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Profª Ma. Carolina Shimomura Nanya – Universidade Federal de São Carlos
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Prof. Me. Daniel da Silva Miranda – Universidade Federal do Pará
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Prof. Me. Douglas Santos Mezacas -Universidade Estadual de Goiás
Prof. Dr. Edwaldo Costa – Marinha do Brasil
Prof. Me. Eliel Constantino da Silva – Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita
Profª Ma. Fabiana Coelho Couto Rocha Corrêa – Centro Universitário Estácio Juiz de Fora
Prof. Me. Felipe da Costa Negrão – Universidade Federal do Amazonas
Profª Drª Germana Ponce de Leon Ramírez – Centro Universitário Adventista de São Paulo
Prof. Me. Gevair Campos – Instituto Mineiro de Agropecuária
Prof. Me. Guilherme Renato Gomes – Universidade Norte do Paraná
Profª Ma. Jaqueline Oliveira Rezende – Universidade Federal de Uberlândia
Prof. Me. Javier Antonio Albornoz – University of Miami and Miami Dade College
Profª Ma. Jéssica Verger Nardeli – Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho
Prof. Me. José Luiz Leonardo de Araujo Pimenta – Instituto Nacional de Investigación Agropecuaria Uruguay
Prof. Me. José Messias Ribeiro Júnior – Instituto Federal de Educação Tecnológica de Pernambuco
Profª Ma. Juliana Thaisa Rodrigues Pacheco – Universidade Estadual de Ponta Grossa
Prof. Me. Leonardo Tullio – Universidade Estadual de Ponta Grossa
Profª Ma. Lilian Coelho de Freitas – Instituto Federal do Pará
Profª Ma. Liliani Aparecida Sereno Fontes de Medeiros – Consórcio CEDERJ
Profª Drª Lívia do Carmo Silva – Universidade Federal de Goiás
Prof. Me. Luis Henrique Almeida Castro – Universidade Federal da Grande Dourados
Prof. Dr. Luan Vinicius Bernardelli – Universidade Estadual de Maringá
Profª Ma. Marileila Marques Toledo – Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri
Prof. Me. Rafael Henrique Silva – Hospital Universitário da Universidade Federal da Grande Dourados
Profª Ma. Renata Luciane Polsaque Young Blood – UniSecal
Profª Ma. Solange Aparecida de Souza Monteiro – Instituto Federal de São Paulo
Prof. Me. Tallys Newton Fernandes de Matos – Faculdade Regional Jaguaribana
Prof. Dr. Welleson Feitosa Gazel – Universidade Paulista
Dados Internacionais de Catalogação na Publicação (CIP)
(eDOC BRASIL, Belo Horizonte/MG)
A185 Ações de saúde e geração de conhecimento nas ciências médicas
[recurso eletrônico] / Organizadora Marileila Marques Toledo. –
Ponta Grossa, PR: Atena, 2020.
Formato: PDF
Requisitos de sistema: Adobe Acrobat Reader
Modo de acesso: World Wide Web
Inclui bibliografia
ISBN 978-65-86002-49-2
DOI 10.22533/at.ed.492201303
1. Medicina – Pesquisa – Brasil. 2. Saúde - Brasil. 3. Diagnóstico.
I. Toledo, Marileila Marques.
CDD 610.9
Elaborado por Maurício Amormino Júnior – CRB6/2422
Atena Editora
Ponta Grossa – Paraná - Brasil
www.atenaeditora.com.br
[email protected]APRESENTAÇÃO
A coleção “Ações de Saúde e Geração de Conhecimento nas Ciências Médicas”
é uma obra que tem como foco principal a discussão científica por intermédio de
trabalhos diversos que trazem implicações práticas, alicerçadas teoricamente.
A intenção desta obra é apresentar a pluralidade de saberes e práticas por
meio de estudos desenvolvidos em diversas instituições de ensino e de pesquisa
do país. O e-book reúne pesquisas, relatos de casos e revisões que transitam nas
várias especialidades e na multidisciplinaridade, constituindo-se em uma importante
contribuição no processo de produção de conhecimento.
A coletânea está organizada em três volumes com temas diversos. O volume 1
contém 25 capítulos que representam ações de saúde por meio de relatos de caso
e relatos de experiência vivenciados por universitários, docentes e profissionais
de saúde, além de práticas de pesquisa acerca de estratégias ou ferramentas que
envolvem o escopo do livro.
O volume 2 contém 27 capítulos que tratam de pesquisas que utilizaram como
fonte vários dados obtidos no Departamento de Informática do Sistema Único de
Saúde (DATASUS), em sua maioria, além de dados de instituições de saúde e de
ensino e estudos experimentais. O volume 3 contém 21 capítulos e é constituído por
trabalhos de revisão de literatura.
Deste modo, esta obra apresenta uma teoria bem fundamentada nos resultados
práticos obtidos pelos diversos autores, bem como seus registros de desafios e
inquietações, de forma a contribuir para a construção e gestão do conhecimento. Que
estes estudos também auxiliem as tomadas de decisão baseadas em evidências e
na ampliação e fortalecimento de ações de saúde já em curso.
Uma ótima leitura a todos!
Marileila Marques Toledo
SUMÁRIO
CAPÍTULO 1................................................................................................................. 1
ADENOCARCINOMA PULMONAR PRIMÁRIO COM METÁSTASE EM MAMA -
RELATO DE CASO
Thaís Oliveira Nunes da Silva
Petra Samantha Martins Cutrim
Vitor Ferreira Gerude
Byanca Pereira Borges
Ilanna Cliscia Vieira de Almeida
Igor Marcelo Castro e Silva
Monique Santos do Carmo
DOI 10.22533/at.ed.4922013031
CAPÍTULO 2................................................................................................................. 7
AVALIAÇÃO NUTRICIONAL E SUA CONTRIBUIÇÃO PARA O CUIDADO
MULTIPROFISSIONAL DO PACIENTE: ABORDAGENS, PRINCÍPIOS E PRÁTICAS
Luis Henrique Almeida Castro
Cristiane Martins Viegas de Oliveira
Daiana Andrade dos Santos
Fernanda Viana de Carvalho Moreto
Franciellem Menezes de Assunção
Geanlucas Mendes Monteiro
Giseli Patalo
Giseli Vitoriano
Lucas Rodrigues Santa Cruz
Mi Ye Marcaida Olimpio
Raquel Borges de Barros Primo
Thiago Teixeira Pereira
DOI 10.22533/at.ed.4922013032
CAPÍTULO 3............................................................................................................... 20
CONHECIMENTO DOS ACADÊMICOS DE ODONTOLOGIA SOBRE A HANSENÍASE
EM UMA INSTITUIÇÃO DE ENSINO SUPERIOR BRASILEIRA
Jhessyca Silva de Oliveira
Ana Larissa Araujo Nogueira
Eduarda Gomes Bogea
Raissa Sousa da Silva
Carlene de Jesus Alves da Silva
Nayra Regina Mendonça Ramos
Adenilma Medeiros Lopes de Sousa
Ingredy de Sousa Silva
Albert Mendonça Abreu
DOI 10.22533/at.ed.4922013033
CAPÍTULO 4............................................................................................................... 35
CONSULTA DE ENFERMAGEM NA ATENÇÃO PRIMÁRIA À SAÚDE: PERCEPÇÃO
DO USUÁRIO
Cícera Gláucia Araujo Vilar Costa
Raimunda Alves Correia
Tiago Sousa Araújo
Monalisa Martins Querino
Monaisa Martins Querino
SUMÁRIO
Sheyla Maria Lima da Silva
Danielle Targino Gonçalves Moura
Joanacele Gorgonho Ribeiro Nóbrega
Janne Eyre Bezerra Torquato
Andressa Gonçalves da Silva
Kelry da Silva Teixeira Aurélio
Woneska Rodrigues Pinheiro
DOI 10.22533/at.ed.4922013034
CAPÍTULO 5............................................................................................................... 55
CUIDADOS PALIATIVOS NA ATENÇÃO PRIMÁRIA À SAÚDE: HABILIDADES,
COMPETÊNCIAS E OS DESAFIOS PARA A FORMAÇÃO PROFISSIONAL
Luís Paulo Souza e Souza
Patrícia Silva Rodriguez
Gabriel Silvestre Minucci
Antônia Gonçalves de Souza
André Marinho Vaz
Luciana Caetano Botelho Salomão
Ellen Brandão Leite Faria
Tamara Figueiredo
DOI 10.22533/at.ed.4922013035
CAPÍTULO 6............................................................................................................... 65
DILEMAS BIOÉTICOS, ESPIRITUALIDADE, FORMAÇÃO PROFISSIONAL E A
INTER-RELAÇÃO COM PACIENTE
Wagner Couto Assis
Kay Amparo Santos
Larissa de Oliveira Vieira
Mirella Santos Alves
Rita Narriman Silva de Oliveira Boery
Jennifer Santos Pereira
Alba Benemérita Alves Vilela
DOI 10.22533/at.ed.4922013036
CAPÍTULO 7............................................................................................................... 78
DISFUNÇÃO VENTRICULAR APICAL TRANSITÓRIA EM PACIENTE JOVEM –
RELATO DE CASO
Anne Dollores Sousa Jardim Nascimento
Dhalia Mesquita de Araujo
Danielly de Oliveira Vasconcelos
Germana Esmeraldo Monteiro
Karine Carneiro Fonseca
Ingrid Albuquerque Araujo Gomes Self
Isabella Fróes Souza
Luanna Oliveira Alves
Marina Quezado Gonçalves Rocha Garcez
Marcus Alcy Brandão Grangeiro
Lucas Quezado Gonçalves Rocha Garcez
Maria Jacqueline Silva Ribeiro
DOI 10.22533/at.ed.4922013037
SUMÁRIO
CAPÍTULO 8............................................................................................................... 86
EDUCAÇÃO E PROMOÇÃO DE SAÚDE À MULHER INDÍGENA KRIKATÍ
Mônica Santos Lopes Almeida
Fábio José Cardias Gomes
Waléria da Silva Nascimento Gomes
Ênnio Santos Barros
Ana Paula Santos Lopes Pinheiro
Taynara Logrado de Moraes
Annyzabel Santos Barros
Cleize Ediani Silva dos Santos
Rodolfo José de Oliveira Moreira
Edivaldo Silva Pinheiro
DOI 10.22533/at.ed.4922013038
CAPÍTULO 9............................................................................................................... 95
EDUCAÇÃO EM SAÚDE NA PREVENÇÃO DO CÂNCER DE PRÓSTATA NA
ATENÇÃO BÁSICA: UM RELATO DE EXPERIÊNCIA
Francisco Fernandes Abel Mangueira
Rosely Leyliane dos Santos
Amanda Soares
Rondinele Antunes de Araújo
Lorena Sofia dos Santos Andrade
Waleska Fernanda Souto Nóbrega
Milena Edite Casé de Oliveira
Tácila Thamires de Melo Santos
Saionara Açucena Vieira Alves
DOI 10.22533/at.ed.4922013039
CAPÍTULO 10........................................................................................................... 107
ELABORAÇÃO DE UM PLANO PARA A EDUCAÇÃO EM SAÚDE NO USO DA
FITOTERAPIA NA ATENÇÃO PRIMÁRIA DA SAÚDE NO MUNICÍPIO DE MINEIROS-
GO
Manuce Aparecida Machado Borges
Rochele Cassanta Rossi
Priscila Schmidt Lora
DOI 10.22533/at.ed.49220130310
CAPÍTULO 11........................................................................................................... 119
ESFEROCITOSE HEREDITÁRIA: A IMPORTÂNCIA DE UMA ABORDAGEM
ADEQUADA
Rayssa Mayara Rodrigues de Souza
Larissa Balby Costa
Maria Arlete da Silva Rodrigues
Gabriela Medrado Fialho
Eloá Weba Costa
Mylenna Maria de Brito Silva
Debhora Geny de Sousa Costa
Clarissa Pires Lobato
Rosângela Rodrigues Alencar dos Reis
Fernanda Rachel Melo e Vidigal do Ó
Monique Santos do Carmo
Maria Perpetuo Socorro Balby Pires
DOI 10.22533/at.ed.49220130311
SUMÁRIO
CAPÍTULO 12........................................................................................................... 126
ESTRATÉGIAS PARA EVITAR A VIOLÊNCIA CONTRA A PESSOA IDOSA E SEUS
DIREITOS
Rafaela Lima Camargo
Diulle Braga Oliveira
Fernanda Pinheiro Quadros e Silva
Lanna Isa Estanislau de Alcântara
Larissa Alvim Mendes
Mariana Cordeiro Dias
Matheus Terra de Martin Galito
Nathely Bertly Coelho Pereira
Yolanda Schiavo Schettino de Oliveira Borges
Gustavo Henrique de Melo da Silva
Juliana Santiago da Silva
DOI 10.22533/at.ed.49220130312
CAPÍTULO 13........................................................................................................... 145
HIPERTENSÃO PULMONAR SECUNDÁRIA A TROMBOEMBOLISMO PULMONAR
CRÔNICO DE DIAGNÓSTICO TARDIO: RELATO DE CASO
Hosana da Luz Bezerra Leite dos Santos
Laís Ferreira Silva
Júlia de Souza Novais Mendes
Juliana Silva Carvalho
Gilmara Santos Melo Duarte
Iury Douglas Calumby Braga
Jardenia Lobo Rodrigues
Joessica Katiusa da Silva Muniz
Mirella Costa Ataídes
Glaycinara Lima Sousa
Maria Bianca da Silva Lopes
Raquel Moraes da Rocha Nogueira
DOI 10.22533/at.ed.49220130313
CAPÍTULO 14........................................................................................................... 152
IMPACTO DA FALTA DO TRABALHADOR À PRODUTIVIDADE DE UMA EMPRESA
Luana Silva Ribeiro
Letícia Mendes Oliveira
Arthur Scalon Inácio
Milena Doriguetto Carvalho
Paula Corrêa Bóél Soares
DOI 10.22533/at.ed.49220130314
CAPÍTULO 15........................................................................................................... 156
PANORAMA DE ACESSO A PLANTAS MEDICINAIS E A FITOTERAPIA NA ATENÇÃO
PRIMÁRIA À SAÚDE NO MUNICÍPIO DE MINEIROS-GO
Marina Ressiore Batista
Priscila Schmidt Lora
Rochele Cassanta Rossi
DOI 10.22533/at.ed.49220130315
SUMÁRIO
CAPÍTULO 16........................................................................................................... 171
PERCEPÇÃO DOS ALUNOS DE MEDICINA DA UECE SOBRE A IMPORTÂNCIA DA
CADEIRA DE FISIOLOGIA PARA O PROVEITO DO CICLO CLÍNICO
Lucas Pontes Coutinho
Crystianne Calado Lima
Filipe Correia Carmo
Rafael Ximenes Oliveira
DOI 10.22533/at.ed.49220130316
CAPÍTULO 17........................................................................................................... 177
PERCEPÇÃO DOS DISCENTES DE ENFERMAGEM NA DETECÇÃO DO CÂNCER
DO COLO UTERINO EM UMA UNIDADE DE SAÚDE RIBEIRINHA
Rodrigo Damasceno Costa
Paula Andreza Viana Lima
Natalie Kesle Costa Tavares
Mariana Paula da Silva
Lucas da Silva de Almeida
Josiane Montanho Mariño
Silvia Caroline Camargo Soares
DOI 10.22533/at.ed.49220130317
CAPÍTULO 18........................................................................................................... 183
PLANO DE AÇÃO PARA CONTROLE DA MALÁRIA: DISTRIBUIÇÃO DE CASOS
POSITIVOS DE MALÁRIA APÓS A IMPLANTAÇÃO DO PROJETO NA REGIÃO
XINGU
Luana Carla Lima de Almada
Mateus de Sá Rego
Cesar Augusto de Oliveira Barcelos
Camila de Almeida Silva
Cenilde da Costa Araújo
Talita Pompeu da Silva
Fábio Palma Albarado da Silva
Denilson Soares Gomes Junior
Marco Antonio Barros Guedes
José Antonio Cordero da Silva
DOI 10.22533/at.ed.49220130318
CAPÍTULO 19........................................................................................................... 198
RELAÇÃO ENTRE OS NÍVEIS DE SATISFAÇÃO COM A VIDA E A PRÁTICA DE
ATIVIDADES FÍSICAS ENTRE JOVENS NO MUNICÍPIO DE ITAPETINGA – BAHIA
Rebeca Pereira da Silva
Priscylla de Jesus Almeida
Luana Fagundes Requião
Obertal da Silva Almeida
Murilo Marques Scaldaferri
DOI 10.22533/at.ed.49220130319
CAPÍTULO 20........................................................................................................... 208
RELATO DE CASO: ENTRE A CONSTRUÇÃO DE VÍNCULO E A MINIMIZAÇÃO DA
DOR
Carla Moura Cazelli
Mayara Bastos Souza
DOI 10.22533/at.ed.49220130320
SUMÁRIO
CAPÍTULO 21........................................................................................................... 216
SUSPEITA DE LÚPUS ERITEMATOSO SISTÊMICO LEVA AO DIAGNÓSTICO DE
ARTERITE DE TAKAYASU
Gustavo José Monici Villela dos Reis Filho
Beatriz Lima de Moraes
Ana Carolina Crestani Ferri
Yasmin Adetolá Migliari Salamí
Maria Angélica Gaspar Machado
Aiane das Dores Lopes Onoda
Maria Eduarda Ribeiro Rojo
Gustavo Porto de Oliveira
João Paulo Rathsam Penha
DOI 10.22533/at.ed.49220130321
CAPÍTULO 22........................................................................................................... 222
TRABALHANDO A HUMANIZASUS NA ATENÇÃO BÁSICA: ÊNFASE NO
ACOLHIMENTO
Samuel Lopes dos Santos
Manuel Airton
Sheilane da Silva Carvalho
Maria Auxiliadora Lima Ferreira
Ana Luiza de Santana Vilanova
Sara da Silva Siqueira Fonseca
Tayrine Nercya Torres
Eryson Lira da Silva
Yara Freitas Morais Fortes
DOI 10.22533/at.ed.49220130322
CAPÍTULO 23........................................................................................................... 230
FATORES DE RISCO À SAÚDE DE TRABALHADORES QUE ATUAM NO SETOR
DE NUTRIÇÃO DE UM HOSPITAL PÚBLICO
Rafael Amorim Pinheiro
Rízia Maria da Silva
Elenice Matos Moreira
Maria de Fátima de Souza
DOI 10.22533/at.ed.49220130323
CAPÍTULO 24........................................................................................................... 243
A INFLUÊNCIA DE PÊNFIGO VULGAR NO DESENVOLVIMENTO DE LINFOMAS
NÃO-HODGKIN DAS CÉLULAS B: RELATO DE CASO
Natália Cíntia Andrade
Nayara Cristina de Oliveira Goes
Brayan Jonas Mano Sousa
Rodrigo Lobo Leite
DOI 10.22533/at.ed.49220130324
CAPÍTULO 25........................................................................................................... 250
AVALIAÇÃO DA FUNÇÃO CARDÍACA APÓS EXPOSIÇÃO PROLONGADA AO
CONTAMINANTE AMBIENTAL TRIBUTILESTANHO
Carolina Falcão Ximenes
Samya Mere Lima Rodrigues
Cleydianne Luisa Vieira Pereira
SUMÁRIO
Kamila Vidal Braun
Paula Salgado Rabelo
Jones Bernardes Graceli
Rogério Faustino Ribeiro Junior
Ivanita Stefanon
DOI 10.22533/at.ed.49220130325
SOBRE A ORGANIZADORA.................................................................................... 267
ÍNDICE REMISSIVO................................................................................................. 268
SUMÁRIO
CAPÍTULO 5
doi
CUIDADOS PALIATIVOS NA ATENÇÃO PRIMÁRIA
À SAÚDE: HABILIDADES, COMPETÊNCIAS E OS
DESAFIOS PARA A FORMAÇÃO PROFISSIONAL
Data de aceite: 03/03/2020 Luciana Caetano Botelho Salomão
Data de submissão: 08/12/2019
Especialista em Oncologia. Médica Oncologista
do Hospital Nossa Senhora das Graças de Sete
Lagoas (HNSG). Minas Gerais – Brasil.
http://lattes.cnpq.br/9947307254510916
Luís Paulo Souza e Souza
Doutor em Saúde Pública. Professor Adjunto Ellen Brandão Leite Faria
do Departamento de Medicina da Universidade Especialista em Cuidados Paliativos. Médica
Federal do Amazonas (UFAM). Amazonas - Brasil. Oncologista do Hospital Nossa Senhora das
http://lattes.cnpq.br/8260267515460514 Graças de Sete Lagoas (HNSG). Minas Gerais –
Brasil.
Patrícia Silva Rodriguez
http://lattes.cnpq.br/1252581351443497
Especialista em Medicina de Família
e Comunidade. Professora Auxiliar do Tamara Figueiredo
Departamento de Medicina da Universidade Especialista em Oncologia pelo Instituto Nacional
Federal de São João del Rei (UFSJ), campus de Câncer (INCA). Coordenadora da Oncologia
Dom Bosco. Minas Gerais – Brasil. Clínica do Hospital Nossa Senhora das Graças de
http://lattes.cnpq.br/0607774581362273 Sete Lagoas (HNSG). Minas Gerais – Brasil
http://lattes.cnpq.br/4354233835989776
Gabriel Silvestre Minucci
Graduando em Medicina pela Universidade
Federal de São João del Rei (UFSJ), campus RESUMO: A melhoria dos recursos biomédicos
Dom Bosco. Minas Gerais – Brasil.
e sanitários tem possibilitado o aumento da
http://lattes.cnpq.br/4240157809178370
expectativa de vida da população brasileira.
Antônia Gonçalves de Souza Este envelhecimento, aliado aos novos hábitos
Especialista em Psicologia Organizacional.
de vida, tem favorecido a ocorrência de doenças
Psicóloga Clínica. Graduada em Psicologia pelo
e agravos crônicos não transmissíveis - com
Centro Universitário das Faculdades Integradas
destaque para os cânceres, muitas vezes, sem
de Montes Claros (UNIFIPMoc). Minas Gerais –
Brasil. cura, fazendo com que os cuidados paliativos
http://lattes.cnpq.br/0990898135556493 (CP) surjam como único recurso terapêutico.
Os CP envolvem uma abordagem que visa
André Marinho Vaz
Graduando em Medicina pelo Centro promover qualidade de vida do paciente e de
UNIFAMINAS. Minas Gerais – Brasil. seus familiares frente à impossibilidade de
http://lattes.cnpq.br/9487326574279283 resolutividade terapêutica e de continuidade
Ações de Saúde e Geração de Conhecimento nas Ciências Médicas Capítulo 5 55
da vida. A precoce identificação dos casos, ampla avaliação, tratamento da dor e de
outras aflições psicossociais são elementos fundamentais desta prática. Além disso,
os serviços de saúde precisam se organizar a partir desta demanda crescente, sendo
a Atenção Primária à Saúde (APS) um ambiente fértil para prestar estes cuidados,
pois além de permitir a proximidade geográfica, cultural e emocional do paciente com
seus entes queridos (familiares e vizinhos), garantindo seus últimos dias de vida com
integridade e autonomia; tem-se o importante trabalho em equipe multidisciplinar nas
Estratégias Saúde da Família e nos Núcleos Ampliados de Saúde da Família e Atenção
Básica. Destaca-se que os cuidados não deixam de ser ofertados em outros níveis,
pautando-se na lógica das Redes de Atenção à Saúde, integralidade, humanização,
referência e contrarreferência. O desafio para os currículos dos cursos de formação
em saúde é acompanhar essas mudanças, buscando formar profissionais com
embasamento científico e humanitário condizente com esta nova realidade clínica, seja
em disciplinas específicas – o ensino se concentra no aprofundamento dos aspectos
técnicos e humanos; ou por meio de ensino transversal – discutindo-se CP ao longo
da formação, em qualquer disciplina. Assim, espera-se que os profissionais sejam
cuidar oferecendo conforto e tranquilidade ao doente e aos familiares, colaborando na
humanização das “formas de morrer” no Brasil.
PALAVRAS-CHAVE: Cuidados Paliativos; Atenção Primária à Saúde; Formação
Profissional em Saúde; Humanização da Assistência; Assistência à Saúde.
PALLIATIVE CARE IN THE PRIMARY HEALTH CARE: ABILITIES, COMPETENCES
AND THE CHALLENGES FOR PROFESSIONAL TRAINING
ABSTRACT: The improvement of biomedical and health resources has made it possible
to increase the life expectancy of the Brazilian population. This aging, combined with
new life habits, has favored the occurrence of chronic non-communicable diseases and
injuries - especially cancers, often without cure, causing palliative care (PC) to emerge
as the only resource therapeutic. The PC involve an approach that aims to promote
quality of life of the patient and his/her family members in the face of the impossibility of
therapeutic resolution and continuity of life. Early identification of cases, wide evaluation,
pain treatment and other psychosocial afflictions are fundamental elements of this
practice. In addition, health services need to organize themselves from this growing
demand, with Primary Health Care (PHC) being a fertile environment to provide this
care, because in addition to allowing the geographical, cultural and emotional proximity
of the patient with their loved ones (family and neighbors), ensuring their last days of
life with integrity and autonomy; there is important work in a multidisciplinary team in
the Family Health Strategies and the Expanded Centers of Family Health and Primary
Care. It is noteworthy that care is still offered at other levels, based on the logic of
health care networks, integrality, humanization, reference and counter-reference. The
challenge for the curricula of health training courses is to monitor these changes,
seeking to train professionals with scientific and humanitarian basis consistent with
this new clinical reality, either in specific disciplines - teaching focuses on deepening
Ações de Saúde e Geração de Conhecimento nas Ciências Médicas Capítulo 5 56
technical and human aspects; or through cross-sectional education – discussing PC
throughout training, in any discipline. Thus, it is expected that professionals will be
caring for offering comfort and tranquility to the sick and family members, collaborating
in the humanization of the “ways of dying” in Brazil.
KEYWORDS: Palliative Care; Primary Health Care; Professional Health Training;
Humanization of Assistance; Delivery of Health Care.
Os Cuidados Paliativos (CP) envolvem uma abordagem que visa promover
qualidade de vida do paciente e de seus familiares frente à impossibilidade de
resolutividade terapêutica e de continuidade da vida, atuando por meio da prevenção
e do tratamento da dor e de outras aflições psicossociais. A demanda por CP é
um problema atual de Saúde Pública devido ao progressivo envelhecimento da
população, o que resultou no aumento da ocorrência de doenças crônicas não
transmissíveis (DCNT), com destaque para os cânceres. Paralelamente, têm surgido
diversas tecnologias de suporte, as quais têm contribuído para uma maior qualidade
e perspectiva de vida das populações. Assim, destaca-se a importância dos CP, bem
como a necessidade de reorganização da rede e dos serviços de saúde para oferta
dessa possibilidade terapêutica (SOUZA et al., 2015).
Vale ressaltar que os Cuidados Paliativos não se caracterizam pelo espaço
físico, mas pela “(...) filosofia de cuidados que se concretiza no serviço prestado
onde quer que o paciente se encontre” (PESSINI, 2007, p.204). Assim, podem
ser desenvolvidos em ambiente ambulatorial, hospitalar e no próprio domicílio do
paciente. Nos últimos anos, o enfoque foi dado no cuidado no âmbito dos hospitais,
contudo, estudos apontam que um importante local em que estes cuidados podem
e devem ser realizados é na Atenção Primária à Saúde (APS), com as equipes
multiprofissionais da Estratégia Saúde da Família (ESF) (SOUZA et al., 2015).
Em vários países, como Alemanha, Holanda, Canadá e Inglaterra, tem-se a
APS como o melhor território de assistência à saúde para a oferta e coordenação
dos CP. Isto porque se entende que a proximidade geográfica, cultural e emocional
desses profissionais pode contribuir para que o cuidado ocorra de forma humanizada,
respeitando-se a autonomia dos pacientes e das família. Além disso, na APS, a
permanência do paciente no domicílio evita seu afastamento da família em seus
momentos finais de vida. O cuidado na APS também permite a análise integral e
humanizada do sujeito, evitando-se a comum fragmentação que ocorre a partir das
visões dos múltiplos especialistas que usualmente estão envolvidos nesses casos
(SILVA, 2014).
A APS compreende um modo de atenção constituído de cuidados essenciais
de saúde baseados em métodos, tecnologias práticas e evidências científicas que
Ações de Saúde e Geração de Conhecimento nas Ciências Médicas Capítulo 5 57
estejam ao alcance universal de indivíduos, famílias e comunidades, mediante o
controle social. Tal pressuposto, originário da Declaração de Alma-Ata de 1978,
propunha uma nova forma de organização dos sistemas de saúde, focado na atuação
de equipes multidisciplinares em âmbito individual e coletivo, situadas no primeiro
nível de atenção nesses sistemas (CONFERÊNCIA INTERNACIONAL SOBRE
CUIDADOS PRIMÁRIOS DE SAÚDE, 1978; FAHEL; SILVA; XAVIER, 2018).
A Atenção Primária à Saúde também se caracteriza por um espaço de
valorização das tecnologias leves, caracterizada pelas relações humanas e pela
abordagem integralizada do paciente, tendo como foco o encontro entre os sujeitos
na relação “profissional-paciente” e nas relações de cuidado existentes entre os
profissionais da APS e o sujeito. Esse contato, por meio do emprego das tecnologias
leves, permite a compreensão da complexa dinâmica que atravessam o paciente,
suas questões psíquicas, seu processo de adoecimento, seu contato com a doença,
suas elaborações familiares, a condução do tratamento e a resposta ao prognóstico
(OLIVA, 2012).
Cabe ressaltar que os CP implicam uma relação interpessoal entre os que
cuidam e quem é cuidado, dependendo, assim, de uma abordagem multidisciplinar,
mas em um panorama integralizante, para produzir assistência harmônica voltada
para o indivíduo, bem como para sua família. Assim, diante da crescente demanda
por CP, torna-se difícil contar com número suficiente de especialistas para essa
assistência. Esta especialidade considerada no cuidado e não na hiperespecialização
da saúde, entendendo profissionais cuidadores, generalistas e familiares que prestam
assistência primária a esses pacientes (SOUZA et al., 2015).
A Academia Nacional de Cuidados Paliativos (ANCP) define quatro níveis de
atenção em cuidados paliativos, conforme Quadro 1.
Nos dois primeiros níveis dos CP, a APS tem um papel central, recebendo
orientação dos serviços especializados quando necessário e coordenando a
assistência. Nos demais níveis, o cuidado é realizado predominantemente pelo
serviço especializado, mas a continuidade da assistência, feita pela APS, pode
garantir que o cuidado familiar e psicossocial seja mantido longitudinalmente e que
as características socioculturais das famílias e pacientes sejam respeitadas (SILVA,
2014).
Ações de Saúde e Geração de Conhecimento nas Ciências Médicas Capítulo 5 58
Quadro 1 - Níveis de atenção em cuidados paliativos segundo a Academia Nacional de
Cuidados Paliativos (ANCP).
Fonte: Elaborado com base na Academia Nacional de Cuidados Paliativos (2009).
É importante salientar que a atenção em CP na APS não deve ser entendida como
assistência domiciliar do tipo “internação domiciliar”. Os programas de atendimento
domiciliar desse tipo são organizados para atender pacientes que sofrem de
doenças crônicas avançadas, com alta dependência, nos moldes intervencionistas
tradicionais. No caso de CP na APS, ao contrário, trata-se de introduzir um tipo
específico de atendimento que consiga ser organizado e ofertado em todos os níveis
de referência, sem descontinuidade (CARVALHO; PARSONS, 2012; FERREIRA et
al., 2017).
Os profissionais da APS têm o privilégio único de acompanharem seus usuários
ao longo de toda a vida e nas variadas situações e momento da vida. Da mesma forma
que o nascimento é parte do cotidiano desses profissionais, sendo o ciclo gravídico-
puerperal considerado prioridade para as ESF, o processo de morte também assim é.
Os profissionais acompanham o envelhecimento e a fragilização de seus pacientes,
os esforços das famílias para acomodarem as novas necessidades de cuidado de
seus membros, os medos, as inseguranças, as possibilidades terapêuticas. Dessa
forma, não podem se esquivar nesse momento, pois é exatamente em situações
Ações de Saúde e Geração de Conhecimento nas Ciências Médicas Capítulo 5 59
assim que toda a potencialidade das ações da APS/ESF fica evidente. Nenhum
outro serviço de saúde pode colocar-se lado a lado com essas famílias com tanta
propriedade e enfrentar o caminho da paliação com presença constante, orientação
e acolhimento (SILVA, 2014).
Assim, o uso de instrumentos de abordagem familiar, frequentemente vistos
na APS, como genogramas e ecomapas, facilita que o profissional conheça as
características da família atendida, identifique as características das relações e
antecipe possíveis dificuldades, além de poder contribuir com a comunicação e a
mediação entre os familiares e o paciente, considerando o adoecimento como um
fator de tensionamento das relações, e poder auxiliar no planejamento de uma morte
digna (SILVA, 2014).
Os Núcleos Ampliados de Saúde da Família e Atenção Básica (NASF-AB)
contribuem para a manutenção dos casos de cuidados paliativos na APS, tendo em
vista que o suporte de psicólogos, nutricionistas, fonoaudiólogos, assistentes sociais,
fisioterapeutas, terapeutas ocupacionais, geriatras entre outros profissionais aumenta
a resolubilidade da equipe de APS e acrescenta em muito a gama de possibilidades
de intervenções e orientações que podem ser oferecidas nesse nível de assistência
à saúde, sem expor o paciente a técnicas e abordagens que aumentem seu estado
de fragilidade clínica (SILVA, 2014).
Todavia, ainda restam diversos entraves à incorporação dos CP na APS,
sobretudo no que diz respeito à inabilidade dos profissionais para lidarem com as
famílias e com o paciente, e a não disponibilidade de recursos tecnológicos para
acompanhamento dos quadros. Ressaltando-se que os CP na APS não se resumem
a aspectos técnicos, mas incluem desafios éticos tais como: a decisão sobre onde o
paciente irá morrer; a forma como os trabalhadores da equipe de saúde vivenciam
a experiência de assistir à morte e ao luto; além da identificação e administração
das condições familiares e das condições do paciente para esse tipo cuidado no
domicílio. Essas situações vividas pelos profissionais geram desafios éticos,
especialmente quanto à comunicação entre equipe, família e paciente e à falta de
apoio emocional e institucional aos cuidadores, que ficam expostos ao desgaste e
aos agravos resultantes da sobrecarga do cuidado (SOUZA et al., 2015).
A necessidade de capacitação, formação continuada e assistência aos
profissionais da APS em relação aos CP envolvem o reforço de habilidades e de
competências, tais como mostra a Figura 1.
Ações de Saúde e Geração de Conhecimento nas Ciências Médicas Capítulo 5 60
Figura 1 - Habilidades e competências necessárias aos profissionais de saúde para os
Cuidados Paliativos na Atenção Primária à Saúde, e os esforços no âmbito da Educação para
garantir a formação dos profissionais.
Fonte: Elaboração dos autores.
Assim, é preciso que se desenvolvam habilidades e competências (quadrados
azuis), destacando a comunicação empática e terapêutica; o preparo para articulação
da rede de saúde; os princípios da humanização e integralidade da assistência ao
paciente em CP; o preparo emocional para lidar com o quadro; o manejo do paciente
na transição do tratamento curativo para o paliativo. Dessa forma, a educação
desses profissionais reverbera na relação e tratamento dos pacientes e das famílias,
favorecendo o vínculo e a obtenção de respostas mais adequadas aos desafios éticos
e psicossociais vividos pelas equipes no atendimento de pessoas cuja continuidade
de vida se encontra ameaçada (SOUZA et al., 2015).
Embora a atenção domiciliária possa ser uma das maneiras de intervir diante
das necessidades da população em Cuidados Paliativos, é preciso garantir que essa
atenção privilegie a proteção dos usuários; o cuidado aos cuidadores; e o adequado
suporte à equipe profissional. Assim, a articulação entre os níveis de assistência - ou
seja, entre as Redes de Atenção à Saúde (RAS) - e articulação da rede intersetorial
é fundamental para garantir essa atenção e cuidado preparado (COMBINATO;
Ações de Saúde e Geração de Conhecimento nas Ciências Médicas Capítulo 5 61
MARTINS, 2012).
Assim, é possível declarar que, considerando o trajeto percorrido por pacientes
em final de vida e por suas famílias, a atuação de qualidade na Atenção Primária à
Saúde é mais importante do que nunca. O acesso facilitado e garantido próximo ao
lar; o manejo dos sintomas constantes; e a sensibilidade e o respeito às realidades
vivenciadas nas comunidades podem não mudar o desfecho clínico (a morte), mas,
certamente, o cuidado paliativo faz toda diferença para os pacientes e seus familiares
nessa etapa de finitude da vida (SILVA, 2014).
A formação em saúde nos cursos de graduação, aperfeiçoamento e pós-
graduação deve acompanhar essas mudanças, buscando formar profissionais com
embasamento biotecnológico e humanitário condizente com uma nova realidade
clínica e uma discussão crescente sobre cuidado e humanização. Assim, para o
fortalecimento do tema, devem-se inserir os CP nos currículos de formação em saúde,
seja em disciplinas específicas, nas quais o ensino se concentra no aprofundamento
dos aspectos técnicos e humanos; ou por meio de um ensino transversal, nas quais
os CP poderão ser discutidos ao longo de todo o percurso da formação, em qualquer
disciplina. Esta inserção pode ser considerada fundamental para a consolidação
dos CP no Brasil. As Diretrizes Curriculares Nacionais da Educação devem ser
repensadas, de forma a inserir estes conteúdos nos currículos não só das graduações
em saúde, mas na formação dos técnicos e outros profissionais que compõem as
equipes de saúde. Atrelado à isso, agregar sempre conceitos e princípios do Sistema
Único de Saúde (SUS), Atenção Primária à Saúde, Redes de Atenção à Saúde,
Códigos de Ética e Deontologia, Legislações para Segurança do Paciente, Política
Nacional de Humanização (PNH), dentro outros, como esquematizado na Figura 2.
Um dos princípios básicos do SUS é a integralidade da assistência, o que
significa considerar a integralidade do sujeito, dos serviços e dos cuidados – que
deveriam incluir necessariamente os cuidados no final da vida. No mesmo sentido,
e em consonância com o SUS, a APS se orienta pelos princípios da “coordenação
do cuidado, do vínculo e continuidade, da integralidade, da responsabilização, da
humanização, da equidade e da participação social”. Ainda como marco legal, a
Política Nacional de Humanização defende a identificação das necessidades sociais
de saúde. Portanto, a aplicação destes princípios e definições demanda incorporarem
os Cuidados Paliativos no contexto da Atenção Primária à Saúde.
Acredita-se que um ponto fundamental para a consolidação dos CP no Brasil
seja a educação, possibilitando não só a formação de profissionais especialistas em
CP, mas de outros profissionais, equipes e agentes que, diante de um paciente com
doença avançada e terminal, tenham preparo para prestar um cuidado que ofereça
conforto e tranquilidade ao doente e à sua família, colaborando na humanização das
“formas de morrer” no Brasil.
Ações de Saúde e Geração de Conhecimento nas Ciências Médicas Capítulo 5 62
Assim, torna-se importante trazer à discussão os autores Mello, Fontanella e
Demarzo (2009), que destacam que o trabalho na APS ou Atenção Básica, embora
tenha uma imagem de aparentemente simplicidade, é, em realidade, complexo,
caracterizando-se como território fundamental e essencial à saúde: “(...) ao mesmo
tempo em que uns entendem ‘básica’ vindo de base, fundamental, e não de básico,
simples; outros interpretam ‘primário’ como primeiro, principal, e não como elementar
ou rudimentar” (MELLO; FONTANELLA; DEMARZO, 2009, p. 205).
Complementando e concluindo, Combinato e Martins (2012) discutem:
Nessa amplitude da Atenção Primária, a equipe de Saúde da Família depara-se
com necessidades de pessoas em processo de morte, que não são específicas
do momento de vida – proximidade da morte; mas também, ou principalmente,
relacionadas ao contexto de vida. Como a intervenção no processo saúde-doença
extrapola a competência do profissional da saúde, uma vez que depende do
acesso a fatores determinantes e condicionantes da saúde, as necessidades
das pessoas em processo de morte podem ser mais bem atendidas se forem
constituídos esforços intersetoriais. Considerando os princípios do SUS, da
Atenção Primária e da Política Nacional de Humanização, avalia-se como essencial
a sistematização de diretrizes e ações para implantação dos Cuidados Paliativos
na Atenção Primária em função da demanda existente para a Saúde da Família; da
dimensão epidemiológica da população no País; da possibilidade de proporcionar
melhores condições de cuidado ao paciente e sua família no ambiente domiciliar;
e, principalmente, porque os cuidados no processo de morte caracterizam-se por
cuidados na e da vida (COMBINATO; MARTINS, 2012, p.440).
REFERÊNCIAS
ACADEMIA NACIONAL DE CUIDADOS PALIATIVOS - ANCP. Manual de cuidados paliativos. Rio
de Janeiro: Diagraphic; 2009.
COMBINATO, D.S.; MARTINS, S.T.F. (Em defesa dos) Cuidados Paliativos na Atenção Primária à
Saúde. O Mundo da Saúde, v.36, n.3, p.433-441, 2012
CONFERÊNCIA INTERNACIONAL SOBRE CUIDADOS PRIMÁRIOS DE SAÚDE. Declaração de
Alma-Ata, Alma-Ata, URSS, 6-12 de setembro de 1978. Disponível em: <http://cmdss2011.org/site/
wp-content/uploads/2011/07/Declara%C3%A7%C3%A3o-Alma-Ata.pdf>. Acesso em: 24 abr. 2019.
FAHEL, M.; SILVA, M.P.; XAVIER, D.O. A trajetória da atenção primária à saúde no Brasil: de
Alma Ata ao Programa Mais Médicos. Belo Horizonte: Fundação João Pinheiro, 2018.
FERREIRA, A.M. et al. Complexidade do Cuidado na Atenção Domiciliar. Hospital Alemão
Oswaldo Cruz – Sustentabilidade Social - Projeto Complexidade do Cuidado na Atenção Domiciliar.
Programa de Desenvolvimento Institucional do Sistema Único de Saúde – PROADI- SUS – 2017. São
Paulo: Hospital Alemão Oswaldo Cruz, 2017. Disponível em: <http://portalarquivos2.saude.gov.br/
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CARVALHO, R.T.; PARSONS, H.A Manual de Cuidados Paliativos ANCP Ampliado e atualizado.
2ª edição. São Paulo: Academia Nacional de Cuidados Paliativos, 2012. Disponível em: <http://
biblioteca.cofen.gov.br/wp-content/uploads/2017/05/Manual-de-cuidados-paliativos-ANCP.pdf>.
Acesso em: 24 abr. 2019.
MELLO, G.A.; FONTANELLA, B.J.B.; DEMARZO, M.M.P. Atenção básica e atenção primária à saúde:
origens e diferenças conceituais. Revista APS, v.12, n.2, p.204-13, 2009.
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OLIVA, R.D.R. O Desafio em priorizar as tecnologias leves na estratégia de saúde da família.
Dissertação (Especialização em Atenção Básica em Saúde da Família). Universidade Federal de
Minas Gerais, 2012.
PESSINI, L. Distanásia: até quando prolongar a vida? 2 ed. Centro Universitário São Camilo. São
Paulo: Editora Loyola, 430p., 2007.
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Brasileira de Medicina de Família e Comunidade, v. 9, n.30, p.45-53, 2014.
SOUZA, H.L. et al. Cuidados paliativos na atenção primária à saúde: considerações éticas. Revista
Bioética, v.23, n.2, p.349-359, 2015.
Ações de Saúde e Geração de Conhecimento nas Ciências Médicas Capítulo 5 64
ÍNDICE REMISSIVO
Absenteísmo 152, 153
Acolhimento 36, 49, 51, 52, 53, 60, 102, 179, 211, 221, 222, 223, 224, 226, 227, 228, 232
Adenocarcinona 1
Adolescentes 46, 204, 206
Adulto 17, 42
Amazônia 87, 183, 184, 185, 188, 195, 196, 197, 228
Anemia Hemolítica 119, 120, 219
Arterite de Takayasu 215, 216, 219, 220
Assistência à saúde 36, 56, 57, 60, 115
Atenção básica 9, 22, 30, 33, 34, 35, 37, 38, 39, 43, 44, 45, 49, 50, 51, 52, 56, 60, 63, 64, 76,
95, 96, 99, 100, 105, 107, 110, 111, 113, 117, 153, 156, 157, 160, 161, 166, 167, 169, 170, 177,
221, 222, 223, 224, 228, 241
Atenção primária à saúde 35, 36, 51, 53, 55, 56, 57, 58, 61, 62, 63, 64, 107, 109, 112, 117,
118, 156, 159, 161, 179
Atestado de saúde 152
Atividade física 43, 198, 199, 200, 202, 203, 204, 205, 206
Avaliação nutricional 7, 9, 13, 15
Bioética 64, 65, 67, 68, 69, 72, 73, 74, 75, 76, 77, 183
Blastocystis hominis 229, 230, 239
Câncer 1, 2, 6, 36, 42, 43, 50, 52, 55, 70, 95, 96, 97, 98, 99, 100, 101, 102, 103, 105, 106, 177,
178, 179, 180, 181, 182, 243, 247, 248
Câncer do colo do útero 178, 179, 181, 182
Cardiomiopatia de Takotsubo 79
Círculo de cultura 87, 88, 90, 91, 94, 106
Conhecimento 9, 14, 16, 20, 21, 22, 23, 25, 26, 27, 29, 31, 32, 33, 34, 48, 53, 69, 73, 75, 90,
99, 101, 103, 107, 108, 111, 114, 120, 123, 124, 129, 130, 131, 135, 139, 142, 143, 157, 158,
167, 169, 172, 173, 174, 176, 181, 209, 243, 248
Consulta de enfermagem 35, 36, 38, 39, 40, 41, 42, 43, 44, 45, 46, 47, 48, 49, 50, 51, 52, 53
Cuidados paliativos 55, 56, 57, 58, 59, 60, 61, 62, 63, 64, 65, 66, 67, 68, 71, 72, 74, 75, 76, 77
Direitos da pessoa idosa 127, 131, 135, 140, 141, 143
Disfunção ventricular esquerda 79
Educação em fitoterapia 107
Ações de Saúde e Geração de Conhecimento nas Ciências Médicas Capítulo
Índice Índice Remissivo
Remissivo 268
Educação em saúde 43, 52, 88, 91, 93, 94, 95, 96, 97, 99, 105, 107, 109, 112, 113, 116, 186
Entamoeba histolytica 229, 230, 239, 240, 241
Esferocitose hereditária 119, 120, 124, 125
Estudante de enfermagem 178
Fisiologia 140, 171, 172, 173, 174, 175, 176, 263
Fitoterapia 107, 108, 109, 110, 112, 114, 115, 116, 117, 118, 156, 157, 158, 161, 166, 167,
169, 170
Formação profissional em saúde 56, 76
Hanseníase 20, 21, 22, 23, 24, 25, 26, 27, 28, 29, 30, 31, 32, 33, 34, 47
Hipertensão pulmonar 145, 146, 147, 149, 150, 151
Humanização da assistência 56
Índice de massa corporal 17, 232, 235, 236, 241
Lúpus eritematoso sistêmico 215, 219, 220
Malária 183, 184, 185, 186, 187, 188, 189, 190, 191, 192, 193, 194, 195, 196, 197
Mama 1, 2, 3, 4, 5, 36, 42, 43, 50, 51, 97
Manipuladores de alimentos 229, 230, 240, 242
Mulher indígena 86, 87, 89
Neoplasias pulmonares 1, 2
Obesidade 14, 229, 231, 233, 235, 236, 237, 241, 242, 252
Plantas medicinais 108, 110, 112, 115, 117, 118, 156, 157, 158, 159, 160, 161, 162, 164, 165,
166, 167, 168, 169, 170
Política nacional de saúde da pessoa idosa 127, 128, 136, 142
Prática clínica 8, 9, 10, 12, 16, 31, 67, 84, 117, 146
Produtividade 152, 153, 154
Promoção de saúde 86, 87, 88, 90
Ações de Saúde e Geração de Conhecimento nas Ciências Médicas Capítulo
Índice Índice Remissivo
Remissivo 269
R
Relação médico-pessoa 207
Saúde coletiva 8, 9, 18, 19, 20, 34, 52, 54, 76, 98, 106, 117, 143, 170
Saúde da família 9, 10, 18, 19, 20, 30, 33, 34, 37, 38, 40, 46, 51, 52, 53, 54, 56, 57, 60, 63, 64,
76, 95, 99, 100, 103, 106, 113, 117, 118, 127, 130, 131, 159, 170, 182, 221, 223, 224, 226, 228
Síndrome coronariana aguda 78, 79, 80, 84
Síndrome de Takotsubo 78, 79, 84
Subjetividade da dor 207
Terapêutica 55, 57, 61, 72, 75, 108, 109, 124, 156, 169, 215
Tomboembolismo pulmonar 146
Usina hidroelétrica 184, 185, 195
Violência contra o idoso 132, 134, 135
Ações de Saúde e Geração de Conhecimento nas Ciências Médicas Capítulo
Índice Índice Remissivo
Remissivo 270
2 0 2 0