Sistema Nacional de Intervenção Precoce na Infância
4ª Sessão
Intervenção Precoce na Infância
Papel do profissional – Criação de condições adequadas ao
desenvolvimento infantil
A organização do SNIPI, referida no Decreto-lei 281/2009, prevê uma
prestação de serviços com articulação efetiva das estruturas locais do
Ministério da Educação, da Saúde e da Segurança Social, para os quais
define competências específicas dos profissionais a envolver. Esta
legislação previa um período de transição até final de 2010, sendo
portanto provável que, durante algum tempo, tivéssemos no nosso país,
maneiras diferentes de operacionalizar a Intervenção Precoce.
Intervenção Precoce na Infância
Papel do profissional – Criação de condições adequadas ao
desenvolvimento infantil
No entanto, mantendo-se as especificidades das diversas comunidades e
rentabilizando os recursos já existentes, é desejável que estas diferenças
organizativas sejam progressivamente esbatidas e que, no território
nacional, quer as famílias com filhos até aos 6 anos quer os diferentes
profissionais que com elas contactam, saibam como podem aceder aos
serviços de IPI.
Intervenção Precoce na Infância
Papel do profissional – Criação de condições adequadas ao
desenvolvimento infantil
Embora a maioria das famílias tenham chegado à equipa sinalizadas por
estruturas educativas, à luz da nova legislação a sinalização e
acionamento do processo é da competência dos serviços de saúde:
“Ao Ministério da Saúde compete:
• Assegurar a deteção, sinalização e acionamento do processo de IPI;
• Encaminhar as crianças para consultas ou centros de
desenvolvimento, para efeitos de diagnóstico e orientação
especializada…”
(Dec-Lei 281/2009)
Intervenção Precoce na Infância
Papel da família e da comunidade – Intervenção centrada na
família
Nos 2 a 3 primeiros anos de vida, os cuidadores e parentes próximos são
as pessoas sempre presentes e mais constantes na vida das crianças.
Assim, eles são os principais cuidadores, mas, para oferecer cuidados de
criação, as famílias, em todas as suas formas, necessitam de apoio. Além
da mãe, a participação do pai é vantajosa para a mãe, a criança pequena e
a família mais ampla. essencial colocar as famílias no centro dos
cuidados de criação de crianças pequenas.