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QUESTOES ENEM Geografia Vegetacao Florestas Tropicais 1

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Questões do ENEM GEOGRAFIA – Vegetação e Florestas Tropicais

1 - (2003, 1º aplicação, amarela, 28) A. D. Nobre. Almanaque Brasil Socioambiental.


Instituto Socioambiental, 2008, p. 368-9 (com adaptações).
Sabe-se que uma área de quatro hectares de floresta, na região
tropical, pode conter cerca de 375 espécies de plantas As florestas crescem onde chove, ou chove onde crescem as
enquanto uma área florestal do mesmo tamanho, em região florestas? De acordo com o texto,
temperada, pode apresentar entre 10 e 15 espécies.
O notável padrão de diversidade das florestas tropicais se deve A) onde chove, há floresta.
a vários fatores, entre os quais é possível citar B) onde a floresta cresce, chove.
C) onde há oceano, há floresta.
(A) altitudes elevadas e solos profundos. D) apesar da chuva, a floresta cresce.
(B) a ainda pequena intervenção do ser humano. E) no interior do continente, só chove onde há floresta.
(C) sua transformação em áreas de preservação.
(D) maior insolação e umidade e menor variação climática. 4 - (2001, 1º aplicação, amarelo, 60)
(E) alternância de períodos de chuvas com secas prolongadas. A Mata Atlântica, que originalmente se estendia por todo o
litoral brasileiro, do Ceará ao Rio Grande do Sul, ostenta hoje
2 – (2006, 1º aplicação, amarelo, 33) o triste título de uma das florestas mais devastadas do mundo.
As florestas tropicais úmidas contribuem muito para a Com mais de 1 milhão de quilômetros quadrados, hoje restam
manutenção da vida no planeta, por meio do chamado apenas 5% da vegetação original, como mostram as figuras.
seqüestro de carbono atmosférico. Resultados de observações
sucessivas, nas últimas décadas, indicam que a floresta
amazônica é capaz de absorver até 300 milhões de toneladas
de carbono por ano. Conclui-se, portanto, que as florestas
exercem importante papel no controle.

A) das chuvas ácidas, que decorrem da liberação, na


atmosfera, do dióxido de carbono resultante dos
desmatamentos por queimadas.
B) das inversões térmicas, causadas pelo acúmulo de dióxido
de carbono resultante da não-dispersão dos poluentes para as
regiões mais altas da atmosfera. Considerando as características histórico-geográficas do
C) da destruição da camada de ozônio, causada pela liberação, Brasil e a partir da análise das figuras é correto afirmar que
na atmosfera, do dióxido de carbono contido nos gases do (A) as transformações climáticas, especialmente na Região
grupo dos clorofluorcarbonos. Nordeste, interferiram fortemente na diminuição dessa floresta
D) do efeito estufa provocado pelo acúmulo de carbono na úmida.
atmosfera, resultante da queima de combustíveisfósseis, como (B) nas três últimas décadas, o grau de desenvolvimento
carvão mineral e petróleo. regional impediu que a devastação da Mata Atlântica fosse
E) da eutrofização das águas, decorrente da dissolução, nos maior do que a registrada.
rios, do excesso de dióxido de carbono presente na atmosfera. (C) as atividades agrícolas, aliadas ao extrativismo vegetal,
têm se constituído, desde o período colonial, na principal
3 - (2008, 1º aplicação, amarelo, 9) causa da devastação da Mata Atlântica.
As florestas tropicais estão entre os maiores, mais diversos e (D) a taxa de devastação dessa floresta tem seguido o sentido
complexos biomas do planeta. Novos estudos sugerem que oposto ao do crescimento populacional de cada uma das
elas sejam potentes reguladores do clima, ao provocarem um Regiões afetadas.
fluxo de umidade para o interior dos continentes, fazendo com (E) o crescimento industrial, na década de 50, foi o principal
que essas áreas de floresta não sofram variações extremas de fator de redução da cobertura vegetal na faixa litorânea do
temperatura e tenham umidade suficiente para promover a Brasil, especialmente da região Nordeste.
vida. Um fluxo puramente físico de umidade do oceano para o
continente, em locais onde não há florestas, alcança poucas
centenas de quilômetros. Verifica-se, porém, que as chuvas
sobre florestas nativas não dependem da proximidade do
oceano. Esta evidência aponta para a existência de uma
poderosa “bomba biótica de umidade” em lugares como, por
exemplo, a bacia amazônica. Devido à grande e densa área de
folhas, as quais são evaporadores otimizados, essa “bomba”
consegue devolver rapidamente a água para o ar, mantendo
ciclos de evaporação e condensação que fazem a umidade
chegar a milhares de quilômetros no interior do continente.
Compilado por Fernanda Silva, Bolsista do LEG-UEFS, 2021. Fonte: INEP. Disponível em: www.leg.uefs.br Gabarito: 1 - D; 2 - D; 3 – B; 4 – C.

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