TBSSMA
Treinamento Básico de Saúde, Segurança e
Meio Ambiente
Combinados para um bom treinamento
Preste atenção aos horários de início Desligue notebooks e Concentre-se no
e término das sessões e intervalos. celulares. Se estiver apresentador.
esperando uma ligação
importante, utilize o modo
silencioso.
Esclareça qualquer dúvida, Ouça com atenção. Evite Participe. Aproveite o
mesmo que pareça óbvia. conversas paralelas. treinamento!
2
Vamos nos conhecer?
Fale para a(o) facilitador(a): Fale para o grupo:
Nome: Um sentimento que te representa
nesse momento.
Formação:
Tempo de empresa:
3
Elementos Iniciais
5
Presença no mundo
Pará
Espírito Santos
Brasil
Minas Gerais
Maranhão
Mato Grosso
Rio de Janeiro
Para atender a demanda mundial por minério,
nossas operações, nossos laboratórios de
pesquisa, projetos e escritórios estão presentes
nos cinco continentes.
6
Você conhece a Vale?
7
Porque
estamos aqui?
8
Objetivo
Capacitar, apresentar e orientar os Terceiros que executam atividades em localidades da Vale que se enquadram
em exigências legais locais. Visando a otimização, deve ser incluso no conteúdo desse treinamento, todos os
itens do Treinamento Básico em SSMA que não estão contemplados em requisitos legais.
Diretrizes
› Guia de SSMA (Saúde, Segurança e Meio Ambiente) para as contratadas - disponível no Portal Vale do
fornecedor.
› PNR-000067- Procedimento de Gerenciamento de Saúde, Segurança e Meio Ambiente para Contratadas da Vale
é o procedimento que rege sobre as diretrizes de SSMA, mas este é um documento de acesso do público interno
Vale. O Guia de SSMA é o documento de acesso para as contratadas.
› Carga horária de até 4 horas e lista de presença deve ser postada no SGC – Sistema de Gestão de Contratos.
› Nos slides a seguir mencionaremos algumas normas, padrões cujos acessos são internos, mas as menções são
à titulo de conhecimento e reforço.
9
10
Código de Ética e
Conduta
12
POL-0001-G
Código de Conduta da Vale
Bem-vindos ao Canal de Denúncias Vale
Este é um canal exclusivo da Vale para comunicação
segura e, se desejada, anônima, de condutas
consideradas antiéticas ou que violem os princípios
do Código de Conduta e/ou a legislação vigente.
As informações aqui registradas serão recebidas por
uma empresa independente e especializada,
assegurando sigilo absoluto e o tratamento
adequado de cada situação pela alta administração
da Vale, sem conflitos de interesses.
13
Política de direitos Humanos –
POL- 0005 G
Objetivo:
Estabelecer diretrizes e princípios gerais para que a
atuação da Vale (“Vale” ou “Companhia”) ocorra em
respeito e promoção a todos os Direitos Humanos no
desenvolvimento de suas atividades, parcerias e em
sua cadeia de valor, em todas as regiões onde está
presente e durante todo o ciclo de vida de seus
empreendimentos.
Direitos Humanos
Direitos humanos são direitos e liberdades fundamentais que todas as pessoas possuem,
apenas por serem humanas. Seu objetivo é garantir a dignidade e o igual respeito a todas
as pessoas, sem qualquer tipo de discriminação.
Vale - Direitos Humanos - YouTube
Direitos Humanos
Diversidade
Incluir
Respeitar
Valorizar
Política de
Sustentabilidade
17
18
Política 019 - SUSTENTABILIDADE
A Sustentabilidade deve estar integrada aos negócios e ao processo de decisão da Vale,
devendo ser adotadas,
durante todo o ciclo de vida dos empreendimentos, as seguintes premissas:
• Cadeia de valor;
• Conformidade;
• Direitos humanos;
• Diversidade, equidade e inclusão;
• Escuta ativa, diálogo e engajamento;
• Excelência operacional;
• Gestão de riscos;
• Gestão de impactos;
• Objetivos globais;
• Pesquisa, desenvolvimento e inovação;
• Recursos;
• Saúde;
• Segurança;
• Transparência e responsabilidade;
• Uso futuro:
Procedimentos de
emergência da(s)
localidade(s)
20
Procedimentos de Emergência
Passos importantes
1. Identificar os telefones de
emergência e locais de atendimento
mais próximos;
2. Ligar para a emergência da sua
localidade;
3. Utilize os recursos disponíveis se for
treinado e capacitado;
4. Siga os procedimentos de
abandono de área;
5. Comunicar ao supervisor imediato.
21
Procedimentos de Emergência EM CASO DE EMERGÊNCIAS
Telefones e CECOM Ligar para CECOM de sua localidade
CECOM (Centro de Emergências e Comunicação)
É uma estrutura de serviços que recebe, armazena e
gerencia dados do Plano de Saída a Campo –
PSC/PREM.
* Mapeamento de recursos (Infraestrutura);
* Serviços e organizações de resposta à emergência,
* Procedimentos e inteligência tecnológica.
Em linha com o nosso propósito e valores, a Vale desenvolve e mantém planos e equipes de prontidão e
resposta à emergência, crise e continuidade de negócios para atender a vários tipos de eventos, baseados
nos riscos inerentes às nossas atividades, minimizando impactos de qualquer natureza.
22
Em caso de Emergência
Em caso de acidente, ligar imediatamente para equipe de
emergência de acordo com a sua localidade.
Em acidentes com vítimas, prestar primeiros socorros somente se estiver seguro e fora de risco.
Não transportar a vítima sem orientação do profissional da Equipe de Emergência ou da Equipe Médica.
Aguardar a chegada da Equipe de Emergência no local.
23 Acionar o brigadista.
Procedimentos de Emergência
Informar os procedimentos
derota de fuga e
emergência.
Definir:
Líder de Fuga
Líder de Retaguarda
24
PNR 000070 - Guias para
capacitação de eventos
de saúde e segurança
25
Objetivo da PNR 00070
Detalhar as definições e critérios para a
classificação e contabilização de eventos
relacionados à saúde e segurança na Vale e definir
as condutas médicas a serem praticadas pelas
equipes de saúde, conforme a severidade real da
26
lesão e baseada nas diretrizes da literatura médica
PIRÂMIDE DE EVENTOS DE
SEGURANÇA OCUPACIONAL
Fatalidades e vidas mudadas
N1
Afastamentos, restrições,
tratamentos médicos Afastamentos,
decorrentes de eventos N4 N2 restrições,tratamentos médicos
sem alto potencial decorrentes de eventos com
alto potencial
Primeiros socorros e
outros eventos sem N4 N3 Primeiros socorros e outros
alto potencial eventos de alto potencial
FIGURA 1 – PIRAMIDE DE EVENTOS DE
27
SEGURANÇA OCUPACIONAL
EVENTOS N1
• Características: Lesões que resultam em perda de
função do corpo (acima de 32%), risco de morte ou
danos irreparáveis. Exige tratamento cirúrgico
urgente.
• Exemplo: Amputação de membro, lesão grave no
crânio com perda significativa de função ou até
mesmo a morte.
28
EVENTOS N2
• Características: Lesões graves, mas sem risco
imediato de morte. Exigem tratamento médico
intensivo e podem causar danos permanentes.
• Exemplo: Fratura de fêmur, queimadura de terceiro
grau.
29
EVENTOS N3
• Características: Lesões moderadas, com
necessidade de cirurgia ou tratamento prolongado.
Pode causar afastamento temporário.
• Exemplo: Fratura de braço ou trauma abdominal.
30
EVENTOS N4
• Características: Lesões leves que não causam
danos permanentes e não exigem cirurgia. A
recuperação é rápida.
• Exemplo: Corte pequeno ou entorse.
31
EVENTOS N5
• Características: Lesões mínimas, que não
causam dano permanente. Exigem apenas
primeiros socorros.
• Exemplo: Arranhão ou hematoma leve.
32
Conheça nossas pirâmides de Eventos em
Segurança Ocupacional e Operacional, base
para criação e acompanhamento de metas e
indicadores:
33
COMUNICAÇÃO DOS EVENTOS N1, N2, N3, N4 E N5
Qualquer pessoa que presenciar, vivenciar ou identificar um evento deve
comunicar imediatamente a ocorrência ao responsável pela atividade ou
pela área.
• Acionar o fluxo do PAE – Plano de atendimento de emergência Local.
• A comunicação imediata é essencial para garantir uma resposta ágil,
eficiente e coordenada diante de situações que possam impactar a
segurança, a integridade operacional, o meio ambiente e as
comunidades em que operamos.
34
A IMPORTÂNCIA DO REGISTRO DO EVENTOS N3
Os eventos devem ser registrados no
APP Íris, para as contratadas que não
tem acesso ao aplicativo comunicar o
gestor/ponto focal da área para o
registro, com intuito de eliminar os
perigos ou controlar de modo que não
ocorra acidente.
35
INVESTIGAÇÃO DOS EVENTOS
O objetivo é analisar as causas que
provocaram os eventos e propor
melhorias para a não repetição dessas
causas assim aprimoramos
continuamente seus processos e
práticas para alcançar padrões mais
elevados de desempenho.
37
PIRÂMIDE FRANK E. BIRD
Na década de 60, nos EUA, o Engenheiro Frank Bird
desenvolveu um estudo de suma importância para a
segurança do trabalho com o intuito de mensurar e
qualificar os riscos laborais.
A intenção de fazer o levantamento desta pesquisa é
auxiliar os gestores a criar condições mais seguras no
ambiente de trabalho de modo que impeça os processos
trabalhistas, multas, interdições e outros problemas
correlacionados a saúde e segurança do trabalho.
38
PIRÂMIDE FRANK E. BIRD
Frank Bird analisou 1.753.498 acidentes reportados por 297 empresas
norte americanas.
1 LESÃO GRAVE
10 LESÃO MENOR
30 ACIDENTE COM DANOS
MATERIAIS
600 QUASE ACIDENTE
39
05
PAEBM – Barragens*
Plano de Ação de Emergência de Barragem de Mineração (PAEBM)
*Conteúdo aplicável para mobilização em áreas de mancha de barragem
40
Centro de Monitoramento Geotécnico
quanto o Centro de Controle de
Emergências e Comunicação
possuem Central de Atendimento 24
horas
Atualmente existe um treinamento específico de
PAEBM, para realização as empresas deverão
buscar a informação diretamente com o preposto
ou gestor do contrato.
41
Apresentação e Objetivo
O Plano de Ação de Emergência para Barragens de
Mineração (Volume V do Plano de Segurança de
Barragem) é um conjunto de procedimentos que tem por
objetivo identificar e classificar situações que possam pôr
em risco a integridade da barragem, e, a partir deste
ponto, estabelecer ações necessárias para sanar as
situações de emergência e desencadear o fluxo de
comunicação com os diversos agentes envolvidos, com a
finalidade de eliminar perdas de vidas humanas.
42
Orientação sobre
apresentação pessoal
Vestimentas, calçados, adornos e acessórios
43
EPI - Equipamento de Proteção Individual
Capacete
Os EPIs são os Equipamentos de
Proteção Individual que ajudam a Óculos
proteger a integridade física e a saúde Protetor
dos empregados. de ouvido
Protetor
Você sabe quais são os EPIs facial
obrigatórios? Cinto de
segurança
Importante que todos
os empregados estejam muito atentos na Luvas
hora em que estão nas áreas operacionais. Obrigatório
Específico
Proibido o Uso de Adornos e
Acessórios nas Áreas Operacionais Botas
44
Adoção de Botinas Manobreiro nas Operações e Obras em Ferrosos
Visando a redução de acidentes pessoais envolvendo membros inferiores, todos os empregados
próprio e terceiro deverão utilizar o modelo de botinas anti torção com cano de 15cm para proteção do
tornozelo, biqueira de composite e palmilha antiperfurante.
45
Adoção de Luvas Anti impacto nas Operações e Obras em Ferrosos
Todas as atividades que possuam riscos de prensamento, esmagamento, batida contra e perfuração
de membros superiores identificados na ART.
ANSI 105 e 138
46
Ferramentas Proativas
47
Ferramentas Proativas
DSSMA – Diálogo de Saúde e Segurança e Meio Ambiente
Você já participou de um DSSMA?
Por meio do Diálogo, os empregados percebem e
compartilham experiências e conhecimentos,
visando identificar soluções para os problemas
encontrados. São diálogos destinados a despertar
a conscientização sobre o risco das atividades
diárias, em relação a saúde, segurança e meio
ambiente.
48
Pontos Importantes do DSSMA!
Recomenda-se que as reuniões tenham a duração de no máximo 20 minutos.
É responsabilidade do líder imediato designar os condutores de forma que haja rodízio entre os
empregados, além de participar periodicamente das reuniões.
Quando necessário, considerar também histórico da área como por exemplo acidentes ocorridos,
momento vivido, restruturações e afins.
Periodicidade
Para definição da programação mensal de DSSMA
as periodicidades mínimas devem ser respeitadas:
• Atividades operacionais: mínimo uma vez por
dia.
• Atividades administrativas: sugerido uma vez
por semana ou sob demanda
49
Etapas e Tipos de DSSMA
DSSMA Convencional (administrativo) :
Indicada para equipes que realizam este
momento em salas ou escritórios, salas de
bate papo e Teams.
DSSMA Itinerantes: Indicada para equipes
onde as atividades sejam itinerantes, ou seja,
que se deslocam com frequência, mudando
sempre de lugar e/ou para áreas remotas,
espaços abertos, campo e obras que estão
em constante evolução. Geralmente o
DSSMA é realizado no próprio local de
trabalho. Exemplo: equipes sondagem,
estudos ambientais, espeleologia, engenharia
entre outros que fazem o DSSMA
50 diariamente.
Ferramentas Proativas
Inspeção de Segurança
E ai? Você sabe o que e uma Inspeção em SSMA?
É a parte do controle de riscos que consiste em efetuar vistorias nas áreas e meios de
trabalho, com o objetivo de descobrir e corrigir situações que comprometam a
segurança dos empregados.
51
Ferramentas Proativas
Inspeção de Segurança
Para que ela serve?
Verificação de
Identificação de Identificação
Equipamentos e Verificação de
riscos graves e situações de
Sistemas Críticos eficácia
iminentes perigo
para SSMA
52
Inspeção de Segurança
Inspeção ferramental;
Inspeção cor do mês;
Inspeção de Ambiente e canteiro;
Inspeções de Máquinas, Equipamentos e Veículos;
Inspeção de estrutura, guarda corpo, escadas e
passarelas;
Alojamentos;
Inspeção em equipamentos de guindar;
Inspeção em trabalhos com eletricidade e bloqueios;
Inspeção de Trabalho em Altura.
53
Importante!
A Liderança das empresas As inspeções devem ser,
contratadas devem participar das preferencialmente, comunicadas e
inspeções de Supervisão, realizadas na presença do
realizadas pelos responsáveis Vale responsável pela área
sempre que convocados. inspecionada.
Durante as inspeções, podem ser A utilização dos EPIs deverá ser de
realizados Eventos acordo com os riscos da área
Comportamentais. visitada.
54
As inspeções devem ser cadastrada através do PDF offline disponível OU pela Ferramenta IRIS;
Fluxo e orientações
sobre a comunicação
de incidentes
55
Gerenciamento de Eventos
VOCÊ JÁ CONHECE OS NOVOS CONCEITOS
DAS FERRAMENTAS?
56
Como era? Como ficou
EVENTOS COM
Acidente pessoal PERDA/IMPACTO Simplificaçã
o dos
conceitos
Acidente ambiental Com alto
potencial
Acidente material
Sem alto
potencial
Acidente com
comunidade
EVENTOS SEM
Quase Acidente PERDA/IMPACTO
Condição Insegura Com alto
potencial
Diálogo Comportamental
Sem alto
Não conformidade
57 (apenas as de rotina não originadas de potencial
processos formais)
Gestão de Eventos PNR-000070
Evento: Qualquer ocorrência ou condição adversa que resultou, ou
poderia resultar, em perda ou impacto, independente de haver liberação
de energia.
Perda/impacto
sem perda/impacto
A comunicação dos eventos com perda devem ser realizadas
imediatamente ao gestor.
58
EVENTO SEM PERDA
Evento não planejado que não resultou em perda/impacto, mas que dada uma ligeira
mudança no tempo, posição ou atuação dos controles poderia ter resultado.
Qual das imagens abaixo configura um evento sem perda?
59
Seguindo esses passos vocês poderão registrar os eventos sem perda, antigamente considerados como QA,REC e DC
Evento Comportamental (antigo DC)
Conceito
Bate papo casual ou não, que cause reflexão sobre
atitudes indesejáveis (de risco), ou ainda que cause
reforço positivo em comportamentos seguros.
O diálogo pode ser individual ou coletivo, programado ou
de oportunidade;
O Evento Comportamental não deve gerar punição
associada aos desvios de saúde e segurança
encontrados. Na etapa de registro, apenas o(s)
observador(es) será(ão) identificado(s).
Através da nova plataforma íris, você consegue registrar
um comportamento inseguro ou positivo.
60
Os eventos positivos cadastrados NÃO serão contabilizados na pirâmide de classificação de eventos.
Registro de Condição Insegura (antigo REC)
São falhas presentes na infraestrutura do ambiente de trabalho e que
comprometem a segurança e a saúde do trabalhador.
Que tem como objetivo identificar, registrar, comunicar,
neutralizar e/ou eliminar condições de trabalho inseguras a fim
de prevenir acidentes e o desenvolvimento de doenças
ocupacionais.
61
Atualmente os Registros de condições inseguras são realizadas através da ferramenta IRIS
O registro de condição insegura hoje é registrado no aplicativo Íris
62
Porque é tão importante registrar e analisar os eventos?
Você sabia?
De acordo com as estatísticas de acidentes
do trabalho levantadas pela empresa Dupont,
a cada 1 acidente fatal, pode ter ocorrido 30
acidentes com afastamentos, 300 acidentes
sem afastamentos, 3.000 quase acidentes e
30.000 desvios.
Ok. Qual a lição disso?
Através deste estudo realizado,
concluíram que; ao contermos a base
da pirâmide estaremos interrompendo
as sequências de acontecimentos que Pirâmide de desvios elaborada pela empresa
levam aos acidentes. Dupont - 1990.
63
Segurança da
Informação
Uso de celular, máquinas fotográficas ou filmadoras;
64
Segurança da Informação Vale
A tecnologia é um dos pilares que apoiam a segurança da informação. Por isso, a área de
Tecnologia da Vale desenvolve sistemas para proteger nossas informações.
Fique atendo a politica da informação da Vale e só
compartilhe imagens, fotos, vídeos e demais
informações da Vale se autorizado pelo seu líder.
65
VAMOS PARA UMA
PAUSA?
Visão Geral do VPS /
Programas e
ferramentas de SSMA
67
Modelo de
Gestão Vale
O VPS fortalece a cultura
organizacional da Vale por meio do
desenvolvimento das pessoas, da
padronização de melhores práticas, da
disciplina operacional e do
cumprimento da rotina.
É um modelo em constante evolução
que se consolida e melhora
continuamente na sua abordagem,
nos métodos, nas técnicas e nas
ferramentas utilizadas de acordo com o
aprendizado obtido.
68
Modelo de Conheça as dimensões do V
Gestão Vale O VPS é composto por 3 dimensões: Liderança, Técnico e Gestão
69
Modelo de Gestão Vale
Integração com gerenciamento de riscos e gestão de saúde, segurança, meio ambiente e
comunidades;
70
O VPS possui 17 elementos e cada elemento apresenta os requisitos mínimos.
Ferramentas de Gestão Saúde de Segurança
Análise de Risco da Tarefa - ART Diálogo Comportamental - DC Permissão de Trabalho
Seguro - PTS
A implantação do VPS em
campo será dada através
utilização das ferramentas
de Saúde e Segurança.
REC / QA / Inspeção / Check list /
Diálogo de SSMA
71
Direito de Recusa
Análise de Risco da Tarefa - ART PNR 000068
A Análise de Risco da Tarefa (ART) é
um método de análise de riscos que
consiste em identificar, em cada passo
da tarefa a classificação do risco a
partir da probabilidade e severidade.
72
Análise de Risco da Tarefa – ART PNR 000068
Considerações Importantes
Os riscos circunstanciais (que não são associados ao
passo da tarefa) identificados em tarefas que
necessitem de uma PTS – Permissão de Trabalho
Seguro (conforme PNR00031) devem ser
identificados na PTS, podendo também ser refletidos na
ART.
A ART deve ser verificada e assinada pelos
executantes no momento da realização da tarefa e,
durante a execução, deve ficar em local de fácil acesso
para eventual consulta dos executantes;
73
Regras de Ouro
Vale
74
Nosso assunto hoje é
segurança.
Vamos conhecer as
10 Regras de Ouro
que são escudos de proteção
para nossas vidas.
75
Nossas
O que são as
premissas
Regras de Ouro? O que pretendemos com a
implantação das 10 Regras de Ouro
no dia a dia de toda a Vale?
Reconhecer Diferenciar
Comportamen Erro de
tos esperados Violação
Promover
Reforçar a
Valorizar atitudes
disciplina
ambientes de seguras e
operacional
trabalho fortalecer o
seguros Direito de
Recusa
76
Vamos conhecer juntos?
77
78
Conduta não esperada
Como tratar descumprimento?
Sempre que houver descumprimento de uma Regra de Ouro, deverá ser
Conduta esperada
ativado um Comitê pela Vida.
A ativação do Comitê pela Vida é o meio formal para investigar o
descumprimento das Regras de Ouro. Reconhecimento
O Comitê pela Vida não tem membros fixos. Sua formação pode variar a
cada caso e é composta sempre, no mínimo, por: líder imediato do
empregado(s) avaliado(s) + representante de S&S + preposto. Se
necessário, outras pessoas podem ser envolvidas, como profissionais do Conduta NÃO
Jurídico, líder do líder imediato, etc. esperada
É fortemente recomendado que o Comitê pela Vida aplique o
Fluxo de Análise de Descumprimento de Regra de Ouro, que é imparcial Consequências
e diferenciará erro de violação.
79
Riscos da(s) Unidade(s)
e dos processos
operacionais Vale
80
NOR-0003-G
Norma de Gestão de Riscos
O gerenciamento e a prevenção de riscos são
processos definidos e devem ser entendidos
e praticados em toda a Companhia.
O Gerenciamento de Riscos deve, por meio
das lideranças da Vale, nos papéis e
responsabilidades que lhe foram atribuídos,
avaliar se os riscos estão dentro dos níveis de
tolerância, propiciando o cumprimento dos
objetivos empresariais da Vale.
81
Principais Riscos Operacionais
Riscos Medidas de controle Pictograma
• Isole toda a área do raio de ação da carga;
Carga • Conheça o peso e o trajeto da carga;
suspensa • Permaneça fora da área isolada;
• Faça inspeção de pré-uso nos acessórios e equipamentos.
• Mantenha distância segura de partes em movimento;
Contato com • Conheça o funcionamento de “parada de emergência”;
partes móveis • Obrigatório estar devidamente capacitado e autorizado;
rotativas • Conheça e atenda ao procedimento de segurança “Utilizar Ferramentas Rotativo-
Abrasivas”.
• Obrigatório estar devidamente capacitado e autorizado;
Queda de pessoas • Faça a avaliação do estado de saúde (pré-tarefa);
com diferença de • Inspecione o cinto de segurança antes da atividade;
nível acima de 1,80 m • Só acesse o andaime se estiver sinalizado com a etiqueta “liberado”;
• Solicite a emissão de Permissão para Trabalho.
• Amarre, com material resistente, as ferramentas quando for trabalhar em altura;
• Proibido jogar ferramentas;
Queda • Para suspendê-los, utilize corda ou acessórios para içamento;
de material • Analise o risco de queda de materiais na execução de trabalhos simultâneos e
comunique a todas as equipes.
82
Principais Riscos Operacionais
Riscos Medidas de controle Pictograma
• Conheça as distâncias mínimas entre equipamentos e veículos quando estiver operando;
Colisão de veículos • Preencha a lista de verificação das condições de segurança do equipamento móvel ou
e equipamentos veículo;
sobre rodas • Emita sinal sonoro de advertência sempre que for iniciar a operação com equipamento
móvel.
• Nas subestações e salas elétricas, acione o sistema “Grupo de Ajuste” para reduzir a
energia incidente em caso de curto-circuito;
Incêndio • Utilize vestimentas antichamas para realizar manobras elétricas;
explosão • Só realize trabalhos a quente nas áreas dos silos e armazéns de grãos com autorização
prévia;
• Inspecione válvulas, conexões, mangueiras, canetas e cilindros do conjunto de oxicorte.
Contato com • Obrigatório realizar as atividades com circuito desenergizado e bloqueado;
• Utilize as vestimentas antichamas e EPIs isolantes adequados à tensão do circuito;
superfície • Para medição dos circuitos em salas elétricas e subestações, utilizar apenas instrumentos
energizada que possuem classe de isolamento adequado ao nível de tensão.
Deficiência de • Só entre em espaço confinado mediante elaboração e liberação por uma Permissão de
Entrada;
oxigênio, gases,
• Obrigatório estar devidamente capacitado e autorizado, conforme sua função na atividade
vapores tóxicos (supervisor de entrada, executante ou vigia);
e inflamáveis • Realize a verificação prévia das condições da atmosfera (medição com Multigases).
83
Principais Riscos Operacionais
Riscos Medidas de controle Pictograma
Contato com
• Ao acessar salas ou subestações que possuem sistema de combate a incêndio
substâncias por gás inerte, desligue o sistema em seu painel de controle local.
asfixiantes
• Conheça a condição de estabilização das pilhas, antes de acessar os pátios;
Desmoronamen • Restrinja o acesso aos pátios quando houver risco de desmoronamento.
to de pilha • Solicite permissão de acesso de pessoas,
• máquinas e veículos nos pátios e armazéns.
• Aplicação do Kit de emergências para contenção, recolhimento/destinação dos resíduos
Vazamento gerados;
• Prática de simulados de emergência considerando as atividades de manuseio e operação de
derramamento resíduos perigosos;
de óleo • Capacitação dos recursos humanos e materiais para ações de resgate, primeiros-socorros,
espaço adequado para tratamento e reabilitação.
• A FISPQ de cada um dos produtos químicos, em bom estado, disponível para consulta de
Exposição e todos em local de fácil acesso e protegida de intempéries;
• Proteção contra intempéries (cobertura, paredes, etc.);
contato com • Bacia de contenção em caso de vazamentos;
substância • Sistema de canaleta para coleta e destinação da água de lavagem da área de
química armazenamento de produtos químicos ou eventuais vazamento de líquido;
84 • Ventilação, preferencialmente natural.
Principais Riscos Operacionais
Riscos Medidas de controle Pictograma
• Procurar abrigo identificados quando o tempo ameaçar tempestade atmosférica;
• Sistema de Detecção Contra Descargas Atmosféricas – SPDA;
Descarga • Alertas de mudança climática via mensagens;
atmosférica • Capacitação nas orientações quanto ao procedimento a ser adotado em caso de alerta de
descargas atmosféricas.
• Realização das medidas de monitoramento de ruídos nas áreas mapeadas através do
atendimento aos requisitos e documentações legais;
Ruído • Utilização dos EPIS adequados/necessários para execução das atividades;
• Monitoramento conforme PCMSO.
• Umidificação de vias de acessos, pátios de estocagem, lavadores de pneus e operação dos
aspersores de polímeros nos pátios;
• Utilização de protetores faciais;
Poeira • Manutenção de vias de acessos;
• Redução de velocidade em trechos críticos;
• Realizar treinamentos relacionado a Proteção respiratória - PPR (Programa de Proteção
respiratória).
• Implementação de leiras nas vias de acessos;
Tombamento de • Sinalização vertical das vias de acessos;
equipamentos • Redutores de velocidade através da aplicação do Plano de Trânsito;
• Gestão de Fadiga, sonolência e telemetria.
85
RAC - visão geral
86
RACs PNR-000069 Requisitos de Atividades Críticas
Os RAC são requisitos mínimos de saúde e
segurança estabelecidos pela Vale com o
propósito de preservar a vida das pessoas durante
a execução das atividades classificadas como
críticas.
Essa categorização é feita com base no histórico
de fatalidades e acidentes graves ocorridos na
empresa e no setor de mineração como um todo.
Os treinamentos específicos de RAC são
aplicáveis conforme o escopo de atividade de
cada empregado.
RAC-04
RAC-01 RAC-02 RAC-03 Bloqueio, RAC-06 RAC-10
RAC-05 RAC-07 RAC-08
Trabalhos Veículos Equipamentos etiquetagem e Içamento de Espaço Proteção de Estabilidade RAC-09 Trabalhos em RAC-11 Metal
em altura automotores móveis Zero Energia confinado Explosivos eletricidade líquido
carga máquinas do solo
87
RACs
Todos os requisitos descritos a acima são obrigatórios,
devem ser implementados pela liderança em suas
respectivas áreas de atuação e são passíveis de serem
auditados. O não atendimento aos requisitos descritos
nesta Instrução deve ser classificado e tratado como
Não Conformidade Maior.
PNR-000069 Requisitos de
88
Atividades Críticas
Noções de Ergonomia
89
Noções de Ergonomia do Trabalho
A ergonomia no trabalho é conhecida como o estudo da relação entre o homem e o seu
ambiente de trabalho. Por meio da ergonomia, especialistas avaliam os riscos presentes na
atividade laboral e determinam as condições ideais para a realização daquela atividade. Quando
necessário, são efetuadas adequações no ambiente de trabalho para minimizar os riscos à
saúde física, mental e emocional dos trabalhadores.
90
PGS-003285
Riscos Ergonômicos As pausas de pequena duração (5 a 10
minutos) ao final de cada hora
trabalhada reduzem a fadiga e
Esforço físico; aumentam o potencial de atenção
Levantamento e transporte manual de prolongada
cargas;
As pausas servem para:
Iluminação deficiente;
• Melhoria da saúde e conforto;
Sobrecarga de trabalho;
• Tempo de recuperação para os músculos;
Movimentos repetitivos;
• Escolha de uma outra postura;
Postura inadequada;
• Descansar a mente;
Controle rígido de produtividade;
• Momento de inspiração;
Jornada prolongada;
• Aliviar o estresse;
Vibração contínua;
• Evitar o cansaço extremo.
Monotonia;
91
Outros fatores de risco ergonômico.
Regras de Circulação
da Unidade
Sinalização, velocidade máxima permitida e deslocamento interno - caminho seguro;
92
Orientações
1. Respeitar as faixas de pedestre;
2. Não fale ou atenda o celular durante seu deslocamento;
3. Durante a condução de veículos, respeite o limite de velocidade da via;
4. Para acessar áreas restritas ou aproximar de atividades em execução,
somente após autorização;
5. Usar colete refletivo sempre que utilizar as vias de circulação da mina e/ou
vias de transito de veículos e equipamentos;
Áreas livres: são áreas administrativas onde o trânsito dos veículos são livres, como em áreas de
escritórios, restaurante industrial, entre outras.
Liberação de acesso: Empregado ou prestador de serviço treinado no RAC02 e/ou RAC03.
Áreas Controladas: Áreas operacionais onde o trânsito de veículos não tem interferência com
praças de carga e descarga de equipamentos, ex: instalações de tratamento de minério, oficinas de
manutenção de equipamentos.
Liberação de acesso: Empregado ou prestador de serviço treinado no RAC 02 e/ou RAC 03 e no
plano de transito para área controlada.
Áreas restritas: Áreas operacionais de lavra, disposição de estéril e pera ferroviária, onde o trânsito
de veículos sofre interferência com área de manobra e há intensa movimentação de equipamentos.
Liberação de acesso: Empregado ou prestador de serviço treinado no RAC 02 e/ou RAC 03 e no
plano de transito para área restrita.
93
Trabalhos em Ferrovia
REGULAMENTO DE OPERAÇÃO FERROVIÁRIA
ROF
O Regulamento de Operação Ferroviária (ROF) estabelece as regras
de operação ferroviária, de circulação e manobra de trens da Vale em:
a. Território controlado pelos CCO/CCP;
b. Pátios e terminais operados pelas ferrovias;
c. Oficinas de Manutenção.
Aplicabilidade: atividades de todos os empregados contratados e
terceirizados envolvidos diretamente nas operações ferroviárias.
94
Trabalhos em Portos
CÓDIGO INTERNACIONAL PARA A PROTEÇÃO DE NAVIOS E
INSTALAÇÕES PORTUÁRIAS - CODE
O Código Internacional para Proteção de Navios
e Instalações Portuárias. O principal objetivo do
ISPS Code é garantir que haja medidas preventivas
em relação a ameaças à segurança.
O sistema de vigilância atua 24 horas por dia com
auxílio de câmeras e em caso de emergência no
porto um fluxo de comunicação é acionado e
envolve toda a comunidade portuária.
95
Trabalhos em Mina
TRÂNSITO DE MINAS
Para circulação e acesso em áreas de minas é necessário a realização do Treinamento
do Plano de Trânsito local.
Para realização do treinamento, as empresas deverão buscar a informação diretamente com o
preposto ou gestor do contrato.
• Nos locais com transito de pedestres, respeite a velocidade local;
• Nas manutenções em veículos/equipamentos nas áreas controladas, o local deve ser sinalizado com
triângulo, cones, pontaletes ou outros dispositivos.
96
Permissão de Trabalho
Seguro - PTS
97
Contrato pela Vida
PTS - Permissão de Trabalho Seguro
PNR-000031 – PTS - PERMISSÃO DE TRABALHO SEGURO
documentação normatiza global Vale,
O processo de Permissão de Trabalho Seguro compreende uma análise de
risco conjunta, realizada na área, pelo emitente (ou emitente temporário) e pelo
executante credenciado, onde os riscos inerentes à tarefa e os riscos de
processo são compartilhados e verificados, as ações de controle são
identificadas, estabelecidas e, por fim, são registrados em formulário padrão e
seus anexos.
Importante: Todas as atividades/tarefas que não se enquadrem nos itens
listados acima devem ser criteriosamente avaliadas pelas unidades/localidades
quanto a necessidade de emissão (ou não) de uma PTS tendo em vista:
• os riscos significativos detectados pelas respectivas análises de riscos,
• por decisão da liderança local ou
• por
98demandas regulatórias.
Permissão de Trabalho Seguro – PNR000031
A Estrada de Implantação do Processo PTS consiste em um fluxo
de 7 marcos essenciais, que devem ser percorridos
obrigatoriamente para garantir o sucesso da estratégia de
implantação da PTS.
Lembre-se: Nenhuma etapa deverá ser iniciada sem que a etapa
anterior tenha sido
plenamente atendida!
99
Contrato pela Vida – Permissão de Trabalho Seguro
Treinamento PTS
Objetivo:
Reduzir os eventos N1, N2 e N3.
Reforçar a Regra de Ouro n o 9
100
1 - Sensibilização
Sensibilização da alta liderança (kick off do rollout).
2 - Comunicação
Comunicação interna do calendário do rollout.
3 - Capacitação
Capacitação das lideranças das frentes/ donos de área/ segurança; emitentes;
executantes credenciados; planejadores e programadores.
4 - Pré-planejamento
Elaboração de ARTs de planejamento; capacitação dos usuários nas ARTs;
disponibilização das ARTs aos usuários (planejadores, executantes).
5 - Planejamento
Elaboração do planejamento (SAP/ project, etc.); elaboração das OMs/ OSs; alocação
dos recursos.
6 - Execução
Utilização da OM/ OS em campo; consulta ART; emissão da PTS; execução da tarefa.
7 - Conclusão
Encerramento da tarefa; fechamento da PTS; retroalimentação do planejamento;
retroalimentação das ARTs.
101
102
103
104
Requisitos de Meio
Ambiente
Aspectos e impactos ambientais e controles ambientais do site
105
Requisitos de Gestão Ambiental
PNR-000099
Manual de Certificação ISO
A gestão ambiental da Vale tem o 14001
objetivo de identificar aspectos e riscos
para o meio ambiente a fim de
gerenciá-los e reduzi-los ao nível mais
baixo razoavelmente alcançável,
minimizando impactos ao meio
ambiente e atendendo requisitos legais
e outros.
SGA – Sistema de Gestão Ambiental
106
Aspectos e Impactos
Aspectos
Condições Normais ou Anormais das atividades, produtos e serviços da
empresa que podem impactar positivo ou negativo no meio ambiente.
LAIA ou APR LAIA - Levantamento de aspectos e
Impactos ambientais impactos ambientais
Qualquer modificação do meio ambiente, positiva ou negativa, resultante das
atividades, produtos ou serviços de uma empresa
107
Requisitos de Gestão de Resíduos
AZUL VERMELHO VERDE AMARELO PRETO
Papel/papelão Plástico Vidro Metal Madeira
MARROM CINZA
LARANJA BRANCO ROXO
Orgânicos Resíduo geral não reciclável
Perigosos ou Ambulatórios ou serviço de Radioativos
contaminados saúde restos de alimentos
108
Direito de Recusa
109
Direito de Recusa
O empregador deverá garantir que, na ocorrência de riscos ambientais nos locais de trabalho
que coloquem em situação de grave e iminente risco um ou mais trabalhadores, os mesmos
possam interromper de imediato as suas atividades, comunicando o fato ao superior hierárquico
direto para as devidas providências. (NR01 - Item 1.4.3)
Todos juntos em uma só
fala:
no cuidado ativo e A vida em primeiro lugar.
110 genuíno
Programa Padrinho
Ou Tutor
111
Programa Padrinho/Tutor
O Programa terá a Para empregados
duração de 45 dias para O empregado/contratado contratados cada Tutor será
funções administrativas e e o Tutor deverão utilizar responsável conforme
90 dias para funções adesivo no crachá ou no definição do Gestor e fiscal
operacionais. capacete como do contrato, não podendo
(Podendo ser estendido identificação. ultrapassar 03 novos
conforme necessidade) empregados.
Programa onde os empregados recém admitidos são acompanhados
e orientados por um profissional qualificado, é apresentado os riscos
existentes, medidas de controle e procedimentos da área de atuação,
de modo a evitar a ocorrência de acidentes no ambiente de trabalho.
Qual valor estamos trabalhando?
112 CRESCER E EVOLUIR JUNTOS
Considerações finais
113
Ficou dúvidas?
Então pergunte!
114
Sejam bem vindos a Vale!
115
#juntosconstruimosvalor
Data elaboração:
116 10/08/2021
Rev0