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AULA SÉRIE PLAQUETÁRIA COAGULAÇÃO - Aula 5

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Bárbara Dória
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HABILIDADES LABORATORIAIS

II

Módulo 2: Hematologia

SÉRIE PLAQUETÁRIA E COAGULAÇÃO


SANGUÍNEA
Série plaquetária e coagulação sanguínea
• Coagulação refere-se ao processo que leva à formação de fibrina.

• Hemostasia refere-se à coagulação fisiológica que ocorre em resposta ao dano


vascular.

• Trombose é o processo de coagulação patológica com formação de um coágulo


localizado, que pode chegar a ocluir o vaso.

• Fibrinólise refere-se ao processo de dissolução do coágulo e atua sobre a fibrina


formada. Zago, 2013

•Não confundir com hemostasia com


As plaquetas são fragmentos de megacariócitos anucleados, com
forma discoide e volume de cerca de 8,0 fL.
Em geral, o valores normais estão em aproximadamente
140 mil a 400 mil/µL no sangue periférico.

Seu período de vida na circulação seja de 8 a 12 dias, sendo


que baço, fígado e medula óssea são os principais locais de sua
remoção.

Um terço do total da massa plaquetária encontra-se no baço.


Zago, 2013
HEMATOPOIESE
NORMAL

https://www.sciencedirect.com/t
opics/medicine-and-
dentistry/hematopoietic-tissue
• Distenção
sanguínea
mostrando
distribuiçã
o
uniforme
das
plaquetas

Bain, 2016
• PLAQUETOSE: AUMENTO DO NÚMERO DE
PLAQUETAS ACIMA DO VALOR DE
REFERÊNCIA.

• PLAQUETOPENIA: DIMINUIÇÃO DO NÚMERO


DE PLAQUETAS ABAIXO DO VALOR DE
OBS.: Também são usados os termos trombocitose e
REFERÊNCIA.
trombocitopenia
Plaquetose

Sídromes Doenças inflamatórias


mieloproliferativas crônicas
Bain, 2016
Bain, 2016
Bain, 2016
O mecanismo hemostático inclui três processos:

• Hemostasia primária,
• Coagulação (hemostasia secundária) e
• Fibrinólise.

• Esses processos têm em conjunto a finalidade de manter a


fluidez necessária do sangue, sem haver extravasamento
pelos vasos ou obstrução do fluxo pela presença de
trombos.
Hemostasia primária
• É o processo inicial da coagulação desencadeado pela lesão
vascular.

• Imediatamente, mecanismos locais produzem vasoconstrição,


alteração da permeabilidade vascular com produção de
edema, vasodilatação dos vasos tributários da região em que
ocorreu a lesão e adesão das plaquetas.

• Assim, a vasoconstrição diminui o fluxo de sangue no sítio de


sangramento, tornando preferencial o fluxo pelos ramos colaterais
dilatados.

• Em condições normais, os vasos sanguíneos devem constituir um


sistema tubular não trombogênico capaz de desencadear, por
mecanismos locais, os processos que iniciem a coagulação e que,
após a recuperação da lesão anatômica, possam remover o
coágulo e restabelecer a circulação local (fibrinólise).
A remoção do endotélio, por qualquer mecanismo, expõe o sangue ao contato com o colágeno da região
subendotelial, o que por si só promove a adesão das plaquetas na presença do fator von Willebrand
(VIII:vWF).

Quando isto ocorre, as plaquetas tornam-se ativadas e liberam o conteúdo dos grânulos citoplasmáticos.
Ativação plaquetária
• Quando isto ocorre, as plaquetas tornam-se ativadas e
liberam o conteúdo dos grânulos citoplasmáticos.

• Entre outras substâncias, estes grânulos contêm


adenosina-difosfato (ADP), serotonina e tromboxane
A2 (TXA2).

• O ADP é responsável pela ativação de outras


plaquetas e pela modificação da sua forma, que
passa de discóide para esférica com aparecimento
de pseudópodes.

• Estas plaquetas ativadas vão se agregar umas às


outras formando um tampão que fornecerá a
superfície adequada ao processo de coagulação do
sangue, produzindo um coágulo resistente.
● O mecanismo hemostático inclui três processos:

• Hemostasia primária,
• Coagulação (hemostasia secundária) e
• Fibrinólise.

• Esses processos têm em conjunto a finalidade de manter a fluidez


necessária do sangue, sem haver extravasamento pelos vasos ou
obstrução do fluxo pela presença de trombos.
Coagulação (hemostasia secundária)
• A coagulação sanguínea consiste na conversão de uma proteína
solúvel do plasma, o fibrinogênio, em um polímero insolúvel, a
fibrina, por ação de uma enzima denominada trombina.

• A fibrina forma uma rede de fibras elásticas que consolida o


tampão plaquetário e o transforma em tampão hemostático.

• A coagulação é uma série de reações químicas entre varias


proteínas que convertem pró-enzimas (zimógenos) em enzimas
(proteases).

• Essas pró-enzimas e enzimas são denominadas fatores de


coagulação.

• Estes últimos vão unindo suas terminações e formando um


polímero solúvel (fibrina S) que, sob a ação do fator XIIIa (fator
XIII ativado pela trombina) e íons cálcio, produz o alicerce de
fibras que mantêm estável o agregado de plaquetas previamente
formado.
CASCATA DA COAGULAÇÃO
• A clássica cascata da coagulação foi
introduzida em 1964.

• Neste modelo a ativação de cada fator da


coagulação leva a ativação de outro fator
até a eventual formação da trombina.

• Esses fatores são numerados de I ao XIII.

• O número correspondente para cada fator


foi designado considerando a ordem de sua
descoberta e não do ponto de interação
com a cascata.
Vias da Cascata da Coagulação
Produtos de degração de fibrina. Um deles é o
D- dímero usado como marcador de risco de
quadros trombóticos
FIBRINÓLISE
Importância
da
vitamina K
e cálcio
Vitamina K
É essencial para a coagulação sanguínea, pois ajuda na síntese de
proteínas que controlam o sangramento. A vitamina K também
auxilia na fixação de cálcio nos ossos e na cicatrização. A
vitamina K pode ser encontrada em vegetais verdes, como
brócolis, couve, alface, espinafre, entre outros, e em alimentos de
origem animal, como leite e fígado.

Cálcio
É responsável por ativar os fatores que fazem com que o sangue
coagule quando a pessoa sofre algum tipo de lesão.
EXAMES
LABORATORIAS

COAGULOGRAMA – TUBO AZUL -


CITRATO
EXAMES LABORATORIAIS DA HEMOSTASIA
Agregação plaquetária
Como os fatores VIII e IX fazem parte do mecanismo
intrínseco da coagulação, os testes que avaliam essa via
estarão anormais, havendo normalidade da contagem plaquetária,
do tempo de sangramento e do Tempo de Protrombina
(TP).
Bibliografia

Marco Antonio Zago, Roberto Passetto Falcão, Ricardo Pasquini Tratado de


Hematologia, 2013.

Barbara Bain. Células sanguíneas: um guia prático. 2016

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