Do julgamento à
ressurreição
Lições Bíblicas Dominical
Adultos
Lição 2° Trimestre 2025 CPAD
12 Título da Revista Dominical:
E O VERBO SE FEZ CARNE:
Jesus sob o Olhar do Apóstolo
do Amor
Comentarista: Elienai Cabral
Classe: Adultos
Slides: Celso Napoleon
TEXTO ÁUREO
“E, quando Jesus tomou o
vinagre, disse: Está
consumado. E, inclinando a
cabeça, entregou o espírito.”
(Jo 19.30)
2
VERDADE PRÁTICA
Na cruz, Jesus triunfou
sobre o pecado; na
Ressurreição,
conquistou a vitória
3
LEITURA DIÁRIA
Segunda – Jo 16.1-6 Uma mensagem de
despedida antes de enfrentar a Cruz
Terça – Jo 16.16 A ausência de Jesus traria um
período de tristeza
Quarta – Jo 17.14-23 Oração para o
fortalecimento dos discípulos
Quinta – Jo 18.1-14 A prisão de Jesus no
Jardim do Getsêmani
Sexta – Jo 19.12-16 A condenação de Jesus por
Pilatos
4
LEITURA
BÍBLICA EM
CLASSE
5
LEITURA BÍBLICA EM CLASSE
João 19.17,18, 28-30; 20.6-10
João 19
17 – E, levando ele às costas a sua cruz, saiu para
o lugar chamado Calvário, que em hebraico se
chama Gólgota,
18 – onde o crucificaram, e, com ele, outros dois,
um de cada lado, e Jesus no meio.
28 – Depois, sabendo Jesus que já todas as coisas
estavam terminadas, para que a Escritura se
cumprisse, disse: Tenho sede.
29 – Estava, pois, ali um vaso cheio de vinagre. E 6
30 – E, quando Jesus tomou o vinagre, disse:?Está
consumado. E, inclinando a cabeça, entregou o
espírito.
João 20
6 – Chegou, pois, Simão Pedro, que o seguia, e
entrou no sepulcro, e viu no chão os lençóis
7 – e que o lençol que tinha estado sobre a sua
cabeça não estava com os lençóis, mas enrolado,
num lugar à parte.
8 – Então, entrou também o outro discípulo, que
chegara primeiro ao sepulcro, e viu, e creu.
9 – Porque ainda não sabiam a Escritura, que diz 7
INTRODUÇÃO
8
INTRODUÇÃO
Nesta lição, iremos abordar a prisão, a
condenação, a crucificação, a morte, o
sepultamento e a ressurreição de Jesus.
Estes eventos demonstram o cumprimento
da missão do nosso Salvador. Toda essa
missão pode ser resumida na frase: “Está
consumado”. A obra de Cristo no Calvário e
a sua Ressurreição constituem a base da
esperança cristã. 9
PALAVRA-
CHAVE:
Ressurreiç
ão
10
I- A PRISÃO E A
CONDENAÇÃO DE JESUS
11
I- A PRISÃO E A CONDENAÇÃO DE JESUS
1- A prisão. Nos capítulos 17 e 18 deste
Evangelho, após ter proferido o seu último
discurso aos discípulos e os ter preparado para
a traição de Judas Iscariotes. Jesus atravessou o
ribeiro de Cedrom e fez uma paragem no Jardim
do Getsêmani. Este jardim era também
conhecido como “o Monte das Oliveiras”, devido
à grande quantidade de oliveiras que ali existia.
Naquela madrugada, o ambiente neste local
parecia carregado de tristeza e angústia. Os
soldados romanos e os membros da guarda do 12
Tendo concordado com a traição em troca
de 30 moedas de prata, o traidor
identificou Jesus com um beijo traiçoeiro,
indicando aos soldados romanos quem Ele
era, levando à sua prisão e conduzindo-o
até Anás, o sumo sacerdote, para ser
interrogado. Em seguida, depois de ter sido
agredido, o nosso Senhor foi levado
perante o governador Pilatos (18.28 – 13
14
15
2- O interrogatório. De início, Pilatos
questiona a acusação feita pelos judeus. Jesus
fora detido durante a madrugada e, ao
amanhecer, depois de ter passado pela casa de
Caifás, o sumo sacerdote, os judeus preferiram
que a condenação viesse do governador Pilatos.
Assim, levaram Jesus até ele, apesar de este
preferir que fossem os próprios judeus a julgar
Jesus conforme as leis judaicas (Jo 18.28,31).
Por sua vez, Pilatos, na tentativa de aliviar a
pressão política dos judeus, cedeu à hostilidade
deles e decidiu colocar Jesus ao lado de
Barrabás (18.38-40). Este último era um 16
17
18
3- A condenação. Pilatos mandou que Jesus
fosse açoitado e, posteriormente, os soldados
romanos, para o humilhá-lo ainda mais,
colocaram sobre a sua cabeça uma “coroa de
espinhos afiados”, provocando-lhe ferimentos e
fazendo o sangue escorrer pelo seu rosto. Essa
era uma maneira de escarnecer da sua suposta
realeza. O instrumento utilizado para os
castigos era um chicote com tiras de couro
afiadas, que tinham pedaços de ossos ou pedras
cortantes na ponta. Jesus foi ferido e teve a sua
carne dilacerada pelos golpes (Jo 19.1,2). Nesse
momento, nosso Senhor assumiu as nossas 19
20
SINOPSE I
A prisão, o interrogatório
e a condenação de Jesus
revelam a injustiça dos
homens e o cumprimento
do plano divino para a
21
II- CRUCIFICAÇÃO,
MORTE E
SEPULTAMENTO DE
JESUS
22
II- CRUCIFICAÇÃO, MORTE E
SEPULTAMENTO DE JESUS
1- O caminho do Calvário. Após a tentativa de
Pilatos evitar a crucificação e libertar Jesus, não
conseguiu impedir o castigo mais severo.
Finalmente, no versículo 16, lê-se: “Então,
entregou-lhe, para que fosse crucificado” (Jo
19.16). Sob os açoites dos soldados, Jesus
carregava a sua cruz até chegar ao Gólgota,
local conhecido como “Lugar da Caveira”,
devido à forma que o monte apresentava. Em
João 19.18, menciona-se que o “Gólgota” era um
lugar público onde as pessoas podiam
23
Nos Evangelhos Sinóticos (Mateus, Marcos
e Lucas), foram registrados detalhes sobre
os eventos durante a crucificação do
Senhor. Ao lado de Jesus, à sua esquerda e
à sua direita, estavam dois outros homens
acusados como criminosos (Lc 23.40-43),
sendo que Lucas narra o arrependimento
de um deles enquanto o outro zombava de
Jesus. É curioso notar que o profeta Isaías
também mencionou isso anteriormente, no
capítulo 53.12, afirmando que ele “foi 24
25
2- A missão foi encerrada. Como homem,
Jesus experimentou a sede, que foi a sua última
necessidade humana, antes de morrer na cruz.
A sua sede física foi momentânea e aliviada por
uma esponja, que não continha água, mas
vinagre, oferecida pelos soldados romanos. Ao
pedir “água para saciar sua sede”, nosso Senhor
tinha plena consciência de que a Escritura
estava se cumprindo e que aquele momento
final “como homem” se aproximava. Assim,
ciente de que sua missão na Terra estava
completada (v.28), não hesitou em proclamar a
vitória do plano divino ao afirmar: “Está 26
27
3- O Sepultamento. No versículo 38,
aparece um homem que admirava Jesus e
era um discípulo discreto e reservado,
chamado José de Arimateia. Ele fazia parte
do Sinédrio (Mc 15.43) e era uma pessoa
abastada (Mt 27.57). Devido ao temor que
tinha dos judeus, mantinha-se afastado dos
discípulos, mas conseguiu vencer esse
medo ao reunir coragem para se dirigir a
Pilatos e solicitar o corpo de Jesus para o
sepultamento (Jo 19.42). A informação 28
29
30
SINOPSE II
O caminho do Calvário,
o desfecho da missão de
Jesus e o seu
sepultamento ilustram o
sacrifício redentor e o 31
III- A RESSURREIÇÃO DE
JESUS
32
III- A RESSURREIÇÃO DE JESUS
1- O Túmulo Vazio. Na manhã do primeiro dia
da semana (domingo), ocorreu um terremoto na
área do sepulcro, e um anjo de Deus deslocou a
pedra, sentando-se sobre ela (Mt 28.2). Foi nesse
instante que Jesus ressuscitou do lugar onde o
seu corpo se encontrava. O túmulo ficou vazio,
servindo como uma evidência clara da
ressurreição de Jesus dentre os mortos. No
Evangelho de João, é relatado que, após o sábado
judaico, Maria Madalena dirigiu-se ao sepulcro
(Jo 20.1), acompanhada por Maria, mãe de Tiago,
e Salomé (Mc 16.1-3), com a intenção de ungir o 33
34
35
36
2- A Ressurreição como base da Fé Cristã. Em sua
abordagem sobre a importância da Ressurreição, o
apóstolo Paulo dirigiu-se aos coríntios afirmando que
“Cristo ressuscitou dos mortos” e que, se essa
afirmação não fosse verdadeira, a nossa fé e a nossa
mensagem seriam inúteis (1 Co 15.12-14). Existem
pelo menos duas razões para crermos na ressurreição
do Senhor. A primeira baseia-se nas palavras de Jesus
que afirma ser necessário que Ele ressuscitasse
dentre os mortos (Jo 20.9). A segunda razão é o fato
de Pedro e João terem verificado que Jesus já não
estava no sepulcro quando souberam do túmulo vazio
(20.6-7). No entanto, quando Maria Madalena olhou
novamente para dentro do túmulo e viu dois anjos de
Deus que lhe asseguraram que Jesus estava vivo, ela 37
3- O Cristo Ressurreto quebra a
incredulidade. Apesar do receio e da
incredulidade de alguns dos discípulos, mesmo
após ouvirem o testemunho de Pedro e João, e
em especial, de Maria Madalena, que viu Jesus e
falou com Ele pessoalmente, Jesus apareceu
entre os discípulos no primeiro dia da semana.
Ele surgiu no meio deles e disse: “Paz seja
convosco!” (Jo 20.19). Em outras ocasiões,
nosso Senhor também se manifestou aos
discípulos antes da sua ascensão ao céu (Jo
21.1,2). A Pedro e a alguns outros que o
seguiam, Jesus revelou-se novamente e realizou 38
39
40
SINOPSE III
A Ressurreição de
Jesus, evidenciada
pelo túmulo vazio, é a
base da fé cristã e
transforma a
41
CONCLUSÃO
A Ressurreição do Senhor Jesus é o evento mais
significativo do Novo Testamento. Este
acontecimento concretiza a nossa esperança na
Ressurreição do Corpo, tal como está expresso
no Credo Apostólico, um importante documento
da tradição cristã: “Creio na ressurreição da
carne”. Assim, à luz deste fato, somos
encorajados a manter a nossa fé, pois
depositamos a nossa esperança naquEle que
triunfou sobre a morte de forma definitiva. 42
Revisando o conteúdo
1- De que maneira Jesus foi reconhecido e
traído por Judas?
Tendo concordado com a traição em troca
de 30 moedas de prata, o traidor
identificou Jesus com um beijo traiçoeiro,
indicando aos soldados romanos quem Ele
era.
2- Em que momento se concretizou a
profecia de Isaías?
Jesus foi ferido e teve a sua carne
dilacerada pelos golpes (Jo 19.1,2). Nesse 43
3- De acordo com Isaías 53.12, o que se
realizou durante a crucificação de Jesus?
Ao lado de Jesus, à sua esquerda e à sua
direita, estavam dois homens acusados
como criminosos. É curioso notar que o
profeta Isaías também mencionou isso
anteriormente, no capítulo 53.12,
afirmando que ele “foi contado com os
transgressores”.
4- Segundo a lição, quem acompanhava
Maria Madalena na visita ao túmulo?
Maria Madalena dirigiu-se ao sepulcro (Jo 44
5- Indique uma das razões plausíveis
para acreditar na ressurreição do
Senhor Jesus.
A primeira baseia-se nas palavras de
Jesus que afirmara ser necessário que
Ele ressuscitasse dentre os mortos (Jo
20.9).
45
Referências
CPAD. E O VERBO SE FEZ CARNE: Jesus sob o Olhar
do Apóstolo do Amor. Comentarista: Elienai Cabral
Rio de Janeiro: Casa Publicadora das Assembleias de
Deus (CPAD), 2025. (Lições Bíblicas Adultos 2°
trimestre 2025 CPAD).
EDINBURGH SCRIPTURE. KJV Pew Bible. Nashville,
TN: Thomas Nelson, 2017.
GORODOVITS, David. Tanah completo. São Paulo, SP:
Sefer, 2018.
KAPLAN, Aryeh (ORG.). Bíblia Antigo Testamento: A
Torá Viva - Os cinco livros de Moisés e as Haftarot:
uma tradução baseada em fontes judaicas 46
LEE, Hyun-Gyu; STOKER, David. Gospel Art Book.
Hillerød, Denmark: LDS Org, 2008.
MAIMÔNIDES, Moisés. Guia dos perplexos: obra
completa. São Paulo: Sefer, 2017.
SOCIEDADE BÍBLICA DO BRASIL (ORG.). Bíblia De
Estudo Pentecostal - Almeida Revista e Corrigida. 6a
ed. Rio de Janeiro, RJ: SBB, 2014.
SOCIEDADE BÍBLICA DO BRASIL (org.). Bíblia De
Estudo Plenitude Revista E Atualizada. Barueri, SP:
SBB, 2005.
THOMAS NELSON PUBLISHERS. The Holy Bible:
containing the Old and New Testamants, translated
out of the original tongues, and with the former
translations diligently compared and revised : 47
LIÇÕES:
• Lição 1: O Verbo que se Tornou
EBD – Escola
em Carne Bíblica
• Lição 2: O Novo Nascimento
• Lição 3: A Verdadeira Adoração
Dominical
• Lição 4: Jesus – O Pão da Vida Lições Bíblicas Dominical
• Lição 5: A Verdade que Liberta Adultos
2° Trimestre 2025 CPAD
• Lição 6: O Bom Pastor e Suas
Título da Revista Dominical:
Ovelhas
E O VERBO SE FEZ CARNE:
• Lição 7: Eu Sou a Ressurreição e a Jesus sob o Olhar do Apóstolo
Vida do Amor
• Lição 8: Uma Lição de Humildade
• Lição 9: O Caminho, a Verdade e a Comentarista: Elienai Cabral
Vida Classe: Adultos
• Lição 10: A Promessa do Espírito Slides: Celso Napoleon
Renovados na 48
• Lição 11: A Intercessão de Jesus Graça
Celso Napoleon
• Renovados na Graça
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