IBRAM 4aedicao Informacoes e Analises Da Economia Mineral Brasileira Port
IBRAM 4aedicao Informacoes e Analises Da Economia Mineral Brasileira Port
E S E A N Á
F O R MA Ç Õ S I L E I R A
IN E R A L B R A
I A M I N
ECONOM 4° EDIÇ
ÃO
Você tem em mãos a 4ª edição do Sistema de Informações e Análises da Economia Mineral
Brasileira, organizado pelo IBRAM - Instituto Brasileiro de Mineração.
O trabalho apresenta estatísticas e análises sobre catorze bens minerais, além de uma con-
solidação de informações geradas pela Indústria da Mineração Brasileira.
Você tem acesso às informações estatísticas e econômicas do IBRAM sobre Produção, Reser-
vas Minerais, Preço de Mercado, Dados de Comércio Exterior, Investimentos na Produção e
Consumo dos bens minerais avaliados.
A proposta é estender a abordagem para cada vez mais substâncias minerais e, assim, orga-
nizar o mais completo banco de dados sobre a Economia Mineral, capaz de comprovar
com números os benefícios oferecidos pela Indústria da Mineração à economia
e ao bem-estar os brasileiros.
BRASIL
PRODUÇÃO
Produção Mineral Brasil Em 2008, a Produção Mineral Brasileira alcançou R$ 51 bilhões, um aumento
de 11%, se comparada a 2007, que foi de R$ 46 bilhões, excluídos Petróleo e
Gás. Cabe destaque à produção de Minério de Ferro, que registrou aumento
acima de 6% em quantidade produzida. Se considerarmos a indústria da mi-
neração e transformação mineral, o valor da Produção Mineral Brasileira al-
cançou R$ 152 bilhões, um valor 13% maior do que em 2007 (R$ 134 bilhões).
COMÉRCIO EXTERIOR
O saldo estimado (exportações - importações) do setor mineral (bens primá- Evolução do saldo setor mineral (somente bens primários, excluídos Petróleo e Gás)
rios, sem transformação, excluídos Petróleo e Gás) em 2008 alcançou novo
recorde de US$ 13 bilhões, representando 52% do saldo total do comércio
exterior do País, que foi de US$ 25 bilhões.
Fonte: PNUD
2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008
Evolução da 136 160 174 250 326 406 466 547 857
A indústria da mineração está presente em aproximadamente
CEFEM
1.500 cidades. De acordo com o PNUD, esses municípios apresentam
Fonte: DNPM. Em milhões de R$
Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) maior do que o de seus
Em 2008, a arrecadação da CFEM bateu um novo recorde: R$ 857 respectivos Estados.
milhões, ou seja, 57% superior à de 2007, que foi de R$ 547 milhões.
A combinação de uma desaceleração global – causada pela crise financeira internacional – com a queda dos preços das matérias primas ameaça reverter
a tendência de crescimento iniciada a partir do ano 2000
Se a economia chinesa continuar crescendo, ajudará a manter o crescimento das economias da América Latina. O governo chinês colocou em prática
um pacote econômico de investimentos em infraestrutura que atingem US$ 500 bilhões nos próximos anos. Com isso, o mercado já sentiu uma recupe-
ração no preço das commodities minerais em 2009.
Após o segundo semestre de 2009, já é possível identificar uma recuperação econômica também nos mercados do Japão e dos países europeus.
Fonte: DNPM/MTE
INVESTIMENTOS
em US$ 1.000.000
* Agregador
PRODUÇÃO
Produção Mundo x Brasil O Brasil é o terceiro maior produtor de Minério de Bauxita, com produção, em 2008,
de 26,6 milhões de toneladas, o que significa 13% da produção mundial, que foi de 205
milhões de toneladas. A Austrália é líder em produção, com 63 milhões de toneladas.
em 2008, que correspondem a 31% da produção global, seguida da China com 16%.
Principais empresas produtoras no Brasil: MRN 70%, CBA 12%, Vale 12% e outros 6%.
Fonte: USGS/DNPM/ABAL
RESERVAS PREÇOS
IMPORTAÇÃO E EXPORTAÇÃO
Preços por US$/Ton Fonte: DNPM
Fonte: Aliceweb e DNPM
INVESTIMENTOS
A CBA deve investir US$ 100 milhões em nova unidade de mineração de
CONSUMO Bauxita em Miraí (MG) para produzir 3 milhões de toneladas/ano.
O mercado consumidor do Minério de Bauxita é formado por, principal- No Pará, a Vale investirá no desenvolvimento da mina de Paragominas III,
mente, refinarias de alumina, insumo base para a produção de Alumínio. que será concluída até 2011. O valor total é de US$ 612 milhões.
A Alcoa tem projeto para extrair, da mina Juruti (PA), 2,6 milhões de ton/
ano de Bauxita a partir de 2010, podendo esse total ser expandido para
12 milhões de ton./ano. O investimento foi de US$ 1,6 bilhão. O projeto
integrado compreende a exploração da mina e a construção de porto, ro-
dovia e ferrovia.
PRODUÇÃO
Produção Mundo × Brasil O Brasil é o sexto maior produtor de Caulim, com aproximadamente
2,8 milhões de toneladas em 2008, cerca de 6% da produção mundial, que é
de 44,7 milhões de toneladas, aproximadamente. Os Estados Unidos são os
maiores produtores globais.
Fonte: DNPM
RESERVAS PREÇOS
IMPORTAÇÃO E EXPORTAÇÃO
Preços por US$/Ton. FOB Fonte: Aliceweb
Fonte: Aliceweb e DNPM
em mil toneladas
CONSUMO INVESTIMENTOS
Fonte : DNPM
CHUMBO
PRODUÇÃO
O Brasil é o décimo sexto maior produtor de Chumbo, com aproximada-
mente 25.000 toneladas em 2008. Essa quantidade representa 0,7% da
produção mundial, que foi de 3,8 milhões de toneladas. A China é o maior
produtor mundial, com 1,5 milhão de toneladas, seguida pela Austrália, Ano 2005 2006 2007 2008
com 570 mil e pelos EUA, com 444 mil toneladas. P. Mundial 3.124 3.474 3.550 3.800
P. Brasil 24 25 25 25
A produção do metal secundário, no Brasil, alcançou 142.450 toneladas % 0,76% 0,72% 0,70% 0,66%
em 2008, representando 3,2% da produção mundial. O metal secundá- Em mil ton./ano de concentrado
rio é obtido a partir de reciclagem de material usado, especialmente de
baterias automotivas, industriais e das telecomunicações em usinas refi-
nadoras nas regiões Nordeste (PE), Sul (RS e PR) e Sudeste (SP, RJ, e MG).
Fonte: USGS/DNPM
PREÇOS
US$/Ton
RESERVAS
IMPORTAÇÃO CONSUMO
PRODUÇÃO
RESERVAS PREÇOS
Ano 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 Preço do Minério de Cobre US$/Ton.
R.Mundo 650 950 950 950 950 950 950
R.Brasil* 15,3 15,5 15,3 15,8 15,4 15,4 15,4
Em Milhões de Ton Cobre Contido * Medida + indicada
Fonte: DNPM/USGS
Por meio dos projetos Salobo, Sossego e outros (Vale), que vão
produzir cerca de 400 mil ton/ano até 2012 e os das empresas
Mineração Caraíba e Mineração Maracá, o Brasil poderá se tornar
auto suficiente e exportador do metal.
em mil/Ton
CONSUMO INVESTIMENTOS
A Vale investirá no projeto “118”, que possui capacidade de
produção média estimada de 36 mil toneladas anuais de
A maior consumi-
Cobre e custo total de US$ 232 milhões. A previsão é que o
dora do Minério de
projeto “118” entre em operação em 2009.
Cobre é a indústria
metalúrgica, princi-
Os investimentos na mina de Salobo vão alcançar US$ 1,1
palmente a área de
bilhão. No primeiro estágio (conclusão em 2010) serão pro-
construção civil e de
duzidas 100.000 ton/ano de Cobre concentrado.
cabos e fios.
A Caraíba Metais tem planos de investimentos de US$ 150
milhões para aumentar a produção de Cobre primário.
ESTANHO
PRODUÇÃO
Produção Mundo x Brasil O Brasil é o sétimo maior produtor de Minério de Estanho (Sn), com produ-
ção aproximada de 15 mil toneladas de Sn contido em 2008. Esse volume
representa 4% da produção global, que foi de 330 mil toneladas. A China é
o maior produtor, com 150 mil toneladas.
Fonte: USGS/DNPM
RESERVAS PREÇOS
EXPORTAÇÃO
CONSUMO
Um dos componentes do bronze, o Estanho é um dos mais antigos metais conhecidos (Era do Bronze). É utilizado na produção de diversas ou-
tras ligas metálicas. Também é usado para cobertura, para proteger outros metais e ainda em embalagens (latas e envolturas).
FERRO
PRODUÇÃO
Ano 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008
Produção Mundo x Brasil
P. Brasil 237 214 264 262 278 317 350 370
P. Mundial 1.060 1.080 1.160 1.340 1.540 1.712 1.900 2.200
% 22% 19,8% 22,7% 19,5% 18% 18,5% 18,4% 17%
Colocação BR 2° 2° 2° 2° 2° 2° 2° 2°
Em Milhões de ton/ano Fonte: Sinferbase/USGS/DNPM
RESERVAS PREÇOS
Ano 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007
R.Medida 15,1 14,8 15,6 15,5 15,8 15,8 22,5
R.Indicada 9,7 10,3 11,3 10,9 10,7 10,7 10,7 Preço do
Em bilhões de ton Fonte: DNPM
Minério de
As reservas medidas e indicadas de Minério de Ferro no Brasil al- Ferro
cançam 33 bilhões de toneladas, situando o País em quinto lugar US$/Ton
em relação às reservas mundiais de 370 bilhões de toneladas.
Entretanto, considerando-se as reservas em termos de ferro con-
tido no minério, o Brasil assume lugar de destaque no cenário
* Preços por Ton. Seca
internacional. Esse fato ocorre devido ao alto teor encontrado Longa em US$ – 2008 –
nos minérios Hematita (60% de Ferro), predominante no Pará, e Brasil/China
Itabirito (50% de Ferro), predominante em Minas Gerais. Fonte: EconStats
COMÉRCIO EXTERIOR
As exportações brasileiras de bens primários de Ferro em 2008 atingiram 282 milhões de toneladas, com um valor FOB de US$ 16,5 bilhões.
Isso representa um aumento de 4,8% em quantidade e de 57% no valor das exportações, em comparação com 2007.
CONSUMO INVESTIMENTOS
O mercado consumidor de Minério de Ferro é formado, principalmente, pelas indústrias O total de investimentos previstos para os próximos
siderúrgicas. cinco anos é de US$ 32 bilhões. Alguns dos projetos
principais:
CONTINUAÇÃO
A companhia Mhag vai investir US$ 600 milhões (mina, terminal de A Vale vai investir US$ 163 milhões para expandir a capacidade da Estrada
carregamento) em quatro anos para ampliar a produção em Jucurutu (RN) de Ferro Vitória a Minas (EFVM), e ainda investirá US$ 341 milhões para
para 6 milhões de ton/ano. construir uma nova planta de pelotização em MG. O total dos investimen-
tos para esses projetos é de US$ 1,5 bilhão. A empresa ainda vai investir
A CSN deve dobrar sua produção de Minério de Ferro até 2009. A recém- US$ 622 milhões para expandir a capacidade de transporte da Estrada de
adquirida CFM deve produzir 8 milhões/ton em 2009. A companhia fará Ferro Carajás (EFC) de 70 milhões/ton/ano para 160 milhões/ton/ano.
investimento de R$ 2,2 bilhões para aumentar a capacidade da Mina Casa
Pedra, que passará dos atuais 16 milhões para 45 milhões/ton em 2010 e O projeto da Vale “Carajás Serra Sul”, localizado na serra Sul de Carajás, no
53 milhões/ton em 2012. A CSN prevê exportar 30 milhões/ton em 2009. Pará, consumirá investimentos de US$ 11 bilhões em mina, planta, ferrovia
e porto. Sua capacidade de produção se elevará para 90 milhões de tone-
A Vale está investindo US$ 1,3 bilhão para aumentar a capacidade de pro- ladas/ano, a partir do primeiro semestre de 2012.
dução de Carajás para 130 milhões de toneladas até 2011.
London Mining
Foi vendida para a siderúrgica ArcelorMittal. Hoje produz 500 mil ton/ano de granulado. A empresa planeja investir até US$ 700 milhões para elevar a
produção no médio prazo para 10 milhões de toneladas métricas anuais. A siderúrgica também fechou acordo (sujeito a contrato) com a canadense
Adriana Resources Inc. para o desenvolvimento de transporte marítimo de Minério de Ferro pelo Estado do Rio de Janeiro.
Mineração Corumbaense
Produz 2 milhões de toneladas/ano na mina de Corumbá (MCR), usa transporte fluvial (rios Paraguai e Paraná) e marítimo. Produção para siderúrgicas na
Europa (Arcelor) e na Argentina (Sidepar). Pretende produzir 15 milhões ton/ano até 2014. Esse projeto foi adquirido pela Vale.
Mineração J. Mendes
A empresa foi recém-adquirida pela Usiminas. O plano da siderúrgica é investir cerca de US$ 2 bilhões para elevar sua produção de 5 milhões para 29
milhões de toneladas ao ano a partir de 2013.
V&M Mineração
Produz 3 milhões de toneladas na mina de Pau Branco, que tem capacidade de 4 milhões ton/ano. O minério é usado na siderúrgica da V&M.
MMX
Produz 3 milhões de ton/ano (AVG e Corumbá). Em Corumbá, o minério é o granulado e o escoamento é feito por transporte rodoviário e ferroviário até
o porto na Argentina e daí segue para outros mercados. O Sistema Minas–Rio começará a produzir pellet feed em 2010 e será escoado pelo mineroduto
a ser construído até o porto do Açu em São João da Barra (RJ).
CSN
Produz 20,5 milhões de ton/ano, sendo 16 milhões na Mina Casa de Pedra e 4,5 milhões na CFM. No caso da Mina Casa de Pedra, metade da produção
é consumida pela siderúrgica da CSN, 25% são exportados e o restante fica em estoque. A parte exportada é escoada via Porto de Itaguaí (RJ).
Vale
A previsão da Vale para 2009 é produzir 300 milhões de toneladas de finos e granulados. Até 2012, a produção da empresa atingirá a meta de 400 milhões.
Ferrous
Depois de adquirir jazidas de Ferro em Minas Gerais, a Ferrous, controlada por fundos de investimento estrangeiros, prevê o aporte de quase
US$ 6 bilhões até 2014 na construção de um complexo integrado por minas, mineroduto, porto e pelotizadoras. Assim, deverá produzir 50 milhões de
toneladas anuais.
FOSFATO
PRODUÇÃO
Produção Mundo x Brasil O Brasil é o sexto maior produtor de Fosfato, com produção aproximada de
6,34 milhões de toneladas de concentrado em 2008. Esse volume representa
4,3% da produção mundial estimada, que foi de 167 milhões de toneladas.
A China é a líder em produção, com 50 milhões de toneladas.
Fonte: USGS/DNPM
RESERVAS PREÇOS
Preço da Rocha Fosfática
IMPORTAÇÃO E EXPORTAÇÃO
Preços US$/Ton FOB
CONSUMO
INVESTIMENTOS
A rocha fosfática é utilizada principalmente na fabricação de
fertilizantes, embora também seja insumo para a fabricação de
sabão, detergentes e outros produtos de limpeza e de ração ani- Os investimentos previstos na exploração de fosfato totalizam
mal. O Brasil é o 4º consumidor mundial de fertilizantes, ficando US$ 2 bilhões até 2013. Os principais projetos são:
atrás apenas da China, da Índia e dos Estados Unidos.
Fosfértil: expansão das minas em Catalão (GO) e Tapira (MG), com in-
O Fósforo é um elemento essencial à nutrição de plantas e ani- vestimentos previstos de US$ 280 milhões; e em Patrocínio (MG) com
mais. Faz parte do grupo dos macronutrientes primários: Nitro- investimentos de US$ 1.100 milhões.
gênio, Fósforo e Potássio, os quais são imprescindíveis para o de-
senvolvimento das plantas. Não existe substituto para o Fósforo IFC/Bunge/Yara: expansão de mina em Anitápolis (SC), com investimen-
na agricultura, sendo que as rochas fosfáticas são sua única fonte. tos previstos de US$ 300 milhões.
PRODUÇÃO
O Brasil é o nono maior produtor de Potássio, com produção aproximada de 383 mil toneladas em 2008, uma queda de 18% em relação a 2007, devido
à paralisação das operações da Vale em Taquari-Vassouras (SE) em novembro. Esse volume representa 1% da produção mundial estimada, de 36 mi-
lhões de toneladas. O Canadá é líder em produção, com 11 milhões de toneladas.
A produção de Potássio fertilizante no Brasil, iniciada em 1985, está restrita ao complexo mina/usina Taquari–Vassouras e esteve a cargo da Petrobrás
Mineração S/A – Petromisa, até outubro de 1991. Em face à extinção da Petromisa, todos os direitos minerários passaram para a Petrobrás, por meio
de cessão de direitos. Assim, a Petrobrás arrendou à Vale os direitos referentes à concessão de lavra, que inclui o complexo mina/usina de Taquari–
Vassouras, por um prazo de 25 anos.
Fonte: USGS/DNPM
PREÇOS
RESERVAS
CONSUMO
O principal uso do Cloreto de Potássio é como fertilizante, apresentando-se o setor agrícola como responsável pela maior demanda desse produto.
O sulfato de Potássio e o sulfato duplo de Potássio e Magnésio também são usados, em menor proporção, na agricultura em culturas específicas. Em
termos mundiais, mais de 95% da produção de Potássio são utilizados como fertilizante, sendo 90% dessa produção apresentados na forma de cloreto
de Potássio. O restante é consumido pela indústria química.
O Brasil é o maior consumidor desse minério. A produção brasileira, embora tenha crescido nos últimos anos, encontra-se ainda muito abaixo da
demanda interna. A produção supre, apenas, 9% dessa demanda. O restante, 91%, é importado.
INVESTIMENTOS
A Vale já concluiu a perfuração de dois poços na sub-bacia evaporítica Taquari–Vassouras, com vistas à implementação de um teste piloto, visan-
do a definir a viabilidade do aproveitamento dos depósitos de Carnalita, por processo de dissolução. O teste será realizado até fevereiro de 2010.
Caso tenha resultado positivo, o projeto será iniciado em dezembro de 2013, com produção anual estimada de 1,2 mt de cloreto de potássio/ano.
MANGANÊS
PRODUÇÃO
Produção Mundo x Brasil O Brasil é o segundo maior produtor de Minério de Manganês, com aproxi-
madamente 2,4 milhões de toneladas de concentrado em 2008. Esse núme-
ro representa 18% da produção mundial, que foi de 14 milhões de toneladas.
A África do Sul é a maior produtora desse minério.
Fonte: USGS/DNPM
RESERVAS PREÇOS
Ano 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007
R.Medida 73 76 91 289 307 288 292
R.Indicada 88 85 39 254 265 278 278
Em mil ton
Fonte: DNPM
EXPORTAÇÃO
Em mil ton.
CONSUMO INVESTIMENTOS
PRODUÇÃO
Ano 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008
Produção Mundo x Brasil
P. Mundial 42 44 42 43 62 74 85 89
P. Brasil 39 40 38 39 58 71 81 86
% 93% 91% 90% 91% 93% 96% 95% 96%
Colocação BR 1° 1° 1° 1° 1° 1° 1° 1°
Em mil ton./ano - Columb e Pirocloro
RESERVAS PREÇOS
Ano 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007
R. Brasil* 4,3 4,6 4,2 4,6 4,5 4,5 5,2 5,2
Fonte: DNPM
Em Milhões de ton * Medida + indicada
EXPORTAÇÃO
O produto mais exportado pelo Brasil é o Ferro-Nióbio, com mais de 90% das exportações de Nióbio e derivados. Em 2008, o total exportado foi de 78.000
toneladas, com uma receita para o País de US$ 1,7 bilhão. (Fonte: AliceWeb)
CONSUMO
Oitenta por cento da produção do Nióbio destina-se ao preparo de ligas Ferro-Nióbio, dotadas de elevados índices de elasticidade e alta resistência a choques,
como devem ser os materiais usados em pontes, dutos, locomotivas etc. Em função das propriedades refratárias e da resistência à corrosão, o Nióbio é ainda
solicitado para o preparo de superligas, usadas na indústria aeroespacial (turbinas a gás, canalizações etc.), bem como na construção de reatores nucleares e res-
pectivos aparelhos de troca de calor. O Nióbio ainda entra na composição das ligas supracondutoras de eletricidade e, mais recentemente, no processo de pro-
dução de lentes óticas. O Nióbio também é utilizado na produção do aço inoxidável e na fabricação de magnetos para tomógrafos de ressonância magnética.
INVESTIMENTOS
PRODUÇÃO
O Brasil é o sétimo maior produtor de Níquel, com 85.000 toneladas em
2008, aproximadamente. A Rússia é a maior produtora, com 19% do vo-
lume total, seguida por Canadá, com 15%, pela Austrália, com 11% e pela
Indonésia, com 9%.
RESERVAS PREÇOS
Ano 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 Preços US$/ton
IMPORTAÇÃO E EXPORTAÇÃO
O preço do Níquel passou de US$ 50.000/ton em maio/2007 e recuou para US$ 17.000/ton em outubro/08.
Fonte: London Metal Exchange-LME
CONSUMO
INVESTIMENTOS
Vale – Os investimentos previstos para este ano no projeto Onça Puma, em A Mirabela Mineração vai iniciar a extração de Níquel na Bahia (Ipiaí e Itagibá)
Ourilândia do Norte, totalizam US$ 597 milhões. A mina deverá entrar em ope- em 2009. Os investimentos serão de US$ 225 milhões. A produção será de 160
ração em 2011, com capacidade de produção de 58 mil toneladas anuais de mil ton/ano de concentrado. A exportação será feita pelo porto de Ilhéus.
Níquel na forma de Ferro-Níquel. O investimento total no projeto é estimado
em US$ 2,3 bilhões. A Anglo American deverá iniciar até 2011 o projeto de exploração de uma
reserva de Níquel localizada no município paraense de São Félix do Xingu, com
A Anglo American instala o seu projeto para produção de Ferro-Níquel em Bar- um investimento entre US$ 2,5 bilhões e US$ 3 bilhões.
ro Alto (GO). O investimento previsto é de US$ 1,5 bilhão. A capacidade de
produção de Barro Alto será de 36 mil ton/ano de Níquel contido em liga de
Ferro-Níquel. A produção atingirá o auge em 2011, envolvendo 3,5 mil traba-
lhadores no processo.
OURO
PRODUÇÃO
Brasil é o décimo terceiro maior produtor de Ouro, com produção de aproximadamente 54 toneladas em 2008. A China é a maior produtora,
com 295 toneladas (12% da produção mundial), seguida pela África do Sul, com 11%, pela Austrália, com 10% e pelos EUA, com 9,8%.
Principais empresas produtoras no Brasil: Anglo Gold Ashanti 24%, Yamana Gold 22%, Kinross 16%, outros 24% e a produção em garimpos 11%.
No Brasil, os principais Estados produtores são: MG (39,7%), GO (23,9%), PA (10,1%) e BA (9,8%)
RESERVAS PREÇOS
Ano 2004 2005 2006 2007
R.Mundo 42.000 42.000 42.000 47.000
Brasil* 1.430 1.720 1.720 1.950
Em Ton * Medida + indicada
Fonte: DNPM/USGS
CONSUMO
No Brasil, o maior consumo desse minério é pelo mer-
cado de ativos financeiros (79%), seguido da indústria
metalúrgica (9,5%), da joalheria (7,1%) e outros (4,4%). Fonte: US$/oz – LBMA London Bullion Market
Preços US$/Libra peso
Fonte: Ux Consulting
EXPORTAÇÃO
em toneladas
INVESTIMENTOS
A Rio Paracatu Mineração (RPM), que pertence à canadense Kinross, pretende triplicar a produção no Brasil, para isso, investiu US$ 540 milhões em
um projeto de expansão.
A AngloGold Ashanti concluirá o plano de investimentos de US$ 350 milhões, nos próximos três anos, para ampliar a capacidade de produção das
minas de Cuiabá e Lamego, localizadas em Minas Gerais. A expectativa é que a produção salte das atuais 5,2 ton para 8,5 ton/ano.
O grupo canadense Yamana Gold, controlador de duas mineradoras na Bahia, vai investir mais de US$407 milhões, nos próximos dois anos, na expan-
são e manutenção de seus negócios no Estado, incluindo a implantação de uma nova unidade no município de Santaluz. A filial Jacobina Mineração
e Comércio, na mesma cidade, vai mais do que triplicar a produção, saltando de 60 mil para 200 mil onças (medida de peso equivalente a 28,3g) de
Ouro por ano, enquanto que na Mineração Fazenda Brasileiro, em Teofilândia, o volume anual passará de 80 mil para 100 mil onças.
URÂNIO
PRODUÇÃO
Produção Mundo
O Brasil é o décimo segundo maior produtor de Urânio, de acordo com
as Indústrias Nucleares do Brasil (INB). A produção é de cerca de 230 ton/
ano de U3O8 (concentrado de Urânio), podendo atingir a capacidade
nominal de 400 ton/ano. A produção atende à demanda das usinas nu-
cleares Angra I e Angra II, porém, a demanda do País é de 430 ton/ano.
O Canadá é o maior produtor mundial, com 11 mil ton, seguido pela Aus-
trália, com 10 mil ton e pelo Cazaquistão, com 7,8 mil toneladas/ano.
Esses três países são responsáveis por mais da metade da produção de
Urânio. O Cazaquistão anunciou que pretende dobrar a produção nos pró-
ximos três anos a 15 mil toneladas, tornando-se o maior produtor mun-
dial. A demanda global por Urânio é de 67 mil toneladas/ano e a expectativa,
segundo a WNA-World Nuclear Association, é que a procura dobre até 2030.
RESERVAS
O Brasil possui a sétima maior reserva, que alcança 310 mil toneladas,
ou seja, 7% das 4,41 milhões de toneladas do planeta. Santa Quitéria
(CE) é a segunda reserva a ser explorada no Brasil. A primeira foi a de
Caetité (BA); outras reservas inexploradas estão em Pitinga (AM) e em
Rio Cristalina (PA), segundo a INB.
PREÇOS
CONSUMO
Participação da Energia Nuclear na Geração de Energia Elétrica Os maiores consumidores de Urânio são as usinas nucleares. O Urânio é
usado para alimentar os reatores na geração de energia elétrica, que já
respondem por 18% da energia elétrica do mundo.
A Equivalência Energética
1KG de Urânio = 10ton de Petróleo = 20ton de Carvão
FLEXIBILIZAÇÃO DO MONOPÓLIO
PRODUÇÃO
Produção Mundo X Brasil O Brasil é o décimo segundo maior produtor de Minério de Zinco, com
produção aproximada de 199 mil toneladas de concentrado em 2008. Esse
volume representa 1,8% da produção mundial, que foi de 11,3 milhões
de toneladas. A China é a maior produtora, com 3,2 milhões de toneladas
em 2008 ou 28% da produção global. Na sequência, vêm o Peru com 12%,
e a Austrália, com 13%.
Fonte: USGS/DNPM
RESERVAS PREÇOS
IMPORTAÇÃO E EXPORTAÇÃO
Fonte: Aliceweb e DNPM
Em mil toneladas
CONSUMO INVESTIMENTOS
O Zinco tem grande variação de utilização, destacando-se o processo A Votorantim Metais suspendeu temporariamente o projeto de R$ 763
de galvanização (anticorrosão) na proteção de peças metálicas, prin- milhões, para ampliar sua produção de Zinco em Minas Gerais. Metade
cipalmente o aço. Esse uso corresponde a 49% do consumo nacional. dos recursos, R$ 369 milhões, seriam para ampliar de 152 mil toneladas
Mas o Zinco também é matériaprima para ligas metálicas, além de ser para 200 mil toneladas a extração de Zinco contido por ano nas minas
utilizado em pigmentos, pilhas secas e outros. Em 2006, segundo o Ins- em Vazante. O restante seria aplicado em equipamentos para aumentar
tituto Brasileiro de Siderurgia (IBS), os principais setores consumidores a capacidade de beneficiamento da metalurgia instalada em Três Ma-
de chapas zincadas a quente e chapas eletrogalvanizadas foram: auto- rias, de 180 mil para 260 mil toneladas de Zinco metálico por ano.
mobilístico (39,9%); construção civil (13,1%); utensílios domésticos e
comerciais (7,6%), com destaque para os eletrodomésticos.
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