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Sonho de Uma Noite de Verão - 9 Am, BM e CM - Teste de Elenco

O documento descreve um teste de elenco para a peça 'Sonho de Uma Noite de Verão' de William Shakespeare, que ocorrerá no Teatro do Colégio Elite Mace. Os participantes devem escolher um personagem e apresentar um diálogo decorado para uma banca de jurados, com inscrições até 20/03. A lista inclui personagens nobres, jovens amantes, fadas e artesãos, além de diálogos selecionados para a apresentação.
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Levamos muito a sério os direitos de conteúdo. Se você suspeita que este conteúdo é seu, reivindique-o aqui.
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Sonho de Uma Noite de Verão - 9 Am, BM e CM - Teste de Elenco

O documento descreve um teste de elenco para a peça 'Sonho de Uma Noite de Verão' de William Shakespeare, que ocorrerá no Teatro do Colégio Elite Mace. Os participantes devem escolher um personagem e apresentar um diálogo decorado para uma banca de jurados, com inscrições até 20/03. A lista inclui personagens nobres, jovens amantes, fadas e artesãos, além de diálogos selecionados para a apresentação.
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SONHO DE UMA NOITE DE VERÃO

(William Shakespeare)

TESTE DE ELENCO: 9º ano AM, BM e CM.

DIA: 18/03.

HORÁRIO: 15h às 16h50.

LOCAL: Teatro do Colégio Elite Mace.

Abaixo estão os nomes dos personagens e suas características. Você deverá selecionar um
diálogo que contenha o personagem de sua escolha e apresentá-lo decorado para a banca
de jurados do TESTE DE ELENCO, composta pela prof.ª Camila Morosini, prof.ª Gabriela
Piovesan e a coordenadora Alessandra. O teste é individual e sem público.

• A réplica do diálogo poderá ser feita por uma pessoa de fora do colégio.
• O uso de figurino e objetos de cena é opcional.
• O uso de cenário é opcional.
• O uso de trilha sonora é opcional.
• O tempo máximo de cena é de 3 minutos.
• As inscrições serão feitas diretamente na coordenação até o dia 20/03. Por gentileza,
colocar o seu nome na lista do Teste de Elenco, o personagem de sua escolha e o número
do diálogo selecionado. Não serão aceitas inscrições após esta data.

LISTA DE PERSONAGENS

1. Os Nobres Atenienses

• Teseu – Duque de Atenas, prestes a se casar com Hipólita.

• Hipólita – Rainha das Amazonas, prometida de Teseu.

• Egeu – Pai de Hérmia, insiste que ela se case com Demétrio.

2. Os Jovens Amantes

• Hérmia – Jovem apaixonada por Lisandro, mas prometida a Demétrio.

• Lisandro – Ama Hérmia e foge com ela para a floresta.

• Helena – Ama Demétrio desesperadamente, mesmo sendo rejeitada.

• Demétrio – Inicialmente ama Hérmia, mas depois se apaixona por Helena.


3. O Reino das Fadas

• Oberon – Rei das fadas, deseja o menino índio como pajem.

• Titânia – Rainha das fadas, recusa-se a entregar o menino a Oberon.

• Puck (Robin Goodfellow) – Servo travesso de Oberon, responsável por várias


confusões mágicas.

• Fadas – Pequenos seres encantados que servem Titânia, incluindo Ervilhinha, Teia de
Aranha, Traça e Grão de Mostarda.

4. Os Artesãos (Atores Amadores)

• Quiton (Bottom) – O tecelão, exagerado e vaidoso, que interpreta Píramo na peça e é


transformado em um burro por Puck.

• Funcho (Flute) – O ferreiro, que interpreta Tisbe.

• Talo (Snout) – O carpinteiro, que interpreta a Muralha.

• Flauta (Snug) – O marceneiro, que interpreta o Leão.

• Gomo (Starveling) – O alfaiate, que interpreta a Luz da Lua.

• Fome (Quince) – O mestre de ofícios, que dirige a peça e narra a história.

LISTA DE DIÁLOGOS

1. TESEU E HIPÓLITA

Ato IV, Cena I. Neste trecho, Teseu e Hipólita discutem sobre os eventos que
aconteceram na floresta e a chegada dos casais.

ATO IV, CENA I

(Teseu e Hipólita estão chegando ao palácio, depois que o encantamento nas relações
dos casais foi desfeito. Eles comentam sobre os acontecimentos recentes.)

Teseu
O que pensamos ser um pesadelo agora é uma doce realidade.
Nunca imaginei que toda essa confusão fosse terminar assim.
Os quatro jovens se comportaram de maneira tão estranha,
Mas agora, como por magia, tudo voltou ao seu devido lugar.

Hipólita
Eu também, meu senhor, nunca vi algo assim.
Esses jovens estavam enredados em confusão,
Mas parece que o destino finalmente os alinhou.
Agora, os casamentos estão prestes a acontecer.
É interessante como tudo se resolveu por si só.

Teseu
Fiquei surpreso, Hipólita.
Esses jovens, que pareciam perdidos em seus próprios sentimentos,
Agora, com um simples gesto do acaso, estão felizes novamente.
Eu sou cético quanto a essas coisas misteriosas da floresta,
Mas vejo que a natureza tem seu próprio modo de corrigir tudo.

Hipólita
Talvez o amor, meu senhor, tenha sido o verdadeiro responsável.
Às vezes, ele precisa de um empurrãozinho da sorte,
Mas, no fim, é o coração que escolhe seu caminho.
Eu vejo agora que tudo isso aconteceu para o bem deles.

Teseu
Sim, Hipólita, eu também vejo isso.
A nossa vida, de certa forma, é governada por forças invisíveis.
E esses jovens, que passaram por tantas tribulações,
Agora poderão viver felizes e em harmonia.

Hipólita
Eu espero que eles não se esqueçam de como chegaram aqui.
O amor é caprichoso, mas a lealdade o fortalece.

Teseu
Sim, minha rainha, que eles se lembrem disso para sempre.
Agora, vamos aplaudir sua felicidade e celebrar.
E que o dia de hoje seja repleto de alegria para todos nós!

2. EGEU E HÉRMIA

Ato I, Cena I, onde Egeu exige que sua filha, Hermia, se case com Demétrio, mesmo
ela amando Lisandro.

ATO I, CENA I

Egeu
(para Hermia)
Tu me desobedeces, filha!
A tua escolha, contra a minha vontade,
Coloca-me em uma posição difícil.
Demétrio é o homem que escolhi para ti,
E com ele deverias casar, pois ele é o melhor.

Hermia
(ao seu pai, com firmeza)
Mas pai, eu não amo Demétrio.
O meu coração pertence a Lisandro,
E ele me ama com igual intensidade.
Por que me obrigas a casar com alguém que não escolhi?

Egeu
Tu és jovem, Hermia,
E não sabes o que é melhor para ti.
Eu te criei, e é meu direito decidir
Quem será o homem com quem te casarás.
Demétrio é bom, ele é digno de ti!

Hermia
Pai, por que não me dás o direito de escolher?
Lisandro e eu temos um amor verdadeiro,
Que nenhuma razão pode apagar.
Por que me forçar a viver uma vida infeliz
Com alguém a quem não dou o meu coração?

Egeu
És teimosa e ingrata, filha!
O que te ofereço é por teu bem,
Mas se preferes viver no erro,
Eu farei o que for necessário para que tenhas o que mereces.
Se não quiseres Demétrio, então será o convento.

Hermia
O convento, pai?
Por que me ameaças dessa forma?
Eu prefiro morrer do que perder meu amor,
E o que me faz infeliz, prefiro ignorar.
Lisandro é meu único desejo, meu único amor.

Egeu
Então, que assim seja.
Se não queres obedecer, eu buscarei o que a lei manda.
Se for preciso, procurarei o duque,
E ele resolverá essa situação.
3. LISANDRO E DEMÉTRIO

Ato II, Cena I. Neste trecho, os dois jovens estão se confrontando na floresta depois de
terem sido confundidos com os feitiços das fadas, onde ambos estão apaixonados por
Hermia.

ATO II, CENA I

Lisandro
(veementemente)
O que fazes aqui, Demétrio?
Não percebes que a tua presença não é bem-vinda?
Tu que, com teu amor forçado,
Queres arrebatar o que é meu por direito!

Demétrio
(agitado)
Não tentes me impedir, Lisandro!
Hermia é minha, e nada vai me afastar dela.
Se queres lutar por ela, então, lutemos!
Mas não pense que vou recuar facilmente.

Lisandro
(tom sarcástico)
Não sou eu quem deve temer, Demétrio.
Tu que nunca soubeste apreciar o que é precioso,
Agora és o tolo que corre atrás do que rejeitou.
Hermia me ama, e isso é algo que nem a magia pode mudar.

Demétrio
(somente mais furioso)
Tu és arrogante e cego!
Hermia me rejeitou, mas isso não significa que vou desistir.
Lutarei até o último suspiro para conquistá-la,
E não importam os feitiços ou truques de um covarde como tu!

Lisandro
(rindo)
Não percebes, Demétrio?
Tu já perdeste, e tua luta é em vão.
Hermia me escolheu, e isso é o que importa.
Mesmo que te empenhes, ela nunca será tua.

Demétrio
(desequilibrado)
Então, me desafias, Lisandro?
Eu irei até o fim, mesmo que isso signifique minha ruína!
(Eles se preparam para lutar, e a situação fica tensa, enquanto a magia das fadas ainda
os influencia.)

4. HELENA E DEMÉTRIO

Ato II, Cena I. Neste trecho, Helena está desesperada porque Demétrio a rejeita, e ela
o segue na floresta, onde tenta implorar por seu amor.

ATO II, CENA I

Helena
(suspirando)
Ah, Demétrio, por que me desprezas assim?
De todos os homens que poderiam me amar,
Escolheste dar teu coração a Hermia,
Aquela que, de todas, mais me humilha!

Demétrio
(impaciente)
Helena, não venhas com teus lamentos!
Tu me persegues incessantemente,
E eu, por mais que tente, não posso te amar.
Deixa-me em paz, e eu encontrarei a paz.

Helena
(persuasiva)
Mas, Demétrio, não vês como sou dedicada?
Toda minha vida foi de amor por ti,
E ainda assim me rejeitas sem piedade.
Eu seguiria qualquer caminho,
Faria qualquer coisa, se pudesse ter o teu amor.

Demétrio
(irritado)
Tu não compreendes, Helena!
O que me agrada é Hermia, e nada me fará mudar isso.
Nem teus gritos, nem tuas lágrimas,
Poderão me fazer amar alguém que não seja ela.

Helena
(implorando)
Então, por que não podes me ver?
Por que meus sentimentos são tão invisíveis para ti?
Eu te amo com tudo o que sou,
E te seguirei até o fim do mundo, se necessário for,
Mas ainda assim, tu me viras as costas!

Demétrio
(pausa, tentando afastá-la)
Não insistas, Helena!
Eu não posso te dar o que não sinto.
E, por mais que me sigas,
Eu nunca terei o amor que esperas de mim.

Helena
(determinada)
Mas, ainda assim, eu não desistirei!
Farei tudo para que me vejas como sou,
E, quem sabe, um dia, meu amor será suficiente.

5. OBERON E TITÂNIA

Ato II, Cena I. Neste trecho, Oberon e Titânia estão discutindo sobre a disputa que
têm em relação a um jovem menino indiano que Titânia recusa-se a entregar a Oberon,
o que leva à briga e aos feitiços que se seguirão.

ATO II, CENA I

Oberon
(para Titânia, com raiva)
Tu me desrespeitas, Titânia!
Não me dizes mais o que desejo,
Nem me ouves quando falo,
Mas um simples menino basta para que te recuses a me obedecer!

Titânia
(defensiva)
Não é apenas um menino, Oberon,
Mas um tesouro que deve ser protegido.
Ele é o órfão de uma amiga minha,
E eu prometi à sua mãe que o cuidaria
Até que ele crescesse forte e saudável.

Oberon
(impaciente)
Tu sabes que esse menino deve ir comigo!
Eu preciso dele para meus cavalos,
Mas tu, teimosa, me negas até isso.
Por que te recusas, quando sei que ele poderia servir ao meu reino?
Titânia
(firmemente)
Eu recuso, pois ele é de minha responsabilidade,
E não vou entregá-lo por nada,
Nem mesmo por teus feitiços ou encantos.
Não me peças mais, Oberon,
Pois este menino não será teu.

Oberon
(irritado)
Então, que assim seja!
Se não me dás o que quero,
Eu farei com que pagues por tua teimosia.
Verei como, em breve, tu desejarás o que agora rejeitas.
Eu lançarei um feitiço que mudará tudo.

Titânia
(com raiva)
Não me amedrontas com tuas ameaças, Oberon!
Mas cuidado, pois a justiça um dia será feita,
E tu, com toda tua magia,
Terás o que merece!

Oberon
(sorrindo)
Veremos, Titânia.
Eu sempre tenho um truque em mãos.
Logo, tu verás que nenhum feitiço
Pode resistir ao meu poder.

6. PUCK E FADA

Ato II, Cena I. Neste trecho, Puck conversa com uma fada enquanto está a serviço de
Oberon. Ele se prepara para cumprir uma missão dada por Oberon, que é usar a magia
para ajudar a corrigir a situação dos casais humanos.

ATO II, CENA I

Puck
(para a fada, com entusiasmo)
Olá, boa fada!
Onde está a tua dona?
O meu mestre, o rei Oberon, ordenou-me que cumprisse uma tarefa,
E eu preciso da tua ajuda.
Fada
(olhando para Puck com curiosidade)
Tu és o travesso Puck, o que se diverte com os humanos?
O que queres, que sempre causam confusão?
Fazendo travessuras e rindo dos erros alheios?

Puck
(rindo)
Ah, sim! Eu sou aquele que cria confusão e risadas!
Mas agora tenho uma missão mais importante,
Que é cumprir os desejos de Oberon, nosso rei.
Ele deseja que eu jogue o feitiço no olho de um homem,
Para que ele se apaixone pela pessoa que ele vê primeiro.

Fada
(surpresa)
Oh, Puck! Isso é perigoso!
A magia que tu usas pode trazer desastres.
Estás certo de que isso é o melhor a fazer?

Puck
(com um sorriso travesso)
Ah, mas é isso que faz a diversão!
Deixe que a magia tome conta, e tudo vai se resolver.
Eu adoro ver o caos das confusões de amor.
E se as coisas saírem erradas, bem, isso só vai acrescentar mais emoção!

Fada
(rindo)
Tu és impossível, Puck!
Mas, de qualquer forma, boa sorte com o feitiço.
Só não exageres nas tuas travessuras!

Puck
(gritando alegremente)
Atravessarei a floresta e farei o que meu mestre quer!
Vamos ver o que acontece quando a magia entrar em cena!

7. ARTESÃOS (ATORES AMADORES)

Aqui está um trecho da cena em que os artesãos ensaiam a peça dentro da peça, O Muito
Lastimável e Cruel Assassinato de Píramo e Tisbe. Esse trecho ocorre no Ato I, Cena 2
de Sonho de uma Noite de Verão, quando os artesãos se reúnem para distribuir os papéis
da peça que será apresentada no casamento de Teseu e Hipólita.
ATO I, CENA 2 – Um lugar em Atenas

ENTRAM QUINCE, BOTTOM, FLUTE, SNOUT, SNUG e STARVELING.

QUINCE (Fome)
— Mestres, estais aqui convocados para ensaiar uma peça que será representada diante
do duque Teseu e da duquesa Hipólita no dia de seu casamento. O nome da peça é O
Muito Lastimável e Cruel Assassinato de Píramo e Tisbe.

BOTTOM (Quiton)
— Excelente título! Agora, bom mestre Quince, chamai os papéis; os atores avancem
conforme forem nomeados.

QUINCE
— Sim. Primeiro, mestre Bottom, o tecelão: estais escalado para Píramo.

BOTTOM
— Quem é Píramo? Um amante ou um tirano?

QUINCE
— Um amante, que se mata pela paixão.

BOTTOM
— Oh, então deixai-me fazer isso em grande estilo! (Declama dramaticamente)
"Ah, cruel destino! Adeus, doce vida!"
Mas se preferirdes, posso fazer o tirano!
(Rugindo) "Oh, ventos! Oh, fúria! Oh, dilaceração da alma!"
Farei isso sacudindo a terra!

QUINCE
— Não, não, precisais fazer Píramo com ternura e doçura, pois é um nobre amante.

BOTTOM
— Pois bem, farei isso com lágrimas nos olhos! Quem mais?

QUINCE
— Mestre Flute, o ferreiro: tereis o papel de Tisbe.

FLUTE (Funcho)
— Tisbe? Mas não é uma dama?

QUINCE
— Sim, e vós falareis com voz suave.

FLUTE
— Não posso fazer de dama, mestre Quince, minha barba já começa a crescer!

QUINCE
— Não importa, podeis usar um véu.
BOTTOM
— Ou então, posso fazer Tisbe também! Falarei com voz fininha: (imitando) "Oh,
Píramo, meu doce amor!"

QUINCE
— Não! Mestre Bottom, deveis fazer só Píramo! Mestre Snug, sois o Leão.

SNUG (Flauta)
— Terei tempo para decorar minhas falas?

QUINCE
— Não há falas para o leão! Basta rugir.

BOTTOM
— Deixai-me fazer o leão também! Rugirei tão bem que todos se espantarão! (Ruge)

QUINCE
— Não, não, mestre Bottom! Ficareis apenas com Píramo. Agora, mestres, aprendei
vossos papéis e ensaiaremos na floresta!

TODOS
— De acordo!

SAEM.

Esse trecho mostra o tom cômico dos artesãos, principalmente Bottom, que adora
exagerar em sua atuação.

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