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O edital do concurso para Analista de Sistemas Júnior da Petrobras contém instruções detalhadas sobre a realização das provas, incluindo a verificação do material, a marcação do cartão-resposta e as penalidades para infrações. Os candidatos devem responder a 70 questões objetivas, com um tempo total de 4 horas e 30 minutos para a prova. Além disso, o edital destaca a importância de seguir as orientações para evitar a eliminação do processo seletivo.

Enviado por

neojardel
Direitos autorais
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O edital do concurso para Analista de Sistemas Júnior da Petrobras contém instruções detalhadas sobre a realização das provas, incluindo a verificação do material, a marcação do cartão-resposta e as penalidades para infrações. Os candidatos devem responder a 70 questões objetivas, com um tempo total de 4 horas e 30 minutos para a prova. Além disso, o edital destaca a importância de seguir as orientações para evitar a eliminação do processo seletivo.

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PSP RH - 1/2011
EDITAL No 1 -
PETROBRAS
06
ANALISTA DE SISTEMAS JÚNIOR
PROCESSOS DE NEGÓCIO
LEIA ATENTAMENTE AS INSTRUÇÕES ABAIXO.
01 - Você recebeu do fiscal o seguinte material:

a) este caderno, com o enunciado das 70 (setenta) questões objetivas, sem repetição ou falha, com a seguinte distribuição:

CONHECIMENTOS BÁSICOS CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS


LÍNGUA
LÍNGUA INGLESA Bloco 1 Bloco 2 Bloco 3
PORTUGUESA
Questões Pontuação Questões Pontuação Questões Pontuação Questões Pontuação Questões Pontuação
1 a 10 1,0 cada 11 a 20 1,0 cada 21 a 40 1,0 cada 41 a 55 1,0 cada 56 a 70 1,0 cada

b) CARTÃO-RESPOSTA destinado às respostas das questões objetivas formuladas nas provas.


02 - Verifique se este material está em ordem e se o seu nome e número de inscrição conferem com os que aparecem no
CARTÃO-RESPOSTA. Caso contrário, notifique o fato IMEDIATAMENTE ao fiscal.
03 - Após a conferência, o candidato deverá assinar, no espaço próprio do CARTÃO-RESPOSTA, a caneta esferográfica
transparente de tinta na cor preta.
04 - No CARTÃO-RESPOSTA, a marcação das letras correspondentes às respostas certas deve ser feita cobrindo a letra e
preenchendo todo o espaço compreendido pelos círculos, a caneta esferográfica transparente de tinta na cor preta,
de forma contínua e densa. A LEITORA ÓTICA é sensível a marcas escuras, portanto, preencha os campos de marcação
completamente, sem deixar claros.

Exemplo:

05 - Tenha muito cuidado com o CARTÃO-RESPOSTA, para não o DOBRAR, AMASSAR ou MANCHAR. O CARTÃO-
-RESPOSTA SOMENTE poderá ser substituído se, no ato da entrega ao candidato, já estiver danificado em suas margens
superior e/ou inferior - BARRA DE RECONHECIMENTO PARA LEITURA ÓTICA.
06 - Para cada uma das questões objetivas, são apresentadas 5 alternativas classificadas com as letras (A), (B), (C), (D) e (E);
só uma responde adequadamente ao quesito proposto. Você só deve assinalar UMA RESPOSTA: a marcação em mais de
uma alternativa anula a questão, MESMO QUE UMA DAS RESPOSTAS ESTEJA CORRETA.
07 - As questões objetivas são identificadas pelo número que se situa acima de seu enunciado.
08 - SERÁ ELIMINADO do Processo Seletivo Público o candidato que:
a) se utilizar, durante a realização das provas, de máquinas e/ou relógios de calcular, bem como de rádios gravadores,
headphones, telefones celulares ou fontes de consulta de qualquer espécie;
b) se ausentar da sala em que se realizam as provas levando consigo o CADERNO DE QUESTÕES e/ou o CARTÃO-
-RESPOSTA.
c) se recusar a entregar o CADERNO DE QUESTÕES e/ou o CARTÃO-RESPOSTA, quando terminar o tempo estabelecido.
d) não assinar a LISTA DE PRESENÇA e/ou o CARTÃO-RESPOSTA.
Obs. O candidato só poderá se ausentar do recinto das provas após 1 (uma) hora contada a partir do efetivo início das
mesmas. Por motivos de segurança, o candidato NÃO PODERÁ LEVAR O CADERNO DE QUESTÕES, a qualquer
momento.
09 - Reserve os 30 (trinta) minutos finais para marcar seu CARTÃO-RESPOSTA. Os rascunhos e as marcações assinaladas no
CADERNO DE QUESTÕES NÃO SERÃO LEVADOS EM CONTA.
10 - Quando terminar, entregue ao fiscal O CADERNO DE QUESTÕES, o CARTÃO-RESPOSTA e ASSINE A LISTA DE
PRESENÇA.
11 - O TEMPO DISPONÍVEL PARA ESTAS PROVAS DE QUESTÕES OBJETIVAS É DE 4 (QUATRO) HORAS E 30 (TRINTA)
MINUTOS, incluído o tempo para a marcação do seu CARTÃO-RESPOSTA.
12 - As questões e os gabaritos das Provas Objetivas serão divulgados no primeiro dia útil após a realização das mesmas, no
endereço eletrônico da FUNDAÇÃO CESGRANRIO (http://www.cesgranrio.org.br).

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LÍNGUA PORTUGUESA 1
Segundo o Texto I, o motivo real para o emprego de pala-
Texto I vras mais curtas se dá porque
(A) insere o componente no enredo da escola.
REPIQUE DAS MESMAS PALAVRAS (B) identifica o falante no seu contexto linguístico.
(C) estabelece uma comunicação fácil com a escola.
Palavras consideradas difíceis, como “engala- (D) estimula os músicos a criarem letras mais inspiradas.
nada”, já não atraem muitos autores de escola de (E) envolve o público no processo de criação dos compo-
samba. A busca agora é pela comunicação direta. sitores.
Em 2011, “vai” será a palavra mais repetida nos des-
5 files das 12 escolas do Grupo Especial: 19 vezes no 2
total. Em seguida, uma variação do mesmo verbo: O Texto I pode ser lido como um jogo de oposições.
“vou”, com dez repetições. Essa também será a in- A única oposição que NÃO aparece na matéria é
cidência de “vida” e “amor” (dez vezes cada uma).
(A) passado / presente
“Luz” e “mar” (nove vezes) fecham o pódio das mais (B) otimismo / pessimismo
10 populares de 2011. Isto sem considerar as repetições (C) tradição / modernidade
de uma mesma música, uma vez que ela não muda (D) rapidez / lentidão
durante todo o desfile das escolas. (E) envolvimento / passividade
Outrora clássicas, palavras como “relicário” e “di-
vinal” só aparecerão uma vez cada uma. E “engala- 3
15 nado”, que já teve seus dias de estrela, ficará mesmo A escolha do título de um texto nunca é aleatória.
de fora dos desfiles do Grupo Especial.
O emprego da palavra repique no título do Texto I revela
Para especialistas, as palavras mais usadas atu-
a intenção de
almente são curtas, chamam o público e motivam os
componentes. (A) valorizar um dos instrumentos mais populares da
20 – “Vai” é a clara tentativa do compositor de em- bateria.
polgar e envolver a plateia desde o concurso das es- (B) criar uma identidade com o universo linguístico do
colas, quando tem que mostrar às comissões julgado- samba.
ras que suas músicas têm capacidade de empolgar. (C) apontar uma relação entre a natureza da palavra e o
“Vou” está na linha de “vai”: chama, motiva. Quanto a seu sentido.
25 “vida” e “amor”, refletem o otimismo do carnaval. Ne- (D) evidenciar o contraste entre os tempos de outrora e o
nhuma palavra fica no campo semântico do pessimis- da atualidade.
mo, tristeza. E “mundo” deixa claro o aspecto gran- (E) reconhecer a importância da empolgação dos compo-
dioso, assim como “céu” – disse o jornalista Marcelo nentes da escola de samba.
de Mello, jurado do estandarte de Ouro desde 1993.
30 Dudu Botelho, compositor do Salgueiro, é um
4
A última fala do texto, de Marcelo de Mello, poderia ser
dos compositores dos sambas de 2007, 2008 e 2011.
introduzida por um conectivo, que preencheria a frase
O samba de sua escola, aliás, tem três das seis pala-
abaixo.
vras mais recorrentes: “vida”, “luz” e “mar”:
– O compositor tenta, através da letra, estimular A repetição das mesmas palavras indica um empobreci-
35 o componente e a comunidade a se inserir no roteiro mento das letras __________ o visual ganhou um peso
do enredo. grande.
Todas as palavras mais repetidas no carnaval A respeito do emprego desse conectivo, analise as
estão entre as mais usadas nos sambas das últimas afirmações a seguir.
campeãs dos anos 2000. “Terra” foi a mais escolhi-
40 da (11 vezes). Em seguida, apareceram “vou” e “pra” I - O conectivo adequado seria porque, uma vez que
(nove vezes); “luz”, “mar”, e “fé” (oito); “Brasil” (sete); estabelece uma relação de causa.
e “vai”, “amor”, “carnaval” e “liberdade” (seis); e “vida” II - O conectivo adequado seria por que, uma vez que
(cinco). se reconhecem aqui duas palavras.
Para Marcelo de Mello, a repetição das mesmas III - O conectivo levaria acento, porquê, já que pode ser
45 palavras indica um empobrecimento das letras: substituído pelo termo “o motivo”, ou “a razão”.
– O visual ganhou um peso grande. A última es- É correto o que se afirma em
cola que venceu um campeonato por causa do sam- (A) I, apenas.
ba foi o Salgueiro em 1993, com o refrão “explode (B) II, apenas.
coração”. (C) I e II, apenas.
MOTTA, Cláudio. Repique das mesmas palavras. (D) I e III, apenas.
O Globo, 09 fev. 2011. Adaptado. (E) I, II e III.

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5 6
“Essa também será a incidência de ‘vida’ e ‘amor’ (dez vezes O verbo ganhar (. 25), na sua forma usual, é considera-
cada uma).” (. 7-8)
do um verbo abundante, apresentando, pois, duas formas
O substantivo incidência vem do verbo incidir. Dos verbos de particípio: uma forma regular (ganhado); outra, irregu-
a seguir, o único que segue esse mesmo paradigma é
lar, supletiva (ganho).
(A) abranger
(B) devolver Dentre os verbos encontrados no Texto II, qual é aquele
(C) incinerar que apresenta SOMENTE uma forma irregular?
(D) perceber
(A) Ver (. 1)
(E) iludir
(B) Ficar (. 1)
(C) Ter (. 19)
Texto II (D) Ocorrer (. 31)
(E) Vingar (. 35)
PALAVRA PEJORATIVA
O uso do termo “diferenciada” com sentido negativo 7
ressuscita o preconceito de classe Na última fala do Texto II, a forma verbal vingar está com
“Você já viu o tipo de gente que fica ao redor das o sentido de “ter bom êxito”, “dar certo”. (. 35)
estações do metrô? Drogados, mendigos, uma gen- Em qual das frases abaixo o verbo em negrito apresenta
te diferenciada.” As palavras atribuídas à psicóloga a mesma regência de vingar?
Guiomar Ferreira, moradora há 26 anos do bairro Hi-
5 gienópolis, em São Paulo, colocaram lenha na polê- (A) “A menção a camelôs e usuários do transporte público
mica sobre a construção de uma estação de metrô na ressuscitou velhos preconceitos de classe,” (. 9-11)
região, onde se concentra parte da elite paulistana. (B) “– Não me consta que já houvesse um ‘diferenciado’
Guiomar nega ser a autora da frase. Mas a autoria, negativamente marcado.” (. 18-19)
convenhamos, é o de menos. A menção a camelôs
(C) “Não tenho nenhum conhecimento de existência
10 e usuários do transporte público ressuscitou velhos
preconceitos de classe, e pode deixar como lembran- desse ‘clichê’.” (. 19-20)
ça a volta de um clichê: o termo “diferenciada”. (D) “Parece-me que a origem, aí, foi absolutamente
A palavra nunca fora usada até então com viés episódica,” (. 20-21)
pejorativo no Brasil. Habitava o jargão corporativo (E) “[...] aquelas coisas que vêm entre aspas, de brinca-
15 e publicitário, sendo usada como sinônimo vago de
deira –” (. 35-36)
algo “especial”, “destacado” ou “diferente” (sempre
para melhor).
– Não me consta que já houvesse um “diferencia- 8
do” negativamente marcado. Não tenho nenhum co- Segundo os compêndios gramaticais, existem duas
20 nhecimento de existência desse “clichê”. Parece-me possibilidades de escritura da voz passiva no português.
que a origem, aí, foi absolutamente episódica, nasci-
da da infeliz declaração – explica Maria Helena Mou- Na frase abaixo, encontra-se uma delas:
ra Neves, professora da Unesp de Araraquara (SP) e “A palavra nunca fora usada até então com viés pejorativo
do Mackenzie.
no Brasil.” (. 13-14)
25 Para a professora, o termo pode até ganhar as
ruas com o sentido negativo, mas não devido a um A outra possibilidade de escritura, na forma passiva, na
deslizamento semântico natural. Por natural, enten- qual o sentido NÃO se altera é:
da-se uma direção semântica provocada pela con-
figuração de sentido do termo originário. No verbo (A) A palavra nunca se usou até então com viés pejorativo
30 “diferenciar”, algo que “se diferencia” será bom, ao no Brasil.
contrário do que ocorreu com o verbo “discriminar”, (B) A palavra nunca se usara até então com viés pejorati-
por exemplo. Ao virar “discriminado”, implicou algo
vo no Brasil.
negativo. Maria Helena, porém, não crê que a nova
acepção de “diferenciado” tenha vida longa. (C) A palavra nunca se tem usado até então com viés
35 – Não deve vingar, a não ser como chiste, aque- pejorativo no Brasil.
las coisas que vêm entre aspas, de brincadeira – (D) A palavra nunca se usava até então com viés pejorati-
emenda ela. [...] vo no Brasil.
MURANO, Edgard. (E) A palavra nunca se usaria até então com viés pejora-
Disponível em: <http://revistalingua.uol.com.br/textos.asp?codigo=12327>.
Acesso em: 05 jul. 2011. Adaptado. tivo no Brasil.

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9 LÍNGUA ESTRANGEIRA
“Não me consta que já houvesse um ‘diferenciado’ nega-
Text I
tivamente marcado.” (. 18-19)
A respeito da ocorrência da forma verbal houvesse, des- Brazil: Platform for growth
By Joe Leahy
tacada no trecho, teceram-se os seguintes comentários:
I - A forma verbal houvesse, nessa estrutura, tem valor On the Cidade de Angra dos Reis oil platform,
de existisse, e se apresenta como verbo impessoal. surrounded by the deep blue South Atlantic, a
Petrobras engineer turns on a tap and watches black
II - O verbo haver, quando impessoal, transmite sua
liquid flow into a beaker.
impessoalidade a auxiliares.
5 It looks and smells like ordinary crude oil.
III - A forma verbal houvesse, nesse trecho, desempe- Nevertheless, for Brazil, this represents something
nha uma função de verbo auxiliar. much more spectacular. Pumped by the national oil
É correto o que se afirma em company from “pre-salt” deposits – so-called because
they lie beneath 2,000m of salt – 300km off the coast
(A) I, apenas. 10 of Rio de Janeiro, it is some of the first commercial
(B) II, apenas. oil to flow from the country’s giant new deepwater
(C) I e II, apenas. discoveries.
(D) I e III, apenas. Already estimated to contain 50bn barrels, and
(E) I, II e III. with much of the area still to be fully explored, the
15 fields contain the world’s largest known offshore oil
deposits. In one step, Brazil could jump up the world
10
rankings of national oil reserves and production, from
Considere o trecho do Texto II abaixo.
15th to fifth. So great are the discoveries, and the
“[...] colocaram lenha na polêmica sobre a construção de investment required to exploit them, that they have
uma estação de metrô na região, onde se concentra parte 20 the potential to transform the country – for good or for ill.
da elite paulistana.” (. 5-7) Having seen out booms and busts before,
Brazilians are hoping that this time “the country
O emprego do pronome relativo onde está correto. of the future” will at last realise its full economic
potential. The hope is that the discoveries will provide
PORQUE
25 a nation already rich in renewable energy with an
Retoma o termo na região, que tem valor de lugar físico embarrassment of resources with which to pursue the
na oração antecedente. goal of becoming a US of the south.
Analisando-se as afirmações acima, conclui-se que The danger for Brazil, if it fails to manage this
windfall wisely, is of falling victim to “Dutch disease”.
(A) as duas afirmações são verdadeiras, e a segunda 30 The economic malaise is named after the Netherlands
justifica a primeira. in the 1970s, where the manufacturing sector withered
(B) as duas afirmações são verdadeiras, e a segunda não after its currency strengthened on the back of a large
justifica a primeira. gas field discovery combined with rising energy prices.
(C) a primeira afirmação é verdadeira, e a segunda é falsa. Even worse, Brazil could suffer a more severe
(D) a primeira afirmação é falsa, e a segunda é verdadeira. 35 form of the disease, the “oil curse”, whereby nations
rich in natural resources – Nigeria and Venezuela, for
(E) as duas afirmações são falsas.
example – grow addicted to the money that flows from
them.
Petrobras chief executive says neither the
40 company nor the country’s oil industry has so far
been big enough to become a government cash cow.
But with the new discoveries, which stretch across an
800km belt off the coast of south-eastern Brazil, this is
going to change. The oil industry could grow from about
45 10 per cent of GDP to up to 25 per cent in the coming
decades, analysts say. To curb any negative effects,
Brazil is trying to support domestic manufacturing
by increasing “local content” requirements in the oil
industry.

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50 Without a “firm local content policy”, says 12


Petrobras CEO, Dutch disease and the oil curse will According to paragraphs 5 and 6 (lines 28-38), Dutch
take hold. However, “if we have a firm and successful disease is a
local content policy, no – because other sectors in the (A) concept that explains the relationship between a
economy are going to grow as fast as Petrobras”. stronger currency, due to the discovery of vast gas
55 The other long-term dividend Brazil is seeking deposits, and the decline in the manufacturing sector.
from the discoveries is in research and development (B) theory that can justify the increase in energy prices
(R&D). Extracting oil from beneath a layer of salt at and the strengthening of the manufacturing sector.
great depth, hundreds of kilometres from the coast, is (C) dangerous form of economic malaise that can only
so challenging that Brazilian engineers see it as a new victimize already affluent nations.
60 frontier. If they can perfect this, they can lead the way (D) severe economic disease that is affecting the economy
in other markets with similar geology, such as Africa. of countries like the Netherlands.
For its part, Petrobras is spending $800m-$900m (E) a type of problem known as the “oil curse” that affects
a year over the next five years on R&D, and has the booming sector of oil extraction.
invested $700m in the expansion of its research
65 centre. 13
Ultimately, Brazil’s ability to avoid Dutch disease According to paragraphs 9 and 10 (lines 55-65), investing
will depend not just on how the money from the oil in R&D
is spent. The country is the world’s second biggest (A) may open new markets for the Brazilian technological
exporter of iron ore. It is the largest exporter of beef. sector of oil extraction at great depth.
70 It is also the biggest producer of sugar, coffee and (B) may justify Petrobras’ plans to reduce the development
orange juice, and the second-largest producer of soya of its research center.
beans. (C) is surely leading Brazilian engineers to work for African
countries rich in natural resources.
Exports of these commodities are already driving
(D) will pay immediate dividends in the challenging sector
up the exchange rate before the new oil fields have
of geology and oil exploitation.
75 fully come on stream, making it harder for Brazilian
(E) can explain why Petrobras is spending $800m - $900m
exporters of manufactured goods. Industrial production
to extract oil at great depth.
has faltered in recent months, with manufacturers
blaming the trend on a flood of cheap Chinese-made 14
imports. Based on the meanings in Text I, the two words are
80 “Brazil has everything that China doesn’t and it’s antonymous in
natural that, as China continues to grow, it’s just going
(A) “...realise...” (line 23) – understand
to be starved for those resources,” says Harvard’s
(B) “...stretch...” (line 42) – bridge
Prof Rogoff. “At some level Brazil doesn’t just want
(C) “...curb...” (line 46) – foster
to be exporting natural resources – it wants a more (D) “...faltered...” (line 77) – halted
85 diversified economy. There are going to be some (E) “...blaming...” (line 78) – reproaching
rising tensions over that.”
Adapted from Financial Times - March 15 2011 22:54. Available in: 15
<http://www.ft.com/cms/s/0/fa11320c-4f48-11e0-9038-00144feab49a,_i_email=y.html> Concerning the referent to the pronoun it, in the fragments
Retrieved on: June 17, 2011.
below,
11 (A) in “It looks and smells like ordinary crude oil.” (line 5),
The communicative intention of Text I is to it refers to “beaker” (line 4).
(B) in “The danger for Brazil, if it fails to manage this
(A) classify all the economic risks Brazil will certainly run if
windfall wisely, is of falling victim to ‘Dutch disease.’ ”
it insists on extracting oil at great depth.
(lines 28-29), it refers to “danger” (line 28).
(B) suggest that Brazil could soon be ranked as one of the
(C) in “... Brazilian engineers see it as a new frontier.”
four main oil producers in the whole world. (lines 59-60), it refers to “coast” (line 58).
(C) argue that Brazil should try to avoid potential dangers (D) in “making it harder for Brazilian exporters of
associated to its recent deepwater oil discoveries. manufactured goods.” (lines 75-76), it refers to
(D) report on the rising tensions between China and Brazil “stream” (line 75).
over the manufacturing sector of the world economy. (E) in “ ‘it’s just going to be starved for those resources,’
(E) announce the expected growth of the oil industry in says Harvard’s Prof Rogoff.” (lines 81-83), it refers to
Brazil, Nigeria and Venezuela in the coming decades. “China” (line 81).

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16 18
In “Without a ‘firm local content policy’, says Petrobras Comparing Texts I and II,
CEO, Dutch disease and the oil curse will take hold.”
(lines 50-52), “take hold” means to (A) only Text I mentions an environmental disaster derived
from deepwater oil prospection.
(A) become more easily controlled.
(B) only Text II reports on China’s intensive economic
(B) become stronger and difficult to stop.
(C) be completely defeated and ineffective. growth and absolute need of commodities.
(D) be absolutely harmless and disappointing. (C) neither Text I nor Text II express concern for the
(E) be transformed into very powerful assets. implications of the explorations of offshore oil deposits
to local economies.
17 (D) both Text I and Text II present Brazil’s potential of
The boldfaced item is synonymous with the expression in holding an outstanding position concerning worldwide
parentheses in deepwater reserves and exploration.
(A) “Nevertheless, for Brazil, this represents something (E) Text I mentions Brazil, Nigeria and Venezuela to
much more spectacular.” (lines 6-7) – (Thus) criticize their addiction to oil revenues, while Text
(B) “…neither the company nor the country’s oil industry
has so far been big enough to become a government II mentions these countries to illustrate successful
cash cow.” (lines 39-41) – (meanwhile) examples of conventional oil prospection.
(C) “However, ‘if we have a firm and successful local
content policy, no” (lines 52-53) – (Moreover) 19
(D) “ ‘because other sectors in the economy are going to According to Text II, in spite of the oil spill disaster in the
grow as fast as Petrobras.’ ” (lines 53-54) – (due to the Gulf of Mexico,
fact that)
(E) “Ultimately, Brazil’s ability to avoid Dutch disease (A) the US will soon surpass China in energy consumption.
will depend not just on how the money from the oil is (B) the conventional drilling of oil and gas is seen as a
spent.” (lines 66-68) – (Furthermore) taboo now.
(C) in twenty years, the whole world will need 65 million
Text II barrels a day.
Off the Deep End in Brazil (D) energy consumption of India and China will double in
Gerald Herbert ten years’ time.
(E) deepwater oil and gas prospecting has not been halted
With crude still hemorrhaging into the Gulf of in other regions of the globe.
Mexico, deep-water drilling might seem taboo just
now. In fact, extreme oil will likely be the new normal. 20
Despite the gulf tragedy, the quest for oil and gas in In Text II, Herbert illustrates the possibility of “...idled rigs
5 the most difficult places on the planet is just getting heading to other shores.” (line 26) EXCEPT when he
underway. Prospecting proceeds apace in the ultra- mentions
deepwater reserves off the coasts of Ghana and (A) prospection in ultra-deepwater reserves off the coasts
Nigeria, the sulfur-laden depths of the Black Sea, and of Ghana and Nigeria.
the tar sands of Venezuela’s Orinoco Basin. Brazil’s (B) deepwater operations in the sulfur-laden depths of the
10 Petrobras, which already controls a quarter of global Black Sea.
deepwater operations, is just starting to plumb its 9 to (C) the quest for oil in the tar sands of Venezuela’s Orinoco
15 billion barrels of proven reserves buried some four Basin.
miles below the Atlantic. (D) the suspension of the US offshore-drilling moratorium.
The reason is simple: after a century and a (E) Brazil’s drillings four miles below the Atlantic.
15 half of breakneck oil prospecting, the easy stuff is
history. Blistering growth in emerging nations has
turned the power grid upside down. India and China
will consume 28 percent of global energy by 2030,
triple the juice they required in 1990. China is set to
20 overtake the U.S. in energy consumption by 2014.
And now that the Great Recession is easing, the
earth’s hoard of conventional oil is waning even
faster. The International Energy Agency reckons the
world will need to find 65 million additional barrels a
25 day by 2030. If the U.S. offshore-drilling moratorium
drags on, look for idled rigs heading to other shores.
Available in:
<http://www.newsweek.com/2010/06/13/off-the-deep-end-in-brazil.html>
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CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS

BLOCO 1

21
Segundo o PMBOK 4a Edição, projetos se caracterizam como um esforço temporário com a finalidade de criar um produto,
serviço ou resultado exclusivo. Conforme esse guia, os projetos, grandes ou pequenos, simples ou complexos, podem ser
mapeados em uma estrutura de ciclo de vida genérico que compreende:
(A) Início do projeto, Organização e preparação, Execução do trabalho do projeto e Encerramento do projeto
(B) Início do projeto, Planejamento, Construção, Testes e Encerramento do projeto
(C) Contratação, Levantamento de requisitos, Análise, Projeto, Execução e Homologação
(D) Contratação, Preparação, Planejamento, Execução, Avaliação e Fechamento
(E) Planejamento, Execução, Verificação e Ação

22
Um gerente foi incumbido de executar o projeto interno da implantação de um serviço de atendimento a clientes. Ao iniciar
a criação do termo de abertura, detectou que a Declaração de Trabalho do Projeto não continha a informação esperada.
Segundo o PMBOK 4a Edição, esse documento deve informar o(a)
(A) business case, a descrição do escopo do produto e o plano estratégico
(B) necessidade de negócios, a descrição inicial de requisitos e o plano estratégico
(C) necessidade de negócios, a descrição do escopo do produto e o plano estratégico
(D) identificação das partes interessadas, o business case e a descrição de escopo do produto
(E) identificação das partes interessadas, a descrição inicial de requisitos e a descrição do escopo do produto

23
O planejamento inicial para um projeto de desenvolvimento de software gerou a rede do cronograma apenas com a data
de início mais cedo da primeira atividade e término mais tarde da última atividade determinadas, conforme apresentado a
seguir.

Considerando o uso do Método do Caminho Crítico, analise as afirmativas abaixo.

I - A data mais cedo que o projeto pode terminar é no dia 141.


II - Caso a previsão para a fase de construção mude para 90 dias, a data limite para a fase de modelagem começar,
sem atrasar, é o dia 70.
III - A folga total na atividade de documentação é de 75 dias.

É correto APENAS o que se afirma em


(A) I
(B) II
(C) III
(D) I e II
(E) II e III

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24 27
a
De acordo com o PMBOK 4 Edição, o plano de gerencia- Na etapa de encerramento de um projeto, o gerente deve
mento do projeto é progressivamente desenvolvido ao longo analisar o plano de gerenciamento do projeto, as entre-
do projeto. gas aceitas e os ativos de processos organizacionais. Por
meio da opinião especializada, pode(m) ser produzida(s):
PORQUE
I - a transição de produto, serviço ou resultado final;
Atualizações no plano de gerenciamento de projeto po- II - as atualizações de ativos de processos organiza-
dem ser feitas no processo Realizar o Controle Integrado cionais;
de Mudanças. III - o registro da situação da configuração final.
O gerente deve produzir o que se apresenta em
Analisando-se as afirmações acima, conclui-se que
(A) I, apenas.
(A) as duas afirmações são verdadeiras, e a segunda
(B) III, apenas.
justifica a primeira.
(C) I e II, apenas.
(B) as duas afirmações são verdadeiras, e a segunda não
(D) II e III, apenas.
justifica a primeira.
(E) I, II e III.
(C) a primeira afirmação é verdadeira, e a segunda é falsa.
(D) a primeira afirmação é falsa, e a segunda é verdadeira.
(E) as duas afirmações são falsas.
28
O gerenciamento de projeto exige, para sua boa realiza-
ção, o conhecimento não só do processo de gerencia-
25
mento e suas atividades, mas também das ferramentas e
Em uma Estrutura Analítica de Projeto organizada por fa-
técnicas apropriadas para serem utilizadas em cada Pro-
ses, devem-se colocar as atividades mais complexas do
cesso. O PMBOK 4a Edição é um guia que fornece essa
projeto no nível mais detalhado (os pacotes de trabalho).
informação.
PORQUE Com base nesse guia, considere as ferramentas e técni-
Um pacote de trabalho pode ser agendado, ter seu custo cas listadas a seguir:
estimado, monitorado e controlado.
I - Análise da Variação
Analisando-se as afirmações acima, conclui-se que II - Decomposição
(A) as duas afirmações são verdadeiras, e a segunda jus- III - Entrevistas
tifica a primeira. IV - Oficinas
(B) as duas afirmações são verdadeiras, e a segunda não
justifica a primeira. Fazem parte do processo Coletar os Requisitos apenas
(C) a primeira afirmação é verdadeira, e a segunda é falsa. os que se apresentam em
(D) a primeira afirmação é falsa, e a segunda é verdadeira. (A) I e II
(E) as duas afirmações são falsas. (B) I e III
(C) I e IV
26 (D) II e IV
Segundo o PMBOK 4a Edição, durante o processo De- (E) III e IV
senvolver o cronograma, é necessário realizar a Análise
da Rede do Cronograma. Para isso, devem ser utilizadas 29
técnicas analíticas apropriadas que permitam gerar corre- Segundo o PMBOK 4a Edição, as estruturas organizacio-
tamente o cronograma do projeto. nais influenciam na forma como os projetos são executa-
A esse respeito, considere as seguintes técnicas analíticas: dos.
Nesse contexto, na estrutura organizacional
I - Método da cadeia crítica
(A) funcional, quem controla o orçamento é o gerente de
II - Análise do cenário e-se
projeto.
III - Nivelamento de recursos (B) matricial fraca, a autoridade do gerente de projeto é
de considerável a total.
É aplicável à Análise da Rede do Cronograma a técnica (C) matricial balanceada, o pessoal administrativo da ge-
mencionada em rência do projeto trabalha para o mesmo em tempo
(A) I, apenas. integral.
(B) III, apenas. (D) matricial forte, a disponibilidade de recurso é de mo-
(C) I e II, apenas. derada a alta.
(D) II e III, apenas. (E) projetizada, o papel de gerente de projeto é de dedica-
(E) I, II e III. ção parcial.

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30
Os resultados de um projeto podem requerer atualizações no planejamento. Essas alterações podem mudar durações,
produtividade, recursos e causar riscos imprevistos.
Quanto ao Grupo de processos de execução descrito no PMBOK 4a Edição, tem-se que
(A) Orientar e gerenciar a execução do projeto possui como entrada as métricas de qualidade.
(B) Mobilizar a equipe do projeto produz como uma de suas saídas o calendário dos recursos.
(C) Desenvolver a equipe do projeto possui como uma de suas entradas os fatores ambientais da empresa.
(D) Gerenciar a equipe do projeto inclui o processo de confirmação da disponibilidade de recursos humanos.
(E) Gerenciar as expectativas das partes interessadas inclui como uma de suas entradas os pedidos de mudança.

31
Um processo de negócio pode ser definido como um(a)
(A) algoritmo passo a passo para atingir um objetivo de negócio.
(B) programa de computador capaz de auxiliar a execução de uma atividade de negócio.
(C) empreendimento de duração determinada com objetivo de produzir um produto ou serviço.
(D) atividade atômica e indivisível que produz algumas saídas a partir de uma série de entradas.
(E) especificação não executável do método de trabalho de uma pessoa.

32

Analisando-se o esqueleto de modelo de processo descrito com a técnica EPC (ARIS) acima, verifica-se que, quanto ao
relacionamento entre eventos e funções,
(A) a função A define o início do processo.
(B) a função N indicará se R ou Q serão executados.
(C) as funções R e Q nunca ocorrem na mesma execução do processo.
(D) os eventos B e C nunca ocorrem na mesma execução do processo.
(E) os eventos P e N nunca ocorrem na mesma execução do processo.

33
“Se você não pode medir isso, você não pode gerenciá-lo.”
Peter Drucker

O sucesso de uma organização depende da capacidade de avaliação de seu desempenho, é o que nos afirma Drucker.
É necessário, no entanto, determinar os indicadores de desempenho apropriados para cada processo.
Um indicador importante do desempenho de processo é a Velocidade do Processo, que é definida pela razão entre
(A) o tempo para alterar o processo para atender um cliente e o tempo de produzir o produto.
(B) o tempo de atravessamento e o tempo de valor adicionado.
(C) a quantidade produzida e o tempo de atravessamento.
(D) a quantidade produzida e o tempo de produção.
(E) as quantidades de alterações no processo e o tempo de existência do processo.

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34 37
Entre as técnicas de controle e análise de dados de pro- Passo importante em qualquer projeto de BPM é fazer a
cesso, encontra-se o Balanced Scorecard (BSC), criado modelagem “as-is”.
por Robert Kaplan e David Norton.
Sobre essa técnica, analise as afirmações a seguir. PORQUE

O BSC disponibiliza aos gerentes e executivos um con-


junto de medidas financeiras e não financeiras que forne- Para garantir o sucesso do projeto dos novos métodos
cem uma visão mais ampla e balanceada do desempenho a implantar pelo BPM, os procedimentos vigentes devem
organizacional. ser ignorados.

PORQUE Analisando-se as afirmações acima, conclui-se que


(A) as duas afirmações são verdadeiras, e a segunda
As medidas financeiras guiam, indicam e avaliam o ca-
justifica a primeira.
minho que as companhias devem tomar para criar valor
futuro, enquanto as medidas não financeiras indicam a (B) as duas afirmações são verdadeiras, e a segunda não
história dos eventos passados. justifica a primeira.
(C) a primeira afirmação é verdadeira, e a segunda é falsa.
A esse respeito, conclui-se que (D) a primeira afirmação é falsa, e a segunda é verdadeira.
(A) as duas afirmações são verdadeiras, e a segunda (E) as duas afirmações são falsas.
justifica a primeira.
(B) as duas afirmações são verdadeiras, e a segunda não 38
justifica a primeira.
Entre as principais características dos processos de ne-
(C) a primeira afirmação é verdadeira, e a segunda é falsa.
(D) a primeira afirmação é falsa, e a segunda é verdadeira. gócio, está o fato de que
(E) as duas afirmações são falsas. (A) podem ocorrer em qualquer tempo, bastando que um
gatilho os dispare.
35 (B) devem produzir um produto único.
Medindo alguns indicadores de um processo, um consul- (C) devem considerar a elaboração progressiva das eta-
tor descobriu os seguintes dados: pas, sem execução simultânea.
(D) devem possuir documentação intensiva.
I - A cada 100 horas planejadas de produção, apenas
92 horas são realmente usadas em atividades pro- (E) devem ser temporários dentro da organização.
dutivas, sendo as 8 horas restantes não produtivas.
II - A cada 100 produtos entregues, 12 são devolvidos 39
pelo cliente por não estarem de acordo com os re- A gestão de processos de negócio (BPM) exige um mé-
quisitos acordados. todo sistemático e confiável de análise do impacto dos
processos de negócio e de introdução de inovações.
Usando unicamente esses dados, o consultor então con-
cluiu que a eficácia e a eficiência do processo são, respec-
tivamente, PORQUE
(A) 12% e 8%
(B) 88% e 8% O gerenciamento de um portfólio de processos de negó-
(C) 88% e 92% cios, entre outros, analisa requisitos do cliente.
(D) 92% e 12%
(E) 92% e 88% Analisando-se as afirmativas acima, conclui-se que
(A) as duas afirmações são verdadeiras, e a segunda
36
justifica a primeira.
A inovação (reengenharia) em processos consiste em
quatro passos principais, entre os quais NÃO se encontra (B) as duas afirmações são verdadeiras, e a segunda não
justifica a primeira.
(A) simulação do processo
(B) análise do cenário em alto nível (C) a primeira afirmação é verdadeira, e a segunda é falsa.
(C) uso da Teoria do Um (D) a primeira afirmação é falsa, e a segunda é verdadeira.
(D) benchmark do processo (E) as duas afirmações são falsas.
(E) modelagem do processo

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40 BLOCO 2
As técnicas e metodologias criadas para modelar proces-
sos podem ter seu uso relacionado com perspectivas, 41
cada uma com um foco específico. Em Projeto de Interfaces de Software, estilos de interação
Associe as perspectivas com os focos relacionados a se- são as formas por meio das quais os usuários se comuni-
guir. cam ou interagem com os sistemas computacionais.
I - Atividades P - Perspectiva funcional Dentre as formas abaixo, qual NÃO representa um estilo
II - Responsabilidades, Q - Perspectiva comporta- de interação de uma interface de software?
dependências e au- mental (A) Linguagem de Comandos
toridade R - Perspectiva informacio- (B) Linguagem Natural
III - Sequência dos esta- nal (C) Linguagem Polimórfica
dos de atividades e S - Perspectiva organiza- (D) WIMP (Windows, Icons, Menus, and Pointers)
objetos cional (E) WYSIWYG (What You See Is What You Get)

As associações corretas são: 42


(A) I – P , II – Q , III – R Em Arquiteturas Orientadas a Serviços, os barramentos
(B) I – P , II – S , III – Q de serviços corporativos (ESB - Enterprise Service Bus)
(C) I – Q , II – R , III – P viabilizam a infraestrutura que permite usar os serviços
(D) I – R , II – S , III – Q em ambientes distribuídos.
(E) I – S , II – P , III – R
Entretanto, os ESB possuem características técnicas e
conceituais que os distinguem, e, em função dessas dife-
renças, podem ser categorizados.
Associe os tipos de conexão com suas possíveis imple-
mentações.

I – API P – Chamada de serviço indireta


II – Interceptores ponto a ponto, onde o ponto
III – Mediadores final físico é substituído por
um balanceador de carga.
Q – O ESB define um protocolo,
utilizado para troca de men-
O

sagens entre fornecedores e


H

consumidores.
N

R – O ESB define as interfaces


U

específicas das plataformas, e


C

fornecedores e consumidores
S

as utilizam para implementa-


A

ções e chamadas de serviços.


R

S – Comunicação onde o consu-


midor identifica o serviço ofe-
recido através de um nome
simbólico, interpretado pelo
ESB para encontrar um forne-
cedor apropriado.
As associações corretas são:
(A) I–P , II – Q , III – R
(B) I–Q , II – S , III – P
(C) I–R , II – P , III – S
(D) I–R , II – S , III – P
(E) I–S , II – R , III – Q

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43 45
Há sistemas de informação para atender especificamente A utilização das tecnologias de serviços Internet, tais como,
à área de recursos humanos. WWW e o protocolo HTTP, fomentou o aparecimento de
Associe os níveis organizacionais às macrodescrições soluções corporativas como as intranets e extranets.
dos sistemas correspondentes. Sobre essas tecnologias, tem-se que
Nível Macrodescrição (A) as intranets permitem a comunicação entre os colabo-
I - Operacional P - Facilita o balanceamento de re- radores da empresa, viabilizando o compartilhamento
II - Gerencial cursos de produção. de arquivo e a troca de mensagens eletrônicas, utili-
III - Estratégico Q - Acompanha o treinamento e o zando servidores POP3 e IEEE 802.3G, com chave
desempenho do funcionário. reversa.
R - Projeta necessidades futuras (B) as intranets permitem que colaboradores da empresa
de mão de obra qualificada. acessem seu conteúdo através de uma rede segura
S - Monitora salários e benefícios. com aplicativos que implementem o protocolo SSH
fora do ambiente corporativo, por meio de validação
As associações corretas são:
com login e senha.
(A) I - P , II - S , III - Q (C) o custo de implantação de uma extranet frequente-
(B) I - Q , II - R , III - P
mente é bem maior do que a implementação de uma
(C) I - Q , II - S , III - R
rede de valor agregado (VAN), tendo em vista que a
(D) I - R , II - Q , III - S
(E) I - S , II - P , III - R primeira opção demanda a utilização de redes VPN
(virtual private network).
44 (D) uma diferença técnica marcante entre a implementa-
Os Sistemas de Informação, já há algum tempo, se bene- ção de intranets e extranets está no fato de a primeira
ficiam de ferramentas de troca eletrônica de documentos, utilizar o protocolo ARP3, com navegadores padrão
utilizando um padrão de comunicação chamado Intercâm- IEEE 802.3G, e a segunda, o protocolo TCP/IP.
bio Eletrônico de Dados (EDI – Electronic Data Interchange). (E) uma extranet é uma rede corporativa privada que uti-
Nesse contexto, um cenário que NÃO integra essa abor- liza a tecnologia de internet e o sistema público de te-
dagem é que lecomunicações para compartilhar, de forma segura,
(A) a implementação de sistemas EDI tradicionais exigia, parte das informações e operações de uma empresa
antes do surgimento da Internet, a utilização de uma com parceiros de negócio.
rede de valor agregado (VAN – Value Added Network),
que possui um custo alto para ser disponibilizada, o
46
que limitou a popularização de seu uso.
(B) a utilização da tecnologia Web para sistemas EDI ain- Em data warehouses, medidas servem para quantificar os
da se revela como uma lacuna devido às questões re- dados dos fatos que compõem a sua base de dados.
lativas à segurança, confiabilidade e disponibilidade,
além de inviabilizar a implantação de funções adicio- Considere a tabela de dados abaixo.
nais, tais como, colaboração e fluxo de trabalho.
(C) os documentos rotineiros, como, por exemplo, os pe- Utilização
didos de compra, são trocados automaticamente por
parceiros de negócio, diminuindo em muito a possibi- Recurso Junho Julho Agosto Percentual
lidade de erros, reduzindo o tempo de ciclo da opera- trimestral
ção e promovendo parcerias estratégicas. Roldana 3 11 2 19,05%
(D) um dos importantes componentes de um EDI é o seu Broca 15 1 10 30,95%
tradutor, que converte dados em um formato padrão
antes de eles serem transmitidos; em seguida, o Cunha 9 8 0 50,00%
formulário padrão é convertido nos dados originais,
viabilizando a troca dos documentos. Das medidas apresentadas, quantas delas podem ser
(E) um dos requisitos para a implantação dos EDI tradi- consideradas não aditivas?
cionais é a necessidade de que os parceiros de ne- (A) 0
gócio que implantarão essa abordagem de troca de (B) 3
documentos utilizem padrões de formatação de dados (C) 4
compatíveis, como, por exemplo, o ANSI X.12. (D) 9
(E) 12

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47 49
A área de armazenamento temporário (ODS – Staging Ferramentas OLAP (On-Line Analytical Processing) per-
Area) é um componente indispensável em um data mitem aos seus usuários analisar tendências em bases
warehouse, e sua utilização é uma decisão de projeto. de dados transacionais. Para implementá-las, diversas
tecnologias com características diversas estão à disposi-
ção dos analistas.
PORQUE
Sendo assim, associe as tecnologias utilizadas em ferra-
A área de armazenamento dinâmico de dados (DDS mentas OLAP, listadas abaixo, às suas respectivas carac-
terísticas.
– Dynamic Data Storage) consiste em um espaço de
armazenamento volátil onde informações correntes de I – MOLAP P – Permitem acesso a bases de dados
dados são armazenados antes de serem carregadas para II – HOLAP armazenados em estruturas multi-
o data warehouse. III – ROLAP dimensionais apenas.
Q – Evitam problemas de escalabilida-
de, tendo em vista que os dados
Analisando-se as afirmações acima, conclui-se que estão armazenados em computa-
(A) as duas afirmações são verdadeiras, e a segunda jus- dores pessoais.
tifica a primeira. R – Constroem bases multidimensio-
(B) as duas afirmações são verdadeiras, e a segunda não nais em sistemas de bancos de da-
justifica a primeira. dos relacionais.
(C) a primeira afirmação é verdadeira, e a segunda é falsa. S – Permitem acesso tanto a bases re-
(D) a primeira afirmação é falsa, e a segunda é verdadeira. lacionais quanto multidimensionais.
(E) as duas afirmações são falsas. Estão corretas as associações:
(A) I – P , II – R , III – Q
48 (B) I – P , II – S , III – R
Um dos grandes desafios na construção de bases de (C) I – R , II – S , III – Q
dados de data warehouses reside na qualidade dos (D) I – S , II – P , III – Q
seus dados. Como esses dados que servem de matéria- (E) I – S , II – R , III – P
-prima para esses repositórios de dados podem ter as
mais diversas procedências, vários tipos de problemas 50
A verificação de software é um processo mais abrangente
precisam ser resolvidos.
que o processo de validação de software.
Um exemplo da situação acima descrita encontra-se no PORQUE
fato de que os
O objetivo da validação é assegurar que o sistema atenda
(A) campos numéricos das bases de dados de origem po- às expectativas do cliente, enquanto que a verificação en-
dem conter dados que não pertençam ao domínio de volve testes de correção do produto.
valores do atributo, por problemas relativos ao ende-
reçamento dos cálculos efetuados pela ferramenta de Analisando-se as afirmações acima, conclui-se que
extração, transformação e carga. (A) as duas afirmações são verdadeiras, e a segunda jus-
(B) campos que armazenam datas precisam fazer menção tifica a primeira.
à latitude e à longitude onde se encontra a base de (B) as duas afirmações são verdadeiras, e a segunda não
dados do data warehouse, sob pena de comprometer justifica a primeira.
o processo de construção de eventuais datamarts em (C) a primeira afirmação é verdadeira, e a segunda é falsa.
(D) a primeira afirmação é falsa, e a segunda é verdadeira.
momentos posteriores.
(E) as duas afirmações são falsas.
(C) dados que representam medidas que ocorrem em di-
versas fontes de dados, como um atributo que arma- 51
zene medições de temperatura de diversas regiões, Em um projeto de software orientado a objetos, surgiu a ne-
podem, em algumas bases, se encontrar incompletos, cessidade de modelar um certo comportamento alternativo
necessitando tratamento. com base no tipo específico de uma determinada entidade.
(D) atributos categóricos, tais como, sexo ou categoria Procedimento similar foi desenvolvido no passado, usando
funcional, necessitam, na integração, ser convertidos lógica condicional através dos comandos se – então – se-
em valores numéricos, pois ferramentas OLAP pos- não em uma linguagem de programação estruturada.
suem limitações quanto ao tratamento de valores de Qual recurso o programador deverá utilizar para solucio-
atributos discretos. nar a questão nesse novo projeto?
(E) identificadores, tais como, atributos-chave de tabelas, (A) Agregação
podem, no processo de integração, conter valores (B) Classes Abstratas
de chaves primárias inválidas de outras tabelas, (C) Encapsulamento
indicando problemas de integridade referencial e de (D) Polimorfismo
unicidade. (E) Composição

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52 55
No contexto de qualidade de software e métricas de
software, coesão e acoplamento são medidas
(A) intramodulares, sendo a primeira inversamente pro-
porcional, e a segunda proporcional à qualidade.
O esboço de diagrama de classes ilustrado na figura, (B) intramodulares e diretamente proporcionais à qualidade.
usando a notação proposta pela linguagem UML, apre- (C) intramodular e intermodular, respectivamente, sendo
senta duas classes C1 e C2, relacionadas por a primeira proporcional, e a segunda inversamente
proporcional à qualidade.
(A) agregação – todo-parte – destruição de um objeto
(D) intermodulares e diretamente proporcionais à qualidade.
todo implica necessariamente a destruição do objeto
(E) intermodular e intramodular, respectivamente, sendo
parte.
a primeira proporcional, e a segunda inversamente
(B) agregação – todo-parte – destruição de um objeto
proporcional à qualidade.
todo não implica necessariamente a destruição do ob-
jeto parte.
(C) agregação – generalização-especialização – destrui-
ção de um objeto mais geral não implica necessaria-
mente a destruição de um objeto mais específico.
(D) composição – generalização-especialização – des-
truição de um objeto mais geral implica necessaria-
mente a destruição de um objeto mais específico.
(E) composição – todo-parte – destruição de um objeto
todo implica necessariamente a destruição do objeto
parte.

53
Entre os requisitos que devem ser levantados na constru-
ção de um data warehouse se inclui a latência de dados,
que descreve a(o)

O
(A) rapidez de entrega dos dados ao usuário final

H
(B) rapidez da carga inicial do data warehouse
(C) rapidez da perda de validade do dado N
U
(D) tempo total de uma consulta
C

(E) tempo entre consultas do usuário


S

54
A
R

O esboço de diagrama de classes ilustrado na figura,


usando a notação proposta pela linguagem UML, apre-
senta duas classes C1 e C2 e dois pacotes p1 e p2.
Quais atributos de instância podem ser manipulados por
métodos definidos na classe C2?
(A) w, y e z, apenas.
(B) x, y e z, apenas.
(C) w e y, apenas.
(D) w, apenas.
(E) y, apenas.

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BLOCO 3
56
Um banco de dados é construído segundo as definições abaixo apresentadas.

create table T1 (a integer, b integer);


create table T2 (b integer);

A consulta a seguir

select distinct a from T1 y


where not exists( select 1 from T2 where not exists
( select 1 from T1 x where y.a = x.a and T2.b = x.b) )

implementa qual operação da álgebra relacional entre as relações T1 e T2?


(A) Divisão
(B) Interseção
(C) Junção cruzada (CROSS JOIN)
(D) Junção externa completa (FULL OUTER JOIN)
(E) Junção natural (NATURAL JOIN)

57
No modelo relacional, chaves candidatas desempenham um papel importante, pois se referem a atributos que identificam
de forma única as tuplas de uma relação.
Sendo assim, chaves candidatas apresentam como característica
(A) demandarem a sua implementação através de uma trigger.
(B) demandarem a implantação de restrição de entidade, tendo em vista serem atributos não identificadores.
(C) possuírem campos que são chamados cada um de atributos primários.
(D) serem criadas com a imposição de uma restrição de integridade do tipo CHECK.
(E) serem superchaves mínimas, por essa razão, compostas por apenas um atributo.

58
Um DBA executou os seguintes comandos em um sistema gerenciador de bancos de dados relacional, onde se encontra
uma base de dados com duas tabelas, TAB1 e TAB2:
GRANT SELECT, UPDATE ON TAB1, TAB2 TO U1, U2 WITH GRANT OPTION
GRANT DELETE, INSERT ON TAB2 TO U2, U3

A seguir, o seguinte comando foi executado pelo usuário U2:


GRANT UPDATE ON TAB2 TO U3

Depois, o DBA executou o comando


REVOKE SELECT, UPDATE ON TAB2 FROM U2

Um cenário válido, após a execução dos comandos acima, é aquele onde o usuário
(A) U1 possuirá direito de leitura e inserção na tabela TAB1
(B) U1 possuirá direito de remoção e atualização na tabela TAB2
(C) U2 possuirá direito de leitura e inserção na tabela TAB1
(D) U3 possuirá direito de remoção e seleção na tabela TAB1
(E) U3 possuirá direito de remoção e inserção na tabela TAB2

59
O principal uso da internet (www) é o acesso interativo a documentos e aplicações, na maioria dos casos, acessados por
pessoas. Entretanto, cresce significantemente o uso dessa arquitetura para comunicação e interoperabilidade através
do web-service. Em geral, os web-services oferecem serviços para sua descoberta e para sua descrição, representados,
respectivamente, por
(A) SOAP e WSDL
(B) UDDI e SOAP
(C) UDDI e WSDL
(D) URI e SOAP
(E) URI e WSDL

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60 63
Qual é a arquitetura de software muito utilizada para de- No cálculo proposicional, dada a fórmula
senvolvimento de aplicação web, onde a lógica da apli- (P Q) ( P Q), exatamente em quantas valo-
cação é implementada em uma camada separada da in- rações do par (P, Q) essa proposição assume o valor
verdade?
terface do usuário (entrada de dados e apresentação) e
onde a comunicação entre as camadas se dá através de (A) 0
(B) 1
uma camada controladora?
(C) 2
(A) Arquitetura 3 camadas: cliente magro, servidor de (D) 3
aplicação e banco de dados (E) 4
(B) Arquitetura Cliente / Servidor: cliente gordo e banco
de dados 64
(C) Arquitetura de comunicação multicamadas A seção Segurança em Recursos Humanos da Norma
(D) Arquitetura MVC NBR/ISO 27002 preconiza ações mesmo antes da con-
(E) Arquitetura SOA tratação de funcionários. O objetivo declarado é “As-
segurar que os funcionários, fornecedores e terceiros
entendam suas responsabilidades e estejam de acordo
61 com os seus papéis, e reduzir o risco de roubo, fraude
É conveniente o uso de técnicas de criptografia para pro- ou mau uso de recursos.”
teger a confidencialidade, a integridade e a autenticidade
Para isso, essa norma diz ser conveniente que
das informações.
(A) a direção reconheça, antecipadamente, como de sua
PORQUE exclusiva responsabilidade, a segurança sobre a pro-
Técnicas de chaves públicas proporcionam método segu- teção dos ativos de informação contra acesso não au-
ro de autenticação. torizado, divulgação, modificação, destruição ou inter-
ferência.
Analisando-se as afirmações acima à luz da NBR/ISO 27002, (B) a divulgação das regras de manipulação de informa-
conclui-se que ções sensíveis seja restrita aos candidatos a cargos
(A) as duas afirmações são verdadeiras, e a segunda jus- de chefia e a fornecedores que possam vir a utilizá-
tifica a primeira. -las.
(B) as duas afirmações são verdadeiras, e a segunda não (C) as responsabilidades pela segurança da informação
sejam atribuídas antes da contratação, de forma
justifica a primeira.
adequada, nas descrições de cargos e nos termos e
(C) a primeira afirmação é verdadeira, e a segunda é falsa.
condições de contratação.
(D) a primeira afirmação é falsa, e a segunda é verdadeira. (D) todos os candidatos a funcionários, fornecedores e
(E) as duas afirmações são falsas. terceiros, usuários dos recursos de processamento
da informação, assinem acordos de não exploração
62 do conhecimento das fragilidades institucionais fren-
As NBR/ISO 27002 prescrevem que, para identificar os te às ameaças à segurança da informação.
requisitos para os acordos de confidencialidade ou de não (E) todos os funcionários, fornecedores e terceiros que
divulgação, convém considerar diversos elementos, entre tenham acesso a informações sensíveis assinem
os quais NÃO consta(m) um termo de confidencialidade ou de não divulgação
imediatamente após ser-lhes dado o acesso aos re-
(A) tempo de duração esperado de um acordo, incluin-
cursos de processamento da informação.
do situações onde a confidencialidade tenha que ser
mantida. 65
(B) proprietário da informação, de segredos comerciais e A proposição “se o freio da bicicleta falhou, então não
de propriedade intelectual, e como isso se relaciona houve manutenção” é equivalente à proposição
com a proteção da informação confidencial. (A) o freio da bicicleta falhou e não houve manutenção.
(C) penalidades previstas para o infrator das cláusulas (B) o freio da bicicleta falhou ou não houve manutenção.
acordadas. (C) o freio da bicicleta não falhou ou não houve manuten-
(D) ações requeridas de ambas as partes para homologar ção.
a rescisão de contratos. (D) se não houve manutenção, então o freio da bicicleta
(E) termos para a informação ser retornada ou destruída falhou.
quando da suspensão do acordo. (E) se não houve manutenção, então o freio da bicicleta
não falhou.

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66 69
Considere as cláusulas C1 e C2, representadas, respec- Considere as sentenças da lógica de primeira ordem a
seguir.
tivamente, pelos conjuntos { A(x),B(x)} e { A(g(y)),B(y)}.
Um resolvente dessas cláusulas é I -
(A) {B(x), B(y)} II -
(B) {B(g(y)), B(y)} III -
(C) { A(x), A(g(x))}
(D) { A(x), A(g(x)), B(x)} São insatisfatíveis APENAS as sentenças apresentadas
(E) { A(x), B(x), A(g(y)), B(y)} em
(A) I
(B) II
67
(C) III
Considere as proposições a seguir.
(D) I e II
I - (E) II e III

II - 70
III -
A figura abaixo representa uma árvore B em que as letras
IV - correspondem às chaves atualmente armazenadas em
cada nó.
São tautologias as proposições apresentadas em
(A) I e IV, apenas.
(B) II e III, apenas.
(C) I, II e III, apenas.
(D) II, III e IV, apenas.
(E) I, II, III e IV.

68 Considere que a cada nó está associado um identifica-


Após a inserção de um nó, é necessário verificar cada um dor, um número no conjunto {1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8, 9, 10}.
dos nós ancestrais desse nó inserido, relativamente à con- O identificador de cada nó foi definido, durante a varredu-
sistência com as regras estruturais de uma árvore AVL. ra da árvore, para imprimir suas chaves em ordem lexico-
gráfica crescente. Durante essa varredura, quando um nó
era acessado pela primeira vez para imprimir uma de suas
PORQUE chaves, ele era associado ao seu identificador. Como re-
sultado, o nó que contém a primeira chave impressa, du-
rante a varredura, possui identificador igual a 1, e assim
O fator de balanceamento de cada nó, em uma ár-
por diante, de tal forma que o nó que contém as últimas
vore AVL, deve pertencer ao conjunto formado por
chaves impressas possui identificador igual a 10.
{−2, −1, 0, +1, +2}.
Após a varredura para essa impressão, houve uma busca
Analisando-se as afirmações acima, conclui-se que na árvore pela letra R.
(A) as duas afirmações são verdadeiras, e a segunda jus- Considerando-se a numeração de nós definida por aquela
varredura, qual a sequência de nós examinada na busca
tifica a primeira.
por R?
(B) as duas afirmações são verdadeiras, e a segunda não
(A) 3, 6, 8
justifica a primeira. (B) 4, 2, 6
(C) a primeira afirmação é verdadeira, e a segunda é falsa. (C) 4, 9, 7
(D) a primeira afirmação é falsa, e a segunda é verdadeira. (D) 5, 3, 9
(E) as duas afirmações são falsas. (E) 5, 7, 8

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