UNIVERSIDADE CATÓLICA DE MOÇAMBIQUE
INSTITUTO DE EDUCAÇÃO Á DISTANCIA
A PESSOA HUMANA À LUZ DA FÉ CRISTÃ
Joaquim Coelho João
Código: 708233529
Curso: Licenciatura em ensino de Língua Portuguesa
Disciplina: FUNDAMENTO DE TEOLOGIA CATOLICA
Ano de frequência: 2º Ano
Turma: C
Beira, Setembro de 2024
UNIVERSIDADE CATÓLICA DE MOÇAMBIQUE
Instituto de educação á distancia
Tema: A PESSOA HUMANA À LUZ DA FÉ CRISTÃ
Nome do estudante: Joaquim Coelho João
Código: 708233529
Tutor: Pe. Nsiwene Joseph Mbuta
Curso: Licenciatura em Ensino de Língua portuguesa
Disciplina: FUNDAMENTO DE TEOLOGIA CATÓLICA
Ano de frequência: 2º ano
Beira, Setembro de 2024
Categorias Indicadores Padrões Classificação
Pontuaçã Nota Sub
o máxima do total
tuto
r
Estrutura Aspectos Capa 0.5
organizacionais
Índice 0.5
Introdução 0.5
Discussão 0.5
Conclusão 0.5
Bibliografia 0.5
Conteúdo Introdução Contextualização 1.0
(Indicação clara
do problema)
Descrição dos 1.0
objectivos
Metodologia 2.0
adequada ao
objecto do
trabalho
Análise e Articulação e domínio 2.0
discussão do discurso académico
(expressão escrita
cuidada, coerência /
coesão textual)
Revisão bibliográfica 2.0
nacional e internacionais
relevantes na área de
estudo
Exploração dos dados 2.0
Conclusão Contributos teóricos 2.0
práticos
Aspectos Formatação Paginação, tipo e 1.0
gerais tamanho de letra,
paragrafo, espaçamento
entre linhas
Normas APA 6ª Rigor e coerência das 4.0
Referências edição em citações/referências
Bibliográficas citações e bibliográficas
bibliografia
Índice
1. Introdução...................................................................................................................................................3
1.1. Objectivo do Trabalho.............................................................................................................................4
1.1.1. Objectivo geral......................................................................................................................................4
1.1.2. Objectivos específicos..........................................................................................................................4
1.2. Metodologia do Trabalho........................................................................................................................4
2. Análise e discussão (Revisão de Literatura)...............................................................................................5
2.1. Conceito de pessoa..................................................................................................................................5
2.2. A dignidade da pessoa humana................................................................................................................7
2.3. O homem como um ser de consciência...................................................................................................8
2.4. A pessoa humana a luz da fé cristã..........................................................................................................9
3. Conclusão.................................................................................................................................................11
Referências Bibliográficas............................................................................................................................12
1. Introdução
A Igreja Católica proclama que a vida humana é sagrada e que a dignidade da pessoa humana é o
fundamento de uma visão moral da sociedade. Esta crença é a base de todos os princípios da
nossa doutrina social. Na nossa sociedade, a vida humana está sob ataque direto do aborto e da
eutanásia. O valor da vida humana está a ser ameaçado pela clonagem, pela investigação em
células estaminais embrionárias e pela aplicação da pena de morte. Atingir intencionalmente civis
em guerras ou ataques terroristas é sempre errado.
O ensinamento católico também nos convida a trabalhar para evitar a guerra. As nações devem
proteger o direito à vida, encontrando formas cada vez mais eficazes de prevenir conflitos e
resolvê-los por meios pacíficos. Acredita-se que cada pessoa é preciosa, que as pessoas são mais
importantes que as coisas e que a medida de cada instituição é se ela ameaça ou melhora a vida e
a dignidade da pessoa humana.
A pessoa humana é fundamentalmente uma criatura de Deus e não um produto casual de matéria
cega e arbitrária ou da construção de engenheiros sociais.
Em essência, a pessoa humana procede da ideia que Deus tem para ela e se desenvolve no
contexto do tempo e da história. No conhecimento e na vontade, ele reflete e representa no
mundo a verdade e a bondade de Deus. A pessoa humana cresce assim através do pensamento e
do trabalho, através de atitudes espirituais e de convicção moral. Assim, o homem, desde o início,
é um ser da cultura, das ciências e das artes teóricas e práticas.
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1.1. Objectivo do Trabalho
1.1.1. Objectivo geral
Conhecer a pessoa humana à luz da fé cristã.
1.1.2. Objectivos específicos
Definir o conceito pessoa humana;
Refletir sobre a dignidade humana ;
Indicar a importância da leitura para a realização de um trabalho académico.
1.2. Metodologia do Trabalho
A metodologia a ser utilizada para esse trabalho vai basear-se em revisão documental e revisão
bibliográfica, método este que segundo Gil (2008), oferecerá um rol de bases que sustentam as
possíveis soluções de um problema, portanto com este, o estudante procurou bases teóricas que
falam e sustentam de alguma maneira sobre as matérias em estudo. Portanto o trabalho vai
comportar a seguinte estrutura: Introdução, analise e discussão de dados/informação, conclusão e
referências bibliográficas.
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2. Análise e discussão (Revisão de Literatura)
2.1. Conceito de pessoa
A origem do termo pessoa é uma questão difícil de ser respondida com precisão. Há extensas
referências sobre o tema, no entanto, não se encontrou uma resposta definitiva para a questão.
Aquino (2013) apresenta duas explicações distintas para os termos prósopon, de origem grega, e
persona, de origem latina, que comumente são apresentados como origem do termo pessoa. Os
dois termos seguiram caminhos independentes até sua fixação conceitual de modo que devemos
fazer uma distinção entre a história do termo e a história do conceito.
A etimologia do termo latino persona não é tão clara quanto do termo prósopon; sua evolução
semântica é complexa, e por isso mesmo, existem várias hipóteses para a origem do termo. Não
nos atendo a tais hipóteses podemos dizer, para todos os efeitos, que o termo persona possuía
também, inicialmente, o significado de máscara. No teatro romano, a máscara não foi usada
desde o início, foi progressivamente sendo introduzida por influência dos ritos religiosos dos
estrucos.
Cícero, antes da era cristã, já adotara o termo persona como equivalente ao termo prósopon para
expressar a individualidade humana, ainda que com maior profundidade que o termo grego.
Tanto prósopon como persona não estão envoltos, ainda, de uma carga filosófica definida, são
termos utilizados para expressar uma ideia simples. A evolução semântica dos termos durante
esse tempo não é notável, mas cumpre observar-se que persona acabou por se movimentar na
língua comum no sentido de homo, oposto ao de mulier. A partir do século II d. C., essa
linguagem vulgar se estenderá ao campo do Direito, que terá sua noção de pessoa vinda da fala
popular e não culta (Alvira; Clavell & Melendo, 2014).
Pode-se afirmar que durante a Guerra Púnica (218-201), persona possuía basicamente quatro
significados:
máscara de teatro;
personagem teatral;
papel que desempenha a personagem teatral e,
sujeito gramatical. Enquanto máscara de teatro.
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Portanto, persona, faz alusão a um tipo geral ou estático em contrapartida da relação da máscara
com o sujeito que a leva, presente mais na noção de personagem teatral, que por sua vez abre
caminho para a articulação entre indivíduo e sua dimensão moral e social, uma vez que as
máscaras eram distintas, segundo os diferentes papéis (Aquino, 2013).
O termo latino persona acabou se difundido mais que o termo grego prósopon, já que os
bizantinos, nos documentos oficiais do Império Romano, traduziam prósopon por persona.
Podemos encontrar usos de persona na tradução latina, tanto para referir-se a indivíduos, como
para referir-se à pessoa gramatical, isto é, a um sujeito e não a um predicado, em contraposição
do uso de prósopon, por autores gregos (Aristófanes ou Eurípedes) que empregaram o termo
apenas como um genitivo de um nome comum. Isso reforça a tese da independência etimológica
entre os dois termos.
De maneira esquemática, pode-se dizer que o significado de persona como “indivíduo humano”
começou a estabelecer-se no meio grego, antes do que no meio romano. No entanto, os latinos
acabaram generalizando o termo persona vários séculos antes que os gregos, de modo que
persona passou a ter mais força na significação de “indivíduo humano”. Com efeito, dada a
expansão do Império Romano, tanto no Oriente quanto no Ocidente, a língua latina foi
gradativamente ganhando importância, de modo que tanto no âmbito comum como no jurídico,
persona, passa a ter um significado mais específico, o indivíduo diferente do outro com suas
particularidades. (Alvira; Clavell & Melendo, 2014).
Portanto, na tradição judaico-cristã, mostrado na teologia dos primeiros séculos, o termo foi
amplamente utilizado para se referir ao mistério da Trindade e da Encarnação. Para dirimir
questões espinhosas da Teologia, o termo persona foi utilizado para falar de Deus, de Jesus
Cristo, do Espírito Santo, e não apenas do ser humano.
Em suma, a definição de pessoa elaborada por Boécio que se tornou clássica na história da
filosofia é própria do pensamento cristão. Podemos começar a analisar tal definição a partir da
relação entre pessoa e natureza, pois nota-se, que a noção conceitual de pessoa e natureza se
aproxima, e por vezes se confunde. De qualquer forma, podemos observar que a natureza,
compreendida neste conceito, está para além da pessoa, parece mais abrangente.
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A pessoa é, em primeiro lugar, substância uma vez que não pode se constituir nos acidentes.
Portanto, entre as coisas chamadas de natureza, a pessoa se encontra entre aquelas que são
substâncias. A pessoa é, em segundo lugar, racional, por oposição aos seres dotados de
conhecimento meramente sensível. E, por fim, a pessoa é individual por oposição ao universal;
somente seres individuais e singulares podem ser chamados de pessoa e não o universal.
Lemos em Gênesis 1:26 Então Deus disse: “Façamos o homem à nossa imagem, conforme a
nossa semelhança. E domine eles sobre os peixes do mar, e sobre as aves dos céus, e sobre o
gado, e sobre toda a terra, e sobre todo réptil que rasteja sobre a terra.”
O eterno Filho de Deus, que “por nós e para nossa salvação se fez homem”, é o protótipo do
homem para os outros. Da mesma forma, a Igreja, como afirmou Dietrich Bonhoeffer, “é a Igreja
na medida em que é a Igreja para os outros”. Os Padres Conciliares, depois de explicarem na
Constituição Dogmática sobre a Igreja Lumen Gentium a origem, a essência e a missão da Igreja,
falam na Gaudium et Spes do serviço salvífico da Igreja para o desenvolvimento integral da
pessoa humana.
2.2. A dignidade da pessoa humana
A dignidade dos outros deve ser respeitada em todas as circunstâncias, não porque essa dignidade
seja algo que inventamos ou imaginamos, mas porque os seres humanos possuem um valor
intrínseco superior ao dos objetos materiais e das situações contingentes. Isto exige que sejam
tratados de forma diferente.
Que todo ser humano possui uma dignidade inalienável é uma verdade que corresponde à
natureza humana, independentemente de qualquer mudança cultural. Por esta razão, os seres
humanos têm a mesma dignidade inviolável em todas as épocas da história e ninguém pode
considerar-se autorizado por situações particulares a negar esta convicção ou a agir contra ela.
Também os seres humanos são criaturas deste mundo, gozando do direito à vida e à felicidade e
dotados de uma dignidade única. Portanto, não podemos deixar de considerar os efeitos na vida
das pessoas da deterioração ambiental, dos actuais modelos de desenvolvimento e da cultura do
descartável.
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Lemos em Colossenses 4:1-18: “mestres, tratem seus servos com justiça e imparcialidade,
sabendo que vocês também têm um Mestre no céu. Continue firmemente em oração, vigiando-a
com ações de graças. Ao mesmo tempo, rogai também por nós, para que Deus nos abra uma porta
à palavra, para anunciar o mistério de Cristo, pelo qual estou preso, para que eu possa esclarecer
como devo para falar. Ande com sabedoria para com os de fora, fazendo o melhor uso do tempo.
2.3. O homem como um ser de consciência
A consciência é um fenômeno biológico e devemos conceber como parte de nossa história
biológica, assim como a digestão, o crescimento, a mitose e a meiose. Entretanto Searle
demonstra que a consciência tem algumas particularidades que não são observadas em outros
fenômenos biológicos. (Searle, 2010, p. 1-2).
Para Searle, a mais importante destas particularidades é o que ele chama de subjetividade. De
alguma maneira, a consciência é algo privativo de cada indivíduo. Cada um tem a sua maneira de
se relacionar com determinadas situações, como cócegas, coceiras, pensamentos ou sensações
que cada indivíduo vivência de uma determinada maneira
Apesar da etimologia da palavra, não podemos confundir consciência com conhecimento, nem
com a atenção e tampouco com a autoconsciência. Mostremos as diferenças segundo Searle.
Muitos estados de consciência têm pouco ou nada a ver com o conhecimento. Um bom exemplo
seria que estados conscientes como nervosismo ou ansiedade difusa não são ligados ao
conhecimento (Searle, 2010, p. 3).
Não se deve também confundir consciência com atenção, pois no campo da consciência de uma
determinada pessoa existem elementos que estão no seu foco de atenção e outros que estão na
periferia da consciência. Searle demonstra isso porque por diversas vezes esta distinção de “estar
consciente de” é usado com o sentido de prestar atenção. Todavia, o conceito de consciência ao
qual Searle faz menção leva em conta a possibilidade haver muitas coisas na periferia da
consciência. Por fim, não devemos confundir consciência com autoconsciência, Na perspectiva
de Searle o sentimento consciente de vergonha, por exemplo, exige que o agente esteja
consciente de si mesmo; entretanto, ver um objecto ou ouvir um som não implica a
autoconsciência (Searle, 2010, p. 2-3).
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Uma das características mais importantes da consciência, segundo Searle, é o humor, pois toda a
experiência consciente normal é permeada pelo humor, e já é um fato na ciência que
determinados humores podem ser controlados com alguns medicamentos (Searle, 2010, p. 13).
A consciência é equiparada a razão quando permite acesso ao conhecimento do Bem e o mal,
associa-se a vontade livre do agir humano na medida em que acata o Bem e rejeita o Mal. É algo
inato, que nasce com o individuo num aspecto rudimentar de forma simples ou adquirido pelo
facto desta tender a evoluir nos aspectos da interacção com os factos vividos. É uma propriedade
ou estado psicológico, a sua categorização é muito complexa, mas esta, existe no intelecto do
homem e ajuda no acto ético, na medida em que auxilia a vontade a cumprir a lei moral e pode
ser conquistada progressivamente.
2.4. A pessoa humana a luz da fé cristã
A existência da humanidade é inteiramente resultado da criação divina. Gênesis 1:1 declara: ‘No
princípio Deus criou os céus e a terra.’ Deus é a causa eterna e transcendente de tudo. Segundo o
relato bíblico, Deus criou todas as coisas materiais e imateriais (cf. Col 1,16). A criação da
humanidade é o clímax da criação de Deus em Gênesis.
A criação da humanidade por Deus é afirmada em todas as Escrituras (Sl 100:3; Mateus 19:4;
Tiago 3:9). O fato de os humanos terem sido criados por Deus traz implicações significativas.
Os seres humanos não existem no vácuo. A pré-condição para a humanidade é Deus, a
humanidade só pode ser compreendida começando pelo criador. Quando Paulo se dirigiu aos
filósofos em Atenas, ele apontou-lhes o Deus que criou o mundo e tudo o que nele existe (cf.
Atos 17:24).
Os humanos não são Deus. Os seres humanos não são divinos nem os seres mais elevados que
existem. Existe uma lacuna ontológica entre Deus e os humanos. Os humanos nunca podem ser
Deus, nem devem procurar ser Deus. Como criaturas, os humanos são obrigados a submeter-se a
Deus.
A humanidade tem a tarefa de cumprir o mandato da criação – multiplicar-se, encher a
terra e subjugá-la (Gn 1:26-28; Sl 115:16).
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A humanidade foi criada para dar glória a Deus (cf. Sl 8; Sl 148; Is 43,6-7; Sl 115,1; 1
Cor 10,31).
A humanidade traz o emblema de Deus na imagem e carrega o ruah “sopro de Deus” que
anima e sustenta toda a vida (Gn 1:27; Gn 2:7; cf. Sl 51:10-12; Ez 37:9).
Em suma, a pessoa humana a luz da fé crista é a própria imagem de Deus e deve a obediência a
Deus. Tal como lemos nos seguintes textos bíblicos:
Gn 1:26 “Então disse Deus: Façamos o homem à nossa imagem, conforme a nossa
semelhança, para que domine sobre os peixes do mar e sobre as aves do céu, sobre o gado
e todos os animais selvagens, e sobre todas as criaturas que se movem pelo chão.”'.
Gn 1:27 ‘Então Deus criou o homem à sua imagem, à imagem de Deus ele o criou;
homem e mulher ele os criou.’
Gn 5:1-3 ‘Este é o relato escrito da linhagem familiar de Adão. Quando Deus criou a
humanidade, ele a fez à semelhança de Deus. Ele os criou homem e mulher e os
abençoou. E ele os chamou de “Humanidade” quando foram criados. Quando Adão viveu
130 anos, ele teve um filho à sua semelhança, à sua imagem; e ele o chamou de Seth.
Gn 9:6 ‘Quem derramar sangue humano, pelo homem o seu sangue será derramado; pois
à imagem de Deus, Deus fez a humanidade.’
Gênesis 1:27 descreve a criação dos humanos como homem e mulher à sua imagem. Como
criaturas de gênero, Adão e Eva cumpririam seu chamado de multiplicar-se e encher a terra com
suas naturezas distintas e únicas como homem e mulher (Gn 1:28). Os seres humanos são
caracterizados por uma dignidade extraordinária atribuída igualmente ao homem e à mulher para
se complementarem no reinado como vice-regentes de Deus sobre a sua criação. O fato de terem
sido criados com a capacidade espiritual de comungar com Deus marca sua dependência de Deus
para reinar como vice-regentes. Esta compreensão da criação implica que os humanos não são
autónomos e não podem viver de forma autorreferencial, muito menos reinar sobre a terra.
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3. Conclusão
Conclui-se que, à luz de Gênesis 2;8, pode-se concluir que a imagem de Deus mencionada em
Gênesis 1:26-27 é de natureza moral e relacional. Envolve a semelhança moral da pessoa humana
com Deus, bem como uma relação pai-filho entre Deus e a humanidade baseada na confiança, fé,
amor, dependência e obediência. Contudo, quando foram tentados e caíram em pecado, tanto os
aspectos morais como os relacionais da imagem de Deus foram corrompidos.
A luz da fé crista, a pessoa humana é aquela que obedece o senhor Jesus Cristo, pois Jesus Cristo,
que é a verdadeira imagem de Deus (Hb 1:3), nasceu à semelhança da humanidade (encarnação).
Através de Cristo, vemos a personificação perfeita da pessoa humana, como diz João 1:14: 'O
Verbo se fez carne e habitou entre nós, humanidade do pecado.
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Referências Bibliográficas
Aquino, T. (2013) O ente e a essência. Petrópolis, RJ: Vozes.
Aranha, M. L. A. & Martins, M. H. P. (2005) Temas de Filosofia. 3ª.ed. São Paulo: Moderna.
CATECISMO DA IGREJA CATÓLICA. (2002) Sociedades bíblicas. Porto editor.
Gil, A. C. (2008). Métodos e Técnicas de Pesquisa Social. (6ª ed). São Paulo.
Sarlet, I. W. (2011) Dignidade da pessoa humana e direitos fundamentais na Constituição
Federal de 1988. 9. ed. rev. atual. Porto Alegre: Livraria do Advogado.
Souza, F. Vi.(2014). Aspectos históricos e teológicos da recepção do concilio Vaticano II na
(Arqui) Diocese de Montes Claros (1966-1990). [Dissertação]. Dissertação para obtenção de grau
de mestrado. Pontifícia Universidade Católica de São Paulo
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