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Lei #5.699, de 17 de Agosto de 2005 Iii

A Lei nº 5.699 de 17 de agosto de 2005 estabelece direitos e benefícios para servidores militares, incluindo assistência médica, auxílio-funeral e proventos na inatividade. A legislação também define regras para descontos na remuneração e os direitos dos dependentes dos servidores. Além disso, a lei determina a reestruturação das vantagens e proventos, assegurando a irredutibilidade das remunerações.

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Lei #5.699, de 17 de Agosto de 2005 Iii

A Lei nº 5.699 de 17 de agosto de 2005 estabelece direitos e benefícios para servidores militares, incluindo assistência médica, auxílio-funeral e proventos na inatividade. A legislação também define regras para descontos na remuneração e os direitos dos dependentes dos servidores. Além disso, a lei determina a reestruturação das vantagens e proventos, assegurando a irredutibilidade das remunerações.

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ANTÔNIO SILVESTRE

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LEI Nº 5.699, DE 17 DE AGOSTO DE 2005

Seção V

Dos Outros Direitos

Do Salário-família REVOGADO
Art. 41. REVOGADO

Art. 42. O Estado deve proporcionar ao servidor militar ativo, e inativo, e aos seus dependentes, assistência médica,
hospitalar e odontológica, através do Instituto de Previdência do Estado de Sergipe - IPES, complementada por Órgão de
Saúde vinculado à Corporação, na forma da lei

Subseção III

Da Alimentação

O militar da ativa que estiver desempenhando atribuições próprias do seu cargo ou função faz jus a alimentação custeada
pelo Estado, vedada, em qualquer hipótese, a sua conversão em retribuição pecuniária.

Do Auxílio-funeral

Art. 44. O Estado deve assegurar sepultamento ao servidor militar morto em atividade

Art. 45. Independente de qualquer outro auxílio que venha a perceber, será concedido a família do militar falecido, ATIVO
ou INATIVO, uma ajuda pecuniária para a cobertura das despesas com o funeral, desde que devidamente comprovadas,
limitadas ao valor de 4.426,55.

Art. 46. Ocorrendo o falecimento do servidor militar, devem ser observados os seguintes procedimentos para a concessão
de auxílio funeral:

I - antes de realizado o sepultamento, o pagamento do Auxílio-Funeral deve ser feito a dependente capaz do servidor
militar falecido ou a quem de direito, pela PMSE ou CBMSE, mediante apresentação do atestado de óbito e comprovação
de vínculo de dependência ou parentesco com o falecido;

II - após o sepultamento do servidor militar, não se tendo verificado o caso do inciso I deste artigo, a pessoa que o
custeou, mediante apresentação de atestado de óbito e recibo da despesa, deve solicitar o reembolso dentro do prazo de
30 (trinta) dias, ficando a PMSE ou o CBMSE obrigados, em igual prazo, a deferir o reembolso, observado o limite
estabelecido no artigo 45 desta Lei;

III - sendo a despesa com o sepultamento inferior ao valor do auxílio funeral estabelecido, a diferença deve ser paga aos
beneficiários habilitados à pensão, mediante petição à autoridade competente;

IV - decorrido o prazo decadencial de 90 (noventa) dias sem reclamação de reembolso por quem haja custeado o
sepultamento do servidor militar, o Auxílio-Funeral deve ser pago aos beneficiários

habilitados à pensão, por meio de requerimento dirigido à autoridade competente.

Art. 47. A PMSE ou o CBMSE, quando requerido por qualquer dos dependentes elencados no art. 72 desta Lei deve arcar
com as despesas de trasladação do corpo do servidor militar falecido em serviço, de um Município para outro dentro do
Estado.

O Comandante-Geral da PMSE e do CBMSE, em casos especiais devidamente justificados, pode pleitear ao Governador do
Estado autorização para que o Estado arque diretamente com as despesas do sepultamento do servidor militar, não se
pagando, nesse caso, Auxílio-Funeral.

Do Adicional Por Atividades de Instrução Ou de Monitoria

Art. 52. A retribuição financeira por atividade de Instrução ou de Monitoria, concedido sempre em

caráter transitório, destina-se a compensar o servidor militar pelo desempenho de atividades como instrutor ou como
monitor de cursos de formação ou de aperfeiçoamento, inerentes às atividades próprias da Polícia Militar ou do Corpo de
Bombeiros Militar, regularmente promovidos e realizados pela respectiva Corporação.

§ 1º A designação do servidor militar para o desempenho de atividades de instrução ou de monitoria e a fixação do período
do curso, durante o qual é devido o correspondente adicional, devem constar de ato do Comando-Geral da respectiva
Corporação, publicado em Boletim Geral Ostensivo.

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§ 2º O valor da retribuição financeira de que trata este artigo, é o previsto do anexo IV por hora aula efetivamente
ministrada.

§ 3º O pagamento do adicional referido neste artigo depende de processo devidamente instruído com a correspondente
documentação referente à regularidade do curso à designação do servidor militar, a ser encaminhado, pelo Comando-
Geral da respectiva Corporação, à SEPLAG , para ser analisado e, se for o caso, efetivado.

§ 4º A retribuição financeira por atividades de instrução ou de monitoria não incide ou repercute sobre qualquer parcela
remineratória, e nem se incorpora, em qualquer hipotese, aos proventos ou pensão.

CAPÍTULO III

DOS DIREITOS PECUNIÁRIOS DO SERVIDOR MILITAR NA INATIVIDADE SEÇÃO I

Dos Proventos e das Gratificações

Dos Proventos e da Sua Base de Cálculo

Art. 53. Proventos é a retribuição pecuniária percebida pelo servidor militar da reserva remunerada ou reformado, que
são revistos sempre que se modificar a remuneração do pessoal da ativa.

Art. 54. Ao ser transferido para a reserva remunerada ou reformado, o servidor militar tem direito a proventos, integrais
ou proporcionais, na forma da Lei nº 2.066, de 23 de dezembro de 1976 (Estatuto dos Policiais-Militares do Estado de
Sergipe)

Parágrafo único. O servidor militar de que trata este artigo deve continuar a perceber sua remuneração até a publicação
de seu desligamento no boletim interno de sua OPM, o que não pode exceder de 45 (quarenta e cinco) dias da publicação
oficial do respectivo ato.

Art. 55. Os proventos serão constituídos de subsídio ou cotas de subsídios, a que fizer jus o servidor militar na inatividade.

§1 Para efeitos de cálculo, os proventos são:

1- integrais calculados com base no subsídio integral; ou,

II - proporcionais calculados com base em quotas do subsídio, correspondentes a 1/30 (um trinta avos) do valor do
subsídio, por ano de serviço público.

§ 2ª Aplica-se o disposto neste artigo ao cálculo da pensão previdenciária militar.

Art. 57. Cessa o direito à percepção dos proventos, na data: I - do falecimento;

II - para o Oficial, do ato que declare a perda do posto ou da patente, e para a Praça, do ato de sua exclusão da PMSE ou
do CBMSE.

Art. 58. Na apostila de proventos deve ser observado o disposto no art. 55 desta Lei.

Art. 59. Os proventos da inatividade do servidor militar ou a respectiva pensão, quando ocorrer, não podem exceder o
total da remuneração que perceberia o mesmo servidor militar pelo exercício do seu posto ou graduação, se em atividade
estivesse, ressalvadas as vantagens pessoais previstas em lei.

Parágrafo único. Para manter os proventos ou pensão no limite fixado no "caput" deste artigo, deve ser aplicado um
redutor necessário ao ajustamento de valores.

Das Gratificações Componentes Dos Proventos

Do Adicional Por Convocação

A retribuição financeira por convocaçãao é a vantagem mensal concedida ao servidor militar da reserva remunerada que
vier a ser convocado para o desempenho de função ou comissão no serviço ativo PM OU BM, e para compor conselho
especial na justiça militar, e NÃO se incorpora, em nenhuma hipótese, aos proventos.

Nota:

Jamais pode ultrapassar a idade limite para a reforma.

Do Auxílio-invalidez

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Art. 61. Auxílio-invalidez é vantagem mensal concedida no valor de R$ 1.320 quando a reforma do servidor militar ocorrer
por qualquer dos seguintes motivos:

I - ferimento recebido na manutenção da ordem pública ou enfermidade contraída nessa situação, ou que nela tenha a
sua causa eficiente;

II - acidente em serviço;

III - doença, moléstia ou enfermidade adquirida com relação de causa e efeito a condições inerentes ao serviço;

IV - tuberculose ativa, alienação mental, neoplasia maligna, cegueira, lepra, paralisia irreversível e incapacitante,
cardiopatia grave, mal de Parkinson, pênfigo, espondiloartrose anquilosante, nefropatia grave e outras moléstias que a lei
indicar com base nas conclusões da medicina especializada.

§ 1º O auxílio-invalidez deve ser suspenso automaticamente pela autoridade competente, sem prejuízo de outras sanções
cabíveis, se o servidor militar, nas condições deste artigo, vier a exercer qualquer atividade remunerada.

§ 2º O policial-militar que esteja percebendo o auxílio-invalidez tem direito a transporte dentro do Estado quando for
obrigado a se afastar de seu domicílio para ser submetido a tratamento de saúde.

§ 3º O auxílio-invalidez não compõe os proventos da inatividade, não sendo, portanto, computado para efeito do limite
fixado no art. 58 desta Lei, e nem pode ser considerado para fins de cálculo de quaisquer outras vantagens pecuniárias.

DA OCORRÊNCIA DE DESCONTOS EXCEÇÃO A REGRA DE RECEBER A MAIS DO QUE NA ATIVA

Dos Descontos

Art. 63. Desconto é o abatimento na remuneração ou proventos do servidor militar para cumprimento de obrigações
assumidas ou impostas em virtude de disposições de Lei ou de decisão judicial.

Art. 64. Os descontos são obrigatórios, quando previstos em lei ou em decisão judicial, e facultativos, quando autorizados
pelo servidor militar

Art. 65. Os descontos obrigatórios têm prioridade sobre os facultativos

Art. 66. No caso de pagamento indevido ao servidor militar ativo, inativo ou pensionista, a Fazenda Pública Estadual deve
reaver integralmente o valor pago a maior, em parcelas mensais que não podem ultrapassar 10% (dez por cento) da
remuneração dos proventos ou da pensão, sendo considerado desconto obrigatório.

§ 1º Na hipótese prevista no caput deste artigo, SEPLAG, deve informar ao servidor militar ou pensionista, com
antecedência de no mínimo 30 (trinta) dias, a origem, o prazo e o percentual mensal a ser descontado.

§ 2º Quando o valor a ser restituído não ultrapassar 10% (dez por cento) do valor da remuneração, dos proventos ou da
pensão, o desconto deve ser efetuado em parcela única.

§ 3º Se o servidor militar for desligado da PMSE ou do CBMSE antes de restituir o valor de que trata o "caput" deste artigo,
a quantia devida deve ser inscrita como dívida ativa, para efeito de cobrança administrativa ou judicial.

§ 4º Se o servidor militar falecer antes de restituir o valor devido à Fazenda Pública Estadual, os descontos devem incidir,
nos mesmos valores e prazo, sobre o valor da pensão que vier a ser concedida aos seus dependentes.

§ 5º Tratando-se de reposição decorrente de apropriação indevida de recursos do Estado, com emprego de comprovada
má-fé, os descontos podem ultrapassar o limite fixado neste artigo, sem prejuízo das demais sanções previstas em lei.

Art. 67. Desconto facultativo é aquele autorizado expressamente pelo servidor militar e consignado na sua remuneração,
para pagamento de mensalidade em favor de entidade de classe do militar, bem como para amortização mensal de
empréstimo de dinheiro concedido pela mesma entidade, desde que regularmente constituída e em funcionamento a pelo
menos 01(um) ano.

§ 1º Excepcionalmente, pode ser admitida a consignação em favor de outras entidades para pagamento de planos de
previdência privada ou complementar, de pecúlio, de saúde e de seguro de vida, e outros de igual natureza, em que sejam
beneficiários o servidor militar e seus dependentes, vedada a consignação, em favor dessas mesmas entidades, para
amortização de empréstimo de dinheiro.

§ 2º A consignação facultativa prevista neste artigo pode ser suspensa, unilateralmente, e a qualquer tempo, pelo servidor
militar consignante, salvo quando se tratar de amortização de empréstimo de dinheiro.

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Art. 68. O total dos descontos facultativos não pode ultrapassar 30% (trinta por cento) da remuneração ou proventos do
servidor militar

Art. 69. Deduzidos todos os descontos, inclusive os obrigatórios, o servidor militar consignante não pode receber quantia
líquida inferior a 30% (trinta por cento) da sua remuneração ou dos seus proventos

Art. 70. O desconto originado de crime previsto na legislação penal ou penal militar não impede que a autoridade judicial
competente determine buscas e apreensões legais, confiscos de bens e seqüestros, no sentido de abreviar o prazo de
indenização à Fazenda Estadual

Seção II

Dos Consignantes e Consignatários

Art. 71. Podem ser consignantes o servidor militar ativo e o inativo.

Art. 72. O procedimento para admissão de entidades consignatárias, conforme previsto nesta Lei, assim como os termos
e condições para operacionalização de consignação autorizada em folha de pagamento do servidor militar, devem ser
definidos por Decreto do Poder Executivo

Estadual.

DOS DEPENDENTES DO SERVIDOR MILITAR

São considerados dependentes do servidor militar, para efeito desta Lei:

I – cônjuge;

II - companheira ou companheiro expressamente declarado e inscrito na PMSE ou no CBMSE, ou pessoa que comprove
convivência em união estável com o servidor militar, nos termos da Lei Civil;

III- filhos até 21 (vinte e um) anos de idade, ou, se inválido ou interditado, enquanto perdurar a invalidez ou interdição;

IV - filhos até 24 (vinte e quatro) anos de idade, se aluno do ensino superior, sem rendimentos;

V - menor tutelado conforme decisão judicial, até 21 (vinte e um) anos de idade.

Parágrafo único. Cabe ao Comandante-Geral da PMSE ou do CBMSE, conforme o caso, editar, e publicar em boletim
interno, Portaria regulando os procedimentos a serem observados para inscrição dos dependentes de servidor militar, para
os fins previstos nesta Lei.

DAS DISPOSIÇÕES GERAIS, TRANSITÓRIAS E FINAIS

Art. 74. Qualquer que seja o mês considerado, o cálculo parcelado de vencimento, gratificações e indenizações do servidor
militar deve ter o divisor igual a 30 (trinta).

Art. 75. A remuneração a que faria jus o servidor militar falecido é calculada até a data do óbito, sendo paga àqueles
constantes da declaração de beneficiários habilitados.

Art. 76. A apostila de fixação dos proventos dos servidores militares deve ser lavrada pelo órgão pagador competente da
PMSE ou do CBMSE, devidamente julgada pelo Tribunal de Contas do Estado

Art. 77. Ficam extintas todas as atuais vantagens recebidas pelo servidor militar em atividade, com fundamento em
legislação estadual anterior a esta Lei, passando os respectivos valores a integrar a sistemática remuneratória instituída
por esta mesma Lei, assegurada a irredutibilidade de remuneração.

Parágrafo único. No caso em que a remuneração decorrente da aplicação da sistemática remuneratória prevista nesta Lei
for inferior à remuneração percebida com base na legislação estadual anterior, a respectiva diferença deve ser paga ao
servidor militar a título de vantagem pessoal, que não pode ser majorada, mas deve ser reduzida progressivamente à
medida em que for sendo absorvida por reajustes remuneratórios posteriores.

Art. 78. Os atuais proventos dos servidores militares e as pensões percebidas pelos seus dependentes devem ser
reenquadrados e recalculados nos termos desta Lei.

§ 1º Ficam extintas todas as vantagens incorporadas aos proventos dos servidores militares inativos ou às pensões de
seus dependentes, com fundamento em legislação estadual anterior a esta Lei, passando os respectivos valores a integrar
a nova composição de proventos e pensões estabelecida nesta mesma Lei, assegurada a irredutibilidade, observado,
ainda, o disposto no seu art. 76.

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§ 2º A Gratificação por Tempo de Serviço instituída por esta Lei, calculada com base no soldo ou quotas de soldo do
próprio posto ou graduação, ou do posto ou graduação

imediatamente superior, conforme tenha feito jus, deve fazer parte dos proventos do servidor militar inativo ou da pensão
de seus dependentes, desde que regularmente assegurada, com o mesmo percentual com o qual já se encontrava
incorporada e atualmente vinha sendo calculado e pago o respectivo valor da anterior Gratificação de Tempo de Serviço
extinta também por esta Lei.

§ 3º Fica assegurado e mantido o direito a proventos do seu posto ou da sua graduação, calculados com base no soldo do
posto ou da graduação superior, aos inativos que, na forma da lei, obtiveram esse benefício, ressalvando-se que as novas
gratificações instituídas por esta Lei, e substitutivas de todas as vantagens incorporadas, passam a compor os proventos
desses mesmos inativos, nos percentuais legais previstos nesta mesma Lei para o posto ou para a graduação em que se
deu a transferência para a reserva remunerada ou reforma.

§ 4º Os atos de transferência para a reserva remunerada e de reforma, bem como o de concessão de pensão a
dependentes de servidor militar, que até a data da vigência desta Lei não tenham sido julgados e registrados pelo Tribunal
de Contas do Estado, devem retornar ao Órgão de Origem, e depois à Procuradoria-Geral do Estado, para adequação à
nova sistemática de proventos estabelecida também nesta Lei.

§ 5º O reenquadramento e recálculo das atuais pensões percebidas por dependentes de servidor militar devem obedecer
aos mesmos critérios previstos neste artigo.

Art. 79. Os atuais proventos do pessoal inativo da PMSE e do CBMSE e as respectivas pensões pagas aos seus dependentes,
quando reenquadrados e recalculados, não podem ultrapassar o limite estabelecido no art. 58 desta Lei, excluídos desse
limite os valores correspondentes a cargo em comissão ou função de confiança, incorporados na forma da lei.

Art. 80. Cabe ao Poder Executivo expedir normas regulamentares, instruções e/ou orientações que se fizerem necessárias
para aplicação ou execução desta Lei

Art. 81. entro de Quadros aglutinados ao Quadro de Cargos em Comissão da Secretaria de Estado da Segurança Pública,
partes integrantes do Quadro Geral de Pessoal do Poder Executivo do Estado de Sergipe, ficam alterados os cargos de
provimento em comissão referidos nos incisos deste artigo, que passam a ter os símbolos indicados em seguida:

I - dentro do quadro da Polícia Militar do Estado:

a) Comandante-Geral da Polícia Militar do Estado, Símbolo CCE-13;

b) Chefe do Estado-Maior da Polícia Militar do Estado, Símbolo CCE-12;

c) Diretor-Geral do Hospital da Polícia Militar, Símbolo CCE-09;

d) Diretor Administrativo do Hospital da Polícia Militar, Símbolo CCE-08;

e) Diretor de Clínica Médica do Hospital da Polícia Militar, Símbolo CCE-08. II - dentro do Quadro do Corpo de
Bombeiros Militar do Estado:

f) Comandante-Geral do Corpo de Bombeiros Militar do Estado, Símbolo CCE-10;

g) Chefe do Estado-Maior do Corpo de Bombeiros Militar do Estado, Símbolo CCE-09.

As despesas decorrentes da aplicação ou execução desta Lei devem correr à conta das dotações apropriadas e consignadas
no Orçamento do Estado para o Poder Executivo

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