PLATAFORMA TRILHA
LEGISLAÇÃO
DE TRÂNSITO
MATERIAL DIDÁTICO
CURSO DE
RECICLAGEM
PARA
CONDUTORES
INFRATORES
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MÓDULO TEMÁTICO 2
Unidade 1 - Aspectos Históricos da Legislação de Trânsito Brasileiro
Prezado aluno,
Bem-vindo ao Curso de Reciclagem para Condutores Infratores da Clan Software.
Neste Curso teremos a oportunidade de relembrar os conceitos teóricos e
fundamentos básicos da Direção Defensiva, Legislação de Trânsito, Noções de
Primeiros Socorros e Relacionamento Interpessoal, de forma que seja possível facilitar
o processo de desenvolvimento do conhecimento e respeito ao trânsito brasileiro.
O Curso está estruturado em quatro Módulos Temáticos, contemplando os
principais conteúdos da Prova de Reciclagem para Condutores Infratores, segundo a
Resolução n º 285/2008, prevista pelo Conselho Nacional de Trânsito - CONTRAN.
MÓDULO TEMÁTICO 1 – DIREÇÃO DEFENSIVA (8 horas/aula)
MÓDULO TEMÁTICO 2 – LEGISLAÇÃO DE TRÂNSITO (12 horas/aula)
MÓDULO TEMÁTICO 3 – NOÇÕES DE PRIMEIROS SOCORROS (4 horas/aula)
MÓDULO TEMÁTICO 4 – RELACIONAMENTO INTERPESSOAL (6 horas/aula)
A Clan Software, como forma de expandir a educação inclusiva e democrática no
trânsito, lança seu Curso de Reciclagem para Condutores Infratores na modalidade
de Educação à Distância (EaD) para atingir todas as classes da população no Brasil,
já que diariamente milhares de condutores têm a sua CNH suspensa.
Por meio do Ambiente Virtual de Aprendizagem Plataforma Trilha, você terá contato
com as unidades de estudos criteriosamente selecionadas e embasadas por
profissionais especializados, que compõe o Curso homologado e desenvolvido pelos
órgãos de trânsito competentes.
Você conta com o Material Didático e diversas outras facilidades: faça exercícios
online em seu AVA, anote os conceitos principais no Bloco de Anotações e faça
consultas pelo acervo da Biblioteca Virtual. Ainda, converse com o seu tutor pelo chat
(ou envie um e-mail) e participe dos fóruns interativos com outros alunos e tutores.
Tudo foi pensado para o seu melhor aprendizado.
Tenha um ótimo estudo e conte com a gente!
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MÓDULO TEMÁTICO 2
Unidade 1 - Aspectos Históricos da Legislação de Trânsito Brasileiro
OBJETIVO: Entender os aspectos históricos da Legislação de Trânsito Brasileiro,
bem como seus elementos e atribuições.
Iniciando um novo Módulo, nesta Unidade de Estudo será abordada a Legislação de
Trânsito e a responsabilidade dos órgãos normativos, consultivos, executivos,
rodoviários e de fiscalização, além do sistema organizacional. Isso ajudará você a
entender como regem as regras e condutas no trânsito.
INTRODUÇÃO
Para facilitar a compreensão, é importante saber que as leis estabelecem as normas
em caráter geral, os decretos regulamentam, detalham e disciplinam a aplicação
das leis e as resoluções, editadas através do Conselho Nacional de Trânsito
(CONTRAN), estabelecem as normas detalhadas nas leis.
O Código de Trânsito Brasileiro (CTB) é um documento legal que define atribuições
das diversas autoridades e órgãos ligados ao trânsito brasileiro. Com ele há um
capítulo inteiro destinado ao cidadão, um à condução de escolares, um sobre os
crimes de trânsito e um exclusivo para pedestres e veículos não motorizados
(ARAUJO, 2011).
Vamos entender o contexto histórico, como esse sistema
funciona e quais são suas atribuições?
CONTEXTO HISTÓRICO DA LEGISLAÇÃO DE TRÂNSITO BRASILEIRO
O primeiro modelo de automóvel foi criado pelo engenheiro francês Nicolas-Joseph
Cugnot em 1769 . A máquina, movida a vapor, foi planejada originalmente para
transportar peças de artilharia do exército francês e podia levar até quatro pessoas,
mas não ultrapassava os 3 km/h (GODINHO, 2011).
Em novembro de 1891 o primeiro carro motorizado chegou ao Brasil, mais
precisamente no porto de Santos, acompanhando o surgimento da industrialização.
Com o tempo e a inserção dos veículos no cotidiano das cidades, foram criadas
regras de direção e de comportamento adequado nas vias públicas (SÃO PAULO,
2018).
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MÓDULO TEMÁTICO 2
Unidade 1 - Aspectos Históricos da Legislação de Trânsito Brasileiro
O trânsito é um fenômeno complexo que requer cada vez mais estudos e pesquisas
com o objetivo de compreendê-lo. A invenção do automóvel no final do século XIX se
tornou um símbolo de status e de poder durante os anos. Por isso, muitos
condutores usam seus veículos como forma de demonstrar a classe social a que
pertencem, deixando o processo para obtenção da CNH em segundo plano de
importância.
Esse cenário, aliado ao crescimento da população brasileira, o têm apresentado
como consequência inevitável o aumento do número de acidentes de trânsito,
envolvendo condutores sem a formação adequada (PARANÁ, 2019).
Os acidentes de trânsito custam à maioria dos países 3% de seu
produto interno bruto (PIB). 93% das mortes no trânsito ocorrem em
países de baixa e média renda, embora estes concentrem
aproximadamente 60% dos veículos do mundo.
O trânsito é composto pela circulação nas vias envolvendo pessoas, veículos ou
animais, de maneira isolada ou em grupos, para operações de carga, descarga,
circulação e estacionamento; como versa o art 1, § 1º, do Código de Trânsito Brasileiro
(CTB), sendo seus elementos essenciais: a via, o veículo, o animal e o ser
humano.
A VIA
É o ambiente natural e tecnologicamente transformado que deve priorizar o
espaço específico e seguro para quem anda a pé, ou é passageiro ou conduz
veículo ou é cavaleiro. Na via existem regras de circulação que devem ser
conhecidas e sempre respeitadas, independentemente das vias estarem
pavimentadas e sinalizadas.
O VEÍCULO
É qualquer mecanismo destinado ao transporte de
pessoas ou mercadorias. Os veículos podem ser:
Automotores: ciclomotores, motocicletas, motonetas,
automóveis, micro-ônibus, ônibus, caminhonete, caminhão, etc.;
Elétricos: bonde, metrô;
Propulsão humana: bicicletas, triciclos, carro de mão (vendedores ambulantes,
coletores de produtos recicláveis);
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Tração animal: charrete, carroça, carro de bois, etc.;
Reboque e semirreboque.
O ANIMAL
São utilizados para montaria e tração veicular. Não devem estar soltos na via,
principalmente animais selvagens, que devem ser preservados e seu habitat
natural respeitado.
A legislação vigente estabelece que a responsabilidade civil em caso
de acidente causado por animal é do proprietário. O CTB define que
“em eventuais acidentes causados pelos animais, o dono, ou detentor
do animal, ressarcirá o dano por este causado, se não provar culpa
da vítima ou forças maiores” (BRASIL, 1997).
O SER HUMANO
Considera-se usuário do trânsito toda pessoa que se utiliza das vias públicas
como passageiro, pedestre, condutor e cavaleiro, para irem de um lugar para
outro ou transportar coisas (PARANÁ, 2019).
SISTEMA NACIONAL DE TRÂNSITO (SNT)
O Sistema Nacional de Trânsito (SNT) reúne todas as entidades e órgãos, ou seja,
esferas Federal, Estadual e Municipal, responsáveis pela fiscalização, educação,
formação e reciclagem de condutores e tudo o que está relacionado à legislação
de trânsito. Segundo o Decreto n º 4.711, de 29 de maio de 2003, cabe ao Ministério
das Cidades a coordenação máxima do SNT (BRASIL, 2003).
A segurança, o fluxo, o conforto, a defesa ambiental, a educação para o
trânsito e a fiscalização são de competência do Sistema Nacional de Trânsito. De
acordo com o art. 5 do Código de Trânsito Brasileiro (CTB), é ele que também
estabelece:
- Atividades de planejamento, administração, normatização e pesquisa;
- Registro e licenciamento de veículos;
- Formação, habilitação e reciclagem de condutores;
- Educação e engenharia de tráfego;
- Operação do sistema viário;
- Policiamento;
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- Fiscalização;
- Julgamento de infrações e de recursos;
- Aplicação de penalidades (BRASIL, 1997).
Ainda, conforme o art. 6 do Código de Trânsito Brasileiro (CTB),
o Sistema Nacional de Trânsito (SNT) tem como objetivo:
I – Estabelecer diretrizes da Política Nacional de Trânsito,
com vistas à segurança, à fluidez, ao conforto, à defesa
ambiental e à educação para o trânsito, e fiscalizar seu cumprimento;
II – Fixar, mediante normas e procedimentos, a padronização de critérios
técnicos, financeiros e administrativos para a execução das atividades de
trânsito;
III – Estabelecer a sistemática de fluxos permanentes de informações entre os
seus diversos órgãos e entidades, a fim de facilitar o processo decisório e a
integração do Sistema (BRASIL, 1997).
Os objetivos do Sistema Nacional de Trânsito (SNT) visam estabelecer diretrizes
da Política Nacional de Trânsito: segurança, fluidez, conforto do cidadão, educação,
conscientização ambiental e fiscalização. Os órgãos são divididos de acordo com a
sua responsabilidade:
Órgãos normativos e consultivos: os órgãos normativos de trânsito são os
responsáveis por regular, regulamentar e controlar as normas de trânsito;
Órgãos executivos: cabe aos órgãos executivos de trânsito cumprir e fazer
cumprir a legislação e as normas de trânsito. Há órgãos executivos nas esferas
federal, estadual e municipal.
O art. 7 do Código de Trânsito Brasileiro (CTB) cita os órgãos e as entidades que
compõem o Sistema Nacional de Trânsito (SNT):
I. O Conselho Nacional de Trânsito (CONTRAN);
II. Os Conselhos Estaduais de Trânsito (CETRAN) e o Conselho de Trânsito do
Distrito Federal (CONTRANDIFE);
III. Os órgãos e entidades executivos de trânsito da União, dos estados, do
Distrito Federal e dos municípios;
IV. Os órgãos e entidades executivos rodoviários da União, dos estados, do
Distrito Federal e dos municípios;
V. A Polícia Rodoviária Federal (PRF);
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VI. As polícias militares dos estados e do Distrito Federal;
VII. As Juntas Administrativas de Recursos de Infrações (JARI) (BRASIL, 1997).
Para entender melhor como funciona o Sistema Nacional de Trânsito (SNT),
conheça suas atribuições e organização:
Figura 1 – Órgãos, Circunscrição e Competências
Fonte: CARDOSO (2016).
CONTRAN (Conselho Nacional de Trânsito): órgão máximo normativo,
consultivo e coordenador da política nacional de trânsito, responsável pela
regulamentação do Código de Trânsito Brasileiro (CTB) e pela atualização
permanente das leis de trânsito.
CETRAN (Conselho Estadual de Trânsito): órgão máximo normativo, consultivo
e coordenador do Sistema Nacional de Trânsito (SNT) na área do estado. Cada
estado da federação possui o seu conselho, com sede na capital.
CONTRANDIFE (Conselho de Trânsito do Distrito Federal): órgão brasileiro
máximo normativo, consultivo e coordenador do Sistema Nacional de Trânsito
(SNT), com as mesmas competências dos CETRAN’s, mas atuação limitada
apenas no Distrito Federal.
COMUTRAN (Conselho Municipal de Trânsito): órgão colegiado, deliberativo
e normativo, que atua no sentido de contribuir na resolução das questões
ligadas ao trânsito do município.
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DENATRAN (Departamento Nacional de Trânsito): órgão máximo executivo do
Sistema Nacional de Trânsito (SNT), que tem autonomia administrativa e técnica
e jurisdição sobre todo o território nacional.
DETRAN (Departamento Estadual de Trânsito): órgão máximo executivo dos
estados e do Distrito Federal, que cumpre e faz cumprir a legislação de trânsito
nos limites de sua jurisdição.
DEMUTRAN (Departamento Municipal de Trânsito): órgão administrado e
mantido pela prefeitura, responsável pela fiscalização de trânsito e de
transportes, pela engenharia de tráfego, sinalização das vias e pela educação
de trânsito do município.
DNIT (Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes): órgão
executivo rodoviário da União, com jurisdição sobre as rodovias e estradas
federais e vinculada ao Ministério dos Transportes.
ANTT (Agência Nacional de Transportes Terrestres): órgão governamental
que regulamenta as prestações de serviços de transportes terrestres e as
atividades referentes à exploração de ferrovias e rodovias federais.
DER (Departamento de Estradas e Rodagem): órgão executivo rodoviário do
estado e do Distrito Federal, com jurisdição sobre as rodovias e estradas
estaduais de sua sede.
PRF (Polícia Rodoviária Federal): tem a
responsabilidade de fiscalizar o cumprimento das
normas de trânsito através do patrulhamento
ostensivo nas rodovias federais.
PM (Polícia Militar): não é um órgão tipicamente de
trânsito, mas executa a fiscalização de trânsito através de
convênios, os quais podem ser firmados com órgãos executivos de trânsito ou
órgãos executivos rodoviários.
Agente Municipal de Trânsito: possui a responsabilidade de orientar,
fiscalizar e controlar o trânsito de pedestres e veículos que circulam pelas vias
municipais.
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JARI (Junta Administrativa de Recursos de Infrações): órgão colegiado
componente do Sistema Nacional de Trânsito (SNT), responsável pelo
julgamento dos recursos interpostos contra penalidades aplicadas pelos órgãos
e entidades executivas de trânsito ou rodoviários.
Nem sempre as multas de trânsito são aplicadas pelo mesmo órgão
regulamentador. Por isso, fique atento à notificação para efetuar a
regularização da multa junto ao órgão corretamente.
Além das atribuições dos órgãos normativos e executivos no Sistema Nacional de
Trânsito (SNT), ainda há as Câmaras Temáticas, que são órgãos técnicos vinculados
ao Conselho Nacional de Trânsito (CONTRAN) com o objetivo de estudar e oferecer
sugestões e embasamento técnico sobre assuntos específicos para decisões do
Conselho, nos termos do art. 13 do Código de Trânsito Brasileiro (CTB). Atualmente
existem seis Câmaras:
I. Assuntos veiculares;
II. Educação para o Trânsito e Cidadania;
III. Engenharia de Tráfego, da Sinalização e da Via;
IV. Esforço Legal: infrações, penalidades,
crimes de trânsito;
policiamento e fiscalização de trânsito;
V. Formação e Habilitação de Condutores;
VI. Saúde e Meio Ambiente no Trânsito.
§ 1º Cada Câmara é constituída por especialistas representantes de órgãos e entidades
executivos da União, dos Estados, ou do Distrito Federal e dos Municípios, em igual número,
pertencentes ao Sistema Nacional de Trânsito, além de especialistas representantes dos
diversos segmentos da sociedade relacionados com o trânsito, todos indicados segundo
regimento específico definido pelo CONTRAN e designados pelo ministro ou dirigente
coordenador máximo do Sistema Nacional de Trânsito (BRASIL, 1997; 2003).
A legislação de trânsito é ampla e estabelece diversas diretrizes. Para saber mais
sobre o Sistema Nacional de Trânsito (SNT), leia na íntegra os seguintes artigos no
Código de Trânsito Brasileiro:
Art. 12: Competências do CONTRAN;
Art. 13: Objetivos das câmaras temáticas e órgãos técnicos vinculados ao
CONTRAN;
Art. 14: Competências dos CETRAN e CONTRANDIFE;
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Art. 15: Refere-se aos presidentes dos CETRAN e CONTRANDIFE nomeados pelos
governadores; dos estados e Distrito Federal;
Art. 16: Regimento das JARI;
Art. 17: Competências das JARI;
Art. 19: Competências do órgão máximo executivo da União;
Art. 20: Competências da Polícia Rodoviária Federal e suas jurisdições;
Art. 21: Competências dos órgãos e entidades executivos rodoviários da União;
Art. 22: Competências dos órgãos e entidades executivos de trânsito da União;
Art. 23: Competências das polícias militares dos estados e Distrito Federal;
Art. 24: Competências dos órgãos e entidades executivos de trânsito dos
municípios em sua jurisdição;
Art. 25: Distribuição de atividades pelos órgãos e entidades executivos do SNT
(BRASIL, 1997).
Como aprendido até aqui, o conhecimento e o respeito às leis é um fator
determinante da transformação do comportamento do homem no trânsito, mas essa
não é uma tarefa simples ou fácil. Para transformar uma sociedade e seu
comportamento, é importante a participação e a conscientização de todos. E por
que não começar a partir de nós mesmos?
Conheça e respeite as Leis de Trânsito!
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Unidade 1 - Aspectos Históricos da Legislação de Trânsito Brasileiro
Ao final desta Unidade de Estudo, você relembrou os seguintes conhecimentos sobre
os aspectos históricos da Legislação de Trânsito:
- Postura correta do condutor;
- Contexto histórico da legislação de trânsito brasileiro;
- Primeiro modelo de automóvel: Nicolas-Joseph Cugnot;
- Elementos essenciais do trânsito: a via, o veículo, o animal e o ser humano;
- Sistema Nacional de Trânsito (SNT): competências, objetivos e
responsabilidades;
- Órgãos, Circunscrição e Competências dos órgãos de trânsito;
- Câmara Temática;
- Artigos do Código de Trânsito Brasileiro.
Pratique os conhecimentos adquiridos respondendo
aos Exercícios Online no seu Portal AVA.
E lembre-se, entender como regem as regras e
condutas no trânsito é ser um condutor
responsável!
Boa sorte e bons estudos!
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REFERÊNCIAS
AGRALE. Manual Básico de Segurança no Trânsito, set, 2018.
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de Trânsito. Brasília, DF: Diário Oficial da União, 29 mai. 2003.
______. Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT). Manual de projeto de
interseções. 2 ed. Rio de Janeiro, 2005.
______. Lei nº 12.760 de 20 de dezembro de 2012. Altera a Lei n º 9.503, de 23 de setembro de
1997, que institui o Código de Trânsito Brasileiro. Brasília, DF: Diário Oficial da União, 23 set. 1997.
______. Lei nº 9.503 de 23 de setembro de 1997. Institui o Código de Trânsito Brasileiro. Brasília,
DF: Diário Oficial da União, 23 set. 1997.
______. Ministério das Cidades. Direção defensiva: trânsito seguro é um direito de todos.
Brasília, DF, mai. 2005b. 62 p. Disponível em: <http://vias-seguras.com/documentos/arquivos/
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______. Resolução DENATRAN nº 514, de 18 de dezembro de 2014. Dispõe sobre a Política
Nacional de Trânsito, seus fins e aplicação, e dá outras providências. Brasília, DF, 18 dez. 2014.
GODINHO, R. D. Como foi inventado o automóvel? Revista Superinteressante, Grupo Abril, São
Paulo, 18 abr. 2011. Disponível em: <https://super.abril.com.br/mundo-estranho/como-foi-inventado-
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PARANÁ. Departamento de Trânsito do Paraná (DETRAN/PR). Na escola - Professor - Os elementos
no trânsito. Curitiba, PR: Educação para o Trânsito, 2019. Disponível em:
<http://www.educacaotransito.pr.gov.br/pagina-191.html>. Acesso em: 16 out. 2019.
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SÃO PAULO. A indústria automobilística. São Paulo, 2018. Disponível em: <http://www.saopaulo.
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