TEOLOGIA BÍBLICA DO NOVO TESTAMENTO
Nome: Marcos Emílio da Silva Batista
QUESTÕES:
CapItulo.1
1 Qual a diferença entre Teologia, Ciência e Religião?
Teologia é o processo de conhecimento que analisa, interpreta
compreende, sistematiza e expõe, por meio de interpretações, a
compreensão sobre Deus e seu relacionamento com os seres
humanos. Ciência trata do conhecimento e controle dos fenômenos,
por meio de análise, experiência e leis. Religião é a realidade
espiritual vivida pelo adorador; é um caminho que o homem busca
satisfazer seu criador.
2 Qual a relação da Teologia Bíblica com outras teologias?
A relação é de que a Teologia Bíblica é a base e
consequentemente, deve proporcionar as normas pelas quais as
outras teologias podem ser avaliadas. A Teologia Bíblica estabelece
os fatos teológicos, tendo como pontos de vista a Revelação
Bíblica, historicidade e experiências.
3 Descreva as três categorias metodológicas da Teologia do Novo
Testamento.
Crítica histórica radical com interpretação existencial: as famosas
teologias do Novo Testamento produzidas por Bultmann,
Conzelmann e Lohse resultaram dos princípios expostos por este
método. Histórico- analítica: de acordo com essa metodologia, não
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é possível compreender os escritos do Novo Testamento sem uma
análise histórica. Histórica com base em revelação bíblica: segundo
esta categoria interpretativa, quem leva a análise histórica a última
consequência esbarra na revelação de Deus na história, impossível
de ser derivada historicamente.
4 Como se pode conciliar a diversidade e a unicidade do Novo
Testamento?
Pode-se conciliar porque embora haja uma multiplicidade de vozes,
todas elas giram em torno de um eixo comum: Deus provê salvação
para o ser humano por meio de Jesus Cristo, seu eterno Filho.
5- Resuma as principais ideias de alguns autores no estudo da
Teologia do Novo Testamento: Lohse, Bornnkamm, Meier,
Bultmann e Jeremias.
Lohse enfatiza o tema, dizendo que a teologia bíblica é a disciplina
que estrutura a mensagem dos livros da Bíblia em seu ambiente de
formação histórica. Afirma que todos os contextos em que os livros
neotestamentários estão inseridos (histórico, religioso, geográfico,
político, econômico e social), quando é feito a pesquisa a partir de
uma análise contextual, o leitor adquire condição para notar os
detalhes que até então estavam ocultos, sem sentido e complicados
de entendimento.
A teologia de Bornkamm foi muito importante para o pensamento
teológico atual, porque abordava de forma independente a questão
histórica do Novo Testamento. Ele aborda ainda o tema relativo aos
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Evangelhos Sinóticos, e a teoria das duas fontes, a primazia do
Evangelho de Marcos, a tradição oral e os temas de cada sinóticos.
E em relação a teoria das duas fontes, ele admite que Mateus e
Lucas basearam-se em duas fontes: Marcos e "Q".
John Meier, aborda a questão do Jesus Histórico de forma atual e
equilibrada e
o utiliza o critério do constrangimento, da descontinuidade, da
múltipla confirmação entre outros além de demonstrar os círculos
de Jesus para embasar sua crítica histórica que procurando
esclarecer como e quando o texto foi escrito, quem poderia ter sido
o autor e que história podemos reconstruir a partir dos
questionamentos do texto..
Bultmann fundamenta seus pontos na história das formas e na
utilização da filosofia existencialista, acreditando que o movimento
gnóstico que combinava o misticismo com o sincretismo religioso,
absorção dos deuses gregos e correntes filosóficas, como perigosa
para a missão cristã ,da época. O gnosticismo cristão, era um
conjunto de crenças de natureza filosófica e religiosa cujo princípio
básico assenta na ideia de que há em cada homem uma essência
imortal que transcende o próprio homem. Assim, o homem é visto
como um ser divino que caiu na terra de forma desastrosa, e que só
pode se libertar dessa condição através de uma verdadeira
revelação. "Gnose". Bultmann mostra o surgimento e
desenvolvimento da teologia até a igreja Antiga. O desenvolvimento
inicial da ordem eclesiástica, da doutrina eclesiástica e o problema
da conduta cristã.
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Joachim Jeremias, ele foi um influente teólogo alemão, e sua obra
foi dedicada a proclamação de Jesus. levantou questões teológicas,
sobre os eventos pascais para as comunidades cristãs que estavam
se desenvolvendo naquele período e também o significado da fé.
Capitulo.2
1 Como ocorreu o anúncio do Reino de Deus por intermédio de
jesus?
Vida, presença, realidade e de tudo que existe em MT 2 vemos isso
no sentido Literal - (v. 5); típica (v. 15); analógica [semelhança] -
(v.ν. 17-18); de acordo com o sentido (v. 23).
2 Qual a relação da vinda futura e a da vinda presente do Reino de
Deus?
“Futuro Escatológico”,e frase como “Aquele dia”, “No dia do
Juízo”,"O Dia de Javé", "Assim será a parousia (vinda) do Filho do
Homem", demonstram sinais claros que não querem dizer apenas
sobre um futuro que vem com toda a certeza, mas querem fazer
com que o presente participe desse futuro. E a vinda presente está
nos: sinais da Graça, Evangelho, Portador da Graça.
3 Descreva o arrependimento como exigência para a entrada no
Reino.
O termo "arrependimento" vem do grego "metanóia" que significa: a.
No grego não neotestamentário modificar a mente. b. Nos livros
sinóticos - (Mateus, Marcos e Lucas) - modificar a atitude para com
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Deus, e não somente mudar de pensamento ou apenas melhorar
moralmente. 18 c. No grego do Judaísmo palestino - Inverter a
direção.
4 Qual a posição de Jesus em relação à Lei do Antigo Testamento e
à Halaká?
Jesus apresenta um conceito totalmente oposto ao pensamento
judaico, Ele ensina que a contaminação se dá por aquilo que é
proferido pelo homem, pelo que sai de dentro dele, do seu coração
(Marcos 7.21). "Pois do interior do coração dos homens vêm os
maus pensamentos". Jesus rejeita a posição judaica, conforme o
texto de Lucas (13 e 14), pois Jesus entendia que esse
entendimento judaico era uma limitação a 20 obrigação do homem.
Por fim, nossa vida inteira é um descanso sabático, préanunciando
o nosso descanso eterno (Hebreus 4.9-11)
5 Descreva as exigências éticas de Jesus.
O centro das exigências de Jesus visa o "arrependimento total,
definitivo e absoluto.
Capitulo.3
1 Descreva o pensamento dos principais estudiosos do Novo
Testamento sobre a autocompreensão de Jesus.
"Johannes Weiss: diz que Jesus não teria nada em comum com o
Filho do Homem, a não ser o vir a sê-lo.
*Martin Franz Dibelius: diz que Jesus se reconhecia como Messias
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eleito por Deus para o futuro, principalmente quando entrou em
Jerusalém, apresentando-se como Senhor do templo.
*Rudolf Bultmann: declara que Jesus é "O sinal do tempo" que
agora, em relação ao Reino de Deus que é exclusivamente futuro,
exige uma decisão
por parte do homem. *Hanz Conzelmann: Jesus tinha conexão com
o anúncio do Reino de Deus consigo mesmo, para ele Jesus era o
próprio sinal deste Reino.
*Günther Bornkamm: O próprio Jesus irrompe o Reino de Deus, e
se torna o grande evento deste Reino. Entretanto, Jesus vai diluindo
na sua palavra e na sua ação e não coloca a sua divindade como o
tema próprio de sua mensagem.
2- O que significa o uso do título "Filho de Deus" no Novo
Testamento para Jesus Cristo?
Nos Evangelhos, percebemos com clareza que Jesus usou o termo
"Filho de Deus" de forma indireta - [Mateus 27.43, fala da zombaria
dos mestres da lei e religiosos diante da crucificação] e [Lucas
22.70 de Jesus perante Pilatos e Herodes). Outro tipo de
expressão, são as respostas de Jesus ao sumo sacerdote e a
Satanás, no deserto, que deixa claro que ele usava a autoridade a
ele conferida de um modo diferente daquele esperado.
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3- 0 que significa o uso do titulo "Filho do Homem" no Novo
Testamento para Jesus Cristo?
O título mais usado na tradição sinótica é "O Filho do Homem". Em
relação à teologia paulina, é provável que Paulo também
conhecesse esse título, uma vez que na sua primeira carta aos
Coríntios 15.28, ele interpreta o Salmo 8 que faz referência ao Filho
do Homem no sentido cristológico (da pessoa e obra de Cristo). Um
ponto importante aqui, é que esse título "Filho do Homem" era
incompreensível para o entendimento do homem helenista. E esse
título também não aparece no restante da literatura epistolar e por
consequência não aparece na linguagem das comunidades da
igreja. helenista.
4 Descreva teologicamente o uso dos termos Messias, Filho de
Davi e Senhor para Jesus Cristo.
Messias apenas na época pós-veterotestamentária, "o ungido" ou o
Cristo, tomou-se um título/significado do mediador escatológico da
graça. Temos o exemplo no evangelho de Marcos 8.27-29, que
narra Pedro por meio de um diálogo de fé, é levado a afirmar: "Tu
és o Cristo". Como também a pergunta de João Batista: És tu o que
há de vir?
"Filho de Davi" caracterizava o redentor político do povo judeu, e foi
utilizado algumas vezes em relação a Jesus. Porém, Jesus rejeitou
essa relação da espera por um Filho de Davi que viria concretizar
as esperanças de cunho político. Ao contrário dessa afirmação,
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Jesus sempre falava que o Reino tinha chegado, mais iria crescer
não à força 32 da guerra e da
espada, mas através da justiça e do amor, que eram o conteúdo da
mensagem de boas-novas a serem proclamadas ao quebrantados
de coração.
"Senhor" para a comunidade segundo o relato de Filipenses 2.9, é
que Jesus é Senhor por causada sua obediência, porém, para
Paulo e os demais livros do Novo Testamento, o termo "Senhor"
representa o "nosso advogado" que intercede pelos seus -
(Romanos 8.34).
5 Analise teologicamente a discussão sobe a autocompreensão de
Jesus
Para o teólogo John P. Meier, sobre o "Jesus Histórico", o pregador
de Nazaré resume e mistura o espiritual, o social e o político na
frase-chave de seu anúncio profético: o "Reino de Deus". Ao
mesmo tempo em que Jesus via o reinado de Deus como uma
promessa a se realizar no futuro próximo, também dava e entender
que esse reino já estava presente no ministério de Cristo.
Temos que tomar cuidado com certas reconstruções do "Jesus
histórico", que desenham uma imagem de Jesus semelhante aos
filósofos gregos epicureus, ou a um reformador social ou um
revolucionário militante que não dava crédito ao lado mítico da
religião. Essas reconstruções são mais um reflexo da ideologia
falha de seus autores do que do próprio Jesus. Pensar assim,
esvaziamos o sentido cristológico de Jesus.
Concluímos esse capítulo, dizendo que a radical autocompreesão é
revelada, por exemplo, em sua parábola dos lavradores maus da
vinha. Mesmo os estudiosos céticos admitem a autenticidade dessa
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parábola, uma que também é encontrada no Evangelho de Tomé,
uma das fontes favoritas deles.
Capitulo.4
1 Qual o significado teológico da nova era inaugurada por João
Batista?
No período interbíblico, em lugar da voz viva dos profetas do
Senhor, que desenvolveram excelente ministério e tiveram um
importantíssimo papel entre o povo de Israel no Antigo Testamento,
surgiram duas novas correntes religiosas que passaram a dominar
a crença e a religiosidade do povo de Israel: A religião dos escribas
que interpretava a vontade de Deus somente em termos de
obediência à Lei escrita, conforme a interpretação feita por eles
próprios; A religião dos apocalípticos que incorporavam à Lei suas
esperanças numa salvação futura apocalíptica em que Deus
reinaugurasse o Seu Reino.
2 Qual a importância da mensagem e do batismo de João Batista?
A mensagem de João Batista: Com autoridade profética, ele
anunciava a ação interventora do Senhor na história, manifestando
o seu poder real, e que todos deveriam se arrepender, e a evidência
desse arrependimento, seria o batismo.
3 Quais os elementos complementares que existem no Evangelho
de João sobre João Batista?
O batismo de João rejeitou todas as ideias de uma justiça terrena
voltada para os valores humanos, e exigiu um retorno a moralidade
e valores religioso para Deus. O batismo para João é a expressão
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do arrependimento, que tem como resultado o perdão dos pecados.
38- Jesus explicou o ministério de João Batista, segundo o texto de
Mateus 11.2 e versos seguintes, respondendo as dúvidas de João,
dizendo que ele era o maior dos profetas, como também o último
dos profetas.- Como também explicou que o tempo da Lei e dos
profetas tinha chegado ao seu fim, e que a partir de João, o Reino
de Deus estava operando neste mundo. E que João Batista era o
arauto do Reino, e apontando que o antigo tempo havia chegado ao
seu fim e o novo tempo estava se mostrando no horizonte. No
quarto Evangelho, a narrativa de João é bem diferente dos
sinóticos. Aqui João descreve Jesus como o Cordeiro de Deus que
tira o pecado do mundo - (João 1.29). Portanto, não pretende dar
uma história diferente da narrada pelos Sinóticos, mas representa
uma tradição independente.
4 Descreva o dualismo joanino acerca do Reino de Deus.
Na teologia joanina encontramos um dualismo "aparentemente
diferente dos sinóticos. No dualismo sinótico ele é primeiramente
horizontal: contraste entre duas eras [períodos) - a era presente e a
era vindoura.
5 Qual o papel do dualismo grego e do dualismo de Qmram na
formulação do dualismo neotestamentário?
O dualismo grego: Entende a existência de dois mundos sob duas
palavras - "o fenomenal e o numeral. Com relação ao dualismo de
Qumran, existe uma semelhança com o dualismo ético e
escatológico do evangelho de João: - João usa as mesmas
expressões de "luz versus trevas", quando descreve situações
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morais, e também projeta a mesma expectativa da vitória
escatológica da luz. Contudo, ele difere deste dualismo de Qumran,
no sentido que neste conflito é entre dois espiritos, dominando
sobre duas classes distintas de homens, o Logos encarnado é a
"luz", e os homens estão nas "trevas" e são convidados a virem
para esta "luz".
Capitulo.5
1 Qual a importância do tema "salvação no Novo Testamento?
"Salvação no Novo Testamento pode ser considerado como o
livramento do pecado e seus efeitos, através da ação graciosa de
Deus em Cristo, para uma vida de glória com Deus".
2 Descreva a relevância da fé em Cristo, sua função e natureza.
O fundamento da salvação é a morte de Jesus Cristo, o que Ele fez
por nós na cruz do calvário. Entretanto, nós nos apropriamos desta
grande salvação, através da fé, Função da fé é proporcionar vida. E
o objeto desta fé é Jesus, é o que salva, através da sua e do seu
poder espiritual. A natureza da fé é proporcionar um relacionamento
vivo, perfeito, vital entre o Deus Salvador e o homem pecador.
Proporciona este remédio espiritual para o estado caído do homem.
3 Por que houve a necessidade de Jesus morrer?
"Ele é a propiciação pelos nossos pecados, e não somente pelos
nossos, mas também pelos pecados de todo o mundo" (1 João 2.2).
"Nisto consiste o amor: não em que nós tenhamos amado a Deus,
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mas em que ele nos amou e enviou seu Filho como propiciação
pelos nossos pecados" (1 João 4.10). Esses versículos acima, nos
mostra que os escritos do Novo Testamento têm como fundamento
esta verdade que João nos ensina. "A verdade" esta, que a
salvação está na morte de Jesus Cristo, através do seu grande
sacrifício na "cruz do calvário", resultando em nossa reconciliação
com Deus, uma demonstração do grande amor de Deus por nós.
4 Explique os principais aspectos da morte de Cristo.
Desta forma, o Novo Testamento segundo os escritos joanino,
enfatiza várias facetas da morte de Cristo em favor de nós, como
seres humanos pecadores e caídos:
a. Expiatória;
b. Vicária: c. Substitutiva:
d. Propiciatória;
e. Redentora.
5 Descreva o caráter e a importância da Cristologia do apóstolo
Paulo.
História de Cristo e Antigo Testamento de acordo com Paulo: Paulo
adota o Antigo Testamento, conforme vemos em 2 Coríntios 3.4-11.
"6 Ele nos capacitou para sermos ministros de uma nova aliança,
não da letra, mas do Espírito; porquanto a letra mata, mas o Espírito
vivifica"! - Para Paulo, o Antigo Testamento era história de
promessas, conforme vemos em Romanos 4.13-15. "13 Porquanto,
não foi pela Lei que Abraão, ou sua descendência, recebeu a
promessa de que ele havia de ser o herdeiro do mundo; ao
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contrário, foi pela justiça da fé"
Capitulo.6
1 Discuta a existência ou não dos milagres de Jesus sob a
perspectiva bíblica e de alguns teólogos liberais.
Os milagres feitos por Jesus têm recebidos severos criticismo dos
pagãos deste a época pós-apostólicas a teologia que até então
defendia e explicava agora passa fazer o contraio usando uma
explicação do racionalismo teológico do final do século XVIII as
narrativas se baseiam em equívocos das primeiras testemunhas.
Creio que tudo deve se basear aliando e estudando os fatos da
época e com a fé de que o mesmo Jesus que efetuou inúmeros
milagres que a própria bíblia nos diz que se fossem catalogados
não haveriam livros suficientes para relatá-los, efetua milagres
ainda hoje.
2 Qual a importância e o significado teológico dos milagres de
Jesus?
Os milagres de Jesus atestam a chegada do Reino de Deus.
3 Qual o ensino de Jesus sobre o ser humano?
Jesus não tratou o homem como fruto do meio social o eximindo de
responsabilidade. Também não tratou como se fosse todos iguais,
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ele valoriza a individualidade.
4 Como o Novo Testamento descreve o ensino de Jesus sobre o
pecado?
A compreensão deste assunto é das mais relevantes para o
homem. O homem desviado do caminho da vida - idealizado por
Deus. A ideia hebraica de pecado é "errar alvo, extraviar- se" por
isso Jesus veio buscar o que havia se perdido. O pecado é um mal
terrível, torna o homem infeliz, corrompido, orgulhoso, depravado,
violento, cruel, degenerado, doente e morto. João Batista aponta
Jesus como o cordeiro que tira o pecado do mundo.
5 Descreva o papel da igreja e de sua relevância dentro do Reino
de Deus.
A Igreja tem um papel central e profundo dentro do Reino de Deus.
Ela não é apenas uma instituição, mas uma expressão viva da
comunhão entre os que seguem a Jesus Cristo e, como tal,
manifesta o reinado de Deus entre os homens. A Igreja é vista
como a comunidade dos redimidos, sendo formada por aqueles que
aceitaram a mensagem de salvação de Jesus e vivem para
testemunhar essa nova realidade espiritual. O papel da Igreja no
Reino é anunciar e viver o Evangelho. Ela proclama as boas-novas
da redenção oferecida por Cristo e chama as pessoas ao
arrependimento, à fé e a uma nova vida. A Igreja representa a "nova
criação" (2 Coríntios 5:17) que Jesus trouxe, tornando-se um sinal
visível do Reino de Deus na Terra. É por meio dela que o mundo
pode ver o amor, a justiça e a misericórdia de Deus em ação. Além
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disso, a Igreja atua como um lugar de comunhão e edificação
mútua. O conceito de Igreja está associado à ideia de corpo de
Cristo (1 Coríntios 12:12-27), onde cada membro tem um papel a
cumprir e contribui para o fortalecimento do grupo. Essa união visa
a promover o crescimento espiritual e o testemunho coletivo, para
que o Reino de Deus se expanda e alcance mais vidas.
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