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Mapa de Unidades - Oriximiná Geomorfologia

O documento apresenta uma análise detalhada das unidades geomorfológicas de Oriximiná, incluindo a Planície Amazônica, Planalto Setentrional da Bacia Sedimentar do Amazonas, e outras formações. Cada unidade é descrita em termos de morfogênese, altimetria, características gerais, formações superficiais, processos formadores e contatos com outras unidades. As informações são organizadas de forma a destacar a diversidade e complexidade do relevo na região norte do Brasil.
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Mapa de Unidades - Oriximiná Geomorfologia

O documento apresenta uma análise detalhada das unidades geomorfológicas de Oriximiná, incluindo a Planície Amazônica, Planalto Setentrional da Bacia Sedimentar do Amazonas, e outras formações. Cada unidade é descrita em termos de morfogênese, altimetria, características gerais, formações superficiais, processos formadores e contatos com outras unidades. As informações são organizadas de forma a destacar a diversidade e complexidade do relevo na região norte do Brasil.
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Unidades Geomorfológicas - Oriximiná

Gráfico Unidades Geomorfológicas

Depressão do Rio Paru de Oeste Planície Amazônica (1,31%)


(0,45%)
Depressão Interplanática do Trombetas Planícies e Terraços Fluviais (0,28%)
(48,66%)
Depressão Periférica da Amazônia Corpo d'água continental (1,62%)
Setentrional (10,37%)
Pediplano Rio Branco -- Rio Negro
(0,26%)
Planalto Dissecado do Norte da
Amazônia (24,72%)
Planalto do Uatumã -- Jari (8,50%)

Planalto Setentrional da Bacia


Sedimentar do Amazonas (3,47%)
Planaltos Residuais do Amapá (0,36%)

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Informações Gerais sobre a Unidade Planície Amazônica

Nome Região Geomorfológica


Planície Amazônica Formas Agradacionais Atuais e Subatuais Interioranas
Região Geográfica
norte

Morfogênese Padrão de Drenagem


mecânica e química Não possui
Altimetria Mínima Altimetria Máxima
0 100

Caracterização Geral
Vários níveis de terraços e as várzeas recentes contêm diques e paleocanais, lagos de meandro e de barramento, bacias de decantação, furos,
canais anastomosados e trechos de talvegues retilinizados por fatores estruturais. Na foz do rio Amazonas, extensos manguezais assinalam a
amplitude das influências marinhas.

Caracterização Geral das Formações S uperficiais


Níveis de argilas, siltes e areias muito finas a grosseiras, estratificadas, localmente intercaladas por concreções ferruginosas, e concentrações
orgânicas, resultando em solos Aluviais, Hidromórficos, Gleyzados e Orgânicos. Na ilhas da foz do rio Amazonas, os processos fluviais e
marinhos resultam em depósitos de sedimentos vasosos e lamosos.

Processos Formadores
Colmatagem de sedimentos em suspensão. Construção de planícies e terraços orientada por ajustes tectônicos e acelerada por evolução de
meandros. Na foz do rio Amazonas, as ilhas demonstram a conjugação de processos de agradação fluviais e marinhos.

Contatos com outras Unidades


Em geral graduais, mas com ressaltos nítidos nos contatos das planícies com as formas de dissecação mais intensas das unidades vizinhas. Os
contatos com os terraços mais antigos podem ser disfarçados.

Referências Bibliográficas

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Informações Gerais sobre a Unidade Planalto Setentrional da Bacia Sedimentar do Amazonas

Nome Região Geomorfológica


Planalto Setentrional da Bacia Sedimentar do Amazonas Planaltos Cuestiformes das Bordas da Bacia Sedimentar do
Amazonas
Região Geográfica
norte

Morfogênese Padrão de Drenagem


química Não possui
Altimetria Mínima Altimetria Máxima
100 750

Caracterização Geral
Constituindo borda de bacia sedimentar, apresenta aspectos distintos: uma superfície suave e com caimento topográfico para sul, patamares
descontínuos e uma área dissecada, por vezes marcada por escarpas abruptas, voltadas para norte. Estende-se para leste, numa conformação
alongada, modelada em rochas da Formação Trombetas, com camadas mergulhando para sul; o reflexo dessa estruturação no relevo se dá com a
diminuição das altitudes na mesma direção. Em geral as feições predominantes são tabulares, intercaladas por vales encaixados e alargados,
com encostas abruptas marcadas por rebordos erosivos e escarpas; interflúvios colinosos compõem os reversos do planalto.

Caracterização Geral das Formações S uperficiais


A alteração de diferentes camadas litológicas gerou principalmente solos Podzólicos Vermelho-Amarelos álicos, nas áreas mais dissecadas, e
Latossolos Vermelho-Amarelos também álicos, nas áreas menos dissecadas dos topos.

Processos Formadores
Área de borda de bacia sedimentar, apresenta sucessão de camadas litológicas que foram truncadas por fase de pediplanação pretérita, tendo
posteriormente sido dissecadas sob condições de umidade. A tectônica teve papel menos notável.

Contatos com outras Unidades


Por truncar diferentes camadas litológicas, apresenta alguns contatos graduais marcados por patamares descontínuos ou por superfície
topograficamente inclinada para sul. A norte, os contatos são abruptos e com desníveis marcantes.

Referências Bibliográficas

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Informações Gerais sobre a Unidade Planalto Dissecado do Norte da Amazônia

Nome Região Geomorfológica


Planalto Dissecado do Norte da Amazônia Planaltos Residuais da Amazônia Setentrional
Região Geográfica
norte

Morfogênese Padrão de Drenagem


química ondulado-sinusoidal
Altimetria Mínima Altimetria Máxima
250 400

Caracterização Geral
Relevo composto por blocos dissecados distintos, representados sobretudo por modelados de topo tabular com declives fortes, esculpidos
principalmente em granitos da Suíte Intrusiva Mapuera. Blocos maciços de topos com formas variadas compõem elevações mais dissecadas,
cortadas pela drenagem que se superimpõe às estruturas formando gargantas epigênicas. Os processos erosivos que atuaram na área
originaram feições tipo mesas com rebordos erosivos, anfiteatros ou cristas alongadas de encostas ravinadas. Em direção noroeste, no vale do
rio Paru de Oeste, na folha NA.21 Tumucumaque, o relevo se desmonta gradativamente, com rebaixamento erosivo do topo, dando origem a
feições colinosas com pontões emergentes. A superfície de aplainamento isolou conjuntos de inselbergues com topos nivelados talhados em
rochas vulcânicas, mostrando afloramentos nas vertentes.

Caracterização Geral das Formações S uperficiais


A alteração das litologias graníticas gerou principalmente solos Podzólicos Vermelho-Amarelos. Nos relevos de topos mais suaves, originou
Latossolos Vermelho-Amarelos com presença de concreções, por vezes bauxíticas.

Processos Formadores
A unidade foi provavelmente nivelada por processos de pediplanação em clima pretérito mais seco, tendo sido posteriormente dissecada em
clima úmido.

Contatos com outras Unidades


Os contatos são geralmente abruptos com relação às depressões que circundantes.

Referências Bibliográficas

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Informações Gerais sobre a Unidade Planaltos Residuais do Amapá

Nome Região Geomorfológica


Planaltos Residuais do Amapá Serras Residuais da Amazônia Setentrional
Região Geográfica
norte

Morfogênese Padrão de Drenagem


mecânica e química Não possui
Altimetria Mínima Altimetria Máxima
200 500

Caracterização Geral
Trata-se de uma superície essencialmente dissecada, com declives muito fortes. Maciços residuais representados pelas Serras do Ipitinga e a
Serra de Tumucumaque que neste ponto alcança os 800 metros de altimetria.

Caracterização Geral das Formações S uperficiais


O intemperismo alterou rochas cristalinas diversas, gerando Latossolo Vermelho-Amarelo distrófico, textura argilosa e Latossolo Vermelho-
Amarelo distrófico concrecionário, textura argilosa. Relevo forte ondulado a montanhoso. Solos Podzólicos Vermelho-Amarelos também
ocorrem a leste. Solos Litólicos distróficos ocorrem nos maciços residuais.

Processos Formadores
Maciços residuais modelados em litologias do granito Mapuera, do granito Mapaoni e do granodiorito Rio Novo. Embora possa ter tido os topos
dos relevos nivelados por fase erosiva pretérita, a unidade reflete muito mais a morfogênese atual úmida, apresentando-se dissecada.

Contatos com outras Unidades


O contato com Depressão Interplanáltica do Rio Trombetas é feito com uma ruptura de declive. Já com as unidades Depressão do Rio Paru do
Oeste, Colinas do Amapá, Depressão Periférica da Amazônia Setentrional e do Planalto Dissecado do Norte da Amazônia, os contatos são mais
suavizados. Por vezes são abruptos com os conjuntos de relevos maiores; outras vezes são graduais em relação às depressões vizinhas.

Referências Bibliográficas

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Informações Gerais sobre a Unidade Depressão Periférica da Amazônia Setentrional

Nome Região Geomorfológica


Depressão Periférica da Amazônia Setentrional Depressões da Amazônia Setentrional
Região Geográfica
norte

Morfogênese Padrão de Drenagem


química Não possui
Altimetria Mínima Altimetria Máxima
50 300

Caracterização Geral
Superfície rebaixada dissecada em colinas intercalada por vales com aprofundamento muito fraco a fraco. A sul, destacam-se altimetricamente
relevos residuais isolados formando conjuntos de pontões mais elevados. A dissecação em geral é suave, com modelados de topo convexo e
tabular, com trechos mais conservados e planos. Os vales apresentam fundo largo e chato, dando aos relevos dissecados o aspecto de
residuais. A unidade apresenta também relevos residuais isolados esculpidos em litologias mais rígidas do embasamento cristalino. Os rios de
maior destaque se mostram controlados por alinhamentos estruturais. Alguns desses rios funcionam como rios ortoclinais em relação aos
sedimentos que formam a estrutura da sinéclise do Amazonas.

Caracterização Geral das Formações S uperficiais


Alterações de gnaisses, migmatitos, anfibolitos e granitos dão origem a solos Podzólicos, Latossolos e Podzóis Hidromórficos.

Processos Formadores
Processos de pediplanação nivelaram rochas pré-cambrianas do Complexo Guianense. Etapas posteriores de dissecação reelaboraram o relevo
sob condições climáticas mais úmidas. A superfície foi esculpida por erosão do tipo desnudação periférica em borda de bacia sedimentar, a qual
truncou litologias diferenciadas do embasamento cristalino deixando vãos rebaixados com residuais.

Contatos com outras Unidades


Contato abrupto para os relevos dissecados do Planalto da Bacia Sedimentar do Amazonas e dos relevos residuais disseminados na área;
contato gradual com o Pediplano Rio Branco-Rio Negro e com a Depressão Rio Branco-Rio Negro. No setor leste, os contatos são também
abruptos com o Planalto Dissecado do Norte da Amazônia, marcados por desníveis notáveis com a borda da bacia sedimentar, e dissimulados
com a Depressão Interplanáltica do Trombetas.

Referências Bibliográficas

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Informações Gerais sobre a Unidade Pediplano Rio Branco -- Rio Negro

Nome Região Geomorfológica


Pediplano Rio Branco -- Rio Negro Depressões da Amazônia Setentrional
Região Geográfica
norte

Morfogênese Padrão de Drenagem


mecânica e química Não possui
Altimetria Mínima Altimetria Máxima
100 200

Caracterização Geral
Extensa superfície de aplainamento elaborada litologias pré-cambrianas apresenta planos e interflúvios de topos tabulares e convexos, com
incisão de densidade de drenagem fraca e média. Nas áreas mais planas destacam-se inselbergues e grupamentos de inselbergues, matacões e
lajedos. Esse pediplano, na área da folha SA.19 Içá, margeia o curso do rio Negro, onde adquire características de superfície dissecada por
influência do nível de base dos tributários do rio Negro. Na área da folha NA./NB.20 Boa Vista/Roraima, contorna a Depressão Rio Branco--Rio
Negro e penetra nos sopés do Planalto do Interfúvio Amazonas--Orenoco onde as feições também são colinosas, entalhadas pelas cabeceiras
da drenagem do rio Branco.

Caracterização Geral das Formações S uperficiais


Alterações das rochas granito-gnaissicas originaram solos arenosos do tipo Podzol Hidromórfico e Latossolos, eventualmente solos, rasos e
pedregosos, entremeados por Afloramentos Rochosos.

Processos Formadores
Processos de pediplanação neo-pleistocênica truncaram rochas cristalinas e retomadas erosivas posteriores resultaram em modelados de
dissecação. Processos atuais incluem a erosão química dando origem a caneluras nos maciços rochosos.

Contatos com outras Unidades


Contato gradual com a Depressão Rio Branco-Rio Negro e com a Depressão de Boa Vista; contato abrupto com os Planaltos Residuais de
Roraima, com o Patamar Dissecado de Roraima e com o Planalto do Interflúvio Amazonas-Orenoco.

Referências Bibliográficas

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Informações Gerais sobre a Unidade Depressão Interplanática do Trombetas

Nome Região Geomorfológica


Depressão Interplanática do Trombetas Depressões da Amazônia Setentrional
Região Geográfica
norte

Morfogênese Padrão de Drenagem


mecânica e química Não possui
Altimetria Mínima Altimetria Máxima
100 350

Caracterização Geral
Constituída por um conjunto de formas de relevo dissecado caracterizado por colinas rebaixadas e residuais do tipo pontão, esculpidos sobre
litologias pertencentes ao Complexo Guianense.

Caracterização Geral das Formações S uperficiais


Extensa área com predomínio de latossolo vermelho amarelo, vermelho amarelodistrófico, solos litólicos distróficos.

Processos Formadores
A unidade foi submetida a intensos processos de dissecação que originou um relevo colinoso, com altitudes de 150 a 200m.

Contatos com outras Unidades


Delimita-se a norte com as Guianas, oeste e sul o Planalto Dissecado do Norte da Amazônia, a leste com a Depressão do Rio Paru de Oeste.

Referências Bibliográficas

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Informações Gerais sobre a Unidade Planícies e Terraços Fluviais

Nome Região Geomorfológica


Planícies e Terraços Fluviais Formas Agradacionais Atuais e Subatuais Interioranas
Região Geográfica
todas as regiões do Brasil

Morfogênese Padrão de Drenagem


mecânica Não possui
Altimetria Mínima Altimetria Máxima
Não possui Não possui

Caracterização Geral
Incluem várzeas e terraços aluviais elaborados em depósitos sedimentares holocênicos. Ocorrem principalmente ao longo dos principais rios,
onde se apresentam como trechos descontínuos de planície fluvial (Apf). Há setores em que os terraços coalescem com as planícies, não
permitindo legenda diferenciada (Aptf). ​ Na Amazônia, os rios que cortam rochas cristalinas geram principalmente estreitos terraços fluviais por
vezes associados a planícies recentes. No interior da sinéclise do Amazonas, a drenagem encaixa-se nos sedimentos, apresentando vales com
bordas bem definidas, confinando com os terraços e planícies.​ Na folha SB.23, planícies e terraços fluviais foram mapeados ao longo dos rios
Itapecuru, Mearim, Pindaré, Turiaçu, Maracaçumé, Gurupi e Tocantins, bem como no rio Parnaíba e afluentes principais. Ocorrem feições como
diques arenosos, lagos de barramento, bacias de decantação, canais anastomosados e trechos de talvegues retilinizados por fatores estruturais.
Os leitos dos rios são balizados por cordões arenosos e, na época de seca, formam barrancos íngremes. Trechos de planícies podem ter o
aspecto de veredas com bordas arenosas e substrato turfoso, assinaladas por renque arbustivo incluindo palmeiras.​ Nas folhas SC.24 e SD.24,
estreitos setores de planícies e terraços fluviais ocorrem ao longo dos principais rios que compõem a malha hidrográfica dessas áreas (rios
Macururé, Moxotó, Itapicuru e Inhambupe, na primeira; rios Paraguaçu, de Contas, Pardo, Jequitinhonha, na segunda), além do grande número
de rios de médio e pequeno portes que desembocam diretamente no oceano. Esses modelados de acumulação muitas vezes coalescem com
as rampas coluviais que suavizam as encostas dos tabuleiros e modelados de dissecação ou os planos pedimentados componentes do piso das
depressões interplanálticas.

Caracterização Geral das Formações S uperficiais


Níveis de argilas, siltes e areias muito finas a grosseiras, estratificadas, são localmente intercaladas por concreções ferruginosas e
concentrações orgânicas, resultando em Neossolos Flúvicos e Gleissolos. A alteração de rochas cristalinas gerou solos Podzólicos Vermelho-
Amarelos, por vezes plínticos, associados a Plintossolos álicos, nos terraços; e Latossolos, por vezes plínticos, associados a Gleissolos, nos
terraços com planícies. Também ocorrem Solos Hidromórficos Gleyzados associados a Solos Aluviais. ​

Processos Formadores
A construção de planícies e terraços apresenta evidências de ajustes à neotectônica e é acelerada por processos de evolução de meandro. A
colmatagem processa-se através de sedimentos em suspensão, arrastamento e saltação de material grosseiro; transporte em suspensão de
colóides e deposição de sedimentos ao longo de trechos das margens. Por vezes o material acha-se pedogeneizado.​

Contatos com outras Unidades


Em geral, os contatos com as unidades vizinhas são graduais ou definidos por pequenos ressaltos topográficos. Em rios da Amazônia há
contatos abruptos, com barrancas marginais; eventualmente ocorre transição através superfície rampeada.

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Informações Gerais sobre a Unidade Planalto do Uatumã -- Jari

Nome Região Geomorfológica


Planalto do Uatumã -- Jari Baixos Planaltos da Amazônia Oriental
Região Geográfica
norte

Morfogênese Padrão de Drenagem


química Não possui
Altimetria Mínima Altimetria Máxima
50 300

Caracterização Geral
Elaborada sobre sedimentos cretáceos e litologias paleozóicas, acha-se cortada por diques de diabásio. Constitui uma superfície dissecada no
trecho central e suavizada a leste (50-200m), apresentando ainda relevos residuais (240-270m). Constitui uma superfície aplainada retocada,
com trechos de formas tabulares e convexas, apresentando ainda relevos residuais tipo mesas. Os diques de diabásio expressam-se na
topografia como baixas cumeadas alongadas.

Caracterização Geral das Formações S uperficiais


O intemperismo agiu sobre diferentes litologias originando, principalmente, Latossolos Amarelos sobre os sedimentos cretáceos e solos
Podzólicos sobre as demais litologias. Nos relevos residuais há crostas, por vezes, bauxíticas. Solos Podzólicos ocorrem de forma mais restrita.
Solos Litólicos também ocorrem nos relevos residuais onde a rocha sã se encontra exposta.

Processos Formadores
Área de bacia sedimentar constituída por litologias paleozóicas e encimada por sedimentos cretáceos, foi truncada por pediplanação
pleistocênica e, posteriormente, dissecada sob condições de umidade. A leste há capeamento de sedimentos terciário-quaternários. Restos de
uma superfície pediplanada mais antiga aparecem nos topos de mesas residuais.

Contatos com outras Unidades


Contato em aclive abrupto com os relevos residuais que ponteiam a superfície da unidade, e geralmente gradual ou por trechos de ruptura de
declive com as unidades circunvizinhas.

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Informações Gerais sobre a Unidade Depressão do Rio Paru de Oeste

Nome Região Geomorfológica


Depressão do Rio Paru de Oeste Depressões da Amazônia Setentrional
Região Geográfica
norte

Morfogênese Padrão de Drenagem


mecânica e química Não possui
Altimetria Mínima Altimetria Máxima
200 250

Caracterização Geral
Superficie dissecada que apresenta como resultado uma série de relevos convexos e aguçados, possuindo, também, áreas de relevos de topo
plano isolados.

Caracterização Geral das Formações S uperficiais


Áreas de Latossolo Verm. Amar. distrófico, text.arg., Latossolo Verm. Amar. distrófico concrecionário, text. arg. e solos concrecionários
Lateríticos Indiscriminados distróficos text. indiscrim. O relevo varia de ondulado a forte ondulado.

Processos Formadores
Superfície rebaixada por processo de desnudação.

Contatos com outras Unidades


Geralmente de forma gradual com as Unidades Colinas do Amapá, Planaltos Residuais do Amapá, Depressão Periférica da Amazônia
Setentrional e a Depressão Interplanáltica do Trombetas.

Referências Bibliográficas

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