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STJ Dje 20250609 0 47966242

O habeas corpus nº 974166 foi impetrado pela Defensoria Pública em favor de Luis Felipe Machado Pinheiro, contestando a decisão do Tribunal de Justiça de São Paulo que negou a retificação dos cálculos de pena para livramento condicional. A defesa argumenta que a prática de falta grave não deve interromper o prazo para o benefício do livramento condicional, conforme entendimento consolidado nas súmulas do STJ. A decisão do relator indica que a jurisprudência atual não permite a alteração da data-base para livramento condicional em razão de falta grave.

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STJ Dje 20250609 0 47966242

O habeas corpus nº 974166 foi impetrado pela Defensoria Pública em favor de Luis Felipe Machado Pinheiro, contestando a decisão do Tribunal de Justiça de São Paulo que negou a retificação dos cálculos de pena para livramento condicional. A defesa argumenta que a prática de falta grave não deve interromper o prazo para o benefício do livramento condicional, conforme entendimento consolidado nas súmulas do STJ. A decisão do relator indica que a jurisprudência atual não permite a alteração da data-base para livramento condicional em razão de falta grave.

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HABEAS CORPUS Nº 974166 - SP (2025/0006151-4)

RELATOR : MINISTRO RIBEIRO DANTAS


IMPETRANTE : DEFENSORIA PÚBLICA DO ESTADO DE SÃO PAULO
ADVOGADO : DEFENSORIA PÚBLICA DO ESTADO DE SÃO PAULO
IMPETRADO : TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE SÃO PAULO
PACIENTE : LUIS FELIPE MACHADO PINHEIRO (PRESO)
INTERES. : MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DE SÃO PAULO

DECISÃO

Trata-se de habeas corpus substitutivo de recurso próprio, sem pedido de liminar,


impetrado em favor de LUIS FELIPE MACHADO PINHEIRO, no qual aponta como autoridade
coatora o Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo, que negou provimento ao agravo em
execução defensivo, nos termos do acórdão assim ementado:

"AGRAVO EM EXECUÇÃO PENAL – LIVRAMENTO CONDICIONAL –


RETIFICAÇÃO DO CÁLCULO DE PENAS – INDEFERIMENTO –
INCONFORMISMO DEFENSIVO – SEM RAZÃO – NENHUM REPARO A SER
FEITO NO CÁLCULO ELABORADO – FALTA GRAVE QUE INTERROMPE O
LAPSO PARA FINS DE BENEFÍCIOS, ASSIM COMO O COMETIMENTO DE
NOVO DELITO DURANTE O CUMPRIMENTO DA PENA – AUSÊNCIA DO
REQUISITO OBJETIVO – INTELIGÊNCIA DOS ARTS. 127 DA LEP E 83 DO
CP – INAPLICABILIDADE DA SÚMULA 441 DO STJ – PRECEDENTES
DESTA C. CÂMARA CRIMINAL – AGRAVO NÃO PROVIDO." (e-STJ, fl. 79).

Neste writ, a Defensoria Pública alega constrangimento ilegal sofrido pelo paciente,
em decorrência do indeferimento do pedido de retificação dos cálculos de pena para constar
como data-base do livramento condicional o dia de sua primeira prisão, sob o fundamento de que
o prazo para a aquisição do benefício foi interrompido pela prática do novo delito.

Assevera que esse entendimento contraria o teor da Súmula n. 441/STJ e do Tema n.


1.006/STJ, bem como nega vigência ao art. 112, § 6º, da LEP.

Em síntese, sustenta que a falta grave interrompe a contagem do lapso temporal


apenas no caso de progressão de regime, já no caso do livramento condicional deve ser aplicado
o princípio da ininterruptividade.

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Publicação no DJEN/CNJ de 09/06/2025. Código de Controle do Documento: 69eb4da8-fc54-4007-b22a-d26cb5689e7a
Requer, ao final, a retificação do cálculo de penas do paciente, considerando como
data-base para fins de livramento condicional o dia da primeira prisão.

É o relatório.

Decido.

Esta Corte - HC n. 535.063/SP, Terceira Seção, relator Ministro Sebastião Reis


Junior, julgado em 10/6/2020, DJe de 25/8/2020 - e o Supremo Tribunal Federal - AgRg no HC
n. 180.365/PB, Primeira Turma, relatora Ministra Rosa Weber, julgado em 27/3/2020, DJe de
2/4/2020; AgRg no HC n. 147.210/SP, Segunda Turma, relator Ministro Edson Fachin, julgado
em 30/10/2018, DJe de 20/2/2020 -, pacificaram orientação no sentido de que não cabe habeas
corpus substitutivo do recurso legalmente previsto para a hipótese, impondo-se o não
conhecimento da impetração, salvo quando constatada a existência de flagrante ilegalidade no
ato judicial impugnado.

Assim, passo à análise das razões do writ, de forma a verificar a ocorrência de


flagrante ilegalidade a justificar a concessão do habeas corpus, de ofício.

O Tribunal Estadual, ao julgar o agravo em execução, confirmou a decisão do Juízo


de primeiro grau que considerou que a prática de falta grave - cometimento de novo delito -
interrompe a contagem do prazo para fins de livramento condicional.

Entretanto, a Terceira Seção do STJ, em 12/2/2014, ao julgar o Recurso Especial n.


1.364.192/RS, sob o rito de recurso repetitivo (CPC, art. 543-C), consolidou o posicionamento
de que a prática de falta grave, no curso da execução da pena, altera a data-base para a concessão
de novos benefícios, exceto para fins de livramento condicional, indulto e comutação da pena.

Os fundamentos do voto estão sintetizados na seguinte ementa:

"RECURSO ESPECIAL REPRESENTATIVO DA CONTROVÉRSIA (ART. 543-C


DO CPC). PENAL. EXECUÇÃO. FALTA GRAVE. PROGRESSÃO DE REGIME.
INTERRUPÇÃO. PRAZO. LIVRAMENTO CONDICIONAL. AUSÊNCIA DE
EFEITO INTERRUPTIVO. COMUTAÇÃO E INDULTO. REQUISITOS.
OBSERVÂNCIA. DECRETO PRESIDENCIAL.
1. A prática de falta grave interrompe o prazo para a progressão de regime,
acarretando a modificação da data-base e o início de nova contagem do lapso
necessário para o preenchimento do requisito objetivo.
2. Em se tratando de livramento condicional, não ocorre a interrupção do prazo pela
prática de falta grave. Aplicação da Súmula 441/STJ.
3. Também não é interrompido automaticamente o prazo pela falta grave no que diz
respeito à comutação de pena ou indulto, mas a sua concessão deverá observar o
cumprimento dos requisitos previstos no decreto presidencial pelo qual foram
instituídos.

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4. Recurso especial parcialmente provido para, em razão da prática de falta grave,
considerar interrompido o prazo tão somente para a progressão de regime." (REsp n.
1.364.192/RS, relator Ministro Sebastião Reis Júnior, Terceira Seção, julgado em
12/2/2014, DJe de 17/9/2014).

Esse entendimento está, inclusive, consolidado nas Súmulas n. 441, 534 e 535 do
Superior Tribunal de Justiça, cujo teor se transcreve, respectivamente:

"A prática de falta grave não interrompe o prazo para fim de comutação de pena ou
indulto." (julgado em 10/6/2015, DJe de 15/6/2015).
"A prática de falta grave interrompe a contagem do prazo para a progressão de
regime de cumprimento de pena, o qual se reinicia a partir do cometimento dessa
infração." (Julgado em 10/6/2015, DJe de 15/6/2015).
"A falta grave não interrompe o prazo para obtenção de livramento condicional."
(Julgado em 28/4/2010, DJe de 13/5/2010).

A respeito, confiram-se, ainda, os recentes julgados:

"EXECUÇÃO PENAL. AGRAVO REGIMENTAL. HABEAS CORPUS.


DESCUMPRIMENTO DE CONDIÇÕES DA SAÍDA TEMPORÁRIA. FALTA
GRAVE. REGRESSÃO DE REGIME. PERDA DOS DIAS REMIDOS . AGRAVO
IMPROVIDO.
I. Caso em exame
1. Agravo regimental interposto contra decisão que indeferiu liminarmente pedido de
habeas corpus, com fundamento no art. 21-E, IV, c/c o art. 210, ambos do RISTJ.
2. O agravante não permaneceu em sua residência no horário estipulado durante o
benefício de saída temporária, conforme boletim de ocorrência da polícia militar.
3. O reconhecimento da falta disciplinar de natureza grave foi mantido em primeiro
grau, consistente em indisciplina e desobediência às ordens recebidas durante a
execução da pena.
II. Questão em discussão
4. A questão em discussão consiste em saber se o descumprimento de condições de
saída temporária, especificamente a ausência de permanência em residência no
horário estipulado, configura falta grave nos termos da Lei de Execução Penal.
5. A questão também envolve a análise da proporcionalidade da regressão de regime
e perda de dias remidos como consequência do reconhecimento da falta grave.
III. Razões de decidir
6. O descumprimento das condições de saída temporária configura falta grave,
conforme entendimento consolidado do STJ, nos termos da Lei de Execução Penal.
7. A jurisprudência do STJ estabelece que a prática de falta grave durante a execução
penal implica em regressão de regime, perda de dias remidos e alteração da data-base
para concessão de benefícios (salvo o livramento condicional, a comutação de pena e
o indulto), não cabendo invocar o princípio da proporcionalidade para afastar tais
consequências.

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8. Não há manifesta ilegalidade que justifique a concessão da ordem de ofício, uma
vez que o agravante não apresentou elementos aptos a infirmar a decisão agravada.
IV. Dispositivo e tese
9. Agravo improvido.
Tese de julgamento: '1. O descumprimento das condições de saída temporária
configura falta grave nos termos da Lei de Execução Penal. 2. A prática de falta
grave implica em regressão de regime, perda de dias remidos e alteração da data-base
para concessão de benefícios (salvo o livramento condicional, a comutação de pena e
o indulto), não cabendo invocar o princípio da proporcionalidade para afastar tais
consequências.'.
Dispositivos relevantes citados: LEP, art. 50, VI; LEP, art. 39, V. Jurisprudência
relevante citada: STJ, AgRg no HC 680.452/SP, Rel. Min. Rogerio Schietti Cruz,
Sexta Turma, DJe 30.11.2021; STJ, AgRg no AREsp 2.369.365/SP, Rel. Min.
Ribeiro Dantas, Quinta Turma, DJe de 11.12.2023." (AgRg no HC n. 957.330/SP, de
minha relatoria, Quinta Turma, julgado em 9/4/2025, DJEN de 14/4/2025.)

"DIREITO PENAL. HABEAS CORPUS. EXECUÇÃO PENAL. COMETIMENTO


DE FALTA GRAVE. REGRESSÃO DO REGIME E ALTERAÇÃO DA DATA-
BASE PARA CONCESSÃO DE LIVRAMENTO CONDICIONAL. PARECER
FAVORÁVEL. FLAGRANTE ILEGALIDADE. INCIDÊNCIA DAS SÚMULAS N.
441 E 535 DO STJ. ORDEM CONCEDIDA.
I. CASO EM EXAME
1. Habeas corpus impetrado em favor de condenado contra acórdão do Tribunal de
Justiça do Estado de São Paulo que negou provimento a agravo em execução,
mantendo decisão que indeferiu pedido de retificação de cálculo de pena para
livramento condicional.
2. A defesa sustenta que a prática de falta grave não interrompe o lapso temporal para
obtenção do benefício de livramento condicional, devendo ser considerado como
termo inicial a data da primeira prisão.
II. QUESTÃO EM DISCUSSÃO
3. A questão em discussão consiste em saber se a prática de falta grave durante a
execução penal pode alterar a data-base para concessão de livramento condicional,
comutação e indulto.
III. RAZÕES DE DECIDIR
4. A jurisprudência do Superior Tribunal de Justiça estabelece que a prática de falta
grave ou crime no curso da execução penal somente pode alterar a data-base para
progressão de regime, não surtindo efeito sobre o requisito objetivo para livramento
condicional, comutação e indulto.
5. A análise realizada pelo Tribunal de origem não está em linha com a
jurisprudência desta Corte, que veda a alteração da data-base para livramento
condicional em razão de falta grave.
IV. ORDEM CONCEDIDA PARA DETERMINAR AO JUÍZO DA EXECUÇÃO
QUE
RETIFIQUE O CÁLCULO DE PENA, AFASTANDO A INTERRUPÇÃO DO
LAPSO

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TEMPORAL PARA FINS DE CONCESSÃO DO LIVRAMENTO
CONDICIONAL." (HC n. 928.624/SP, relatora Ministra Daniela Teixeira, Quinta
Turma, julgado em 26/11/2024, DJEN de 17/12/2024.)

"PEDIDO DE RECONSIDERAÇÃO RECEBIDO COMO AGRAVO


REGIMENTAL. PRINCÍPIO DA FUNGIBILIDADE. SAÍDA TEMPORÁRIA.
ATRASO NO RETORNO. FALTA GRAVE. PEDIDO DE TRANSFERÊNCIA
PARA CUMPRIMENTO DE PENA PRÓXIMO AO MEIO SOCIAL E FAMILIAR.
AUSÊNCIA DE DIREITO ABSOLUTO DO RÉU. DECISÃO FUNDAMENTADA.
TRANSFERÊNCIA TAMBÉM CONDICIONADA À EXISTÊNCIA DE VAGA
NO LOCAL DE DESTINO. INTERESSE PÚBLICO.
1. Em face do princípio da fungibilidade recursal, recebo o pedido de reconsideração
como agravo regimental.
2. Na hipótese, o agravante foi beneficiado com a saída temporária em 22/12/2023,
passou as festividades de final de ano com sua família no Estado de Pernambuco, e
não retornou ao final do prazo para cumprimento da pena em Avaré - SP, tendo o
Juízo das execuções sustado cautelarmente o regime semiaberto e determinado a
expedição de mandado de prisão.
3. Configura falta grave o atraso no retorno da saída temporária, consoante previsão
do art. 50, VI, c/c o art. 39, V, da LEP e, '[E]m consonância com o entendimento
desta Corte Superior, o cometimento de falta grave pelo apenado: a) importa na
alteração da data-base para a concessão de novos benefícios, salvo livramento
condicional, indulto e comutação da pena; b) autoriza a regressão de regime; e c) a
perda de até 1/3 dos dias remidos'. (AgRg no HC n. 770.314/RS, relator Ministro
Antonio Saldanha Palheiro, Sexta Turma, julgado em 29/5/2023, DJe de 31/5/2023).
4. Nos termos da jurisprudência desta Corte Superior, a transferência do detento, de
modo a cumprir pena em localidade próxima de seu meio social/familiar, além de
pressupor vaga no local de destino, não se trata de direito absoluto, podendo o pleito
ser indeferido pelas instâncias locais a partir de fundamentação idônea.
No caso, tem-se que o pedido, embora posto junto às instâncias pretéritas, ainda não
foi apreciado, de modo que não se observa constrangimento ilegal. Precedentes.
5. Pedido de reconsideração recebido como agravo regimental, ao qual se nega
provimento." (RCD no HC n. 904.065/SP, relator Ministro Jesuíno Rissato
(Desembargador Convocado do TJDFT), Sexta Turma, julgado em 12/8/2024, DJe
de 16/8/2024.)

Desse modo, merece reforma o acórdão estadual que, em dissonância com o


posicionamento consolidado neste Tribunal, confirmou a interrupção do cálculo do requisito
objetivo do livramento condicional, em face da falta grave cometida.

Ante o exposto, não conheço do habeas corpus. Entretanto, concedo a ordem, de


ofício, a fim de afastar a interrupção da contagem do lapso temporal para concessão do
livramento condicional ao paciente.

Oficie-se, com urgência, ao Tribunal de origem e ao Juízo singular, encaminhando-


lhes cópias desta decisão.
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Publique-se. Intimem-se.

Brasília, 05 de junho de 2025.

Ministro Ribeiro Dantas


Relator

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