Índice
Introdução...................................................................................................................................................2
Objectivo Geral:......................................................................................................................................2
Objectivos Específicos:...........................................................................................................................2
Metodologia............................................................................................................................................2
Factores de distribuição da fauna e da flora.............................................................................................3
Conceito..................................................................................................................................................3
Flora....................................................................................................................................................3
Fauna......................................................................................................................................................3
Factores de distribuição da fauna e da flora.............................................................................................4
Factores climáticos..............................................................................................................................4
Temperatura........................................................................................................................................4
Humidade............................................................................................................................................5
Luz solar................................................................................................................................................. 5
Vento...................................................................................................................................................6
Factores topográficos..............................................................................................................................6
Factores edáficos.....................................................................................................................................6
Flora e Fauna de Moçambique............................................................................................................6
Poluição do ambiente bioclimático......................................................................................................8
Medidas de redução da poluição ambiental.............................................................................................9
recursos Conservação dos bioclimáticos.............................................................................................9
Fenómeno «EI Niño»..........................................................................................................................9
Mudanças climáticas globais.............................................................................................................10
Conclusão..........................................................................................................................................11
Referências Bibliográficas.................................................................................................................12
Introdução
O estudo da flora e fauna desempenha um papel fundamental na educação ambiental.
Atravésdo conhecimento sobre as plantas e animais presentes em determinada região, é
possívelcompreender a importância da conservação dos ecossistemas e promover a
conscientizaçãosobre a preservação do meio ambiente.
A flora é responsável pela produção de oxigênio, absorção de dióxido de carbono
efornecimento de alimentos para os animais. Além disso, muitas espécies vegetais
possuem propriedades medicinais e são utilizadas na fabricação de diversos produtos.
Por outro lado, oestudo da fauna permite compreender as interações entre os
diferentes seres vivos e suaimportância para o funcionamento dos ecossistemas.
Estuda as relações de fauna e flora e seu impacto na biodiversidade.
Objectivos do trabalho
Objectivo Geral:
➢Estudar as relações de fauna e flora e seu impacto na biodiversidade.
Objectivos Específicos:
➢Identificar a importância económica da Biodiversidade;
➢Descrever o impacto económico do desflorestamento;
➢Apresentar as consequências da redução da Biodiversidade;
➢Sugerir medidas de conservação da Biodiversidade.
Metodologia
O presente trabalho baseou-se numa pesquisa bibliográfica, que é descrita por Gil
(2008)como sendo uma atividade essencial para qualquer estudante ou pesquisador que
desejaaprofundar seus conhecimentos sobre um determinado tema. A aplicação deste
métodoconsistiu na busca, seleção e análise de fontes bibliográficas relevantes sobre
educaçãoambiental, ou especificamente sobre fauna e flora , através da consulta de
diferentes tipos demateriais como livros, artigos científicos, revistas, resumos, teses, etc.
Factores de distribuição da fauna e da flora
Conceito
Quando falamos sobre biodiversidade, referimo-nos à diversidade de organismos vivos
existentes nos ecossistemas, sejam ele micro, sejam macro-organismos. Fauna é o
nome que se dá à diversidade de animais de uma determinada regiãoregião, e quanto
que Flora é a diversidade de plantas de uma região. (WILSON, 2017)
A flora é indispensável para a manutenção da vida na Terra, pois ela é a responsável
pelo processo fotossintético. A fauna e a flora podem muitas vezes ser específicas de
determinadas regiões e influenciadas pelos fatores ambientais locais.
Flora
Na caatinga, onde as temperaturas são elevadas praticamente durante todo o ano e as
chuvas são escassas e irregulares, a flora é caracterizada por árvores baixas e arbustos
com muitos espinhos.
Essa vegetação também tem a característica de perder suas folhas durante a seca
(vegetação caducifólia) para evitar a perda de água por transpiração, e algumas
armazenam água, como as cactáceas.
Já na floresta Amazônica, onde o clima é úmido e há temperaturas relativamente
elevadas, encontramos um ambiente propício para um maior desenvolvimento da
vegetação. Nesse local, as árvores apresentam grande porte e há uma grande quantidade
de epífitas e trepadeiras, que buscam alcançar uma melhor posição para seu
desenvolvimento, já que a mata pode encontrar-se bastante fechada.
Fauna
Em relação à fauna, podemos observar as suas diferenças entre ambientes de clima frio
e onde as temperaturas são mais elevadas, por exemplo. Em regiões de clima frio, como
nas tundras, a fauna é caracterizada por animais que possuem grande camada de gordura
corporal e pelos para a manutenção da temperatura, além das espécies migradoras,
que chegam durante o verão. (WILSON, 2017)
Já em regiões tropicais, onde as temperaturas são mais elevadas, a diversidade de
espécies é muito maior, com a presença de representantes das mais diversas classes.
As aves e os mamíferos, por conseguirem manter a temperatura corporal constante
(homeotermos), apresentam uma maior distribuição na biosfera do que as espécies que
não mantêm (heterotérmicos).
A fauna e a flora estão intimamente interligadas, pois muitos animais utilizam as plantas
como alimento e abrigo, e as plantas necessitam, muitas vezes, dos animais para a sua
reprodução por meio da polinização e dispersão da semente.
Factores de distribuição da fauna e da flora
A distribuição geográfica dos animais está dependente dos mesmos factores que influem
na distribuição das plantas. As plantas, por sua vez, condicionam a distribuição dos
animais, especialmente dos herbívoros, que delas se alimentam, consequentemente, dos
carnívoros que procuram os herbívoros. (WILSON, 2017)
Os factores principais são:
Climáticos (luz solar, temperatura, humidade).
Topográficos (altitude, declive do solo, exposição, etc.).
Edáficos (natureza do solo, influência física e química do meio).
Factores climáticos
Temperatura
A necessidade de calor é, de modo geral, variável conforme a espécie ao longo do
ciclo de Vida. As plantas requerem um óptimo de temperatura compreendido entre um
valor mínimo (zero específico ou limiar inferior), abaixo do qual a Vida se torna
impossível para elas. Do mesmo modo, há também um limite superior específico, acima
do qual a Vida se torna impossível para a espécie. Por isso, as plantas dividem-se em:
Megatérmicas – São plantas mais exigentes em calor, isto é, o seu óptimo está entre 20
°C e um pouco mais como a maioria das espécies da floresta.
Microtérmicas – São as espécies menos exigentes em calor; o seu óptimo é próximo
dos 0 °C, por exemplo, as coníferas da taiga.
Hequistotérmicas – São espécies vegetais adaptadas aos climas de frio rigoroso quase
sempre abaixo dos zero graus.
Mesotérmicas – São plantas que melhor se adaptam, quer ao calor do Verão, quer aos
Invernos frios dos climas temperados; o seu óptimo é cerca de 15 °C.
Euritérmicas – São plantas que suportam grandes amplitudes térmicas e estão
adaptadas ao frio e a altas temperaturas. Perdem a folha na época fria como defesa;
outras possuem folhas largas e grandes a fim de aumentarem a evaporação na época
quente, provocando uma diminuição da temperatura.
Humidade
A humidade permite a fotossíntese e a dissolução dos sais minerais.
Em relação as necessidades em humidade, as plantas dividem-se
em: higrófilas, hidrófilas, tropófilas, xerófilas e halófitas.
Higrófilas - São plantas muito exigentes à água; vivem permanentemente em
meio aquático (algas).
Hidrófilas – São plantas muito exigentes à água, vivem em ambientes muito
húmidos na superfície terrestre, no clima equatorial ou à beira dos rios (arroz).
Tropófilas – Estão compreendidas entre as higrófilas e as xerófilas, isto é, aquelas
que se adaptam a um período húmido e a um período seco, espécies dos climas
temperados ou tropicais; perdem a folha na estação seca.
Xerófilas – Espécies vegetais dos climas com estação seca ou desértica.
Desenvolvem-se em ambiente de pouca água.
Halófitas - Espécies dos climas temperados ou tropicais que vivem em meios
salgados, especialmente junto ao mar, ou sob influência das marés: avicênia, coqueiro,
etc.
Perdem a folha na estação seca.
Luz solar
Todas as plantas com clorofila precisam de luz para realizar a fotossíntese, mas as
espécies não têm as mesmas exigências em luz solar; há um óptimo para cada espécie
que se adapta a um determinado grau de luminosidade, nesta base distinguem-se dois
tipos de plantas:
Heliófitas: as mais exigentes em luz, como o girassol.
Esquisiáfitas: as que desenvolvem todo o seu ciclo apenas com alguma luz ou na
sombra, como é o caso das hortícolas.
Vento
O vento desempenha um papel importante na dispersão das plantas. E no transporte de
pólen, ajudando a fecundação.
Devido à agitação das folhas, o vento vai renovando o ar húmido substituindo-o por
mais seco, activando a transpiração, e disseminando, as sementes.
Factores topográficos
O relevo do solo é o principal agente responsável pelas condições locais em que
vivem os vegetais terrestres. Durante parte do ano, as encostas umbrias apenas recebem
luz difusa ao passo que as soalheiras são frequentemente banhadas por luz solar directa.
A exposição das encostas tem uma influência extraordinária na cobertura vegetal,
quer devido às diferenças de temperatura, quer as precipitações atmosféricas, assim
como ao predomínio dos ventos e à intensidade da luz.
Factores edáficos
As plantas procuram substâncias minerais para a sobrevivência; segundo este critério
podem ser agrupadas em:
Calcícolas – As que preferem terrenos de calcário.
Calcífugas – As que vivem em terrenos ricos em cloreto de sódio.
Halófitas – As que preferem solos ricos em sais de potássio enquanto que as
plantas de solos ricos em proteínas se designam nitrófilas.
A combinação dos vários elementos: (temperatura, pressão, humidade, precipitação,
vento) em períodos curtos constitui o tempo e, em longos períodos o clima. A
classificação climática abrange os aspectos ligados à temperatura, precipitação e
vegetação. A distribuição da fauna e da flora não é uniforme e é condicionada pelos
factores climáticos, edáficos e topográficos.
Flora e Fauna de Moçambique
O Moçambique é rico em fauna e flora. Nas terras altas do norte e no centro do país, há
floresta densa, no litoral há os mangais e no sul há savana e floresta aberta. Estes
ecossistemas constituem o habitat de várias espécies de animais, como hipopótamos,
elefantes, macacos, antílopes, leões, chitas, tartarugas e muitas aves.
No país, há o Parque Nacional da Gorongosa, que por causa da sua exuberância
paisagística e particularidade da fauna bravia se tornou um dos principais destinos
turísticos.
Em Moçambique, há vários rios, como o Zambeze, o Limpopo, o Umbeluzi, o Matola, o
Maputo, etc. Moçambique é banhada pelo Canal de Moçambique, uma porção do
Oceano Índico. O clima de Moçambique é húmido e tropical, influenciado pela corrente
quente do Canal de Moçambique e pelo regime de monções do Índico.
Moçambique é o habitat de uma rica flora com 6000 espécies de plantas, das quais, mais
de 300 espécies de plantas estão na lista vermelha da IUCN e 22% são endémicas, uma
fauna terrestre com 726 espécies de aves, 171 espécies de répteis, 85 de anfíbios (dos
quais 28 são endémicas) e 3075 espécies de insectos.
Foram avaliadas 67 espécies da fauna, das quais 47% estão em risco de extinção,
sendo necessárias iniciativas de conservação para reverter essa tendência;
Mapeamento dos ecossistemas históricos de Moçambique, incluindo um
primeiro exercício para executar uma avaliação da Lista Vermelha dos
ecossistemas terrestres;
Governo está integrando kbas em seu Plano Nacional de Desenvolvimento
Territorial, bem como seu Plano Espacial Marinho, como áreas a serem
preservadas;
Diretrizes sobre “Negócios e kbas: Gerenciando Riscos para a Biodiversidade”,
traduzidas para o português. Estes identificam boas práticas ambientais que os
projetos de desenvolvimento devem seguir quando implementados em ou em
torno de kbas.
A linha de costa tem cerca de 2770 Km e é caracterizada por uma diversidade de
habitats que inclui praias arenosas, dunas costeiras, estuários, baías, florestas terrestres,
mangais, tapetes de ervas marinhas e recifes de corais.
Os ecossistemas florestais constituídos por florestas nativas e bosques, cobrem cerca
de 43% da área total do território moçambicano, dos quais 67% são florestas semi-
decíduas, 20% florestas sempre verdes, as florestas de mangal compõem cerca de 1% e
outros tipos florestais perfazem 12% dos habitats florestais, Estes tipos florestais
albergam uma vasta biodiversidade faunística e vegetal e compõem paisagens únicas.
(GODINHO, 2011)
Novas espécies terrestres e marinhas continuam a ser descobertas em Moçambique, com
enfoque para morcegos, aves, répteis, anfíbios, mamíferos, lesmas, e macroalgas.
Poluição do ambiente bioclimático
A poluição atmosférica é um dos flagelos da humanidade, resultado da alteração das
condições naturais e, sobretudo, da acção humana. São as actividades industriais,
agrícolas, ocupação urbana, circulação rodoviária, que introduzem novos elementos
nocivos à Atmosfera. ( OLIVEIRA, 2006)
A indústria é responsável pelo lançamento de substâncias nocivas, (produtos
químicos; CO2, CO, SO2) particularmente as petroquímicas, fábricas de cimento, etc.
(WILSON, 2017)
A indústria do frio lança os C.F.C. que na Estratosfera destroem a camada de ozono.De
modo geral, o efeito da poluição não tem fronteiras por causa da circulação livre das
massas de ar.
A poluição é prejudicial à saúde humana provoca: bronquite, asma, cancro e altera o
sistema nervoso.
O efeito de estufa como problema ambiental, ocorre pela acumulação excessiva do
SO2, CO, CO2, e vapor de água na Atmosfera. As consequências é que o aumento da
temperatura média mundial, pode levar ao degelo nas zonas polares o que, por sua vez,
pode conduzir ao aumento do nível das águas do mar e inundar as zonas costeiras
baixas.
O smoke ou smog afecta países seriamente poluídos pela indústria do carvão, petróleo
e gás com acumulação de substâncias gasosas, que formam nuvens sufocando o
Homem. Este fenómeno já se registou no México e na Inglaterra, o que provocou a
perda de muitas vidas humanas.
Associadas à poluição atmosférica ocorrem as chuvas ácidas que resultam nas
reacções entre a água e substâncias de SO2, CO2, S que formam ácidos bastante
nocivos à Vida e obras públicas.
Medidas de redução da poluição ambiental
A poluição é um dos grandes problemas da humanidade e a sua resolução exige
cooperação internacional e o envolvimento dos cidadãos e empresas.
Não se pretende fechar fábricas poluidoras, nem mandar parar os automóveis ou
impedir queimadas onde elas são indispensáveis.
É preciso encontrar soluções técnicas e dispositivos que reduzam a poluição dos
carros, das fábricas, etc.
É necessário o estabelecimento do princípio de responsabilização pelos danos
ambientais, uso de «tecnologias limpas» e a substituição de produtos químicos
perigosos ao meio por outros equivalentes.
É necessária, igualmente, uma educação ambiental na escola e na sociedade de forma a
manter um ambiente saudável.
recursos Conservação dos bioclimáticos
A fauna e flora são recursos que podem esgotar-se quando sujeitos ao uso abusivo. Por
isso, é prioritário estabelecer princípios relativos à sua defesa e conservação.
É preciso combater todas as acções que contribuem para a destruição dos
ecossistemas, tais como: o abate indiscriminado das árvores, caça furtiva, pesca
descontrolada. Por outro lado, é importante promover o plantio de árvores e criar
reservas de diferentes espécies de animais e vegetais.
Fenómeno «EI Niño»
O «EI Niño» é um fenómeno climático que provoca modificações nos padrões
climáticos de quase toda a Terra e que se manifesta em ciclos de 2 a 7 anos a partir do
aquecimento anormal das águas superficiais do oceano Pacifico: O «EI Niño» começa a
adquirir força em Novembro ou Dezembro e, geralmente, conclui a sua actividade no
meio do ano seguinte. Os maiores fenómenos Niño» ocorreram em 1982 e 1983.
O nome é uma referência ao «menino» Jesus porque a Lâmina superficial da água
aquecida, em geral, chega às zonas litorais do Peru na época do natal.
Causas
As prováveis causas do fenómeno Niño» estão relacionadas com os ventos alísios pouco
intensos, cinza dos vulcões, erupções vulcânicas submarinas, manchas solares entre
outras.
Consequências
Este fenómeno «EI Niño» muda todo o mecanismo de funcionamento do clima da
região do Pacifico, em particular, e do mundo em geral.
Os ventos alísios diminuem a sua intensidade.
A água quente toma conta da superfície dos oceanos enquanto a corrente marítima
fria de Humboldt fica presa nas profundezas.
Na Austrália, onde havia fartura de chuvas, começa a existir seca.
Há um bloqueio das frentes frias no Sul do continente sul-americano pelas Jet Stream.
Estes ventos actuam na altitude de 12 km na zona compreendida entre 400 a 600
latitude norte e sul.
Mudanças climáticas globais
Alterações climáticas ou mudanças climáticas referem-se à variação do clima à
escala global ou dos climas regionais da Terra ao longo do tempo.
Estas variações dizem respeito a mudanças de temperatura, precipitação,
nebulosidade e outros fenómenos climáticos em relação às médias históricas.
(BARBIERI, 2004)
Estas alterações são causadas por processos internos do sistema Terra-Atmosfera, por
forças externas (como, por exemplo, variações na actividade solar) ou, mais
recentemente, pelo resultado da actividade humana, actividade industrial,
desflorestamento e urbanização.
O termo mudança do clima ou mudança climática tem sido utilizado de forma pouco
apropriada, pois também é utilizado para indicar as mudanças climáticas actuais, bem
como o aquecimento global originado por causas antropogénicas, actividade industrial,
desflorestamento e o crescente urbanismo.
Conclusão
A biodiversidade tem valor inestimável para a humanidade. As decisões sobre uso ou
renúncia de uso de recursos passam pela valoração econômica. Enquanto a sociedade
não atribuir um equivalente valor econômico aos recursos ambientais, haverá conflito e
desestímulo à preservação, funcionando em sentido contrário, incentivando o uso
imediato.
Somente a adoção de mecanismos econômicos que valorizem os recursos ambientais
permitirá sua conservação. Cabe às autoridades, à sociedade e aos ambientalistas se
conscientizarem desta máxima econômica como única forma de legarmos às futuras
gerações um ambiente equilibrado.
As medidas de conservação da biodiversidade são fundamentais para proteger os
recursos naturais do nosso planeta.
Através da criação de áreas protegidas, gestão sustentável dos recursos naturais e
conscientização pública, podemos garantir um futuro sustentável para as gerações
futuras. Cabe a todos nós fazer nossa parte para preservar a biodiversidade e garantir um
planeta saudável para todos os seres vivos.
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