TEOLOGIA SISTEMÁTICA II PNEUMATOLOGIA
BISPO ABNER FERREIRA
COORDENAÇÃO: EDSON TAKASHI OGASSAWARA
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TEOLOGIA SISTEMÁTICA II
COORDENAÇÃO EDSON TAKASHI OGASSAWARA
7ª AULA
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PLANO AULA
1ª AULA
INTRODUÇÃO
2ª AULA
CAPÍTULO I -PNEUMATOLOGIA
3ª AULA
CAPÍTULO II – O ESPÍRITO NO VELHO
TESTAMENTO
4ª AULA
CAPÍTULO III – O ESPÍRITO EM CRISTO
5ª AULA
CAPÍTULO IV – O ESPÍRITIO SANTO NA
EXPERIÊNCIA HUMANA
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PLANO AULA
6ª AULA
CAPÍTULO V – OS DONS DO ESPÍRITO SANTO
7ª AULA
CAPÍTULO VI – O ESPÍRITO SANTO NA IGREJA
8ª AULA
AVALIAÇÃO
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TEOLOGIA SISTEMÁTICA II
Coordenação Edson Takashi Ogassawara
CAPÍTULO VI
O ESPÍRITO
SANTO NA IGREJA
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TEOLOGIA SISTEMÁTICA II – PNEUMATOLOGIA
O ESPÍRITO EM CRISTO
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I. O Advento do Espírito
II. O Ministério do Espírito
III. A Ascensão do Espírito
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O ESPÍRITO SANTO NA IGREJA
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I. O ADVENTO DO ESPÍRITO
O Salvador existia antes de Sua encarnação e continuou a existir
depois de Sua Ascensão.
No período intermediário exerceu Sua missão “temporal” ou
dispensacional”, para cumprir veio ao mundo e havendo efetuado,
voltou ao Pai.
Da mesma maneira o Espírito veio ao mundo em um tempo
determinado, para uma missão definida e partirá quando Sua
missão tiver sido cumprida.
Nas escrituradas encontramos três dispensações gerais,
correspondente as Três Pessoas da Divindade.
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O ESPÍRITO SANTO NA IGREJA
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1. O Velho testamento é a dispensação do Pai
2. O ministério terrestre de Cristo é a dispensação do Filho
3. A época entre a ascensão de Cristo e sua segunda Vinda é a
dispensação do Espírito.
Depois da vinda de Cristo realizará um outro ministério
dispensacional. O nome característico do Espírito durante esta
dispensação será: o “Espírito de Cristo”
A Trindade coopera na plena manifestação de Deus durante essas
dispensações. Cada um exerce um ministério terreno:
O Pai desceu no Sinai
O Filho desce na encarnação
O Espírito desceu no Dia de Pentecostes.
O Pai recomendou o Filho ( Mt 3.17)
O filho recomendou o Espírito ( Ap 2.11) 8
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O Espírito testifica o filho (Jo 15.26)
Assim o eterno Filho encarnou-se em corpo humano no Seu
nascimento
Assim também o Espírito eterno encarnou na Igreja que é seu
corpo, isto ocorreu no dia do Pentecostes “nascimento do Espírito”
a) O nascimento da Igreja.
“ E, cumprindo-se o dia de Pentecostes”. A páscoa é um tipo da
morte de Cristo, o cordeiro de Deus, cujo sangue nos protege do
juízo de Deus.
Cristo foi o primeiro a ser segado
No dia de Pentecostes, dois pães (os primeiros pães feitos da nova
colheita de trigo) eram movidos perante Deus.
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O Seguinte é o significado típico:Os cento e vinte no cenáculo
eram as primícias da Igreja Cristã, oferecidas perante o Senhor
pelo Espírito Santo, cinquenta dias depois da ressurreição de
Cristo. Era o primogênito dos milhares e milhares de igrejas que
desde então tem sido estabelecidas durante os últimos dezenove
séculos.
b) A Evidência da Glorificação de Cristo.
A descida do Espírito Santo foi um “telegrama” sobrenatural, por
assim, dizer, anunciando a chegada de Cristo à destra do Pai (Atos
2.23)
Os discípulos sabiam que Jesus havia subido, porque Ele lhes
respondeu pelo “som do céu”.
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O ESPÍRITO SANTO NA IGREJA
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b) A Evidência da Glorificação de Cristo.
A descida do Espírito Santo foi um “telegrama” sobrenatural, por
assim, dizer, anunciando a chegada de Cristo à destra do Pai (Atos
2.23)
Os discípulos sabiam que Jesus havia subido, porque Ele lhes
respondeu pelo “som do céu”.
c) A consumação da obra de Cristo.
O êxodo não se completou senão cinquenta dias mais tarde,
quando, no Sinai, Israel foi organizado como povo de Deus.
Da mesma maneira o benefício da expiação não foi consumado, no
sentido pleno, até ao dia do Pentecostes, quando o derramamento
do Espírito Santo foi um sinal de que o sacrifício de Cristo foi aceito
no céu.
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d) A Unção da Igreja.
Assim como o batismo do Senhor havia sido seguido por Seu
ministério na Galiléia, assim também o batismo da Igreja havia sido
um preparatório para ministério mundial. Um ministério simples de
testemunho, mas levado pelo poder do Espírito de Deus.
e) A Morada do Espírito da Igreja.
Depois da organização de Israel no Sinai, Jeová desceu para
morar no meio deles, sendo sua presença localizada no
tabernáculo.
No dia do Pentecoste o Espírito Santo desceu para morar na Igreja
como um templo.
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f) O Príncipio de uma Nova Dispensação.
O derramamento pentecostal não foi meramente uma exposição
miraculosa de poder com a intenção de despertar a atenção e
convidar a que se inquirisse acerca da nova fé.
A nova dispensação foi avento do Espírito, assim como a
encarnação foi advento do Filho.
Deus enviou seu Filho, e quando a missão do Filho havia sido
cumprida, Ele enviou o Espírito do Seu Filho a continuar a oba sob
novas condições.
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II. O MINISTÉRIO DO ESPÍRITO
O Espírito Santo é o representante de Cristo a quem está entregue
toda a administração da Igreja até a volta de Jesus. Cristo sentou-
se no Céu onde Deus “sobre todas a coisas O constituiu como
cabeça da Igreja”
O propósito final do Consolador é o aperfeiçoamento do corpo de
Cristo.
A direção do Espírito é reconhecida nos seguinte aspectos da vida
da Igreja:
a) Administração. At 8.29; 10.19-44; 13.2-4. Os grandes movimentos
missionários da Igreja Primitiva foram ordenados e aprovados pelo
Espírito.
Rm 15.18-19; Paulo estava consciente de que todo seu ministério
era inspirado pelo Espírito. 14
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Atos 16.6-7; Em todas suas viagens ele reconhecia a direção do
Espírito.
Atos 6-3; O Espírito guiou a igreja em sua organização
b) Pregação. Os cristão primitivos estavam acostumados a ouvir o
Evangelho pregado “pelo Espírito Santo enviado do céu” ( I Pe
1.12), o qual recebiam “ com gozo do Espírito Santo. I Ts 1.6
“porque nosso Evangelho não foi a vós somente em palavras, mas
também em poder, e no Espírito Santo, e em muita certeza” (I Ts
1.5)
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c) Oração. Jesus e João ensinou a Seus discípulos um modelo de
oração como guia em suas petições. Porém antes de partir, Ele
falou de nova classe de oração, oração “em meu nome” Jo 16.23
Paulo diz: “orando em todo o tempo com toda a oração e súplica
no Espírito” Ef 6.18
d) Canto. Com resultado de ser cheios do Espírito, os crentes estarão”
falando entre vós em salmos e hinos e cânticos espirituais;
cantando e salmodiando ao Senhor no vosso coração” Ef 5.18-19.
“falando entre vós” significa canto congregacional
“salmos” pode se referir aos salmos do AT, os quais eram
cantados.
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e) Testemunho. Na igreja primitiva não existia essa linha de separação
entre o ministério e o povo leigo que hoje em dia se observa na
cristandade.
Qualquer que estivesse dotado com algum dom do Espírito, que
fosse profecia, ensino, sabedoria, línguas ou interpretações, lhe
era permitido contribuir com sua parte no culto.
A metáfora “Corpo de Cristo”, descreve bem o funcionamento da
adoração coletiva sob o controle do Espírito.
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III. A ASCENSÃO DO ESPÍRITO
O que é certo de Cristo é certo do Espírito. Depois de concluir Sua
missão dispensacional, Ele voltará ao céu num corpo que Ele tem
criado para si mesmo, esse “novo homem” (Ef 2.15) que é a Igreja,
o seu corpo.
A obra distintiva do Espírito e “ tomar deles um povo para seu
nome” (de Cristo) (At 15.14), e quando isso for realizado e haja
“entrado a plenitude dos gentios” (Rm 11.25), terá lugar o
arrebatamento da Igreja.
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Alguns tem chegado a conclusão de que o Espírito já não estará no
mundo depois que a Igreja for levada. Isso não pode ser, porque o
Espírito Santo, como Deidade, é Onipresente. O que sucederá é a
conclusão da missão dispensacional do Espírito com o Espírito de
Cristo, depois do qual ainda permanecerá no mundo com outra e
diferente relação.
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ATÉ A 8ª AULA
OBRIGADO
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