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Lição Facil N 5 - 2trim2025 Conjugada - 250425 - 234545

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LIÇÃO CONJUGADA

Lição 5 26 de abril a 02 de maio


As nações – parte 2
Sábado à tarde Ano Bíblico: RPSP: GN 10
VERSO PARA MEMORIZAR: “Aquietem-se e saibam que Eu sou
Deus; sou exaltado entre as nações, sou exaltado na Terra” (Sl
46:10).
L E I T U R A S D A S E M A N A : Gn 2:9-17; Dn 2:31-35; Is 17:12, 13; Dn 7:1-3;
Rm 3:10-19; Ap 12:15, 16; 10:1-11

Ao longo dos séculos, alguns têm argumentado que Deus desejava a queda,
que era Sua intenção que os seres humanos experimentassem o pecado e a
morte, e assim O levassem, na Pessoa de Jesus, à cruz. De que outra forma Ele
poderia ter demonstrado de modo impactante Seu amor pela humanidade? A
ideia é que Deus precisava que a humanidade pecasse.

Essa ideia é uma sugestão horrível. Jamais foi intenção de Deus


que Satanás ou a humanidade pecassem. A rebelião foi uma tragédia de gran-
des consequências, e nossa alegria em Deus teria permanecido completa
se nossos primeiros pais não tivessem desobedecido.

Nesta semana, continuaremos examinando os problemas causados pela


queda da humanidade e o desejo de estabelecer um governo humano em oposi-
ção ao governo divino. Essas verdades são reveladas poderosamente no livro
de Daniel, que mostra que Deus estava certo quando advertiu Seu povo sobre o
que aconteceria quando se afastasse Dele e escolhesse reis terrenos. Foi isso
que os israelitas obtiveram: reis terrenos e pecadores dominando pecadores – o
que nunca é uma boa combinação.

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INÍCIO DO ESTUDO
PENSAMENTO CRISTÃO: “Na verdade, uma pessoa nunca se arrependeu do peca-
do se o seu coração ainda não se voltou contra todo pecado”. Thomas Brooks”.
MEDITAÇÃO
VERSO AUREO: SALMOS 46:10 = “Aquietai-vos, e sabei que eu sou Deus; serei
exaltado entre os gentios; serei exaltado sobre a terra.”.
INTRODUÇÃO: O QUE HÁ POR TRÁS DO PECADO
Quando lemos a história do pecado cometido por Adão e Eva, geralmente pensamos se
tudo aquilo não poderia ter sido evitado por Deus, que conhecia os fatos antecipada-
mente. Porém como já foi vastamente explorado, Deus criou os seres humanos como
os anjos, com poder de escolha, donos do livre-arbítrio e não poderia interferir nas
escolhas pessoais, senão a liberdade de escolha não teria sido dada por amor.
A questão é que alguns ao verem a situação a que o ser humano chegou, questionam
de forma absurda, se tudo isso não foi planejado por Deus, ou seja, Deus queria fazer
um experimento com o ser humano e o conduziu ao pecado, para depois conduzi-lo à
cruz para ser salvo e assim parecer bonzinho aos olhos do Universo.
Deus não se contradiz e sua aversão ao pecado é largamente mostrado no texto bíblico
e em suas declarações, principalmente porque o pecado trouxe como consequência a
morte, que levou Jesus a um sofrimento extremo ao assumir os pecados do mundo
todo. O plano da redenção mostrou que não houve intenção divina de que o homem
pecasse. Fosse isso verdade e Deus não teria vedado o acesso à arvore da vida, pois o
desfecho seria totalmente diferente do que está profetizado que será. Por isso admitir
que Deus produziu todo o ato do homem pecar é repulsivo, porque Ele sofreu com tudo
que aconteceu no Jardim do Éden e no Calvário.
Ilustração: Além da porta de Jerusalém no passado havia uma trilha, que levava a um
penhasco, cujas cavernas davam o horrível aspecto de uma caveira sorridente. Os
poetas o chamam Monte Calvário, mas presentemente não passa de uma colina, na
qual a imaginação facilmente descobre a configuração de uma cabeça humana. Na
primavera, aquele lugar sagrado se reveste de Papoulas vermelhas e Celidônias amare-
las que florescem abundantemente. As amendoeiras se cobrem de uma túnica alva de
flores. Há dois mil anos, talvez nesse mesmo lugar, ocorreu o acontecimento decisivo:
"Quando chegaram ao lugar chamado Caveira, ali o crucificaram" (Lc 23.33a).
E.G.White escreveu: “Deus sofreu com o sofrimento do Seu Filho. Anjos contemplam-
Lhe a agonia e no Céu fez-se completo silêncio. Pudessem os homens perceber o
espanto dos anjos celestes, ao contemplarem com mudo pesar o Pai sofrendo por Seu
amado Filho então compreenderiam melhor quão ofensivo é o pecado à vista de Deus.
Vida de Jesus - 105
A queda da humanidade causou muitos traumas em todas as áreas do planeta, princi-
palmente quando os seres humanos tentaram estabelecer governos humanos que se
colocavam em oposição ao governo divino. Deus avisou que quando o povo se afas-
tasse dEle, eles seriam dominados por outros seres humanos e perderiam sua liberda-
de. Eles a princípio não ligaram para essa advertência e viveram amargas experiências
com reis incrédulos que não tinham temor a Deus. Vejamos nesse estudo como as
profecias nos dão uma visão da solução divina para o problema do ser humano. Que
esse estudo nos ilumine a mente para servirmos mais a Deus. Faça um bom estudo!.
Pag.37– Estudo 5 - 2.trim.2025
Domingo, 27 de abril O primeiro mandamento
O Éden era uma sala de aula para nossos pais, um lugar em que a interação
com as criaturas ensinaria a eles e aos seus descendentes sobre Deus. “O santo
casal não eram apenas filhos sob o cuidado paternal de Deus, mas alunos rece-
bendo instrução do sábio Criador. [...] Os mistérios do universo visível, ‘mara-
vilhas Daquele que é perfeito em conhecimento’ (Jó 37:16), conferiam-lhes
uma fonte inesgotável de instrução e prazer” (Ellen G. White, Patriarcas e
Profetas [CPB, 2022], p. 26).
1. Leia Gênesis 2:9-17. Qual foi o primeiro mandamento (uma proibição) que Deus deu
à humanidade, e por que ele era tão importante?
Gen. 2:9-17 = 9 E o Senhor Deus fez brotar da terra toda a árvore agradável à vista, e
boa para comida; e a árvore da vida no meio do jardim, e a árvore do conhecimento do
bem e do mal. 10 E saía um rio do Éden para regar o jardim; e dali se dividia em quatro
braços. 11 O nome do primeiro é Pisom; este é o que rodeia toda a terra de Havilá,
onde há ouro. 13 O nome do segundo rio é Giom; este é o que rodeia a terra de Cuxe.
14 E o nome do terceiro rio é Tigre; este é o que vai para o lado oriental da Assíria; e o
quarto rio é o Eufrates. 15 E tomou o Senhor Deus o homem, e o pôs no jardim do
Éden para o lavrar e o guardar. 16 E ordenou o Senhor Deus dizendo: De toda a árvore
do jardim comerás livremente, 17 Mas da árvore do conhecimento do bem e do mal,
dela não comerás; porque no dia em que dela comeres, certamente morrerás.
Explicando= A primeira proibição foi a de não poder comer do fruto do conhecimento
do bem e do mal, porque Deus queria poupar seus filhos da morte e do sofrimento.
O primeiro uso do verbo hebraico tsavah (traduzido como “ordenar”)
ocorre em Gênesis 2:16 e 17, em que Deus deu aos seres humanos a ordem de
não comer da árvore do conhecimento do bem e do mal. Como algum conhe-
cimento pode ser proibido? Não é sempre benéfico experimentar mais e conhe-
cer mais? Segundo as Escrituras, a resposta é não. Deus tinha a intenção de
transmitir uma educação completa ao Seu povo, poupando-o do sofrimento
de longo prazo que algum conhecimento trouxesse, como o que aconteceria
depois, quando as pessoas escolhessem governar a si mesmas em vez de serem
governadas pelo próprio Senhor.
Milênios depois, quando Israel pediu um rei, o Senhor apresentou
as consequências dessa escolha (como vimos na semana passada). Ele também
informou que a decisão de se afastar de Seu governo direto duraria até o fim
dos tempos.
À medida que os reis se corrompiam, o povo da aliança se tornou tão mun-
dano que Ele lhes deu ainda mais do que desejavam: um governo humano.
É esclarecedor estudar o livro de Daniel tendo em mente esse pano de fundo:
percebemos que a marcha dos impérios não é apenas uma acusação contra as
“nações”, os gentios, mas também uma acusação contra as falhas de Israel, sua
recusa em seguir os mitswot (mandamentos) de Deus. Séculos de dominação,
em vez da liberdade dada no Éden, se tornariam uma nova sala de aula na qual
corações dispostos poderiam testemunhar o contraste impressionante entre os
reinos deste mundo e o reino de Deus.
Quais conhecimentos devem ser evitados? Foi sábia a proibição divina no Éden?
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O Jardim do Éden foi uma escola para Adão e Eva, os primeiros alunos de Deus. Deus
criou o Jardim do Éden como um lugar perfeito, onde Adão e Eva viveriam em harmo-
nia e paz. Deus instruiu Adão e Eva a cultivar e guardar o jardim. A natureza era o livro
didático e Deus era o instrutor. Adão e Eva aprenderam lições enquanto trabalhavam e
cuidavam do jardim. Deus criou animais para serem companheiros de Adão e criou Eva
como esposa dele. Deus sabia que Adão precisava da companhia e auxílio de um par.
Deus criou um espaço particular no Éden dentro dos limites do jardim.
E.G.White escreveu: “Adão e Eva adquiriam o saber mediante a comunhão direta com
Deus, e acerca dEle aprendiam por meio de Suas obras. Todas as coisas criadas, na
sua perfeição original eram uma expressão do pensamento de Deus. Para Adão e Eva a
natureza estava repleta de sabedoria divina”. Educação - 16

Pergunta 1– De acordo com o livro de Genesis qual foi a primeira proibição que Deus
colocou diante dos seres humanos e por que isso tinha tanta importância?
Gen. 2:9-17 = 9 E o Senhor Deus fez brotar da terra toda a árvore agradável à vista, e
boa para comida; e a árvore da vida no meio do jardim, e a árvore do conhecimento do
bem e do mal. 10 E saía um rio do Éden para regar o jardim; e dali se dividia em quatro
braços. 11 O nome do primeiro é Pisom; este é o que rodeia toda a terra de Havilá,
onde há ouro. 13 O nome do segundo rio é Giom; este é o que rodeia a terra de Cuxe.
14 E o nome do terceiro rio é Tigre; este é o que vai para o lado oriental da Assíria; e o
quarto rio é o Eufrates. 15 E tomou o Senhor Deus o homem, e o pôs no jardim do
Éden para o lavrar e o guardar. 16 E ordenou o Senhor Deus dizendo: De toda a árvore
do jardim comerás livremente, 17 Mas da árvore do conhecimento do bem e do mal,
dela não comerás; porque no dia em que dela comeres, certamente morrerás.
Explicando= A primeira proibição foi a de não poder comer do fruto do conhecimento
do bem e do mal, porque Deus queria poupar seus filhos da morte e do sofrimento.
Comentário: À primeira vista nos parece uma proibição excessiva privar alguém do
conhecimento, já que crescemos intelectualmente com o conhecimento. Porém obter o
conhecimento do bem e do mal, implicava em transgredir uma ordem, um mandamento
e por isso se tornava um problema para Adão e Eva. Se Deus proibiu é porque não
faria bem a eles. Essa situação de Adão e Eva serviria para educar o povo de Deus na
terra de Canaã, que de repente olharam para uma árvore imaginária do conhecimento
do bem e do mal e quiseram provar do seu fruto, apesar da proibição divina. Eles que-
ria provar como seria ter um rei como as outra nações tinham e quando provaram
dessa fruta que parecia ser doce, morreram espiritualmente, caindo na idolatria dos
seus reis e desagradando a Deus, sendo expulsos de sua terra natal, para fora, sendo
levados como escravos para sofrer humilhação e vergonha.
Ilustração: Felipe Henry, teólogo inglês do século XVII, disse certa vez: "Nascemos de
costas para Deus e para o céu, e de frente para o pecado, até que venha a graça e nos
converta, fazendo-nos dar meia-volta". Isto descreve bem o pecador e a experiência
pela qual ele tem de passar se quiser ser salvo. "Se não vos converterdes... de modo
algum entrareis no reino dos céus", disse Jesus para seus discípulos. Há outra tradu-
ção que diz: "Se não vos volverdes". A conversão é de fato uma meia-volta, isto é,
passar a marchar em sentido contrário ao anterior. Pediu-se a uma jovenzinha que
descrevesse sua conversão. "Antes de me converter", disse ela, "eu era uma pecadora
que corria atrás do pecado. Agora sou uma pecadora que corre do pecado. Ela deu
meia volta e passou a caminhar em direção oposta à anterior.
Deus gostaria que seu povo se convertesse e fosse um exemplo para outras nações. O
profeta Daniel mostrou que as nações da profecia, iriam de mal a pior e o povo de Deus
deveria ser o parâmetro para a mudança dessas nações conduzindo-as para Deus. A
história seria uma escola para mostrar que a independência humana só trouxe prejuízo.

Pag.38– Estudo 5 - 2.trim.2025


Segunda-feira, 28 de abril Daniel 2
Durante o cativeiro babilônico, por meio de Daniel, Deus apresentou algu-
mas das descrições mais convincentes do relacionamento entre Seu povo e os
reinos do mundo. Seu povo não era mais autônomo; eles agora estavam co-
lhendo as consequências de suas escolhas (e, quem sabe, aprendendo com
elas).
2. Daniel 2:31-35 apresenta uma visão panorâmica da história do mundo até o fim.
Que verdades aprendemos com essa profecia extraordinária?
Dan. 2: 31-35 = 31 Tu, ó rei, estavas vendo, e eis aqui uma grande estátua; esta está-
tua, que era imensa, cujo esplendor era excelente, e estava em pé diante de ti; e a sua
aparência era terrível. 32 A cabeça daquela estátua era de ouro fino; o seu peito e os
seus braços de prata; o seu ventre e as suas coxas de cobre; 33 As pernas de ferro; os
seus pés em parte de ferro e em parte de barro. 34 Estavas vendo isto, quando uma
pedra foi cortada, sem auxílio de mão, a qual feriu a estátua nos pés de ferro e de bar-
ro, e os esmiuçou. 35 Então foi juntamente esmiuçado o ferro, o barro, o bronze, a
prata e o ouro, os quais se fizeram como pragana das eiras do estio, e o vento os le-
vou, e não se achou lugar algum para eles; mas a pedra, que feriu a estátua, se tornou
grande monte, e encheu toda a terra.
Explicando= A visão da estátua é uma profecia que revela o domínio humano no mun-
do e que as pessoas não estão melhorando, mas piorando e o reino de Deus é a única
saída, a única esperança para a humanidade.
No fim do século 19, muitas pessoas estavam exalando uma nova confiança no
progresso humano. A Exposição de Paris (1900), por exemplo, foi uma notável
demonstração de otimismo sobre o futuro. Acreditava-se que, com todos os avan-
ços tecnológicos e científicos, muitos dos piores problemas da humanidade chega-
riam ao fim! Quando a humanidade entrou no século 20, entre muitos pensadores
havia o grande otimismo de que os ideais do Iluminismo, como o poder da razão e
a capacidade humana de se aperfeiçoar continuamente, inaugurariam uma nova era.
No entanto, a Primeira Guerra Mundial (1914-1918) destruiu esses sonhos e, no
fim do século 20, mais de 200 milhões de pessoas haviam morrido em guerras.
Avançamos em tecnologia, mas não no sentido moral. Martin Luther King Jr. dis-
se: “Temos mísseis teleguiados, mas pessoas desnorteadas”. Isso é assustador.
Muitos estudiosos das profecias observam que os metais de Daniel 2 vão do
mais valioso para o menos valioso: ouro, prata, bronze, ferro e, por último, parte de
ferro e parte de barro.
Charles Darwin, Karl Marx e outros pensadores do século 19 tentaram nos
convencer de que a humanidade está de alguma forma progredindo – evoluindo em
termos biológicos e sociais. Ainda que a existência humana tenha melhorado em
alguns aspectos, quando tentamos vislumbrar o futuro do mundo, observando como
ele é governado, é muito difícil ter uma visão otimista, de paz, segurança e prospe-
ridade.
Leia Mateus 24:6, 7. Apesar dessas advertências de Jesus, como podemos ser confortados por saber
que Ele já nos falou sobre esses sinais?
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ESST
TUUD
DOO DDE
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RAA ––2288--0044--22002255
AAGGRRA
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OFFE
ECCIIA
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AN NIIEELL 22
O livro de Daniel tem algumas das mais lindas histórias da Bíblia. Essa obra está cheia
de libertações miraculosas e de visões fantásticas. Daniel, o protagonista do livro, está
no exílio e fala da perseguição do povo de Deus em uma terra estrangeira e o fim dos
tempos. Estes não são temas estranhos nas páginas da Bíblia. No início do livro no
capítulo 2, o profeta sintetiza a história do mundo no governo das nações e mostra a
presença divina comandando todas as coisas, concluindo a interpretação da visão da
estátua com a vitória do reino de Deus, e do seu povo, diante das nações que aparen-
temente são fortes e perseguem o povo de Deus.
E.G.White escreveu: “Lede a história de Daniel. O Senhor queria que Seu povo alcan-
çasse o mais alto degrau da escada, de modo que pudesse glorificá-Lo pela posse da
habilidade que Ele estava disposto a conceder”. Medicina e Salvação - 200

Pergunta 2– O que aprendemos da visão panorâmica da história do mundo através da


visão do rei sobre uma estátua e por que essas verdades são tão importantes?
Dan. 2: 31-35 = 31 Tu, ó rei, estavas vendo, e eis aqui uma grande estátua; esta está-
tua, que era imensa, cujo esplendor era excelente, e estava em pé diante de ti; e a sua
aparência era terrível. 32 A cabeça daquela estátua era de ouro fino; o seu peito e os
seus braços de prata; o seu ventre e as suas coxas de cobre; 33 As pernas de ferro; os
seus pés em parte de ferro e em parte de barro. 34 Estavas vendo isto, quando uma
pedra foi cortada, sem auxílio de mão, a qual feriu a estátua nos pés de ferro e de bar-
ro, e os esmiuçou. 35 Então foi juntamente esmiuçado o ferro, o barro, o bronze, a
prata e o ouro, os quais se fizeram como pragana das eiras do estio, e o vento os le-
vou, e não se achou lugar algum para eles; mas a pedra, que feriu a estátua, se tornou
grande monte, e encheu toda a terra.
Explicando= A visão da estátua é uma profecia que revela o domínio humano no mun-
do e que as pessoas não estão melhorando, mas piorando e o reino de Deus é a única
saída, a única esperança para a humanidade.
Comentário: O ser humano avançou em tecnologia, mas regrediu em tratar os seme-
lhantes, regrediu no sentido moral e se depravou no sentido social. No início do século
20, muitos pensadores imaginavam que a cultura, o conhecimento tornaria as pessoas
melhores, mas a quantidade de pessoas mortas na primeira e segunda guerra mundial
mostrou que estamos atrasados em termos de humanismo. Nas duas guerras, morre-
ram 200 milhões de pessoas. Por isso o líder negro Martin Luther King Jr. Disse: “Hoje
temos mísseis teleguiados que vão direto ao alvo, mas temos mais pessoas desnorte-
adas e governantes que não sabem onde estão indo”.
Quando o profeta Daniel falou da estátua que era feita de Ouro, Prata, Bronze, Ferro e
barro, mostrou que os valores estavam diminuindo ao longo do tempo e que no final a
humanidade estaria tão depreciada moralmente que só a intervenção divina daria jeito
na situação humana. Tudo que viria como poder humano iria desaparecer.
Ilustração: Há muitos séculos atrás, o Egito era o berço das artes e a mãe da cultura.
Levantou-se as suas pirâmides, como monumentos do seu poder e tirania. Edificou
suas fortalezas e prisões, mas nada pode fazer para elevar a sua vida moral e salvar o
povo da decadência. O Egito foi derrotado por um poder ainda mais forte. Tinham
menosprezado o Deus das nações e sua derrota não demorou. A seguir, destacou-se a
Grécia com uma cultura tal que todos reverenciavam. Os seus escultores e filósofos
eram homens de mérito. Mas não conseguiram evitar a decadência e a Grécia caiu
mesmo tendo templos suntuosos, que hoje são ruínas. Não adoravam o Deus verdadei-
ro, e os seus falsos ídolos não pode ajudá-los. Ressurge, então, Roma com pé de ferro,
esmagando as nações. Fez muita coisa com suas conquistas, beneficiando-se a si
mesma e não era necessário ser profeta para predizer o trágico fim de uma nação em
tais condições. O profeta Daniel mostrou que só o Reino de Deus ficará para sempre!

Pag.39– Estudo 5 - 2.trim.2025


Terça-feira, 29 de abril Daniel 7
O sonho de Daniel 2 foi apresentado inicialmente ao rei babilônico. A visão
de Daniel 7, por outro lado, foi dada a um profeta hebreu, um membro do povo
da aliança.
Daniel viu essencialmente a mesma coisa que Nabucodonosor, mas de uma
perspectiva diferente. Em vez de uma estátua, ele contemplou nações surgindo
do mar, com o vento agitando a água. Essas nações estavam em conflitos cons-
tantes, causando mudanças perpétuas no poder. A Bíblia usa a ilustração de
inundações e ondas para descrever o tumulto entre as nações (Sl 65:5-8; Is
17:12, 13; Jr 46:7, 8).
Em contraste, a terra prometida, pelo menos durante algum tempo, foi
uma espécie de ilha de paz e segurança em meio a um mar de reinos. Era uma
nação sagrada firmada na base do governo de Deus, em oposição às nações
rebeldes.
3. Leia Daniel 7:1-3. Essa cena contém bastante movimento e mostra bestas que subi-
am do mar. Que lições tiramos dessas imagens?
Dan. 7:1-3 = 1 No primeiro ano de Belsazar, rei de Babilônia, teve Daniel um sonho e
visões da sua cabeça quando estava na sua cama; escreveu logo o sonho, e relatou a
suma das coisas. 2 Falou Daniel, e disse: Eu estava olhando na minha visão da noite, e
eis que os quatro ventos do céu agitavam o mar grande. 3 E quatro animais grandes,
diferentes uns dos outros, subiam do mar.
Explicando= Aprendemos aqui que os governos humanos só crescem quando usam
violência e dominam outros seres humanos. As pessoas querem ser independentes de
Deus e quando fazem isso, o resultado é de tragédia e resultados desastrosos.
Daniel observou os ventos agitando o mar, quando de repente os ani-
mais começaram a subir para a terra – ao seu território! Os problemas dos
gentios se tornaram problemas de seu povo. Israel escolheu viver como genti-
os, então agora viveria com os gentios – sob o poder deles. Começando com a
dominação babilônica, o povo da aliança nunca mais desfrutou autonomia
completa ou duradoura.
Essa perda de autonomia durará até o fim, quando Cristo for restaurado ao
Seu lugar como Rei. Na época do NT, o povo de Deus continuou a sofrer sob o
Império Romano e, depois, sob as perseguições do chifre pequeno, o sucessor
de Roma pagã.
Embora algumas nações tenham sido melhores do que outras, e al-
guns períodos tenham sido mais pacíficos do que outros, a maior parte da his-
tória tem sido uma tragédia após outra, um opressor depois do outro. E tu-
do isso sob o domínio de governantes que afirmam ter as melhores intenções
para seu povo. Isso contrasta com o governo que Deus desejava, se a nação ao
menos o tivesse escolhido.
Como Romanos 3:10-19 ajuda a explicar o mundo? Como especialmente o versículo 19 mostra por
que precisamos desesperadamente do evangelho em nossa vida?
E
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EIIR
RAA ––2299--0044--22002255
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SÃÃO
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AN NIIEELL 77
Deus em sua onisciência mostrou o destino do mundo na escalada das nações, pri-
meiramente através de um sonho a um rei pagão, como era Nabucodonosor, mas sem
a interpretação divina, o sonho não teria nenhum sentido profético. O profeta Daniel
teve o mesmo sonho com a devida explicação do simbolismo de cada parte da estátua
vista no sonho do rei. Tempos depois Deus mostrou essa escalada de nações para o
profeta Daniel sob um novo ângulo e novo simbolismo. Ele não viu uma estátua, mas
viu nações que subiam do mar na forma de animais. De forma mais específica, o profe-
ta Daniel, em sonho, viu que quatro ventos (guerras – conforme Jeremias 51:1-5) agita-
vam o grande mar (povos) e quatro animais (reinos) diferentes uns dos outros subiram
deste mar. Essa visão também demonstrava o poder divino e controlar os eventos.
E.G.White escreveu: “Daniel, em sonho, viu que quatro ventos (guerras – Jeremias
51:1-5) agitavam o grande mar (povos) e quatro animais (reinos) diferentes uns dos
outros subiram deste mar”. Gde Conflito - 329

Pergunta 3– Diante da visão do profeta Daniel vendo quatro animais que subiam do
mar em agitação, o que podemos aprender com essa visão?
Dan. 7:1-3 = 1 No primeiro ano de Belsazar, rei de Babilônia, teve Daniel um sonho e
visões da sua cabeça quando estava na sua cama; escreveu logo o sonho, e relatou a
suma das coisas. 2 Falou Daniel, e disse: Eu estava olhando na minha visão da noite, e
eis que os quatro ventos do céu agitavam o mar grande. 3 E quatro animais grandes,
diferentes uns dos outros, subiam do mar.
Explicando= Aprendemos aqui que os governos humanos só crescem quando usam
violência e dominam outros seres humanos. As pessoas querem ser independentes de
Deus e quando fazem isso, o resultado é de tragédia e resultados desastrosos.
Comentário: Na visão do profeta Daniel, os ventos que agitavam o mar simbolizavam
guerras no meio das nações e o aparecimento dos animais vindo para a terra, simboli-
zavam as nações vindo cada qual para o seu território.
No meio dessa agitação e domínio das nações, o povo de Israel procurava sua identi-
dade porque eles estavam cativos em Babilônia, porque se esqueceram de Deus a
guiar-lhes os passos. Depois de Babilônia, o povo de Israel viveu pressionado sob o
domínio romano, quando Cristo nasceu. Depois que Jesus subiu ao céu e deixou sua
igreja implantada, ela sofreu perseguição no início do ministério e depois foi persegui-
da pelo poder da ponta pequena, chamada de Roma Papal e profetizado por Daniel.
Ilustração: Muita gente já visitou o Memorial Lincoln nos Estados Unidos. Milhões de
pessoas já estiveram diante daquela estrutura de mármore branco, admirando a irresis-
tível estátua do presidente Abraham Lincoln. Quando a estátua foi mostrada pela pri-
meira vez, em 1922, verificou-se que o rosto de Lincoln estava grosseiramente distor-
cido por uma iluminação defeituosa. Mais tarde as correções foram feitas, e os visitan-
tes puderam contemplar aquele rosto como ele verdadeiramente é. A iluminação tem
grande importância quando se deseja ver as coisas com clareza. Muitas vezes encara-
mos as profecias sob uma luz de medo e conflito e isso pode distorcer a mensagem
que Deus quer nos passar através das profecias. A leitura cuidadosa das profecias
dirigida pelo Espírito Santo irá nos mostrar a vontade divina para os dias que estamos
vivendo e assim além de nos prepararmos, teremos a preocupação de ajudarmos ou-
tros a também ter a mesma visão espiritual que agrada a Deus.
O profeta Daniel mostrou tanto no capítulo 2 como no capítulo 7 que as nações sempre
tentaram fazer uma governança na base do domínio das pessoas. Algumas nações
foram mais bondosas ou pacíficas do que outras, mas na maioria dos casos, o egoís-
mo e o desejo de dominar tomou conta dos governantes. Isso mostra que o mundo
necessita da direção divina, pois a diferença de tratamento seria visível, e isso ficou
evidente nessas palavras: “Feliz a nação, cujo Deus é o Senhor!”. (Salmo 33:12).

Pag.40– Estudo 5 - 2.trim.2025


Quarta-feira, 30 de abril Entre a terra e o mar
As imagens de terra e mar na Bíblia, especialmente nas profecias, são mui-
to instrutivas. Pense nos símbolos de terra e mar contrastados nas profecias
bíblicas. “Simbolicamente, quando a terra e o mar estão justapostos, ‘terra’
frequentemente representa o mundo ordenado, ou mesmo a terra de Israel,
ao passo que ‘mar’ se refere às nações gentílicas que a ameaçam, como o
mar ameaça a terra” (Beatrice S. Neall, “Os santos selados e a grande tribula-
ção”, em Estudos Sobre Apocalipse: Temas Introdutórios, ed. Frank B. Hol-
brook [Unaspress, 2021], p. 306).
Nesse contexto, a terra é um lugar de estabilidade, com base no governo de
Deus; já o mar representa a turbulência das nações com base no orgulho huma-
no.
4. Tendo em mente a ideia apresentada acima, leia Apocalipse 12:15, 16; 13:1, 11.
Observe a justaposição entre água e terra. Como esses símbolos são usados e como nos
ajudam a compreender a profecia?
Apoc. 12:15,16 = 15 E a serpente lançou da sua boca, atrás da mulher, água como um
rio, para que pela corrente a fizesse arrebatar. 16 E a terra ajudou a mulher; e a terra
abriu a sua boca, e tragou o rio que o dragão lançara da sua boca.
Apoc. 13:1,11 = 1 E eu pus-me sobre a areia do mar, e vi subir do mar uma besta que
tinha sete cabeças e dez chifres, e sobre os seus chifres dez diademas, e sobre as suas
cabeças um nome de blasfêmia. 11 E vi subir da terra outra besta, e tinha dois chifres
semelhantes aos de um cordeiro; e falava como o dragão.
Explicando= O dragão usaria a água (povos, governos, turbulência) para atacar o
povo de Deus. A terra representa estabilidade, proteção e a igreja, o povo de Deus será
protegido em um lugar estabilizado que também no futuro será o palco da perseguição.
O dragão usa água para perseguir a mulher (a igreja). Nas profecias, a água
frequentemente simboliza governos terrestres, bem como a turbulência e o caos
que os acompanham. Portanto, vemos que Satanás foi capaz de usar os povos,
instigados por seus líderes, para perseguir o povo de Deus durante grande parte
da história da igreja.
Os adventistas entendem que Apocalipse 12:16 se refere à migração de
crentes perseguidos em direção ao “Novo Mundo”, a América. Com base
no que vimos sobre o simbolismo de terra e mar, o que isso diz sobre a funda-
ção dos Estados Unidos?
Poderíamos considerar essa “terra”, para onde o povo de Deus fugiu, co-
mo uma espécie de “terra prometida”? Seria por isso que a besta que subiu da
terra inicialmente se parece com um cordeiro? Embora os Estados Unidos nun-
ca tenham sido o “Novo Israel” que seus fundadores gostariam que fosse, por
muito tempo essa nação tem sido uma terra de liberdade religiosa para pessoas
oprimidas por suas crenças.
No futuro, a besta semelhante a um cordeiro falará “como dragão” (Ap
13:11). Os Estados Unidos, que têm sido um farol de liberdade, se tornarão o
perseguidor! Isso ocorre quando nações governam a si mesmas, em vez de
serem governadas por Deus.
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Quando estudamos as profecias e vemos registradas as expressões “terra” e “mar”
precisamos da definição desses termos para que a leitura das profecias tenham senti-
do e propósito. A expressão “terra” geralmente é utilizada para indicar um lugar orde-
nado, organizado, pacífico, enquanto a expressão “mar” representa em geral, tumulto,
ameaça e interferência. Alguns estudiosos usam o termo “terra” para indicar a terra de
Israel como um lugar dirigido, estabilizado e organizado por Deus e o termo “mar” para
indicar o domínio das nações gentílicas que não colocam Deus como atuante em sua
governança e por isso passam por turbulências por causa do orgulho humano.
Ilustração: Quando os primeiros missionários iniciaram suas obras na Ilha Fiji, encon-
traram duas tribos inimigas, os Tutsis e os Bantus que viviam em constantes guerras.
Um dia os missionários iniciaram a pregação do evangelho na tribo dos Bantus e eles
se converteram, tornando-se uma tribo pacífica. Logo as pessoas dessa tribo, trocaram
suas armas, por instrumentos de trabalho na terra e a tribo prosperou muito. À noite
faziam fogueiras e cantavam hinos a Jesus. O rei dos Tutsis não quis aceitar a presen-
ça dos missionários e continuaram em sua escalada de violência com outras tribos.
Logo as doenças vieram à tribo, e ela começou a ser dizimada, começaram a passar
fome, e apesar da oferta dos missionários, o rei não permitia a entrada deles na tribo.
Muitos morreram de uma epidemia e mesmo assim o rei não quis a presença do ho-
mem branco em sua região. A tribo dos Tutsis foi se acabando até extinguir-se por
completo no meio das turbulências, um retrato fatídico do orgulho humano.
Pergunta 4– Como o Apocalipse nos mostra o conceito de mar e terra e como esses
símbolos são usados e como nos ajudará a entendermos a profecia?
Apoc. 12:15,16 = 15 E a serpente lançou da sua boca, atrás da mulher, água como um
rio, para que pela corrente a fizesse arrebatar. 16 E a terra ajudou a mulher; e a terra
abriu a sua boca, e tragou o rio que o dragão lançara da sua boca.
Apoc. 13:1,11 = 1 E eu pus-me sobre a areia do mar, e vi subir do mar uma besta que
tinha sete cabeças e dez chifres, e sobre os seus chifres dez diademas, e sobre as suas
cabeças um nome de blasfêmia. 11 E vi subir da terra outra besta, e tinha dois chifres
semelhantes aos de um cordeiro; e falava como o dragão.
Explicando= O dragão usaria a água (povos, governos, turbulência) para atacar o
povo de Deus. A terra representa estabilidade, proteção e a igreja, o povo de Deus será
protegido em um lugar estabilizado que também no futuro será o palco da perseguição.
Comentário: A profecia mostra a terra como lugar de estabilidade até um certo tempo
e isso se cumpriu quando a igreja foi perseguida por 1260 anos e os perseguidos cru-
zaram o mar e foram para a América, um lugar deserto, criando uma nova nação (Esta-
dos Unidos) com liberdade de consciência e liberdade religiosa. Na profecia a terra que
protegeu a mulher é vista depois como lugar de perseguição por causa da Besta (poder
político dos Estados Unidos) que emergirá da terra e mesmo tendo uma aparência de
cordeiro, falará como um dragão e dará força à Besta que surgiu do mar (poder papal).
Tudo isso acontecerá porque as nações não são nem dirigidas e nem governadas por
Deus. Por isso o povo de Deus precisa estar debaixo da proteção do Senhor.
E.G.White escreveu: “O mesmo espírito que nos séculos passados levou os homens a
perseguirem a verdadeira igreja, levará no futuro à adoção de uma conduta similar para
com os que mantêm sua lealdade a Deus. Mesmo agora estão sendo feitos preparati-
vos para este último grande conflito”. Gde Conflito - 330
Ilustração: Um vagalume notou que estava sendo perseguido por uma cobra, que que-
ria devorá-lo. A perseguição continuou. O bichinho voador, que emite luz intermitente
passou a ter muito cuidado. Cansado de tanto fugir, o vagalume enfrentou a cobra e
perguntou: — Por que você quer me devorar? Não lhe fiz nada e além disso não faço
parte de sua cadeia alimentar?! Mas a cobra, de imediato, retrucou: — Realmente você
não faz o meu gosto alimentar, mas eu não suporto ver a sua luz brilhar. A perseguição
dos filhos de Deus será por causa da luz que eles emitem e o diabo não suporta a luz.
Pag.41– Estudo 5 - 2.trim.2025
Quinta-feira, 01 de maio Profetize de novo
A igreja remanescente nasceu no “Novo Mundo”, para onde fugiram nos sécu-
los 17 e 18 os que buscavam liberdade religiosa. Por causa dos obstácu-
los religiosos e políticos que existiam em outros lugares, dificilmente o início desse
movimento teria sido veloz e poderoso em outro lugar como foi no território que se
tornou os Estados Unidos.
5. Leia Apocalipse 10:1-11, que descreve o nascimento do movimento remanescen-
te. Procure os elementos que estudamos, como nações, terra e mar. Quais são as prin-
cipais ideias apresentadas nesse texto?
Apoc. 10:1-11 = 1 E vi outro anjo forte, que descia do céu, vestido de uma nuvem; e
por cima da sua cabeça estava o arco celeste, e o seu rosto era como o sol, e os seus
pés como colunas de fogo; 2 E tinha na sua mão um livrinho aberto. E pôs o seu pé
direito sobre o mar, e o esquerdo sobre a terra; 3 E clamou com grande voz, e, haven-
do clamado, os sete trovões emitiram as suas vozes. 4 E eu ia escrever; mas ouvi uma
voz do céu, que me dizia: Sela o que os sete trovões emitiram, e não o escrevas. 5 E o
anjo que vi estar sobre o mar e sobre a terra levantou a sua mão ao céu, 6 E jurou por
aquele que vive para todo o sempre, que não haveria mais demora; 7 Mas nos dias da
voz do sétimo anjo, quando tocar a sua trombeta, se cumprirá o segredo de Deus,
como anunciou aos profetas, seus servos. 8 E a voz que eu do céu tinha ouvido tornou
a falar comigo, e disse: Vai, e toma o livrinho aberto da mão do anjo que está em pé
sobre o mar e sobre a terra. 9 E fui ao anjo, dizendo-lhe: Dá-me o livrinho. E ele disse-
me: Toma-o, e come-o, e ele fará amargo o teu ventre, mas na tua boca será doce como
mel. 10 E tomei o livrinho da mão do anjo, e comi-o; e na minha boca era doce como
mel; e, havendo-o comido, o meu ventre ficou amargo. 11 E ele disse-me: Importa que
profetizes outra vez a muitos povos, e nações, e línguas e reis.
Explicando= João viu um anjo com um pé sobre o mar e outro pé sobre a terra indi-
cando que a mensagem que ele tinha deveria ser pregada ao mundo todo. A mensagem
estava em um livrinho que João comeu e foi doce na boca e amargo no estômago
indicando a doçura da mensagem da volta de Jesus e o amargo do desapontamento.
O anjo grita “com voz forte”, assim como os três anjos (Ap 14:7) e o outro anjo
(Ap 18:2). Esse é um momento urgente na história, quando é estabelecida a obra da
igreja remanescente, que diz respeito a “povos, nações, línguas e reis” (Ap 10:11).
O anjo tinha na mão um “livrinho”, representando o livro de Daniel (Dn 12:4),
que estava aberto pela primeira vez depois de muitas gerações. Ele tinha um pé
sobre o mar e outro sobre a terra. Isso pode indicar que a mensagem alcançaria o
mundo inteiro, tanto o Velho Mundo quanto o Novo Mundo. Também pode se
referir ao fato de que essa mensagem se destina a todas as nações: os que vivem na
terra (o povo de Deus) e os que vivem no mar (os “gentios”).
No fim da história, o mundo será iluminado com a glória de Deus, e as mensa-
gens de Apocalipse 14 serão levadas a todas as pessoas. Assim como a missão de
Israel, nossa tarefa como igreja é pregar o evangelho ao mundo (Mt 24:14).
Deus está conduzindo a história humana à sua grande conclusão: o fim dos
impérios humanos e a entronização eterna de Cristo (Dn 2:34, 35, 44, 45). A Bíblia
deixa claro que todos os reinos deste mundo serão destruídos, e não restarão vestí-
gios deles e de seus legados horríveis, e serão substituídos pelo reino eterno de
Deus, onde pecado, sofrimento, doença, mal e morte nunca mais entrarão.
Observe a exatidão com que as profecias de Daniel 2 e 7 previram o surgimento e a queda de grandes
impérios. Por que essa precisão, com séculos de antecedência, nos ajuda a confiar no que elas pro-
metem a respeito do reino final e eterno?
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Depois que o povo de Deus foi perseguido na Europa, eles fugiram para um lugar cha-
mado “Nova América” como pioneiros de uma nova nação chamada depois de Estados
Unidos, cujo lema era liberdade de consciência e liberdade religiosa. Assim nessa terra
prometida a igreja remanescente nasceu de um desapontamento sobre a segunda
vinda de Cristo estipulada por Guilherme Miller. Deus dirigiu os seus filhos fiéis para
que não desanimassem e deu-lhes novas visões para o entendimento das profecias e
assim o movimento adventista do Sétimo dia, nasceu como a igreja remanescente.
Pergunta 5– De acordo com Apoc. 10 como foi o nascimento do remanescente e como
o mar e a terra aparecem nessa história?
Apoc. 10:1-11 = 1 E vi outro anjo forte, que descia do céu, vestido de uma nuvem; e
por cima da sua cabeça estava o arco celeste, e o seu rosto era como o sol, e os seus
pés como colunas de fogo; 2 E tinha na sua mão um livrinho aberto. E pôs o seu pé
direito sobre o mar, e o esquerdo sobre a terra; 3 E clamou com grande voz, e, haven-
do clamado, os sete trovões emitiram as suas vozes. 4 E eu ia escrever; mas ouvi uma
voz do céu, que me dizia: Sela o que os sete trovões emitiram, e não o escrevas. 5 E o
anjo que vi estar sobre o mar e sobre a terra levantou a sua mão ao céu, 6 E jurou por
aquele que vive para todo o sempre, que não haveria mais demora; 7 Mas nos dias da
voz do sétimo anjo, quando tocar a sua trombeta, se cumprirá o segredo de Deus,
como anunciou aos profetas, seus servos. 8 E a voz que eu do céu tinha ouvido tornou
a falar comigo, e disse: Vai, e toma o livrinho aberto da mão do anjo que está em pé
sobre o mar e sobre a terra. 9 E fui ao anjo, dizendo-lhe: Dá-me o livrinho. E ele disse-
me: Toma-o, e come-o, e ele fará amargo o teu ventre, mas na tua boca será doce como
mel. 10 E tomei o livrinho da mão do anjo, e comi-o; e na minha boca era doce como
mel; e, havendo-o comido, o meu ventre ficou amargo. 11 E ele disse-me: Importa que
profetizes outra vez a muitos povos, e nações, e línguas e reis.
Explicando= João viu um anjo com um pé sobre o mar e outro pé sobre a terra indi-
cando que a mensagem que ele tinha deveria ser pregada ao mundo todo. A mensagem
estava em um livrinho que João comeu e foi doce na boca e amargo no estômago
indicando a doçura da mensagem da volta de Jesus e o amargo do desapontamento.
Comentário: Um anjo voando significa um mensageiro com uma mensagem urgente.
Uma voz forte, significa que a mensagem é para ser ouvida por todos, tanto o povo de
Deus, quanto os gentios, como candidatos à salvação em Cristo Jesus.
João viu um anjo forte com um livrinho na mão, representando o livro do profeta Daniel
que deveria ser aberto para que suas profecias se tornassem conhecidas. Foi isso que
aconteceu quando Guilherme Miller e outros começaram a estudar em detalhes as 2300
tardes e manhãs para chegar à feliz conclusão da segunda vinda de Cristo. O anjo
disse a João, coma o livro e ele será doce na sua boca e amargo no seu ventre. Indi-
cando um momento de grande alegria pela descoberta profética e o amargor do desa-
pontamento. Em tudo isso, Deus amparou seus filhos e desse momento amargo, o
remanescente apareceu para dar as últimas mensagens ao mundo, as 3 mensagens
angélicas de Apocalipse 14. Depois disso a sequência de acontecimentos trará Jesus
ao mundo e os reinos deste mundo darão lugar ao reino de Deus, onde o pecado e o
sofrimento, doença e morte nunca mais existirão. Amém!
Ilustração: Com 2900 metros de altura, na ilha de Java, na Indonésia, o Monte Merapi é
um dos vulcões mais perigosos do mundo. Quando a montanha de fogo mostrou sinais
de uma nova erupção, as autoridades tentaram evacuar os moradores da ilha. Então,
no dia 13 de maio de 2006, o Monte Merapi expeliu uma nuvem cinzenta de fumaça
sulfúrica, que parecia um rebanho de ovelhas saindo da cratera. Surpreendentemente,
os habitantes do vilarejo ignoraram os sinais e voltaram a cuidar do seu gado, e 300
pessoas morreram por pura negligência ao aviso dado. A nossa tendência humana é de
ignorar os sinais, mas no caso das profecias não podemos vacilar porque nossa vida
eterna estará em jogo. Precisamos ficar alertas e alertar as pessoas sobre as profecias.

Pag.42– Estudo 5 - 2.trim.2025


Sexta-feira, 02 de maio Estudo adicional
Leia, de Ellen G. White, Patriarcas e Profetas, p. 89-94 (“A Torre de Babel”).
“O fogo que consome os ímpios purifica a Terra. Todo vestígio de maldição é
removido. Não existirá nenhum inferno ardendo eternamente para fazer os resgata-
dos se lembrarem das terríveis consequências do pecado.
“Apenas uma lembrança permanece: nosso Redentor conservará para sempre as
marcas de Sua crucifixão. Em Sua fronte ferida, em Seu lado e em Suas mãos e pés
estarão os únicos vestígios da obra cruel realizada pelo pecado. Ao contemplar
Cristo em Sua glória, o profeta declarou: ‘Raios brilhantes saíam da Sua mão, e ali
estava o esconderijo da Sua força’ (Hc 3:4, ARC). Suas mãos e Seu lado ferido de
onde fluiu a corrente carmesim que reconciliou o ser humano com Deus – ali está a
glória do Salvador, ali está ‘o esconderijo da Sua força’. Sendo ‘poderoso para
salvar’ (Is 63:1), mediante o sacrifício da redenção, Ele foi forte para executar
justiça sobre aqueles que desprezaram a misericórdia de Deus. E os sinais de Sua
humilhação são Sua mais elevada honra. [...] Os ferimentos do Calvário proclama-
rão o louvor e declararão o poder de Cristo” (Ellen G. White, O Grande Confli-
to [CPB, 2021], p. 557).
Perguntas para consideração
1. No fim, as realizações e glórias terrenas serão transformadas em pó e cinzas
e, por último, desaparecerão. Isso inclui as coisas que você realizou ou esteja
realizando. É importante ter essa perspectiva em mente? Isso nos ajuda a esta-
belecer prioridades?
2. Estude as características da besta que sobe do mar (Ap 13:1-10). Em que
aspectos ela é a consequência natural da mentalidade de Babel? Essa besta é a
soma de todas as “nações”, desde Babilônia até o poder do chifre pequeno.
Quais características de cada império você observa que persistiram ao longo da
história? De que maneira o mundo ainda reflete, por exemplo, os valores de
Babilônia ou de Roma?
3. Como ter o equilíbrio entre seguir o Senhor e obedecer às leis da nação? O
que ocorre quando a obediência a um leva à desobediência ao outro?
Respostas às perguntas da semana:
1. Eles não deviam comer da árvore do conhecimento do bem e do mal. Esse
mandamento revela que Deus queria poupar Seus filhos do sofrimento e da
morte. 2. Essa profecia revela que os seres humanos não estão progredindo ou
melhorando. O reino eterno de Deus é a única esperança para
a humanidade. 3. Os poderes terrestres surgem em meio a conflitos e caos,
fortalecendo-se por meio do domínio de outros seres humanos. A humanidade
busca um governo independente de Deus, mas isso sempre traz consequências
desastrosas. 4. Satanás usaria as águas (povos) para perseguir o povo de Deus.
A terra representa o local em que os fiéis seriam protegidos por Deus, mas
depois essa mesma terra se tornaria o palco da grande perseguição. 5. A men-
sagem de Deus para o tempo do fim teria alcance mundial (terra e mar), alcan-
çando todas as pessoas. Ela chegaria a todas as nações.
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Resumo: Vamos encerrar o estudo desta semana agradecendo a Deus as poderosas


instruções que nos foram dadas a respeito das “Nações” e seu envolvimento com as
profecias, porque no final de tudo, Deus Pai irá implantar o seu reino eterno e o dará
aos seus santos e tudo isto que vemos agora, será passado. Hoje os seres humanos
tentam ser independentes de Deus estabelecendo governos humanos como muitos
fizeram no passado e os resultados tem sido sempre desastrosos porque sempre serão
governos contrários à vontade divina. Não existe mais respeito humano, mas sim o
desejo insaciável de conquista e domínio. Isso significa que Deus irá intervir na histó-
ria desse mundo e tudo será restaurado após a segunda vinda de Cristo. Prepare-se...
Ilustração: Uma pequena menina notou que sua avó lia muito a Bíblia. Quando uma
visitante perguntou por que ela lia tanto a Bíblia, a menina respondeu rapidamente: "Eu
acho que ela está se preparando para as provas finais." A menina não estava comple-
tamente equivocada. Não se tratava de um estudo escolar para os exames de fim de
ano, mas, na realidade, a sua avó estava colocando sua vida espiritual em dia, diante
do Senhor e preparando-se para o dia em que encontraria a Deus face a face. Um dia
Jesus virá buscar a Sua igreja e implantar o reino eterno e por isso precisamos estar
preparados para esse encontro que determinará onde passaremos a eternidade.
Antes que tudo isso aconteça precisamos estar alertas olhando para as profecias do
tempo do fim, principalmente as que estão no livro de Daniel e no Apocalipse. Daniel 2
e Daniel 7 nos mostram a história do mundo que piora a cada fase, sendo necessária a
intervenção divina como disse o profeta Daniel: “Mas, nos dias destes reis, o Deus do
céu suscitará um reino que não será jamais destruído; este reino não passará a outro
povo; esmiuçará e consumirá todos estes reinos, mas ele mesmo subsistirá para sem-
pre”. Aguardemos, portanto, esse cumprimento profético de grande valor para todos.
O segundo ponto importante no cenário profético das nações será o fato de que as
nações movidas pelo inimigo, irão perseguir o povo de Deus como no passado através
agora da força do dragão (diabo) e das forças política e religiosa representadas pela
besta da terra (Estados Unidos) e da besta que virá do mar (Papado). Deus, porém, está
conduzindo a história humana para sua conclusão, onde ele dará fim aos impérios
humanos e Jesus será entronizado de forma eterna reinando sobre todos os salvos.
Ilustração: O interesse por filmes sobre o fim do mundo tem crescido muito e pode ser
uma forma de dar conteúdo ao tédio que invade muitas vidas hoje. Porque se a vida é
chata, algo que diga que o mundo vai acabar em breve não deixa de ser sedutor. No
entanto, Jesus espera que façamos desse nosso tempo um tempo onde a graça divina
seja desfrutada e que nos tornemos arautos da segunda vinda. Porque você não preci-
sa de filmes "apocalípticos", porque já temos profecias suficientes para estudarmos e
nos prepararmos para o tempo do fim. Deus te abençoe!

FELIZ SÁBADO

S
SA
S AL
ALL... 8
84
8 4::: 5
4 5
5

POR DO SOL DE 02/ MAIO - ESTUDO 5 - Fonte: www.apolo11.com


MANAUS : 17:57 P.VELHO: 18:04 BELÉM : 18:11 FORTALEZA:17:29 RECIFE :17:08
SALVADOR:17:19 VITÓRIA: 17:17 CUIABÁ : 17:25 BRASÍLIA : 17:52 C.GRDE:17:13
B.HORIZ : 17:31 R.JANEIR:17:27 S.PAULO : 17:38 CURITIBA : 17:47 P.ALEGRE:17:48

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