0% acharam este documento útil (0 voto)
10 visualizações17 páginas

Resumo para A Primeira Prova de Administração e Empreendedorismo

O documento aborda a definição e importância da administração, destacando a relação entre teoria e prática, e como a administração surgiu em resposta à revolução industrial. Ele detalha as funções do administrador, o processo de planejamento e as atitudes proativas e reativas que influenciam as organizações. Além disso, discute os níveis de planejamento organizacional e a importância da análise estratégica para o sucesso empresarial.

Enviado por

Fábio Velasco
Direitos autorais
© © All Rights Reserved
Levamos muito a sério os direitos de conteúdo. Se você suspeita que este conteúdo é seu, reivindique-o aqui.
Formatos disponíveis
Baixe no formato PDF, TXT ou leia on-line no Scribd
0% acharam este documento útil (0 voto)
10 visualizações17 páginas

Resumo para A Primeira Prova de Administração e Empreendedorismo

O documento aborda a definição e importância da administração, destacando a relação entre teoria e prática, e como a administração surgiu em resposta à revolução industrial. Ele detalha as funções do administrador, o processo de planejamento e as atitudes proativas e reativas que influenciam as organizações. Além disso, discute os níveis de planejamento organizacional e a importância da análise estratégica para o sucesso empresarial.

Enviado por

Fábio Velasco
Direitos autorais
© © All Rights Reserved
Levamos muito a sério os direitos de conteúdo. Se você suspeita que este conteúdo é seu, reivindique-o aqui.
Formatos disponíveis
Baixe no formato PDF, TXT ou leia on-line no Scribd
Você está na página 1/ 17

Resumo para a primeira prova de administração e empreendedorismo

Administração

A definição de administração é a tomada de decisões referentes aos objetivos e


recursos para melhor conduzir ao objetivo final. Os recursos são as pessoas, informação,
espaço, tempo, dinheiro entre outros.

Quando é referida a expressão tomada de decisões, quer dizer que ocorre um


planejamento, organização, execução e direção e por fim o controle. Os recursos já
foram mencionados acima e os objetivos são os resultados esperado do sistema.

Teoria x Prática

É de muita importância não somente na área do administrador como qualquer


outra área a união da teoria e da prática, pois com a teoria o profissional está capacitado
para entender os fatos relevantes de um determinado problema, possuindo técnicas e
orientações necessárias para elaborar um procedimento para solucionar o mesmo. A
prática torna o profissional mais experiente, fazendo com que ele simule cada situação e
separe os casos para um estudo específico identificando com precisão e rapidez o
melhor método de resolver o problema.

Como surgiu a administração?

O homem sempre se associou a outros para conseguir por meio da força conjunta
atingir um determinado objetivo. Através desse conjunto se viu a necessidade de uma
coordenação para trabalhar em eficiência e alcançar os objetivos em bem menos tempo.

A revolução industrial (1780 a 1860) foi o grande propulsor do capitalismo, pois


surgiu a máquina a vapor fazendo com que o trabalho que antes era feita através do
homem e de animais, fosse substituída pelas as maquinas a vapor, transformando o
antigo artesão em um operário. Daí surgiram novas oportunidades de trabalho,
acarretando um grande êxodo rural, ou seja, migração dos trabalhadores rurais para os
centros urbanos.

Magno Monteiro Página 1


A administração surgiu em resposta de duas conseqüências provocadas pela
revolução industrial:

 O crescimento acelerado e desordenado das empresas fez com que existisse uma
administração científica capaz de substituir a improvisação e o empirismo.
 Uma grande necessidade de aumentar a eficiência e produtividade da empresa,
devido a intensa concorrência e competição do mercado.

Os grandes pioneiros da administração moderna foram Frederick Winslow (1856-


1915) e Henri Fayol (1841-1925) que desenvolveram respectivamente a chamada
Escola da Administração Científica e a Escola Clássica da Administração. Onde através
deles surgiram:

 Teoria da administração cientifica


 Teoria clássica da administração
 Teoria das relações humanas
 Teoria estruturalista
 Teoria de sistemas

A administração se divide em três grandes eras, como mostra o quadro abaixo:

 Início da industrialização
Era clássica (1900-1950)  Poucas mudanças
 Relações humanas
 Desenvolvimento industrial
Era Neoclássica (1950-1990)  Aumento da mudança
 Necessidade de inovação
 Tecnologia da informação-TI
Era da Informação (1990)  Globalização
 Aceleração da mudança

Função do administrador

O administrador tem por função: Planejar (definir objetivos e recursos


necessários) organizar (colocar em prática o que planejou e realizar a disposição dos
recursos) coordenar ou dirigir (realização dos planos subdividindo em partes em cada
setor) e controlar (verificar se os resultados foram alcançados).

Magno Monteiro Página 2


Planejamento

Planejar é um processo, uma habilidade e uma atitude. Que faz com que o
indivíduo comece a pensar e agir em relação ao futuro. A essência do planejamento é a
tomada de decisões sobre o futuro.

Para o administrador uma das razões para planejar é lidar com a incerteza do
futuro. Lembrando que quando é citado incerteza do futuro, faz referência ao estudo e
informações sobre o comportamento da concorrência, dos consumidores, fornecedores,
fontes de financiamento e outros. Por essa razão a não tomada de decisões realizada
pelo planejamento acarreta em uma perda de mercado, uma vez que os concorrentes
estão a cada instante tentando alcançar o mesmo objetivo, conquistar o mesmo cliente
entre outros. Por isso ao se fazer um planejamento é possível antever alguns eventos ou
tomada de decisões para que saia na frente em meio ao mercado competitivo.

Processo de planejamento

O processo de planejamento é uma ferramenta para administrar as relações com


o futuro. Portanto planejar é:

 Definir objetivos ou resultados a serem alcançados


 Definir meios para possibilitar a realização de resultados desejados
 Definir um objetivo, avaliar as alternativas para realizá-lo e escolher uma ação
específica.

Atitudes que devem ser tomadas em relação ao planejamento

Dependendo da capacidade de lidar com algumas mudanças, empresas ou outros


tipos de organizações podem transformar para, crescer e sobreviver ou desaparecer.
Portanto é uma atitude que os administradores tem que ter em relação ao futuro, essas
atitudes podem ser proativa ou reativa. Assim dependendo das atitudes dos
administradores, a organização ou empresa podem ser mais ou menos afetadas pelos
eventos.

Magno Monteiro Página 3


Atitude proativa x Atitude reativa

As atitudes proativas são as forças que desejam e impulsionam as mudanças na


organização. Logo é uma atitude dos administradores que processam de maneira
positiva os inputs (entradas) que vêm do ambiente e de dentro da própria organização.

Uma atitude é mais proativa quando mais rapidamente a organização antecipar-


se ao futuro e faz as mudanças necessárias. Então atitudes proativas se dividem em três
requisitos básicos:

 Entendimento das forças do ambiente


 Impulso e desejo de mudança
 Antecipação aos eventos

As atitudes reativas são as forças que desejam e preserva a estabilidade, a


manutenção do status quo (expressão utilizada para deixar as coisas do jeito que estão).
Essa atitude processa a negativamente as informações que vêm do ambiente externo e
dentro da própria organização. Logo ela é definida em três requisitos básicos:

 Rejeição das informações do ambiente


 Tendência para estabilidade
 Reação aos eventos

Quando se refere a estabilidade, faz referência a resistência a mudanças. Alguns


exemplos dessas forças são: a comodidade da situação presente, a tradição e a força dos
hábitos, o pensamento conservador entre outros. Logo uma atitude é mais reativa
quando demoramos um tempo a tomar decisões as mudanças.

Equilíbrio de força

Em todas as organizações, os dois tipos de forças (proativa e reativa) estão


presentes e elas são necessárias. Pense um pouco, tome, por exemplo, uma organização
de grande porte, ela não pode, ou melhor, não consegue alterar seus objetivos ou mesmo
um programa de trabalho a todo o momento, logo uma atitude reativa em que impedi as
mudanças desnecessárias é importante. Porém o equilíbrio é necessário para influenciar
o desempenho da organização.

Magno Monteiro Página 4


Etapas do processo de planejamento

O processo de planejar, é realizado em três etapas:

Dados de Processo de Elaboração de


entrada planejamento planos

os

Dados de entrada: São importantes para as informações sobre o passado, presente e


futuro em relação ao ambiente externo e dos sistemas internos da organização. Os dados
de entrada mostram necessidades, ameaças, oportunidades ou uma situação com a qual
o administrador deve lidar. Exemplos dos dados de entrada:

 Satisfação ou insatisfação dos administradores com a situação da organização ou


do ambiente
 Encomendas ou solicitações feitas por clientes
 Perspectiva da abertura de uma grande empresa em uma região, criando
problemas de concorrência desleal.
 Mudanças na legislação
 Inovações tecnológicas
 Um problema a ser resolvido

Processamento dos dados de entrada ou processo de planejamento: Significa


transformar informações para produzir novas informações e decisões. Esse
processamento é o coração do processo de planejamento. Essa transformação se dar por
meio de:

 Interpretação do significado das informações


 Identificação de alternativas para lidar com as necessidades, ameaças,
oportunidades ou situações previsíveis do futuro
 Avaliação das alternativas e escolha de um curso de ação ao objetivo

Elaboração de planos: É o resultado do processo de planejamento, através de registros


das decisões resultantes do processamento dos dados de entrada. Contém os seguintes
meios de controle:

 Objetivos
 Definições e meios para realizar os objetivos
 Previsão dos meios ou instrumentos de controle

Magno Monteiro Página 5


Componentes principais de um plano

Os componentes básicos para a elaboração de um plano é definido na figura


abaixo:

OBJETIVOS RECURSOS MEIOS DE


CONTROLE

PLANO X

O processo de definir os objetivos chama-se de planejamento estratégico. Já


o processo de definir os meios de realização e de controle chama-se planejamento
operacional. Esses dois tipos de planejamento formam os dois níveis mais importantes
do planejamento, pois no planejamento estratégico (defini os objetivos e forma de
atingi-los) e o planejamento operacional (defini as atividades, recursos e meios de
controle).

Componentes de um plano

Sabe-se que o plano é um guia para a ação no futuro. O plano estabelece qual
situação deverá ser alcançado, o que precisa ser feito para alcançá-la e os recursos que
serão aplicados nesse esforço. Os planos também devem incluir uma previsão dos meios
de controle da ação e do consumo dos recursos, para assegurar a realização dos
objetivos.

Logo, seus componentes estruturais são:

 Objetivos: Ou também as metas, que são os resultados desejados, que orientam o


intelecto e a ação. São também os fins, propósitos, intenções ou estados futuros
que as pessoas e as organizações desejam alcançar. Os objetivos podem ser:
Uma situação ou estado futuro desejado (ganhar uma parcela de mercado, vencer

Magno Monteiro Página 6


um oponente, ser aprovado), a realização de um produto, físico ou conceitual –
(construção de uma casa, veículo e outro) e a realização de um evento (festas).
 Meios de realização dos objetivos: São as ações para atingir o objetivo ou os
caminhos necessários para alcançá-los através da execução de tarefas e
empregos de recursos.
 Meios de controle: São as informações para avaliar até que ponto os objetivos
estão sendo atingidos e se os caminhos são realmente apropriados. Um exemplo
bastante simples é o boletim escolar.

Tipos de planos

Temporários ou permanentes

Os planos podem ser classificados segundo os administradores por dois


critérios bastante importantes:

Planos Permanentes Planos singulares ou temporários

 Políticas  Cronogramas
 Procedimentos  Calendários
 Missão e outros objetivos  Orçamentos
permanentes  Projeto

Planos temporários: São também chamados de planos de finalidade singular, acabam


quando os objetivos são realizados. Alguns exemplos são: o calendário de um curso da
faculdade, o cronograma de construção de uma obra ou uma campanha publicitária. Em
geral os planos temporários contêm decisões não programadas.

Planos permanentes: Contêm decisões programadas, que são utilizadas em situações


predefinidas. Políticas, procedimento e certos tipos de objetivos são planos
permanentes.

 Políticas: Sinônimo de diretriz, uma política ou diretriz é uma orientação ou guia


que define de maneira geral o curso da ação a ser seguido quando determinado
tipo de problema se apresenta. Orientando o processo de tomar decisões,
deixando os gerentes a seleção dos detalhes. Exemplos: evitar endividamento
(política de finanças); comprar apenas de fornecedores com certificação de

Magno Monteiro Página 7


qualidade (política de compras) e atender imediatamente a qualquer reclamação
feita pelo consumidor (política de qualidade e relacionamento com cliente).

As políticas, assim como todas as decisões programadas, servem para economizar a


energia intelectual dos gerentes, evitando a solução de problemas um a um. Além disso
as políticas definem a identidade da organização.

 Procedimentos: Também chamados rotinas ou normas, são descrições detalhadas


de sequencias de atividades, que devem ser realizadas para que um objetivo
possa ser cumprido. Os procedimentos procuram reduzir ao mínimo as
possibilidades de erro e, para isso, definem com precisão o comportamento a ser
seguido. Ao contrário das políticas, os procedimentos não deixam nenhuma
margem de autonomia para os tomadores de decisões, exemplo disso são os
funcionários que devem conferir as informações e preencher os campos em
branco. No final da tela, clicar sobre o botão enviar.

Os procedimentos padronizam a conduta das pessoas, uniformizando o processo de


tomar decisões para resolver determinados tipos de problemas.

Nível de planejamento organizacional

Dependendo da abrangência e do impacto que têm sobre a organização, os


planos podem ser classificados em três níveis:

 Planos Estratégicos: É o processo de definir a missão e os objetivos da


organização, considerando as ameaças e oportunidades do ambiente e outros
fatores.
 Planos funcionais ou administrativos: São elaborados para possibilitar a
realização dos planos estratégicos. Abrangem áreas de atividades especializadas
da empresa (marketing, operações, RH, finanças) sendo responsável pelos
gerentes de cada área podendo ser auxiliada por unidades especializada.
 Planos operacionais: É o processo de definir meios para a realização de
objetivos, como atividade e recurso. Especificando as atividades e recursos que
são necessários para a realização de qualquer espécie de objetivo.

Podemos fazer a seguinte relação: Ao definir como a empresa vai atuar elaborando a
sua missão estamos tratando do plano estratégico, após a missão elaborada
definiremos os objetivos e como as ações serão realizadas em determinados setores
chamamos de planos administrativos e ao definir quais atividades e recursos
necessários para realizar as ações escolhida com controle referimos ao plano
operacional. Podemos então associar o seguinte esquema:

Magno Monteiro Página 8


Plano estratégico Plano administrativo Plano operacional

Planejamento estratégico

É o processo estruturar e esclarecer os cursos de ação da empresa e os


objetivos que deve alcançar para superar os concorrentes. A ideia de estratégia
aplica-se em todas as situações em que a realização de objetivos significa superar
um concorrente.

Então o que seria uma estratégia empresarial? Podemos então definir como
uma estratégia (caminho) que a empresa ou a organização desempenha para
sobreviver ao mercado competitivo, sobressaindo seus produtos sobre os
concorrentes em relação preço, qualidade e quantidade.

Porém como podemos iniciar a realização de um plano estratégico? O


esquema abaixo mostra como podemos iniciar o procedimento do processo de
planejamento estratégico.

Analisar as
Desempenho da
ameaças e
organização
oportunidades

Pontos fortes e
Missão/objetivo
pontos fracos
da organização
da organização
Processo de
planjemanto
estratégico

Processo de planejamento estratégico é complexo e dinâmico

Ele é definido como complexo, pois na prática pode ser realizadas em


qualquer ordem ou simultaneamente, dependendo da situação e das pessoas. E pode
ser dinâmico, quando a situação é diferente do momento anterior, fazendo assim

Magno Monteiro Página 9


uma analise para acompanhar a evolução dessas variáveis propulsoras dessas
mudanças.

Análise da situação estratégica

A avaliação ou diagnóstico da situação estratégica da organização é o ponto


de partida para a elaboração do plano estratégico, pois seus componentes a serem
considerados ajudam nas tomadas de decisões futuras como, por exemplo:

 Missão da organização até o presente


 Vantagens competitivas
 Estratégicas vigentes

Em um planejamento estratégico, como funciona a participação dos


clientes no faturamento?

A participação dos clientes no faturamento é uma das bases do planejamento


estratégico, pois Um estudo dos números de componentes dos clientes na organização,
através de seus negócios com a empresa se estão aumenta ou diminuindo fazem com
que seja possível identificar problemas e situações vantajosas, fornecendo assim uma
base para definição dos objetivos.

Participação dos produtos e serviços no faturamento: Fazendo uma análise ao longo de


um período, podemos também identificar ameaças, oportunidades, tendências e as
necessidades de decisões.

Participação do mercado: Esta informação mostra o crescimento ou declínio dos


diversos concorrentes e as preferências do consumidor ou usuários.

Análise do ambiente: ramo de negócios, mudanças tecnológicas, ações e


controle do governo, conjuntura econômica e tendências sociais.

A análise das ameaças e oportunidades do ambiente é um dos pilares do


planejamento estratégico. Pois quanto mais competitivo, instável e complexo o
ambiente, maior a necessidade dessa análise. Os componentes para facilitar essa análise
são:

Magno Monteiro Página 10


Ramo de negócios: Esse estudo fornece o comportamento das forças competitivas,
através do crescimento do mercado e da empresa, dos compradores e seus
comportamentos as linhas de produtos fornecidas pela empresa.

Mudanças tecnológicas: Ajudam nas competições do mercado e é considerado também


um importante passo para tornar o produto muito procurado, pois os avanços
tecnológicos seguem as novas tendências do mercado.

Ações e controle do governo: As políticas governamentais criam oportunidades e


ameaças que as organizações devem sempre procurar acompanhar. Essas ações é uma
forma do controle do governo impondo para que as empresa se esforce a deixar seus
produtos nas devidas exigências do mercado.

Conjuntura econômica: Diversos indicadores do funcionamento da economia mostram


sinais de ameaças e oportunidades como, por exemplo: emprego e desemprego,
demissão e admissões, taxa de juros, movimento dos negócios entre outros.

Tendências sociais: Essa variável auxilia o acompanhamento dos desejos e necessidades


dos consumidores, informando as oportunidades que podem ser geradas e as ameaças do
mercado.

Análise interna

A identificação de pontos fortes e fracos dentro da organização é outra base


do processo de planejamento estratégico. Umas das ferramentas utilizadas são:

Análise das áreas funcionais: Avalia o desempenho das áreas funcionais da organização,
focalizando especificadamente os pontos fortes e fracos em cada setor.

Benchmarking: É uma técnica por meio da qual a organização comprara o seu


desempenho com o de outra. Ou seja, uma organização procura imitar outras
organizações, concorrentes ou não para que façam algo de maneira particularmente mais
bem feita. Tem por ideia central obter vantagens competitivas.

Elaboração de um plano estratégico

A elaboração de um plano estratégico nada mais é do que a consequência da


análise das ameaças e oportunidades do ambiente e dos pontos fortes e fracos da
organização. Um plano estratégico define em três elementos básicos do futuro da
empresa eles são: missão, objetivos e estratégia.

Magno Monteiro Página 11


Processo de organização

O processo de organização é uma das funções do administrador e tem por


definição, dispor qualquer recurso em uma determinada estrutura que facilite a
realização de objetivos também podemos enfatizar que é um conjunto estruturado ou
ordenado segundo algum critério.

A estrutura organizacional pode ser representada através de um gráfico


chamado de organograma, onde no qual se encontra a divisão de trabalho: representa
as divisões das responsabilidades da organização (no organograma é representada
através de retângulos na qual cada unidade é especificada) temos também a
comunicação: fornece a interligação das unidades de trabalho e possibilita sua ação
coordenada (sua representação no organograma são as linhas que interligam os
retângulos) e por últimas autoridade e hierarquia: é o poder de decisão investido
numa pessoa ou grupo, que possibilita mobilizar o comportamento de outros para a
realização das tarefas (sua representação é dada através aos níveis em que os retângulos
estão agrupados mostrando como a autoridade é graduada).

Divisão do trabalho

É o processo na qual uma tarefa é dividida em partes, onde permite que às


organizações realize tarefas complexas. Na divisão de trabalho existem 3 aspectos
principais a considerar:

Magno Monteiro Página 12


 Responsabilidades e tarefas

Responsabilidade: São deveres e obrigações em relação a resultados,


atividades, recursos, pessoas, decisões ou padrões de conduta. Lembre-se assumir uma
responsabilidade significa garantir que o resultado será atingido.

Tarefas: Não confunda com o conceito de responsabilidade, pois tarefas são


atividades operacionais que realiza as responsabilidades imposta pela a organização ao
individuo.

 Unidade de trabalho

Departamento: É a unidade responsável por uma função ou por conjunto de


funções. A denominação genérica varia em função da hierarquia e as diferentes formas
de dividir e agrupar as unidades de trabalho também se engloba no conceito de
departamento.

O nível mais alto do processo de organizar é a divisão do objetivo principal


(missão) da organização em funções. As funções organizacionais são conjuntos de
tarefas interdependentes.

A missão da organização divide-se em funções. As funções dão origem aos


departamentos e estes aos cargos. Funções, departamentos e cargos desdobram-se em
responsabilidade e tarefas.

A unidade de trabalho é definida na seguinte figura abaixo:

Magno Monteiro Página 13


 Especialização

A especialização de um cargo refere-se na quantidade de tarefas que nele estão


contidas, ou seja, quanto menor o numero de tarefas que o ocupante tem que
desempenhar e quanto mais semelhante entre si as tarefas mais especializado é o
ocupante.

Autoridade

É o direito legal que os chefes ou gerentes têm de influenciar o comportamento


de seus subordinados bem como de utilizar ou comprometer os recursos
organizacionais. A utilização da autoridade nas organizações envolve quatro questões,
que serão analisadas a seguir: tipos de autoridades, hierarquia, amplitude de
controle e centralização ou descentralização.

Tipos de autoridade formal

 Autoridade de linha: O chefe manda uma obrigação e os subordinados


executam
 Autoridade de assessoria: Diferente da autoridade de linha, as relações se
baseiam no desempenho de funções especializadas. Esse tipo de autoridade
oriente os gerentes de linhas.
 Autoridade funcional: É o poder para determinar o que os outros devem fazer, e
não apenas simplesmente aconselhar como a autoridade de assessoria faz.

Hierarquia

A divisão de trabalho das funções até os cargos, tem como resultado a


distribuição da autoridade em níveis. Essa quantidade de níveis chama-se de número de
escalões hierárquicos.

Magno Monteiro Página 14


Amplitude e controle

Nada mais é do que o número de pessoas subordinadas a um gerente. A


amplitude de controle normalmente não é padronizada e apresenta duas alternativas
principais:

 Estrutura achatada: Grande número de subordinados por chefes e um pequeno


numero de chefes
 Estrutura aguda: Grande número de chefes e pequeno número de subordinados.

Centralização ou descentralização

Ambas possuem vantagens e desvantagens. Outra forma de usar a autoridade


pode ser adequada a diferentes situações. Na descentralização, por exemplo, permite
avaliar os gerentes com base em sua capacidade de tomar decisões e resolver problemas
produz também criatividade e engenhosidade na busca de soluções para o problema da
organização. Na centralização podemos produzir uniformidades e facilitar o controle, os
gerentes tem acesso rápido a informação e podem cuidar dos problemas a medida que
ocorrem e também reduz a duplicação de esforços.

Delegação entre pessoas

É realizada de uma pessoa para outra, com a transferência de poder de decisão


para a execução de tarefas específicas. Quanto mais tarefas e poder de decisão forem
transferidos para uma pessoa, mas autonomia ela tem. Os gerentes que sabem delegar
podem supervisionar mais pessoas e os que não conseguem são denominados
centralizadores.

Organização de linha e assessoria

Organização de linha: Não há interferência entre chefes e subordinados já na


Organização de linha e assessoria: O chefe é auxiliado por uma função de apoio, ao lado
da linha de comando.

Magno Monteiro Página 15


Comunicação

A comunicação entre as pessoas da organização podem ser feita de várias formas


entre elas podemos citar: Falada, escrita e por meio de equipamentos:

 Falada: apresentações formais, conferências, reuniões e outros.


 Escrita ou impressa: memorandos, cartazes, relatórios e outros.
 Meio de equipamento: Televisão, Fax, internet e outros.

Tipos de comunicação

Comunicação para baixo: Vai dos níveis superiores para os inferiores da hierarquia.

Comunicação para cima: Existem diferentes conteúdos, em primeiro lugar, se seguem


para cima as informações sobre o desempenho e os eventos nos níveis inferiores
também engloba atitudes e sugestões dos empregados estão entre as mais informações.

Comunicação lateral: É a que ocorre entre unidades de trabalho do mesmo nível ou


entre unidades de trabalho de níveis diferentes.

Fundamentos de direção

É definido como o processo de dirigir esforços coletivos para um propósito


comum, ou seja, coordenar as atividades para que o objetivo seja cumprido. Também
Conduz e motiva os empregados na realização das metas organizacionais.

Estilos de direção

Os estilos de direção são divididos em duas teorias principais:

 Teoria X: Pressupõe que as pessoas aversão ao trabalho e o evita sempre que


possível, em razão disso elas necessitam ser controladas, dirigidas e ameaçadas
de punição ou premiada, para se esforçar e produzir.
 Teoria Y: Pressupõe que as pessoas aceitam a responsabilidade do trabalho e
pode considerar o trabalho da mesma forma que um jogo. Para essa teoria as

Magno Monteiro Página 16


pessoas não são preguiçosas e assumem responsabilidades e são motivadas para
produzir e participar mais da organização.

Função de controle

Uma das funções principais do administrador verifica se os objetivos estão sendo


alcançada, também monitora e avalia o desempenho. O processo de controle
basicamente realiza o seguinte ciclo: As atividades fornecem informações
necessárias que podem ser comparadas e aplicadas uma ação corretiva, caso
necessita.

Comparação
Padrão de Aquisição de
e ação
controle informação
corretiva

 Padrão de controle: Necessita dos objetivos (qualitativos e quantitativos) e as


normas de comportamento.
 Aquisição de informações: Qual informação? (qualidade ou quantidade) que
são obtidas fazendo as observações e questionários.
 Comparação e ação corretiva: Avalia o andamento dos processos, podendo
auxiliar na correção caso não esteja nos padrões.

As informações produzidas no processo de controle permite tomar decisões


sobre novos objetivos e novos padrões de controle. Assim como o controle
complementa o planejamento, o inverso também ocorre. Logo:

Planejamento Controle

Magno Monteiro Página 17

Você também pode gostar