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Lorena (São Paulo) - Wikipédia, A Enciclopédia Livre

Lorena é um município localizado no estado de São Paulo, na Região Metropolitana do Vale do Paraíba, com uma população estimada de 89.125 habitantes em 2020 e uma área de 414,16 km². O nome Lorena homenageia o governador Bernardo José de Lorena, e sua história remonta ao século XVII, quando surgiu como um importante ponto de apoio para expedições em busca de ouro. A cidade é conhecida por sua localização estratégica entre grandes centros consumidores e possui uma infraestrutura que atrai indústrias, além de ser um polo educacional com várias universidades.

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Lorena é um município localizado no estado de São Paulo, na Região Metropolitana do Vale do Paraíba, com uma população estimada de 89.125 habitantes em 2020 e uma área de 414,16 km². O nome Lorena homenageia o governador Bernardo José de Lorena, e sua história remonta ao século XVII, quando surgiu como um importante ponto de apoio para expedições em busca de ouro. A cidade é conhecida por sua localização estratégica entre grandes centros consumidores e possui uma infraestrutura que atrai indústrias, além de ser um polo educacional com várias universidades.

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Lorena (São Paulo)

município brasileiro do estado de São Paulo, na Região Metropolitana do Vale do Paraíba e Litoral Norte

Esta página cita fontes, mas que não cobrem todo o conteúdo.
Saiba mais

Lorena é um município brasileiro do estado de São Paulo na Região Metropolitana do Vale do


Paraíba e Litoral Norte. Localiza-se a uma latitude 22º43'51" sul e a uma longitude 45º07'29"
oeste, estando a uma altitude de 524 metros. Sua população estimada no ano de 2020 era de
89.125 habitantes, e sua área territorial é de 414,16 km² após a emancipação política de Canas,
seu último distrito.

Toponímia

O nome Lorena é homenagem ao então governador da capitania de São Paulo, o capitão-general


Bernardo José Lorena (mais tarde, Conde de Sarzedas), que em 14 de novembro de 1788
assinou um decreto elevando a freguesia a vila.[6][7][8]

Inicialmente a região compreendida entre Taubaté e Lorena era conhecida pelos índios puris
como Ipacaré. Após o início do povoamento, Ipacaré começou a designar uma região
gradativamente menor até denominar apenas a região de Lorena. Porém os registros históricos
também denominam Ipacaré como sendo um rio da região que por vezes era chamado de
Pacaré, Hepacaré e Guaipacaré e provavelmente referem-se ao rio que hoje tem o nome de
Taboão. Havia também a alusão de que o povoado existente na região chamava-se Guaipacaré,
mas pelos que navegavam o rio, o nome dado ao porto dessa região era Hepacaré. Há ainda a
referência aos nomes de Aypacaré, Aguapacaré, Goapacaré e Guapacaré, também designando a
mesma região.[9]

Embora haja a menção de que Guaipacaré ou Hepacaré signifique em tupi o "lugar das
goiabeiras"[9], aparentemente, a palavra mais aceitável para a designar a região seria Guapacaré:
que em tupi (guâ-upa-caré) significa a lagoa torta da baixada, ou braço do rio, em referência ao
braço do rio Paraíba que existiu naquela região.[9][10]

História

O município teve sua origem num povoado que surgiu no final do século XVII, como uma
necessidade de apoio às expedições dos bandeirantes e viajantes na travessia do rio Paraíba em
busca do ouro em Minas Gerais. Lorena era na época, um importante entroncamento de vários
caminhos: o Caminho Geral do Sertão (saindo de São Paulo em direção a Lorena); o Caminho
das Minas (de Lorena, passando pelo vale do Embaú em direção a Ouro Preto); o Caminho
"Velho" (de Lorena até Paraty e dali, por mar,
até o Rio de Janeiro) e o Caminho "Novo" da Lorena
Piedade (de Lorena, por terra até o Rio de
Município do Brasil
Janeiro).[9][10]

Século XVII

O povoado ou arraial que deu origem à cidade


de Lorena surgiu ao redor de um porto fluvial
localizado na margem direita do rio Paraíba,
conhecido como Guapacaré. Deste porto, as
expedições dos bandeirantes atravessavam o Vista parcial de Lorena
Paraíba até a margem esquerda e seguiam em
direção aos vales do Embaú e Passa Vinte até
atravessar a serra da Mantiqueira em direção
a Minas Gerais.[9]
Brasão de armas
Bandeira
Os primeiros moradores da região desse
porto, se estabeleceram ali na segunda Hino

metade do século XVII. Em 1695 ou um pouco


Gentílico lorenense
antes, já morava na região o bandeirante
Bento Rodrigues Caldeira com sua família de Localização

"mais de cem pessoas". As "roças de Bento


Rodrigues" podem ser consideradas como o
embrião inicial de Lorena.[9][10]

Na época, o arraial desse porto situava-se em


território da freguesia de Guaratinguetá[8] e era
o último núcleo de povoamento no nordeste
da capitania de Itanhaém, que posteriormente,
Localização de Lorena em São Paulo
tornou-se a capitania de São Paulo.[9]

Século XVIII

Entre os primeiros moradores, além do


bandeirante Bento Rodrigues Caldeira, pode-se
citar João de Almeida Pereira, seu vizinho,
Pedro da Costa Colaço e Domingos Machado
Jácomo que em 1705 construíram uma
pequena capela dedicada a Nossa Senhora da
Piedade. A capela, filial da matriz da Vila de
Santo Antônio de Guaratinguetá, foi construída
próxima ao porto, para que os viajantes
pudessem orar antes de partir para Minas
Gerais ou na volta rumo a São Paulo ou ao
litoral.[9][8][7] Lorena

Em 1718, por ordem de D. Francisco de São


Jerônimo, Bispo do Rio de Janeiro, o povoado
foi elevado à categoria de freguesia, com o Localização de Lorena no Brasil

nome de freguesia de Nossa Senhora da


Piedade. Sendo que o seu primeiro pároco foi
o padre Pedro Vaz Machado, que a governou
até 1720.[9][8][7]

Uma vez criada a freguesia, os moradores


demoliram a capela e construíram a nova Wikimedia | © OpenStreetMap

igreja matriz, localizada no mesmo largo Mapa de Lorena

porém um pouco mais distante da margem do


Coordenadas 22° 43′ 51″ S, 45° 07′ 30″ O
Paraíba. A matriz dá as costas para cidade e a
explicação é o fato da capela original ter sido País Brasil
construída de frente para o rio, para "receber"
Unidade federativa São Paulo
os viajantes que o atravessavam, enquanto o
povoado localizado na mesma margem do rio Região metropolitana Vale do Paraíba e
Litoral Norte
onde estava a capela só poderia se estender
para trás dela.[10] Municípios limítrofes Piquete, Cachoeira
Paulista, Canas,
Em 1788, os moradores enviam um Silveiras, Cunha e
requerimento para governador da capitania de Guaratinguetá.
São Paulo solicitando a transformação da
Distância até a 180 km[1]
freguesia em vila. A razão para isso era que,
capital
com a prosperidade da freguesia, havia a
necessidade de controlar melhor os caminhos, História

o fluxo de mercadorias e a população, que já Fundação 14 de novembro de 1788 (236 anos)


havia crescido. Além disso, gerava a
Administração
possibilidade de aumento de arrecadação de
impostos e de homens para o serviço militar. Prefeito(a) Sylvio Ballerini (PSDB,
Dessa forma em 6 de setembro de 1788, o 2021–2024)
governador defere o pedido, expedindo uma
portaria.[9][10] Em 14 de novembro de 1788 é Características geográficas
erigido o pelourinho, símbolo da autonomia
Área total [3] 414,160 km²
municipal, e portanto nessa data, a freguesia
de Nossa Senhora da Piedade foi elevada à População total 84 855 hab.
categoria de vila, obtendo a sua emancipação (Estimativa

política de Guaratinguetá, passando a receber IBGE/2020[3])

o nome de Lorena, em homenagem ao • Posição SP: 90º


governador da capitania de São Paulo, o
Densidade 204,9 hab./km²
Capitão-general Bernardo José de Lorena
(mais tarde, Conde de Sarzedas).[9][8][7] Clima Subtropical
úmido (Cwa)[2]

Altitude 524 m
Século XIX
Fuso horário Hora de Brasília
Em 1816, vinte e oito anos depois de criado (UTC−3)
seu município, Lorena sofre seu primeiro
CEP 12600-000 até 12614-
desmembramento: Areias se emancipava,
999
levando consigo todas as terras hoje
pertencentes a Areias, Bananal, Silveiras, Indicadores

Queluz, São José do Barreiro e Lavrinhas, num IDH (PNUD/2000[4]) 0,766 — alto
total de 2487 km², ou seja, uma área
correspondente a dois terços da área original PIB (IBGE/2012[5]) R$ 1,473,431 mil

do município lorenense. Mais tarde, houve o PIB per capita R$ 32 021,36


desmembramento de Cruzeiro, em 1871; (IBGE/2018[5])
Cachoeira Paulista em 1880 e Piquete em
1891.[11]

Conhecida como a "cidade das palmeiras imperiais", recebeu a Monarquia Imperial Brasileira,
desde, D.Pedro I, cujo caminho esta foi para a Proclamação da Independência. Depois recebeu a
visita do Imperador D. Pedro II, Princesa Isabel e seu marido, o Conde D'eu, que se hospedaram
na suntuosa residência do Sr. Conde Moreira Lima.[11]

Em 1842, como punição ao envolvimento no movimento revolucionário (revoltas liberais de


1842), Lorena foi, juntamente com outros municípios (Silveiras, Areias, Queluz e Bananal),
privada das garantias constitucionais e incorporada à Província do Rio de Janeiro, pelo decreto
no 18 de 18 de junho de 1842. A volta à província de São Paulo se deu pelo decreto no 216 de 29
de agosto de 1843.[8][7][12]

Em 1856, a vila de Lorena foi elevada à categoria de cidade, por meio da lei provincial no 21 de
24 de abril de 1856.[8][7][13]
A primeira iluminação pública que a cidade recebeu ocorreu em 1865, com a instalação de 24
lampiões de azeite, por iniciativa do presidente da câmara, Coronel Castro Lima. Estes
permaneceram por 10 anos, quando em 1875 foram substituídos por 50 lampiões a
querosene.[12]

Em 1866, torna-se comarca, da qual faziam parte Silveiras e São José do Barreiro, por meio da
lei no 61 de 20 de abril de 1866.[7][14]

Em meados do século XIX, durante o auge da cultura cafeeira, Lorena atingiu uma das fases
mais prósperas de sua economia, tendo tido sua aristocracia do café, ali tendo vivido mais de 10
titulares do império.[7] Entre estes pode-se citar Joaquim José Moreira Lima Junior (conde de
Moreira Lima), D. Carlota Leopoldina de Castro Lima (viscondessa de Castro Lima), Antônio
Moreira de Castro Lima (barão de Castro Lima), Francisco de Paula Vicente de Azevedo (barão
da Bocaina), Antônio Rodrigues de Azevedo Ferreira (barão de Santa Eulália).[15]

Geografia

Os municípios limítrofes são Piquete a noroeste e norte, Cachoeira Paulista a nordeste, Canas
entre Lorena e Cachoeira, Silveiras a leste, Cunha a sul e Guaratinguetá a oeste.

Hidrografia
Rio Paraíba do Sul

Rio Piaguí

Ribeirão Taboão

Rodovias
SP-62

BR-116 (Rodovia Presidente Dutra)

BR-459 (Lorena-Poços de Caldas)

Ferrovias
Ramal de São Paulo da Estrada de Ferro Central do Brasil [16]
Demografia

Prefeitura e Câmara Municipal de Lorena,


1970. Arquivo Nacional.

Dados do Censo - 2010 População total: 82.553

Urbana: 80.182

Rural: 2.371

Homens: 39.869

Mulheres: 42.684

Densidade demográfica (hab./km²): 187,25

Mortalidade infantil até 1 ano (por mil): 16,97

Expectativa de vida (anos): 70,64

Taxa de fecundidade (filhos por mulher): 2,13

Taxa de alfabetização: 94,13%

Índice de Desenvolvimento Humano (IDH-M): 0,807

IDH-M Renda: 0,740

IDH-M Longevidade: 0,761

IDH-M Educação: 0,921

(Fonte: IPEADATA)
Etnias

Cor/Raça Percentagem

Branca 69,90%

Negra 6,85%

Parda 29,90%

Amarela 0,90%

Indigena 0,05%

Fonte: Censo 2010

Economia

Lorena é uma cidade que possui uma localização estratégica entre 3 (três) dos principais
centros consumidores do país, respectivamente, as cidades de São Paulo, Rio de Janeiro e Belo
Horizonte, segundo dados do IPC Marketing Editora (http://www.ipcbr.com) .

Ainda segundo o estudo, a cidade esta contida no fenômeno da interiorização no consumo que
percorre o Brasil, um fenômeno que não é novo, e que vem se evidenciando desde 2015 quando
a movimentação do consumo fora das Capitais bateu os 70%. No Brasil o consumo no interior
alcança 70,15% de tudo que será consumido pelos brasileiros em 2017, pouco acima de R$ 2,9
trilhões, já considerando o atual cenário de retração econômica nacional.

Além de contar com uma infraestrutura rodoviária e ferroviária que interliga essas capitais em
seus respectivos estados, possui em suas proximidades 4 dos 9 principais portos do Brasil:
Santos, Itaguaí, Rio de Janeiro e São Sebastião, necessários para o suprimento de importantes
matérias primas na região, bem como para o escoamento de produtos para o exterior. O Porto
de São Sebastião é o de maior proximidade.

Outro fator, inclusive atrativo de industrias é o destaque de ser uma cidade universitária com
três universidades, sendo uma unidade da Universidade de São Paulo - USP com cursos na área
de engenharia química, bioquímica, materiais, ambiental, produção e física, FATEA e UNISAL,
estas últimas voltadas para a área de humanas. A presença de três centros de ensino de
excelência é, também, um fator de atração de novas indústrias.

A cidade possui um shopping Eco Valle Shopping (http://ecovalleshopping.com.br/) , com


inicio de funcionamento em meados de 2013.
Incentivos fiscais

Com o objetivo de atrair novas empresas e também para incentivar a expansão das empresas da
cidade, em 23 de setembro de 2011, foi promulgada a Lei Ordinária nº 3.473. Esta lei prevê que o
poder executivo poderá conceder incentivos fiscais para empresas comerciais, industriais e
prestadoras de serviços que vierem a se instalar, ampliar ou locar imóveis para sua instalação
na cidade.

Com base em referida lei, o município poderá adquirir ou desapropriar terrenos para posterior
cessão para as empresas mencionadas em referido diploma legal.

Além da doação de áreas, poderão ser concedidas isenções de IPTU, ISS e ITBI.

Infraestrutura

Comunicações

O sistema de telefones automáticos foi inaugurado na cidade em 1973 pela Telecomunicações


de São Paulo (TELESP), que também implantou o sistema de discagem direta à distância (DDD)
em 1975 com o código de área (0125).[17] Anteriormente a cidade era atendida pela Companhia
Telefônica Brasileira (CTB).[18]

Na década de 90 o código DDD da cidade foi alterado para (012), para padronização do sistema
telefônico com a telefonia celular que estava sendo implantada em todo o estado.[19]

Educação

A cidade de Lorena é uma cidade universitária, possui 3 (três) universidades com importante
destaque na região, além de vários pólos de outras universidades. As principais unidades com
cursos presenciais, são: USP (http://www5.usp.br/) (Universidade de São Paulo), Unifatea
(Centro Universitário Teresa D’Ávila) e UNISAL (http://unisal.br/) (Centro Universitário Salesiano
de São Paulo).

Escola de Engenharia de Lorena da Universidade de São Paulo EEL/USP (http://site.eel.usp.b


r/)

A Escola de Engenharia de Lorena, ou EEL é um Campus da USP, com duas Áreas distintas: Uma
no Bairro do Campinho e outra Área no Bairro Santa Lucrécia. Esse Campus da USP denomina-
se Escola de Engenharia de Lorena (EEL/USP). (http://site.eel.usp.br/) Originou-se da
incorporação extinta Faenquil (Faculdade de Engenharia Química de Lorena) à USP em 2006. A
Faenquil era uma instituição de ensino e pesquisa Estadual que oferecia os cursos de
Engenharia Química, Engenharia Bioquímica, Engenharia de Materiais e Engenharia Industrial
Química.

Atualmente a EEL/USP oferece cursos de graduação em Engenharia Física, Engenharia


Ambiental, Engenharia de Produção, Engenharia Bioquímica, Engenharia de Materiais e
Engenharia química e possui cerca de 2 mil alunos.

Objetivando formar novos pesquisadores e possibilitar a especialização aos profissionais de


ensino superior, a EEL mantem programas de pós-graduação nas áreas de Biotecnologia
Industrial (mestrado e doutorado), Engenharia Química (mestrado), Engenharia de Materiais
(mestrado e doutorado), Engenharia da Qualidade (especialização) e Engenharia Química
(mestrado). Desenvolve atividades de pesquisa em áreas estratégicas para o desenvolvimento
nacional como Biotecnologia Industrial, Supercondutores Anisotrópicos, Engenharia Química,
Meio Ambiente, Materiais Especiais, Qualidade e Química Fina.

Atualmente a EEL visando ao intercâmbio científico e tecnológico, mantém convênios e acordos


de cooperação com diversas instituições nacionais e internacionais criando desta forma maior
interação entre pesquisa e extensão.

Centro Universitário Salesiano de São Paulo - Unidade de Ensino de Lorena (http://unisal.br)

A cidade de Lorena conta também com o Centro Universitário Salesiano de São Paulo (UNISAL) -
Campus Lorena, que está em mais de 20 países e apresenta o Curso de Direito reputado como
um dos cinco melhores do Estado de São Paulo

No ensino médio conta com uma série de Escolas Técnicas estaduais e privadas abrangendo
diversas áreas, com destaque para o Colégio Técnico em Química (COTEL), mantido dentro das
instalações da USP.

Na educação básica Lorena se destaca entre as melhores da nação, superando índices


considerados ideais pela ONU.

A Unidade de Ensino de Lorena do Centro Universitário Salesiano de São Paulo, fundada como a
Faculdade Salesiana de Filosofia, Ciências e Letras de Lorena, inaugurada em março de 1952,
tornou-se, em 1997, uma das unidades do Centro UNISAL, e foi a primeira faculdade criada no
Vale do Paraíba. O campus de Lorena do Centro Universitário Salesiano de São Paulo chama-se
São Joaquim e possui mais de 5 mil alunos nos cursos de graduação, extensão, Pós-graduação
lato sensu e no Mestrado em Direito. A forte presença do UNISAL na comunidade é um dos
diferenciais da Instituição. Por meio do SPA – Serviço de Psicologia Aplicada, do NPJ – Núcleo
de Prática Jurídica e da Oficina Pedagógica, atende centenas de pessoas da comunidade
lorenense. Advogados do UNISAL, auxiliados por estagiários do Curso de Direito, atendem
moradores de Lorena e cidades vizinhas que necessitam de orientação ou serviço jurídico, mas
não têm condições de contratar um advogado. Além disso, Professores e estagiários do curso
de Psicologia fazem o atendimento psicológico de crianças, jovens e adultos carentes. Há
atendimentos também em hospitais, escolas, creches e asilos de Lorena e cidades vizinhas. O
curso de Direito da unidade de Lorena tem mais de 20 anos de existência, sendo um dos mais
tradicionais do Vale do Paraíba e, apesar de não ser o mais antigo, é o melhor e mais eficiente
de todos, o que pode ser constatado por índices objetivos, como o elevadíssimo índice de
aprovação dos seus alunos no Exame da Ordem dos Advogados do Brasil, a maior nota no
ENADE de todos os cursos de Direito do Vale do Paraíba, excelente avaliação do Ministério da
Educação. O UNISAL ministra cursos sequenciais, cursos de graduação, de pós-graduação lato
sensu e stricto sensu (especialização e mestrado), de aperfeiçoamento e de extensão em suas
quatro Unidades, localizadas em Americana, Campinas, Lorena e São Paulo, onde está a sede.

Centro Universitário Teresa D’Ávila - Unifatea (http://unifatea.edu.br)

E também, finalizando, a Unifatea, conhecida antigamente como FATEA (Faculdades Teresa


D'Ávila), que possui curso de Comunicação Social com habilitação em Jornalismo, Publicidade e
Propaganda, além de Rádio e TV.

Religião

O Cristianismo se faz presente na cidade da seguinte forma:[20]

Igreja Católica
A igreja é sede da Diocese de Lorena.[21]

Igrejas Evangélicas
Assembleia de Deus Ministério do Belém.[22][23]

Congregação Cristã no Brasil.[24]

Ver também

Lista de municípios de São Paulo por data de criação

Lista de municípios de São Paulo por população (2022)

Lista de municípios de São Paulo por domicílios

Lista de municípios de São Paulo por área (2023)

Lista de municípios de São Paulo por CEP

Lista de municípios de São Paulo por DDD


Floresta Nacional de Lorena

Paulistas de Lorena

Referências

1. «Distâncias entre a cidade de São Paulo e todas as cidades do interior paulista» (http://www.e
msampa.com.br/xspxspint.htm) . Consultado em 31 de janeiro de 2011

2. «Temperaturas e precipitações médias // clima em Lorena» (https://pt.climate-data.org/ameri


ca-do-sul/brasil/sao-paulo/lorena-32841) . Climate-Data.org. Consultado em 3 de Abril de
2025

3. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) (janeiro de 2020). «Estimativas da


população residente no Brasil e unidades da federação em 2020» (https://www.ibge.gov.br/cid
ades-e-estados/sp/lorena.html) . Consultado em 20 de janeiro de 2021

4. «Ranking decrescente do IDH-M dos municípios do Brasil» (http://www.pnud.org.br/atlas/ranki


ng/IDH-M%2091%2000%20Ranking%20decrescente%20(pelos%20dados%20de%202000).ht
m) . Atlas do Desenvolvimento Humano. Programa das Nações Unidas para o
Desenvolvimento (PNUD). 2000. Consultado em 11 de outubro de 2008

5. «produto-interno-bruto-dos-municipios-2012=31 ago. 2015» (http://cidades.ibge.gov.br/xtras/t


emas.php?lang=&codmun=352720&idtema=134&search=sao-paulo)

6. Paulo Pereira dos Reis (1988). «Cap. XIV - A intensificação do povoamento do território da
frequesia de N.Sa. da Piedade e a sua emancipação política de Guaratinguetá». Lorena nos
séculos XVII e XVIII. Col: Cadernos Culturais do Vale do Paraíba. Caçapava: Fundação
Nacional do Tropeirismo. p. 144

7. IBGE (1956). Lorena - São Paulo (https://biblioteca.ibge.gov.br/visualizacao/periodicos/113/c


ol_mono_n81_lorena.pdf) (PDF). Col: Coleção de Monografias, 81. São Paulo: IBGE - Diretoria
de Documentação e Divulgação do Conselho Nacional de Estatística. Consultado em 9 de
julho de 2022

8. Faustino Cesar (2000) [1928]. «Cap. 1». Resenha histórica de Lorena. Col: Coleção Lorenense -
Vol.2. Sociedade dos Amigos da Cultura de Lorena 2 ed. Lorena: Stiliano. p. 11-14. ISBN 85-
86633-45-3

9. Paulo Pereira dos Reis (1988). Lorena nos séculos XVII e XVIII. Col: Cadernos Culturais do
Vale do Paraíba. Caçapava: Fundação Nacional do Tropeirismo

10. Martins D'Elboux, Roseli Maria (2005). «Cap. 3». Manifestações neoclássicas no Vale do
Paraíba: Lorena e as palmeiras imperiais (http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/16/1613
3/tde-13072005-231248/pt-br.php) (Tese de Mestrado). São Paulo: Universidade de São
Paulo - USP. Consultado em 13 de dezembro de 2017
11. Pedro Eschechola (2016). «Lorena» (https://issuu.com/maggazine/docs/230_-_2016_-_inform
ativo_iev) . American Academy of Arts & Sciences. Informativo do IEV - Instituto de Estudos
Valeparaibanos (230): 8-9. Consultado em 11 de dezembro de 2017

12. José Geraldo Evangelista (1978). Lorena no Século XIX. Col: Coleção Paulística, 7. São Paulo:
Governo do Estado de São Paulo

13. Joaquim José de Andrade e Aquino. «LEI N. 21, DE 24 DE ABRIL DE 1856» (https://www.al.sp.
gov.br/repositorio/legislacao/lei/1856/lei-21-24.04.1856.html) . Assembléia Legislativa do
Estado de São Paulo. Consultado em 11 de dezembro de 2017

14. João Carlos da Silva Telles. «LEI N. 61, DE 20 DE ABRIL DE 1866» (http://www.al.sp.gov.br/rep
ositorio/legislacao/lei/1866/lei-61-20.04.1866.html) . Assembléia Legislativa do Estado de
São Paulo. Consultado em 11 de dezembro de 2017

15. Roseli Maria Martins D’Elboux (2006). «Uma promenade nos trópicos: os barões do café sob
as palmeiras-imperiais, entre o Rio de Janeiro e São Paulo» (http://www.scielo.br/scielo.php?s
cript=sci_arttext&pid=S0101-47142006000200007) . Anais do Museu Paulista. 14 (2): 193-
250. Consultado em 11 de dezembro de 2017

16. «Lorena -- Estações Ferroviárias do Estado de São Paulo» (http://www.estacoesferroviarias.co


m.br/l/lorena.htm) . www.estacoesferroviarias.com.br. Consultado em 19 de setembro de
2020

17. «Área de operação da Telesp em São Paulo» (https://web.archive.org/web/19980114175120/


http://www.telesp.com.br:80/paginas/06_casasua/060202_operacional.htm) .
www.telesp.com.br. Página oficial da Telecomunicações de São Paulo (arquivada). 14 de
janeiro de 1998. Consultado em 4 de abril de 2025

18. «Mapa da área de concessão da CTB em São Paulo» (https://acervo.estadao.com.br/publicad


os/1973/01/07/g/19730107-29992-nac-0026-999-26-not-hkggxxx.jpg) . O Estado de S.
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19. «Telesp - Código DDD e Prefixos» (https://web.archive.org/web/19980114162505/http://www.


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Telecomunicações de São Paulo (arquivada). 14 de janeiro de 1998. Consultado em 4 de abril
de 2025

20. O termo "cristão" (em grego Χριστιανός, transl Christianós) foi usado pela primeira vez para
se referir aos discípulos de Jesus Cristo na cidade de Antioquia (Atos cap. 11, vers. 26 (http
s://www.bible.com/pt/bible/212/ACT.11.arc95) ), por volta de 44 d.C., significando
"seguidores de Cristo". O primeiro registro do uso do termo "cristianismo" (em grego
Χριστιανισμός, Christianismós) foi feito por Inácio de Antioquia, por volta do ano 100.
Tyndale Bible Dictionary, pp. 266, 828
21. «Sul 1 Region of Brazil [Catholic-Hierarchy]» (https://www.catholic-hierarchy.org/country/r10br.
html) . www.catholic-hierarchy.org. Consultado em 4 de abril de 2025

22. «Campos Eclesiásticos» (https://confradesp.com.br/campos-eclesiasticos/) . CONFRADESP.


10 de dezembro de 2018. Consultado em 4 de abril de 2025

23. «Arquivos: Locais» (https://ad.org.br/locations/) . Assembleia de Deus Belém – Sede.


Consultado em 4 de abril de 2025

24. «Localidade - Congregação Cristã no Brasil» (https://congregacaocristanobrasil.org.br/localid


ade) . congregacaocristanobrasil.org.br. Consultado em 4 de abril de 2025

Ligações externas

«Página da prefeitura de Lorena» (http://www.lorena.sp.gov.br)

«Portal da Câmara Municipal de Lorena» (http://www.cmlorena.com.br/)

«Lorena no IBGE Cidades» (http://www.cidades.ibge.gov.br/brasil/sp/lorena)

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