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Mat36011 Testesumativo 3p Proposta de Resolucao Maio2025

O documento apresenta propostas de resolução para um teste sumativo de Matemática A do 11.º ano, abordando limites, assíntotas, e progressões aritméticas. Inclui exemplos de cálculos de limites, determinação de assíntotas e análise de funções. As respostas são fornecidas para cada questão, indicando a convergência ou divergência das funções e suas propriedades.

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Avaliação – Teste sumativo 3.

º Período
Matemática A | 11.º Ano
Propostas de resolução

1. Tem-se que:

1 1
▪ lim = = 0 , pelo que é convergente;
n +

( −1) ( −1) = lim −1 = −1 = 0 , pelo que


n n
1 1
▪ para n par, lim = lim = = 0 , e para n ímpar, lim
n n + n n +

( −1)
n

lim = 0 , e portanto, é convergente;


n

n
 1
▪ lim  −  = 0 , pelo que é convergente;
 2 1
−1 − 1
2

−n
1
▪ lim   = lim 3n = +  , pelo que é divergente.
3 3 1

Resposta: D

b
2. Como f ( x ) = a + , a reta de equação x = c é assíntota vertical ao gráfico de f e a reta de equação
x−c
y = a é assíntota horizontal ao gráfico de f . Portanto, tendo em conta a figura, só se pode ter a  0 e
c0.
Resposta: C

n n
3. Tem-se que lim wn = lim = lim = 1 .
n +1 n

Dado que n  n + 1, wn  1 , para todo o n , pelo que wn →1− .

x ( x 2 − 1)
0
 
x3 − x  0 
Logo, lim g ( wn ) = lim− g ( x ) = lim− 2 = lim+ = 1.
x →1 x − 1
x →1 x →1
x2 − 1

Resposta: B

1
Carlos Andrade | José Carlos Pereira | Pedro Pimenta
Matemática 360 | 11.º ano
© Raiz Editora, 2025. Todos os direitos reservados.
f ( 3) − f ( − 2 )
4. Tem-se que t.m.v. f ;− 2,3 = .
3 − ( − 2)

Como a reta r é secante ao gráfico de f nos pontos de abcissas − 2 e 3 , então t.m.v. f ;− 2,3 = mr .

1 1
Como as retas r e s são perpendiculares, então mr = − , ou seja, t.m.v. f ;− 2,3 = − .
ms ms

1 1 1 1
Dado que s : 3 y − x = 3  3 y = x + 3  y = x + 1 , tem-se ms = , pelo que t.m.v. f ;− 2,3 = − = − = −3 .
3 3 ms 1
3

Resposta: A

224
5. A frequência absoluta acumulada da classe 130,140  é 224 e = 0,8 , ou seja, 80% , pelo que
280
P80 = 140 .
Resposta: C

4  5 
−n

6.1 A soma dos n primeiros termos de ( un ) é dada por Sn =  1 −    , para todo o n , ou seja:
3   2  

4  5 
−n

u1 + u2 + ... + un =  1 −    , para todo o n


3   2  
Logo:

4  5  4  2 4 3 4
−1

▪ u1 =  1 −    =  1 −  =  = (a soma para n = 1 corresponde ao primeiro termo);


3   2   3  5 3 5 5

4  5  4  2 
−2 2
4 4 4  4 
▪ u1 + u2 =  1 −     + u2 =  1 −     + u2 =  1 −  
 
3   2   u1 = 5
4 
3  5   5 3  25 
5

4 4 21 28 4 8
 + u2 =   u2 = −  u2 = .
5 3 25 25 5 25

8
u2 25 8  5 2  4  5
Assim, sendo r a razão da progressão aritmética ( un ) , tem-se r = = = = .
u1 4 25  4 5  5  4
5

n −1 n −1 n n n
n −1 4 2 4 2 2 4 2 5 4 2 2
Portanto, un = u1  r =   =     =    =   = 2  .
5 5 5 5 5 5 5 2 2 5 5

2
Carlos Andrade | José Carlos Pereira | Pedro Pimenta
Matemática 360 | 11.º ano
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 4   5 − n   4   2 n  4  2 
n
4 4 4
6.2 lim Sn = lim   1 −     =  lim 1 −    =  1 − lim    =  (1 − 0 ) =  1 = .
3       
  2   3  5  3   5   0  5 1 3 3 3
2

lim S n é a soma dé todos os térmos da sucéssao ( un ) , ou séja, a soma dé todos os térmos da sucéssao
4
( un ) é .
3

x − 4 2 ( 2 x − 4 ) − x + 4 4 x − 8 − x + 4 3x − 4
7.1 Tem-se h ( x ) = 2 − = = = .
2x − 4 2x − 4 2x − 4 2x − 4

Fazendo a divisão inteira entre os polinómios 3x − 4 e 2x − 4 , vem:

3x − 4 2x − 4

3
− 3x + 6
2

3 2 3 2 3 1
Logo, h ( x ) = + = + = + , pelo que a reta de equação x = 2 é assíntota vertical
2 2 x − 4 2 2 ( x − 2) 2 x − 2
3
ao gráfico de h e a reta de equação y = é assíntota horizontal ao gráfico de h .
2

3x 2 x−4 3x 2 x−4 3x 2
7.2 Tem-se h ( x )   2 −   2 − − 0
2x2 − 8 2 x − 4 2 x2 − 8 2 ( x − 2) 2 ( x2 − 4)

x−4 3x 2
 2 − − 0
 2( x − 2 )( x + 2 ) 2 ( x − 2 ) 2 ( x − 2 )( x + 2 )
( x + 2)

4 ( x − 2 )( x + 2 ) − ( x − 4 )( x + 2 ) − 3x 2
 0
2 ( x − 2 )( x + 2 )

4 ( x 2 − 4 ) − ( x 2 + 2 x − 4 x − 8 ) − 3x 2
 0
2 ( x − 2 )( x + 2 )

4x 2 − 16 − x 2 − 2 x + 4 x + 8 − 3x 2
 0
2 ( x − 2 )( x + 2 )

2x − 8 2 ( x − 4) ( x − 4)  0
 0 0
2 ( x − 2 )( x + 2 ) 2 ( x − 2 )( x + 2 ) ( x − 2)( x + 2 )

3
Carlos Andrade | José Carlos Pereira | Pedro Pimenta
Matemática 360 | 11.º ano
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Determinando os zeros do numerador e os zeros do denominador:

▪ x−4=0 x =4;

▪ ( x − 2 )( x + 2 ) = 0  x − 2 = 0  x + 2 = 0  x = 2  x = − 2 .

Construindo uma tabela de variação do sinal:

x − −2 2 4 +

x−4 − − − − − 0 +

( x − 2 )( x + 2 ) + 0 − 0 + + +

x−4
− n.d. + n.d. − +
( x − 2 )( x + 2 ) 0

Logo, o conjunto-solução da condição é  − 2,2    4, +   .

1− 4 3 1
7.3 h (1) = 2 − = 2− = .
2 1 − 4 2 2

3 x−4
x−4 1 − 3x − 6 − x + 4 0
h ( x ) − h (1) 2− − 2 2x − 4  
−  ( x − 2) − 2x − 2 0
h (1) = lim
 = lim 2 x 4 2 = lim = lim 2 x 4 = lim =
x →1 x −1 x →1 x −1 x →1 x −1 x →1 x −1 x →1 ( x − 1)( 2 x − 4 )

2 ( x − 1) 2 2
= lim = = = −1
x →1
( x − 1) ( 2 x − 4 ) 2  1 − 4 −2

OP + QR
7.4.1 A área do trapézio OPQR  é dada por  OR .
2

Tem-se:

x−4 3x − 4 4
▪ h( x) = 0  2 − =0 = 0  3x − 4 = 0  2 x − 4  0  x =  x  2 .
2x − 4 2x − 4 3

4  4
Logo, as coordenadas do ponto P são  ,0  , pelo que OP = ;
3  3

▪ o ponto Q pertence ao gráfico de h , pelo que, sendo x a abcissa deste ponto, tem-se Q ( x, h ( x ) ) , e,

portanto, QR = x e OR = h ( x ) .

4
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OP + QR
Logo, A ( x ) =  OR = y
2

1  4  3x − 4 
=   x +  
2  3  2 x − 4 

1 3x + 4 3x − 4 h(x) R Q
=   h
2 3 2x − 4
P

=
( 3x + 4)( 3x − 4) O 4
3
2 x x
6 (12 x − 4 )

( 3x ) − 42
2
9 x 2 − 16
= = .
12 x − 24 12 x − 24

7.4.2 Se o valor da abcissa do ponto Q aumenta uma unidade, ou seja, se passa a ser x + 1 , a área do
trapézio é dada por A ( x + 1) .

Assim, como a área diminui 10 % , quando a abcissa aumenta uma unidade, então:

A ( x + 1) = A ( x ) − 0,1A ( x )  A ( x + 1) = 0,9 A ( x ) , com x  2

Introduzindo estas funções no editor de funções de uma calculadora gráfica:

Logo, x  2,7 .

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8. Tem-se:

▪ lim g ( x ) existe se lim− g ( x ) = lim+ g ( x ) = g ( 2 ) .


x→2 x→2 x→2

1
▪ g ( 2) =
2

0
 
x 2 − 10 x + 16  0  ( x − 2 ) ( x − 8) 2 −8 −6 1
▪ lim− g ( x ) = lim− = lim− = lim− 2 = =
x →2 x →2 8− x 3 i ) x → 2
( x − 2) ( − x − 2 x − 4)
2 x → 2 −2 − 2  2 − 4 −12 2

( )( 2x + 2) = lim ( )
0 2
2x − 2
 
0 2x − 2 2x − 22 1
▪ lim+ g ( x ) = lim+ = lim  lim+ =
x →2 x →2 x−2 x →2 +
( x − 2) ( 2x + 2) x →2 + x−2 x →2 2x + 2

2x − 4 1 2 ( x − 2) 1 2 1
= lim+  = lim+  = =
x→2 x−2 2 2 + 2 x → 2 x−2 2+2 4 2

i ) Fatorizando os polinómios 8 − x3 e x2 − 10x + 16 :

−1 0 0 8
10  ( −10) − 4  1 16
2

x2 − 10 x + 16 = 0  x =  x=2  x=6
2 1
2 −2 −4 −8
Logo, x 2 − 10 x + 16 = ( x − 2 )( x − 8 )
−1 −2 −4 0
Nota: Também se podia usar a regra de Ruffini para fatorizar o
polinómio x2 − 10x + 16 .
8 − x3 = ( x − 2 ) ( − x 2 − 4 x − 8 )

1
, vem que lim g ( x ) = .
1
Logo, como lim− g ( x ) = lim+ g ( x ) = g ( 2 ) =
x→2 x→2 2 x →2 2


 
x 2 − 10 x + 16    x2 1 1
▪ lim g ( x ) = lim = lim = lim = = 0.
x →− x →− 8− x 3 x → − 
−x 3 x →− − x +

 2x 2  2x 2 2 2

 
x −  − −
2x − 2 
 x x x2 x + +
▪ lim g ( x ) = lim = lim = lim = =
x→+ x→+ x−2 x→+  2 x  0  x2 = x x → + 
1−
2
1−
2
x 1 − 
 x x +

0 −0 0
= = =0
1− 0 1

6
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9. Como a reta r é tangente ao gráfico de f no ponto de abcissa 3 , o seu declive é dado por f  ( 3) .

( x − 3)
2
 
2
x2 − 6 x + 9 x−3
Tem-se, lim = 4  lim = 4  lim   = 4 
( f ( x ) − f ( 3) ) ( f ( x ) − f ( 3) )  f ( x ) − f ( 3) 
x →3 2 x →3 2 x →3

2
 x−3   1 
2

  lim  =4 =4

x → 3 f ( x ) − f ( 3) 
 f ( x ) − f ( 3) 
 lim 
 x →3 x−3 
 
 f ( 3 ) 
2
 1  1 1
   = 4  =− 4  = 4
 f  ( 3)  f  ( 3) f  ( 3)

1 1
 f  ( 3) = −  f  ( 3) =
2 2

Como a reta r interseta o eixo Ox num ponto de abcissa negativa e o eixo Oy no ponto de ordenada
1
− 3 , o seu declive, que é dado por f  ( 3) , é necessariamente negativo, pelo que f  ( 3) = − .
2

1
Logo, r : y = − x + b .
2

Como r interseta o eixo Oy no ponto de ordenada − 3 , vem que b = − 3 (ordenada na origem), pelo que
1
a equação reduzida de r é y = − x − 3
2

Finalmente, como r é tangente ao gráfico de f no ponto de abcissa 3 , o ponto de coordenadas ( 3, f ( 3) )


1 3 9
pertence a r , pelo que f ( 3) = −  3 − 3 = − − 3 = − .
2 2 2

10.1

Texas TI-Nspire CX II-T: Utilizando uma página «Listas e Folha de Cálculo», introduzimos os valores das
listas nas células e procede-se da seguinte forma: menu, 4 (Estatística), 1 (Cálculos estatísticos) e 3
(Regressão linear (mx+b)).

7
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Casio fx-CG50: Utilizando o menu «Estatística», introduzimos os valores nas células e procede-se da
seguinte forma: F2 (CALC), F3(REG), 1 (Cálculos estatísticos), F1(X) e F1 (ax+b).

Numworks: Utilizando o menu «Regressão», introduzimos os valores nas células e procede-se da


seguinte forma: Gráfico e Regressão (escolher modelo linear).

Logo, com os parâmetros arredondados às milésimas, a equação reduzida da reta de regressão linear é
y = 0,812 x + 2, 484 .

O coeficiente de correlação linear, arredondado às décimas, é r  0,9 , o que indica que a correlação
entre as duas variáveis é positiva forte.

10.2 O ponto de coordenadas ( x , y ) pertence à reta de regressão linear.

17,1 + 13 + 15,7 + 16,7 + 11 + 10,5 + 16,1


Tem-se que x = = 14,3 . Portanto, como ( x , y ) pertence à reta de
7
regressão linear, substituindo, vem y = 0,815 x + 2,455 = 0,815 14,3 + 2,455 = 14,1095 .
x =14,3

Sendo y 7 a média desse aluno, então:

17,5 + 14,1 + 14,2 + 15,2 + 12,3 + 9,8 + y7


y = 14,1095  = 14,1095  83,1 + y7 = 14,1095  7 
7

 y7 = 98,7665 − 83,1  y7  15,7

Nota: Se fosse pedida apenas uma estimativa, a média final desse aluno na disciplina de Física e Química
A, bastaria substituir na reta de regressão linear, x por 16,1 e y por y 7 , pelo que se obteria
y7 = 0,815  16,1 + 2, 455  15,6 .
FIM

8
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