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O Surgimento Da Cosmogonias e Mitografia

Mitologia
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Índice

1. Introdução .......................................................................................................... 2

1.1. Objectivos ...................................................................................................... 3

1.1.1. Objectivos gerais ......................................................................................... 3

1.2. Objectivos específicos .................................................................................... 3

1.2.1 Metodologia ................................................................................................ 3

2. O conceito de Cosmogonia e Mitografia ............................................................. 4

2.1. Características da Cosmogonia........................................................................ 4

2.1.1. Mitografia ................................................................................................... 4

2.1.3 Historiografia ................................................................................................... 5

2.1.4 Importância da historiografia ............................................................................ 5

2.1.5 Evolução historiográfica até ao século XIX....................................................... 6

3. Historiografia judaica antiga ............................................................................... 6

3.1 Característica da Historiografia Judaica ............................................................... 7

3.1. 2. O surgimento da cosmogonias e mitografia ................................................. 8

3.1.3 Mito.................................................................................................................. 8

4. Conclusão ........................................................................................................ 10

5. Referencias Bibliografias ................................................................................. 11


2

1. Introdução

O presente trabalho que aborda sobre cosmogonia e mitografia onde de prior vimos que
a Cosmogonia é um relato, normalmente mítico, que explica a criação e a ordem do
Universo e, ao mesmo tempo o surgimento dos seres humanos. Enquanto que É a
representação artística (literária dos mitos, mas também é o nome de uma ciência que
estuda as questões que dizem respeito a origem e a transmissão dos mitos com fontes de
dados úteis para a sociologia e a antropologia.

Integram esta literatura os relatos autobiográficos e memoristas (da sociedade como um


todo e não pessoais), a história oral (desde as tradições históricas transmitidas
oralmente, até ao registo escrito ou gravado de depoimentos orais de autores ou
testemunhos de acontecimentos históricos.
3

1.1.Objectivos
1.1.1. Objectivos gerais
 Explicar de uma forma ampla o surgimento do universo.
1.2. Objectivos específicos
 Descrever como se caracteriza o universo naquela época
 Descrever os mitos como um dos fenómenos que vivenciavam
 Descrever a história da historiografia na era antiga

1.2.1 Metodologia

O tipo de metodologia utilizada foi a pesquisa bibliográfica, utilizando-se de livros


periódicos, revistas online e artigos electrónicos, tal pesquisa tem características
qualitativas em que as informações serão selecionadas de acordo com sua pertinência ao
tema, buscando fontes confiáveis em afirmações de diversos autores.
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2. O conceito de Cosmogonia e Mitografia

Cosmogonia vem do grego <<Kosmos>> que significa Universo, <<Gignomai>> que


significa Nascimento ou Géneses. Cosmogonias são primeiras tentativas pré-científicas
de explicação na origem e formação do universo. Nessa explicação não intervém
também de elementos sobrenaturais. Assim, a Cosmogonia é um relato, normalmente
mítico, que explica a criação e a ordem do Universo e, ao mesmo tempo o surgimento
dos seres humanos.

2.1. Características da Cosmogonia


 Elas contem um grande número de mitos que se centralizam;
 Elas têm muitas superstições e assimilação personagens míticas e Divinos com a
 Origem do Universo;
 Esses mitos vão se modificando ao longo das civilizações e hoje não são mais as
mesmas;
 A própria palavra Cosmogonia se concentra no estudo do nascimento do mundo;
 Através da Cosmogonia podemos voltar a um momento de pré-existência ou do
Caos original no qual o mundo ainda não estava formado.

2.1.1. Mitografia

Mitografia são as primeiras tentativas pré-científicas a explicação do surgimento do


universo. É a representação artística (literária dos mitos, mas também é o nome de uma
ciência que estuda as questões que dizem respeito a origem e a transmissão dos mitos
com fontes de dados úteis para a sociologia e a antropologia.

As características de Mitografia

 São narrativas utilizadas pelos povos antigos para explicar factos da realidade e
 Fenómenos da natureza que não eram compreendidos por eles,
 Usa muitos símbolos, personagens sobrenaturais Deuses e Heróis.
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2.1.3 Historiografia
A Historiografia pode ser definida como o conjunto de obras concernentes a um
assunto histórico, produzir uma determinada época e/ou num determinado local. A
historiografia envolve tudo quanto foi escrito para proporcionar informações sobre o
passado humano, como seus testemunhos. Integram esta literatura os relatos
autobiográficos e memoristas (da sociedade como um todo e não pessoais), a história
oral (desde as tradições históricas transmitidas oralmente, até ao registo escrito ou
gravado de depoimentos orais de autores ou testemunhos de acontecimentos históricos).

A historiografia é o estudo de como a história é escrita e como nossa compreensão


histórica muda com tempo.

2.1.4 Importância da historiografia


É importante porque ajuda a ter noção de que a compreensão do passado não está
imune a critica, desafios ou revisões. É importante também porque ajuda a entender a
diferença critica entre factos históricos (situações apresentadas conclusivamente por
evidências aceitas como verdadeiras. A historiografia judaica um dos exemplos da
historiográfica oriental antiga é-nos dado pela historiografia judaica. A historiografia
judaica antiga baseia-se no velho testamento, a primeira parte da Bíblia Sagrada. A
Bíblia é composta por vários livros, de diversos géneros literários, por tanto quase toda
a produção literária judaica da época.

Como tal, a Bíblia constitui literatura nacional do povo judaico e, por tanto, uma
importante fonte de informação da história judaica e dos povos com quem os Judeus
estavam em contacto, tendo sido escrita e conservada pelos sacerdotes, a Bíblia constitui
para os judeus um instrumentos de unidade, que era posto em causa pelo contacto com
outros povos. E vestiam duas formas de poder entre os judeus: O poder espiritual, dos
Sacerdotes e o poder temporal, dos reis, sempre em aliança, em privacidade ou em tudo.
O desenvolvimento entre os dois poderes resultava do facto de os Sacerdotes
pretenderem a qualidade e o povo judaico, recusando, por isso, o contacto com outros
povos, enquanto os reis davam prioridade os alargamentos do território integrando as
populações vencidas, o que significava a junção dos deuses dos vencidos com os dos
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judeus. A Bíblia funciona, por tanto, como instrumento dos objectivos da classe
Sacerdotal, em especial a defesa da tradição judaica e o ataque a tudo oque lhe fosse
estranho. Tendo como base a Bíblia, a Historiografia judaica teve como principal
característica a incapacidade de aceder a uma concepção universalista do homem, ou
seja, a levitação do homem ao homem judeu. Assim, para os judeus, a história da
humanidade confundia-se com a história judaica contada na Bíblia, os outros povos
apenas eram referenciados na medida em que tivessem algum relacionamento com os
judeus.

Com livro Sagrado dos Cristãos, a Bíblia tele credibilidade quase universal
constituindo, até ao século XIX, a única fonte da história dos judeus e dos povos do
Médio Oriente, com quem estiveram em contacto. Se no século XIX, com a decifração
dos escritos egípcios e sumérios surgiu uma alternativa para as fontes da história
judaica. A Bíblia passaria a ocupar um lugar secundário como fonte histórica.

2.1.5 Evolução historiográfica até ao século XIX


A historiografia é um conjunto das obras literárias (monografias, artigos, etc.) que se
debruçam sobre temas da história. A historiografia evoluiu ao longo dos tempos. Na
actualidade, não se escreve história como se escrevia há 1000 anos atrás. Ao estudar-se
a historiografia deve-se atender, por isso, as características históricas do seu tempo.

A historiografia inclui:

 A literatura, os relatos autobiográficos e livros de memórias concernentes


 a aspectos da vida social mais amplo;
 A tradição oral;
 As obras históricas, os trabalhos de metodologia, as publicações de documentos
e o próprio Eurico da história.
3. Historiografia judaica antiga

A historiografia judaica antiga, alimenta-se de uma obra: A Bíblia Sagrada, que


constitui só por si, toda uma literatura, tal a variedade de géneros nela representada:
poesia, história, direito, etc. pela natureza e quantidade dos temas nela abordada, a
Bíblia constitui uma verdadeira literatura nacional do povo judaico e como tal, uma
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preciosa fonte de informação acerca da sua história, assim como da história dos povos
do próximo oriente, com os quais os judeus estiveram em contacto (Caldeus, Egípcios,
Fenícios, Assírios, Persas, etc.

Na falta de outras fontes a Bíblia foi com feito até ao próximo quartel do século XIX, a
principal fonte de informação acerca da história do próximo Oriente antigo. Esta
circunstância aliada ao facto de ser também o livro Sagrado de católicos, protestantes e
cristãos ortodoxos, conferisse ao conteúdo da Bíblia uma credibilidade quase universal.
Com a decifração das antigas escritas egípcias e coniformes, a Bíblia passou a um
segundo plano como fonte histórica das civilizações referidas, não só pela abundancia,
como também pela antiguidade e credibilidade das novas fontes. A Bíblia foi desta
forma um instrumento de unidade do povo judaico que devidamente manipulado pela
classe sacerdotal deu esta a supremacia política.

A Biblia compreende:

 Um conjunto de sei obras (Hexateuco), assim intituladas: Géneses, Êxodo,


 Levítico, Números, Deuteronómio e Josué. Exceptuando o Deuteronómio e o
Levítico, que são Códigos de leis, os restantes constituem a história dos
Hebreus desde a origem até a sua instalação definitiva na Palestina (Canaan),
depois do exilo no Egipto.
 Um conjunto de oito livros, conhecidos por livros históricos: livro dos juízes,
livro de Rute, livro de Samuel, livro dos Reis, livro das Crónicas, livro de
Esdras e Noémia, livro de Ester e livro de Jonas.
 Os livros poéticos: Salmos, Lamentações, Poesia erótica (Salmo XLV e
 dos Cânticos), Poesia didáctica (livro de Jó, Provérbio e Eclesiastes).
 Os livros proféticos: livros de Isaías, Jeremias, Ezequiel e de outros profetas
menores.
 Os livros Apocalípticos: livro de Daniel.
 Os livros Apócrifos: livro de Macabeus, livro de Judite, etc.

3.1 Característica da Historiografia Judaica


O que fundamentalmente caracteriza a historiografia judaica é a sua incapacidade em
aceder a uma concepção universalista do homem. Tudo se passa para o judeu, como se
a história da nação judaica fosse o contexto da história universal.
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3.1.2. O surgimento da cosmogonias e mitografia

A quando do surgimento da escrita, por do IV milénio evento que não se deu


constantemente em todo tempo em toda parte, foi possível que todas as corporações
sacerdotais procurassem registar por escrito o legado religioso que ate ai tinha
conservado e que a sua transmissão era oral. Esta fixação por escrito como afirma
Cooling Wood ( 1989:17) não se restringido única e simplesmente ao legado religioso
como também eram agravados os antigos heroísmos guerreiros cujo na transmissão era
ate então encarregue aos poetas. Foi assim que ponderam se redimir do esquecimento ou
adulterações, algumas da mais antigas cosmogonia. Apesar do surgimento da escrita a
moralidade continuo a sua trajectória oque e explicado pelo aparecimento de versões
diversas de um mesmo tema inicial.

Designa- se por cosmogonia, as primeiras tentativas pré-científicas de explicação da


origem do universo. Uma explicação que não intervém elementos naturais, mais
também sobrenaturais, dai a noção de Deus.

Na concepção dos vedas (india), o surgimento do universo e da vida e e criou em


primeiro lugar a água na qual depositou um germe. Este germe tornou-se ovo
resplandecente como ouro, radiante como a estrela. Ndle originou-se brama, principio
de toda vida. » GOMES (1988:32). Segundo a Biblia instrumento sagrado e de unidade
dos hebreus: Géneses.

3.1.3 Mito
O mito e um fenómeno cultural como pelo que pode ser encarregar de vários pontos de
vista. Em geral e um narração que descreve e relata em linguagem simbólica a origem
dos elementos e costulados líricos de uma cultura. A narração mítica contem por
exemplo como começou o mundo, como foram criados os seres humanos e os animais
e a origem de certos costumes e formas das actividades humanas. O uso de todas as
culturas possuíram mitos que algum dia viveram com eles.

Na necessidade que o homem tinha de explicar o surgimento, foi encontrando diferentes


formas de explicação como já se viu com os vedas e Hebreus. Os Egipcios tiveram
explicações metologicas e cosmogonias diferentes. Assim, para ele o surgimento do
mundo e o universo explica-se através da cosmogonia e da mitografia que se segue:
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 De acordo com o relato egipcios da criação, no principio so existia o oceano.


Então Rá, o sol, surgiu de um ovo (segundo outras versões de uma flor) que
apareceu sobre a superfície das aguas.
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4. Conclusão

O trabalho relevante a cosmogonia e mitografia teve as suas concluiu de que


Cosmogonias são primeiras tentativas pré-científicas de explicação na origem e
formação do universo. Nessa explicação não intervém também de elementos
sobrenaturais. Assim, a Cosmogonia é um relato, normalmente mítico, que explica a
criação e a ordem do Universo e, ao mesmo tempo o surgimento dos seres humanos.
Em fim concluinos que A historiografia é o estudo de como a história é escrita e como
nossa compreensão histórica muda com tempo.
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5. Referencias Bibliografias

Google académico. GOMES (1988:32

Cooling Wood ( 1989:17) Os livros Apocalípticos: livro de Daniel.

Os livros Apócrifos: livro de Macabeus, livro de Judite, etc.

Meteorologiaenred.com

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