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Guia Pratico Feridas Emocionais Vs24vip

O documento é um guia prático sobre feridas emocionais, abordando temas como rejeição, abandono, injustiça, humilhação e traição, e a importância de acolher a criança interior para a cura emocional. A autora, Vanessa Valadão, compartilha suas experiências pessoais e ressalta que as feridas da infância influenciam a vida adulta, afetando relacionamentos e comportamentos. O guia oferece insights sobre como reconhecer e curar essas feridas para alcançar uma vida mais plena e significativa.
Direitos autorais
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GUIA PRÁTICO SOBRE


FERIDAS EMOCIONAIS
REJEIÇÃO - ABANDONO - INJUSTIÇA - HUMILHAÇÃO - TRAIÇÃO

VANESSA VALADÃO
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01

ÍNDICE
1. PREPARE-SE PARA A DESCOBERTA..........................02

2. O PRINCÍPIO DE TUDO..............................................03

3. A CRIANÇA INTERIOR...............................................07

4. OS TRAÇOS E CARÁTER E FERIDAS EMOCIONAIS.....10

5. AS 5 FERIDAS EMOCIONAIS......................................11

5. REJEIÇÃO.................................................................13

6. ABANDONO..............................................................15

7. INJUSTIÇA................................................................17

8. HUMILHAÇÃO...........................................................19

9. TRAIÇÃO..................................................................21

10. O PROCESSO DE CURA DAS FERIDAS EMOCIONAIS..23

11. EXERCÍCIO PARA ACOLHER A CRIANÇA INTERIOR...25

12. UM CONVITE ESPECIAL............................................26

13. SOBRE MIM..............................................................27

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02

PREPARE-SE PARA A DESCOBERTA


Desde o momento da concepção dentro da
barriga das nossas mães, nós vamos crescendo,
desenvolvendo e registrando nossas experiências
a nível corporal. A partir da décima segunda
semana de gestação, o nosso cérebro vai se
formando e já começa a fazer os primeiros
registros de memória, mesmo antes de nascermos
de fato. Ao longo da nossa infância,
principalmente até mais ou menos 7 aninhos de
idade, todas as nossas experiências, nossos
traumas, medos, alegrias, as interpretações que
damos sobre os fatos que aconteceram com a
gente, tudo isso fica gravado em uma parte muito
especial que chamamos de Criança Interior.
Se você teve uma infância difícil, com escassez
de recursos e vivia num lar disfuncional, é
provável que sua Criança Interior esteja ferida.
Todas as travas que temos na vida adulta sejam
travas físicas, emocionais, em relacionamentos
ou financeiro, são sintomas de que a criança
interior precisa ser ouvida e acolhida. Essas
feridas da criança interior nos distanciam de
quem somos de verdade e do nosso propósito de
existência, e enquanto não olharmos para nossa
criança interior, viveremos ciclos de desordem
que se repetem várias e várias vezes. Esse Guia
Prático sobre Feridas Emocionais, abordará cada
ferida emocional na criança interior, trazendo um
novo significado para sua história e despertando
o potencial que existe dentro de você. Eai? Você
está preparada?

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03

O PRINCÍPIO DE TUDO
Eu não sei como foi a sua infância, o modelo de criação
que você recebeu, se você teve pais presentes e cuidadosos,
ou pais que negligenciaram as suas necessidades
emocionais. Independente de como foi a sua infância, todas
essas memórias estão guardadas em ti, ainda que você não
lembre do que te aconteceu.
A minha história começou quando minha mãe tinha
apenas 13 anos de idade. Esta era a idade que ela tinha ao
receber a notícia da gravidez, uma adolescente cheia de
feridas emocionais e que tinha um péssimo relacionamento
com os pais dela (meus avós). O meu pai naquela época era
dependente químico e tinha um longo histórico de uso de
drogas.
Durante os meses de gestação, foi oferecido a minha
mãe a possibilidade do aborto, mas os meus pais em comum
acordo, decidiram levar a gravidez adiante. Medos,
inseguranças, incertezas, escassez financeira, falta de apoio
da família; estes eram alguns dos muitos sentimentos e
pensamentos que rodeavam a mente daquele casal.
Assim que eu nasci, meus pais tiveram um encontro
com Jesus e o meu pai foi instantaneamente liberto dos
vícios que tinha. Minha família experimentou o primeiro
milagre de transformação. Mas mesmo diante desta
conquista, é evidente que nenhum dos dois tinham
repertório emocional nem mesmo maturidade para lidar com
aquela bebezinha que era eu.
Já durante a gestação da minha mãe, devido às
inseguranças e medos que ela enfrentou, ainda no ventre
materno, eu já experimentava o que era a rejeição e após o
nascimento isso ficou mais forte. Eu carregava aquela
sensação de que não existia espaço para mim onde quer que
fosse.
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04
Minha família passou por muita escassez financeira,
havia épocas que até coisas básicas como arroz e feijão, nós
não tínhamos e vivíamos das coisas e alimentos que os
outros davam.
Após o nascimento dos meus irmãos, as minhas feridas
emocionais ficaram ainda mais latentes. Eu me sentia
trocada pela minha irmã mais nova em relação à figura
paterna, eu via o meu irmão mais novo receber privilégios
por ser o único filho homem, e as marcas de injustiça e
traição emergiram. No meu lar haviam muitas brigas, eu e
meus irmãos éramos punidos e não tínhamos espaço para
expressar o que sentíamos.
Também tive momentos de alegria, como por exemplo,
quando completei 9 anos e participei do meu primeiro
festival de dança regional da zona sul de São Paulo. Meus
pais investiram no meu talento, me levaram para os ensaios
e me apoiaram. Isso mostra que nem tudo na nossa infância
é sobre dor e sofrimento, e sim eu tenho outras lembranças
boas também, mas as experiências ruins, que geraram as
feridas emocionais, desencadearam uma vida aprisionada em
ciclos e padrões repetitivos.
Na fase adulta eu não acreditava no meu potencial, via
outras mulheres bem relacionadas e eu sequer tinha um
grupo de amigas, me sentia muito desconfortável quando me
arrumava para festas (eu preferia o pretinho básico para não
chamar atenção).
Era a mulher guerreira que não permitia que nenhum
homem ocupasse a posição de provedor e protetor da minha
casa, afinal, como meu pai era ausente por conta do
trabalho, eu não tive uma referência presente do que era o
masculino. As mulheres da minha família também tinham
esse comportamento, se tratava de uma herança familiar que
passou de geração para geração.
Quando me casei, cobrava do meu esposo atitudes, que
sem saber, eram desejos que minha criança interior nutria
em relação às expectativas que criei sobre meu pai.
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05
Por exemplo, me sentia ignorada pelo meu esposo (mesma
sensação que tinha sobre meu pai), quando na verdade eu o
afastava com o meu comportamento de autossuficiência.
Sou mãe de 2 crianças, e quando minha primeira filha
nasceu eu estava mais preocupada em ser a mãe perfeita
para ganhar elogios de outras pessoas, do que para ser a
melhor mãe que eu podia ser para ela. Eu gritava com uma
bebê, me sentia exausta e sem apoio, e por vezes batia um
arrependimento de me tornar mãe. A verdade é que eu não
sabia que isso refletia a ferida de abandono que estava
influenciando meu julgamento e comportamentos naquele
momento.
Foi quando eu cheguei ao meu “Ponto de Colisão” onde
eu visualizava uma vida completamente diferente da que eu
estava vivendo. Eu queria sair de toda aquela dor, queria ser
uma mulher feliz ao lado das pessoas que eu amo, porém eu
estava ferida e ferindo cada um deles.
Busquei me aprofundar na espiritualidade, sou cristã e
me dediquei às disciplinas espirituais (jejum, oração,
campanhas na igreja, estudos, formações), e me aprofundei
no autoconhecimento. Testei muita coisa, me frustrei, mas
não desisti.
Eu estava obstinada a percorrer o caminho de cura
emocional. Até que trabalhando as minhas feridas
emocionais pude entender que as minhas reações partiam da
minha criança interior ferida. O fracasso no meu casamento
e as minhas atitudes como mãe, refletiam essas dores da
infância. E não somente isso, mas também em todas as
áreas, na maneira como eu me relacionava com as pessoas,
na minha postura como profissional, nível de merecimento,
a forma que eu lidava com dinheiro; estava tudo interligado!
Você já ouviu aquela frase “a infância é o chão que a
gente pisa por toda a vida”? Ela é real. E foi trabalhando
minhas feridas emocionais que fui liberta daquela antiga
Vanessa, cheia de dores e conflitos. Vivi a cura emocional e

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06
esta cura não só foi benéfica para mim, como transbordou
na minha casa e alcançou milhares de pessoas pelo Brasil.
Me tornei psicoterapeuta e hoje eu carrego esta missão
comigo, de levar a transformação para a vida das pessoas,
por meio da cura das feridas emocionais da infância. E eu
tenho certeza que só o fato de você estar lendo este ebook,
já mostra o compromisso que você tem contigo, e toda essa
transformação que você está prestes a conhecer, pode
reacender o seu propósito e a sua missão nesta Terra, pode
te dar esperança de sair do ciclo de dor e sofrimento e
assumir a vida que você realmente nasceu para ter.

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07

A CRIANÇA INTERIOR
A criança interior não é algo místico, esotérico ou
espiritualista. Ela é apenas a nossa base de registros de
memórias da infância.
O nosso cérebro passa por várias etapas de
desenvolvimento ao longo da infância, adolescência e só
atinge a maturidade por volta dos 25 anos de idade. Isso
mesmo, o cérebro leva pouco mais de duas décadas para
amadurecer, e é durante a infância que ele estabelece a
base, os registros principais que vão modelar os
comportamentos, a maneira de se relacionar com as pessoas
e a forma de lidar com o dinheiro.
Essas experiências da infância ficam registradas na
criança interior e formam um "óculos", por onde vemos e
experimentamos o mundo. É o conjunto das nossas
interpretações e padrões da infância que afetarão até
mesmo na vida adulta, ainda que de forma inconsciente.

A Criança Luz e a Criança Sombra

Dentro do conceito da criança interior, encontramos duas


manifestações: a criança luz e a criança sombra.

Criança Luz: É a parte da criança interior que representa a


alegria, a inocência e a criatividade. É a criança que brilha,
que se expressa livremente e que vê o mundo com olhos de
maravilhamento. Nem tudo na nossa infância foi sobre
aspectos negativos. Aquilo que vivemos que trouxe boas
sensações e experiências, está guardado na “Criança Luz”.
Essa parte deve ser reforçada e usada como canal de cura
para a parte “Criança Sombra”.

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Criança Sombra: Refere-se aos aspectos da criança interior
que foram reprimidos ou ignorados. São as emoções e
experiências que ficaram escondidas na sombra, como
medos, tristezas, feridas emocionais e traumas. No nosso
cérebro esses registros têm grande valia, uma vez que ele
trabalha para nossa autoproteção. Por isso lembramos com
mais vivacidade aquilo que nos feriu, comparado às
experiências positivas que tivemos.
Essas experiências da Criança Sombra podem afetar os
nossos comportamentos e até mesmo reações físicas. Sabe
aquelas doenças de fundo emocional? Elas surgem
principalmente a partir da Criança Sombra.

E quando falamos de feridas emocionais, não podemos


considerar a nossa consciência de adulto, pois hoje temos
uma estrutura mental mais complexa para formular ideias e
pensamentos, mas a criança, principalmente na primeira
infância, ainda não atingiu essa forma adulta de pensar.
Quando o assunto é feridas emocionais da infância a
chave é: PENSE COMO CRIANÇA. Como a criança vê, sente e
interpreta os fatos. Por vezes, as mais simples coisas que
hoje consideramos bobeiras, para uma criança bem pequena
por ter sido a origem de uma grande traumatização.
Imagine uma criança de apenas 2 meses de vida, que
sente uma dor na região da barriga muito forte. Ela não sabe
o que é, apenas sente. Essa criança também não
desenvolveu a fala para dizer aos pais “ei, estou com uma
dor forte na minha barriga”. A forma dela se comunicar é por
meio do choro. E quando ela chora, a mãe pega ela no colo e
“dá mamá”. Mas a verdade é que aquela criança estava com
cólicas e embora o aleitamento traga alguma tranquilidade
para o bebê, a dor não passa instantaneamente.
Para nós, hoje é muito fácil dizer que, esse foi um caso
clássico de cólicas em bebês pequenos, que é normal e
todas as pessoas passam por isso. Essa é a nossa consciência
adulta.

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09
No entanto para a criança, ela pode interpretar que
ninguém fez aquela dor passar, que a dor dela não importa.
Note quantas coisas você viveu ao longo da sua infância e
que geraram dores em você. O fato de você não lembrar do
que te aconteceu, não significa que essas experiências não
aconteceram, apenas estão escondidas nas sombras da sua
Criança Interior.
Percebe que a coisa mais simples e considerada natural
/ normal para nós adultos, pode representar uma grande dor
para a criança? Por isso, reforço aqui a ideia de que para
falarmos sobre feridas emocionais você deve pensar e ver o
mundo como uma criança pequena.

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OS TRAÇOS DE CARÁTER E AS
FERIDAS EMOCIONAIS
Não podemos deixar de falar sobre Wilhelm
Reich. Ele foi psicanalista, psiquiatra e o pai da
Leitura Corporal. Sua abordagem sobre a análise
do caráter diz que o formato do nosso corpo
revela as feridas emocionais que carregamos e
mostra nossas principais habilidades naturais.
Após anos de observação e atendimento aos seus
pacientes, ele separou 5 traços de caráter:
Esquizoide, Oral, Masoquista, Psicopata e Rígido.
Por favor entenda uma coisa, esses nomes não se
referem a algum tipo de transtorno psicológico
ou patologias, são apenas nomes que ele usou
na época para descrever perfis de
comportamento.
Todos nós possuímos os cinco traços de caráter,
um predominante e outros distribuídos (essa
distribuição varia de pessoa para pessoas; cada
ser humano é único!). Esses traços de caráter
refletem no nosso corpo físico e nos dão
habilidades naturais que desenvolvemos ao
longo da primeira infância. Cada traço de caráter
possui recursos únicos, mas também pode
carregar um tipo de ferida emocional. Quando
um traço de caráter carrega uma ferida
emocional, podemos dizer que esse traço está na
DOR. As feridas emocionais também são 5:
rejeição, abandono, manipulação, humilhação e
traição.

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AS 5 FERIDAS EMOCIONAIS
São 5 feridas emocionais que vivenciamos durante a
primeira infância. Vamos conhecê-las um pouco melhor?
Elas surgem a partir da interpretação de cada pessoa
diante de um fato. Isso significa que um fato pode ter
gerado uma traumatização pra pessoa, mas pra outra pessoa
que passou pela mesma situação, pode não ser relevante.
Como disse anteriormente, para falar de feridas
emocionais precisamos pensar como crianças. Um bebê de 1
ano, por exemplo, ainda não desenvolveu uma capacidade
de raciocínio complexa, logo, o simples fato de ficar com a
fralda suja, chorar e ninguém atende-lo prontamente, é
suficiente para gerar uma traumatização.
As feridas emocionais podem afetar nossa autoestima,
relacionamentos, saúde mental e bem-estar geral. São elas:

Rejeição: Sentir-se indesejado, não amado ou


inadequado.
Abandono: A sensação de ser deixado para trás ou não
ter apoio.
Injustiça: Sentir-se usado, manipulado e tratado
injustamente.
Humilhação: Sofrer com vergonha, ser rebaixado ou
menosprezado.
Traição: A dor de confiança quebrada principalmente no
amor.

Como essas feridas afetam nossa vida?

As feridas emocionais podem se manifestar de várias


maneiras:

Padrões de Comportamento: Repetimos comportamentos


autodestrutivos ou prejudiciais, que acabam afetando as
pessoas à nossa volta. Já parou para avaliar que existem

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situações que ocorrem de forma repetitiva na sua vida?
Talvez mude o local, as pessoas, mas a situação é a mesma,
como se fosse um dejavu. E observando mais além, você
verá que até mesmo os seus comportamentos e forma de
lidar com aquela situação tende a ser igual.

Relacionamentos: Dificuldade em confiar, medo de ser


abandonado ou dificuldade em se conectar
emocionalmente, pode desenvolver dependência
emocional ou autossuficiência onde a pessoa acredita
que não precisa de ninguém na sua vida de forma
egoísta.

Autoimagem: Baixa autoestima, autocrítica constante e


falta de confiança. Você não se valoriza, não se prioriza
e não acredita na sua própria capacidade. Desdenha da
sua aparência e se acha não merecedor. E mesmo que as
pessoas te elogiem, você sempre acha que não está a
altura de receber aquele reconhecimento, por mais que
você queira ser reconhecido.

Saúde Mental: Ansiedade, depressão, estresse e outros


transtornos emocionais.

Um dos pontos cruciais no processo de cura emocional, é


identificar as suas feridas emocionais e principalmente
quais são as necessidades ocultas por trás de cada uma
delas. Esse conhecimento está disponível para você na aula
secreta “Os Segredos Libertadores da Cura Emocional
Definitiva”.
Entre as estratégias de autoproteção do nosso ego para
não sentir a dor causada pelas feridas emocionais, nós
desenvolvemos "armaduras" que são os traços de caráter
organizados por Wilhelm Reich. Cada traço de caráter possui
recursos FUNCIONAIS e DISFUNCIONAIS que utilizamos ao
longo da vida. Falaremos um pouco desses recursos mais a
frente.

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REJEIÇÃO - A DOR DE NÃO
SE SENTIR ACEITO
Da concepção até + ou - 1 mês pós
MOMENTO nascimento

TRAÇO DE
ESQUIZÓIDE
CARÁTER

RECURSOS Criatividade, Ideias, racionalização

FASE DA INFÂNCIA: Essa ferida pode ser desenvolvida


desde quando o bebê está no útero até mais ou menos
1 mês de vida após o nascimento. A interpretação da
criança é que ela não deveria existir, ela não é bem
vinda, se sente intrusa.
PRINCIPAIS CRENÇAS: Eu não sou bem vinda, não sou
uma pessoas interessante, é melhor não me expor, ficar
sozinho é melhor para não sofrer, lidar com pessoas é
difícil, melhor não chamar atenção, não me encaixo
aqui, sou sempre excluído.
COMPORTAMENTOS TÍPICOS: Pessoas que carregam a
ferida de rejeição sentem dificuldades de pertencer aos
círculos sociais que ela vive, são pessoas mais
racionais, preferem ficar sozinhas, julgam-se
incompreendidas, sem valor. Podem ser perfeccionistas
em troca de aceitação.
CARACTERÍSTICAS BÁSICAS: No corpo costumam ser
mais magrinhas, gostam de usar roupas pretas,
tendência a usar óculos.

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PRIMEIROS SOCORROS: Busque se auto aceitar. Todos
os seres humanos buscam um lugar, uma tribo para
pertencer. Isso é absolutamente natural e compõe uma
das 3 leis sistêmicas. Não são todos os lugares que você
se sentirá bem ou será bem recebido, mas a rejeição do
outro por você só te afeta se você mesmo não se
aceitar. Por isso, eleve seu nível de auto aceitação.

RECURSOS FUNCIONAIS RECURSOS DISFUNCIONAIS


CRIATIVIDADE SE ISOLA / ESCONDE
IDEIAS VIVE NA FANTASIA
INOVAÇÃO TIMIDEZ
ARTES MEDOS EXAGERADOS

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15
ABANDONO - A DOR DE SER
"LARGADO" / DEIXADO.
Fase da Amamentação
MOMENTO Do nascimento ao desmame

TRAÇO DE
ORAL
CARÁTER

Comunicação, Acolhimento,
RECURSOS Empatia

FASE DA INFÂNCIA: A origem da ferida do abandono é


durante a fase de amamentação do bebê. O bebê em
algum momento de angústia se sentiu abandonado pela
mamãe quando não recebeu nutrição física ou emocional
no momento que ele queria, mesmo que a mamãe não o
tenha abandonado de fato.
PRINCIPAIS CRENÇAS: Não sou amado, sempre me
esquecem, ninguém olha para as minhas necessidades,
não sou importante, sozinho não vou conseguir, não
tenho apoio de outras pessoas, sou incapaz.
COMPORTAMENTOS TÍPICOS: Pessoas que tem a ferida
de abandono possuem a necessidade da atenção de
alguém, não gostam de ficar sozinhas, choram com
facilidade, demonstram bastante empatia e são pessoas
bem comunicativas.
CARACTERÍSTICAS BÁSICAS: Gostam de roupas coloridas,
estampas florais e podem desenvolver doenças para
chamar a atenção de alguém. O corpo tem tendência ao
sobrepeso, voz infantilizada e olhar triste ou meigo.

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PRIMEIROS SOCORROS: Pratique o autocuidado.
Enquanto você é criança, você é totalmente dependente
dos seus pais para cuidar das suas necessidades básicas.
Hoje como adulto, você se torna o principal responsável
por cuidar de ti. Se você não cuidar de si mesmo,
ninguém fará isso por você.

RECURSOS FUNCIONAIS RECURSOS DISFUNCIONAIS

COMUNICAÇÃO VITIMISMO
ACOLHIMENTO DEPENDÊNCIA
EMPATIA INSEGURANÇA
ENSINO CARÊNCIA

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INJUSTIÇA- A DOR DE
SENTIR-SE USADO
Fase dos primeiros Passos
MOMENTO De cerca de 1 ano até 2,5 anos

TRAÇO DE
PSICO
CARÁTER

RECURSOS Liderança, Negociação, Persuasão

FASE DA INFÂNCIA: Já a ferida da injustiça tem origem


na época em que o bebê começa a dar os primeiros
passinhos e fazer as primeiras descobertas. O bebê se
sente manipulado (usado) quando é proibido de explorar
locais e coisas, nascendo o sentimento de injustiça.
PRINCIPAIS CRENÇAS: Ser eu não é o bastante para
conseguir o que quero, para mim tudo é mais difícil, eu
sempre sou o errado na história, eu não mereço, sou
uma farsa, sou um caso perdido.
COMPORTAMENTOS TÍPICOS: Pessoas com essa ferida
tendem a ter um comportamento mais dinâmico, são
líderes naturais, falam bem em público, busca ser o
centro das atenções. Podem usar de manipulação para
chantagear ou convencer alguém, são pessoas frias
emocionalmente e dominadoras, impõe medo.
CARACTERÍSTICAS BÁSICAS: Tem bom gosto para se
vestir, e o corpo parece um triângulo invertido.
Concentra a maior parte da sua energia nos braços e
ombros.

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18
PRIMEIROS SOCORROS: Seja mais flexível contigo. Você
não precisa acertar todas as vezes. Entenda que os erros
fazem parte do processo de crescimento. Se dê mais
liberdade para tomar decisões. Utilize os seus recursos
funcionais para conquistar o que você deseja e
comemore cada pequena conquista.

RECURSOS FUNCIONAIS RECURSOS DISFUNCIONAIS

LIDERANÇA MANIPULAÇÃO
NEGOCIAÇÃO IMPACIÊNCIA
MAGNETISMO MENTIRA
ARTICULAÇÃO ARROGÂNCIA

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19
HUMILHAÇÃO- A DOR DE
SER ENVERGONHADO.
Período do desfralde
MOMENTO Entre 2,5 anos e 4 anos

TRAÇO DE
MASOCA
CARÁTER

Planejamento, Organização,
RECURSOS Detalhista

FASE DA INFÂNCIA: No período do desfralde é que se


origina a ferida da humilhação. Quando a criança se
sente envergonhada ou humilhada por não conseguir
segurar as fezes e acaba por fazer nas calças. Associada
também ao medo de decepcionar alguém.
PRINCIPAIS CRENÇAS: Eu não tenho valor, a culpa é
sempre minha, sou feio, ninguém reconhece aquilo que
eu faço, não sou digno, tá pesado mais eu preciso ser
forte.
COMPORTAMENTOS TÍPICOS: Quem possui a ferida de
humilhação, são pessoas com potencial salvador.
Carrega tudo e todos nas costas, não sabe falar NÃO,
prioriza os outros e esquece de si, são pessoas
organizadas e planejadas, gostam de todas as coisas
pensadas nos mínimos detalhes.
CARACTERÍSTICAS BÁSICAS: No corpo também possuem
tendência ao sobrepeso, pernas fortes e ombros largos.
Gosta de roupas com tons da natureza (marrom,
vermelho terra, verde).

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20
PRIMEIROS SOCORROS: Reconheça o valor que você tem.
As experiências que você viveu no passado, fizeram você
criar uma visão distorcida de si, onde o seu valor era
diminuído a cada situação que passou. Você fez o que
podia fazer quando criança, mas hoje como adulto, é
necessário que você reconheça o seu próprio valor,
afinal a vida te trata como você se trata.

RECURSOS FUNCIONAIS RECURSOS DISFUNCIONAIS

ORGANIZAÇÃO NÃO IMPÕE LIMITES


PLANEJAMENTO NÃO SE PRIORIZA
RESPONSABILIDADE EXPLODE DE RAIVA
PACIÊNCIA OU REPRIME EMOÇÕES

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21
TRAIÇÃO- A DOR DE SER
TROCADO / EXCLUÍDO.
Fase da descoberta da sexualidade
MOMENTO Entre 3,5 anos e 6 anos

TRAÇO DE
RÍGIGO
CARÁTER

Execução, Pró-Atividade,
RECURSOS Competitividade

FASE DA INFÂNCIA: Quando a criança tem por volta de


3,5 a 6 anos ela começa a olhar para si mesma como
pessoa separada e diferente da mamãe. Ela começa a
procurar um par para si no sexo oposto dos pais (menino
para a mãe e a menina para o pai), e por não entender
ainda que os pais são um par e que ela vai ter seu
próprio par no futuro, acontece a quebra de confiança
ou expectativa que não foi correspondida nesta conexão
amorosa. A criança se sente traída / trocada.
PRINCIPAIS CRENÇAS: Eu não sou bom o bastante,
preciso ser perfeito, as outras pessoas são melhores do
que eu, as pessoas não são confiáveis, sem esforço não
há recompensa, preciso dar conta de tudo.
COMPORTAMENTOS TÍPICOS: Pessoas com essa ferida
possuem um perfil mais controlador, são competitivas,
querem garantir que são a melhor opção para alguém,
são perfeccionistas e executoras proativas.
CARACTERÍSTICAS BÁSICAS: O corpo é bem sedutor,
beirando a perfeição, com músculos torneados, se
vestem super bem e gostam de coisas caras e exclusivas.

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22
PRIMEIROS SOCORROS: Comece a confiar mais em você.
Você não precisa ganhar o primeiro lugar sempre e não
precisa ser perfeito para ser amado. Você precisa ser
você e isso basta! Compreenda que o fato das pessoas te
traírem, não te torna alguém descartável, isso fala mais
sobre as feridas delas do que de você. Confie em si e
esteja aberto a novas experiências. Existem pessoas
boas no mundo e um dia você vai encontrá-las.

RECURSOS FUNCIONAIS RECURSOS DISFUNCIONAIS

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O PROCESSO DE CURA DAS
FERIDAS EMOCIONAIS
Quando se tem uma infância difícil, cheio de
cobranças, comparações, punições constantes,
escassez financeira, pais disfuncionais; é comum
olharmos para o nosso passado e sentir uma angústia
ou até mesmo raiva. E mesmo que sua infância tenha
sido um mar de rosas, ainda sim você teve suas
interpretações que geraram essas feridas em você.
Aqui estão alguns passos pra você aos poucos
vivenciar a cura das feridas emocionais:

1. ACEITAÇÃO.
E aceitação não significa concordar com o que
aconteceu e muito menos esquecer. Aceitação é
entender que tudo o que aconteceu, por pior que
seja, já passou e que a partir de agora você não tem
mais compromisso com o passado e sim com o seu
PRESENTE.

2. LIBERAÇÃO DOS PAIS.


Entender que seus pais fizeram o melhor que eles
podiam com a mente e conhecimento que eles
tinham. "Poxa vida, mas e nos casos de violência e
abusos?" Por trás de cada pai e cada mãe existe um
ser humano que carrega as suas próprias feridas, a
sua própria história. Não é sobre acobertar o erro dos
pais, mas é sobre você! Eles fizeram o melhor que
eles podiam, mesmo que isso gerasse dor em ti. Mas
a partir de agora eles não tem mais poder sobre você.
Você é quem vai definir o rumo da sua história. E
aqui não estamos falando sobre conviver ok?

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Estou apenas trazendo um novo olhar para a situação,
pois quando você compreende isso, não existirá mais
laços que prendem você ao seu passado.

3. DESAPEGAR DA HISTÓRIA DO PASSADO.


Quando você passa do estágio de aceitação e
liberação dos pais, você está pronto para desapegar
da história do seu passado. Muitos de nós temos
dificuldades de desapegar do nosso passado, pois
essa história vem recheada de ganhos secundários,
como por exemplo, atenção, o conto do herói, laços
familiares, entre outros. Mas você não é sua história,
você é maior que a sua história. E você tem o poder
de escrever uma nova história.

4. ACOLHER SUA CRIANÇA INTERIOR FERIDA.


E por fim, acolher a sua criança interior. Identificar as
emoções do passado que interferem na sua vida nos
dias de hoje, e trazer um novo significado para as
experiências de dor. Se você passou por dificuldades,
terá maiores habilidades para lidar com problemas;
se passou por escassez, saberá reconhecer as
melhores oportunidades; se passou por abusos,
saberá proteger os vulneráveis. Até mesmo das coisas
mais tristes, podemos extrair algo bom. Basta trocar
os óculos que criamos lá atrás na infância.

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EXERCÍCIO PARA ACOLHER
A CRIANÇA INTERIOR:

ABRACE SUA CRIANÇA


Sente-se numa posição confortável. Para este exercício você
precisará de uma almofada ou travesseiro. Respire
profundamente e lentamente. Com os olhos fechados pegue a
almofada e abrace essa almofada imaginando que ela é o
"seu eu criança". Conforte ela, traga segurança e palavras de
ânimo. Fale com ela como se você estivesse consolando uma
criança, afinal é a sua criança. Faça isso todas as vezes que
se sentir desamparado, com medo, inseguro, entristecido ou
com raiva.

DÊ VOZ A SUA CRIANÇA


Pegue duas folhas de papel e algo para escrever. Lembre-se
de situações dolorosas que você viveu na infância. Agora
escreve o que você gostaria de ter falado na época, ou que
você sentiu. Esse é o momento de desabafar tudo que ficou
guardado em ti. Escreva a carta direcionada as pessoas
envolvidas na situação (por exemplo, carta para a mãe, pai ou
outra pessoa). Após escrever essa carta, agora você pega a
outra folha de papel e escreva palavras de consolo para sua
criança sempre reforçando que a partir de agora é você (seu
eu adulto) que cuida dela. Ao terminar o exercício, não
guarde as cartas. Você pode picotar e jogar fora ou queimar
elas. Você pode repetir esse exercício para várias situações
diferentes ok.

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UM CONVITE ESPECIAL
Querido(a) leitor(a),

Eu sei que você carrega dentro de si feridas que parecem não


cicatrizar. A dor da infância e os traumas do passado ainda ecoam
em seu coração, trazendo consequências para o seu presente.
Talvez você sinta que está preso(a) em um ciclo de frustração,
insegurança e medo. Eu entendo profundamente essa luta.
E sei que, muitas vezes, isso faz você se perguntar se algum
dia será possível sentir-se verdadeiramente pleno(a) e realizado(a).
Mas hoje, quero trazer uma mensagem de esperança: há uma luz no
fim desse túnel. E eu quero te mostrar o caminho.
Pensando em pessoas como você, que desejam se libertar das
laços emocionais do passado, eu criei algo especial: um Grupo VIP
no WhatsApp. Este grupo é mais do que um espaço de mensagens;
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SOBRE MIM

Olá meu nome é Vanessa Valadão.


Trabalho com desenvolvimento humano há mais de 5 anos.
Sou psicoterapeuta especialista na cura das feridas
emocionais, trauma e criança interior, com um programa de
cura emocional diferente de tudo que você já viu.

Sou casada há 10 anos e mãe de duas crianças maravilhosas.


Encontrei em Deus a base para minha vida, na minha família a
força para avançar e dentro de mim a alegria de viver.
PESSOAS CURADAS, CURAM!

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emocional.

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