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Gustavo Gabriel de Sena Galdino Da Silva

O texto discute a interdependência entre tempo e história, afirmando que a história só existe dentro de um contexto temporal. Além disso, explora a ideia de que as ações humanas, mesmo sem intenção, contribuem para a construção da história, e que a compreensão da temporalidade é essencial para entender a cultura e o desenvolvimento social. Por fim, destaca a importância do historicismo na análise das tradições e práticas de uma sociedade para compreender seu presente e futuro.

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Gustavo Gabriel de Sena Galdino Da Silva

O texto discute a interdependência entre tempo e história, afirmando que a história só existe dentro de um contexto temporal. Além disso, explora a ideia de que as ações humanas, mesmo sem intenção, contribuem para a construção da história, e que a compreensão da temporalidade é essencial para entender a cultura e o desenvolvimento social. Por fim, destaca a importância do historicismo na análise das tradições e práticas de uma sociedade para compreender seu presente e futuro.

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Nome: Gustavo Gabriel de Sena Galdino da

Silva N° da Matrícula: 24216090119

Polo Resende

O tempo e a história são conceitos indissociáveis, mas é a história


que depende do tempo para acontecer, e para explicar que eles são
inseparáveis, há um uma forma de se entender isso, caso não tenha o
fator "tempo", não haveria a história, porque o que um indivíduo faz, está
dentro de uma determinada época, sem o tempo, essa época não existiria,
e no término disso, não teríamos a história dessa época para ser estudada
e se isso acontecesse com toda a história que nós conhecemos,
estudamos e iremos estudar, não teria o motivo de se haver no mundo o
trabalho do historiador, nessa concepção, percebemos o quão importante
é o "tempo" para o serviço de quem quer historiar ou só pesquisar para si
mesmo. Com essa descrição acima, confusa e um pouco complicada de se
entender, compreendemos muito bem que sem o tempo não haveria
história, mas quero trazer uma discussão aqui nesse texto, como uma das
exigências do enunciado desse trabalho, é relacionar o tempo e a história
em uma reflexão, proponho o inverso também, será que existiria tempo
sem a história? Acredito que chegaríamos a uma conclusão semelhante a
anterior, tempo é algo que não para, ele está sempre em movimento,
mesmo que nós quiséssemos que ele pare não seria possível, e enquanto
ele se move, nós também estamos se movendo e realizando os nossos a
fazeres, e nessa situação, só por nós estarmos fazendo alguma coisa, seja
ela a mínima possível, estaríamos fazendo história sem perceber, porque o
que faz a história ser tão fascinante é que ela é feita por ações humanas,
e nem sempre essas ações tem alguma intenção de conscência, de que
está executando um ato que pode ficar marcado, e se não tivesse a
história para se ter a "não existência do tempo", não seria um cenário com
boas possibilidades de proceder-se, pois a história é algo que se constrói
automaticamente, na mesma proporção que o tempo se move.
O que não podemos desconsiderar aqui, é a questão do historicismo
para compreender o desenvolvimento temporal, mas neste caso é na
cultura de uma certa sociedade, examinar suas tradições, práticas e usos,
para compreendermos suas ações no presente. É certo que essa é a
área mais ao lado da Antropologia,
mesmo assim, é importante abordar esse tema aqui, se o objetivo é falar
sobre o tempo e sua relação com a ciência chamada história. O futuro de
diversas culturas depende da historicidade, por estudar o passado delas
para se entender o presente e a realidade em que elas estão, o futuro que
ainda está indefinido, é uma peça chave para manter as culturas
existentes em atividade, sem diminuir a relevância do passado (que sem
ele, não existiria a historicidade) e o presente (que é o momento em que
realizamos as ações).
Coloco aqui o que é temporalidade segudo o professor João Paulo
Pimenta, no vídeo "Tempos na história, tempos da história" e depois
associo esta fala a um trecho do texto "Futuro(s) Presentes(s)" de Marcelo
Jasmin, o professor Pimenta fala "temporalidade é um conjunto de coisas,
que numa determinada realidade são explicáveis pela historicidade dessa
realidade, ou seja pelo fato dessa realidade ser constituída historicamente,
então a temporalidade, repito, é um conjunto de características que
explicam uma determinada realidade social, em função das suas formas
de viver, sentir, de manejar, de representar tempo, sendo que o tempo
nunca é uma coisa única", e o texto "Futuro(s) Presentes(s)" do autor
Marcelo Jasmin "...os significados que atribuímos e os usos que fazemos
do tempo são cultural e historicamente situados. Se nos for permitido
generalizar, diríamos que a cada época distinta corresponde uma
experiência particular da estrutura temporal, uma relação histórica e
socialmente específica entre passado, presente e futuro. Em segundo
lugar, dado que a ação humana se dá no contexto desse tempo histórico,
social e cultural, aquilo que se crê poder fazer, ou não, depende dos
modos de compreensão e experimentação dessa estrutura temporal.".
Dessa maneira, em conjunto dessas falas expostas aqui, apresento que a
temporalidade não é somente um " um conjunto de características que
explicam uma determinada realidade social, em função das suas formas
de viver, sentir, de manejar, de representar tempo" mas também uma
maneira de se viver culturalmente, de situações que aconteceram
historicamente, mas não sendo de forma nenhuma, somente estas
situações acontecendo, e sim várias ao mesmo tempo, como diz muito
bem Marcelo Jasmin, o que nós estamos fazendo está muito bem ligado a
cultura, seja no passado, presente e futuro, sempre estará muito bem
relacinado a questão tempo e cultura, que é onde está a história no meio
disso tudo, onde ele explica muito bem a com essa declaração aqui
também "As investigações acerca do contemporâneo parecem apontar
para a constituição de outro tipo de estrutura temporal no qual um
presente,
cada vez mais alargado, não é hospitaleiro para um pensamento generoso
sobre o futuro. ".

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