e terapias cognitivistas. Petrópolis,
RJ: Vozes, 2004.
ROTTA, N. T.; OHLWEILER, L.; RIESGO, R. S. Transtornos da aprendizagem: Abordagem Neurobiológica
e Multidisciplinar. Porto Alegre: Artmed, 2006.

SAMPAIO, S.; FREITAS, I. B. (Orgs.). Transtornos e dificuldades de aprendizagem: entendendo melhor


os alunos com necessidades educativas especiais. Rio de Janeiro: Wak Editora, 2011.

SCOZ, Beatriz. Psicopedagogia e realidade escolar: o problema escolar e de aprendizagem. Petrópolis,


RJ: Vozes, 1994.

TOPCZEWSKI, A. Aprendizado e suas dificuldades: como lidar? São Paulo: Casa do Psicólogo, 2000.

Disciplina: Avaliação e Intervenção Psicopedagógica Institucional

Ementa: Análise e Estudo de casos psicopedagógicos institucionais. Preparação para a prática


psicopedagógica em instituições. O conhecimento teórico e a prática do psicopedagogo institucional.
Planos de atuação do psicopedagogo institucional e uso de instrumentos.

Conteúdo Programático 1: Instrumentos iniciais para o psicopedagogo.

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Textos de apoio: PAIN (1985); VISCA (1991).

Conteúdo Programático 2: Instrumentos para avaliação Psicopedagógica Institucional: preparação


para a prática.

Textos de apoio: PAIN (1985); VISCA (1991).

Conteúdo Programático 3: Avaliação da escola.

Textos de apoio: ASSENCIO (2005); PAIN (1985); WEISS (1992).

Conteúdo Programático 4: Desenho, escrita e par educativo.

Textos de apoio: ASSENCIO (2005); PAIN (1985).

Conteúdo Programático 5: Intervenção psicopedagógica.

Textos de apoio: PAIN (1985); FELDMANN (2008); VISCA (1991).

Conteúdo Programático 6: Mapeamento institucional.

Textos de apoio: ASSENCIO (2005).

Conteúdo Programático 7: Avaliação Psicopedagógica: Estudo de casos.

Textos de apoio: ASSENCIO (2005); ROHDE (1999); WEISS (1992).

Conteúdo Programático 8: Aplicação dos instrumentos de avaliação e intervenção.

Textos de apoio: ASSENCIO (2005); FELDMANN (2008); VISCA (1991).

Bibliografia:

ASSENCIO, Vicente José Ferreira. O Que todo Professor Precisa saber sobre Neurologia. São Paulo:
Ed. Pulso, 2005.

FELDMANN. Juliane. A Intervenção Lúdica Psicopedagógica nas Dificuldades de Aprendizagem


Através dos Jogos. Florianópolis: CEITEC, 2008.

PAIN, Sara. Diagnóstico e Tratamento dos Problemas de Aprendizagem. Porto Alegre: Artes Médicas,
1985.

ROHDE, Luís Augusto. Atenção e Hiperatividade – O que é e como ajudar. Porto Alegre: Artes
Médicas, 1999.

VISCA, Jorge. Psicopedagogia – Novas contribuições. 4 ed. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1991.

WEISS, Maria Lucia. Psicopedagogia clínica: uma visão diagnóstica. Porto Alegre: Artes Médicas,
1992.

Disciplina: Metodologia da Pesquisa Científica

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Ementa: A disciplina aborda os diferentes conhecimentos que circulam entre as pessoas e a origem
de sua produção; aprofunda-se no conhecimento científico ao tratar do conceito de verdade, da
compreensão histórica da ciência e de sua natureza e métodos. Aborda ainda as características de um
projeto de pesquisa, do seu desenvolvimento e do relatório de apresentação dos resultados, sempre
pautadas pela ética do pesquisador.

Objetivo da disciplina: Distinguir as características dos diferentes tipos de conhecimento.


Compreender como o conhecimento científico é produzido. Elaborar um projeto de pesquisa.
Desenvolver um projeto de pesquisa. Elaborar um relatório de pesquisa na forma de um artigo
científico. Adotar as normas acadêmicas no desenvolvimento da sua pesquisa. Seguir os princípios
éticos de um pesquisador rigoroso.

Conteúdo Programático 1: Entendimento do conceito e do universo da ciência em suas diversas


acepções. Apresentação dos aspectos importantes da origem do saber científico.

Conteúdo Programático 2: Entendimento do conceito e do universo da ciência em suas diversas


acepções. Reflexão sobre a idealização da ciência como esfera da verdade. Apresentação dos aspectos
importantes do pensamento científico.

Conteúdo Programático 3: Apresentação dos autores e aspectos das suas obras que contribuíram
para o surgimento do pensamento científico. Reflexão da visão geral dos dois pilares fundamentais do
pensamento científico moderno. Identificação das perspectivas divergentes da metodologia e da
filosofia das ciências naturais e sociais presentes nos debates contemporâneos.

Conteúdo Programático 4: Identificação da taxonomia das pesquisas nas Ciências quanto ao seu
enfoque e quanto aos seus objetivos. Apresentação da natureza, o valor e a utilidade desses estudos.

Conteúdo Programático 5: Identificação da taxonomia das pesquisas nas ciências quanto à natureza,
os procedimentos de coleta e às fontes de informação. Conhecimento da natureza, o valor e a
utilidade desses tipos de pesquisa.

Conteúdo Programático 6: Aprimoramento e estruturação formal do processo de pesquisa.


Apresentação dos elementos constitutivos de um projeto de pesquisa científica. Obtenção de um
checklist de planejamento de projeto.

Conteúdo Programático 7: Reconhecimento dos relatórios de resultados de pesquisas acadêmicas.


Compreensão dos elementos que integram um relatório de pesquisa. Obtenção de um checklist para
avaliação da própria pesquisa e para a redação de relatório.

Conteúdo Programático 8: Reflexão sobre a ética e a integridade na prática da pesquisa científica.


Identificação das modalidades de fraude ou má conduta em publicações. Conhecimento das diretrizes
para a boa conduta em publicações.

Bibliografia:

APPOLINARIO, Fábio. Metodologia da Ciência: filosofia e prática de pesquisa. 2. ed. São Paulo:
Cengage Learning. 2012.

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BELL, Judith. Projeto de pesquisa: guia para pesquisadores iniciantes em educação, saúde e ciências
sociais. Tradução: Magda França Lopes. 4. ed. Porto Alegre: Artmed, 2008.

FURTADO, José Augusto P. X. Trabalhos acadêmicos em Direito e a violação de direitos autorais


através de plágio. Site: Jus Navigandi, 09/2002. Disponível em:
<http://jus.com.br/artigos/3493/trabalhos-academicos-em-direito-e-a-violacao-de-direitos-autorais-
atraves-de-plagio>. Acesso em: 21 jan. 2018.

GLASER, André. Metodologia da Pesquisa Científica. Valinhos: Anhanguera Educacional, 2014.


Disponível em: <www.anhanguera.com>. Acesso em: 21 jan. 2018.

LAVILLE, Christian; DIONNE, Jean. A construção do saber: manual de metodologia de pesquisa em


ciências humanas. Trad. Heloisa Monteiro e Francisco Settineri. Porto Alegre: Editora Artes Médicas
Sul Ltda.; Belo Horizonte: Editora UFMG, 1999.

SAMPIERI, Roberto Hernandéz, COLLADO, Carlos Hernadéz; LUCIO, Pilar Baptista. Metodologia de
Pesquisa. Tradução: Fátima Conceição Murad, Melissa Kassner, Sheila Clara Dystyler Ladeira. 3 ed. São
Paulo: Mc Graw-Hill, 2006.

SANTOS, Antonio Raimundo dos. Metodologia Científica: a construção do conhecimento. 3 ed. Rio de
Janeiro: DP&A editora, 2000.

Bibliografia complementar:

ALVES, Rubem. Filosofia da ciência: introdução ao jogo e suas regras. 2. ed. São Paulo: Edições Loyola.
2000.

ANDERY, Maria Amália Pie Abib et. al. Para compreender a ciência: uma perspectiva histórica. 10. Ed.
Rio de Janeiro: Espaço e Tempo: São Paulo: Educ, 2001.

BIANCHETTI, Lucidio; MACHADO, Ana Maria Netto. (organizadores) A Bússola do Escrever: desafios e
estratégias na orientação de teses e dissertações. 3. ed. São Paulo: Cortez, 2012

BOCK, Ana Mercês Bahia; FURTADO, Odair; TEIXEIRA, Maria de Lourdes Trassi. Psicologias: uma
introdução ao estudo de psicologia. 14. ed. São Paulo: Saraiva, 2008.

CNPq. Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico. Relatório da Comissão de


Integridade de Pesquisa do CNPq. Disponível em<
http://www.memoria.cnpq.br/normas/lei_po_085_11.htm>. Acesso em: 21 jan. 2018.

GERHARDT, Tatiana Engel; SILVEIRA, Denise Tolfo. Métodos de pesquisa [organizado por] e;
coordenado pela Universidade Aberta do Brasil – UAB/UFRGS e pelo Curso de Graduação Tecnológica
– Planejamento e Gestão para o Desenvolvimento Rural da SEAD/UFRGS. – Porto Alegre: Editora da
UFRGS, 2009. Disponível em: <http://www.ufrgs.br/cursopgdr/downloadsSerie/derad005.pdf>.
Acesso em: 21 jan. 2018.

GIL, Antonio Carlos. Como elaborar projetos de pesquisa. 4. ed. São Paulo: Atlas, 2008.

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21

MALVEZZI, Mariana. Política Identitária Verde: uma questão de emancipação. 2011. Tese
(Doutorado). Pontifícia Universidade Católica de São Paulo. Faculdade de Ciências Humanas e da
Saúde. São Paulo, 2011.

STRAUSS, Anselm; CORBIN, Juliet. Pesquisa Qualitativa: técnicas e procedimentos para o


desenvolvimento de teoria fundamentada. Tradução: Luciene de Oliveira da Rocha. 2 ed. Porto Alegre:
Artmed, 2008.

12. Infraestrutura Física e Pedagógica


O aluno encontrará todo o conteúdo do curso e assistirá às aulas gravadas no ambiente virtual. Para
assistir às aulas é fundamental que as especificações abaixo sejam obedecidas, possibilitando, assim,
uma recepção de maior qualidade dos vídeos.

Hardware:

• Processador Intel Core 2 Duo ou superior.


• 2Gb de Memória RAM.
• Placa de vídeo com resolução 1024x768, qualidade de cor 32 bit e compatível com Microsoft
DirectShow.
• Microsoft DirectX 9.0c ou posterior.
Software:

• Navegador: Firefox, Google Chrome, Internet Explorer (sempre atualizado).


• Sistema Operacional: Windows XP ou posterior.
• Adobe Flash Player (atualizado).
• Plugin de vídeos SilverLigth (atualizado)
Rede:

• Conexão com a Internet banda larga de no mínimo 2 MB.


• Em caso de acesso em ambientes corporativos além da velocidade, é necessário verificar as condições
de segurança de rede de sua empresa e se certificar que o site não estará bloqueado.
Adicionalmente, é prevista a utilização da biblioteca virtual para consultas bibliográficas e pesquisa
de assuntos referentes às disciplinas ministradas.

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