1.
local raso de um rio, mar, lagoa, por
onde se pode passar a pé ou a
cavalo.
• É sabido que o filho mais velho (via de Regra) herdava o direito de
primogenitura, que incluía:
a) As responsabilidades pelo sustento e manutenção da casa e da
família na ausência do Patriarca. O primogênito herdava não só
as responsabilidades, mas as posses.
b) E, por ser quem se tornaria o “chefe” de família, o filho mais
velho tinha direito a porções dobradas de alimentos e cuidados,
c) e ao final da vida do patriarca, ele receberia deste a invocação
das bençãos de Deus. Em se tratando de descendentes de
Abraão, os primogênitos, receberiam diretamente as bênçãos
ministradas por Deus ao patriarca Abraão (Gn 12.2,3 e 26.24).
os fins não justificam os meios!! Embora o Senhor já havia predito
que o maior serviria o menor (Gn 25.23/ Rm 9.12), em nenhum
momento Deus isentou Jacó das consequências de seus atos, pois “o
que o homem plantar, isto ceifará” (Gl 6.7); ainda que Deus para, no
final, cumprir todos os seus objetivos (Jó 42.2).
Ao passar o vau de Jaboque, o “suplantador/trapaceiro/enganador seria confrontado
(literalmente). Não voltaria para casa da mesma maneira. Era necessário ser transformado; era
necessário deixar o velho caráter para trás. Além disto, temia, e muito, encontrar Esaú (Gn
32.7). Por isso, Jacó envia presentes para seu irmão antes de se encontrá-lo. Quem poderia
aplacar a IRA de Esaú, senão o Senhor? Jacó bem sabia disto (versículos 9-12).
Naquela madrugada (versículo 22) Jacó não dorme de tanta ansiedade e aflição. E ao se
encontrar com aquele homem (Anjo), reconhecendo nele o próprio Deus; não perde a
oportunidade.
A Bíblia não relata explicitamente, mas, podemos compreender que Deus deixa-se vencer. Ta aí
algo, “disse” Deus, pelo qual valeria à pena deixar-se ser vencido… Pela transformação do
caráter, pelo perdão!! E isto é um “segredo” divino… se a causa for tão nobre como a
transformação de uma vida ou como o perdão; vale a pena deixar-se ser vencido pela causa.
Ao ter certeza da resposta positiva de sua petição (a reconciliação/perdão de Esaú), Jacó sai
transformado e declara com seus próprios lábios: “Tenho visto a Deus face a face, e a minha
alma foi SALVA” (verso 30).
Já não seria conhecido mais como enganador/trapaceiro, mas Israel – Príncipe de Deus. Ao
encontrar-se com o irmão, temos um grande exemplo, uma grande lição: O perdão! Esaú não só
perdoou em seu coração, mas, ajoelhou, abraçou, beijou e chorou ao encontrar o irmão, agora
ISRAEL.
Israel é derivado do hebraico Yishra’el, cuja
composição é realizada a partir da soma
dos vocábulos yishra, que pode ser
traduzido como “lutador” ou “príncipe”, e El,
cuja principal acepção é “Deus”.
O Vau de Jaboque representou um ponto culminante no
crescimento espiritual de Jacó:
a) Ele experimentou perseverar (persistir, esforçar-se) e
vencer sem precisar de trapaças ou enganações. Nada
requer mais vigor e esforço incessante do que lutar. e
preferiria que todos os seus ossos fossem deslocados a
ter de partir sem uma bênção – há muita gente
“vencendo na vida”, sendo bem-sucedido por meio de
mecanismos falsos, enganadores, frutos de corações
corruptos e cheios de engano – mas a bíblia diz ......
b) Ele viu que a sua própria força era inútil, e
humildemente, suplicou a ajuda de Deus;
c) aa
Oséias 12:
3 - No ventre, pegou do calcanhar de seu irmão; no vigor da sua idade, lutou com
Deus;
4 - lutou com o anjo e prevaleceu; chorou e lhe pediu mercê; em Betel, achou a
Deus, e ali falou Deus conosco.
Teofania é uma manifestação de Deus na Bíblia que é tangível aos sentidos
humanos. Em seu sentido mais restritivo, é uma aparência visível de Deus no
período do Antigo Testamento, muitas vezes, mas não sempre, em forma humana.
1. A antropopatismo é a atribuição de sentimentos humanos a Deus e seres que não são
humanos.
2. O antropomorfismo confere à Deus e objetos atributos e atos humanos, é a atribuição
de caráter e formas humanas a quem não é humano.