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Nota Tecnica Covid 19 - Recomendacoes para Os Servicos de Saude 3a Edicao 2024

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NOTA TÉCNICA

Covid-19: Recomendações para


os Serviços de Saúde.

Nº 03 | 27/11/2024
APRESENTAÇÃO
Governador do Estado do Ceará
Elmano de Freitas da Costa
Considerando os documentos mais recentes do
Secretária da Saúde do Ceará Ministério da Saúde e demais evidências
Tânia Mara Silva Coelho
científicas atuais referentes à doença;
Secretário Executivo de Atenção à Saúde
e Desenvolvimento Regional A Secretaria da Saúde do Estado do Ceará, por
Lauro Vieira Perdigão Neto meio da Secretaria Executiva de Vigilância em
Saúde e da Secretaria Executiva de Atenção à
Secretário Executivo de Vigilância em
Saúde Saúde e Desenvolvimento Regional, faz
Antonio Silva Lima Neto recomendações aos Serviços de Saúde
referentes à covid-19.
Coordenadora de Vigilância Sanitária
Maria Dolores Duarte Fernandes
Ressalta-se que, apesar da flexibilização do
uso de máscaras em equipamentos de saúde,
Coordenadora de Vigilância
as medidas de prevenção não devem ser
Epidemiológica e Prevenção em Saúde
Ana Maria Peixoto Cabral Maia negligenciadas. Nesse contexto, o serviço de
saúde tem autonomia para definir

Orientador da Célula de Vigilância recomendações mais restritivas quanto ao uso


Epidemiológica das Doenças de máscaras do que as definidas nesta Nota
Transmissíveis e Não Transmissíveis
Carlos Garcia Filho
Técnica. Deve-se considerar, principalmente, a
situação epidemiológica da região; o número de
Elaboração
casos suspeitos ou confirmados de covid-19
Francisco David Araújo da Silva
Karizya Holanda Veríssimo atendidos ou internados na instituição; o
Katherine Jeronimo Lima
Nicole Silva França
eventual aumento das internações por SRAG
(no caso hospitalar); e a ocorrência de surtos
nosocomiais.
1 DEFINIÇÕES
1.1 DEFINIÇÃO OPERACIONAL DE CASO SUSPEITO DE COVID-19
- SÍNDROME GRIPAL (SG)
Indivíduo com quadro respiratório agudo, caracterizado por, pelo menos, 2 (dois) dos
seguintes sinais e sintomas: febre (mesmo que referida), calafrios, dor de garganta, dor de
cabeça, tosse, coriza, distúrbios olfativos ou distúrbios gustativos.

Observações:
● Em crianças: além dos itens anteriores, considera-se também obstrução nasal, na
ausência de outro diagnóstico específico.
● Em idosos: deve-se considerar também critérios específicos de agravamento, como a
sincope, confusão mental, sonolência excessiva, irritabilidade e inapetência.
● Na suspeita de covid-19, a febre pode estar ausente e sintomas gastrointestinais
(diarreia) podem estar presentes.

- SÍNDROME RESPIRATÓRIA AGUDA GRAVE (SRAG)


Indivíduo com SG que apresente: dispneia/desconforto respiratório ou pressão ou dor
persistente no tórax ou saturação de O2 ≤ 94% em ar ambiente ou coloração azulada
(cianose) dos lábios ou rosto.

Observações:
● Em crianças: além dos itens anteriores, observar os batimentos das asas nasais,
cianose, tiragem intercostal, desidratação e inapetência;
● Para efeito de notificação no Sistema de Vigilância Epidemiológica da Gripe
(SIVEP-Gripe), devem ser considerados os casos de SRAG hospitalizados ou os óbitos
por SRAG, independentemente de hospitalização.

1.2 DEFINIÇÃO OPERACIONAL DE CASO CONFIRMADO


- CASO CONFIRMADO POR CRITÉRIO LABORATORIAL
● Biologia Molecular: resultado DETECTÁVEL para SARS-CoV-2 realizado pelos
seguintes métodos RT-PCR em tempo real ou RT-LAMP;
● Pesquisa de antígeno: resultado REAGENTE para SARS-CoV-2 pelo método de
Imunocromatografia para detecção de antígeno.
- CASO CONFIRMADO POR CRITÉRIO CLÍNICO EPIDEMIOLÓGICO
Caso de SG ou SRAG com histórico de contato próximo ou domiciliar, nos 7 dias anteriores
ao aparecimento dos sinais e sintomas com caso confirmado para covid-19.

1.3 DEFINIÇÃO OPERACIONAL DE CASO DE SÍNDROME GRIPAL


DESCARTADO PARA COVID-19
Caso de SG para o qual houve identificação de outro agente etiológico confirmado por
método laboratorial específico, excluindo-se a possibilidade de uma coinfecção, ou
confirmação por causa não infecciosa, atestada pelo médico responsável.

Ressalta-se que um exame negativo para covid-19 isoladamente não é suficiente para
descartar um caso para covid-19.

O registro de casos descartados de SG para covid-19 deve ser feito no


e-SUS Notifica.

Observação:
Para fins de vigilância, notificação e investigação de casos e monitoramento de contatos,
o critério laboratorial deve ser considerado o padrão ouro, não excluindo o critério clínico
epidemiológico.
2. RECOMENDAÇÕES AOS SERVIÇOS DE SAÚDE
Os serviços de saúde são responsáveis pela prevenção e controle de infecções dentro
de suas dependências. Sendo assim, se faz necessário continuar monitorando a
ocorrência de transmissão de covid-19 nas instituições de saúde e estimular a
implementação das medidas de prevenção preconizadas.

2.1 USO DE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL


Devem utilizar máscara cirúrgica:

● Todos os profissionais de saúde em ambiente hospitalar e ambulatorial, de


acordo com as recomendações da Anvisa, conforme descrito na NT
GVIMS/GGTES/ANVISA Nº 04/2020, atualizada em junho de 2024;
● Por profissionais de saúde que trabalham diretamente com idosos ou pessoas
com comorbidades (ex: instituições de longa permanência);
● Todos os indivíduos do mesmo ambiente de pessoas que tiveram diagnóstico
de covid-19, independentemente de apresentarem sintomas, devido ao potencial
risco de transmissão por pessoas assintomáticas;
● Pessoas com sintomas gripais, ou pessoas que tenham tido contato próximo
com pessoas com doenças respiratórias;
● Pessoas com diagnóstico laboratorial de covid-19 (por teste de antígeno ou
biologia molecular), inclusive assintomáticas;
● Pessoas com fatores de risco para complicações por doenças respiratórias (em
especial imunossuprimidos, idosos, gestantes e pessoas com múltiplas
comorbidades) em situações de maior risco de infecção por vírus respiratórios,
como: locais fechados e mal ventilados, locais com aglomeração e em serviços
de saúde;

As máscaras não devem ser usadas por crianças menores de dois anos ou pessoas
que tenham dificuldade para respirar, que estejam inconscientes, incapacitadas ou que
tenham dificuldade de remover a máscara sem ajuda.
2.2 ATENDIMENTO A PACIENTES COM COVID-19

No atendimento ao paciente internado com covid-19, é essencial adotar precauções


estendidas para contato e gotículas, a fim de minimizar o risco de transmissão do vírus.
As precauções para contato devem envolver o uso de luvas e avental, enquanto as
precauções para gotículas requerem o uso de máscara cirúrgica ou máscara de proteção
respiratória e proteção ocular.

Entretanto, em situações especiais onde o paciente possa realizar procedimentos que


gerem aerossóis, como intubação traqueal, ventilação com pressão positiva,
broncoscopia, aspiração de vias aéreas ou qualquer outra intervenção que gere uma
quantidade significativa de partículas no ar, a precaução para gotículas deve ser
substituída por precauções para aerossóis. Nesses casos, é necessário o uso de
máscara N95 ou equivalente, além de outros Equipamentos de Proteção Individual
(EPIs) adequados, como avental impermeável, luvas e proteção ocular. Isso é
fundamental para reduzir o risco de exposição a partículas virais suspensas no ar durante
os procedimentos.
3. DISTANCIAMENTO FÍSICO
Limitar o contato próximo entre pessoas infectadas e outras pessoas reduz as chances
de transmissão do SARS-CoV-2. O distanciamento físico é uma estratégia importante
quando há a probabilidade de indivíduos estarem infectados pelo SARS-CoV-2, porém
assintomáticos ou oligossintomáticos, sem diagnóstico da covid-19 e que não estão em
isolamento.

Trata-se da manutenção de uma distância física mínima de, pelo menos, 1 (um) metro
de outras pessoas em locais públicos, o que reduz a chance de infecção. Garantir uma
boa ventilação em ambientes fechados também é uma medida importante para prevenir
a transmissão em ambientes coletivos.

3.1 ORIENTAÇÕES PARA TEMPO DE ISOLAMENTO DE CASOS DE


COVID-19
O isolamento é a separação de indivíduos infectados dos não infectados durante o
período de transmissibilidade da doença, quando é possível transmitir o patógeno em
condições de infectar outra pessoa. Por outro lado, a quarentena é uma medida
preventiva recomendada para restringir a circulação de pessoas que foram expostas a
uma doença contagiosa durante o período em que elas podem ficar doentes.

Os indivíduos com quadro de síndrome gripal (SG) leve com confirmação para
covid-19 por qualquer um dos critérios (laboratorial ou clínico-epidemiológico) ou que
ainda não coletaram amostra biológica para investigação etiológica devem (Figura 1):

● Iniciar o isolamento respiratório domiciliar imediatamente e este poderá ser suspenso


no 7º dia completo do início dos sintomas se estiver afebril, sem o uso de
medicamentos antitérmicos há pelo menos 24 horas e com remissão dos sintomas
respiratórios, sem a necessidade de realizar novo teste de biologia molecular ou
TR-Ag. Nesse caso, devem ser mantidas as medidas adicionais (disponíveis na
figura 1), incluindo o uso de máscaras até o 10º dia completo do início dos
sintomas.
Figura 1. Fluxo de recomendações para isolamento de casos por covid-19.
● Caso o indivíduo tenha acesso à testagem em serviço de saúde, o isolamento
respiratório domiciliar pode ser reduzido e suspenso no 5º dia completo do início dos
sintomas se apresentar resultado de teste de biologia molecular não detectável ou
não reagente para TR-Ag realizado no 5º dia completo do início dos sintomas, desde
que permaneça afebril, sem o uso de medicamentos antitérmicos há pelo menos 24
horas E com remissão dos sintomas respiratórios. Nesse caso, devem ser mantidas
as medidas adicionais (disponíveis na figura 1), incluindo o uso de máscaras
até o 10º dia completo.

● Se o indivíduo permanecer sem melhora dos sintomas respiratórios ou tiver febre no


7º dia completo após o início dos sintomas, OU se apresentar novo exame positivo
para SARS-CoV-2 realizado a partir do 5º dia completo do início dos sintomas, deve
ser mantido o isolamento respiratório domiciliar até o 10º dia completo. Ademais,
caso o indivíduo não consiga usar máscara quando estiver próximo a outras pessoas,
o isolamento deve ser de 10 dias completos após o início dos sintomas.

OBSERVAÇÃO

Medidas adicionais a serem adotadas até o 10º dia completo do início dos
sintomas/data da coleta nos casos de suspensão do isolamento a partir do 5º dia
completo para casos leves/assintomáticos.

■ Usar máscara bem ajustada ao rosto, preferencialmente cirúrgica ou PFF2/N95,


em casa ou em público;

■ Evitar contato com pessoas imunocomprometidas ou que apresentem fatores de


risco para agravamento da covid-19, como também locais com aglomerações de
pessoas, como transporte público ou onde não seja possível manter o
distanciamento físico;

■ Evitar frequentar locais onde não possa ser usada a máscara durante todo o
tempo, como restaurantes e bares;

■ Evitar comer próximo a outras pessoas, tanto em casa como no trabalho;

■ Evitar viajar durante o período.

Os indivíduos assintomáticos confirmados laboratorialmente para covid-19 (resultado


detectável pelo método RT-qPCR ou teste rápido para detecção de antígeno para
SARS-CoV-2), devem:
● Iniciar o isolamento respiratório domiciliar imediatamente e esse poderá ser suspenso
no 7º dia completo após a data da coleta da amostra, sem a necessidade de realizar
novo teste, desde que permaneçam assintomáticos durante todo o período. Nesse
caso, devem ser mantidas as medidas adicionais até o 10º dia completo da coleta da
amostra, descritas no Quadro 1.

● Caso o indivíduo tenha acesso a testagem, o isolamento respiratório domiciliar pode


ser reduzido e suspenso no 5º dia completo, a contar da data da primeira coleta,
desde que permaneça assintomático durante todo o período e com resultado não
detectável para teste de biologia molecular ou não reagente para TR-Ag realizado no
5º dia completo a contar da data da primeira coleta. Nesse caso, devem ser mantidas
as medidas adicionais, incluindo o uso de máscaras, até o 10º dia completo da
primeira coleta, descritas na Figura 1.

O autoteste rápido de antígeno não é recomendado para fins de redução do período de


isolamento em função de possíveis erros na autocoleta da amostra e grande variedade de
testes comerciais disponíveis.

● Para indivíduos com quadro de síndrome gripal (SG) leve, para os quais não foi
possível a confirmação de covid-19 pelo critério clínico-epidemiológico e que
apresentem resultado de exame laboratorial não reagente ou não detectável para
covid-19 pelo método molecular (RT-qPCR ou RT-LAMP) ou teste rápido para
detecção de antígeno para SARS-CoV-2, as medidas de isolamento e precaução
podem ser suspensas desde que permaneçam afebril, sem o uso de medicamentos
antitérmicos há pelo menos 24 horas e com remissão dos sintomas respiratórios e
cujos exames tenham sido realizados no período indicado, para evitar resultado falso
negativo.

● Para indivíduos com quadro de síndrome gripal (SG) moderada com confirmação
para covid-19 por qualquer um dos critérios (clínico-epidemiológico ou laboratorial) ou
que ainda não coletaram amostra biológica para investigação etiológica, as medidas
de isolamento e precaução devem iniciar imediatamente e só podem ser suspensas
após 10 dias da data de início dos sintomas, desde que permaneçam afebris, sem o
uso de medicamentos antitérmicos há pelo menos 24 horas e com remissão dos
sintomas respiratórios.
● Para indivíduos imunocompetentes com quadro de Síndrome Respiratória
Aguda Grave (SRAG) – grave/crítico – com confirmação para covid-19 por
qualquer um dos critérios (clínico-epidemiológico ou laboratorial), as medidas de
isolamento e precaução devem ser iniciadas imediatamente e só podem ser
suspensas após 20 dias do início dos sintomas, desde que permaneçam afebris,
sem o uso de medicamentos antitérmicos há pelo menos 24 horas e com
remissão dos sintomas respiratórios, mediante avaliação médica.

● Para indivíduos gravemente imunossuprimidos com confirmação para


covid-19 por qualquer um dos critérios (clínico-epidemiológico, ou laboratorial), as
medidas de isolamento e precaução devem ser iniciadas imediatamente e só
podem ser suspensas após 20 dias do início dos sintomas, desde que afebris há
24 horas e com remissão dos sintomas respiratórios. A estratégia baseada em
testagem laboratorial (necessidade de RT-PCR para SARS-CoV-2 negativo) para
descontinuidade do isolamento deve ser considerada nessa população, a critério
médico.

3.2 ATENDIMENTO A PACIENTES EM UNIDADES


PRÉ-HOSPITALARES E HOSPITALARES
● Nos atendimentos a quaisquer pacientes, se fazem necessários procedimentos
de triagem para detectar pacientes com sintomas respiratórios, com a utilização
de questionário sobre sinais e sintomas, além de perguntas sobre contato com
casos suspeitos ou confirmados de covid-19, é essencial na identificação de
possíveis casos;
● Aos pacientes sintomáticos respiratórios devem ser orientados a manter o uso
de máscaras faciais enquanto estiverem no serviço de saúde;
● A testagem é obrigatória em caso de pacientes internados por quadro
respiratório agudo, com suspeita possível de covid-19, para que o paciente
tenha diagnóstico e seja alocado adequadamente, e em pacientes
internados assintomáticos expostos, para prevenção de surtos
intra-hospitalares.

Não esquecer durante o atendimento de quaisquer pacientes que é importante reforçar


que a vacinação contra covid-19 protege o indivíduo da ocorrência de infecção ou da
ocorrência da forma grave da infecção.
3.3 PACIENTES PRÉ-CIRÚRGICOS
Por ora, o cenário epidemiológico permite com que não haja a obrigatoriedade de que
pessoas assintomáticas em pré-operatório (não expostas ao vírus) sejam testadas.
Recomenda-se realizar o exame TR-Ag ou o RT-PCR em pacientes que apresentam
sintomas respiratórios, visto que a realização de cirurgias em pacientes portadores do
SARS-CoV-2 aumenta o risco de complicações pós-operatórias. Em caso positivo, a
cirurgia não deve ocorrer com menos de duas semanas da infecção respiratória.

3.4 REGULAÇÃO
As transferências entre unidades hospitalares não podem ser retardadas ou evitadas
para pacientes assintomáticos respiratórios. Nesses casos, não se recomenda a
testagem de rotina antes da transferência, a não ser para serviços especiais, como
oncohematologia, em que os pacientes são imunossuprimidos graves, e surtos podem
ser desastrosos.

Para pacientes sintomáticos respiratórios com suspeita de covid-19, fica a cargo da


unidade que vai receber o paciente decidir se testará o paciente à chegada (garantindo
as medidas de precaução até o resultado) ou se exigirá a informação do teste para a
transferência e adequada alocação.

3.5 LOCAIS DE TESTAGEM


O teste padrão ouro para diagnóstico da covid-19 é o RT-PCR, porém mediante a
disponibilidade de realização de testes rápidos utilizando antígeno, recomendamos a
coleta e a realização do teste, se possível, na própria unidade onde o paciente está
sendo atendido. A depender da disponibilidade do teste, este poderá ser feito na
Unidade Básica de Saúde.
3.6 MEDIDAS GERAIS PARA PREVENÇÃO E CONTROLE
● Manter os ambientes ventilados (ar condicionado com exaustão, que garanta as
trocas de ar ou manter as janelas abertas);

● Limpeza e desinfecção adequada dos ambientes (principalmente nas superfícies mais


tocadas, como maçanetas, corrimões, botões dos elevadores, etc);

● Adoção de medidas não farmacológicas, como automonitoramento dos sintomas,


etiqueta respiratória e higienização adequada das mãos com Álcool 70% (20-30
segundos) ou água e sabonete líquido (40-60 segundos) para
pacientes/acompanhantes e profissionais de saúde;

Observação:
É importante que o Serviço de Controle de Infecção Hospitalar (SCIH) de cada
instituição mantenha o monitoramento das medidas de prevenção e controle
implementadas.

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