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Atividades Trilho 2 - Criando Ambientes de Trabalho Inclusivos - Revisão Da Tentativa

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07/12/2024, 21:05 Atividades Trilho 2: Criando ambientes de trabalho inclusivos: Revisão da tentativa

Iniciado em sexta-feira, 6 dez. 2024, 11:29


Estado Finalizada
Concluída em sexta-feira, 6 dez. 2024, 12:10
Tempo 41 minutos 33 segundos
empregado
Notas 6,00/6,00
Avaliar 100,00 de um máximo de 100,00

Questão 1

Correto

Atingiu 1,00 de 1,00

Ana Lúcia é uma gestora pública recém-nomeada para liderar um departamento municipal que promove a inclusão social. Ao assumir
seu cargo, ela percebeu que, apesar das políticas de inclusão, havia uma resistência dentro da equipe em relação à contratação de
pessoas de diferentes origens culturais. Ela mesma, em um primeiro momento, teve dificuldade em perceber esses preconceitos, mas
após participar de um workshop sobre diversidade e inclusão, reconheceu que também possuía alguns preconceitos inconscientes.

Decidida a criar um ambiente de trabalho mais inclusivo, Ana Lúcia implementou uma série de iniciativas. Organizou treinamentos para
sensibilizar os servidores sobre a importância da diversidade e a necessidade de superar preconceitos. Além disso, criou espaços de
diálogo para que os funcionários pudessem compartilhar suas experiências e preocupações. Com o tempo, a equipe começou a mostrar
uma maior abertura e compreensão, e o ambiente de trabalho se tornou mais harmonioso e produtivo.

A partir desse cenário, assinale a alternativa que melhor retrata um passo importante que Ana Lucia tomou para reconhecer e superar
seus próprios preconceitos na gestão pública.

a. Organizar treinamentos sobre diversidade e inclusão para a equipe para promover a conscientização e a educação entre os
servidores e servidoras sobre a importância da diversidade.

b. Criar espaços de diálogo para compartilhar experiências e preocupações para facilitar a comunicação aberta e o entendimento
mútuo entre os membros da equipe.

c. Participar de um workshop sobre diversidade e inclusão, o que a fez reconhecer e indagar seus próprios preconceitos por 
meio da educação pessoal.

d. Implementar políticas de contratação inclusivas, que asseguram a diversidade cultural por meio da implementação de novas
práticas de contratação.

Sua resposta está correta.

Participar de um workshop sobre diversidade e inclusão foi um passo importante para que Ana Lúcia pudesse reconhecer seus próprios
preconceitos inconscientes e começar a superá-los, permitindo-lhe liderar a equipe de forma mais inclusiva. Organizar treinamentos é
uma ação importante para a equipe, mas a questão pede um passo específico que a gestora tomou para reconhecer e superar seus
próprios preconceitos. Criar espaços de diálogo e implementar políticas de contratação inclusivas são medidas para promover a
diversidade, mas não se referem diretamente ao reconhecimento e superação dos preconceitos pessoais de Ana Lúcia.

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Questão 2

Correto

Atingiu 1,00 de 1,00

João é gerente de um departamento em um órgão público e tem notado que uma de suas funcionárias, Luísa, tem aparentado estar
mais reservada e menos engajada nas reuniões de equipe. João decide chamar Luísa para uma conversa privada, pois deseja
compreender melhor o que ela está passando e oferecer o apoio necessário. Durante a conversa, Luísa revela que tem sentido micro
agressões no ambiente de trabalho e que esses episódios têm afetado seu bem-estar e produtividade. Ela se sente subestimada e
invisível muitas vezes por colegas de trabalho, e isso a deixa extremamente desconfortável.

Qual seria a melhor maneira para João demonstrar escuta empática durante esta conversa com Luísa?

a. Responder imediatamente aos relatos de Luísa com soluções práticas e promessas rápidas de ação, como enviar um e-mail
para toda a equipe sobre a importância de respeitar a diversidade, acreditando que isso resolveria o problema a curto prazo.

b. Escutar atentamente o que Luísa tem a dizer sem interrompê-la, mantendo contato visual, utilizando sinais não verbais de 
compreensão como acenos de cabeça e expressões faciais de empatia. Confirmar que compreendeu as preocupações de
Luísa, refletindo de volta o que ouviu e questionando quais ações específicas ela gostaria que fossem realizadas para
melhorar a situação.

c. Compartilhar com Luísa histórias de desafios semelhantes que outros colegas tenham enfrentado, sugerindo que ela converse
com essas pessoas para encontrar pontos em comum e soluções, enquanto reitera que toda equipe enfrenta desafios no local
de trabalho.

d. Sugerir imediatamente a criação de um grupo de apoio interno para funcionários de minorias e propor a implementação de
treinamentos obrigatórios sobre diversidade e inclusão, sem primeiro validar ou compreender plenamente as experiências
pessoais de Luísa.

Sua resposta está correta.


A escuta empática envolve ouvir atentamente o outro e validar seus sentimentos e preocupações, sem interrupções. No contexto
apresentado, quando João reflete de volta o que ouviu, ele demonstra que realmente compreendeu e valoriza as experiências de Luísa.
Além disso, perguntar sobre as ações específicas que ela gostaria de que fossem implementadas assegura que qualquer medida
tomada estará alinhada com suas necessidades e perspectivas. Ao contrário, responder imediatamente aos relatos de Luísa com
soluções práticas e promessas pode parecer uma abordagem bem-intencionada, mas ignora a etapa fundamental da escuta empática
que é ouvir e validar as experiências e sentimentos do outro. Compartilhar experiências semelhantes pode, à primeira vista, parecer
uma forma de construir empatia, mas frequentemente desvia a atenção das preocupações relatadas. Além disso, sugerir a criação de
grupos de apoio e treinamentos sem validar com antecedência as emoções e experiências pessoais de Luísa pode fazê-la sentir que
suas preocupações não foram ouvidas ou realmente compreendidas.

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Questão 3

Correto

Atingiu 1,00 de 1,00

Analise as seguintes situações.:

1. Em um órgão público, uma servidora demonstrou comportamento inadequado e ofensivo em várias ocasiões. Durante uma
reunião, ela chamou as estagiárias de "debilóides", dizendo que elas não tinham capacidade de exercer as funções para as quais
foram contratadas. Além disso, em uma conversa com outros colegas, referiu-se ao chefe dessas estagiárias utilizando termos
racistas.
2. Juliana é uma mulher trans que recentemente começou um novo emprego em uma empresa pública. Embora no início tenha se
sentido acolhida, logo começou a enfrentar desafios ao pedir para ser chamada pelo seu nome social. Juliana informou ao
departamento de recursos humanos e ao seu gestor sobre seu nome social, garantindo que essa informação fosse atualizada
em todos os registros e documentos internos pertinentes. Porém, durante a apresentação de um projeto, um dos gerentes se
referiu a ela pelo nome de registro diversas vezes.
3. Aisha é servidora pública e começou a sofrer preconceito quando sua nova gestora fez insinuações sobre sua religião e pediu
que ela “se adequasse” ao ambiente de trabalho removendo o hijab (véu ou lenço usado por algumas mulheres muçulmanas
para cobrir a cabeça e o peito como parte das práticas prescritas pelo Islã). Embora Aisha tenha tentado explicar o significado
de sua vestimenta, ela se deparou com resistência e ostracismo.

Considerando as situações apresentadas, assinale a alternativa correta.

a. As situações 1 e 3 exemplificam casos de racismo institucional, que se referem a práticas, políticas ou normas em instituições
sociais que discriminam ou perpetuam a desigualdade com base na raça ou etnia. Contrariamente, a situação 2 descreve uma
simples divergência de comunicação, já que a utilização do nome social por indivíduos trans não é uma obrigação legal para
entidades da administração pública.

b. A situação 1 configura um exemplo de racismo institucional pela conduta discriminatória da servidora pública em relação às
estagiárias e ao chefe delas. A situação 2, apesar de tratar do uso do nome social por uma mulher trans, não caracteriza
violação de direitos e sim uma falta de comunicação interna sobre a preferência de nome. Já a situação 3 não se enquadra em
racismo institucional, mas sim em preconceito religioso.

c. As situações 1 e 3 demonstram exemplos de racismo institucional, que abrangem práticas, políticas ou normas em
organizações que discriminam ou mantêm a desigualdade com base na raça ou etnia. Conforme a Lei n. 7716/89, nas
situações 1 e 3, os responsáveis pelas ações discriminatórias podem ser responsabilizados legalmente, uma vez que a
legislação prevê a punição de indivíduos por condutas racistas, não da instituição em si.

d. A situação 1 mostra um exemplo de capacitismo ao chamar as estagiárias de “debilóides” e de racismo institucional pela 
atitude discriminatória da servidora pública em relação ao chefe das estagiárias. A situação 2 descreve um caso em que o
nome social não foi corretamente adotado, infringindo o Decreto nº 8.727/2016. A situação 3 não se enquadra em
racismo institucional, mas sim intolerância religiosa.

Sua resposta está correta.


As situações 1 e 3 apresentam exemplos de racismo institucional e destacam a possibilidade de responsabilização legal dos indivíduos
por condutas racistas, de acordo com a Lei n. 7716/89. O nome social, conforme decreto n. 8.727/2016, deve ser adotado pelos órgãos
e entidades da administração pública federal direta, autárquica e fundacional, em seus atos e procedimentos, de acordo com seu
requerimento e com o disposto neste Decreto.

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Questão 4

Correto

Atingiu 1,00 de 1,00

Geisa é gestora em um órgão público e, dentre suas atividades de rotina, precisa elaborar comunicados e avisos destinados aos
servidores e servidoras e também à população. Ela acabou de participar de uma capacitação sobre comunicação inclusiva e linguagem
respeitosa, em que aprendeu sobre a importância de evitar termos pejorativos ou antiquados em sua comunicação e foi incentivada a
usar expressões e termos que respeitem a identidade das pessoas. A capacitação também abordou a questão do masculino universal e
a necessidade de substituí-lo por termos mais neutros sempre que possível, para garantir uma comunicação mais inclusiva e
representativa de toda a população.

Considerando o contexto apresentado, assinale a alternativa que adota apenas terminologias respeitosas e inclusivas.

a. "Todos os brasileiros estão convidados para a cerimônia de entrega de medalhas" e “Todos os funcionários estão convidados
para a reunião anual de planejamento".

b. "Portadores de necessidades especiais terão lugares reservados no evento" e "Portadores de deficiência devem informar sua
necessidade de assistência na chegada".

c. "As pessoas da terceira idade devem se inscrever na recepção para obter seus crachás de acesso antecipado" e “Pessoas
cisgênero e transgênero estão convidadas para o evento de integração social".

d. "Pessoas com deficiência e pessoas idosas estão convidadas para a cerimônia de entrega de medalhas" e "Pessoas de 
todas as orientações sexuais estão convidadas a participar da discussão sobre diversidade e inclusão."

Sua resposta está correta.

"Todos os brasileiros estão convidados para a cerimônia de entrega de medalhas" e “Todos os funcionários estão convidados para a
reunião anual de planejamento": Esses exemplos utilizam o masculino universal ("todos os brasileiros", "todos os funcionários"), o que
pode ser interpretado como excludente ou não representativo de toda a população. A utilização do masculino como norma geral não
considera as pessoas que se identificam com outros gêneros. Uma abordagem mais inclusiva seria usar termos neutros, como "toda a
população brasileira" ou "todas as pessoas funcionárias".
"Portadores de necessidades especiais terão lugares reservados no evento" e "Portadores de deficiência devem informar sua
necessidade de assistência na chegada": Esses termos ("portadores de necessidades especiais" e "portadores de deficiência") são
considerados antiquados e podem ser vistos como pejorativos. A terminologia atual em vigor é "pessoas com deficiência", que coloca a
pessoa em primeiro lugar e é mais respeitosa.
"As pessoas da terceira idade devem se inscrever na recepção para obter seus crachás de acesso antecipado" e “Pessoas cisgênero e
transgênero estão convidadas para o evento de integração social": "As pessoas da terceira idade devem se inscrever na recepção para
obter seus crachás de acesso antecipado": Este termo ("terceira idade") é amplamente utilizado, mas a preferência atual é pelo termo
"pessoas idosas" , que é considerado mais respeitoso. “Pessoas cisgênero e transgênero estão convidadas para o evento de integração
social": Esta frase é correta, pois utiliza terminologia inclusiva e respeitosa ("pessoas cisgênero e transgênero"), reconhecendo a
diversidade de identidades de gênero.

"Pessoas com deficiência e pessoas idosas estão convidadas para a cerimônia de entrega de medalhas" e "Pessoas de todas as
orientações sexuais estão convidadas a participar da discussão sobre diversidade e inclusão": Esta frase adota uma terminologia
respeitosa e inclusiva, mencionando explicitamente "pessoas com deficiência", "pessoas idosas", evitando o uso do masculino universal e
sendo inclusiva para todos.

"Pessoas de todas as orientações sexuais estão convidadas a participar da discussão sobre diversidade e inclusão": Esta frase também
utiliza terminologia inclusiva, reconhecendo a diversidade de orientações sexuais e promovendo um ambiente de inclusão.

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Questão 5

Correto

Atingiu 1,00 de 1,00

Você coordena uma equipe em uma organização sem fins lucrativos dedicada à promoção da educação em comunidades em situação
de vulnerabilidade social. Sua equipe deverá ser composta por voluntários de diferentes idades, formações acadêmicas e experiências
profissionais. O objetivo é desenvolver um programa educacional inclusivo que atenda às necessidades diversas dos alunos e alunas e
promova a igualdade de oportunidades.

Considerando a importância da diversidade para o sucesso do programa, assinale a alternativa que melhor representa os critérios que
você deve priorizar ao compor sua equipe de voluntários.

a. Integrar habilidades educacionais com experiências diversas para enriquecer o programa, equilibrando a seleção de 
voluntários com experiência educacional sólida e aqueles com experiências variadas em trabalho comunitário e
diversidade cultural.

b. Valorizar a juventude e a energia como fatores determinantes para o sucesso do programa, priorizando voluntários jovens e
dinâmicos, mesmo que não tenham experiência educacional formal, para trazer energia e inovação ao programa.

c. Focar na competência educacional como principal critério de seleção, selecionando voluntários com vasta experiência
educacional, independentemente da diversidade e experiências pessoais.

d. Priorizar o comprometimento com a missão da organização como critério principal, selecionando voluntários que se
identificam com a missão da organização, para garantir o compromisso e produtividade, entregando resultados antes do prazo.

Sua resposta está correta.

Integrar voluntários com experiência educacional sólida com aqueles que têm experiências variadas em trabalho comunitário e
diversidade cultural permite que o programa se beneficie da competência educacional e das diferentes perspectivas e habilidades
trazidas pela diversidade. Valorizar apenas a juventude e a energia pode ser importante, mas não é suficiente para garantir a eficácia do
programa educacional sem considerar as habilidades educacionais e a diversidade de experiências necessárias para uma abordagem
abrangente e inclusiva. Focar exclusivamente na experiência educacional pode limitar a capacidade da equipe de entender e atender às
necessidades diversas dos alunos e das comunidades atendidas pela organização. Priorizar apenas o comprometimento com a missão
da organização pode ser importante, mas não deve ser o único critério de seleção, especialmente sem considerar as habilidades
educacionais e a diversidade de experiências que podem enriquecer o programa educacional.

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Questão 6

Correto

Atingiu 1,00 de 1,00

O despertador tocando às 5h30 marca o início de mais um dia agitado para Mirian. Além de se preparar para o trabalho, ela cuida das
tarefas da casa, dos filhos pequenos e ainda dá suporte ao pai idoso, que muitas vezes necessita de auxílio para se vestir e se alimentar.
Enquanto isso, Marcos enfrenta barreiras ao sair de casa. No transporte público ele percebe que muitas vezes é julgado pela cor de sua
pele e enfrenta olhares de suspeição, que o deixam inseguro.
Lucas, por sua vez, segue sua rotina com sensibilidade ampliada. O barulho da rua, as diferentes texturas das roupas em seu corpo, as
luzes na estação de ônibus - cada estímulo sensorial é uma batalha que ele diariamente precisa enfrentar.

Mirian, uma mulher branca que se divide entre o trabalho e a maternidade; Marcos, um homem negro; e Lucas, um jovem com autismo,
trabalham sob a gestão de Maria em um órgão público.

Considerando o contexto apresentado e os fundamentos da diversidade e inclusão, assinale a alternativa correta.

a. Ao tratar todos os funcionários e funcionárias de forma igualitária, Maria, como gestora, mantém um clima de respeito e
segurança psicológica no ambiente corporativo, evitando constrangimentos ou privilégios a determinados perfis de
colaboradores.

b. Para criar um ambiente diverso e inclusivo, Maria, como gestora, deve respeitar as singularidades de cada funcionário e 
funcionária, de forma a atrair e reter talentos com diferentes experiências e características.

c. Ao identificar a diversidade em sua organização, Maria, como gestora, deve se comunicar de forma a atribuir características
heróicas aos seus funcionários e funcionárias, elogiando constantemente seus esforços e destacando sua admirável
superação.

d. Maria, como gestora, entende que é necessário universalizar seu discurso, afirmando, por exemplo, que a distinção entre raças
é desnecessária, e que a empresa deve considerar todos os funcionários e funcionárias de forma igualitária.

Sua resposta está correta.

Respeitar as singularidades de cada funcionário e funcionária consiste em uma ação que promove um ambiente de trabalho mais
acolhedor. Tratar toda a equipe de forma igualitária, desconsiderando suas diferenças e necessidades específicas, pode resultar em uma
abordagem superficial e não eficiente em termos de inclusão e diversidade. Atribuir características heróicas ou elogiar constantemente
os funcionários e funcionárias com base em suas características ou deficiências é inadequado e pode reforçar estereótipos. Por fim,
universalizar o discurso sem considerar as desigualdades existentes, como as raciais, é ignorar a realidade e não contribui para a
promoção da justiça social e da igualdade de oportunidades.

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