Departamento de História
Secretaria de Pós-Graduação
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PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM HISTÓRIA SOCIAL
DISCIPLINA FLH5648 - O Filme Histórico: Representação do Passado e Gênero
Narrativo Audiovisual
CRÉDITOS 8
DURAÇÃO 12 semanas
RESPONSÁVEIS Marcos Francisco Napolitano de Eugênio
OBJETIVOS
● Mapear as principais matrizes e tradições do filme histórico na cinematografia
internacional, com ênfase na cinematografia brasileira.
● Refletir sobre o papel do cinema de ficção na construção, monumentalização e na
revisão das representações sobre o passado histórico em vários contextos históricos e
sociais.
● Analisar o estatuto do filme histórico dentro da indústria cinematográfica e seu diálogo
com a tradição do cinema autoral e com os filmes de gênero.
● Analisar a relação entre o filme histórico e os debates historiográficos, com foco no
estatuto do filme como fonte histórica.
● Refletir sobre as relações entre estética e ideologia no filme histórico.
JUSTIFICATIVA
A relação entre cinema e história, apesar de ser uma preocupação presente desde o
surgimento do próprio cinema no final do século XIX, tornou-se um tema mais requente na
academia a partir dos anos 1970, com os estudos de Marc Ferro. Este historiador elevou o
cinema à categoria de "objeto" da história, iniciando um campo de pesquisa que passou a
debater metodologias e formas de análise que concedem aos filmes o status de documento,
reconhecendo seu potencial como fonte para o conhecimento historiográfico. Outros autores
deram continuidade ao desenvolvimento desse campo, cujas balizas metodológicas seriam
ditadas por nomes como Pierre Sorlin, Michèle Lagny, Antoine De Baecque, Christian Delage,
Sylvie Lindeperg, Robert Rosenstone, Tom Gunning, entre outros. No Brasil, destaca-se a
importância da obra de Ismail Xavier, que prima pela análise estética articulada aos aspectos
políticos e culturais propostos pelos objetos com os quais trabalha. Todos esses autores têm em
comum a preocupação em considerar a análise fílmica o elemento chave para aceder às
questões políticas, sociais e culturais das sociedades. O eixo norteador é o lugar do cinema e
do audiovisual como elemento de representação da crise e da violência e intervenção cultural
na história e na sociedade, bem como fonte primária para o historiador e o crítico. Ao longo
destas mesas, o evento espera propiciar debates, cotejos, atualizações de ordem
metodológicas, além de socializar resultados de pesquisas recentes na área de História e
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Cinema. Nesta disciplina, para além da reflexão sobre como o cinema brasileiro incorporou e
representou as experiências históricas marcantes da sociedade, proporemos uma revisão sobre
o conceito de filme histórico tendo como foco o debate sobre os gêneros ficcionais e sobre a
questão da “escrita fílmica da história. A hipótese central é a de que os filmes históricos
ficcionais vão além de vetores do conhecimento histórico e de memórias sociais produzidas em
outros espaços e narrativas socioculturais. Para além disso, são intervenções
estético-ideológicas que formam um “saber histórico de base” de natureza audiovisual no qual
interagem a matéria histórica de uma sociedade (memórias, regimes de historicidade, história
pública, disputas ideológicas sobre o passado), o conhecimento historiográfico especializado,
as estéticas do cinema e os interesses comerciais da indústria. A partir destas injunções o
historiador deve pensar o filme histórico como fonte primária para a pesquisa e o ensino.
CONTEÚDO
PRIMEIRA PARTE – FILME HISTÓRICO E SUAS VARIANTES
1. –História e Audiovisual – Introdução Teórico-Metodológica
Textos: LAGNY, Michele. Escrita fílmica e leitura da história. Cadernos de Antropologia da
Imagem, 10, UERJ, 19-37, 2000; LAGNY, Michelle. “O cinema como fonte da História”. In:
NOVOA, Jorge et al (Orgs.) Cinematógrafo. Um olhar sobre a História. Salvador: EdUFBA; São
Paulo: Ed. Unesp, 2009, p. 99-128. ; ; NAPOLITANO, M. Variáveis do filme histórico ficcional e o
debate sobre a escritura fílmica...41História: Questões & Debates. Curitiba v. 70, n. 1, p. 12-44, j
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2. – História na tradição do “melodrama hollywoodiano”
a. Filmes de Referência: Amistad (idem, Steven Spielberg, EUA, 1997); Resgate do Soldado
Ryan (Saving Private Ryan, Steven Spielberg, EUA, 1998)
b. Textos: NAPOLITANO, M. “Monumentalização e escrita filmica da história: uma comparação
entre Danton e Amistad”. In: Eduardo MORETTIN; Maria Helena CAPELATO; Elias Tomé
SALIBA; Marcos NAPOLITANO. (Org.). História e Cinema: dimensões históricas do audiovisual.
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Mauricio de. Melodrama: notas sobre a tradição/tradução de uma linguagem revisitada.
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a sedução da moral negociada. “ In: O olhar e a cena. Melodrama, Hollywood, Cinema Novo,
Nelson Rodrigues. São Paulo: Cosac & Naify, 2003. p. 85-99.
3. – História no cinema das vanguardas
a. Filmes de Referência: O Encouraçado Potemkim (Bronenosets Potyomkin, Sergei
Einsenstein, URSS, 1925); Outubro (Oktyabr, Sergei Einsenstein, URSS, 1927); Alexandr
Nevsky (Idem, Sergei Einsenstein, URSS, 1938); A Paixão de Joana d'Arc (La Passion de
Jeanne d'Arc, Carl Dreyer, 1928)
b. Textos: DELAGE, Christian, “L’URSS”. In Marc Ferro (org.) Révoltes, Révolutions, Cinéma.
Paris: Centre Georges Pompidou, 1989, p. 107-111
4. – História, melancolia e subjetividade: o cinema de Marco Bellochio e Ettore Scola
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a. Filmes de Referência: Um dia muito especial (Uma giornata particolare, Ettore Scola, Italia,
1977); Casanova e a Revolução (La nuit de Varennes, Ettore Scola, Itália/França/Alemanha,
1982); Bom dia, noite (Buongiornno, notte, Marco Bellcchio, Italia, 2003); Vincere (idem, Marco
Bellocchio, Itália, 2009)
b. Textos: BERTILLOTTI, Paola. Le fascisme au cinema. Vincere de Marco Bellocchio.
Histoire@Politique. Politique, culture et societé, 12, sept 2010, www.histoire-politique.fr;
BRUNET, Catherine. “Ettore Scola et l’histoire”. In: Le monde d’Ettore Scola. La famille, la
politique et l’histoire. Paris, L’Harmattan, 2012, 251-306
5. – Cinema, trauma e representação ficcional: o caso do Holocausto/Shoah
a. Filmes de Referência: O filho de Saul (Son of Saul/Saul Fia), Lazslo Nemez, Hungria, 2014);
A lista de Schindler (Schindler’s List, Steven Spielberg, EUA, 1993); O Julgamento de
Nuremberg (Judgement at Nuremberg, Stanley Kramer, EUA, 1961)
b. Textos: BIOSCA, Vicente S. Representar o irrepresentável: os abusos da retórica. Projeto
História, PUC/SP, 2002, 27-41; SANCHEZ-BIOSCA, Vicente. Imágenes marcadas a fuego.
Representación y memoria de la Shoah. Revista Brasileira de História. São Paulo, v. 21, nº 42,
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SEGUNDA PARTE – O FILME HISTÓRICO BRASILEIRO
6. – O cinema brasileiro e os limites da monumentalização histórica
a. Filmes de Referência: O descobrimento do Brasil (Humberto Mauro, Brasil, 1937); Os
Bandeirantes (Humberto Mauro, Brasil, 1940)
b. Textos: MORETTIN, E. Humberto Mauro, cinema, história. São Paulo, Editora Alameda,
2013; ALMEIDA, Claudio. O cinema como agitador de almas. São Paulo, Annablume/FAPESP,
1999
7. Filme histórico e história oficial no regime militar brasileiro
a. Filmes de Referência: Independência ou Morte (Carlos Coimbra, Brasil, 1972); Batalha de
Guararapes (Paulo Thiago, Brasil, 1978)
Textos: DÁVILA, Ignácio Del Valle. “Independência ou morte (1972): cinema histórico e ditadura
no Brasil. In NAPOLITANO, Marcos; MORETTIN, E. (orgs). O cinema e as ditaduras militares.
Contextos, memórias e representações audiovisuais. Intermeios/FAMECOS, São Paulo/Porto
Alegre, 2018, 33-56; MORETTIN, Eduardo. O cinema brasileiro e os filmes históricos no regime
militar: o lugar do historiador In: NAPOLITANO, Marcos; MORETTIN, E. (orgs). O cinema e as
ditaduras militares. Contextos, memórias e representações audiovisuais. Intermeios/FAMECOS,
São Paulo/Porto Alegre, 2018, 15-32
8. – Filme histórico, alegoria e desconstrução da história oficial
a. Filmes de Referência: Os Inconfidentes (Joaquim Pedro de Andrade, Brasil/Italia, 1972);
Aleluia, Gretchen! (Silvio Back, 1976)
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b. Textos: RAMOS, Alcides Freire. Canibalismo dos fracos: cinema e História do Brasil. São
Paulo/ Bauru: Edusc, 2002; KAMINSKI, Rosane. “Um cineasta no Brasil dos anos 1970” In:
Poética da Angústia. Cinema e história em Silvio Back. Intermeios, São Paulo, 2021, 25-88
9. – Gênero fílmico e revisão do passado no “cinema da retomada”
a. Filmes de Referência: Carlota Joaquina (Carla Camuratti, Brasil, 1995); Olga (Jayme
Monjardim, Brasil, 2002); Desmundo (Alain Fresnot, 2003).
b. Textos: YOSIMOTO, Cynthia Liz. Olga Olga Benário e a Revolução de 1935: a construção
fílmica de uma história.Relatório de Iniciação Científica, FAPESP, 2011; FONSECA Vitoria
Azevedo da. História imaginada no cinema : analise de Carlota Joaquina, a princesa do Brasil e
Independencia ou Morte. Dissertação de Mestrado, História, Unicamp, 2002
10. História e Memória da luta armada no cinema
a. Filmes de Referência: O que é isso, Companheiro? (Bruno Barreto, Brasil, 1996); O ano em
que meus pais saíram de férias (Cao Hamburguer, 2006); Marighella (Wagner Moura, 2019)
b. Textos: SELIPRANDY, Fernando. A luta armada no cinema. Ficção, documentário, memória.
São Paulo, Intermeios, 2015; NAPOLITANO, Marcos & SELIPRANDY, F. O cinema e a
construção da memória sobre o regime militar brasileiro: uma leitura de Paula, a história de uma
subversiva (Francisco Ramalho Jr, 1979) In: NAPOLITANO, Marcos; MORETTIN, E. (orgs). O
cinema e as ditaduras militares. Contextos, memórias e representações audiovisuais.
Intermeios/FAMECOS, São Paulo/Porto Alegre, 2018, 77-100.
11. Filme histórico e melancolia: arcaísmo e crise do sujeito
a. Filmes de referência: Joaquim (Marcelo Gomes, 2017); Todos os Mortos (Caetano Gotardo,
Marco Dutra, 2020)
b. Textos: BARROS, Ana Maria. A construção da personagem ficcional na obra fílmica
“Joaquim” convergências entre a linguagem, a cultura e a memória — diferença ou
representação? In: RAMOS, Maria Marcos (org). El cine como reflejo de la historia, de la
literatura y del arte en la filmografia hispano-brasileña, Centro de Estudios Brasileños,
Universidad de Salamanca, 2019, 475-484
12. Balanço final do curso.
FORMA DE AVALIAÇÃO
Trabalho final em diálogo com a pesquisa do aluno e os temas da disciplina, mobilizando a
bibliografia pertinente.
INFORMAÇÕES ADICIONAIS
Disciplina presencial.
Em cada aula serão exibidos alguns trechos dos filmes de referência, ou, excepcionalmente,
será exibido o filme na íntegra. De todo modo, recomenda-se que os alunos assistam estes
filmes antes das aulas. Uma boa parte deles está disponível na web.
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