1.00
SEM OBJETIVOS
BEM DEFINIDOS,
SOMENTE POR ACASO,
CHEGAREMOS A
ALGUM LUGAR
PPQ 06/2 PROGRAMA-PADRÃO DE INSTRUÇÃO
QUALIFICAÇÃO DO CABO E DO SOLDADO DE ARTILHARIA
3ª Edição - 2001
3.00
FASE DE INSTRUÇÃO INDIVIDUAL DE QUALIFICAÇÃO
(INSTRUÇÃO PECULIAR DE ARTILHARIA)
OBJETIVODAINSTRUÇÃOINDIVIDUALDEQUALIFICAÇÃO
(INSTRUÇÃOPECULIARDEARTILHARIA)
CAPACITAR O SOLDADO PARA SER EMPREGADO NA
DEFESA EXTERNA
4.00
ÍNDICE
Página
I. INTRODUÇÃO --------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------- 8.00
01. Finalidade ---------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------- 8.00
02. Objetivos da Fase ------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------ 8.00
03. Estrutura da Instrução-------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------- 8.00
04. Direção e Condução da Instrução -------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------- 10.00
05. Tempo Estimado------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------ 11.00
06. Validação do PPQ 06/2 -------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------- 11.00
07. Estrutura do PPQ 06/2---------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------- 11.00
08. Normas Complementares ------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------ 12.00
II. PROPOSTA PARA A DISTRIBUIÇÃO DE TEMPO -------------------------------------------------------------------------------------------------------------- 13.00
01. Quadro Geral de Distribuição de Tempo ------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------ 14.00
02. Quadro de Distribuição do Tempo Destinado à Instrução Peculiar por Grupamento de Instrução ------------------------------------------------ 15.00
III. MATÉRIAS PECULIARES DAS QMP DE ARTILHARIA ------------------------------------------------------------------------------------------------------ 21.00
01. MP 08. Comunicações na Artilharia ------------------------------------------------------------------------------------------------------------------- 22.00
02. MP 09. Escola da Peça – AAe ------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------ 23.00
03. MP 10. Escola da Peça – LMF -------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------- 38.00
04. MP 11. Escola da Peça – Mísseis -------------------------------------------------------------------------------------------------------------------- 40.00
05. MP 12. Escola da Peça – Obuseiros ----------------------------------------------------------------------------------------------------------------- 44.00
06. MP 13. Manutenção do Material-------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------- 46.00
07. MP 14. Material de Artilharia – AAe ------------------------------------------------------------------------------------------------------------------ 49.00
08. MP 15. Material de Artilharia – LMF------------------------------------------------------------------------------------------------------------------- 68.00
09. MP 16. Material de Artilharia – Mísseis -------------------------------------------------------------------------------------------------------------- 71.00
10. MP 17. Material de Artilharia – Obuseiros ----------------------------------------------------------------------------------------------------------- 81.00
11. MP 18. Munições de Artilharia para AAe----------------------------------------------------------------------------------------------------------- 87.00
12. MP 19. Munições de Artilharia para LMF ------------------------------------------------------------------------------------------------------------ 89.00
13. MP 20. Munições de Artilharia para Obuseiros ---------------------------------------------------------------------------------------------------- 91.00
14. MP 21. Organização do Terreno e Camuflagem do Material de Artilharia ------------------------------------------------------------------ 94.00
5.00
15. MP 22. Suprimento - Classe V ( MUNIÇÃO)--------------------------------------------------------------------------------------------------------- 96.00
16. MP 23. Técnica de Tiro da Artilharia - AAe-------------------------------------------------------------------------------------------------------- 108.00
17. MP 24. Técnica de Tiro da Artilharia - Obuseiros--------------------------------------------------------------------------------------------------111.00
18. MP 25. Topografia do Artilheiro - Noções Básicas ----------------------------------------------------------------------------------------------- 119.00
19. MP 26. Topografia do Artilheiro - Específica------------------------------------------------------------------------------------------------------ 123.00
20. MP 27. Trabalhos na Unidade de Tiro (UT) - AAe ------------------------------------------------------------------------------------------------ 131.00
21. MP 28. Trabalhos na Linha de Fogo - LMF -------------------------------------------------------------------------------------------------------- 134.00
22. MP 29. Trabalhos na Linha de Fogo - Mísseis ---------------------------------------------------------------------------------------------------- 136.00
23. MP 30. Trabalhos na Linha de Fogo - Obuseiros ------------------------------------------------------------------------------------------------- 140.00
7.00
Em razão do Sistema de Validação
(SIVALI - PP), que manterá este documento
permanentemente atualizado, o presente
exemplar deverá ser distribuído com vinculação
funcional e mantido sob controle da OM,
responsável pela execução da instrução.
As páginas que se seguem contêm uma
série de informações, cuja leitura é considerada
indispensável aos usuários do presente
Programa-Padrão de Instrução.
I. INTRODUÇÃO
8.00
I. INTRODUÇÃO
1. FINALIDADE
Este Programa-Padrão regula a Fase de Instrução Individual de
Qualificação - Instrução Peculiar (FIIQ-IP) e define objetivos que permi-
tam qualificar o Combatente, isto é, o Cabo e o Soldado de Artilharia,
aptos a ocupar cargos correspondentes às suas funções nas diversas
Organizações Mililtares, passando-os à condição de Reservista de Pri-
meira Categoria (Combatente Mobilizável).
2. OBJETIVOS DA FASE
a. Objetivos Gerais
1) Qualificar o Combatente.
2) Formar o Cabo e o Soldado, habilitando-os a ocupar cargos
previstos para uma determinada QMP de uma QMG na U/SU.
3) Formar o Reservista de Primeira Categoria (Combatente
Mobilizável).
4) Prosseguir no desenvolvimento do valor moral dos Cabos e
Soldados.
5) Prosseguir no estabelecimento de vínculos de liderança entre
comandantes (em todos os níveis) e comandados.
b. Objetivos Parciais
1) Completar a formação individual do Soldado e formar o Cabo.
2) Aprimorar a formação do caráter militar dos Cb e Sd.
3) Prosseguir na criação de hábitos adequados à vida militar.
4) Prosseguir na obtenção de padrões de procedimentos neces-
sários à vida militar.
5) Continuar a aquisição de conhecimentos necessários à forma-
ção do militar e ao desempenho de funções e cargos específicos das
QMG/QMP.
6) Aprimorar os reflexos necessários à execução de técnicas e
táticas individuais de combate.
7) Desenvolver habilitações técnicas que correspondem aos co-
nhecimentos e as habilidades indispensáveis ao manuseio de materiais
bélicos e a operações de equipamentos militares.
8) Aprimorar os padrões de Ordem Unida obtidos na IIB.
9) Prosseguir no desenvolvimento da capacidade física do com-
batente.
10) Aprimorar reflexos na execução de Técnicas e Táticas Indivi-
duais de Combate.
c. Objetivo-síntese
- Capacitar o soldado para ser empregado na Defesa Externa.
3. ESTRUTURA DA INSTRUÇÃO
a. Características
1) O programa de treinamento constante deste PP foi elaborado
a partir de uma análise descritiva de todos os cargos a serem ocupados
por Cabos e Soldados, nas diversas QMG/QMP. Portanto, as matérias,
os assuntos e os objetivos propostos estão intimamente relacionados às
peculiaridades dos diferentes cargos existentes.
2) A instrução do CFC e CFSd compreende:
a) matérias comuns a todas QMG/QMP;
b) matérias peculiares, destinadas a habilitar o Cb e Sd a ocu-
par determinados cargos e a desempenhar funções específicas, dentro
de sua QMP; e
c) o desenvolvimento de atitudes e habilidades necessárias à
formação do Cb e Sd para o desempenho de suas funções específicas.
9.00
3) As instruções comum e peculiar compreendem:
a) um conjunto de matérias;
b) um conjunto de assuntos integrantes de cada matéria;
c) um conjunto de sugestões para objetivos intermediários; e
d) um conjunto de objetivos terminais, chamados Objetivos
Individuais de Instrução (OII), que podem ser relacionados a
conhecimentos, habilidades e atitudes.
4) As matérias constituem as áreas de conhecimentos e de
habilidades necessárias à Qualificação do Cabo e do Soldado.
5) Os assuntos relativos a cada matéria são apresentados de for-
ma seqüenciada. Tanto quanto possível, as matérias necessárias à
formação do Cabo e do Soldado, para a ocupação de cargos afins, fo-
ram reunidas de modo a permitir que a instrução possa vir a ser planejada
para grupamentos de militares que, posteriormente, serão designados
para o exercício de funções correlatas.
6) A habilitação de pessoal para cargos exercidos no âmbito de
uma guarnição, equipe ou grupo, exige um tipo de treinamento que se
reveste de características especiais, uma vez que se deve atender aos
seguintes pressupostos:
a) tornar o militar capaz de executar, individualmente, as
atividades diretamente relacionadas às suas funções dentro da
guarnição, equipe ou grupo;
b) tornar o militar capaz de integrar a guarnição, a equipe ou o
grupo, capacitando-o a realizar as suas atividades funcionais em
conjunto com os demais integrantes daquelas frações; e
c) possibilitar ao militar condições de substituir, temporaria-
mente, quaisquer componentes da guarnição, da equipe ou do grupo.
Desses pressupostos, decorre que a instrução relacionada a
cargos exercidos dentro de uma guarnição de peça, de carro de
combate (ou CBTP), de equipamentos (ou materiais), dentro de um grupo
de combate ou de um grupo de exploradores, está prevista, tanto quanto
possível, para ser ministrada em conjunto, a todos os integrantes
dessas frações.
7) As sugestões para objetivos intermediários são apresentadas
como um elemento auxiliar para o trabalho do instrutor. A um assunto
pode corresponder um ou vários objetivos intermediários. Outros objetivos
intermediários poderão ser estabelecidos além daqueles constantes
deste PP.
O Comandante da Subunidade é o orientador do instrutor da
matéria, na determinação dos objetivos intermediários a serem atingi-
dos.
8) Os Objetivos Individuais de Instrução (OII), relacionados aos
conhecimentos e às habilidades, correspondem aos comportamentos
que o militar deve evidenciar, como resultado do processo ensino-apren-
dizagem a que foi submetido no âmbito de determinada matéria. Uma
mesma matéria compreende um ou vários OII. Um Objetivo Individual de
Instrução, relacionado a conhecimentos ou habilidades, compreende:
a) a tarefa a ser executada, que é a indicação precisa do que o
militar deve ser capaz de fazer ao término da respectiva instrução;
b) a(s) condição (ões) de execução que indica(m) as circuns-
tâncias ou situações oferecidas ao militar, para que ele execute a tarefa
proposta. Essa(s) condição(ões) deve(m) levar em consideração as di-
ferenças regionais e as características do militar; e
c) o padrão mínimo a ser atingido determina o critério da ava-
liação do desempenho individual.
9) Os Objetivos Individuais de Instrução (OII), relacionados à Àrea
Afetiva, detalhados nos PPB/1 e PPB/2, correspondem aos atributos a
serem evidenciados pelos militares, como resultado da ação educacio-
nal exercida pelos instrutores, independente das matérias ou assuntos
ministrados. Os OII compreendem os seguintes elementos:
a) o nome do atributo a ser evidenciado, com a sua respectiva
definição;
b) um conjunto de condições dentro das quais o atributo pode-
rá ser observado; e
c) o padrão - evidência do atributo.
10.00
Os Comandantes de Subunidades e Instrutores continuarão apre-
ciando o comportamento do militar em relação aos atributos da Área
Afetiva, considerados no PPB1/PPB2, ao longo da fase de Instrução.
b. Fundamentos da Instrução Individual
Consultar o PPB/1.
4. DIREÇÃO E CONDUÇÃO DA INSTRUÇÃO
a. Responsabilidades
1) O Comandante , Chefe ou Diretor de OM é o responsável pela
Direção de Instrução de sua OM. Cabe-lhe, assessorado pelo S 3,
planejar, coordenar, controlar, orientar e fiscalizar as ações que permi-
tam aos Comandantes de Subunidades e(ou) de Grupamento de
Instrução elaborarem a programação semanal de atividades e a execu-
ção da instrução propriamente dita.
2) O Grupamento de Instrução do Curso de Formação de Cabos
(CFC) deverá ser dirigido por um oficial, de preferência Capitão, que
será o responsável pela condução das atividades de instrução do curso.
O Comandante, Chefe ou Diretor de OM poderá modificar ou es-
tabelecer novos OII, tarefas, condições ou padrões mínimos , tendo em
vista adequar as características dos militares e as peculiaridades da OM
à consecução dos Objetivos da Fase.
b. Ação do S3
1) Realizar o planejamento da Fase de Instrução Individual de
Qualificação, segundo o preconizado no PBIM e nas diretrizes e(ou) or-
dens dos escalões enquadrantes.
2) Coordenar e controlar a instrução do CFC e do CFSd, a fim de
que os militares alcancem os OII de forma harmônica, equilibrada e
consentânea com prazos e interesses conjunturais, complementando os
critérios para os padrões mínimos, quando necessário.
3) Providenciar a confecção de testes, fichas, ordens de instrução
e de outros meios auxiliares, necessários à uniformização das condi-
ções de execução e de consecução dos padrões mínimos previstos nos
OII.
4) Providenciar a organização dos locais e das instalações para
a instrução e de outros meios auxiliares, necessários à uniformização
das condições de execução e de consecução dos padrões mínimos pre-
vistos nos OII.
5) Planejar a utilização de áreas e meios de instrução, de forma a
garantir uma distribuição equitativa pelas Subunidades ou Grupamento
de Instrução.
6) Organizar a instrução da OM, de modo a permitir a compatibi-
lidade e a otimização da instrução do EV com a do NB (CTTEP).
c.Ação dos Comandantes de SU e(ou) de Grupamentos de Instrução
Os Comandantes de SU e(ou) de Grupamentos de Instrução de-
verão ser chefes de uma equipe de educadores a qual, por meio de
ação contínua, exemplos constantes e devotamento à instrução, envidarão
todos os esforços necessários à consecução, pelos instruendos, dos
padrões mínimos exigidos nos OII previstos para a FIIQ.
d. Métodos e Processos de Instrução
1) Os elementos básicos que constituem o PP são as Matérias,
os Assuntos, as Tarefas, e os Objetivos Intermediários.
2) Os métodos e processos de instrução, preconizados nos ma-
nuais C 21-5 e T 21-250 e demais documentos de instrução, deverão ser
criteriosamente selecionados e combinados, a fim de que os OII relacio-
nados a conhecimentos e habilidades, definidos sob a forma de “tarefa”,
“condições de execução” e “padrão mínimo”, sejam atingidos pelos
instruendos.
3) Durante as sessões de instrução, o Soldado deve ser coloca-
do, tanto quanto possível, em contato direto com situações semelhantes
às que devam ocorrer no exercício dos cargos para os quais está sendo
11.00
preparado. A instrução que não observar o princípio do realismo (T
21-250) corre o risco de tornar-se artificial e pouco orientada para os
objetivos que os instruendos têm de alcançar. Os meios auxiliares e
os exercícios de simulação devem dar uma visão bem próxima da
realidade, visualizando, sempre que possível, o desempenho das fun-
ções em situação de combate ou de apoio ao combate.
4) Em relação a cada uma das matérias da QMP, o instrutor
deverá adotar os seguintes procedimentos:
a) analisar os assuntos e as sugestões para objetivos inter-
mediários, procurando identificar a relação existente entre eles. Os
assuntos e as sugestões para objetivos intermediários são podero-
sos auxiliares da instrução.Os objetivos intermediários fornecem uma
orientação segura sobre como conduzir o militar para o domínio dos
OII; são, portanto, pré-requisitos para esses OII.
b) analisar os OII em seu tríplice aspecto: tarefa, condições
de execução e padrão mínimo. Estabelecer, para cada OII, aquele(s)
que deverá(ão) ser executado(s) pelos militares, individualmente ou
em equipe; analisar as condições de execução, de forma a poder
torná-las realmente aplicáveis na fase de avaliação; e
5) Todas as questões levantadas quanto à adequação das “con-
dições de execução” e do “padrão mínimo” deverão ser levadas ao
Comandante da Unidade, a fim de que ele, assessorado pelo S3,
decida sobre as modificações a serem introduzidas no planejamento
inicial.
6) Os OII relacionados à área afetiva são desenvolvidos du-
rante toda a fase e não estão necessariamente relacionados a um
assunto ou matéria, mas devem ser alcançados em conseqüência
de situações criadas pelos instrutores no decorrer da instrução, bem
como de todas as vivências do Soldado no ambiente militar. O de-
senvolvimento de atitudes apóia-se, basicamente, nos exemplos de
conduta apresentados pelos chefes e pares, no ambiente global em
que ocorre a instrução.
5. TEMPO ESTIMADO
a. A carga horária estimada para o período é de 320 horas de
atividades diurnas distribuídas da seguinte maneira:
1) 88 (oitenta e oito) horas destinadas à Instrução Comum;
2)168(centoesessentaeoito)horasdestinadasàInstruçãoPeculiar;e
3) 64 (sessenta e quatro) horas destinadas aos Serviços de Escala.
b. O emprego das horas destinadas aos Serviços de Escala deverá
ser otimizado no sentido de contemplar além das atividades de serviços de
escala, propriamente ditas, as relativas à manutenção do aquartelamento,
recuperação da instrução de Armamento, Munição e Tiro e outras atividades
de natureza conjuntural imposta à OM.
c. A Direção de Instrução, condicionada pelas servidões impostas por
alguns dos OII da FIIQ, deverá prever atividades noturnas com carga horá-
ria compatível com a consecução destes OII por parte dos instruendos.
d. Tendo em vista os recursos disponíveis na OM, as características e
o nível da aprendizagem dos militares, bem como outros fatores que
porventura possam interferir no desenvolvimento da instrução, poderá o
Comandante, Chefe ou Diretor da OM alterar as previsões de carga
horária discriminada no presente PP, mas mantendo sempre a priori-
dade para o CFC.
6. VALIDAÇÃO DO PPQ 06/2
Conforme prescrito no PPB/1 e SIVALI/PP.
7. ESTRUTURA DO PPQ 06/2
a. O PP está organizado de modo a reunir, tanto quanto possível, a
instrução prevista para um cargo ou conjunto de cargos afins de uma mes-
ma QMP. Esta instrução corresponde a uma ou mais matérias. Os conteú-
dos de cada matéria são assuntos que a compõem. Para cada assunto,
apresenta-se uma ou mais sugestão(ões) de objetivo(s) intermediário(s),
que têm a finalidade de apenas orientar o instrutor. A um conjunto de assun-
tos pode corresponder um ou mais OII.
12.00
b. Os OII estão numerados, dentro da seguinte orientação:
Exemplo:
3 Q – 305
- O numero 3 indica a matéria Comunicações.
- Q indica que o OII se refere à “Fase de Qualificação”.
- O primeiro número da centena indica o tipo:
300 - Instrução Comum da IIQ
400 - Instrução Peculiar da IIQ
- A dezena 05, o número do OII dentro da matéria, no
caso “Transmitir uma mensagem por rádio”.
Há, ainda, a indicação do objetivo parcial ao qual está vinculado o
OII (FC, OP etc), conforme orientado no PPB/1.
8. NORMAS COMPLEMENTARES
a. Este Programa-Padrão regula a formação dos militares nas QMG/
QMP de Artilharia, relativas aos cargos previstos nas Normas Regula-
doras da Qualificação, Habilitação, Condições de Acesso e Situações
das Praças do Exército, em vigor.
b. Os cargos de Cb/Sd para os quais são exigidas habilitações
específicas, definidos nas normas supramencionadas, deverão ser ocu-
pados por militares qualificados e que tenham participado de um Trei-
namento Específico ( Trn Epcf ).
c. O Tr Epc é determinado e estabelecido pelos Comandantes,
Chefe e(ou) Diretores de OM, e constitui-se na prática, acompanhada e
orientada, de uma atividade com a finalidade de habilitar as praças para
o desempenho de cargos previstos nos QC ou no exercício de um traba-
lho específico, nas respectivas OM, que exijam esse tipo de Habilitação
Especial.
d. Esse treinamento pode coincidir, no todo ou em parte, com as
atividades da Capacitação Técnica e Tática do Efetivo Profissional
(CTTEP) e não possui, normalmente, Programa-Padrão específico e tem-
po de duração definidos. O início e o término, bem como o resultado da
atividade, julgando cada militar “APTO” ou “INAPTO” para o cargo,
serão publicados no BI da OM.
e. No caso particular de Trn Epcf realizado por OM que possuem
Contigente, visando a habilitar seus cabos e soldados a ocuparem car-
gos específicos, de interesse da OM e da Mobilização, será necessária
a aprovação, pelo COTER, do respectivo PP, o qual será proposto pelas
OM interessadas.
f. As normas fixadas neste PP serão complementadas pelo (as):
1) PBIM, expedido pelo COTER; e
2) Diretrizes, Planos e Programas de Instrução, elaborados pelos
Grandes Comandos, Grandes Unidades e Unidades.
13.00
Você encontrará, nas páginas que se seguem, uma
proposta para a distribuição de tempo para o desenvolvimento
do Programa de Instrução que visa à Qualificação do
Combatente.
O Comandante, Chefe ou Diretor da OM poderá, em
função dos recursos disponíveis, das características dos
instruendos e de outros fatores conjunturais, alterar a carga
horária das matérias discriminadas na distribuição sugerida.
.
II. PROPOSTAPARA A DISTRIBUIÇÃO DE TEMPO
Os quadros apresentados indicam os números das
matérias peculiares que deverão constar dos programas
de treinamento de cada um dos grupamentos de
instrução mencionados neste PP.
14.00
1. QUADRO GERAL DE DISTRIBUIÇÃO DE TEMPO
QMG QMP GRUPAMENTOS DE INSTRUÇÃO
A T I V I D A D E S
INSTRUÇÃO A Dispo
C m t
S v
Escala
Total
Comum Peculiar Noturna
06
01
Cmb
Cmp
Gu Pç - Obuseiro
88 168
A critério
da Direção
de Instrução
Nenhuma 64 320
Gu AV - LMU
Gu AV - RMD
Pes Rem - Obuseiro
Pes Rem - Foguetes
02
Cmb
A AAe
Gu Pç - Can AAe 35 mm
Gu Pç - Can AAe 40 mm C 60
Gu Pç - Can AAe 40 mm C 70
Gu EDT - Superfledermus
Gu EDT - Fila
Gu Pç - Msl
Pes Rem - Can AAe
03
Cmb
A Cos
Gu AV - LMU
Gu AV - RMD
Pes Rem - Foguetes
04
Dir Tir
Pes Dir Tir - Cmp
Pes Dir Tir - AAe
15
Lev
Obs
Pes Lev Obs - Cmp
Pes Lev Obs - AAe
15.00
2. QUADRO DE DISTRIBUIÇÃO DE TEMPO DESTINADO À
INSTRUÇÃO PECULIAR POR GRUPAMENTO DE INSTRUÇÃO
QMG QMP GRUPAMENTOS DE INSTRUÇÃO N r MATÉRIAS PECULIARES Horas
06
01
Cmb
Cmp
Gu Pç - Obuseiro
12 Escola da Peça – Obuseiros 15
13 Manutenção do Material 32
17 Material de Artilharia – Obuseiros 20
20 Munições de Artilharia para Obuseiros 15
21 Organização do Terreno e Camuflagem do Mat Art 6
30 Trabalhos na Linha de Fogo – Obuseiros 80
SOMA 168
Gu AV - LMU
10 Escola da Peça – LMF 15
13 Manutenção do Material 32
15 Material de Artilharia – LMF 20
19 Munições de Artilharia para LMF 15
21 Organização do Terreno e Camuflagem do Mat Art 6
28 Trabalhos na Linha de Fogo – LMF 80
SOMA 168
Gu AV - RMD
10 Escola da Peça – LMF 15
13 Manutenção do Material 32
15 Material de Artilharia – LMF 20
19 Munições de Artilharia para LMF 15
21 Organização do Terreno e Camuflagem do Mat Art 6
28 Trabalhos na Linha de Fogo – LMF 80
SOMA 168
16.00
2 . Q U A D R O D E D IS T R IB U IÇ Ã O D E T E M P O D E S T IN A D O À
IN S T R U Ç Ã O P E C U L IA R P O R G R U P A M E N T O D E IN S T R U Ç Ã O
Q M G Q M P G R U P A M E N T O S D E IN S T R U Ç Ã O N r M A T É R IA S P E C U L IA R E S H o r a s
0 6
0 1
C m b
C m p
P e s R e m - O b useiro
1 3 M a nute n ç ã o d o M a te r i a l 3 2
1 7 M a te r i a l d e A r t i l h a r i a - O b u s e i r o s 2 0
2 0 M u n i ç õ e s d e A r t i lh a r i a p a r a O b u s e i r o s 1 5
2 1 O r g a n i z a ç ã o d o Te r r e n o e C a m ufla g e m d o M a t A rt 6
2 2 S uprim e n to – C la s s e V ( M U N IÇ Ã O ) 9 5
S O M A 1 6 8
P e s R e m - F o g u e t e s
1 3 M a nute n ç ã o d o M a te r i a l 3 2
1 5 M a te r i a l d e A r t i l h a r i a – L M F 2 0
1 9 M u n i ç õ e s d e A r t i lh a r i a p a r a L M F 1 5
2 1 O r g a n i z a ç ã o d o Te r r e n o e C a m ufla g e m d o M a t A rt 6
2 2 S uprim e n to – C la s s e V ( M U N IÇ Ã O ) 9 5
S O M A 1 6 8
0 2
C m b
A A e
G u P ç - C a n 3 5 m m
0 9 E s c o la d a P e ç a – A A e 1 5
1 3 M a nute n ç ã o d o M a te r i a l 3 2
1 4 M a te r i a l d e A r t i l h a r i a – A A e 2 0
1 8 M u n i ç õ e s d e A r t i lh a r i a p a r a A A e 1 5
2 1 O r g a n i z a ç ã o d o Te r r e n o e C a m ufla g e m d o M a t A rt 6
2 7 Tra b a lho s n a U n i d a d e d e T i r o - A A e 8 0
S O M A 1 6 8
G u P ç - C a n 4 0 m m C 6 0
0 9 E s c o la d a P e ç a – A A e 1 5
1 3 M a nute n ç ã o d o M a te rial de Artilharia 3 2
1 4 M a te r i a l d e A r t i l h a r i a – A A e 2 0
1 8 M u n i ç õ e s d e A r t i lh a r i a p a r a A A e 1 5
2 1 O r g a n i z a ç ã o d o Te r r e n o e C a m ufla g e m d o M a t A rt 6
2 7 Tra b a lho s n a U n i d a d e d e T i r o - A A e 8 0
S O M A 1 6 8
17.00
2. QUADRO DE DISTRIBUIÇÃO DE TEMPO DESTINADO À
INSTRUÇÃO PECULIAR POR GRUPAMENTO DE INSTRUÇÃO
QMG QMP GRUPAMENTOS DE INSTRUÇÃO N r MATÉRIAS PECULIARES Horas
06
02
Cmb
AAe
Gu Pç - Can AAe 40 mm C 70
09 Escola da Peça – AAe 15
13 Manutenção do Material 32
14 Material de Artilharia – AAe 20
18 Munições de Artilharia para AAe 15
21 Organização do Terreno e Camuflagem do Mat Art 6
27 Trabalhos na Unidade de Tiro - AAe 80
SOMA 168
Gu EDT - Superfledermus
09 Escola da Peça – AAe 15
13 Manutenção do Material 32
14 Material de Artilharia – AAe 20
21 Organização do Terreno e Camuflagem do Mat Art 6
23 Técnica de Tiro da Artilharia - Mat AAe 15
27 Trabalhos na Unidade de Tiro - AAe 80
SOMA 168
Gu EDT - Fila
09 Escola da Peça - AAe 15
13 Manutenção do Material 32
14 Material de Artilharia - AAe 20
21 Organização do Terreno e Camuflagem do Mat Art 6
23 Técnica de Tiro da Artilharia - Mat AAe 15
27 Trabalhos na Unidade de Tiro - AAe 80
SOMA 168
18.00
2 . Q U A D R O D E D IS T R IB U IÇ Ã O D E T E M P O D E S T IN A D O À
IN S T R U Ç Ã O P E C U L IA R P O R G R U P A M E N T O D E IN S T R U Ç Ã O
Q M G Q M P G R U P A M E N T O S D E IN S T R U Ç Ã O N r M A T É R IA S P E C U L IA R E S H o r a s
0 6
0 2
C m b
A A e
G u P ç - M s l
11 E s c o la d e P e ç a s - M ís s e i s 1 5
1 3 M a nute n ç ã o d o M a te r i a l 3 2
1 6 M a te r i a l d e A r t i l h a r i a – M ís s e i s 3 5
2 1 O r g a n i z a ç ã o d o Te r r e n o e C a m ufla g e m d o M a t A rt 6
2 9 Tra b a lho s n a L i n h a d e F o g o – M s I A A e 8 0
S O M A 1 6 8
P e s R e m - C a n A A e
1 3 M a nute n ç ã o d o M a te r i a l 3 2
1 4 M a te r i a l d e A r t i l h a r i a - A A e 2 0
1 8 M u n i ç õ e s d e A r t i lh a r i a p a r a A A e 1 5
2 1 O r g a n i z a ç ã o d o Te r r e n o e C a m ufla g e m d o M a t A rt 6
2 2 S uprim e n to – C la s s e V ( M U N IÇ Ã O ) 9 5
S O M A 1 6 8
0 3
C m b
A C o s
G u A V - L M U
1 0 E s c o la d a P e ç a – L M F 1 5
1 3 M a nute n ç ã o d o M a te r i a l 3 2
1 5 M a te r i a l d e A r t i l h a r i a – L M F 2 0
1 9 M u n i ç õ e s d e A r t i lh a r i a p a r a L M F 1 5
2 1 O r g a n i z a ç ã o d o Te r r e n o e C a m ufla g e m d o M a t A rt 6
2 8 Tra b a lho s n a L i n h a d e F o g o – L M F 8 0
S O M A 1 6 8
G u A V - R M D
1 0 E s c o la d a P e ç a – L M F 1 5
1 3 M a nute n ç ã o d o M a te r i a l 3 2
1 5 M a te r i a l d e A r t i l h a r i a – L M F 2 0
1 9 M u n i ç õ e s d e A r t i lh a r i a p a r a L M F 1 5
2 1 O r g a n i z a ç ã o d o Te r r e n o e C a m ufla g e m d o M a t A rt 6
2 8 Tra b a lho s n a L i n h a d e F o g o – L M F 8 0
S O M A 1 6 8
19.00
2 . Q U A D R O D E D IS T R IB U IÇ Ã O D E T E M P O D E S T IN A D O À
IN S T R U Ç Ã O P E C U L IA R P O R G R U P A M E N T O D E IN S T R U Ç Ã O
Q M G Q M P G R U P A M E N T O S D E IN S T R U Ç Ã O N r M A T É R IA S P E C U L IA R E S H o r a s
0 6
0 3
C m b
A C o s
P e s R e m - F o g u e te s
1 3 M a nute n ç ã o d o M a te r i a l 3 2
1 5 M a te r i a l d e A r t i l h a r i a – L M F 2 0
1 9 M u n i ç õ e s d e A r t i lh a r i a p a r a L M F 1 5
2 1 O rg a n i z a ç ã o d o Te r r e n o e C a m ufla g e m d o M a t A rt 6
2 2 S u p r i m e n to – C la s s e V ( M U N IÇ Ã O ) 9 5
S O M A 1 6 8
0 4
D ir Tir
P e s D ir Tir - C m p
8 C o m u n i c a ç õ e s n a A r tilha ria 1 2
1 3 M a nute n ç ã o d o M a te r i a l 3 2
2 1 O rg a n i z a ç ã o d o Te r r e n o e C a m ufla g e m d o M a t A rt 6
2 4 T é c n i c a d e T i r o d a A r tilha r i a – O b u s e i r o s 1 0 0
2 5 To p o g ra fia d o A rtilhe i r o - N o ç õ e s B á s i c a s 1 8
S O M A 1 6 8
P e s D ir Tir - A A e
8 C o m u n i c a ç õ e s n a A r tilha ria 1 2
1 3 M a nute n ç ã o d o M a te r i a l 3 2
2 1 O rg a n i z a ç ã o d o Te r r e n o e C a m ufla g e m d o M a t A rt 6
2 3 T é c n i c a d e T i r o d a A r tilha r i a – M a t A A e 1 0 0
2 5 To p o g ra fia d o A rtilhe i r o - N o ç õ e s B á s i c a s 1 8
S O M A 1 6 8
1 5
L e v
O b s
P e s L e v O b s - C m p
1 3 M a nute n ç ã o d o M a te r i a l 3 2
2 1 O rg a n i z a ç ã o d o Te r r e n o e C a m ufla g e m d o M a t A rt 6
2 5 To p o g ra fia d o A rtilhe i r o - N o ç õ e s B á s i c a s 1 8
2 6 To p o g ra fia d o A r tilhe i r o - E s p e c ífic a 1 1 2
S O M A 1 6 8
P e s L e v O b s - A A e
1 3 M a nute n ç ã o d o M a te r i a l 3 2
2 1 O rg a n i z a ç ã o d o Te r r e n o e C a m ufla g e m d o M a t A rt 6
2 5 To p o g ra fia d o A rtilhe i r o - N o ç õ e s B á s i c a s 1 8
2 6 To p o g ra fia d o A r tilhe i r o - E s p e c ífic a 1 1 2
S O M A 1 6 8
21.00
III. MATÉRIASPECULIARESDAS QMP DE ARTILHARIA
A seguir, são apresentadas, em
ordem alfabética, as matérias
peculiares das QMP de Artilharia.
22.00
OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO
SUGESTÕES PARA
TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS
INTERMEDIÁRIOS
08. COMUNICAÇÕES NA ARTILHARIA TEMPO ESTIMADO DIURNO: 12 h
- Transmitir e receber
mensagens de tiro utili-
zando o rádio.
- A tarefa será considerada
correta se o militar obedecer às
regras de exploração durante a
missão de tiro.
Q-404
(OP)
- O militar será colocado como
operador de um rádio.
- Em outro rádio estará um monitor
que transmitirá uma missão de
tiro (TSZ).
- Os dados para a transmissão por
parte do militar serão fornecidas
pelo instrutor à medida que a mis-
são for se desenvolvendo.
- O militar será colocado como
operador de um telefone.
- Em outro telefone estará um mo-
nitor que transmitirá uma missão
de tiro (TSZ).
- Os dados para a transmissão por
parte do militar serão fornecidas
pelo instrutor à medida que a mis-
são for se desenvolvendo.
- Transmitir e receber
mensagens de tiro utili-
zando o telefone de cam-
panha.
- A tarefa será considerada
correta se o militar obedecer às
regras de exploração durante a
missão de tiro.
Q-402
(OP)
- Identificar os meio de comunicação
existentes na OM.
- Instalar e operar os meios de comu-
nicação utilizados para recebimento
e transmissão de missões de tiro.
- Identificar os circuitos do Sistema
Fio do GAC e Bia O.
- Identificar os postos-rádios que
compõem as redes de tiro do GAC
e Bia O.
1. Meios de comunicação de
campanha
a. Apresentação;
b. Características;
c. Manuseio; e
d. Regras de exploração.
2. Sistema de Com por Fio do GAC
e Bia O.
3. Sistema de Com por Rádio do
GAC e Bia O.
- Conhecer o Sistema de
comunicações por Rádio
da Artilharia.
- O militar deverá identificar os
postos-rádio que compõe as re-
des de tiro do GAC e Bia O.
Q-403
(AC)
- Apresentado, ao militar, o Siste-
ma de Comunicações por Rádio da
Artilharia.
- Conhecer o Sistema de
Comunicações por Fio da
Artilharia.
- O militar deverá identificar os
circuitos do Sistema Com por
Fio do GAC e Bia O.
Q-401
(AC)
- Apresentado, ao militar, o Siste-
ma de Comunicações por Fio da
Artilharia.
23.00
OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO
SUGESTÕES PARA
TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS
INTERMEDIÁRIOS
09. ESCOLA DA PEÇA - AAe TEMPO ESTIMADO DIURNO: 15 h
- O militar deverá enumerar seu
posto e designar sua função
corretamente.
- Este OII será cumprido seqüen-
cialmente ao anterior.
Q-403
(OP)
Can AAe 35mm
- Ocupar posição em for-
ma como integrante da
guarnição da peça.
(Para a guarnição dotada
do material)
- O militar deverá formar,
corretamente, para todos os co-
mandos recebidos.
Q-402
(OP)
- Serão dispostos no terreno pe-
ças acionadas, não acionadas e em
posição de marcha.
- O instrutor deverá atribuir a cada
um dos militares uma função ini-
cial.
- Será dado uma série de coman-
dos relativos às formações da
guarnição da peça.
I. Can A Ae 35mm
1. Composição da peça em pes-
soal e material.
2. Definições de peça acionada,
não acionada, em posição de
marcha e em posição de tiro.
3. Definições de posições em re-
lação à peça.
- Definir peça.
- Identificar a composição da peça
em pessoal e material.
- Distinguir peça acionada e não aci-
onada, peça em posição de marcha
e em posição de tiro.
- Identificar a direita, a esquerda, a
frente e a retaguarda de uma peça.
- Dispor o material na posição.
- Serão dispostos no terreno pe-
ças acionadas, não acionadas, em
posição de marcha e em posição
de tiro.
Can AAe 35mm
- Identificar peças aciona-
das, não acionadas, em
posição de marcha e em
posição de tiro.
(Para a guarnição dotada
do material)
- Todas as identificações deve-
rão ser feitas corretamente.
Q-401
(AC)
4. Formações da guarnição para
os diversos comandos.
- Tomar a posição na formação co-
mandada, de acordo com cada uma
das funções que o servente pode
desempenhar em uma peça.
Can AAe 35amm
- Enumerar postos e de-
signar funções.
(Para a guarnição dotada
do material)
24.00
OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO
SUGESTÕES PARA
TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS
INTERMEDIÁRIOS
- Apresentados ao militar:
- um canhão em posição de tiro;
- os limites esquerdo e direito do
setor de segurança, no terreno; e
- os azimutes para o limite esquer-
do e direito.
Can AAe 35mm
- Realizar a interdição
dos setores de tiro por
pontaria direta.
(Para a guarnição dotada
do material)
- Após a limitação do setor, o
militar deverá:
- verificar a correta visada nos
pontos limites do setor;
- verificar o registro dos pontos
limites do limitador em direção;
- verificar se a limitação em ele-
vação foi executada corretamen-
te; e
- verificar, através do disparo
elétrico, se a peça não está dis-
parando dentro do setor limita-
do.
Q-405
(TE)
5. Acionamento da peça eletri-
camente
a. Em ação
- “Preparar para desenga-
tar”, “Desengatar o canhão e o
grupo gerador“, “À braços (re-
taguarda, frente, direita e es-
querda)”, “Pegar na parlamenta
e preparar o grupo gerador”, “Po-
sição de tiro e verificações an-
tes da partida do grupo gerador”,
“Partida do grupo gerador”, “Li-
gar energia” e “Guarnecer”.
b. Comandos interruptivos
- “Alto”, “Repousar”, “Abri-
gar”, “Guarnecer” e “Em ação”.
c. Saída de posição
- “Mudança de posição”,
“Posição de marchar”, “Desligar
energia e desconectar os ca-
bos”, “Atracar parlamenta” e “En-
gatar”.
d. Limitação dos setores de
segurança
- Interdição de setores por
pontaria direta e interdição de
zonas por inspeção.
- Executar as ações corresponden-
tes a cada uma das funções que o
servente pode desempenhar na
peça, de acordo com o comando re-
cebido.
- Realizar a interdição dos setores
de tiro.
- Realizar a interdição de áreas de
tiro.
- Citar e executar as diversas ações
correspondentes a cada uma das
verificações antes do tiro.
- Orientar a peça.
- Determinar as paralaxes.
- Amarrar a orientação.
Can AAe 35mm
- Executar as ações cor-
respondentes ao aciona-
mento elétrico do canhão.
(Para a guarnição dotada
do material)
- Executar, corretamente, todas
as ações correspondentes aos
comandos recebidos.
09. ESCOLA DA PEÇA - AAe TEMPO ESTIMADO DIURNO: 15 h
Q-404
(TE)
- Apresentados, aos militares, um
canhão e um grupo gerador enga-
tados e com todo o material orgâ-
nico embarcado em suas respec-
tivas viaturas.
- Um número de militares igual ao
número de serventes será esco-
lhido aleatoriamente pelo
instrutor.
- O instrutor deverá atribuir a cada
servente uma função inicial dan-
do, em seguida, uma série de co-
mandos.
- Após cada série de comandos,
haverá rodízio nas funções sendo
repetido este comportamento
tantas vezes quantas forem ne-
cessárias a que todos os milita-
res passem por todas as funções.
25.00
OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO
SUGESTÕES PARA
TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS
INTERMEDIÁRIOS
- Apresentados, ao militar, um
canhão em posição de tiro e o
azimute de orientação da CDT.
Can AAe 35mm
- Orientar o canhão
(Para a guarnição dotada
do material)
- O militar deverá:
- passar a peça para operação
manual (por meio de manivelas
de azimute e orientação);
- realizar a visada sobre a luneta
do reparo da CDT; e
- registrar o azimute transmiti-
do pelo Cmt da Unidade de tiro
com erro Máximo de 0,5’’’.
Q-407
(TE)
e. Ações antes do tiro
- Verificações do funciona-
mento mecânico, do nivelamen-
to, do arrastamento, do funcio-
namento elétrico, da limitação dos
setores de segurança, do apa-
relho de pontaria e da Posição
de Remuniciamento.
f. Trabalhos de seção
- Orientação, determinação
das paralaxes, pontos de refe-
rência e verificação do azimute
das peças, amarração da orien-
tação, verificações (deriva de
referência, azimute de orienta-
ção e transmissão) e ajustagem
da tensão de transmissão.
g. Serviço da peça em ação
(preparação para o tiro)
- Preparar os carregadores
da lâmina e da munição, municiar
os cofres de munição e dos ali-
mentadores automáticos, alimen-
tar, carregar, desmuniciar e re-
municiar.
- Verificar:
- Deriva de referência;
- Azimute de orientação; e
- Transmissões com ponto afastado,
sem ponto afastado e com alvo mó-
vel.
- Ajustar a tensão de transmissão.
- Preparar os carregadores de lâmi-
na e da munição.
- Municiar os cofres de munição e os
alimentadores automáticos.
- Alimentar, carregar, desmuniciar e
remuniciar a peça.
Can AAe 35mm
- Verificar o canhão antes
do tiro com energia liga-
da.
(Para a guarnição dotada
do material)
- Apresentado, ao militar, um
canhão em posição de tiro com
energia ligada.
- Serão dados comandos para
realização das verificações.
- O militar deverá executar as ve-
rificações do:
- funcionamento mecânico;
- nivelamento;
- arrastamento;
- funcionamento elétrico;
- limitação dos setores de se-
gurança; e do
- aparelho de pontaria.
- O militar deverá obedecer a se-
qüência correta dentro de cada
verificação.
- Após o término das verifica-
ções, o instrutor deverá verifi-
car:
- o correto funcionamento da
peça;
- se a lâmpada testemunho de
nivelamento acende ao ser pres-
sionado o botão de nivelamen-
to; e
- se os tubos se posicionam cor-
retamente ao ser pressionado
o botão “posição de remunicia-
mento”.
09. ESCOLA DA PEÇA - AAe TEMPO ESTIMADO DIURNO: 15 h
Q-406
(TE)
26.00
OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO
SUGESTÕES PARA
TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS
INTERMEDIÁRIOS
- Apresentados, aos militares, 10
carregadores de lâmina municia
dos e uma peça em posição de
tiro.
- O instrutor escolherá, aleatoria-
mente 2 militares.
Can AAe 35mm
- Municiar os alimentado-
res automáticos.
(Para a guarnição dotada
do material)
- Os militares deverão:
- colocar a alavanca “I-O” na po-
sição “O”;
- municiar os alimentadores com
5 carregadores cada;
- voltar a alavanca “I-O” para a
posição “I”;
- interruptor “I-O” na posição “I”;
- alimentar a peça corretamen-
te; e
- o interruptor “10-3” deverá es-
tar em 10.
Q-410
(TE)
Can AAe 35mm
- Verificar as
transmissões.
(Para a guarnição dotada
do material)
- Apresentado, ao militar, um ca-
nhão em posição de tiro com ener-
gia ligada, um ponto afastado e um
balão com refletor.
- O balão deverá ser largado próxi-
mo à posição da unidade de tiro.
- O instrutor escolherá, aleatoria-
mente, 2 (dois) militares.
- Os militares deverão passar a
peça para automático e realizar
as leituras corretas na luneta
panorâmica.
- A luneta panorâmica deverá ser
colocada, anteriormente, a zero.
09. ESCOLA DA PEÇA - AAe TEMPO ESTIMADO DIURNO: 15 h
Q-408
(TE)
Can AAe 35mm
- Ajustar a transmissão
em direção e elevação.
(Para a guarnição dotada
do material)
- Apresentado, ao militar, um
canhão em posição de tiro com
energia ligada.
- Serão dados os comandos para
ajustagem em direção e elevação.
- O militar deverá:
- passar a Peça para automático;
- selecionar, no instrumento de
tensão de zero de erro, o acom-
panhamento comandado (dire-
ção ou elevação); e
- agindo no potenciômetro do
instrumento, ajustar as tensões
de transmissão.
Q-409
(TE)
Can AAe 35mm
- Municiar os carregado-
res de lâmina.
(Para a guarnição dotada
do material)
- Apresentado, ao militar, um
cunhete com munição de manejo
e um carregador de lâmina.
- Ao término da operação, o car-
regador deverá estar municia-
do com 7 (sete) cartuchos.
Q-411
(TE)
27.00
OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO
SUGESTÕES PARA
TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS
INTERMEDIÁRIOS
- Apresentado ao militar um
canhão em posição de tiro sem a
energia ligada.
- Serão dados comandos para a
realização das verificações.
Can AAe 35mm
- Verificar o canhão antes
do tiroc sem energia
ligada.
(Para a guarnição dotada
do material)
- O militar deverá realizar, corre-
tamente, as verificações do fun-
cionamento mecânico, do apa-
relho de pontaria e do nivela-
mento.
- O militar deverá obedecer a
seqüência correta dentro de
cada verificação.
- Após o término das verifica-
ções, o militar deverá verificar:
- se os níveis estão entre repa-
ros; e
- se as armas estão funcionan-
do corretamente.
Q-413
(TE)
6. Acionamento da Peça mecani-
camente
a. Em ação
- “Preparar para desenga-
tar”, “Desengatar”, “A braços
(retaguarda, frente, direita e es-
querda)”, “Pegar na parlamenta”,
“Posição de Tiro”, e “Guarnecer”.
b. Comandos interruptivos
- “Alto”, “Repousar”, “Abri-
gar”, “Guarnecer” e “Em ação”.
c. Saída de posição
- “Mudança de posição”,
“Posição de marchar”, “Atracar
a parlamenta” e “Engatar”.
d. Verificações antes do tiro
- Verificação do funciona-
mento mecânico, do aparelho de
pontaria e do nivelamento.
e. Serviço da peça em ação
(preparação para o tiro)
- Preparar os carregadores
de lâmina e da munição, municiar
os cofres de munição e alimen-
tadores automáticos, alimentar,
carregar, desmuniciar e remuni-
ciar.
- Executar as ações corresponden-
tes a cada uma das funções que o
servente pode desempenhar na peça
de acordo com o comando recebido.
- Citar as diversas verificações a
serem executadas antes do tiro.
- Executar as ações corresponden-
tes a cada uma das verificações an-
tes do tiro.
- Municiar os cofres de munição e
alimentadores automáticos.
- Alimentar a peça.
- Carregar a peça.
- Desmuniciar a peça.
- Remuniciar a peça.
Can AAe 35mm
- Executar as ações
correspondentes ao
acionamento mecânico do
canhão.
(Para a guarnição dotada
do material)
- Apresentados, aos militares, um
canhão e um grupo gerador enga-
tados e com todo o material orgâ-
nico embarcado.
- O instrutor avisará aos militares
que o grupo gerador se encontra
em pane.
- Um número de militar igual ao
número de serventes será esco-
lhido e, para cada um deles, deve-
rá será atribuída uma função inici-
al.
- Em seguida, uma série de coman-
dos relativos ao acionamento da
peça serão efetuados.
- Após cada série de comandos,
haverá rodízios nas funções, sen-
do repetido este comportamento
tantas vezes quantas forem ne-
cessárias para que os militares
passem por todas as funções.
- Cada militar deverá realizar
corretamente, dentro de cada
função todas as operações cor-
respondentes aos comandos
recebidos.
09. ESCOLA DA PEÇA - AAe TEMPO ESTIMADO DIURNO: 15 h
Q-412
(TE)
28.00
OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO
SUGESTÕES PARA
TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS
INTERMEDIÁRIOS
09. ESCOLA DA PEÇA - AAe TEMPO ESTIMADO DIURNO: 15 h
Can AAe 35mm
- Municiar os alimentado-
res automáticos e alimen-
tar as armas.
(Para a guarnição dotada
do material)
- Os militares deverão:
- colocar a alavanca “I-O” na po-
sição “O”;
- municiar os alimentadores com
5 carregadores cada;
- voltar a alavanca “I-O” para a
posição “I”; e
- realizar a alimentação através
da catraca manual.
- a arma deverá ser alimentada
corretamente.
Q-415
(TE)
- Apresentados, aos militares, 10
carregadores de lâmina municia-
dos e uma peça em posição de
tiro.
- O instrutor escolherá, aleatoria-
mente, 2 militares.
- Apresentados, aos militares, um
cunhete com munição de manejo
e um carregador de lâmina.
Can AAe 35mm
- Municiar os carregado-
res de lâmina.
(Para a guarnição dotada
do material)
- Ao término da operação, o
carregador deverá estar
municiado com 7 (sete)
cartuchos.
Q-414
(TE)
29.00
OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO
SUGESTÕES PARA
TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS
INTERMEDIÁRIOS
09. ESCOLA DA PEÇA - AAe TEMPO ESTIMADO DIURNO: 15 h
- O militar deverá enumerar seu
posto e designar sua função
corretamente.
- Este OII será cumprido seqüen-
cialmente ao anterior.
Q-418
(OP)
Can AAe 40mm C 60
- Ocupar posição em for-
ma como integrante da
guarnição da peça.
(Para a guarnição dotada
do material)
- O militar deverá formar,
corretamente, para todos os co-
mandos recebidos.
Q-417
(OP)
- Serão dispostos no terreno
peças acionadas, não acionadas e
em posição de marcha.
- O instrutor deverá atribuir a cada
um dos militares uma função
inicial.
- Será dado uma série de
comandos relativos às formações
da guarnição da peça.
- Serão dispostos no terreno pe-
ças acionadas, não acionadas, em
posição de marcha e em posição
de tiro.
Can AAe 40mm C 60
- Identificar peças aciona-
das, não acionadas, em
posição de marcha e em
posição de tiro.
(Para a guarnição de dota-
da do material)
- Todas as identificações deve-
rão ser feitas corretamente.
Q-416
(AC)
4. Formações da guarnição para
os diversos comandos.
- Tomar a posição na formação
comandada, de acordo com cada uma
das funções que o servente pode
desempenhar em uma peça.
Can AAe 40mm C 60
- Enumerar postos e de-
signar funções.
(Para a guarnição dotada
do material)
II. Can AAe 40mm C 60
1. Composição da peça em
pessoal e material.
2. Definições de peça acionada,
não acionada, em posição de
marcha e em posição de tiro.
3. Definições de posições em
relação à peça.
- Definir peça.
- Identificar a composição da peça
em pessoal e material.
- Distinguir peça acionada e não
acionada, peça em posição de
marcha e em posição de tiro.
- Identificar a direita, a esquerda, a
frente e a retaguarda de uma peça.
- Dispor o material na posição.
30.00
OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO
SUGESTÕES PARA
TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS
INTERMEDIÁRIOS
09. ESCOLA DA PEÇA - AAe TEMPO ESTIMADO DIURNO: 15 h
- Apresentados um canhão enga-
tado e com todo o material orgâni-
co embarcado.
- Um número de militar igual ao
número de serventes será esco-
lhido, aleatoriamente, pelo
instrutor e, para cada um deles,
deverá será atribuída uma função
inicial.
- Em seguida, uma série de coman-
dos relativos ao acionamento da
peça serão efetuados.
- Haverá rodízios nas funções para
que os militares passem por to-
das as funções.
Can AAe 40mm C 60
- Executar as ações cor-
respondentes ao
acionamento do canhão.
(Para a guarnição dotada
do material)
- Realizar, corretamente, dentro
de cada função todas as
operações correspondentes
aos comandos recebidos.
Q-419
(TE)
5. Acionamento da peça
a. Em ação
- “Preparar para desenga-
tar”, “Desengatar”, “ A braços
(retaguarda, frente, direita e es-
querda)”, “Pegar na parlamenta”,
“Posição de Tiro” e “Guarnecer”.
b. Comandos interruptivos
- “Alto”, “Repousar”, “Abri-
gar”, “Guarnecer” e “Em ação”.
c. Saída de posição
- “Mudança de posição”,
“Posição de Marcha”, “Atracar a
parlamenta” e “Engatar”.
- Executar as ações corresponden-
tes à cada uma das funções que o
servente pode desempenhar na peça
de acordo com o comando recebido.
31.00
OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO
SUGESTÕES PARA
TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS
INTERMEDIÁRIOS
09. ESCOLA DA PEÇA - AAe TEMPO ESTIMADO DIURNO: 15 h
Q-424
(TE)
Can AAe 40mm C 70
- Executar as operações
relativas aos comandos
recebidos.
(Para a guarnição dotada
do material)
- Cada militar deverá executar a
ação comandada de acordo com
a função que estiver ocupando
no momento.
Q-423
(HT)
- Apresentado, ao militar, um ca-
nhão na posição de marcha, enga-
tado e com todo o seu material
orgânico embarcado.
- Dispostas no terreno peças aci-
onadas, não acionadas, em posi-
ção de marcha e em posição de
tiro.
Can AAe 40mm C 70
- Identificar peças
acionadas, não acionadas,
em posição de marcha e
em posição de tiro.
(Para a guarnição dotada
do material)
- Todas as identificações deve-
rão ser feitas corretamente.
Q-420
(AC)
Can AAe 40mm C 70
- Executar a operação
manual do canhão.
(Para a guarnição dotada
do material)
III. Can AAe 40mm C 70
1. Composição da peça em
pessoal e material.
2. Definições de peça acionada,
não acionada, em posição de
marcha e em posição de tiro.
3. Definições de posições em
relação à peça.
- Definir peça.
- Identificar a composição da peça
em pessoal e material.
- Distinguir peça acionada e não
acionada, peça em posição de
marcha e em posição de tiro.
- Identificar a direita, a esquerda, a
frente e a retaguarda de uma peça.
- Dispor o material na posição.
Can AAe 40mm C 70
- Enumerar postos e de-
signar funções.
(Para a guarnição dotada
do material)
- O militar deverá enumerar seu
posto e designar sua função
corretamente.
Q-422
(OP)
- Este OII será cumprido seqüen-
cialmente ao anterior.
Can AAe 40mm C 70
- Ocupar posição em
forma como integrante da
guarnição da peça.
(Para a guarnição dotada
do material)
- O militar deverá formar,
corretamente, para todos os co-
mandos recebidos.
Q-421
(OP)
- Dispostas no terreno peças aci-
onadas, não acionadas e em posi-
ção de marcha.
- O instrutor deverá atribuir a cada
um dos militares uma função ini-
cial.
- Será dado uma série de coman-
dos relativos às formações da
guarnição da peça.
4. Formações da guarnição para
os diversos comandos.
- Tomar a posição na formação
comandada, de acordo com cada uma
das funções que o servente pode
desempenhar em uma peça.
5. Comandos para o acionamento
do canhão.
- Executar as ações corresponden-
tes a cada uma das funções que o
servente poderá desempenhar em
uma peça, de acordo com o coman-
do recebido.
6. Operação manual.
- Conhecer a finalidade da operação
manual.
- Executar as ações corretamente a
cada uma das funções que o
servente pode desempenhar na peça
durante a operação manual.
- Cada militar deverá executar
corretamente dentro de cada
função, todas as operações cor-
respondentes aos comandos
recebidos durante a operação
manual.
- Apresentado, ao militar, um ca-
nhão na posição de tiro com o GG
desligado.
32.00
OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO
SUGESTÕES PARA
TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS
INTERMEDIÁRIOS
09. ESCOLA DA PEÇA - AAe TEMPO ESTIMADO DIURNO: 15 h
Q-430
(HT)
Can AAe 40mm C 70
- Retificar o aparelho de
pontaria
(Para a guarnição dotada
do material)
- O militar deverá retificar o apa-
relho de pontaria, corretamente.
Q-429
(HT)
- Apresentado, ao militar, um ca-
nhão e ferramentas.
- Apresentado, ao militar, um ca-
nhão na posição de tiro com o GG
ligado.
Can AAe 40mm C 70
- Ligar o canhão.
(Para a guarnição dotada
do material)
- Executar, corretamente, a se-
qüência de operações para ligar
o canhão e realizar a passagem
de controle local para remoto e
vice-versa.
Q-425
(HT)
Can AAe 40mm C 70
- Identificar as ligações
entre o canhão e o EDT.
(Para a guarnição dotada
do material)
7. Operação motor.
- Conhecer a finalidade da operação
motor.
- Executar a seqüência para ligar o
canhão.
- Conhecer as situações “controle lo-
cal” e “controle remoto”.
Can AAe 40mm C 70
- Orientar o canhão.
(Para a guarnição dotada
do material)
- O militar deverá orientar o ca-
nhão pelos diversos processos.
Q-428
(HT)
- Apresentado, ao militar, um ca-
nhão e um EDT.
Can AAe 40mm C 70
- Desmontar e montar o
tubo e o quebra-chamas.
(Para a guarnição dotada
do material)
- Executar, corretamente, as
operações de desmontagem e
montagem do tubo e quebra-
chamas.
Q-427
(HT)
- Apresentado, ao militar, um ca-
nhão com o tubo e o quebra-cha-
mas montados.
10. Orientação do canhão.
- Descrever os procedimentos para
orientação do canhão pelos diversos
processos
11. Retificação do aparelho de
pontaria.
- Identificar os locais de atuação,
para a retificação do aparelho de
pontaria.
12. Interface do canhão.- Citar a finalidade da interface.
- Descrever as conexões da
interface.
- O militar deverá realizar as co-
nexões entre o canhão e o EDT
corretamente.
- Apresentado, ao militar, uma cai-
xa de interface, um par de fio du-
plo telefônico e um cabo tripartido.
- Apresentado, ao militar, um ca-
nhão na posição de tiro e um setor
de tiro para limitação.
Can AAe 40mm C 70
- Limitar um setor de tiro.
- Realizar a verificação do
disparo e do funciona-
mento dos limitadores de
setor de tiro.
(Para a guarnição dotada
do material)
Q-426
(HT)
8. Limitação dos setores de tiro
e verificação do disparo.
- Executar as ações corresponden-
tes a cada uma das funções para
realizar a limitação dos setores de
tiro.
- Após a operação, o setor de
tiro deverá estar limitado, cor-
retamente.
Executar corretamente a verifi-
cação do disparo e a verificação
do funcionamento dos limitado-
res de setor de tiro.
9. Troca do tubo.
- Citar a finalidade da troca do tubo e
quebra-chamas.
- Executar as operações para a tro-
ca do tubo e quebra-chamas.
33.00
OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO
SUGESTÕES PARA
TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS
INTERMEDIÁRIOS
09. ESCOLA DA PEÇA - AAe TEMPO ESTIMADO DIURNO: 15 h
- O militar deverá enumerar seu
posto e designar sua função
corretamente.
- Este OII será cumprido seqüen-
cialmente ao anterior.
Q-433
(OP)
E D T
- Tomar posição na guar-
nição de EDT de acordo
com o comando recebido.
(Para a guarnição dotada
do material)
- O militar deverá ocupar a posi-
ção correta em todas as forma-
ções comandadas.
Q-432
(OP)
- Dispostos EDT no terreno nas se-
guintes situações: acionado, não
acionado, em posição de marcha
e em posição de operação.
- O instrutor deverá realizar um
rodízio da guarnição até que todos
os serventes tenham passado por
cada uma das funções.
IV. EDT
1. Composição do Equipamento
de Direção de Tiro
- Pessoal, material e deveres
da guarnição.
2. Comandos preliminares e for-
mações
a. Definições de EDT aciona-
do, não acionado, em posição de
marcha e em posição de tiro;
b. Identificação dos posicio-
namentos em relação ao EDT; e
c. Execução dos procedimen-
tos em relação aos comandos de
“Formar”, “Formar guarnição”,
“Engatar”, “Desengatar”, “Nume-
rar postos e designar funções”,
“Preparar para embarcar e em-
barcar”, “Preparar para desem-
barcar e Desembarcar” e outros.
- Dispostos no terreno EDT acio-
nados, não acionados, em posição
de marcha e em posição de ope-
ração.
E D T
- Identificar EDT acionado,
não acionado, em posição
de marcha e em posição
de operação.
(Para a guarnição dotada
do material)
- O militar deverá fazer todas as
identificações corretamente.
Q-431
(AC)
- Descrever a composição do EDT
em material e pessoal.
- Citar a graduação e a função de
cada um dos componentes da guar-
nição.
- Distinguir EDT acionado e não acio-
nado.
- Distinguir EDT em posição de mar-
cha e EDT em posição de operação.
- Identificar direita, esquerda, frente
e retaguarda do EDT.
E D T
- Enumerar postos e de-
signar funções.
(Para a guarnição dotada
do material)
34.00
OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO
SUGESTÕES PARA
TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS
INTERMEDIÁRIOS
09. ESCOLA DA PEÇA - AAe TEMPO ESTIMADO DIURNO: 15 h
- O militar deverá operar corre-
tamente o AOA.
- Apresentado, ao militar, um AOA
ligado ao EDT/CDT.
Q-436
(TE)
5. Apontador Ótico Auxiliar
(AOA)
- Instalação, orientação e
operação.
- Citar a finalidade do AOA.
- Instalar o AOA.
- Enumerar e distinguir os processos
de orientação do AOA.
E D T
- Executar a operação com
o Grupo Gerador (GG).
(Para a guarnição dotada
do material)
- O militar deverá realizar as ve-
rificações e operar o GG corre-
tamente.
Q-435
(TE)
- Apresentado, ao militar, um GG
ligado.
3. Acionamento do EDT.
a. Em ação
- “Preparar para desenga-
tar”, “Desengatar”, “A braços”,
“Pegar na parlamenta”, “Guarne-
cer”, “Ligar energia” e “Verificar
as comunicações”.
b. Comandos interruptivos
- “Alto, “Abrigar”, “Esperar”,
“Repousar”, “Cobrir o EDT” e
“Descobrir o EDT”.
c. Saída de posição
- “Mudança de posição”,
“Atracar a palamenta”, “Desligar
energia”, “Preparar para enga-
tar” e “Engatar”.
- Executar as ações corresponden-
tes a cada uma das funções que o
servente pode desempenhar de acor-
do com o comando recebido.
- Apresentado, aos militares, um
EDT engatado com seu material
embarcado.
- O instrutor deverá realizar rodí-
zios na guarnição até que todos
os serventes tenham passado por
cada uma das funções.
E D T
- Executar as ações cor-
respondentes ao aciona-
mento do EDT.
(Para a guarnição dotada
do material)
- Executar, corretamente, todas
as ações correspondentes aos
comandos recebidos.
Q-434
(TE)
4. Grupo Gerador (GG) do EDT/
CDT.
- Executar as verificações do GG.
- Realizar as operações para ligar,
desligar e reabastecer o GG.
E D T
- Executar a operação com
o Apontador Ótico Auxili-
ar (AOA).
(Para a guarnição dotada
do material)
35.00
OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO
SUGESTÕES PARA
TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS
INTERMEDIÁRIOS
09. ESCOLA DA PEÇA - AAe TEMPO ESTIMADO DIURNO: 15 h
- Os militares deverão realizar o
acompanhamento ótico, as lei-
turas da distância e as leituras
de azimute do balão.
- Apresentados, ao militar, um EDT
em posição de operação e o ma-
terial necessário à sondagem.
- O instrutor deverá realizar rodí-
zios na guarnição até que todos
os serventes tenham passado por
cada uma das funções.
Q-438
(HT)
6. Serviço do EDT em ação
a. Orientação do EDT;
b. Verificações do EDT;
c. Modos de operações:
- buscas manual, setorial e
helicoidal (Material 35 mm);
- detecção radar (Material
40 mm);
- detecção e apreensão óti-
ca (Material 35 mm);
- Designação ótica (Material
40 mm);
- acompanhamentos radar,
ótico e cego (Material 35 mm); e
- desengajamento e mudan-
ça de alvos.
d. Sondagem meteorológica.
- Executar as operações correspon-
dentes a cada uma das funções du-
rante a orientação, verificação, mo-
dos de operação e sondagem
meteorológica.
- Apresentados, ao militar, um EDT
em posição de operação e um alvo
aéreo.
- O instrutor deverá realizar rodí-
zios na guarnição até que todos
os serventes tenham passado por
cada uma das funções.
E D T
- Realizar uma detecção
ótica.
(Material 35 mm)
(Para a guarnição dotada
do material 35 mm)
- Ao término da operação, o alvo
deverá estar apreendido pelo
radar.
Q-437
(HT)
E D T
- Realizar uma sondagem
meteorológica.
(Para a guarnição dotada
do material)
36.00
OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO
SUGESTÕES PARA
TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS
INTERMEDIÁRIOS
09. ESCOLA DA PEÇA - AAe TEMPO ESTIMADO DIURNO: 15 h
- O militar deverá desligar o re-
paro, visar a luneta panorâmica
da peça através da luneta do re-
paro, ler o azimute de orienta-
ção da peça no sincro de
azimutes e verificar a orientação
(Material 35 mm).
- Apresentados um EDT/CDT em
posição de operação e uma peça
em posição de tiro.
Q-442
(HT)
E D T
- Operar o intercomunica-
dor.
(Para a guarnição dotada
do material 40 mm)
- O militar deverá acionar e ope-
rar o intercomunicador correta-
mente.
Q-441
(HT)
- Apresentado, ao militar, um EDT
e o canhão com o intercomunica-
dor desligado.
7. Trabalhos da Seção
a. Orientação do EDT/ CDT e
do AOA;
b. Orientação das peças com
o EDT/CDT e determinação das
paralaxes (Material 35 mm);
c. Ponto de referência para o
EDT/CDT;
d. Amarração da orientação
do EDT/ CDT por um ponto de
referência;
e. Verificação do azimute de
referência;
f. Verificação da transmissão
com ponto afastado, sem ponto
afastado e com alvo móvel; e
g. Verificação de ajustagem da
tensão de transmissão (Material
35 mm).
8. Prática de operação do EDT
conectado ao simulador de alvos
SURO (Material 35 mm).
9. Prática de operação do EDT
com a utilização do programa ST
-1 ( Material 40 mm).
- Orientar o AOA.
- Orientar as peças com o EDT/CDT.
- Determinar as paralaxes para as
peças (Material 35 mm).
- Executar a amarração da orienta-
ção do EDT/CDT.
- Executar as operações correspon-
dentes às verificações da seção.
- Operar o EDT conectado ao simula-
dor de alvos SURO (Material 35 mm).
- Operar o EDT com a utilização do
programa ST 1 ( Material 40 mm).
- Apresentado, ao militar, uma tre-
na, um EDT/CDT e um canhão.
E D T
- Medir a distância entre
um EDT/CDT e uma peça.
(Para a guarnição dotada
do material)
- Realizar a medida da distância,
corretamente, e de acordo com
os procedimentos estabeleci-
dos.
Q-440
(HT)
E D T
- Orientar a peça.
(Para a guarnição dotada
do material)
- O militar deverá desligar o re-
paro, visar o GB através da lune-
ta do reparo, registrar no sincro
de azimute o ângulo comanda-
do e verificar a orientação (Ma-
terial 35 mm).
- O militar deverá visar a cruz de
orientação do RA com o GB e for-
necer corretamente o contra-
azimute ( Material 40 mm).
- O militar deverá visar o refletor
do canhão através da cruz de ori-
entação do monitor de TV e
medir a distância através do
infravermelho (Material 40 mm).
E D T
- Orientar o EDT/CDT.
(Para a guarnição dotada
do material 40 mm)
- Apresentados um EDT/CDT em
posição de operação e um
goniômetro bússola (GB).
Q-439
(HT)
37.00
OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO
SUGESTÕES PARA
TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS
INTERMEDIÁRIOS
09. ESCOLA DA PEÇA - AAe TEMPO ESTIMADO DIURNO: 15 h
- Apresentado, ao militar, um con-
junto de imagens de aviões bra-
sileiros ou não e uma relação com
suas principais características.
E D T
- Reconhecer os diversos
tipos de aeronaves e ci-
tar suas principais carac-
terísticas.
(Para a guarnição dotada
do material)
- Identificar a aeronave como
brasileira ou não;
- Citar sua nomenclatura geral; e
- Citar 3 de suas características
principais.
Q-443
(AC)
- Citar os processos de identifica-
ção de aeronaves.
- Citar os meios de identificação de
aeronaves.
- Citar e identificar os tipo de aero-
naves existentes no Brasil e nos
países sul-americanos.
- Citar a nomenclatura geral dos di-
versos tipos de aeronaves.
1. Alvos Aéreos
a. Processos e meios de iden-
tificação de aeronaves;
- Visual, olho nu, com ins-
trumentos óticos, audição e mei-
os eletrônicos.
b. Aeronaves existentes no
Brasil e nos países Sul-ameri-
canos;
- Tipos (caça, ataque, bom-
bardeio, transporte, observação
e ligação, helicópteros etc); e
- Principais características
(forma, velocidade, altura de
vôo, insígnias, ruídos e nomen-
clatura geral).
- Apresentados, ao militar, um con-
junto de imagens com diferentes
formações.
E D T
- Identificar as formações
de aeronaves.
(Para a guarnição dotada
do material)
- O militar deverá identificar, cor-
retamente, todas as formações.
Q-444
(AC)
- Identificar os diversos tipos de for-
mações de aeronaves.
- Citar os tipos de ataques aéreos.
- Citar as características de cada tipo
de ataque.
c. Noções sobre ataques aéreos
- Formações de aeronaves e
tipos de ataques; e
- Modo de atuação e caracte-
rísticas.
38.00
OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO
SUGESTÕES PARA
TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS
INTERMEDIÁRIOS
10. ESCOLA DA PEÇA - L M F TEMPO ESTIMADO DIURNO: 15 h
- Apresentadas uma LMU e uma
UCF.
- Este OII deverá ser cumprido em
conjunto por todos os integrantes
da Gu LMU.
- Acionar a UT nas posi-
ções de Espera e de Tiro.
- Cada um dos militares inte-
grantes da AV-LMU deverá, de
acordo com suas respectivas
funções, executar corretamente
os procedimentos relativos a
seus cargos.
Q-403
(HT)
4. Acionamento da UT.
- Definir Posição de Espera e Posi-
ção de Tiro.
- Enumerar os procedimentos de cada
um dos integrantes da Gu LMU na
Pos Espera e na Pos Tiro.
- Citar os procedimentos adotados
pela UCF e pela AV - RMD nas Pos
Espera e de Tiro.
- Ocupar a posição na guar-
nição.
- Cada militar deverá ocupar em
forma o lugar correspondente à
função que lhe foi designada.
Q-402
(OP)
- Será disposta no terreno uma AV-
LMU. O instrutor deverá atribuir a
cada um dos militares uma fun-
ção inicial.
- Em seguida dará a série de co-
mandos relativos às formações
de guarnição.
I. AV - LMU
1.Composição da guarnição da
LMU em pessoal e material.
2. Disposição dos equipamentos
e acessórios do material LMF.
- Dispor os equipamentos e acessó-
rios corretamente.
- Apresentada a guarnição da LMU.
- Citar a graduação e a fun-
ção de cada um dos com-
ponentes da guarnição.
- Identificar os integrantes da
LMU, com 100% de acerto.
Q-401
(AC)
2. Formação da guarnição para
os comandos de:
a. Formar guarnição (à fren-
te, à retaguarda, à direita ou à
esquerda da LMU); e
b. Guarnecer.
3. Ações da guarnição corres-
pondentes aos comandos de
a. Enumerar postos; e
b. Designar funções.
- Tomar a posição na formação co-
mandada, de acordo com cada uma
das funções que o servente pode
desempenhar em uma peça.
39.00
OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO
SUGESTÕES PARA
TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS
INTERMEDIÁRIOS
- Realizar a patolagem da
AV/UCF ou AV-RMD
A AV/UCF ou AV-RMD deverá es-
tar corretamente patolada
Q-405
(HT)
Apresentada uma AV/UCF ou AV-
RMD, o militar executará a
patolagem
II. AV - RMD
1. Generalidades
a. Apresentação; e
b. Principais características e
possibilidades
III. AV - UCF
1. Generalidades
a. Apresentação; e
b. Principais características e
possibilidades
- Citar os principais componentes
da AV/UCF ou AV-RMD.
- Citar as principais características
da AV/UCF ou AV-RMD.
- Apresentada uma AV/UCF ou AV-
RMD e uma relação contendo suas
principais partes componentes.
- Identificar as partes
componentes da AV-UCF
e AV-RMD
- O militar deverá identificar,
corretamente, todas as partes
componentes da AV-LMU ou AV-
RMD constantes da relação
Q-404
(AC)
2. Sistema de Patolagem
- Patolagem hidráulica
-Relacionar as alavancas de
patolagem com os respectivos cilin-
dros niveladores.
- Realizar a patolagem hidráulica.
10. ESCOLA DA PEÇA - L M F TEMPO ESTIMADO DIURNO: 15 h
40.00
OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO
SUGESTÕES PARA
TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS
INTERMEDIÁRIOS
- Apresentado, ao militar, um Msl
A Ae Ptt inerte.
- O militar deverá adotar a posição
de marcha (ou posição de marcha
intermediária) sobre a Vtr.
- Deverá ser realizado um peque-
no deslocamento, com o material
embarcado em Vtr.
- Logo após, a Vtr interrompe seu
deslocamento e a UT entra em
posição no terreno.
- Após isso, a UT embarca nova-
mente na Vtr.
- Realizar o acionamento
da UT em uma posição no
terreno.
- A UT deverá estar acionada no
prazo máximo de 2 minutos.
1. Treinamento da guarnição da
UT
a. Entrada e saída de posição
no terreno; e
b. Entrada e saída de posição
em viatura;
Q-401
(HT)
- Apresentado, ao militar, um Msl
A Ae Ptt inerte.
- O militar deverá adotar a posição
de marcha (ou posição de marcha
intermediária) sobre a Vtr.
- Deverá ser realizado um peque-
no deslocamento, com o material
embarcado em Vtr.
- Logo após, a Vtr interrompe seu
deslocamento e a UT entra em
posição sobre a Vtr.
- Após isso, mediante ordem do
Ch UT, o militar adota novamente a
posição de marcha (ou posição de
marcha intermediária), reiniciando
a Vtr o seu deslocamento.
- Realizar o acionamento
da UT em uma posição
sobre a viatura
- A partir do momento em que a
Vtr pára, o militar deverá adotar
a posição de combate no prazo
máximo de 10 segundos.
- A partir do comando do Ch UT,
o militar deverá adotar nova-
mente a posição de marcha (ou
posição de marcha intermediá-
ria) no prazo máximo de 10 se-
gundos.
Q-402
(HT)
- Realizar a entrada e saída de posi-
ção no terreno.
- Realizar a entrada e saída de posi-
ção em viatura.
11. ESCOLA DA PEÇA - MÍSSEIS TEMPO ESTIMADO DIURNO: 15 h
41.00
OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO
SUGESTÕES PARA
TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS
INTERMEDIÁRIOS
- Apresentado, ao militar, um Msl
A Ae Ptt inerte.
- O militar deverá posicionar-se
sobre a Vtr e adotar a posição de
marcha (ou posição de marcha
intermediária).
- A Vtr realiza um pequeno deslo-
camento e, durante o mesmo,
mediante ordem do Ch UT, o mili-
tar deverá adotar a posição de
combate com a Vtr em movimen-
to.
- Após isso, mediante ordem do
Ch UT, o militar deverá adotar a
posição de marcha (ou posição de
marcha intermediária) ainda com
a Vtr em movimento.
- Acionar a UT simulando
a defesa antiaérea de uma
coluna de marcha.
- O militar não deverá levar mais
do que 20 segundos para adotar
a posição de combate.
- O militar não deverá levar mais
do que 20 segundos para
retornar à posição de marcha
(ou posição de marcha interme-
diária).
- O militar deverá atentar para a
mudança da velocidade da Vtr
durante o deslocamento, para a
velocidade de disparo do míssil
em movimento, informando ao
Ch UT o momento em que esta-
ria em condições de realizar o
disparo.
Q-403
(HT)
c. Deslocamento de Vtr com a
UT acionada.
- Realizar o deslocamento da UT em
Vtr, simulando a realização da defe-
sa de uma coluna de marcha.
11. ESCOLA DA PEÇA - MÍSSEIS TEMPO ESTIMADO DIURNO: 15 h
42.00
OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO
SUGESTÕES PARA
TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS
INTERMEDIÁRIOS
- Apresentado, ao militar, o Treina-
dor de Acompanhamento, estan-
do o alvo simulado em uma posi-
ção estacionária.
- O militar deverá estar posiciona-
do sobre a viatura parada.
- Deverão ser realizados dois dis-
paros durante o dia e dois dispa-
ros ao crepúsculo.
- Realizar o tiro simulado
contra alvo em vôo estaci-
onário a partir de viatura
parada.
- O militar deverá realizar corre-
tamente as condutas, inicialmen-
te para o lançamento de um
míssil e, a seguir, para o lança-
mento de dois mísseis suces-
sivos.
Q-405
(HT)
2. Prática no Treinador de Acom-
panhamento:
a. Tiro simulado contra
helicóptero em vôo estacionário,
a partir de:
- posição no terreno;
- viatura parada; e
- viatura em movimento.
- Realizar o acompanhamento do alvo
simulado estacionário, a partir de po-
sição no terreno e em Vtr, estando
esta parada ou em movimento.
- Adquirir noções práticas sobre as
condições do tiro e realizar todas as
operações relativas ao lançamento
do míssil, nas diversas situações.
- Apresentado, ao militar, o Treina-
dor de Acompanhamento, estan-
do o alvo simulado montado em
uma posição estacionária.
- O militar deverá estar posiciona-
do sobre o terreno.
- Deverão ser realizados dois dis-
paros durante o dia e dois dispa-
ros ao crepúsculo.
- Realizar o tiro simulado
contra alvo em vôo estaci-
onário a partir de posição
no terreno.
- O militar deverá realizar corre-
tamente as condutas, inicial-
mente para o lançamento de um
míssil e, a seguir, para o lança-
mento de dois mísseis suces-
sivos.
Q-404
(HT)
- Apresentado, ao militar, o Trei-
nador de Acompanhamento, es-
tando o alvo simulado em posição
estacionária.
- O militar deverá estar posiciona-
do sobre uma viatura em movi-
mento.
- Deverão ser realizados dois dis-
paros durante o dia e dois dispa-
ros ao crepúsculo.
- Realizar o tiro simulado
contra alvo em vôo estaci-
onário a partir de viatura
em movimento.
- O militar deverá realizar corre-
tamente as condutas, inicial-
mente para o lançamento de um
míssil e, a seguir, para o lança-
mento de dois mísseis suces-
sivos.
Q-406
(HT)
11. ESCOLA DA PEÇA - MÍSSEIS TEMPO ESTIMADO DIURNO: 15 h
43.00
OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO
SUGESTÕES PARA
TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS
INTERMEDIÁRIOS
- Apresentado ao militar um con-
junto de imagens de aviões bra-
sileiros ou não e uma relação com
suas principais características.
- Reconhecer os diversos
tipos de aeronaves e ci-
tar suas principais carac-
terísticas.
- Identificar a aeronave como
brasileira ou não.
- Citar sua nomenclatura geral. e
- Citar 3 de suas características
principais.
Q-407
(AC)
- Citar os processos de identifica-
ção de aeronaves.
- Citar os meios de identificação de
aeronaves.
- Citar e identificar os tipos de aero-
naves existentes no Brasil e nos
países sul-americanos.
- Citar a nomenclatura geral dos di-
versos tipos de aeronaves.
3. Alvos Aéreos
a. Processos e meios de iden-
tificação de aeronaves:
- Visual, olho nu, com ins-
trumentos óticos, audição e mei-
os eletrônicos.
b. Aeronaves existentes no
Brasil e nos países Sul-ameri-
canos;
- Tipos (caça, ataque, bom-
bardeio, transporte, observação
e ligação, helicópteros, etc); e
- Principais características
(forma, velocidade, altura de
vôo, insígnias, ruídos e nomen-
clatura geral).
- Apresentados ao militar um con-
junto de imagens com diferentes
formações.
- Identificar as formações
de aeronaves.
- O militar deverá identificar, cor-
retamente, todas as formações.
Q-408
(AC)
- Identificar os diversos tipos de for-
mações de aeronaves.
- Citar os tipos de ataques aéreos.
- Citar as características de cada tipo
de ataque.
c. Noções sobre ataques aéreos
- Formações de aeronaves e
tipos de ataques; e
- Modo de atuação e caracte-
rísticas.
11. ESCOLA DA PEÇA - MÍSSEIS TEMPO ESTIMADO DIURNO: 15 h
44.00
OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO
SUGESTÕES PARA
TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS
INTERMEDIÁRIOS
12. ESCOLA DA PEÇA - OBUSEIROS TEMPO ESTIMADO DIURNO: 15 h
- Em uma peça não acionada serão
distribuídos os serventes com
uma função inicial.
- Em seguida será dado o coman-
do de “pegar na palamenta” e,
posteriormente, o de “atracar a
palamenta”.
- Serão repetidos tantos coman-
dos quantos forem necessários
para que todos os militares de-
sempenhem, mediante rodízio,
todas as funções na guarnição.
- Executar as operações
de “pegar na palamenta”
e “atracar a palamenta”.
- Executar as operações
de “mudança de posição”.
(M 56 AR e L 118 AR)
- Todas as operações relativas
aos comandos recebidos deve-
rão ser executados, correta-
mente, no prazo de 3 minutos.
Q-404
(HT)
6. Ações da guarnição e proce-
dimentos dos serventes em re-
lação aos diversos comandos
para o acionamento da peça
- “Em ação”, Peça a braço”,
”Alto”, “Repousar”, “Cessar
Fogo” e “Abrigar”.
- Executar as ações corresponden-
tes a cada uma das funções que o
servente pode desempenhar na
peça, de acordo com o comando re-
cebido e considerando o tipo de ma-
terial de emprego na OM.
- Ocupar posição em for-
ma como integrante da
guarnição da peça.
- O militar deverá formar, corre-
tamente, para todos os coman-
dos recebidos.
Q-402
(OP)
- Serão dispostas no terreno pe-
ças acionadas, não acionadas e em
posição de marcha.
- O instrutor deverá atribuir a cada
um dos militares uma função ini-
cial.
- Será dada uma série de coman-
dos relativos às formações da
guarnição da peça.
1. Disposição do material na po-
sição da peça.
2. Composição da guarnição da
peça.
3. Definições de “peça
acionada”, “não acionada”, “em
posição de marcha” e “em posi-
ção de tiro”.
4. Definições de posições em re-
lação à peça.
- Dispor o material na posição.
- Citar a graduação e a função de
cada um dos integrantes da guarni-
ção da peça.
- Definir peça.
- Distinguir “peça acionada” de “peça
não acionada” e “peça em posição
de marcha” de “em posição de tiro”.
- Identificar a direita, a esquerda, a
frente e a retaguarda de uma peça.
- Serão dispostas no terreno pe-
ças acionadas, não acionadas e em
posição de marcha.
- Identificar peças aciona-
das, não acionadas e em
posição de marcha.
- Todas as identificações deve-
rão ser feitas corretamente.
Q-401
(AC)
5. Formações da guarnição para
os diversos comandos
- “Formar”, “Formar Guarni-
ção”, “Guarnecer”, “Greparar
para embarcar/ embarcar”, “Pre-
parar para desembarcar/ desem-
barcar”.
- Tomar a posição na formação co-
mandada, de acordo com cada uma
das funções que o servente pode
desempenhar em uma peça.
- Este OII será cumprido seqüen-
cialmente ao anterior.
- Enumerar postos e de-
signar funções.
- O militar deverá enumerar seu
posto e designar sua função
corretamente.
Q-403
(OP)
45.00
OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO
SUGESTÕES PARA
TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS
INTERMEDIÁRIOS
Apresentados, ao militar, os se-
guintes materiais:
- uma peça;
- uma luneta panorâmica;
- uma luneta para o tiro direto; e
- um quadrante de nível.
- o instrutor determinará que as
lunetas sejam colocadas em seus
suportes.
- para cada tipo de aparelho de
pontaria, os militares registrarão
os elementos.
- após cada registro, o instrutor
fará uma verificação.
- Colocar as lunetas em
seus suportes e registrar
derivas, correções de de-
rivas e elevações.
- As lunetas deverão ser colo-
cadas corretamente em seus
suportes.
- Todos os registros em cada
tipo de aparelho de pontaria de-
verão estar corretos.
Q-405
(HT)
8. Aparelho de pontaria
- Manuseio e cuidados
especiais.
- Nivelar corretamente o aparelho de
pontaria.
- Manusear as lunetas.
- Registrar elementos de tiro no tipo
de aparelho de pontaria correspon-
dente.
12. ESCOLA DA PEÇA - OBUSEIROS TEMPO ESTIMADO DIURNO: 15 h
46.00
OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO
SUGESTÕES PARA
TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS
INTERMEDIÁRIOS
13. MANUTENÇÃO DO MATERIAL TEMPO ESTIMADO DIURNO: 32 h
- Realizar a Manutenção de 1o
Escalão do Material de Artilharia
- Realizar a Manutenção
de 1o
Escalão do Material
de Artilharia
- O militar deverá executar
corretamente a manutenção
de 1o
Escalão do Mat Art.
Q – 401
( CH )
1. Manutenção de 1o
Escalão
a. Objetivo;
b. Procedimentos;
c. Responsabilidade;
d. Freqüência;
e. Desmontagem de 1o
Escalão;
f. Montagem de 1o
Escalão; e
g. Ferramental e material
empregado na manutenção de 1o
Escalão.
- Entender a importância da manu-
tenção do material de emprego
militar, em especial de Artilharia.
- Descrever os principais procedi-
mentos e freqüência, a serem
adotadas na manutenção de 1o
Escalão do Mat Art.
- Realizar a desmontagem e monta-
gem de 1o
Escalão do Mat Art.
- Realizar a manutenção de 1o
Es-
calão do Mat Art, utilizando as res-
pectivas tabelas de manutenção.
- Apresentado, ao militar, os
equipamentos e instrumentos,
empregados na Artilharia, a ser
manutenido e o material neces-
sário à manutenção de 1o
Escalão
- Realizar a Manutenção
de 1o
Escalão dos equipa-
mentos e instrumentos
empregados na Artilha-
ria.
- O militar deverá executar
corretamente a manutenção
de 1o
Escalão dos equipamen-
tos e instrumentos que utiliza-
rá no cumprimento de suas
atribuições.
Q – 402
( CH )
2. Manutenção de 1o
Escalão
a. objetivo;
b. procedimentos;
c. responsabilidade;
d. freqüência;
e. desmontagem de 1o
Escalão;
f. montagem de 1o
Escalão; e
g. ferramental e material
empregado na manutenção de 1o
Escalão.
- Entender a importância da manu-
tenção dos equipamentos e instru-
mentos para o cumprimento de
suas atribuições.
- Descrever os principais procedi-
mentos e freqüência, a serem
adotados na manutenção de 1o
Escalão dos equipamentos e ins-
trumentos.
- Realizar a desmontagem e monta-
gem de 1o
Escalão dos equipamen-
tos e instrumentos.
- Realizar a manutenção de 1o
Es-
calão dos equipamentos e instru-
mentos, utilizando as respectivas
tabelas de manutenção.
- Apresentado, ao militar, o Mat
Art a ser lubrificado, lubrifican-
tes adequados e a Carta-Guia de
Lubrificação
- Executar a lubrificação
do Material de Artilharia
utilizando a Carta-Guia de
Lubrificação.
- O militar deverá executar
corretamente a lubrificação do
Mat Art.
Q – 403
( CH )
- Lubrificar o Mat Art utilizando a
Carta-Guia de Lubrificação.
- Citar a finalidade da Carta-Guia de
Lubrificação.
- Interpretar a Carta-Guia de Lubri-
ficação.
3. Carta-Guia de Lubrificação.
a. finalidade; e
b. identificação da Carta-Guia
com as peças e utilização dos
lubrificantes.
47.00
OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO
SUGESTÕES PARA
TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS
INTERMEDIÁRIOS
13. MANUTENÇÃO DO MATERIAL TEMPO ESTIMADO DIURNO: 32 h
- Apresentado, ao militar, os
componentes do Mat Art a ser
limpo e lubrificado.
- Realizará a limpeza e lu-
brificação de compo-
nentes (peças e acessó-
rios) do Material de Arti-
lharia.
- O militar deverá executar
corretamente a limpeza e lu-
brificação dos componentes
do Mat Art.
Q – 404
( CH )
4. Limpeza e lubrificação dos
componentes ( peças e acessó-
rios) do Mat Art
a. Finalidade;
b. Carta-Guia de Lubrificação;e
c. Utilização das tabelas de
manutenção do material.
- Entender a importância da limpeza
dos componentes do Mat Art.
- Citar as atribuições de cada ser-
vente na limpeza dos componentes.
- Apresentado, ao militar, o seguin-
te material:
- uma peça com necessidade de
recompletamento de óleo;
- uma carta-guia de lubrificação
da peça;
- ferramentas necessárias ao
recompletamento; e
- óleo para recompletamento do
mecanismo de recuo da peça.
- Realizar o recompleta-
mento do óleo do meca-
nismo de recuo do Mate-
rial de Artilharia.
- O militar deverá executar cor-
retamente todas as ações ne-
cessárias ao recompletamento
do óleo do mecanismo de recuo
da peça.
Q – 405
( CH )
5. Verificação dos níveis
Recompletamento dos lubrifi-
cantes
- Identificar a necessidade de
completamento do óleo da peça.
- Utilizar corretamente o ferramental
necessário ao recompletamento do
óleo da peça.
- Por ocasião da manutenção de 2o
escalão do Mat Art.
- Auxiliar na Manutenção
de 2o
Escalão do Material
de Artilharia.
- O militar deverá auxiliar de
modo adequado a manutenção
de 2o
escalão do Mat Art.
Q – 406
( CH )
6. Manutenção de 2o
escalão
a. Objetivo;
b. Procedimentos;
c. Responsabilidade;
d. Freqüência;
e. Desmontagem de 2o
Esc;
f. Montagem de 2o
Esc; e
g.Ferramentalematerialempre-
gados na manutenção de 2o
Esc.
- Será apresentado ao militar o
Material de Artilharia na seguinte
situação:
- na posição de tiro; e
- na posição de marcha.
- Inspecionar o Material de
Artilharia, antes, durante
e depois do tiro e da mar-
cha.
- O militar deverá:
- inspecionar o material corre-
tamente antes, durante e após
o tiro; e
- inspecionar o material corre-
tamente antes, durante e após
a marcha.
Q – 407
( CH )
7. Inspeção do Material de Arti-
lharia
a. Antes, durante e após o
tiro;
b. Antes, durante e após a
marcha.
- Citar os procedimentos necessári-
os à inspeção do material de artilha-
ria, antes, durante e após o tiro.
- Citar os procedimentos necessári-
os à inspeção do material de artilha-
ria, antes, durante e após a marcha.
48.00
OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO
SUGESTÕES PARA
TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS
INTERMEDIÁRIOS
13. MANUTENÇÃO DO MATERIAL TEMPO ESTIMADO DIURNO: 32 h
- Será apresentado ao militar um
Livro Registro do Material de Arti-
lharia e os dados necessários ao
seu preenchimento.
- Preencher o Livro Regis-
tro do Material de Artilha-
ria e dos equipamentos e
instrumentos emprega-
dos na Artilharia.
- O militar deverá preencher o
livro, colocando os dados apre-
sentados nos campos apropri-
ados.
Q – 408
( CH )
8. Livro Registro do Material de
Artilharia e dos Equipamentos e
Instrumentos empregados na
Artilharia
a. Finalidade; e
b. Informações necessárias; e
c. Oportunidades de registro.
- Citar a finalidade do Livro Registro
do Material de Artilharia.
- Preencher o Livro Registro do Ma-
terial de Artilharia.
- Será apresentado ao militar o
Material de Artilharia e o supri-
mento necessário para a utiliza-
ção no processo úmido de
descontaminação à água.
- Realizar a descontamina-
ção do Material de Artilha-
ria e dos equipamentos e
instrumentos emprega-
dos na Artilharia.
- O militar deverá realizar a tare-
fa, observando todos os proce-
dimentos preconizados no pro-
cesso a ser utilizado.
Q – 409
( CH )
9. Descontaminação de Material
do Material de Artilharia e dos
equipamentos e instrumentos
empregados na Artilharia
a. Finalidade;
b. Processos; e
c. Relação processos/agen-
tes.
- Relacionar os processos de
descontaminação com o tipo de
agente.
- Será apresentado ao militar uma
situação em que caracterize a ne-
cessidade de destruição do Ma-
terial de Artilharia.
- Conhecer os processos
e oportunidades para
destruição do Material de
Artilharia e dos equipa-
mentos e instrumentos
empregados na Artilharia.
- O militar deverá descrever os
procedimentos preconizados
nos processos de destruição
do material.
Q – 410
( CH )
- Relacionar os processos de
destrição do material.
- Identificar as diferentes situações
e oportunidades em que o material
deva ser destruído.
- Citar as principais características
dos processos de destruição do
material.
10. Destruição de Material do Ma-
terial de Artilharia e dos equipa-
mentos e instrumentos emprega-
dos na Artilharia
a. situações em que o materi-
al poderá ser destruído; e
b. Processos de destruição.
49.00
OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO
SUGESTÕES PARA
TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS
INTERMEDIÁRIOS
14. MATERIAL DE ARTILHARIA - AAe TEMPO ESTIMADO DIURNO: 20 h
- Apresentado, ao militar, um ques-
tionário com 10 (dez) perguntas
sobre as principais características
e possibilidades do canhão.
- Citar as principais carac-
terísticas e possibilidades
do canhão AAe 35 mm.
- O militar deverá responder,
corretamente, todas as pergun-
tas.
Q-401
(AC)
I. Can AAe 35mm
1. Generalidades:
a. Apresentação do Canhão
- Definição, indicativo militar
e finalidade.
2. Características e possibilida-
des do canhão
a. Tipo;
b. Dimensões;
c. Campo de tiro vertical e ho-
rizontal;
d. Calibre;
e. Alcances do material;
f. Cadência de tiro;
g. Tipo de tração do material;
e
h. Velocidade de acompanha-
mento.
- Definir canhão.
- Citar o Indicativo Militar do canhão.
- Citar a finalidade do canhão.
- Citar as principais características
do canhão.
- Citar a cadência de tiro do canhão.
- Citar as conseqüências para o ca-
nhão da não observância da cadên-
cia de tiro prevista.
- Citar o calibre do canhão.
- Citar as possibilidades do canhão
nos campos horizontal e vertical.
- Citar as velocidades de acompa-
nhamento elétrico e manual do ca-
nhão.
- Apresentados, ao militar, um ca-
nhão em posição de tiro e uma
relação com nomes de 5 (cinco)
partes principais do canhão.
- Identificar as partes prin-
cipais do canhão AAe 35
mm.
- O militar deverá identificar,
corretamente, todas as partes.
Q-402
(AC)
- Localizar os principais
componentes do grupo
gerador do canhão (GG)
AAe 35 mm.
- O militar deverá localizar todos
os componentes apresentados.
Q-403
(AC)
- Apresentados, ao militar, um gru-
po gerador, um canhão e uma re-
lação com 5 componentes do GG.
3. Divisão geral do canhão.
- Distinguir as partes principais do
canhão.
4. Grupo Gerador (GG)
a. Finalidade;
b. Características; e
c. Componentes.
- Identificar, pelo nome, os principais
componentes do GG do canhão.
- Citar as principais características
dos componentes do GG do canhão.
- Reconhecer os diferentes tipos de
cabos componentes de um sistema
de cabos do grupo gerador.
- Identificar os cabos do
sistema de cabos do Gru-
po Gerador e executar as
operações de ligar e des-
ligar o GG.
Q-404
(AC/OP)
- O militar deverá identificar to-
dos os cabos, e executar,
corretamente as operações de
ligar e desligar o GG.
50.00
OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO
SUGESTÕES PARA
TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS
INTERMEDIÁRIOS
14. MATERIAL DE ARTILHARIA - AAe TEMPO ESTIMADO DIURNO: 20 h
- Apresentado, ao militar, um ca-
nhão e indicado 10 situações que
poderão ocorrer acidentes duran-
te a realização do tiro.
- Citar, para cada tipo de
acidente que pode ocor-
rer, as regras de seguran-
ça a serem observadas na
realização do tiro com o
canhão AAe 35 mm.
- O militar deverá citar as regras
de segurança corretamente.
Q-405
(AC)
5. Regras de segurança
a. Finalidade; e
b. Acidentes:
- com o pessoal;
- com o material; e
- mistos.
- Citar a finalidade das regras de se-
gurança que devem ser obedecidas
para o canhão.
- Identificar os diferentes tipos de aci-
dentes que podem ocorrer na utiliza-
ção do canhão e do GG.
- Apresentado, ao militar, um ca-
nhão com o sistema de armas
montado.
- Desmontar e montar, em
1º escalão, o sistema de
armas do canhão AAe 35
mm.
- Na desmontagem e na monta-
gem, deverá ser obedecida a
seqüência das operações.
- Após a montagem o funciona-
mento deverá estar correto.
Q-407
(HT)
- Localizar os componen-
tes dos reparos do ca-
nhão AAe 35 mm.
- O militar deverá localizar, cor-
retamente, todos os componen-
tes da relação.
Q-408
(AC)
- Apresentados, ao militar, uma re-
lação dos nomes de 10 (dez) com-
ponentes de cada um dos repa-
ros do canhão.
6. Sistema de armas
a. Finalidade, características
e componentes;
b. Desmontagem e montagem
em conjuntos principais; e
c. Funcionamento.
- Citar a finalidade do sistema de ar-
mas do canhão.
- Citar as características do sistema
de armas do canhão.
- Distinguir e identificar pelo nome os
componentes do sistema de armas
do canhão.
- Descrever o funcionamento do sis-
tema de armas do canhão.
7. Reparos do canhão
a. Descrição e finalidade; e
b. Principais partes e seus
componentes.
- Citar a finalidade dos reparos.
- Identificar pelo nome as partes prin-
cipais dos reparos.
- Identificar, pelo nome, os compo-
nentes de cada parte dos reparos.
- Citar as principais características
dos componentes.
- Apresentados, ao militar, um ca-
nhão e uma relação com nomes
de 8 (oito) componentes do siste-
ma de armas.
- Identificar os componen-
tes do sistema de armas
do canhão AAe 35 mm.
- O militar deverá identificar to-
dos os componentes correta-
mente.
Q-406
(AC)
51.00
OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO
SUGESTÕES PARA
TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS
INTERMEDIÁRIOS
14. MATERIAL DE ARTILHARIA - AAe TEMPO ESTIMADO DIURNO: 20 h
- Apresentada, ao militar, uma re-
lação dos nomes de 10 (dez) com-
ponentes do sistema.
- Identificar os componen-
tes do berço e dos equili-
bradores do reparo supe-
rior do canhão AAe 35 mm.
- O militar deverá localizar, cor-
retamente, todos os componen-
tes da relação.
Q-409
(AC)
8. Berço e equilibradores
a. Finalidade;
b. Componentes; e
c. Funcionamento.
9. Mecanismo do freio recupera-
dor:
a. Finalidade;
b. Componentes; e
c. Funcionamento.
- Citar a finalidade do berço e dos
equilibradores do canhão.
- Identificar, pelo nome, os compo-
nentes do berço e dos equilibradores
do canhão.
- Descrever o funcionamento do ber-
ço e dos equilibradores do canhão.
- Citar a finalidade do freio
recuperador do canhão.
- Identificar, pelo nome, os compo-
nentes do freio recuperador do ca-
nhão.
- Descrever o funcionamento do freio
recuperador do canhão.
- Apresentados, ao militar, 5 aces-
sórios, 5 sobressalentes e 5 fer-
ramentas utilizadas para a Mnt 1º
escalão da canhão.
- Identificar, pelo nome, as
ferramentas, sobressa-
lentes e acessórios do
canhão AAe 35 mm.
- O militar deverá identificar cor-
retamente todo o material apre-
sentado.
Q-411
(AC)
- Identificar os componen-
tes do aparelho de ponta-
ria.
- O militar deverá identificar to-
dos os componentes do apare-
lho de pontaria.
Q-412
(AC)
- Apresentado, ao militar, um ca-
nhão com o aparelho de pontaria.
10. Mecanismo de alimentação e
carregamento
- Finalidade, partes principais
de seus componentes,
desmontagem e funcionamento.
- Citar a finalidade do mecanismo de
alimentação e carregamento.
- Identificar as partes principais e os
componentes do mecanismo de ali-
mentação e carregamento.
- Descrever o funcionamento do me-
canismo de alimentação e carrega-
mento.
12. Aparelho de pontaria
- Finalidade, características,
componentes e funcionamento.
Citar a finalidade do aparelho de pon-
taria.
- Citar as características do apare-
lho de pontaria e identificar, pelo
nome, as partes componentes.
- Descrever o funcionamento do apa-
relho de pontaria.
- Apresentado, ao militar, um ca-
nhão com o mecanismo de alimen-
tação e carregamento montado.
- Desmontar e montar o
mecanismo de alimenta-
ção e carregamento.
- Na desmontagem e na monta-
gem, deve ser obedecida a
seqüência das operações.
- Após a montagem, o funciona-
mento deverá estar correto.
Q-410
(HT)
11. Ferramentas, sobressalen-
tes e acessórios
a. Finalidade; e
b. Componentes.
- Citar a finalidade das ferramentas,
sobressalentes e acessórios do ca-
nhão.
52.00
OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO
SUGESTÕES PARA
TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS
INTERMEDIÁRIOS
14. MATERIAL DE ARTILHARIA - AAe TEMPO ESTIMADO DIURNO: 20 h
- Apresentados, ao militar, os di-
versos tipos de munição disponí-
veis na Unidade.
- Identificar os diversos ti-
pos de munição e seus
elementos componentes
empregados no material.
- O militar deverá identificar, cor-
retamente, o tipo de munição
apresentada e seus elementos
componentes.
Q-416
(AC)
15. Munição
a. Classificação segundo tipo,
lote, calibre, emprego, efeito e
elementos componentes; e
b. Cuidados no manuseio.
- Citar os diversos tipos de munição
empregados no material.
- Descrever o emprego dos diversos
tipos de munição.
- Caracterizar os efeitos dos dife-
rentes tipos de munição.
- Identificar, pelo nome, os diferentes
elementos da munição.
- Citar a finalidade de cada compo-
nente da munição.
- Citar os cuidados no manuseio da
munição.
- Apresentados ao militar:
- um canhão AAe 35 mm;
- uma luneta panorâmica a zero
instalada em seu suporte; e
- 2 (dois) ângulos a serem regis-
trados.
- Registrar e ler ângulos
na Luneta Panorâmica.
- Os registros e as leituras dos
ângulos serão aceitos com um
erro máximo de 0,5’’’.
Q-414
(HT)
- Registrar os elementos
no aparelho de pontaria.
- Todos os elementos do alvo
deverão ser registrados
corretamente, no aparelho de
pontaria.
Q-415
(HT)
- Apresentados, ao militar, um ca-
nhão com o aparelho de pontaria
instalado, um alvo, uma direção de
rota, uma velocidade e uma dis-
tância de alvo.
13. Luneta panorâmica
a. Finalidade;
b. Componentes;
c. Instalação; e
d. Registro e leitura de
ângulos.
14. Aplicação da cadeia de tiro
ao aparelho de pontaria.
- Citar a finalidade da Luneta Panorâ-
mica.
- Identificar, pelo nome, os compo-
nentes da Luneta Panorâmica.
- Instalar a Luneta Panorâmica.
- Registrar e ler ângulos da Luneta
Panorâmica.
- Descrever as etapas a serem se-
guidas para aplicação da cadeia de
tiro ao aparelho de pontaria.
- Apresentados, ao militar, um ca-
nhão e uma luneta panorâmica.
- Instalar a Luneta Panorâ-
mica do aparelho de pon-
taria no canhão AAe 35
mm.
- A luneta deverá ser colocada,
corretamente, ficando firme em
seu suporte.
Q-413
(OP)
53.00
OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO
SUGESTÕES PARA
TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS
INTERMEDIÁRIOS
14. MATERIAL DE ARTILHARIA - AAe TEMPO ESTIMADO DIURNO: 20 h
16. Municiamento.
- Municiar os carregadores utilizan-
do os cuidados necessários.
- Apresentados, ao militar, cartu-
chos de manejo e um carregador.
- Municiar os carregado-
res.
- O carregador deverá ser muni-
ciado corretamente.
Q-417
(HT)
- Deverão ser simulados 3 tipos
de incidentes de tiro.
- Sanar incidentes de tiro.
- O militar deverá identificar cor-
retamente os incidentes de tiro
e executar, com precisão, as
ações imediatas obedecendo à
seqüência correta dos procedi-
mentos.
Q-418
(HT)
17. Incidentes de tiro.
- Identificar os principais incidentes
de tiro.
- Citar as principais causas dos inci-
dentes de tiro.
- Identificar erros de manejo.
54.00
OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO
SUGESTÕES PARA
TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS
INTERMEDIÁRIOS
14. MATERIAL DE ARTILHARIA - AAe TEMPO ESTIMADO DIURNO: 20 h
- Apresentados, ao militar, um ca-
nhão em posição de tiro e uma
relação com nomes de 5 (cinco)
partes principais do canhão.
- Identificar as partes prin-
cipais do canhão AAe 40
mm C 60.
- O militar deverá identificar, cor-
retamente todas as partes.
Q-420
(AC)
3. Divisão geral do canhão.
- Distinguir as partes principais do
canhão.
- Citar as principais carac-
terísticas e possibilidades
do canhão AAe 40 mm C
60.
- O militar deverá responder,
corretamente, todas as pergun-
tas.
Q-419
(AC)
- Apresentado, ao militar, um
questionário com 10 (dez)
perguntas sobre as principais
características e possibilidades do
canhão.
II. Can AAe 40mm C 60
1. Apresentação do Canhão
- Definição, indicativo militar e
finalidade.
2. Características e possibilida-
des do canhão
a. Tipo;
b. Dimensões;
c. Campo de tiro vertical e ho-
rizontal;
d. Calibre;
e. Alcances do material;
f. Cadência de tiro; e
g. Tipo de tração do material.
- Definir canhão.
- Citar o Indicativo Militar do canhão.
- Citar a finalidade do canhão.
- Citar as principais características
do canhão.
- Citar a cadência de tiro do canhão.
- Citar as conseqüências para o
canhão da não observância da
cadência de tiro prevista.
- Citar o calibre do canhão.
- Citar as possibilidades do canhão
nos campos horizontal e vertical.
55.00
OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO
SUGESTÕES PARA
TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS
INTERMEDIÁRIOS
14. MATERIAL DE ARTILHARIA - AAe TEMPO ESTIMADO DIURNO: 20 h
- Apresentado, ao militar, imagens
do recuperador do canhão.
- Descrever o funciona-
mento sumário do
recuperador
- A descrição deverá ser feita
obedecendo à seqüência correta
das ações relativas ao funciona-
mento.
Q-423
(AC)
6. Recuperador.- Citar a finalidade e os componentes
do recuperador.
- Desmontar e montar o
tubo e o quebra-chamas
do canhão AAe 40 mm C
60.
- O militar deverá realizar a des-
montagem e a montagem obe-
decendo às seqüências corre-
tas das operações.
- Após a montagem o funciona-
mento deverá estar correto.
Q-422
(HT)
- Apresentado, ao militar, um ca-
nhão com o tubo e o quebra-cha-
mas montados.
4. Canhão propriamente dito.
- Descrever o canhão propriamente
dito.
- Citar as características do canhão
propriamente dito.
- Apresentado, ao militar, um ca-
nhão e uma relação com o nome
de 8 componentes principais do
canhão propriamente dito.
- Identificar os componen-
tes do canhão AAe 40 mm
C 60.
- O militar deverá identificar, cor-
retamente todos os componen-
tes da relação.
Q-421
(AC)
5. Tubo e Quebra-chamas.
- Identificar os componentes do tubo
e do quebra-chamas e citar suas fi-
nalidades.
- Descrever as seqüências corretas
das operações de desmontagem e
montagem.
56.00
OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO
SUGESTÕES PARA
TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS
INTERMEDIÁRIOS
14. MATERIAL DE ARTILHARIA - AAe TEMPO ESTIMADO DIURNO: 20 h
- Apresentado, ao militar, um ca-
nhão com o porta-culatra e o ber-
ço montados.
- Desmontar e montar o
porta-culatra e o berço.
- O militar deverá realizar a des-
montagem e a montagem obe-
decendo as seqüências corretas
das operações.
- Após a montagem, o funciona-
mento deverá estar correto.
Q-426
(HT)
9. Porta-culatra e berço.
- Citar a finalidade e as característi-
cas do porta-culatra e berço.
- Identificar os componentes do por-
ta. culatra e berço.
- Descrever o funcionamento e as
seqüências corretas das operações
de desmontagem e montagem.
- Desmontar e montar o
mecanismo de alimenta-
ção.
- O militar deverá realizar a des-
montagem e a montagem obe-
decendo as seqüências corretas
das operações.
- Após a montagem, o funciona-
mento deverá estar correto.
Q-425
(HT)
- Apresentado, ao militar, um ca-
nhão com o mecanismo de alimen-
tação montado.
7. Mecanismo da culatra.
- Citar a finalidade e identificar os
componentes do mecanismo da cu-
latra.
- Descrever o funcionamento e as
seqüências corretas das operações
de desmontagem e montagem.
- Apresentado, ao militar, um ca-
nhão com o mecanismo da culatra
montado.
- Desmontar e montar o
mecanismo da culatra.
- O militar deverá realizar a des-
montagem e a montagem obe-
decendo as seqüências corretas
das operações.
- Após a montagem, o funciona-
mento deverá estar correto.
Q-424
(HT)
8. Mecanismo de alimentação.
- Citar a finalidade e as característi-
cas do mecanismo de alimentação.
- Identificar os componentes do me-
canismo de alimentação.
- Descrever o funcionamento e as
seqüências corretas das operações
de desmontagem e montagem.
57.00
OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO
SUGESTÕES PARA
TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS
INTERMEDIÁRIOS
14. MATERIAL DE ARTILHARIA - AAe TEMPO ESTIMADO DIURNO: 20 h
- Apresentados, ao militar, um ca-
nhão e uma relação com o nome
de 3 componentes da instalação
elétrica.
- Identificar os componen-
tes da instalação elétrica.
- O militar deverá identificar,
corretamente, todos os compo-
nentes da relação.
13. Instalação elétrica.- Citar a finalidade da instalação elé-
trica do canhão.
- Identificar os componen-
tes do freio de marcha.
- O militar deverá identificar,
corretamente, todos os compo-
nentes da relação.
Q-429
(AC)
- Apresentados, ao militar, um ca-
nhão em posição de marcha e uma
relação com o nome de 3 compo-
nentes do freio de marcha.
10.Reparo.
- Citar a finalidade dos reparos su-
perior e inferior.
- Apresentados, ao militar, um ca-
nhão em posição de tiro e uma
relação com o nome de 5 compo-
nentes de cada um dos reparos.
- Identificar os componen-
tes dos reparos superior
e inferior.
- O militar deverá identificar,
corretamente, todos os compo-
nentes da relação.
Q-427
(AC)
12.Freio de marcha.
- Citar a finalidade do freio de mar-
cha.
- Descrever o funcionamento do freio
de marcha.
11. Trens rolantes.
- Citar a finalidade dos trens rolantes
dianteiro e traseiro.
- Descrever o funcionamento dos
trens rolantes dianteiro e traseiro.
- Apresentados, ao militar, um ca-
nhão em posição de marcha e uma
relação com o nome de 3 compo-
nentes de cada um dos trens ro-
lantes.
- Identificar os componen-
tes dos trens rolantes di-
anteiro e traseiro.
- O militar deverá identificar,
corretamente, todos os compo-
nentes da relação.
Q-428
(AC)
Q-430
(AC)
58.00
OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO
SUGESTÕES PARA
TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS
INTERMEDIÁRIOS
14. MATERIAL DE ARTILHARIA - AAe TEMPO ESTIMADO DIURNO: 20 h
- Apresentados, ao militar, um ca-
nhão em posição de tiro e um ân-
gulo.
- Orientar o corretor.
- O militar deverá, seguindo a se-
qüência correta das ações, ori-
entar o corretor acertadamen-
te.
Q-434
(HT)
- Registrar os elementos
no corretor do aparelho
de pontaria.
- Após o registro dos elemen-
tos, os dados introduzidos se-
rão aceitos com a tolerância de
5 metros para a velocidade e 1
metro para a distância.
Q-433
(HT)
- Apresentados, ao militar, um ca-
nhão e um alvo, indicado sua dis-
tância, velocidade e direção.
14. Aparelho de pontaria.
- Citar a finalidade do aparelho de
pontaria.
- Apresentados, ao militar, um ca-
nhão e uma relação com o nome
de 5 componentes do aparelho de
pontaria.
- Identificar os componen-
tes do aparelho de ponta-
ria.
- O militar deverá identificar,
corretamente, todos os compo-
nentes da relação.
Q-431
(AC)
15. Corretor.
16. Dispositivo de orientação do
corretor.
17. Dispositivo de transmissão e
visada.
- Citar a finalidade do corretor.
- Descrever o funcionamento e a se-
qüência de ações necessárias à ope-
ração do corretor.
- Citar a finalidade e identificar os
componentes do dispositivo de trans-
missão e visada.
- Descrever o funcionamento do dis-
positivo de transmissão e visada.
- Apresentados, ao militar, um cor-
retor e uma relação com o nome
de 5 componentes.
- Identificar os componen-
tes do corretor do apare-
lho de pontaria.
- O militar deverá identificar,
corretamente, todos os compo-
nentes da relação.
Q-432
(AC)
59.00
OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO
SUGESTÕES PARA
TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS
INTERMEDIÁRIOS
14. MATERIAL DE ARTILHARIA - AAe TEMPO ESTIMADO DIURNO: 20 h
Q-437
(CH/OP)
- Apresentado, ao militar, todos os
tipos de munição existentes na
OM empregadas no canhão.
- Identificar os diversos ti-
pos de munição e seus
respectivos componen-
tes empregados no ca-
nhão AAe 40 mm C 60.
- O militar deverá identificar, cor-
retamente, cada um dos tipos
de munição apresentados e
seus respectivos componen-
tes.
Q-435
(AC)
18. Munição
a. Classificação segundo tipo,
lote, calibre, efeito e emprego;
b. Elementos componentes;
c. Cuidados no preparo e
manuseio; e
d. Defeitos mais comuns.
19. Incidentes de tiro.
- Citar as principais características
da munição empregada.
- Citar os cuidados no preparo e ma-
nuseio da munição e seus defeitos
mais comuns.
- Identificar os principais incidentes
de tiro e suas causas.
- Identificar erros de manejo.
- Deverão ser simulados 3 tipos
de incidentes de Tiro.
- Sanar incidentes de tiro.
- O militar deverá identificar cor-
retamente os incidentes de tiro
e executar, com precisão, as
ações imediatas obedecendo à
seqüência correta dos procedi-
mentos.
Q-436
(HT)
- Identificar, pelo nome, as
ferramentas, sobressa-
lentes e acessórios do
canhão AAe 40 mm C 60.
- O militar deverá identificar,
corretamente, todo o material
apresentado.
20. Ferramentas, sobressalen-
tes e acessórios
a. Finalidade; e
b. Componentes.
- Citar a finalidade das ferramentas,
sobressalentes e acessórios do ca-
nhão.
- Apresentados, ao militar, 5 aces-
sórios, 5 sobressalentes e 5 fer-
ramentas utilizadas para a Mnt 1º
escalão do canhão.
60.00
OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO
SUGESTÕES PARA
TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS
INTERMEDIÁRIOS
14. MATERIAL DE ARTILHARIA - AAe TEMPO ESTIMADO DIURNO: 20 h
- Apresentados, ao militar, um
grupo gerador, um canhão e uma
relação com 5 componentes do
GG.
- Localizar os principais
componentes do grupo
gerador do canhão AAe 40
mm C 70.
- O militar deverá localizar todos
os componentes apresentados.
Q-440
(AC)
4. Grupo Gerador (GG)
a. Finalidade;
b. Características; e
c. Componentes.
- Identificar, pelo nome, os principais
componentes do GG do canhão.
- Citar as principais características
dos componentes do GG do canhão.
- Identificar as partes prin-
cipais do canhão AAe 40
mm C 70.
- O militar deverá identificar,
corretamente, todas as partes.
Q-439
(AC)
- Apresentados, ao militar, um ca-
nhão em posição de tiro e uma
relação com nomes de 5 (cinco)
partes principais do canhão.
- Apresentado, ao militar, um
questionário com 10 (dez) pergun-
tas, sobre as principais caracte-
rísticas e possibilidades do ca-
nhão.
- Citar as principais carac-
terísticas e possibilidades
do canhão AAe 40 mm C
70.
- O militar deverá responder,
corretamente, todas as pergun-
tas.
Q-438
(AC)
3. Divisão geral do canhão.
- Distinguir as partes principais do
canhão.
III. Can AAe 40 mm - C 70
1. Apresentação do Canhão
- Definição, indicativo militar e
finalidade.
2. Características e possibilida-
des do canhão
a. Tipo;
b. Dimensões;
c. Campo de tiro vertical e
horizontal;
d. Calibre;
e. Alcances do material;
f. Cadência de tiro;
g. Tipo de tração do material ;
e
h. Velocidades de acom-
panhamento (motor e manual).
- Definir canhão.
- Citar o Indicativo Militar do canhão.
- Citar a finalidade do canhão.
- Citar as principais características
do canhão.
- Citar a cadência de tiro do canhão.
- Citar as conseqüências para o ca-
nhão da não observância da cadên-
cia de tiro prevista.
- Citar o calibre do canhão.
- Citar as possibilidades do canhão
nos campos horizontal e vertical.
- Citar as velocidades de acompa-
nhamento motor e manual do canhão.
61.00
OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO
SUGESTÕES PARA
TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS
INTERMEDIÁRIOS
14. MATERIAL DE ARTILHARIA - AAe TEMPO ESTIMADO DIURNO: 20 h
- Apresentado, ao militar, um ca-
nhão
- Desmontar e montar o
mecanismo da culatra do
canhão AAe 40 mm C 70.
- O militar deverá desmontar e
montar o mecanismo da culatra,
observando a seqüência das
operações.
- Após a montagem, o funciona-
mento deverá estar correto.
Q-445
(HT)
c. Desmontagem e montagem;
e
d. Funcionamento.
- Desmontar o mecanismo da cula-
tra.
- Montar o mecanismo da culatra.
- Descrever o funcionamento do me-
canismo da culatra.
- Identificar os componen-
tes do mecanismo da cu-
latra do canhão AAe 40
mm C 70.
- O militar deverá identificar to-
dos os componentes
corretamente.
Q-444
(AC)
- Apresentado, ao militar, um ca-
nhão.
- Apresentado, ao militar, um ca-
nhão, indicando 10 situações que
poderão ocorrer acidentes duran-
te a realização do tiro.
- Citar, para cada tipo de
acidente que pode ocor-
rer, as regras de seguran-
ça a serem observadas na
realização do tiro com o
canhão AAe 40 mm C 70.
- O militar deverá citar as regras
de segurança corretamente
Q-441
(AC)
7. Mecanismo da culatra
a. Finalidade;
b. Divisão geral;
- Citar a finalidade do mecanismo da
culatra.
- Distinguir os componentes do me-
canismo da culatra.
- Apresentado, ao militar, um ca-
nhão com o sistema de armas
montado.
- Desmontar e montar, em
1º escalão, o sistema de
armas do canhão AAe 40
mm C 70.
- Na desmontagem e na monta-
gem, deve ser obedecida a
seqüência das operações.
- Após a montagem, o funciona-
mento deverá estar correto.
Q-443
(HT)
- Apresentados, ao militar, um ca-
nhão e uma relação com nomes
de 8 (oito) componentes do siste-
ma de armas.
- Identificar os componen-
tes do sistema de armas
do canhão AAe 40 mm C
70.
- O militar deverá identificar to-
dos os componentes
corretamente.
Q-442
(AC) 6. Sistema de armas
a. Finalidade, características
e componentes;
b. Desmontagem e montagem
em conjuntos principais; e
c. Funcionamento.
- Citar a finalidade do sistema de ar-
mas do canhão.
- Citar as características do sistema
de armas do canhão.
- Distinguir e identificar pelo nome os
componentes do sistema de armas
do canhão.
- Descrever o funcionamento do sis-
tema de armas do canhão.
5. Regras de segurança
a. Finalidade; e
b. Acidentes:
- Com o pessoal;
- Com o material; e
- Mistos.
- Citar a finalidade das regras de se-
gurança que devem ser obedecidas
para o canhão.
- Identificar os diferentes tipos de aci-
dentes que podem ocorrer na utiliza-
ção do canhão e do GG.
62.00
OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO
SUGESTÕES PARA
TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS
INTERMEDIÁRIOS
14. MATERIAL DE ARTILHARIA - AAe TEMPO ESTIMADO DIURNO: 20 h
- Apresentado, ao militar, um ca-
nhão.
- Realizar os procedimen-
tos adequados para a con-
versão do canhão AAe 40
mm C 70.
- O militar deverá executar a con-
versão corretamente.
Q-450
(HT)
11. Mecanismo de conversão
a. Finalidade;
b. Componentes; e
c. Funcionamento.
- Citar a finalidade do mecanismo de
conversão.
- Identificar os componentes do me-
canismo de conversão.
- Conhecer o funcionamento do me-
canismo.
- Identificar os componen-
tes do limitador do setor
de tiro do canhão AAe 40
mm C 70.
- O militar deverá indentificar,
corretamente, todos os compo-
nentes.
Q-449
(AC)
- Apresentados, ao militar, um ca-
nhão; e um setor de tiro.
- Apresentada, ao militar, uma re-
lação dos nomes de 10 (dez) com-
ponentes de cada um dos repa-
ros do canhão.
- Localizar os componen-
tes dos reparos do ca-
nhão AAe 40 mm C 70.
- O militar deverá localizar, cor-
retamente, todos os componen-
tes da relação.
Q-446
(AC)
10. Limitadores do setor de tiro
a. Finalidade;
b. Componentes; e
c. Funcionamento.
- Descrever a finalidade dos limita-
dores.
- Identificar, pelo nome, os compo-
nentes do limitador do setor de tiro.
- Descrever o funcionamento do limi-
tador do setor de tiro.
- Apresentado, ao militar, um ca-
nhão com o mecanismo de alimen-
tação e carregamento montado.
- Desmontar e montar o
mecanismo de alimenta-
ção e carregamento do
canhão AAe 40 mm C 70.
- Na desmontagem e na monta-
gem, deve ser observada a
seqüência das operações.
- Após a montagem, o funciona-
mento deverá estar correto.
Q-448
(HT)
- Apresentado, ao militar, um ca-
nhão.
- Identificar os componen-
tes do mecanismo de ali-
mentação e carregamen-
to do canhão AAe 40 mm
C 70.
- O militar deverá identificar os
componentes do mecanismo de
alimentação e carregamento.
Q-447
(AC)
9. Mecanismo de alimentação e
carregamento
a. Finalidade;
b. Partes principais e seus
componentes;
c. Desmontagem e montagem; e
d. Funcionamento.
- Citar a finalidade do mecanismo de
alimentação e carregamento.
- Identificar, pelo nome, as principais
partes no mecanismo de alimentação
e carregamento.
- Desmontar e montar o mecanismo
de alimentação e carregamento.
- Descrever o funcionamento do me-
canismo de alimentação e carrega-
mento do canhão.
8. Reparos do canhão
a. Descrição e finalidade; e
b. Principais partes e seus
componentes.
- Citar a finalidade dos reparos.
- Identificar, pelo nome, as partes prin-
cipais dos reparos.
- Identificar, pelo nome, os compo-
nentes de cada parte dos reparos.
- Citar as principais características
dos componentes dos reparos.
63.00
OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO
SUGESTÕES PARA
TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS
INTERMEDIÁRIOS
14. MATERIAL DE ARTILHARIA - AAe TEMPO ESTIMADO DIURNO: 20 h
- Apresentados ao militar cartu-
chos de manejo e um carregador.
- Municiar os carregado-
res.
- O carregador deverá ser muni-
ciado corretamente.
Q-455
(HT)
15. Municiamento.- Municiar os carregadores utilizan-
do os cuidados necessários.
- Identificar os diversos ti-
pos de munição e seus
elementos componentes,
empregados no material.
- O militar deverá identificar, cor-
retamente, o tipo de munição
apresentada e seus elementos
componentes.
Q-454
(AC)
- Apresentados, ao militar, os di-
versos tipos de munição disponí-
veis na Unidade.
- Apresentado, ao militar, um ca-
nhão em posição de tiro.
- Empregar, corretamente,
os tipos de operação.
- O militar deverá operar o ca-
nhão corretamente.
Q-451
(HT)
14. Munição
a. Classificação segundo tipo,
lote, calibre, emprego, efeito e
elementos componentes; e
b. Cuidados no manuseio.
- Citar os diversos tipos de munição
empregados no material.
- Descrever o emprego dos diversos
tipos de munição.
- Caracterizar os efeitos dos dife-
rentes tipos de munição.
- Identificar, pelo nome, os diferentes
elementos da munição.
- Citar a finalidade de cada compo-
nente da munição.
- Citar os cuidados no manuseio da
munição.
- Apresentados, ao militar, um ca-
nhão; e um quadro-alvo.
- Ajustar e operar o apa-
relho de pontaria.
- O militar deverá realizar a ajus-
tagem e operar o aparelho de
pontaria do canhão
corretamente.
Q-453
(HT)
- Apresentado, ao militar, um ca-
nhão com o aparelho de pontaria.
- Identificar os componen-
tes do aparelho de ponta-
ria.
- O militar deverá identificar to-
dos os componentes do apare-
lho de pontaria.
Q-452
(AC)
13. Aparelho de pontaria
a. Finalidade, características,
componentes e funcionamento;
- Citar a finalidade do aparelho de
pontaria.
- Citar as características do apare-
lho de pontaria e identificar, pelo
nome, as partes componentes.
- Descrever o funcionamento do apa-
relho de pontaria.
12. Operação do canhão.
- Descrever os tipos de operação de
acionamento do canhão.
b. Ajustagem; e
c. Pontaria.
- Ajustar o aparelho de pontaria do
canhão.
- Descrever os casos de pontaria do
canhão.
64.00
OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO
SUGESTÕES PARA
TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS
INTERMEDIÁRIOS
14. MATERIAL DE ARTILHARIA - AAe TEMPO ESTIMADO DIURNO: 20 h
- Deverão ser simulados 3 tipos
de incidentes de tiro.
- Sanar incidentes de tiro.
- O militar deverá identificar,
corretamente, os incidentes de
tiro e executar, com precisão, as
ações imediatas, obedecendo a
seqüência correta dos procedi-
mentos.
Q-456
(HT)
- Apresentados, ao militar, 5 aces-
sórios, 5 sobressalentes e 5 fer-
ramentas utilizadas para a Mnt 1º
escalão do canhão.
- Identificar, pelo nome, as
ferramentas, sobressa-
lentes e acessórios do
canhão.
- O militar deverá identificar,
corretamente, todo o material
apresentado.
Q-457
(AC)
17. Ferramentas, sobressalen-
tes e acessórios
a. Finalidade; e
b. Componentes.
- Citar a finalidade das ferramentas,
sobressalentes e acessórios do ca-
nhão.
16. Incidentes de tiro.
- Identificar os principais incidentes
de tiro.
- Citar as principais causas dos inci-
dentes de tiro.
- Identificar erros de manejo.
65.00
OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO
SUGESTÕES PARA
TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS
INTERMEDIÁRIOS
14. MATERIAL DE ARTILHARIA - AAe TEMPO ESTIMADO DIURNO: 20 h
- Identificar os componen-
tes do chassi.
(Material 35 mm)
- O militar deverá identificar, cor-
retamente, todos os componen-
tes relacionados.
Q-461
(AC)
- Apresentadas, ao militar, uma
CDT em posição de operação e
uma relação com o nome de 5
componentes.
- Apresentados, ao militar, um EDT
em posição de operação e uma
relação com o nomes de 5 partes
do EDT.
- Identificar os componen-
tes do EDT.
- O militar deverá identificar, cor-
retamente, todas as partes apre-
sentadas na relação.
Q-458
(AC)
- Definir EDT.
- Citar a finalidade e as característi-
cas do EDT.
- Citar o tipo do EDT.
- Citar as regras de segurança apli-
cadas ao EDT.
- Citar as partes principais do EDT.
IV. EDT
1. Equipamento de Direção de Tiro
(EDT)
- Generalidades, apresenta-
ção do EDT, definição, finalidade,
características e regras de se-
gurança.
2. Divisão geral do EDT
- Central de Direção de Tiro
(CDT), Apontador Ótico Auxiliar,
Caixa de Sinalização, Grupo ge-
rador e ferramentas e acessóri-
os.
- Descrever o chassi.
- Citar a finalidade e as característi-
cas do chassi.
- Localizar e identificar os principais
componentes do chassi.
4. Chassi (Material 35 mm)
- Descrição, finalidade, carac-
terísticas e estudo geral.
- Apresentados, ao militar, um
EDT/CDT em posição de operação
com o GG ligado e situações que
atentem contra a segurança.
- Identificar as regras de
segurança para a opera-
ção do EDT/CDT.
- O militar deverá identificar to-
das as ações que atentem con-
tra a segurança.
- Apresentadas, ao militar, uma
CDT em posição de operação e
uma relação com o nome das 6
partes da CDT.
- Identificar os componen-
tes da CDT.
(Material 35 mm)
- O militar deverá identificar, cor-
retamente, todas as partes cita-
das na relação.
Q-459
(AC)
Q-460
(AC)
- Definir a Central de Direção de Tiro.
- Citar as finalidades e as caracterís-
ticas da CDT.
- Citar as partes principais da CDT.
3. Central de Direção de Tiro
(CDT) - Material 35 mm
a. Definição, finalidade e
características; e
b. Divisão geral da Central de
Direção de Tiro (CDT).
66.00
OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO
SUGESTÕES PARA
TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS
INTERMEDIÁRIOS
14. MATERIAL DE ARTILHARIA - AAe TEMPO ESTIMADO DIURNO: 20 h
- Identificar os componen-
tes principais do Aponta-
dor Ótico Auxiliar (AOA).
- O militar deverá identificar, cor-
retamente, todas as partes re-
lacionadas.
Q-463
(AC)
- Apresentados, ao militar, um
Apontador Ótico Auxiliar e uma
relação com o nome de 5 dos seus
componentes.
- Apresentadas, ao militar, uma
CDT em posição de operação e
uma relação com nomes de 10
(dez) partes do reparo de acom-
panhamento.
- Identificar as partes
principais do reparo de
acompanhamento (RA).
- O militar deverá identificar, cor-
retamente, todas as partes apre-
sentadas na relação.
Q-462
(AC)
- Definir o RA.
- Citar a finalidade e as característi-
cas principais do RA e dos seus com-
ponentes.
- Localizar e identificar as principais
partes do RA e suas interligações
mecânicas.
5. Reparo de Acompanhamento
(RA)
- Definição, finalidade,
características e estudo geral.
- Definir AOA.
- Citar as finalidades do AOA.
- Citar as características do AOA.
- Citar os componentes do AOA.
6. Apontador Ótico Auxiliar (AOA)
- Definição, finalidade,
características e componentes.
67.00
OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO
SUGESTÕES PARA
TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS
INTERMEDIÁRIOS
14. MATERIAL DE ARTILHARIA - AAe TEMPO ESTIMADO DIURNO: 20 h
- Identificar os principais
acessórios e sobressa-
lentes do(a) EDT/CDT.
- O militar deverá identificar,
corretamente, todos os acessó-
rios e sobressalentes apresen-
tados.
Q-465
(AC)
- Apresentados, ao militar, 5 aces-
sórios e 2 sobressalentes do EDT/
CDT.
- Apresentados, ao militar, um GG
e uma relação com os nomes de
seus principais componentes.
- Identificar, no Grupo Ge-
rador (GG), seus princi-
pais componentes.
- O militar deverá identificar os
componentes com 80% de acer-
to no mínimo.
Q-464
(AC)
- Identificar as partes componentes
da CS e citar as finalidades das lâm-
padas de sinalização e dos botões
de controle (Material 35 mm).
- Localizar e identificar as partes prin-
cipais do equipamento de medida de
velocidade inicial (Material 35 mm).
- Identificar os componentes do pai-
nel indicador do valor numérico (Ma-
terial 35 mm).
- Identificar e citar as finalidades dos
acessórios e sobressalentes do EDT.
- Definir o GG.
- Citar a finalidade e as característi-
cas principais do GG.
- Identificar, no GG, seus componen-
tes principais e seus controles.
- Citar a finalidade de cada cabo do
sistema.
7. Caixa de sinalização (CS) -
Material 35 mm
a. Definição, finalidade, peso
e partes componentes; e
b. Finalidades das lâmpadas
de sinalização e dos botões de
controle.
8. Equipamento de medida de ve-
locidade inicial (Material 35 mm):
- Definição, finalidade, carac-
terísticas e partes principais.
9. Grupo Gerador (GG)
- Definição, finalidades, carac-
terísticas e componentes.
68.00
OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO
SUGESTÕES PARA
TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS
INTERMEDIÁRIOS
15. MATERIAL DE ARTILHARIA - LMF TEMPO ESTIMADO DIURNO: 20 h
- Apresentada uma AV - LMU, o ins-
trutor deterninará que seja reali-
zada a blindagem das mesmas.
- Realizar a blindagem dos
Pàra-brisas da AV - LMU.
- A AV - LMU deverá estar com
seus pára-brisas corretamente
blindados.
Q-403
(HT)
3. Blindagem
a. Componentes; e
b. Principais características.
- Identificar o mecanismo de blinda-
gem dos pára-brisas da LMU.
- Realizar o nivelamento da
AV - LMU.
- A AV - LMU deverá ficar corre-
tamente nivelada.
Q-402
(HT)
- Apresentada uma AV - LMU, o ins-
trutor determinará que seja reali-
zado o nivelamento da mesma.
I. AV - LMU
1. Generalidades
a. Apresentação da LMU; e
b. Principais características e
possibilidades.
- Citar os principais componentes da
LMU.
- Identificar AV-VBA e AV-PLM.
- Citar as principais características e
possibilidades da LMU.
- Apresentadas uma AV - LMU e
uma relação contendo suas prin-
cipais partes componentes.
- Identificar as partes
componentes da AV -
LMU.
- O militar deverá indentificar,
corretamente, todas as partes
componentes da AV - LMU cons-
tantes da relação.
Q-401
(AC)
2. Sistema de Nivelamento
a. Nivelamento eletrônico; e
b. Nivelamento alternativo.
- Realizar a patolagem.
- Relacionar as alavancas de nivela-
mento com os respectivos cilindros
niveladores.
- Identificar os componentes do sis-
tema de nivelamento eletrônico e al-
ternativo.
- Utilizar corretamente e com preste-
za as alavancas de nivelamento.
- Utilizar com presteza o display de
nivelamento.
- Utilizar com presteza o nível de bo-
lhas.
69.00
OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO
SUGESTÕES PARA
TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS
INTERMEDIÁRIOS
15. MATERIAL DE ARTILHARIA - LMF TEMPO ESTIMADO DIURNO: 20 h
- A RMD deverá estar
corretamente patolada.
- Apresentada uma RMD, o militar
executará a patolagem.
Q-405
(HT)
2. Sistema de Patolagem.
- Patolagem hidráulica.
- Relacionar as alavancas de patola-
gem com os respectivos cilindros ni-
veladores.
- Realizar a patolagem hidráulica.
- Apresentada uma RMD, o militar
deverá identificar os componen-
tes da mesma.
- Identificar as partes
componentes da RMD.
O militar deverá identificar os
componentes apresentados
com 100% de acerto.
Q-404
(AC)
- Realizar a patolagem da
RMD.
II. AV - RMD
1. Generalidades
a. Apresentação da RMD; e
b. Principais características.
- Citar os principais componentes da
RMD.
- Identificar AV-VBA e AV-CCA.
70.00
OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO
SUGESTÕES PARA
TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS
INTERMEDIÁRIOS
15. MATERIAL DE ARTILHARIA - LMF TEMPO ESTIMADO DIURNO: 20 h
- Operar o conjunto de
comunicação da Gu AV-
UCF.
- O militar deverá operar
corretamente o conjunto de co-
municações.
Q-409
(AC)
- Apresentado, ao militar, a AV-UCF,
com o conjunto de comunicação.
- Apresentadas uma AV/UCF e uma
relação contendo suas principais
partes componentes.
- Identificar as partes
componentes da AV-UCF.
- O militar devera identificar,
corretamente, todas as partes
componentes da AV-LMU cons-
tantes da relação.
Q-406
(AC)
- Citar a finalidade do conjunto do
comunicações da AV-UCF.
- Identificar os componentes do con-
junto de comunicações.
5.Utilização do conjunto de co-
municações
a. Finalidades;
b. Apresentação; e
c. Operação.
- Apresentada uma UCF, o militar
executará a patolagem.
- Realizar a patolagem da
UCF.
A UCF deverá estar corretamen-
te patolada
- Apresentado, ao militar, um GG
ligado.
- Apresentado um Conjunto
Conversor de eletricidade.
- Executar a operação com
Grupo Gerador (GG) e do
Conversor de eletricidade
(CE).
- O militar devera realizar as
verificações e operar o GG ou
Conversor de eletricidade
corretamente.
Q-407
(AC)
Q-408
(AC)
- Executar as verificações do GG/ CE.
- Realizar as operações para ligar,
desligar e reabastecer o GG e (ou)
CE.
3. Grupo Gerador (GG) da EDT
4. Conversor de eletricidade
- Relacionar as alavancas de pato-
lagem com os respectivos cilindros
niveladores.
- Realizar a patolagem hidráulica.
2. Sistema de Patolagem
- Patolagem hidráulica.
- Citar os principais componentes da
UCF.
- Identificar AV-VBA e EDT.
- Citar as principais características
da UCF.
III.AV-UCF
1. Generalidades
a. Apresentação da UCF; e
b. Principais características e
possibilidades
- Operar o Kit Meteoroló-
gico de superfície AV-KMS.
- O militar deverá operar corre-
tamente o Kit Meteorológico de
superfície AV-KMS.
Q-410
(AC)
- Apresentado, ao militar, o Kit
Meteorológico de Superfície AV-
KMS.
- Citar a finalidade Kit Meteorológico
de superfície AV-KMS.
- Identificar os componentes do AV-
KMS.
- Instalar o AV-KMS.
- Efetuar a leitura dos dados
meteorológicos de superfície, de
acordo com o sistema de ventos re-
correntes.
6. Utilização do Kit Meteorológico
de superfície AV-KMS.
a. Finalidades;
b. Apresentação;
c. Instalação; e
d. Operação.
7. Sistema de Ventos Recorren-
tes
- Acionar a AV-UCF, nas
posições de espera e de
tiro.
- Cada um dos integrantes da
AV/UCF deverá, de acordo com
suas respectivas funções, exe-
cutar corretamente os procedi-
mentos relativos a seus cargos.
Q-411
(AC)
- Apresentadas RMD, LMU e UCF.
- Este OII devera ser cumprido em
conjunto por todos os integran-
tes da Gu UCF.
- Definir Posição de Espera e Posi-
ção de Tiro.
- Enumerar os procedimentos de cada
um dos integrantes da Gu UCF na
Pos Espera e na Pos Tiro.
- Citar os procedimentos adotados
pelas AV-LMU e AV-RMD.
8. Acionamento da AV-UCF
71.00
OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO
SUGESTÕES PARA
TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS
INTERMEDIÁRIOS
16. MATERIAL DE ARTILHARIA - MÍSSEIS TEMPO ESTIMADO DIURNO: 35 h
- Apresentado, ao militar, um con-
junto de imagens (fotos, slides,
gravuras, fitas ou filmes) de dife-
rentes tipos de mísseis.
- Identificar as partes
componentes dos mís-
seis.
- As partes principais deverão
ser identificadas corretamente.Q-402
(AC)
1. Introdução básica
a. Definição de Míssil, Unidade
de tiro, Posto de tiro e Unidade
de emprego;
b. Definição de Mach; e
c. Classificação dos mísseis
- Quanto à velocidade, altura
e alcance; e
d. Definição de guiamento,
teleguiamento e autoguiamento.
- Definir estrutura dos mísseis.
- Definir e citar a finalidade do cone,
do corpo, da cauda e das asas.
- Definir míssil.
- Distinguir míssil de foguete.
- Definir Mach.
- Classificar os mísseis quanto à ve-
locidade (hipersônico, supersônico,
sônico e subsônico).
- Classificar os mísseis quanto a al-
tura: baixa altura, média altura e gran-
de altura.
- Classificar os mísseis quanto ao al-
cance: curto alcance, médio alcan-
ce, alcance intermediário e longo al-
cance.
- Definir guiamento, teleguiamento e
autoguiamento.
- Identificar as principais vantagens
e desvantagens com relação ao em-
prego de mísseis teleguiados e (ou)
autoguiados.
- Classificar mísseis.
- Apresentado, ao militar, um con-
junto de imagens (fotos, slides,
gravuras, fitas ou filmes) dos prin-
cipais mísseis empregados.
- Classificar, corretamente,
quanto à velocidade, à altura e
ao alcance.
Q-401
(AC)
2. Estrutura dos mísseis
a. Cone;
b. Corpo;
c. Cauda; e
d. Asas.
I . Mísseis AAe
72.00
OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO
SUGESTÕES PARA
TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS
INTERMEDIÁRIOS
TEMPO ESTIMADO DIURNO: 35 h16. MATERIAL DE ARTILHARIA - MÍSSEIS
- Apresentada uma relação con-
tendo vantagens e desvantagens
dos sistemas.
- Identificar as principais
vantagens e desvanta-
gens dos diversos tipos
de sistemas de direção e
dos diversos tipos de
propulsão.
- Relacionar, corretamente, cada
vantagem e desvantagem do
respectivo sistema.
Q-404
(AC)
3. Ogiva dos mísseis
a. Carga
1) Alto explosiva;
2) Bacteriológica;
3) Química; e
4) Nuclear.
b. Espoleta
1) Percussão;
2) Tempo;
3) Influência;
4) Ambiente;
5) Controlada;
6) Proximidade; e
7) Mista.
c. Mecanismo de armar e
segurança
- Citar os sistemas dos mísseis.
- Citar a finalidade do sistema de di-
reção e do sistema de propulsão.
- Identificar os diversos tipos de sis-
temas de direção.
- Citar as principais vantagens e des-
vantagens dos diversos tipos de sis-
temas de direção e dos diversos ti-
pos de propulsão.
- Definir combustível e comburente.
- Citar a finalidade da ogiva, da espo-
leta e da carga.
- Identificar os diversos tipos de car-
ga e espoleta.
- Citar a finalidade do mecanismo de
armar e segurança.
- Enumerar os diversos ti-
pos de carga e espoletas
das ogiva dos mísseis.
- Apresentado, ao militar, um con-
junto de imagens de ogivas de
mísseis.
- As cargas e espoletas deve-
rão ser enumeradas
corretamente.
Q-403
(AC)
4. Sistemas dos mísseis
a. Sistema de direção
1) Inercial;
2) Rádio navegação;
3) Direção comandada;
4) Seguidor de facho;
5) Atração ativa;
6) Atração semi-ativa;
7) Atração passiva; e
8) Referência terrestre.
b. Sistema de propulsão
- Definição de combustível,
comburente, propulsão a foguete
e a jato.
73.00
OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO
SUGESTÕES PARA
TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS
INTERMEDIÁRIOS
TEMPO ESTIMADO DIURNO: 35 h16. MATERIAL DE ARTILHARIA - MÍSSEIS
- Apresentado, ao militar, um con-
junto de imagens (fotos, slides,
gravuras, fitas ou filmes) dos prin-
cipais mísseis empregados.
- identificar os diversos ti-
pos de sistema de lança-
mento.
- Para cada míssil apresentado,
identificar, corretamente, o tipo
de sistema de lançamento utili-
zado.
Q-405
(AC)
- Citar a finalidade do sistema elétrico.
- Distinguir baterias de geradores.
- Identificar as vantagens e desvan-
tagens do emprego de baterias e ge-
radores.
- Identificar as circunstâncias em que
baterias e (ou) geradores são utili-
zados.
- Citar a finalidade e os diversos ti-
pos de sistema de lançamento.
- Identificar as diversas modalidades
de sistema de lançamento.
- Citar as características desejáveis
a um bom lançador.
- Identificar e citar as modalidades
de sistema de lançamento.
c. Sistema elétrico
- Baterias e Geradores.
d. Sistema de lançamento
1) Tipos de sistema de lan-
çamento
- Torre vertical, trilho ou
rampa, catapultas, tubo e supor-
te com cabide.
2) Modalidades de sistemas
de lançamento
- Fixo, submarinos, mó-
veis, subterrâneos e aéreos.
5. Características desejáveis a
um bom lançador
74.00
OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO
SUGESTÕES PARA
TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS
INTERMEDIÁRIOS
TEMPO ESTIMADO DIURNO: 35 h16. MATERIAL DE ARTILHARIA - MÍSSEIS
- Apresentado, ao militar, um Msl
AAe Ptt e um questionário com 10
de suas principais características
e possibilidades.
- Identificar as caracterís-
ticas e possibilidades do
Msl AAe Ptt.
- O militar deverá responder
com acerto todos os itens apre-
sentados.
Q-406
(AC)
- Citar o indicativo militar e a finalida-
de do Msl AAe Ptt.
- Definir Posto de tiro, Unidade de tiro
e Unidade de emprego.
- Identificar a unidade de emprego do
Msl AAe Ptt.
- Citar as características e possibili-
dades do Msl AAe Ptt.
- Classificar o Msl AAe Ptt com rela-
ção à velocidade, altura de emprego,
alcance e tipo de guiamento.
- Classificar o Msl AAe Ptt com rela-
ção ao sistema de direção, propul-
são, elétrico e de lançamento.
1. Generalidades
a. Apresentação do Msl AAe
Ptt;
b. Indicativo militar; e
c. Finalidade.
2. Conceitos Básicos
a. Posto de tiro;
b. Unidade de tiro; e
c. Unidade de emprego.
3. Características e possibilida-
des do Msl AAe Ptt
a. Sistemas de direção, pro-
pulsão, elétrico e de lançamento;
b. Calibre, carga e espoleta;
c. Comprimento do míssil e do
tubo de lançamento;
d. Peso do míssil e do conjun-
to em posição de combate;
e. Altura máxima e mínima de
interceptação;
f. Alcance máximo e mínimo;
g.Velocidade máxima do alvo;
h.Velocidade média de cruzei-
ro do míssil;
i. Tempo de passagem da po-
sição de marcha para a de tiro;
j. Tempo de ativação para o
lançamento; e
l. Vida útil do mecanismo de
lançamento.
II . MÍSSEIS AAe Ptt
75.00
OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO
SUGESTÕES PARA
TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS
INTERMEDIÁRIOS
TEMPO ESTIMADO DIURNO: 35 h16. MATERIAL DE ARTILHARIA - MÍSSEIS
- Apresentando, ao militar, um
míssil secionado.
- Identificar os dispositi-
vos de segurança da car-
ga de arrebentamento e
descrever seu funciona-
mento.
- O militar deverá Identificar cor-
retamente os dispositivos de
segurança da carga de
arrebentamento e descrever de
forma sumária seu funciona-
mento.
Q-410
(AC)
e. Carga de arrebentamento
- Finalidade, componentes e
dispositivos de segurança.
- Citar a finalidade da carga de arre-
bentamento.
- Identificar os componentes da car-
ga de arrebentamento.
- Citar os dispositivos de segurança
da carga de arrebentamento.
- Identificar as superfíci-
es de controle do atuador
e as aletas
compensadoras.
- O militar deverá identificar cor-
retamente as citadas peças do
conjunto de pilotagem.
Q-409
(AC)
- Apresentando, ao militar, um
míssil secionado.
4. Conjunto Msl AAe Ptt
a. Posto de tiro; e
b. Dispositivos de manutenção
e de treinamento.
5. A munição Msl AAe Ptt
a. Descrição geral; e
b. Partes principais do míssil:
- cabeça de guiamento;
- conjunto de pilotagem;
- carga de arrebentamento;
- conjunto propulsor; e
- empenagens estabilizado-
ras.
- Identificar os itens componentes do
posto de tiro, dispositivos de manu-
tenção e dispositivos de treinamen-
to.
- Citar a descrição geral do Msl A Ae
Ptt.
- Identificar as partes principais do
Msl A Ae Ptt.
- Será apresentando, ao militar, um
míssil secionado de cada tipo exis-
tente na OM.
- Identificar as partes prin-
cipais dos diferentes ti-
pos de Msl A Ae Ptt exis-
tentes na OM.
- O militar deverá identificar cor-
retamente todas as partes.
Q-407
(AC)
d. Conjunto de Pilotagem
- Finalidade e componentes.
- Citar a finalidade e os componentes
do conjunto de pilotagem.
c. Cabeça de Guiamento
- Finalidade e componentes.
- Citar a finalidade e os componentes
da cabeça de guiamento
- Apresentando, ao militar, um
míssil secionado.
- Identificar os componen-
tes principais da cabeça
de guiamento.
- O militar deverá identificar cor-
retamente todos os componen-
tes apontados.
Q-408
(AC)
76.00
OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO
SUGESTÕES PARA
TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS
INTERMEDIÁRIOS
TEMPO ESTIMADO DIURNO: 35 h16. MATERIAL DE ARTILHARIA - MÍSSEIS
- Apresentado, ao militar, o meca-
nismo de lançamento do conjunto
secionado.
- Identificar as partes prin-
cipais do mecanismo de
lançamento.
- O militar deverá identificar, cor-
retamente, todas as partes.
Q-414
(AC)
j. Mecanismo de lançamento
1) Finalidade;
2) Partes principais;
3) Conjuntos de contatos e
dispositivo de trancamento;
4) Sinalizador sonoro;
5) Gatilho elétrico; e
6) Bloco eletrônico.
- Citar a finalidade do mecanismo de
lançamento.
- Citar as partes principais do meca-
nismo de lançamento.
- Retirar e colocar a fonte
de alimentação no tubo de
lançamento.
- O militar deverá retirar e colo-
car a fonte de alimentação cor-
retamente.
Q-413
(AC)
- Apresentado, ao militar, o tubo
de lançamento inerte.
f. Conjunto Propulsor
- Finalidade e componentes.
g. Empenagens estabilizado-
ras.
- Identificar e citar a finalidade do con-
junto propulsor e das empenagens
estabilizadoras.
- Descrever a tarefa do propulsor de
lançamento e do propulsor de sus-
tentação de dupla ação.
- Apresentados, ao militar, um Msl
A Ae Ptt e uma relação dos seus
componentes principais.
- Identificar os componen-
tes do conjunto propulsor
e das empenagens esta-
bilizadoras.
- O militar deverá identificar,
corretamente, os componentes
do conjunto propulsor e das
empenagens estabilizadoras.
Q-411
(AC)
i. Fonte de alimentação
1) Finalidade;
2) Componentes; e
3) Retirada e colocação da
fonte de alimentação no tubo de
lançamento.
- Identificar e citar a finalidade da fon-
te de alimentação.
- Citar os componentes da fonte de
alimentação
- Trocar a fonte de alimentação no
tubo de lançamento.
h. Tubo de lançamento
1) Finalidade;
2) Componentes;
3) Aparelho de pontaria;
4) Conector;
5) Conjunto de ligação com
o míssil;
6) Mecanismo de perfura-
ção;
7) Botão variante de lança-
mento.
- Citar a finalidade do tubo de lança-
mento.
- Identificar e citar a finalidade do apa-
relho de pontaria, conector, conjunto
de ligação com o míssil e botão vari-
ante do lançamento.
- Apresentado, ao militar, um tubo
de lançamento.
- Identificar os componen-
tes do tubo de lançamen-
to.
- O militar deverá identificar,
corretamente, todos os compo-
nentes.
Q-412
(AC)
77.00
OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO
SUGESTÕES PARA
TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS
INTERMEDIÁRIOS
TEMPO ESTIMADO DIURNO: 35 h16. MATERIAL DE ARTILHARIA - MÍSSEIS
- No terreno, o instrutor apontará
possíveis rotas de aproximação.
- Diferenciar fundo homo-
gêneo de fundo
heterogêneo.
- Para cada rota de aproximação
apontada, o militar deverá res-
ponder corretamente quanto às
condições de contraste com o
fundo.
Q-417
(AC)
b. Condições de contraste
com o fundo;
- Identificar fundo homogêneo de fun-
do heterogêneo.
- Distinguir rota de ataque de rota de
perseguição.
- Definir variante de lançamento.
- Citar os princípios de seleção da
variante de lançamento.
- Citar a variante básica de lança-
mento.
- Ocupar uma posição para
o lançamento do Míssil.
- O militar deverá escolher a po-
sição que melhor satisfaça aos
requisitos para escolha.
Q-416
(AC)
- No terreno, o instrutor indicará o
setor de tiro e apontará uma área
para a escolha de posições de tiro.
k. Conjunto de contatos e
dispositivos de trancamento.
l. Sinalizador sonoro.
m. Gatilho elétrico
1) Finalidade;
2) Posições do gatilho; e
3) Alavanca de liberação do
gatilho.
n. Bloco eletrônico.
- Identificar e citar a finalidade.
- Citar a finalidade do conjunto de
contatos e dispositivos de
trancamento e do sinalizador sono-
ro.
- Citar a finalidade do gatilho elétrico.
- Distinguir as posições do gatilho elé-
trico.
- Identificar a alavanca de liberação
do gatilho.
- Identificar e citar a finalidade do blo-
co eletrônico.
- Apresentado, ao militar, o meca-
nismo de lançamento do conjunto
inerte.
- Identificar as posições
do gatilho elétrico.
- O militar deverá identificar, cor-
retamente, todas as posição.
Q-415
(AC)
6. Operação do posto de tiro
a. Seleção da posição de tiro;
- Citar os fatores que influem na cor-
reta seleção do posto de tiro.
- Citar as distâncias mínimas de afas-
tamento de obstáculos (edifícios, re-
des elétricas, árvores etc), de blin-
dados e de estações-rádio.
78.00
OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO
SUGESTÕES PARA
TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS
INTERMEDIÁRIOS
TEMPO ESTIMADO DIURNO: 35 h16. MATERIAL DE ARTILHARIA - MÍSSEIS
- Apresentado, ao militar, um con-
junto Msl A Ae inerte.
- Realizar as verificações
preliminares ao manu-
seio do material.
- O militar deverá realizar, corre-
tamente, todas as verificações.
Q-419
(CH)
c. Condições climáticas; e
d. Condições básicas para o
disparo.
- Citar as verificações preliminares a
serem realizadas antes do manuseio
do material.
- Citar os cuidados para o lançamen-
to do míssil em relação às condições
climáticas.
- Citar as fontes de interferências ar-
tificiais.
- Citar as condições básicas para o
disparo.
- Identificar e citar o ângulo mínimo
entre a linha de visada e a direção do
sol, para que seja realizado o dispa-
ro.
- Identificar os tipos de aeronaves
que podem ser engajadas pelo mís-
sil.
- Citar as medidas a serem adotadas
para lançamentos ao crepúsculo.
- Citar as medidas a serem conside-
radas quando dois ou mais postos
de tiro estiverem posicionados pró-
ximos entre si.
- Identificar as condições
básicas para o disparo.
- Apresentadas, ao militar, 5 situa-
ções com variações relativas a:
- condições climáticas;
- fontes de interferência;
- tipo de aeronave;
- ângulo linha de visada-direção do
sol; e
- posição de outros postos de
tiro.
- Identificar todas as situações
que o lançamento deverá ser
efetuado.
Q-418
(AC)
7. Posições do posto de tiro
a. Verificações preliminares:
1) Mecanismo de lançamen-
to;
2) Tubo de lançamento com
míssil e fonte de alimentação; e
3) Fonte de alimentação re-
serva.
79.00
OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO
SUGESTÕES PARA
TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS
INTERMEDIÁRIOS
TEMPO ESTIMADO DIURNO: 35 h16. MATERIAL DE ARTILHARIA - MÍSSEIS
- Apresentado, ao militar, um con-
junto Msl A Ae inerte.
- Passar o sistema da po-
sição de combate para a
posição de marcha.
- O militar deverá passar o sis-
tema da posição de marcha para
a posição de combate
corretamente.
Q-422
(HT)
d. Passagem da posição de
combate para a de marcha
1) Se o disparo não foi rea-
lizado;
2) Se o míssil foi disparado;
e
3) Se o míssil não foi dispa-
rado, mas a fonte de alimenta-
ção foi acionada.
- Passar o sistema da posição de
combate para o de marcha, nos se-
guintes casos:
- o disparo não foi realizado;
- o míssil foi disparado; e
- o míssil não foi disparado, mas a
fonte foi acionada.
- Colocar o sistema na po-
sição de combate.
- O militar deverá colocar, corre-
tamente, o sistema na posição
de combate.
Q-421
(HT)
- Apresentado, ao militar, um con-
junto Msl A Ae inerte.
b. Posição de marcha
1) Montagem do posto de
tiro;
2) Adoção da posição de
marcha; e
3) Posição de marcha
alternativa.
- Citar as medidas a serem adotadas
quando da colocação do sistema em
posição de marcha.
- Citar a diferença entre a posição de
marcha e posição de marcha alter-
nativa.
- Retirar o tubo de lançamento de seu
cunhete.
- Retirar o mecanismo de lançamento
de seu cunhete.
- Realizar as verificações no tubo e
no mecanismo de lançamento.
- Colocar o sistema em posição de
marcha.
- Apresentado, ao militar, um con-
junto Msl A Ae inerte.
- Colocar o sistema em
posição de marcha.
- O militar deverá colocar, corre-
tamente, o sistema em posição
de marcha.
Q-420
(HT)
c. Mudança da posição de
marcha para a de combate
1) Posição de marcha
intermediária; e
2) Posição de combate.
- Colocar o sistema na posição de
marcha intermediária.
- Colocar o sistema na posição de
combate.
80.00
OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO
SUGESTÕES PARA
TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS
INTERMEDIÁRIOS
TEMPO ESTIMADO DIURNO: 35 h16. MATERIAL DE ARTILHARIA - MÍSSEIS
- Apresentado, ao militar, um con-
junto Msl A Ae Ptt inerte.
- Realizar a manutenção de
1º escalão do sistema Msl
A Ae Ptt.
- O militar deverá executar,
corretamente, todas as opera-
ções relativas à manutenção de
1º escalão.
Q-426
(CH)
10. Normas de Manutenção
a. Manutenção a cargo do
atirador;
b. Inspeção externa; e
c. Manutenção de rotina.
- Citar a periodicidade de inspeção
externa.
- Citar as verificações a serem reali-
zadas na inspeção externa.
- Demonstrar os procedi-
mentos que devem ser
adotados com o material
em caso de queda aciden-
tal, em deslocamentos
motorizados e durante a
operação do sistema.
- O militar deverá demonstrar,
de acordo com as regras de se-
gurança, todos os procedimen-
tos corretamente.
Q-425
(CH)
- Apresentados, ao militar, um
conjunto Msl A Ae Ptt inerte e si-
muladas 3 situações relativas ao
emprego do material.
- Citar os modos de lançamento.
- Identificar as operações para
efetuar o lançamento em cada modo.
- Identificar as posições para o lan-
çamento do míssil:
- com o alvo em rota de ataque;
- com o alvo em rota de perseguição;
e
- contra helicópteros em vôo estaci-
onário.
- Apresentado, ao militar, o me-
canismo de lançamento do siste-
ma inerte.
- Identificar os modos de
lançamento do míssil.
- O militar deverá acionar, cor-
retamente, cada modo de lan-
çamento.
Q-423
(AC)
9. Normas de Segurança
a. Cuidados com o material
1) Em caso de queda aci-
dental;
2) Em deslocamentos moto-
rizados; e
3) Durante a operação do
sistema.
b. Regras gerais de seguran-
ça.
- Citar os cuidados com o material em
caso de queda acidental, em deslo-
camentos motorizados e durante a
operação do sistema.
- Citar as regras gerais de seguran-
ça.
8. Lançamento do míssil
a. Modos de lançamento;
b. Lançamento com o alvo em
rota de ataque
1) Modo automático; e
2) Modo manual.
c. Lançamento com o alvo em
rota de perseguição
1) Modo automático; e
2) Modo manual.
d. Lançamento contra helicóp-
tero em vôo estacionário.
- Apresentado, ao militar, o meca-
nismo de lançamento do sistema
inerte.
- Serão criadas situações para o
engajamento de alvos estacioná-
rios, em rota de ataque e em rota
de perseguição.
- Realizar as condutas para
o lançamento do míssil.
- O militar deverá efetuar, corre-
tamente, todas as operações
para o lançamento do míssil,
acionando o modo adequado
para cada situação.
Q-424
(OP)
- Apresentado, ao militar, um
questionário com 10 perguntas
sobre cuidados com o material.
- Citar os cuidados com o
armazenamento e trans-
porte do material.
- O militar deverá responder,
corretamente, todas as pergun-
tas.
Q-427
(AC)
- Citar a periodicidade de manuten-
ção de rotina.
- Citar as verificações a serem reali-
zadas na manutenção de rotina.
- Citar os cuidados de
armazenamento do Míssil.
- Citar os cuidados para o transporte
do míssil em rodovias, ferrovias,
transporte aéreo e marítimo.
d. Armazenamento e transpor-
te.
81.00
OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO
SUGESTÕES PARA
TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS
INTERMEDIÁRIOS
TEMPO ESTIMADO DIURNO: 20 h17. MATERIAL DE ARTILHARIA - OBUSEIROS
- O militar deverá localizar,
corretamente, cada uma das
partes.
- Apresentado, ao militar, um obu-
seiro e uma relação com 5 (cinco)
partes da Boca de Fogo.
Q-403
(AC)
4. Boca de Fogo
- Definição, finalidade, carac-
terísticas, vida do tubo, compo-
nentes, Freio de Boca (M 56 AR
e L 118 AR) e Eliminador de Alma
(M 108 AP).
- Citar a finalidade da Boca de Fogo.
- Citar o sentido e o número das raias
do tubo.
- Identificar os componentes da Boca
de Fogo.
- Citar as finalidades e as partes prin-
cipais do Freio de Boca (M 56 AR e L
118 AR).
- Citar a finalidade de partes princi-
pais do Eliminador de Alma (Material
M 108 AP).
- Localizar as partes prin-
cipais do obuseiro.
- O militar deverá apontar, cor-
retamente, no obuseiro, todas
as partes constantes da relação
recebida.
Q-402
(AC)
- Apresentada, ao militar, uma re-
lação com 5 partes da divisão ge-
ral do obuseiro.
1. Generalidades
a. Apresentação do obuseiro;
b. Definição, indicativo militar
e finalidade; e
e. Distinção entre obuseiro e
canhão.
2. Características e possibilida-
des do obuseiro
- Tipo, alcance, calibre, ca-
dência de tiro, campo de tiro, di-
mensões, peso, tipo de tração,
vida do tubo e outras de acordo
com o tipo de material.
- Citar o indicativo militar e a finalida-
de do obuseiro.
- Distinguir obuseiro de canhão
- Identificar, pelo emprego, os diver-
sos tipos de obuseiro.
- Indicar as principais características
e possibilidades do obuseiro.
- Apresentado, ao militar, um ques-
tionário com 10 perguntas sobre
as principais características e
possibilidades do obuseiro.
- Citar as principais carac-
terísticas e possibilidades
do obuseiro.
- O militar deverá responder,
corretamente, todas as pergun-
tas.
Q-401
(AC)
3. Divisão geral do obuseiro
a. Componentes
- Boca de fogo, Mecanismo
da culatra, Aparelho de pontaria,
Reparo, Palamenta e acessórios
e sobressalentes.
b. Finalidades.
- Identificar, pelo nome, as partes prin-
cipais do obuseiro e suas respecti-
vas finalidades.
- Localizar cada uma das
partes da boca de fogo.
82.00
OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO
SUGESTÕES PARA
TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS
INTERMEDIÁRIOS
TEMPO ESTIMADO DIURNO: 20 h17. MATERIAL DE ARTILHARIA - OBUSEIROS
- Apresentado, ao militar, a plata-
forma de um Obuseiro L 118 AR
com os Estais de Tiro anteriores
desajustados.
- Ajustar a tensão dos
estais anteriores.
(L 118 AR)
- O militar deverá ajustá-los de
modo que o seu funcionamento
torne-se normal.
Q-407
(AC)
j. Ajustagem da tensão dos
estais de tiro anteriores (L 118
AR).
- Ajustar a tensão dos estais de tiro
anteriores (L 118 AR).
- Ajustar o Dispositivo da
Escora do Berço e ajustar
o Dispositivo de Amarra-
ção das Flechas.
(M 101 AR)
- O militar deverá ajustá-las de
modo que o seu funcionamento
torne-se normal.
Q-406
(AC)
- Apresentado, ao militar, um Obu-
seiro M 101 AR com a Escora do
Berço e a Presilha da Flecha desa-
justadas.
- Identificar os componentes do me-
canismo da culatra.
- Localizar os componentes do me-
canismo da culatra.
- Descrever o funcionamento do me-
canismo da culatra.
- Apresentado, ao militar, um Obu-
seiro com o Mecanismo da Cula-
tra montado.
- Desmontar, manutenir e
montar o Mecanismo da
Culatra.
- O militar deverá desmontar e
montar obedecendo aos se-
guintes requisitos:
- seqüência correta das opera-
ções;
- desembaraço na realização das
operações;
- cuidados com o material; e
- correção do funcionamento
após a montagem.
Q-404
(AC)
h. Ajustagem do dispositivo da
escora do berço (M 101 AR);
i. Ajustagem do dispositivo de
amarração das flechas (M 101
AR); e
- Ajustar o dispositivo da escora do
berço (M 101 AR).
- Ajustar o dispositivo de amarração
das flechas (M 101 AR).
5. Mecanismo da Culatra
a. Partes principais;
b. Desmontagem e montagem;e
c. Funcionamento.
- Apresentado, ao militar, um Obu-
seiro e uma relação com 10 (dez)
partes principais do Reparo.
- Localizar as partes do Re-
paro.
- O militar deverá localizar cor-
retamente todas as partes que
constam da relação.
Q-405
(AC)
- Identificar, pelo nome, as partes
componentes do Reparo.
- Localizar as partes componentes
do Reparo.
- Localizar e operar os mecanismos
de direção e de elevação.
- Localizar e operar o eixo nivelador
(M 101 AR).
- Localizar e operar a trava do Porta-
berço (L 118 AR).
- Acionar o elemento central de fle-
cha (M 56 AR).
6. Reparo
a. Definição;
b. Componentes;
c. Características;
d. Funcionamento dos meca-
nismos de direção e elevação;
e. Funcionamento do eixo ni-
velador (M 101 AR);
f. Funcionamento da trava do
Porta-berço (L 118 AR);
g. Utilização do elemento cen-
tral de flecha (M 56 AR);
83.00
OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO
SUGESTÕES PARA
TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS
INTERMEDIÁRIOS
TEMPO ESTIMADO DIURNO: 20 h17. MATERIAL DE ARTILHARIA - OBUSEIROS
- O militar deverá identificar,
corretamente, as partes princi-
pais dos aparelhos de pontaria.
- Apresentado, ao militar, o se-
guinte material:
- um obuseiro;
- uma luneta panorâmica;
- uma luneta para tiro direto;
- um quadrante de nível;
- um colimador (M 108 AP); e
- um prisma de pontaria (L 118 AR).
- o instrutor anunciará o nome das
partes principais de cada material
apresentado.
Q-410
(AC)
9. Aparelho de Pontaria
a. Tipos de lunetas, suportes
e quadrantes;
b. Finalidades;
c. Indicativo Militar;
d. Nomenclatura das partes
principais;
e. Características;
f. Colimador de referência no
infinito (M 108 AP); e
g. Prisma de pontaria (L 118
AR).
- Distinguir o emprego de cada tipo
de luneta, suporte e quadrante.
- Citar a finalidade de cada tipo de
luneta, suporte e quadrante.
- Identificar as partes principais do
aparelho de pontaria.
- Citar as finalidades e as caracterís-
ticas do colimador (M 108 AP).
- Localizar as partes principais do
colimador (M 108 AP).
- Citar as finalidades e as caracterís-
ticas do prisma de pontaria (L 118
AR).
- Localizar as partes principais do
prisma de pontaria (L 118 AR).
- Instalar os dispositivos
de iluminação da peça.
- O militar deverá instalar,
corretamente, todos os dispo-
sitivos.
Q-409
(AC)
- Apresentado ao militar:
- um Obuseiro com as lunetas
montadas em seus suportes;
- duas Balizas de Pontaria; e
- dispositivos de Iluminação.
7. Palamenta
a. Definição;
b. Componentes; e
c. Características das balizas
de pontaria, do Quadrante de
nível e dos reguladores de
espoletas.
- Identificar as partes componentes
da Palamenta.
- Citar as finalidades de cada um dos
componentes da Palamenta.
- Apresentado, ao militar, os com-
ponentes da palamenta e dos
acessórios do Obuseiro coloca-
dos, em conjunto, sobre uma lona.
- Distinguir cada um dos
elementos da palamenta
e dos acessórios da peça.
- O militar deverá distinguir to-
dos os materiais apresentados.
Q-408
(AC)
8. Acessórios e sobressalentes
a. Identificação;
b. Finalidade; e
c. Manuseio dos dispositivos
de iluminação.
- Citar o nome e a respectiva finalida-
des dos principais acessórios.
- Instalar os dispositivos de ilumina-
ção nos locais adequados.
- Localizar as partes prin-
cipais do Aparelho de
Pontaria.
84.00
OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO
SUGESTÕES PARA
TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS
INTERMEDIÁRIOS
TEMPO ESTIMADO DIURNO: 20 h17. MATERIAL DE ARTILHARIA - OBUSEIROS
- O militar deverá ao final das
operações deixar os 02
obuseiros exigindo o mesmo
esforço para elevar ou abaixar o
tubo.
- Apresentado ao militar:
- 02 obuseiros; e
- 02 chaves de boca ajustáveis .
Q-413
(AC)
12. Equilibrador de molas
a. Finalidade;
b Componentes; e
c. Regulagem.
- Citar a finalidade do Equilibrador de
Molas.
- Identificar os componentes do Equi-
librador de Molas.
- Regular o Equilibrador de Molas.
- Identificar as principais
falhas no funcionamento
do mecanismo de recuo.
- O militar deverá identificar a
provável falha, bem como des-
crever uma possível solução
para a mesma
Q-412
(AC)
- Apresentado, ao militar, uma fa-
lha no funcionamento do mecanis-
mo de recuo.
10. Mecanismo de recuo
a. Finalidade;
b. Componentes;
c. Funcionamento;
d. Dispositivo indicador do
nível do óleo (finalidade e
localização);
e. Mecanismo de recuo
variável (M 114 AR e L 118 AR); e
f. Dispositivo indicador de
recuo.
- Citar a finalidade do mecanismo de
recuo.
- Citar os componentes principais do
mecanismo de recuo.
- Descrever o funcionamento do me-
canismo de recuo.
- Citar a finalidade do índice de óleo
do mecanismo de recuo.
- Descrever a finalidade do mecanis-
mo de recuo variável (M 114 AR e L
118 AR).
- Localizar o índice de marcação do
recuo.
- Regular a válvula de respiração uti-
lizando a chave do respirador (M 101
AR).
- Citar a finalidade e localizar a fita do
nível de óleo do recuo (M 108 AP).
- Regular a válvula de ajuste da volta
em bateria (L 118 AR).
- Apresentado, ao militar, um obu-
seiro ou uma gravura que desta-
que o mecanismo de recuo do
material.
- Identificar as partes prin-
cipais do mecanismo de
recuo.
- Descrever o funciona-
mento do mecanismo de
recuo.
- O militar deverá:
- identificar, corretamente, to-
das as partes principais do me-
canismo de recuo;
- dar a noção correta do funcio-
namento do mecanismo de re-
cuo; e
- utilizar a nomenclatura adequa-
da.
Q-411
(AC)
11. Falhas do sistema de recuo
a. Durante o recuo; e
b. Na volta em bateria.
- Identificar as causas principais das
falhas no sistema e descrever as
possíveis soluções para as mesmas.
- Regular o Equilibrador de
Molas (M 101 e M 114 AR).
85.00
OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO
SUGESTÕES PARA
TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS
INTERMEDIÁRIOS
TEMPO ESTIMADO DIURNO: 20 h17. MATERIAL DE ARTILHARIA - OBUSEIROS
- Apresentado, ao militar, um obu-
seiro AP.
- Descrever sumariamen-
te o funcionamento do
mecanismo da cabine.
(Material AP)
- O militar deverá dar a noção cor-
reta do funcionamento do me-
canismo da cabine.
Q-415
(AC)
13. Características e possibilida-
des da viatura propulsora da
peça (Material AP)
a. Combustível;
b. Raio de ação;
c. Velocidade;
d. Sistema elétrico;
e. Dimensões;
f. Tipo de suspensão;
g. Rodas de apoio;
h. Motor;
i. Caixa de mudança;
j. Armamento principal;
l. Armamento secundário;
m. Inclinação máxima;
n. Largura máxima de
ultrapassagem de ferro;
o. Obstáculo vertical;
p. Raio mínimo de curva;
q. Quantidade de munição; e
r. Dimensões.
- Citar a finalidade do mecanismo da
cabine.
- Citar os componentes principais do
mecanismo da cabine.
- Citar o nome do combustível utiliza-
do pela Vtr.
- Indicar a autonomia e os limites de
velocidades à frente e à retaguarda
da Vtr.
- Indicar a quantidade e voltagem das
baterias.
- Citar a altura, o comprimento e a
largura da Vtr.
- Citar o nome do tipo de suspensão.
- Citar o número de rodas de apoio.
- Citar as características do motor.
- Citar o nome do tipo da caixa de
mudança e a quantidade de marchas
à frente e à retaguarda.
- Citar as principais carac-
terísticas e possibilida-
des da viatura propulso-
ra do obuseiro.
(Material AP)
- Apresentado, ao militar, um
questionário com 15 perguntas
sobre as principais características
e possibilidades da viatura.
- O militar deverá responder,
corretamente, a todas as per-
guntas.
Q-414
(AC)
14. Mecanismo da cabine (Mate-
rial AP)
a. Finalidade;
b. Componentes; e
c. Funcionamento.
- Citar os procedimentos a serem to-
mados antes da partida.
- Inspecionar o painel.
- Dar a partida na viatura.
- Citar os procedimentos a serem to-
mados no início e durante o desloca-
mento da viatura.
- Citar os procedimentos a serem to-
mados na parada da viatura.
15. Noções sumárias de condu-
ção de viatura (Material AP)
a. Procedimentos antes da
partida;
b. Inspeção do painel;
c. Início do deslocamento;
d. Durante o deslocamento; e
e. Parada do veículo.
86.00
OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO
SUGESTÕES PARA
TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS
INTERMEDIÁRIOS
TEMPO ESTIMADO DIURNO: 20 h17. MATERIAL DE ARTILHARIA - OBUSEIROS
- Apresentado, ao militar, um obu-
seiro AP com o conjunto de co-
municações da Gu da peça.
- Operar o conjunto de co-
municações da Gu da
peça.
(Material AP)
- O militar deverá operar, corre-
tamente, o conjunto de comuni-
cações.
Q-416
(AC)
- Citar a finalidade do conjunto de co-
municações da Gu da peça.
- Identificar os componentes do con-
junto de comunicações.
- Efetuar a manutenção do conjunto
de comunicações.
15. Utilização do conjunto de co-
municações da Gu da peça (Ma-
terial AP)
a. Finalidades;
b. Apresentação;
c. Operação; e
d. Manutenção.
87.00
OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO
SUGESTÕES PARA
TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS
INTERMEDIÁRIOS
TEMPO ESTIMADO DIURNO: 15 h18. MUNIÇÕES DE ARTILHARIA PARA AAe
- Apresentado, ao militar, todos os
tipos de granadas existentes na
OM.
- Identificar, pelas marca-
ções inscritas em seus
corpos, os tipos e lotes
das granadas.
- O militar deverá identificar,
corretamente, o tipo e lote de
cada granada apontada.
Q-403
(AC)
3. Pinturas e convenções usa-
das nas marcação das grana-
das e dos cunhetes.
- Identificar o tipo e lote da granada
pela pintura ou marcação.
- Identificar, pelas inscrições nos cu-
nhetes, os tipos de granadas.
- Identificar os diferentes
elementos componentes
da munição existente na
OM, citando a finalidade e
os cuidados no manuseio
de cada componente.
- Todas as respostas do militar
deverão estar corretas quanto
ao nome do componente, finali-
dade e cuidados a observar no
manuseio.
Q-402
(AC)
- Todos os componentes da mu-
nição, existentes na OM serão
apresentados ao militar.
1. Classificação da munição de
artilharia de acordo com o tipo,
lote, calibre, emprego e efeito.
- Citar os diferentes calibres da mu-
nição de Artilharia.
- Citar os tipos de munição emprega-
dos pelo material da OM.
- Citar a classificação da munição de
Artilharia quanto ao emprego.
- Citar os efeitos da munição de Arti-
lharia quanto ao tipo, granadas e es-
poletas utilizadas.
- Todos os tipos de munição de
artilharia, existentes na OM, serão
apresentados ao militar.
- Identificar e classificar a
munição de artilharia
quanto ao emprego e efei-
to.
- O militar deverá identificar cada
tipo de munição apontada e clas-
sificar, corretamente, quanto ao
emprego e efeito.
Q-401
(AC)
2. Elementos componentes
- Tipos, nomenclatura, identi-
ficação e cuidados no manuseio.
- Identificar, pelo nome, os diferentes
elementos componentes da munição.
- Citar a finalidade de cada compo-
nente da munição.
- Citar os cuidados no manuseio da
munição.
88.00
OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO
SUGESTÕES PARA
TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS
INTERMEDIÁRIOS
TEMPO ESTIMADO DIURNO: 15 h18. MUNIÇÕES DE ARTILHARIA PARA AAe
- O militar deverá citar, correta-
mente, todos os processos de
destruição da munição.
- Apresentado, ao militar, um exer-
cício onde existam situações par-
ticulares que impliquem a destrui-
ção de munição, tais como:
- engenhos falhados;
- munições condenadas por ven-
cimento de lote; e
- munição defeituosa.
- Citar os processos de
destruição da munição de
Artilharia.
Q-406
(AC)
6. Destruição da munição
a. Situações em que a
munição deve ser destruída; e
b. Processos utilizados.
- Citar as situações em que a muni-
ção deverá ser destruída.
- Descrever os processos de des-
truição da munição relacionando-as
com a sua utilização.
- Reacondicionar a muni-
ção de artilharia.
- O reacondicionamento deve
ser feito seguindo as preceitos
técnicos e as normas de segu-
rança.
Q-405
(HT)
- Apresentados, ao militar, 4 tiros
preparados e o material necessá-
rio ao reacondicionamento da
munição.
4. Defeitos de munição
- Características e causas
principais;
- Citar os defeitos mais comuns exis-
tentes na munição e em seus com-
ponentes, relacionando-os com suas
causas.
- Apresentadas, ao militar, muni-
ções e componentes com defei-
tos.
- Deverá ser aproveitada toda a
munição defeituosa existente no
Paiol da OM.
- Identificar os defeitos
existentes na munição e
em seus componentes.
- Todos os defeitos de munição
e de componentes deverão ser
apontados corretamente.
Q-404
(AC/HT)
5. Acondicionamento e reacon-
dicionamento da munição.
- Citar os cuidados a serem obser-
vados no reacondicionamento da mu-
nição que não foi utilizada.
89.00
OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO
SUGESTÕES PARA
TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS
INTERMEDIÁRIOS
TEMPO ESTIMADO DIURNO: 15 h19. MUNIÇÕES DE ARTILHARIA PARA LMF
- O militar deverá identificar as
partes do guincho utilizado no
remuniciamento com 100% de
acerto.
- Apresentado, ao militar, o guin-
cho empregado no remunicia-
mento (guincho hidroglu).
- Este OII será cumprido apenas
pelos integrantes da Tu Rem.
Q-403
(AC)
3. Guincho Hidroglu
a. Características;
b. Composição; e
c. Emprego.
- Conhecer as características do
guincho.
- Identificar as partes componentes
do guincho.
- Utilizar o guincho para as opera-
ções de remuniciamento.
- Identificar as partes do
Conteiner - Lançador.
- A identificação deverá ser feita
com 100% de acerto.
Q-402
(AC)
- Apresentado um Conteiner - Lan-
çador, o militar deverá identificar
as partes do mesmo.
1. Classificação dos foguetes
segundo
a. Tipo;
b. Nomenclatura; e
c. Calibre.
- Citar os tipos de foguetes pela no-
menclatura.
- Identificar os foguetes pelo calibre.
- Apresentados, ao militar, os ti-
pos de foguetes existentes.
- Identificar os tipos de fo-
guetes.
- O militar deverá identificar os
componentes apresentados.
Q-401
(AC)
2. Conteiner-Lançador
a. Tipo; e
b. Características.
- Conhecer as partes componentes
do Conteiner-Lançador.
- Identificar os tipos de Conteineres-
Lançadores.
- Identificar as partes do
guincho utilizado no remu-
niciamento.
90.00
OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO
SUGESTÕES PARA
TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS
INTERMEDIÁRIOS
TEMPO ESTIMADO DIURNO: 15 h19. MUNIÇÕES DE ARTILHARIA PARA LMF
- Este OII deverá ser cumprido em
conjunto por todos os integrantes
da Gu AV-LMU, simultaneamente
com os da Gu AV-RMD.
- O instrutor deverá designar os
militares para os cargos previs-
tos em seus respectivos materi-
ais.
- Os militares da LMU deverão exe-
cutar a operação de
remuniciamento da LMU como
auxiliares.
- A operação de remuniciamento
deverá ser executada por meio do
guincho hidroglu.
- Executar uma operação
de remuniciamento.
- O militar deverá realizar, corre-
tamente, durante a operação de
remuniciamento, todas as atri-
buições inerentes ao seu res-
pectivo cargo.
Q-404
(HT)
- Conhecer as ações para a abertu-
ra das portas superiores da AV-PLM.
- Instalar o dispositivo de fixação de
conteiner.
- Efetuar as operações de movimen-
tação de conteiner.
- Executar, como auxiliar, uma opera-
ção de remuniciamento.
- Realizar as tarefas necessárias
para o remuniciamento.
4. Remuniciamento
a. Operações para o remuni-
ciamento
1) Patolagem da viatura AV-
RMD;
2) Instalação do dispositivo
de fixação dos conteineres no
compartimento carga;
3) Fixação do dispositivo de
içamento do conteiner – lança-
dor;
4) Içamento de conteineres-
lançadores;
5) Fixação dos conteineres-
lançadores no compartimento de
carga;
6) Recolhimento do guindas-
te; e
7) Recolhimento do sistema
patolagem.
91.00
OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO
SUGESTÕES PARA
TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS
INTERMEDIÁRIOS
TEMPO ESTIMADO DIURNO: 15 h20. MUNIÇÕES DE ARTILHARIA PARA OBUSEIROS
- Serão fornecidas, ao militar, car-
gas de projeção de 3 lotes dife-
rentes e em temperaturas dife-
rentes e um termômetro de pól-
vora.
- Medir a temperatura da
pólvora.
- As medidas encontradas pelo
militar deverão estar corretas,
de acordo com a conferência
efetuada pelo instrutor, consi-
derando a precisãoe e a obedi-
ência das prescrições técnicas.
Q-404
(HT)
4. Cargas de projeção
- Identificação, diferença de
lotes, encadeamento explosivo
da carga de projeção e de
arrebentamento, importância e
utilização do termômetro de
pólvora.
- Identificar as cargas de projeção
por suas inscrições.
- Conhecer os procedimentos de uti-
lização do termômetro de pólvora.
- Identificar, pelas marca-
ções inscritas em seus
corpos, os tipos, lotes e
pesos das granadas.
- O militar deverá identificar,
corretamente, o tipo, lote e peso
de cada granada apontada.
Q-403
(AC)
- Apresentados, ao militar, todos
os tipos de granadas existentes
na OM.
- Citar os diferentes calibres da mu-
nição de Artilharia.
- Citar os tipos de munição quanto à
utilização do estojo metálico.
- Citar a classificação da munição de
Artilharia quanto ao emprego.
- Citar os efeitos da munição de Arti-
lharia quanto ao tipo, granadas e es-
poletas utilizadas.
- Todos os tipos de munição de
artilharia existentes na OM, com
as possíveis combinações de gra-
nadas e espoletas, serão apresen-
tados ao militar.
- Classificar a munição de
artilharia quanto ao em-
prego e efeito.
- O militar deverá classificar,
corretamente, cada munição
apontada.
Q-401
(AC)
3. Pinturas e convenções usa-
das nas marcações das grana-
das e dos cunhetes, invólucros
ou depósitos acondicionadores
de cargas.
- Identificar o tipo, lote e peso da
granada pela pintura ou marcação.
- Identificar, pelas inscrições dos cu-
nhetes, invólucros ou depósitos
acondicionadores, os tipos de gra-
nadas.
1. Classificação da munição de
artilharia de acordo com o tipo,
lote, calibre, emprego e efeito.
- Todos os componentes da mu-
nição existente na OM serão apre-
sentados ao militar.
- Identificar os diferentes
elementos componentes
da munição existente na
OM, citando a finalidade e
os cuidados no manuseio
de cada componente.
- Todas as respostas do militar
deverão estar corretas quanto
ao nome do componente, finali-
dade e cuidados a observar no
manuseio.
Q-402
(AC)
- Identificar, pelo nome, os diferentes
elementos componentes da munição.
- Citar a finalidade de cada compo-
nente da munição.
- Citar os cuidados no manuseio da
munição.
2. Elementos componentes
- Tipos, nomenclatura, identi-
ficação e cuidados no manuseio.
92.00
OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO
SUGESTÕES PARA
TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS
INTERMEDIÁRIOS
- Apresentados, ao militar, 4 tiros
preparados e o material necessá-
rio ao reacondicionamento da
munição.
- Reacondicionar a muni-
ção de artilharia.
- O reacondicionamento deve
ser feito seguindo os preceitos
técnicos e as normas de segu-
rança.
Q-408
(HT)
9. Acondicionamento e reacon-
dicionamento da munição.
- Citar os cuidados a serem obser-
vados no reacondicionamento da mu-
nição que não foi utilizada.
- Descrever os processos de des-
truição da munição.
- Preparar tiros.
- Cada um dos tiros deve:
- Ser preparado no tempo máxi-
mo de 2 minutos; e
- Corresponder ao comando
emitido.
Q-407
(HT)
- Apresentados, ao militar, os di-
ferentes tipos de elementos com-
ponentes da munição, disponíveis
na OM e comandos de tiro que
possibilitem a preparação dos ti-
ros disponíveis.
- Identificar os tipos de reguladores
de espoleta.
- Manusear corretamente os regula-
dores de espoleta.
- Identificar os diferentes tipos de es-
poletas.
- Regular o mecanismo de funciona-
mento da espoleta de acordo com o
comando recebido.
- Dadas, ao militar, uma espoleta
tempo e uma percutente (ambas
de exercício/manejo) e 4 coman-
dos de tiro, sendo que 2 deles
devem referir-se a um dos tipos
de espoleta.
- Regular espoletas tem-
po e percutente.
- O militar deverá executar a ta-
refa corretamente.
Q-405
(HT)
8. Preparo da munição para o tiro
- Técnica de preparo e inter-
pretação dos comandos.
- Identificar, dentre os comandos re-
cebidos, a parte relativa à munição.
5. Reguladores de espoleta
- Tipo e manuseio.
6. Espoletas:
- Tipos, identificação, funcio-
namento e registro de elemen-
tos; e
- Anel aerodinâmico (L 118
AR).
- Apresentadas, ao militar, muni-
ções e componentes com defei-
tos.
- Deverá ser aproveitada toda a
munição defeituosa existente no
Paiol da OM.
- Identificar os defeitos
existentes na munição e
em seus componentes.
- Todos os defeitos de munição
e de componentes deverão ser
apontados corretamente.
Q-406
(AC/HT)
- Citar os defeitos mais comuns exis-
tentes na munição e em seus com-
ponentes, relacionando-os com suas
causas.
7. Defeitos de munição
- Características e causas
principais.
TEMPO ESTIMADO DIURNO: 15 h20. MUNIÇÕES DE ARTILHARIA PARA OBUSEIROS
93.00
OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO
SUGESTÕES PARA
TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS
INTERMEDIÁRIOS
- O militar deverá executar, cor-
retamente, todas as ações re-
ferentes à sua função, necessá-
rias a identificar e a sanar o inci-
dente de tiro.
- O instrutor deverá observar,
quando for o caso, se foi obede-
cido o tempo regulamentar em
caso de “nega” e se o descar-
regamento da peça foi feito
corretamente.
- Serão previamente preparadas
peças para apresentarem inciden-
tes de tiro provocados por proble-
mas no mecanismo de disparo (
sem percursor, ponta de percur-
sor quebrada, mola do percursor
quebrada ou fraca etc) e por pro-
blemas da munição.
- Em todos os casos deverá ser
utilizado munição e componentes
de manejo.
Q-411
(AC)
12. Incidentes de tiro
- Relativos à munição e ao
funcionamento da peça.
13. Descarregamento da peça.
- Descrever os incidentes de tiro mais
comuns relativos à munição e ao fun-
cionamento da peça.
- Descrever as providências neces-
sárias a sanar os incidentes de tiro
mais comuns relativos à munição e
ao funcionamento da peça.
- Demostrar as operações de des-
carregamento da peça decorrente de
um incidente de tiro.
- Realizar o carregamento
e a arrumação da munição
na viatura.
- Realizar o desembarque
e a arrumação da munição
na posição da peça.
- Cada militar deverá proceder,
corretamente, com relação ao
embarque da munição, arruma-
ção na viatura, desembarque da
munição e arrumação na posi-
ção da peça de acordo com as
normas existentes.
Q-410
(HT)
- Apresentados, ao militar, 20 ti-
ros completos devidamente acon-
dicionados e a respectiva viatura
tratora da peça (AR ou AP).
- Este OII deverá ser cumprido em
conjunto pelos integrantes da
guarnição da peça e integrado com
os OII relativos ao preparo de ti-
ros e ao reacondicionamento da
munição.
10. Destruição da munição
a. Situações em que a
munição deve ser destruída; e
b. Processos utilizados.
- Citar as situações em que a muni-
ção deverá ser destruída.
- Descrever os processos de des-
truição da munição relacionando-os
com a sua utilização.
- Apresentado, ao militar, um exer-
cício onde existam situações par-
ticulares que impliquem na des-
truição de munição, tais como:
- engenhos falhados;
- munições condenadas por ven-
cimento de lote; e
- munição defeituosa.
- Citar os processos de
destruição da munição
de Artilharia.
- O militar deverá citar correta-
mente todos os processos de
destruição da munição.
Q-409
(AC)
11. Transporte da munição
a. Cuidados no carregamento
e no descarregamento;
b. Arrumação na viatura e na
posição da peça; e
c. Medidas de segurança no
manuseio e no transporte.
- Citar as medidas de segurança a
serem observadas no manuseio e no
transporte da munição.
- Identificar os modos de arrumação
da munição na viatura, de acordo com
o tipo e as normas vigentes.
- Sanar incidentes de tiro
relativos à munição e ao
funcionamento da peça.
TEMPO ESTIMADO DIURNO: 15 h20. MUNIÇÕES DE ARTILHARIA PARA OBUSEIROS
94.00
OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO
SUGESTÕES PARA
TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS
INTERMEDIÁRIOS
TEMPO ESTIMADO DIURNO: 6 h21. ORGANIZAÇÃO DO TERRENO E CAMUFLAGEM
DO MATERIAL DE ARTILHARIA
- Este OII será cumprido de forma
conjunta por todos os integrantes
da guarnição da peça.
- Dado ao militar os meios natu-
rais e artificiais necessários à re-
alização da camuflagem.
- Participar dos trabalhos
de camuflagem da posi-
ção da UT/peça.
- O militar deverá utilizar, conve-
nientemente, os meios naturais
e artificiais disponíveis para ca-
muflar, corretamente, a posição
da UT/peça.
Q-402
(AC)
1. Organização do terreno em
uma posição de bateria de tiro
a. Abrigos para pessoal,
munição e material;
b. Espaldão da peça; e
c. Posição das armas
anticarro.
- Citar as características dos abri-
gos para munição e pessoal na posi-
ção da peça.
- Citar os cuidados a serem obser-
vados nos trabalhos de OT.
- Conhecer a necessidade dos tra-
balhos de OT de acordo com a situa-
ção tática de emprego.
- Participar dos trabalhos
de organização do terre-
no no desdobramento de
uma de bateria de tiro.
- Este OII será cumprido de forma
conjunta por todos os integrantes
da guarnição da peça.
- O militar contará com o material
de engenharia necessário aos tra-
balhos de OT.
- O militar deverá participar dos
trabalhos de OT e, de acordo
com as atribuições que lhe com-
petem, contribuir para a cons-
trução de :
- abrigos para a guarnição da
peça;
- espaldões para as armas anti-
carro;
- abrigos para a munição; e
- espaldão para a peça.
Q-401
(AC)
- Armar a rede de camuflagem.
- Camuflar a posição da peça empre-
gando as redes de camuflagem.
- Citar os cuidados a serem obser-
vados no emprego dos meios natu-
rais para a camuflagem da UT/peça.
- Preparar uma simulação de uma po-
sição de peça.
2. Camuflagem de uma posição
de uma UT/peça
a. Utilização dos meios
naturais e artificiais;
b. Emprego das redes de
camuflagem; e
c. Simulação da posição.
95.00
OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO
SUGESTÕES PARA
TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS
INTERMEDIÁRIOS
TEMPO ESTIMADO DIURNO: 6 h21. ORGANIZAÇÃO DO TERRENO E CAMUFLAGEM
DO MATERIAL DE ARTILHARIA
- Este OII será cumprido de forma
conjunta por todos os integrantes
da guarnição.
- Dado ao militar os meios natu-
rais e artificiais necessários à re-
alização da camuflagem.
- Participar dos trabalhos
de camuflagem do mate-
rial de Artilharia.
- O militar deverá utilizar conve-
nientemente os meios naturais
e artificiais disponíveis para ca-
muflar, corretamente, a posição
da peça.
Q-403
(AC)
1. Utilização dos meios naturais
e artificiais.
2. Emprego das redes de camu-
flagem.
3. Camuflagem dos órgãos de
uma SU Art.
- Armar a rede de camuflagem.
- Camuflar os órgãos da SU Art em-
pregando as redes de camuflagem.
- Citar os cuidados a serem obser-
vados no emprego dos meios natu-
rais para a camuflagem da peça.
- Preparar uma simulação do materi-
al.
96.00
OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO
SUGESTÕES PARA
TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS
INTERMEDIÁRIOS
TEMPO ESTIMADO DIURNO: 95 h22. SUPRIMENTO - CLASSE V (MUNIÇÃO)
- Apresentados, ao militar, todos
os tipos de explosivos e pólvora
existente na Unidade.
- O militar efetuará a identificação,
segundo o tipo e acondicionamen-
to.
- Identificar, pelo nome, o
tipo de explosivo e pólvo-
ra pelo seu tipo e acondi-
cionamento.
- O militar deverá identificar,
corretamente, o material expos-
to.
Q-403
(AC)
3. Explosivos e pólvoras
a. Generalidades;
b. Tipos;
c. Distinção;
d. Classificação;
e. Identificação;
f. Acondicionamento;
g. Cuidados e conservação;
e
h. Medidas de segurança.
- Distinguir explosivos de pólvora.
- Identificar o tipo de explosivo e de
pólvora pelo seu acondicionamento.
- Citar os cuidados e medidas de se-
gurança com explosivos e pólvora.
- Identificar pelo nome a
munição de armamento
leve.
- O militar deverá identificar, cor-
retamente, no mínimo 80% da
munição apontada, segundo o
calibre e o emprego.
Q-402
(AC)
- Apresentadas, ao militar, a muni-
ção de armamento leve existente
na Unidade.
- Deverá existir munição fora de
seus cunhetes e munição
encunhetada.
- O instrutor apontará uma a uma,
toda a munição exposta.
1. Constituição de um tiro
a. Ação iniciadora;
b. Carga de projeção; e
c. Projetil.
- Descrever a constituição de um tiro.
- Apresentados, ao militar, com-
ponentes de um tiro de Armt leve
entre os disponíveis na OM, por
exemplo:
- explosivos;
- propelentes; e
- projetil.
- Identificar os elementos
que constituem um tiro.
- O militar deverá identificar,
corretamente, os componentes
apresentados.
Q-401
(AC)
2. Munição
a. Generalidades;
b. Calibres;
c. Classificação segundo o
emprego;
d. Identificação segundo tipo,
lote, peso, marca e pintura;
e. Acondicionamento;
f. Cuidados e conservação; e
g. Medidas de segurança.
- Diferenciar a munição segundo seu
emprego.
- Identificar a munição pelo seu tipo,
marca e pintura.
- Identificar a munição pelo seu acon-
dicionamento.
- Citar os cuidados e medidas de se-
gurança com a munição.
97.00
OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO
SUGESTÕES PARA
TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS
INTERMEDIÁRIOS
TEMPO ESTIMADO DIURNO: 95 h22. SUPRIMENTO - CLASSE V (MUNIÇÃO)
4. Espoletas, estopins, cordéis
detonantes, acionadores e acen-
dedores
a. Finalidade;
b. Classificação;
c. Identificação;
d. Acondicionamento;
e. Cuidados e conservação;
e
f. Medidas de segurança.
- Identificar os tipos de espoletas, es-
topins, cordéis detonantes, aciona-
dores e acendedores.
- Citar os cuidados e medidas de se-
gurança com as espoletas, estopins,
cordéis detonantes, acionadores e
acendedores.
- Identificar pelo nome os
tipos de espoletas, esto-
pins, cordéis detonantes,
acionadores e acendedo-
res, pela sua pintura, mar-
cação e acondicionamen-
to.
- Apresentados, ao militar, todos
os tipos de espoletas, estopins,
cordéis detonantes, acionadores
e acendedores existentes exis-
tente na Unidade.
- O instrutor apontará um a um, o
material exposto.
- O militar deverá identificar, cor-
retamente, no mínimo, 80% do
material apontado.
Q-404
(AC)
- Apresentados, ao militar, todos
os tipos de minas e munição anti-
carro existentes na Unidade.
- Citar os cuidados e as
medidas de segurança
com as minas e munição
anticarro.
- O militar deverá citar,
corretamente, os cuidados e as
medidas de segurança para cada
mina e munição anticarro apre-
sentada.
Q-406
(AC)
5. Minas e munição anticarro
a. Classificação;
b. Tipos;
c. Identificação;
d. Acondicionamento; e
e. Marcação.
- Citar os cuidados e medidas de se-
gurança com a munição anticarro e
as minas.
- Identificar a munição anticarro e as
minas pelo seu tipo e marcação.
- Identificar a munição anticarro e as
minas pelos seus acondicionamen-
tos.
- Identificar tipos de minas
e munição anticarro exis-
tentes na Unidade.
- Apresentados, ao militar, todos
os tipos de minas e munição anti-
carro existentes na Unidade.
- O instrutor apontará cada uma
delas.
- Deverão existir minas em seus
cunhetes e fora deles.
- O militar deverá identificar,
corretamente, todas as minas e
munição anticarro apontadas.
Q-405
(AC)
6. Cuidados e conservação.
7. Medidas de segurança.
98.00
OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO
SUGESTÕES PARA
TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS
INTERMEDIÁRIOS
TEMPO ESTIMADO DIURNO: 95 h22. SUPRIMENTO - CLASSE V (MUNIÇÃO)
- Apresentadas, ao militar, gravu-
ras que contenham os processos
de remuniciamento, a saber:
- na ofensiva;
- na defensiva; e
- nos movimentos retrógrados.
- Identificar os processo
de remuniciamento.
- O militar deverá identificar,
corretamente, os processos de
remuniciamento.
Q-407
(AC)
8.Características da cadeia de
suprimento de Classe V.
2.Remuniciamento na ofensiva,
defensiva e movimentos retró-
grados.
- Citar o processo de remuniciamento
na ofensiva, defensiva e movimen-
tos retrógrados.
- Apresentado, ao militar, um efe-
tivo correspondente às Turmas de
Remuniciamento.
- Descrever a composição
das Turmas de Remunici-
amento das Baterias de
um Grupo.
- O Militar deverá identificar,
corretamente, cada um dos ele-
mentos com a sua função cor-
respondente.
Q-408
(AC)
- Identificar cada supri-
mento de Classe V apon-
tado pelo instrutor segun-
do o tipo, calibre (se for o
caso), emprego e classe.
- O militar deverá identificar,
corretamente, 80% do material
apontado.
Q-409
(AC)
- Apresentado, ao militar, todo o
tipo de suprimento de Classe V
existente na Unidade, sem noção
de distinção.
9. Remuniciamento
a. Finalidade;
b. Importância; e
c. Organização do Grupo e
das Turmas de Remuniciamento
das SU, em pessoal, material e
viaturas.
- Citar a finalidade do remuniciamen-
to.
- Descrever a importância do remu-
niciamento.
- Citar a organização da Seção e
Turmas de Remuniciamento em pes-
soal Material e viatura.
10. Suprimento de Classe V
- Classificação segundo tipo,
calibre, emprego e classe.
- Distinguir suprimento de Classe V
segundo o tipo, calibre, emprego e
classe.
99.00
OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO
SUGESTÕES PARA
TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS
INTERMEDIÁRIOS
TEMPO ESTIMADO DIURNO: 95 h22. SUPRIMENTO - CLASSE V (MUNIÇÃO)
- Calcular a carga neces-
sária para destruir muni-
ção de artilharia.
- O militar deverá calcular a quan-
tidade de explosivo que seria
necessária para destruir a mu-
nição dada.
Q-412
(AC)
- Dada uma determinada quantida-
de de munição de artilharia a des-
truir.
- É dada uma área apropriada ao
militar.
- O instrutor informará que serão
empregados os processos de de-
tonação e da combustão e os ti-
pos de explosivos e munições que
serão destruídos.
- Escolher um local para
destruição de explosivos
e munições.
- O militar deverá, para cada pro-
cesso e tipo de explosivo e mu-
nição a destruir, escolher um
local e citar ao instrutor todas
as características que o mesmo
deve possuir.
- O instrutor considerará correta
a escolha do local se o mesmo
satisfizer a todas as caracterís-
ticas peculiares a cada tipo de
explosivo ou munição a destruir
e ao processo empregado.
Q-410
(CH)
- Citar as características dos diver-
sos métodos de destruição.
- Citar as características que deve
possuir um local de destruição.
- Citar as regras de preparação das
cargas.
- Citar as medidas de segurança a
serem observadas na destruição
com emprego de processo elétrico.
11. Autorização para a execução
da destruição.
12. Métodos de destruição
a. Detonação;
b. Queima ou combustão; e
c. Imersão no mar.
13. Medidas de segurança
a.Escolha do local de destrui-
ção;
b. Preparação das cargas; e
c. Destruição com emprego de
processos elétricos.
- Citar as regras de destruição de
cada tipo de explosivo a granel.
- Citar as regras de destruição de
cada tipo de munição e seus elemen-
tos componentes.
- Identificar as normas de segurança
para a destruição de cada tipo de
Expl e Mun.
15. Destruição dos explosivos,
munições e elementos compo-
nentes a granel
a. Cargas de projeção das
munições sem estojo;
b. Granadas de artilharia;
c. Munição de salva;
d. Munições com carga dirigi-
da;
e. Munição de armamento leve;
f. Granadas de mão e de bo-
cal;
g. Artifícios pirotécnicos;
h. Munição química; e
i. Minas AC e AP.
- Apresentados, ao militar, todos
os elementos necessários ao pre-
paro de uma carga.
- A carga a ser preparada poderá
ser com iniciação pirotécnica ou
elétrica.
- No preparo não será levado em
consideração o emprego da car-
ga.
- Preparar uma carga ex-
plosiva.
- O militar deverá preparar a car-
ga, corretamente, obedecendo
aos cuidados e às medidas de
segurança no manuseio e pre-
paro.
Q-411
(AC)
- Preparar uma carga explosiva.
14. Preparo, manuseio e empre-
go dos explosivos e das pólvo-
ras.
100.00
OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO
SUGESTÕES PARA
TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS
INTERMEDIÁRIOS
TEMPO ESTIMADO DIURNO: 95 h22. SUPRIMENTO - CLASSE V (MUNIÇÃO)
- Dada, ao militar, uma situação hi-
potética sobre a situação da dota-
ção orgânica da OM.
- Entender a situação da
dotação orgânica.
- O militar deverá entender a si-
tuação citando corretamente a
munição disponível, a munição
necessária ao recompletamento
e a munição cujo consumo está
autorizado.
Q-413
(AC)
- Descrever o processo de recom-
pletamento da munição da dotação
orgânica.
16. Dotação orgânica
a. Finalidade;
b. Munição necessária;
c. Munição disponível; e
d. Consumo autorizado.
17. Recompletamento da muni-
ção.
18. Estocagem de munição
a. Generalidades; e
b. Sistemas de estocagem.
- Citar os sistemas de estocagem em
campanha.
- Citar as características da estoca-
gem nas margens das estradas em
campanha.
- Apresentada, ao militar, uma re-
lação contendo todas as caracte-
rísticas dos sistemas de estoca-
gem em campanha.
- Na mesma relação constarão ca-
racterísticas que não sejam refe-
rentes aos sistemas de estoca-
gem, na proporção de 2 para 1.
- Citar as características
dos sistemas utilizados
para a estocagem de ex-
plosivos e munições em
campanha.
- O militar deverá identificar,
corretamente, as característi-
cas referentes a cada sistema
eliminando as características in-
corretas.
Q-414
(AC)
101.00
OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO
SUGESTÕES PARA
TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS
INTERMEDIÁRIOS
TEMPO ESTIMADO DIURNO: 95 h22. SUPRIMENTO - CLASSE V (MUNIÇÃO)
- Apresentada, ao militar, a seguin-
te situação:
- Uma área em uma suposta Ope-
ração;
- Uma relação contendo quantida-
des e tipos de munição a estocar;
e
- Tabelas “quantidade-distância”.
- Estocar munição em
campanha.
- O militar, dentro da área dada,
deverá indicar os locais onde
estocaria a munição apresenta-
da na relação.
- Os locais serão considerados
corretos se o militar levar em
consideração: classe da muni-
ção, quantidade, distâncias, dis-
persão e se os cálculos feitos,
utilizando tabelas, estiverem
corretos.
- O militar deverá citar também,
corretamente, as característi-
cas de cada local em função da
munição ali estocada.
Q-416
(AC)
- Classificar a munição por classe,
para fins de estocagem em campa-
nha.
- Manusear, as tabelas “quantidade-
distância”.
- Citar as características a observar
quanto à dispersão e distância na es-
tocagem.
- Classificar a munição por
classe, para fins de esto-
cagem em campanha.
- O militar deverá classificar, cor-
retamente, a munição por clas-
ses para fins de estocagem em
campanha.
Q-415
(AC)
- Apresentados, ao militar, todos
os tipos de munição existentes na
Unidade.
19. Estocagem de munição
a. Classes de estocagem;
b. Tabelas “quantidade-distân-
cia”; e
c. Dispersão e distância a con-
siderar na estocagem.
- Apresentado, ao militar, situa-
ções hipotéticas de condições
especiais de ambiente para a rea-
lização de estocagem.
- Descrever as caracterís-
ticas da estocagem da
munição sob condições
especiais de ambiente.
- O militar deverá descrever,
corretamente, as característi-
cas de armazenamento da mu-
nição sob condições especiais
de ambiente.
Q-417
(AC)
- Citar as características de constru-
ção e utilização de barricadas.
- Citar as medidas de segurança con-
tra fogo e intempéries na estocagem
em campanha.
- Descrever as características para
estocagem no deserto e em clima frio.
- Descrever as características de ar-
mazenagem nos trópicos.
20. Estocagem de munição
a. Químicas e de rojões:
- utilização de barricadas;
- projeção contra fogo e in-
tempéries; e
- utilização de construções.
b. Estocagem no deserto e em
clima frio; e
c. Armazenagem nos trópicos.
102.00
OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO
SUGESTÕES PARA
TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS
INTERMEDIÁRIOS
TEMPO ESTIMADO DIURNO: 95 h22. SUPRIMENTO - CLASSE V (MUNIÇÃO)
- Apresentada, ao militar, a seguin-
te situação:
- uma viatura vazia;
- um grupo de 6 (seis) soldados;
- cunhetes vazios de munição em
quantidade superior ao permitido
para transporte na viatura, deven-
do existir tipos diferentes de mu-
nição;
- tabelas de cálculo de peso e vo-
lume para a munição apresenta-
da;
- material necessário para a amar-
ração da carga;
- um ponto de destino próximo e
uma relação da munição que de-
verá ser desembarcada e distri-
buída neste ponto; e
- a capacidade máxima em peso e
volume da viatura.
- Executar o mecanismo
de transporte de munição
a braço e em viatura até
um ponto de destino.
- O militar deverá, obedecendo
às prescrições técnicas e às
normas de segurança, executar
ou fiscalizar as seguintes ope-
rações:
- embarque da munição e de-
sembarque no ponto de desti-
no;
- cálculo da munição que pode
ser embarcada;
- arrumação e imobilização da
carga; e
- distribuição da munição ponto
de destino.
Q-420
(AC)
21. Prescrições gerais sobre o
transporte de explosivos e mu-
nições.
22. Tipos e características dos
meios de transporte.
23. Distribuição e arrumação nos
meios de transporte.
24. Imobilização, cuidados e me-
didas de segurança no transpor-
te.
25. Mecanismo do transporte a
braço e(ou) em viaturas para as
subunidades ou até as posições
de tiro.
26. Cuidados especiais no car-
regamento e descarregamento
dos explosivos e munições.
27. Cálculo de peso e volume
para transporte de munição.
- Citar os tipos e características dos
meios de transporte.
- Distribuir e arrumar os explosivos
ou munições no meio de transporte
utilizado.
- Citar as medidas de segurança no
transporte de explosivos e munições.
- Descrever o mecanismo de trans-
porte, a braço e em viaturas, para as
subunidades ou até as posições de
tiro.
- Citar os cuidados especiais no car-
regamento e descarregamento dos
explosivos e munições.
- Calcular o peso e volume da muni-
ção para o transporte.
- Calcular o peso e volu-
me da munição a ser em-
barcada.
Q-419
(AC)
- Embarcar munição em
uma viatura, arrumando-a
e imobilizando-a.
Q-418
(AC)
- Distribuir a munição num
ponto de destino.
Q-422
(AC)
- Executar medidas de se-
gurança no transporte de
munição.
Q-421
(AC)
103.00
OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO
SUGESTÕES PARA
TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS
INTERMEDIÁRIOS
TEMPO ESTIMADO DIURNO: 95 h22. SUPRIMENTO - CLASSE V (MUNIÇÃO)
- Apresentados ao militar:
- duas viaturas carregadas com
cunhetes vazios de vários tipos de
munição;
- um grupo de 10 (dez) homens; e
- uma área para escolha do local
para o Dep Mun.
- O instrutor determinará que seja
escolhido um local naquela área e
que seja montado um Dep Mun.
- Instalar um Depósito de
Munição.
- O militar deverá Instalar, cor-
retamente o Dep Mun obede-
cendo os requisitos referentes
à(ao):
- localização;
- acesso;
- organização;
- arrumação; e
- dispersão.
Q-424
(AC)
29. Depósito de munição
a. Características;
b. Localização;
c. Acesso;
d. Organização; e
e. Arrumação.
- Citar os requisitos a satisfazer por
um depósito de munição quanto à sua
localização, acesso, organização e
arrumação.
- Dado um termômetro e um psi-
crômetro.
- O militar deverá ser colocado em
3 (três) compartimentos diferen-
tes; em cada um realizará a medi-
da da temperatura e da umidade.
- Realizar medidas de tem-
peratura e umidade.
- O militar deverá realizar, cor-
retamente, todas as medidas e
obedecer à precisão dos instru-
mentos.
- Durante os trabalhos, as ações
deverão ser executadas dentro
das prescrições técnicas pecu-
liares a cada operação.
Q-423
(AC)
- Citar as finalidades do
Posto de Suprimento, do
Posto de Controle e de
Distribuição de Suprimen-
to Classe V.
- O militar deverá identificar, cor-
retamente, as finalidades refe-
rentes a cada posto, eliminan-
do as que não forem referen-
tes a esses postos.
Q-425
(AC)
- Apresentada, ao militar, uma
relação contendo todas as
finalidades dos postos de
suprimento.
- Na mesma relação, na proporção
de 2 para 1, haverá outras
finalidades que não sejam
referentes a esses postos.
28. Paiol
a. Tipos;
b. Características;
c. Localização;
d. Organização;
e. Arrumação;
f. Refrigeração;
g. Controle de temperatura e
umidade; e
h. Utilização do termômetro e
psicrômetro.
- Citar os requisitos a satisfazer por
um paiol quanto à sua localização,
organização, refrigeração e
arrumação.
- Descrever as medidas de controle
de temperatura e umidade do paiol.
- Utilizar o termômetro.
- Utilizar o psicrômetro.
30. Posto de Suprimento, Posto
de Controle e Distribuição de
Suprimento de Classe V
a. Importância;
b. Finalidade;
c. Tipos;
d. Organização; e
e. Características.
- Citar as finalidades do Posto de
Suprimento de classe V.
- Citar as finalidades do Posto de
Controle e de Distribuição de
Suprimento de classe V.
104.00
OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO
SUGESTÕES PARA
TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS
INTERMEDIÁRIOS
TEMPO ESTIMADO DIURNO: 95 h22. SUPRIMENTO - CLASSE V (MUNIÇÃO)
- Apresentados, ao militar, os 4
(quatro) tipos de símbolos que po-
dem existir nas proximidades dos
paióis.
- Relacionar os símbolos
existentes nas proximida-
des dos paióis com o tipo
de procedimento a ser
seguido em caso de in-
cêndio.
- Para cada símbolo, o militar de-
verá citar, corretamente, qual a
classe de munição correspon-
dente e os procedimentos a se-
rem tomados em caso de incên-
dio.
Q-427
(AC)
32. Medidas de segurança
contra fogo, explosão, raios,
intempéries e umidade
a. Finalidade;
b. Aspectos preventivos;
c. Controle da temperatura e
umidade;
- Descrever as medidas de seguran-
ça contra fogo, raios, intempéries e
umidade quanto aos seus aspectos
peculiares.
- Identificar os símbolos usados nas
proximidades dos paióis.
- Fora do paiol, estarão quantida-
des diversas de todos os tipos de
explosivos e munições, de dife-
rentes lotes, existentes na Unida-
de.
- Será entregue ao militar um qua-
dro de empaiolamento e
indicada(s) a(s) dependência(s)
onde será empaiolada a munição.
- Um grupo de soldados, propor-
cional à quantidade de munição a
empaiolar, será colocado à dispo-
sição do militar.
- A situação deverá exigir um em-
paiolamento combinado.
- Empaiolar explosivos e
munições em paiol.
- O militar deverá, manuseando
o quadro de empaiolamento,
executar, corretamente, o em-
paiolamento dos Expl e Mun
obedecendo às prescrições ge-
rais de empaiolamento e às ca-
racterísticas de empaiolamento
para cada um dos tipos de Expl
e Mun apresentados.
- Para as características de em-
paiolamento que não possam
ser executadas por motivos
particulares, o instrutor deverá
questionar o militar, a fim de
verificar se o mesmo conhece
realmente o assunto que não
pode ser verificado na prática.
Q-426
(AC)
- Determinar a ocasião em
que o paiol deve ser are-
jado ou irrigado.
- O militar deverá verificar, atra-
vés da temperatura, qual(is) o(s)
paiol(óis) que deve(m) ser
arejado(s) ou irrigado(s).
- No(s) que for(em) necessário(s)
passará à execução ou descre-
verá para o instrutor quais as
ações que seriam realizadas. Em
qualquer caso, deverá obedecer
às prescrições técnicas corres-
pondentes.
Q-428
(AC)
- Apresentados, ao militar, a se-
guinte situação:
- paiol(is) contendo em suas de-
pendências vários tipos de explo-
sivos e munição, com a tempera-
tura ambiente acima e abaixo da
máxima prevista em manual, de
acordo com o tipo de munição.
- na falta de meios, a situação será
apresentada de maneira hipotéti-
ca.
31. Empaiolamento de explosivos
e munições
a. Prescrições gerais;
b. Quadro de empaiolamento;
c. Empaiolamento combinado;
d. Entrada e saída do material;
e
e. Características do empaio-
lamento dos diversos tipos de
explosivos e munições.
- Citar as prescrições gerais relati-
vas ao empaiolamento de explosivos
e munições.
- Manusear o quadro de empaiola-
mento.
- Citar as características do empaio-
lamento combinado.
- Descrever o processo de entrada
e saída de material.
- Citar as características de empaio-
lamento dos diversos tipos de explo-
sivos e munições.
d. Arejamento e irrigação; e
e. Símbolos usados nas pro-
ximidades dos paióis.
- Citar os limites máximos de tempe-
ratura para os diversos tipos de ex-
plosivos empaiolados.
- Citar os processos de arejamento e
de irrigação.
105.00
OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO
SUGESTÕES PARA
TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS
INTERMEDIÁRIOS
TEMPO ESTIMADO DIURNO: 95 h22. SUPRIMENTO - CLASSE V (MUNIÇÃO)
- Apresentada, ao militar, uma re-
lação contendo as temperaturas
máximas e mínimas e de umida-
de registradas em um período de
30 dias no paiol.
- Confeccionar o diagrama
de temperaturas máxi-
mas e mínimas e de umi-
dade.
- O militar deverá confeccionar,
corretamente, os respectivos
diagramas, utilizando as escalas
dos diagramas e as temperatu-
ras dadas.
Q-432
(HT)
36. Mapas de diagramas.- Confeccionar os mapas de diagra-
mas.
- Preencher a Ficha Con-
trole da estabilidade de
pólvora e explosivos
- O militar deverá preencher,
corretamente, a ficha de contro-
le da estabilidade de pólvoras e
explosivos
Q-431
(AC)
- Apresentada, ao militar, dados de
laboratório contendo os resulta-
dos de exames efetuados em
amostras remetidas, necessários
ao preenchimento da ficha de con-
trole da estabilidade de pólvoras
e explosivos.
33. Documentação de Munião
- Pedidos, guias, ordens,
mapas e fichas de controle.
- Identificar a documentação referen-
te à munição.
- Apresentada, ao militar, toda a
documentação referente à muni-
ção existente no paiol da OM.
- Identificar a documenta-
ção referente à munição.
- O militar deverá identificar,
corretamente, cada documento
citando a sua finalidade.
Q-429
(AC)
35. Ficha de Controle da estabili-
dade de pólvoras e explosivos.
- Preencher a ficha controle da esta-
bilidade de pólvoras e explosivos
34. Livros Registros
a. Fornecimento;
b. Recebimento;
c. Recolhimento;
d. Carga e descarga;
e. Distribuição; e
f. Controle.
- Preencher o livro de estoque.
- Preencher o livro de ocorrência.
- Preencher o livro das condições
meteorológicas.
- Apresentados ao militar:
- livros de registro referentes à
munição; e
- todos os dados necessários ao
preenchimento das partes dos li-
vros.
- Preencher os livros re-
gistros referentes à mu-
nição.
- O militar deverá preencher,
corretamente, todas as partes
possíveis do livro.
Q-430
(AC)
106.00
OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO
SUGESTÕES PARA
TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS
INTERMEDIÁRIOS
TEMPO ESTIMADO DIURNO: 95 h22. SUPRIMENTO - CLASSE V (MUNIÇÃO)
- Apresentados ao militar:
- diversos tipos de explosivos e
munições;
- uma relação contendo o tempo
de fabricação de cada uma; e
- uma tabela contendo o prazo de
exame para tipo de munição ou ex-
plosivo.
- deverão ser aproveitados exem-
plares de munição que a Unidade
tenha mandado à exame.
- Auxiliar a execução de
uma inspeção da munição
e de explosivos.
- Para cada tipo de explosivo ou
munição o militar executará uma
inspeção (prova de observação)
dentro das prescrições técnicas
de cada um(a).
- O militar deverá, ainda, apontar
os(as) que necessitam seguir
para exame, pelo prazo ou por
apresentarem indícios eviden-
tes de decomposição
Q-433
(AC)
- Auxiliar na inspeção dos explosi-
vos e munições empregando a técni-
ca adequada.
37. Inspeções em explosivos,
pólvoras, espoletas, estopilhas,
estopins, detonadores, cargas,
artifícios pirotécnicos, minas e mu-
nições diversas
a. Importância;
b. Finalidades;
c. Processos; e
d. Métodos.
107.00
OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO
SUGESTÕES PARA
TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS
INTERMEDIÁRIOS
TEMPO ESTIMADO DIURNO: 95 h22. SUPRIMENTO - CLASSE V (MUNIÇÃO)
- Apresentados, ao militar, os ti-
pos de equipamentos existentes
na Unidade.
- Na falta dos equipamentos, de-
verão existir gravuras ou fotogra-
fias dos mesmos.
- Identificar e manusear os
equipamentos mecânicos
usados em armazéns,
paióis e depósitos.
- Citar a finalidade dos
equipamentos.
- O militar deverá identificar,
corretamente, o equipamento
citando a sua finalidade.
- Existindo o equipamento deve-
rá manuseá-lo obedecendo a se-
qüência correta de operações e
as prescrições técnicas.
Q-434
(AC)
38. Equipamentos mecânicos
usados em armazéns, paióis e
depósitos
a. Tipos;
b. Finalidades;
c. Características; e
d. Manuseio.
- Identificar os tipos de equipamen-
tos mecânicos usados em armazéns,
depósitos e paióis.
- Citar as finalidades e característi-
cas dos equipamentos.
- Manusear o equipamento.
- Apresentada, ao militar, a seguin-
te situação:
- um grupo de soldados desem-
barcando munições e explosivos
de uma viatura e armazenando-os
num suposto paiol;
- os cunhetes utilizados deverão
estar vazios e fechados;
- deverão existir quantidades em
lotes diferentes;
- o armazenamento deverá ser
feito contrariando as prescrições
técnicas, tais como arrumação,
loteamento organização e empilha-
mento; e
- o manuseio deverá contrariar as
normas de segurança.
- Apontar os erros come-
tidos no manuseio e arma-
zenamento de explosivos
e munições.
- O militar deverá, após termina-
da a operação de desembarque
e armazenamento, realizar uma
verificação do trabalho executa-
do e identificar os erros come-
tidos no armazenamento e os
que foram cometidos durante a
realização de desembarque.
Q-435
(AC)
- Identificar os limites de
reacondicionamento de
explosivos e munições.
- O militar deverá identificar,
corretamente, os limites de
cada operação.
Q-436
(AC)
- Apresentado, ao militar, um gru-
po de homens executando traba-
lhos que envolvam os limites de
reacondicionamento, a saber:
- remoção de ferrugem;
- pintura;
- remarcação; e
- reembalagem.
39. Cuidados no manuseio e ar-
mazenamento dos explosivos e
munições.
- Citar os cuidados no manuseio e
armazenamento dos explosivos e mu-
nições.
40. Conservação de explosivos
e munições
a. Cuidados;
b. Manutenção preventiva; e
c. Reacondicionamento.
- Citar as normas de manutenção pre-
ventiva para a conservação de ex-
plosivos e munições.
- Citar os limites das operações de
reacondicionamento da munição.
108.00
OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO
SUGESTÕES PARA
TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS
INTERMEDIÁRIOS
TEMPO ESTIMADO DIURNO: 15 /.
100 h
- Realizar o preenchimen-
to do Quadro de Opera-
ções e do Quadro de Situ-
ação
- Preencher os quadros,
corretamente, de acordo com as
regras estabelecidas.
Q-403
(AC)
- Apresentados, ao militar, os qua-
dros e os dados necessários ao
preenchimento.
- Apresentados, ao militar, os qua-
dros, os dados sobre as condi-
ções do tempo, um estado de aler-
ta, uma condição de aprestamento
e um estado de ação.
- Realizar o preenchimen-
to do Quadro de Alarme
Longínquo e do Quadro de
Estado Atual.
- Preencher os quadros,
corretamente, de acordo com as
regras estabelecidas.
Q-401
(AC)
- Apresentados, ao militar, os qua-
dros e os dados necessários ao
preenchimento.
- Realizar o preenchimen-
to da Ficha de Incursões
Inimiga e do Quadro de
Estado de Material.
- Preencher os quadros,
corretamente, de acordo com as
regras estabelecidas.
Q-402
(AC)
- Citar a finalidade e as missões do
COAAAe.
- Identificar os tipos de COAAAe.
- Descrever a organização do COAAAe
em pessoal e material.
- Descrever os deveres do pessoal do
COAAAe.
- Citar as principais medidas de coorde-
nação e controle AAAe.
- Citar a finalidade do Quadro de situa-
ção e do quadro de controle.
- Identificar os tipos de alarme e definir
estado de alerta, condições de apresta-
mento e estado de ação.
- Identificar as condições de estado de
ação.
- Realizar as leituras das mensagens
meteorológicas e citar as condições do
tempo.
- Descrever as operações necessárias
ao preenchimento dos quadros de situa-
ção e de controle.
- Citar a finalidade dos quadros de Men-
sagens do P Vig e do Estado do Material.
- Descrever as operações necessárias
ao preenchimento da ficha de incursões
inimigas e doquadrodeestadodemate-
rial.
- Citar a finalidade do Quadro de Opera-
ções e do Quadro de Situação.
- Identificar os dados a serem registra-
dos nos quadros de Operações, de Si-
tuação e de controle.
- Citar a finalidade do quadro a ser
registrada no quadro de dados auxilia-
res;
- Identificar os dados a serem registra-
dos no quadro de dados auxiliares; e
Descrever as operações necessárias
ao preenchimento do quadro de dados
auxiliares.
1. Finalidade.
2. Missões.
3. Tipos de COAAAe.
4. Organização do COAAAe em
pessoal e material.
5. Medidas de Coordenação e
Controle de A AAe.
a. Quadro de Situações e
Quadro de Controle
1) Apresentação e finalida-
de;
2) Alarme Vermelho, Ama-
relo e Branco;
3) Condições de Apresta-
mento e Estado de Ação;
4) Condições do tempo e
mensagem meteorológica; e
b. Ficha de incursões inimigas
e quadro de estado de material:
1) Apresentação e finalida-
de; e
2) Dados a serem registra-
dos e prática de preenchimento
dos quadros.
c. Quadro de Dados Auxilia-
res
1) Apresentação e finalida-
de; e
2) Dados a serem registra-
dos e prática de preenchimento
dos quadros.
6. Prática de preenchimento de
Quadros
23. TÉCNICA DE TIRO DA ARTILHARIA - AAe
109.00
OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO
SUGESTÕES PARA
TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS
INTERMEDIÁRIOS
- Transmitir mensagens
para as Unidades de Tiro
e outros órgãos.
- O militar deverá transmitir a
mensagem, obedecendo às re-
gras de operação e exploração
do meio de comunicação utiliza-
do.
Q-404
(OP)
- Apresentadas, ao militar, 5 men-
sagens a serem transmitidas para
as Unidades de Tiro e outros ór-
gãos.
- Citar a finalidade do SIAAAe.
- Identificar as fontes de informações
disponíveis para a defesa aérea.
- Citar as ligações dos P Vig com o
SIAAAe.
- Descrever os trabalhos inerentes
às funções atribuídas aos serven-
tes do COAAAe.
- Descrever as operações relativas
à transmissão de mensagens.
7. Noções sobre o SIAAAe e sua
coordenação com o COAAAe
a. Finalidade do SIAAAe;
b. Fontes de informações
disponíveis para a defesa aérea;
e
c. Ligações dos P Vig com o
SIAAAe.
8. Estudo e prática das funções
atribuídas aos serventes do CO-
AAAe.
9. Transmissão de mensagens.
23. TÉCNICA DE TIRO DA ARTILHARIA - AAe
- Identificar cartas topográficas cujas
escalas permitem a utilização do Esq
Loc.
- Locar pontos na carta, papel de pran-
cheta ou fotocarta utilizando o Esq
Loc.
- Identificar a(s) escala(s) da régua
de escalas.
- Locar pontos utilizando a régua de
escalas.
- Medir distâncias utilizando a régua
de escalas.
- Medir ângulos e lançamentos com o
transferidor em milésimos.
- Citar as características e a finalida-
de do curvímetro.
- Utilizar o binóculo na avaliação de
distâncias e de frentes pela fórmula
do milésimo.
10. Utilização e manuseio de ins-
trumentos do COAAAe
a. Esquadro de locação
- Apresentação, identifica-
ção das escalas, precisão e em-
prego.
b. Régua de escalas
- Apresentação, identifica-
ção das escalas, precisão e em-
prego.
c. Transferidor em milésimos
- Apresentação, caracterís-
ticas, utilização e precisão.
d. Curvímetro
- Apresentação, caracterís-
ticas, escalas e utilização para
medidas de distâncias na carta.
e. Binóculo
- Apresentação, caracterís-
ticas e utilização na avaliação de
frentes.
- Apresentados, ao militar, todos
os instrumentos convencionais
do COAAAe.
- Distinguir a finalidade de
cada uma das inscrições,
marcações e dados exis-
tentes nos diversos ins-
trumentos convencionais
do COAAAe.
- O militar deverá distinguir, cor-
retamente, todas as inscrições,
marcações e dados existentes
nos diversos instrumentos.
Q-405
(AC)
- Apresentados, ao militar, todos
os instrumentos convencionais
do COAAAe.
- Empregar os instrumen-
tos para locar pontos,
medir distâncias e ângu-
los, extrair dados e deter-
minar os elementos ne-
cessários ao preparo de
mensagens às unidades
de tiro e outros órgãos.
- Empregar com correção e de-
sembaraço todos os instru-
mentos convencionais do
COAAAe.
Q-406
(AC)
TEMPO ESTIMADO DIURNO: 15 /.
100 h
110.00
OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO
SUGESTÕES PARA
TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS
INTERMEDIÁRIOS
23. TÉCNICA DE TIRO DA ARTILHARIA - AAe
- Descrever o funcionamento do CO-
AAAe
11. Prática de funcionamento do
COAAAe.
- Operar o COAAAe.
- Todos os quadros e montan-
tes deverão ser preenchidos
corretamente e atualizados.
- As mensagens deverão ser
transmitidas corretamente.
Q-407
(OP)
- Apresentado ao militar:
- um COAAAe montado e em con-
dições de operação; e
- mensagens para o preenchimen-
to dos quadros e montantes.
- Apresentadas, ao militar, ima-
gens representativas de diversas
situações passíveis de serem ob-
servadas.
- Identificar a situação ob-
servada.
- A observação citada pelo mili-
tar deverá ser correspondente
à situação apresentada.
Q-408
(AC)
12. Princípios da técnica de tiro
de A AAe à baixa altura.
13. Observação do tiro traçante.
- Citar o problema da Tec Tir A AAe à
baixa altura e sua solução.
- Utilizar as noções técnicas funda-
mentais da “cadeia de tiro” para rea-
lizar a pontaria em alvos aéreos à
baixa altura com qualquer aparelho
de pontaria.
- interpretar corretamente a imagem
da “corcova” do traçante para ob-
servar os tiros e, em conseqüência,
realizar correções.
TEMPO ESTIMADO DIURNO: 15 /.
100 h
111.00
OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO
SUGESTÕES PARA
TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS
INTERMEDIÁRIOS
TEMPO ESTIMADO DIURNO: 100 h
- O militar deverá distinguir,
corretamente, todas as inscri-
ções, marcações e dados exis-
tentes nos diversos instrumen-
tos.
- Apresentados, ao militar, todos
os instrumentos convencionais
de central de tiro.
Q-402
(AC)
2. Utilização e manuseio de ins-
trumentos
a. Esquadro de locação
- Apresentação, identifica-
ção das escalas, precisão e
emprego.
b. Régua de escalas
- Apresentação, identifica-
ção das escalas, precisão e
emprego.
c. Transferidor em milésimos:
- Apresentação, caracterís-
ticas, utilização e precisão.
d. Régua de Tiro e Tabela Nu-
mérica de Tiro
- Apresentação, caracterís-
ticas, emprego, preparação para
uso e leitura de elementos.
- Identificar cartas topográficas cujas
escalas permitem a utilização do Esq
Loc.
- Locar pontos na carta, papel de pran-
cheta ou fotocarta utilizando o Esq
Loc.
- Identificar a(s) escala(s) da régua
de escalas.
- Locar pontos utilizando a régua de
escalas.
- Medir distâncias utilizando a régua
de escalas.
- Medir ângulos e lançamentos com o
transferidor em milésimos.
- Relacionar a TNT com a RT.
- Identificar os elementos da RT.
- Preparar a RT para operação.
- Utilizar a RT para a leitura de ele-
mentos.
- Apresentada uma imagem da tra-
jetória do tiro de artilharia onde
estão assinaladas seus principais
elementos.
- Identificar os principais
elementos da trajetória.
- O militar deverá identificar,
corretamente, 80% dos elemen-
tos da trajetória.
Q-401
(AC)
- Distinguir a finalidade de
cada uma das inscrições,
marcações e dados exis-
tentes nos diversos ins-
trumentos convencionais
de central de tiro.
1. Tiro de artilharia
a. Noções gerais;
b. O tiro e os elementos da
trajetória;
c O problema técnico funda-
mental (deriva, alcance e sítio)
d. Dispersão;
e. Munição;
f. Movimento e efeito dos pro-
jetis e espoletas; e
g. Nomenclatura e abreviatu-
ras utilizadas pela C Tir.
- Distinguir os seguintes elementos
da trajetória: alcance, alça, sítio, ele-
vação e deriva.
- Citar os fatores causadores da dis-
persão do tiro.
- Citar o nome dos tipos de projetis e
espoletas existentes.
- Indicar as abreviaturas dos termos
utilizados na C Tir.
24. TÉCNICA DE TIRO DA ARTILHARIA - OBUSEIROS
112.00
OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO
SUGESTÕES PARA
TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS
INTERMEDIÁRIOS
TEMPO ESTIMADO DIURNO: 100 h
- Apresentados, ao militar, todos
os instrumentos convencionais
de central de tiro.
- Empregar os instrumen-
tos para locar pontos,
medir distâncias e ângu-
los, extrair dados e deter-
minar os elementos ne-
cessários ao preparo de
comandos de tiro.
- Empregar, com correção e de-
sembaraço, todos os instru-
mentos convencionais de cen-
tral de tiro.
Q-403
(AC)
e. Transferidor de derivas e
alcances (TDA)
- Apresentação, caracterís-
ticas, finalidades, utilização dos
alfinetes do CB e PV, extensão
de vigilância, elementos (deriva
e alcance) e cuidados e conser-
vação.
f. Transferidor de locação (T
Loc)
- Apresentação, caracterís-
ticas, finalidade, escala, traçado
do Índice Norte, orientação, utili-
zação para determinar o Ângulo
“A” e utilização para transformar
mensagens do observador em
elementos de tiro.
g. Régua de sítio
- Apresentação, caracterís-
ticas, finalidade e emprego.
- Citar a finalidade do TDA.
- Ler derivas e alcances, utilizando o
TDA.
- Utilizar, corretamente, alfinetes do
CB e PV.
- Traçar extensão de vigilância.
- Citar os principais cuidados e medi-
das de conservação a serem obser-
vados com o TDA.
- Citar a finalidade do T Loc.
- Orientar um T Loc.
- Medir o ângulo de observação.
- Traçar o índice Norte.
- Usar o T Loc para transformar as
mensagens do observador em ele-
mentos (deriva e alcance).
- Distinguir sítio topo do sítio total.
- Determinar sítio topo e o sítio total
utilizando a régua de sítio.
- Relacionar o sítio com o alcance e
com o desnível (fórmula do milésimo).
- Calcular sítio topo, utilizando a fór-
mula do milésimo.
- Apresentado, ao militar, um rol
de atribuições inerentes aos inte-
grantes das C Tir.
- Citar os integrantes da C
Tir Bia e C Tir Gp e distin-
guir suas principais atri-
buições.
- O militar deverá apontar a qual
integrante da C Tir compete cada
uma das atribuições relaciona-
das.
Q-404
(AC)
3. Trabalho geral da C Tir
- Central de Tiro de Bateria e
do Grupo: descrição, finalida-
des, características e funciona-
mento.
- Distinguir C Tir Bia de C Tir Gp.
- Identificar os componentes da C Tir
Gp e da C Tir Bia.
- Descrever, sucintamente, o funcio-
namento da C Tir.
24. TÉCNICA DE TIRO DA ARTILHARIA - OBUSEIROS
113.00
OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO
SUGESTÕES PARA
TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS
INTERMEDIÁRIOS
TEMPO ESTIMADO DIURNO: 100 h
- Cada militar deverá, na
seqüência prevista para o funci-
onamento da C Tir, determinar,
corretamente, os elementos
que lhe competem.
- Para um pedido de tiro arbitrado
pelo instrutor, será transmitida à
C Tir uma mensagem inicial e
mensagens subseqüentes.
- O instrutor arbitrará as MT ne-
cessárias para que os integrantes
da C Tir façam rodízio de funções.
Q-405
(AC)
4. Mensagens e comandos
a. Mensagem inicial;
b. Mensagens subseqüentes;
c. Comando inicial;
d. Comandos subseqüentes;
e. Elementos componentes;
f. Características; e
g. Objetivo.
5. Conduta do operador de pran-
cheta
a. Preparo da prancheta;
b. Locação de pontos;
c. Localização de alvos;
d. Trabalho com o T Loc;
e. Registro de coordenadas e
mensagens;
f. Determinação de elementos;
g. Anunciação de elementos;
e
h. Determinação do sítio.
6. Conduta do calculador
a. Preparo do equipamento;
b. Registro de mensagens,
missões e ordens;
c. Determinação de comandos
de tiro;
d. Anunciação de comandos
de tiro; e
e. Manutenção de registros.
- Distinguir mensagem inicial de co-
mando inicial e mensagens subse-
qüentes de comandos subseqüentes.
- Identificar os elementos componen-
tes das mensagens iniciais e subse-
qüentes.
- Identificar os elementos componen-
tes dos comandos iniciais e subse-
qüentes.
- Citar o objetivo das mensagens e
comandos.
- Descrever a conduta do operador
de prancheta.
- Descrever a conduta do calcula-
dor.
- Anunciar sítio, deriva e alcance.
- Efetuar a correção e anunciar deri-
va e alcance.
- Anunciar o comando inicial para a
unidade de tiro.
- Anunciar os comandos subseqüen-
tes.
- Preparar e anunciar, para
uma missão de tiro, os co-
mandos inicial e
subseqüentes.
24. TÉCNICA DE TIRO DA ARTILHARIA - OBUSEIROS
114.00
OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO
SUGESTÕES PARA
TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS
INTERMEDIÁRIOS
TEMPO ESTIMADO DIURNO: 100 h
- Cada militar deverá, na seqü-
ência prevista para o funciona-
mento da C Tir, determinar, cor-
retamente, os elementos que
lhe competem.
- Apresentados, ao militar, os da-
dos necessários para a condução
das MT.
- O instrutor arbitrará as MT ne-
cessárias para que os integrantes
da C Tir façam rodízio de funções.
Q-407
(AC)
8. Tiro sobre zona
a. Características;
b. Finalidade;
c. Tiro sobre zona percutente;
d. Tiro sobre zona HNA;
e. Missões tipo ajustarei e tipo
eficácia;
f. Ordem de tiro;
g. Localização dos alvos; e
h. Conduta do operador de
prancheta, do calculador e do
observador.
- Definir tiro sobre zona.
- Distinguir tiro sobre zona
percutente, tempo e HNA.
- Distinguir missão tipo Aj de missão
tipo Efi.
- Preencher o Boletim do Calculador.
- Utilizar o fator 1/D na determinação
da altura tipo de arrebentamento.
- Anunciar, ao calculador, deriva, al-
cance e sítio (operador de pranche-
ta).
- Anunciar os comandos iniciais e
subseqüentes (calculador).
- Apresentados, ao militar, os da-
dos necessários para a condução
de regulações percutente, tempo
e com mudança de lote.
- O instrutor arbitrará as MT ne-
cessárias para que os integrantes
da C Tir façam rodízio de funções.
- Conduzir regulações.
- Cada militar deverá, na seqü-
ência prevista para o funciona-
mento da C Tir, determinar, cor-
retamente, os elementos que
lhe competem.
Q-406
(AC)
- Conduzir TSZ tipo Aj e
tipo Efi.
7. Regulação de precisão e de-
puração
a. Características;
b. Finalidades;
c. Regulação percutente,
regulação tempo e regulação
com mudanças de lote;
d. Ordem de tiro;
e. Conduta do calculador;
f. Boletim do tiro de precisão;
g. Conduta do operador de
prancheta;
h. Conduta do observador;
i. Depuração;
j. Ficha de depuração;
l. Índice de deriva; e
m. Ajustagem da RT.
- Definir regulação e indicar as par-
tes componentes.
- Citar os tipos de regulação.
- Preencher o Boletim de Tiro de Pre-
cisão e a Ficha de Depuração.
- Traçar o índice de deriva e ajustar a
RT.
- Citar os elementos da ordem de tiro.
- Anunciar, ao calculador, deriva, al-
cance e sítio (operador de pranche-
ta).
- Anunciar os comandos iniciais e
subseqüentes (calculador).
- Realizar a depuração (calculador).
24. TÉCNICA DE TIRO DA ARTILHARIA - OBUSEIROS
115.00
OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO
SUGESTÕES PARA
TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS
INTERMEDIÁRIOS
TEMPO ESTIMADO DIURNO: 100 h
- Os elementos fornecidos de-
verão estar colocados em seus
locais corretos na Ficha de Ti-
ros Previstos.
- Apresentadas, ao militar, uma Fi-
cha de Tiros Previstos e uma lista
de concentrações, com 4 (quatro)
a horário e 4 (quatro) a pedido e
seus respectivos elementos.
Q-411
(AC)
12. Tiros previstos
a. Características;
b. Finalidades; e
c. Conduta do calculador.
- Preencher a Ficha de Tiros Previs-
tos.
- Distinguir tiros previstos de inopi-
nados.
- Conduzir uma missão
iluminativa.
- Cada militar deverá, na
seqüência prevista para o funci-
onamento da C Tir, determinar,
corretamente, os elementos
que lhe competem.
Q-410
(AC)
- Apresentados, ao militar, os da-
dos necessários para a condução
da MT.
- O instrutor arbitrará as MT ne-
cessárias para que os integrantes
da C Tir façam rodízio de funções.
9. Tiro vertical
a. Características;
b. Finalidades;
c. Duração do trajeto; e
d. Conduta do calculador e do
operador de prancheta.
- Definir tiro vertical.
- Calcular sítio para o tiro vertical.
- Determinar a derivação e a dura-
ção do trajeto na RT.
- Apresentados, ao militar, os da-
dos necessários para a condução
das MT.
- O instrutor arbitrará as MT ne-
cessárias para que os integrantes
da C Tir façam rodízio de funções
- Conduzir regulações e
missões TSZ (tipo Aj e tipo
Efi) com tiro vertical
- Cada militar deverá, na
seqüência prevista para o funci-
onamento da C Tir, determinar,
corretamente, os elementos
que lhe competem.
Q-408
(AC)
11. Tiro iluminativo
a. Características;
b. Finalidades;
c. Conduta do calculador;
d. Altura tipo;
e. Tipos de ajustagem; e
f. Boletim do tiro iluminativo.
- Determinar deriva, evento e eleva-
ção para o tiro iluminativo.
- Anunciar os comandos iniciais para
o tiro iluminativo.
- Anunciar os comandos subseqüen-
tes para o tiro iluminativo.
- Citar características.
- Citar os tipos de ajustagem empre-
gadas.
- Preencher, corretamen-
te, a Ficha de Tiros Previs-
tos.
10. Tiro com projetis fumígenos
a. Características;
b. Finalidades;
c. Conduta do calculador;
d. Peso da granada; e
e. Espoleta.
- Distinguir granada fumígena WP de
granada HC.
- Calcular elevação e evento para tiro
com granada fumígena.
- Distinguir a espoleta da Fum WP e
da Fum HC.
- Calcular elevação para o tiro com a
granada fumígena WP.
- Calcular evento e elevação para o
tiro com a granada fumígena HC.
- Apresentados, ao militar, os da-
dos necessários para a condução
da MT.
- O instrutor arbitrará as MT ne-
cessárias para que os integrantes
da C Tir façam rodízio de funções.
- Conduzir uma missão de
TSZ tipo Aj com Fum na Efi.
- Cada militar deverá, na
seqüência prevista para o funci-
onamento da C Tir, determinar,
corretamente, os elementos
que lhe competem.
Q-409
(AC)
24. TÉCNICA DE TIRO DA ARTILHARIA - OBUSEIROS
116.00
OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO
SUGESTÕES PARA
TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS
INTERMEDIÁRIOS
TEMPO ESTIMADO DIURNO: 100 h
- Cada militar deverá, na
seqüência prevista para o funci-
onamento da C Tir, determinar,
corretamente, os elementos
que lhe competem.
- Apresentados, ao militar, os da-
dos necessários para o cálculo
dos elementos da barragem.
- Este OII deverá ser cumprido em
conjunto por todos os integrantes
da C Tir no exercício de suas res-
pectivas funções.
Q-415
(AC)
16. Correções individuais
a. Características;
b. Finalidade;
c. Conduta do calculador; e
d. Conduta do operador de
prancheta.
- Definir correções individuais.
- Citar as correções individuais.
- Distinguir correções de regimagem,
de correções de posição, de
correções especiais, de correções
de feixe.
- Conduzir uma regulação
por levantamento do PM.
- Cada militar deverá, na
seqüência prevista para o funci-
onamento da C Tir, determinar,
corretamente, os elementos
que lhe competem.
Q-414
(AC)
- Apresentados, ao militar, os da-
dos necessários para a condução
da regulação.
- O instrutor arbitrará tantas regu-
lações quantas forem necessári-
as para que os integrantes da C
Tir façam rodízio de funções.
13. Tiro em 6400
a. Características;
b. Finalidade;
c. Conduta do calculador e do
operador de prancheta;
d. Emprego do T Loc modifi-
cado; e
e. Comando inicial.
- Citar as características da técnica
6400.
- Distinguir Técnica de Tiro 6400 de
Técnica de Tiro Convencional.
- Utilizar o T Loc modificado.
- Distinguir comando inicial 6400, do
comando inicial convencional.
- Apresentados, ao militar, os da-
dos necessários para a condução
da MT.
- O instrutor arbitrará as MT ne-
cessárias para que os integrantes
da C Tir façam rodízio de funções.
- Conduzir uma missão
TSZ tipo Aj em 6400.
- Cada militar deverá, na
seqüência prevista para o funci-
onamento da C Tir, determinar,
corretamente, os elementos
que lhe competem
Q-412
(AC)
15. Tiro com observação conju-
gada
a. Características;
b. Finalidade;
c. Regulação por levantamen-
to do ponto médio;
d. Conduta do calculador; e
e. Conduta do operador de
prancheta.
- Cada militar deverá, na seqüência
prevista para o funcionamento da C
Tir, determinar, corretamente, os ele-
mentos que lhe competem.
- Calcular uma barragem.
14. Tiro com observação aérea
a. Características;
b. Finalidade;
c. Orientação do T Loc;
d. Conduta do calculador; e
e. Conduta do operador de
prancheta.
- Citar as características
- Orientar o T Loc para o tiro com
Observação Aérea
- Apresentados, ao militar, os da-
dos necessários para a condução
da MT.
- O instrutor arbitrará as MT ne-
cessárias para que os integrantes
da C Tir façam rodízio de funções.
- Conduzir uma missão
TSZ tipo Aj com observa-
ção aérea.
- Cada militar deverá, na
seqüência prevista para o funci-
onamento da C Tir, determinar,
corretamente, os elementos
que lhe competem.
Q-413
(AC)
25. TÉCNICA DE TIRO DA ARTILHARIA - OBUSEIROS
117.00
OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO
SUGESTÕES PARA
TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS
INTERMEDIÁRIOS
TEMPO ESTIMADO DIURNO: 100 h
- Cada militar deverá, de acordo
com sua respectiva função, de-
terminar, corretamente, os ele-
mentos de tiro na PTP.
- Apresentados, ao militar,os da-
dos necessários para a realização
da passagem.
- Este OII deverá ser cumprido em
conjunto por todos os integrantes
da C Tir no exercício de suas res-
pectivas funções.
Q-418
(AC)
- Conduzir uma MT tipo Aj
utilizando uma PTS.
- Cada militar deverá, na
seqüência prevista para o funci-
onamento da C Tir, determinar,
corretamente, os elementos
que lhe competem.
Q-417
(AC)
- Apresentados, ao militar, os da-
dos necessários para a condução
da MT.
- Este OII deverá ser cumprido em
conjunto por todos os integrantes
da C Tir no exercício de suas res-
pectivas funções.
17. Pranchetas de tiro
a. Generalidades;
b. Prancheta de Tiro Precisa
(PTP);
c. Prancheta de Tiro Sumária
(PTS); e
d. Prancheta de Tiro de
Emergência (PTE)/
- Definir PTP, PTS e PTE.
- Construir uma PTS.
- Construir uma PTE.
- Apresentados, ao militar, os da-
dos necessários para a condução
da MT.
- Este OII deverá ser cumprido em
conjunto por todos os integrantes
da C Tir no exercício de suas res-
pectivas funções.
- Conduzir uma MT tipo Aj
utilizando uma PTE.
- Cada militar deverá, na
seqüência prevista para o funci-
onamento da C Tir, determinar,
corretamente, os elementos
que lhe competem.
Q-416
(AC)
- Realizar a passagem da
PTS para a PTP.
24. TÉCNICA DE TIRO DA ARTILHARIA - OBUSEIROS
118.00
OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO
SUGESTÕES PARA
TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS
INTERMEDIÁRIOS
TEMPO ESTIMADO DIURNO: 100 h24. TÉCNICA DE TIRO DA ARTILHARIA - OBUSEIROS
- Executar o programa de
artilharia no computador
(regulação e tiro sobre
zona).
- O militar deve executar,
corretamente, as missões da-
das pelo instrutor
Q-420
(AC)
- Apresentados, ao militar, 3 exer-
cícios de regulação e 3 exercícios
de tiro sobre zona.
- Apresentados, ao militar, um
computador de tiro.
- Preparar o computador
para operação.
- Todos os componentes devem
estar com os dados inseridos
corretamente.
Q-419
(AC)
- Identificar os componentes do com-
putador.
- Utilizar o computador nas
regulações e missões de tiro sobre
zona, acompanhando com o proces-
so tradicional para comparar resul-
tados.
18. Computador de tiro
a. Computador de tiro da C Tir
Bia;
b. Computador de tiro da C Tir
Gp;
c. Características;
d. Emprego;
e. Preparação para o uso
(registro dos dados
necessários);e
f. Leitura dos elementos de tiro.
119.00
OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO
SUGESTÕES PARA
TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS
INTERMEDIÁRIOS
TEMPO ESTIMADO DIURNO: 18 h25. TOPOGRAFIA DO ARTILHEIRO - NOÇÕES BÁSICAS
- Apresentados, ao militar, 8 (oito)
exercícios:
- 2 (dois) para ser obtido o ângulo,
dadas a distância em Km e a fren-
te em m;
- 2 (dois) para ser obtida a frente,
dados a distância em Km e o ân-
gulo em milésimos;
- 2 (dois) para ser obtida a distân-
cia, dados o ângulo em milésimos
e a frente em m; e
- 2 (dois) para ser obtido o ângulo,
dadas a distância em m e a frente
em Km.
- Calcular ângulos horizon-
tais e verticais, frentes e
distâncias, com a utiliza-
ção da fórmula do milési-
mo.
- Os valores obtidos pelos mili-
tares devem ser iguais aos de-
terminados pelo instrutor.
Q-401
(AC)
2. Cartas topográficas
a. Definição, símbolos e con-
venções cartográficas;
b. Escalas;
c. Designação e locação de
pontos na carta:
- Coordenadas retangula-
res;
- Coordenadas geográficas;
- Coordenadas polares; e
- Linha código e Tela-códi-
go.
- Identificar, na carta, acidentes na-
turais ou artificiais representados por
suas convenções cartográficas.
- Relacionar a escala da carta com
as distâncias reais.
- Determinar a escala de uma carta.
- Identificar direções na carta e no
terreno.
- Distinguir os nortes Verdadeiro,
Magnético e de Quadrícula.
- Realizar operações aritméticas com
unidades de medida de ângulos.
- Distinguir convergência de meridia-
nos e declinação magnética.
- Determinar o ângulo QM.
- Medir na carta: lançamentos e dis-
tâncias.
1. Fórmula do milésimo
a. Definição, finalidades e
Identificação dos componentes
da fórmula; e
b. Aplicação no cálculo de
ângulos horizontais e verticais.
- Citar as finalidades da fórmula do
milésimo.
- Identificar os elementos componen-
tes da fórmula.
- Os pontos deverão ser loca-
dos corretamente.
- A altitude, o desnível e a dis-
tância real entre os pontos de-
verão ser determinados com
100% de acertos.
- Apresentado ao militar:
- as coordenadas retangulares de-
camétricas de dois pontos;
- uma carta topográfica; e
- uma régua comum.
Q-403
(AC)
- Identificar, pelo nome, os
símbolos e as conven-
ções cartográficas.
- As identificações deverão ser
feitas com, um mínimo, de 80%
de acertos.
Q-402
(AC)
- Fornecido ao militar:
- uma carta topográfica onde es-
tão assinaladas 10 (dez) símbolos;
e
- as convenções cartográficas de
emprego mais comuns.
- Locar pontos, determi-
nar a altitude, o desnível e
a distância real entre dois
pontos locados.
120.00
OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO
SUGESTÕES PARA
TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS
INTERMEDIÁRIOS
- O militar deverá fazer as res-
pectivas determinações com
100% de acerto.
- Apresentados, ao militar, um
exercício em que são indicados
uma direção graficamente, e a
medida em milésimo do respecti-
vo lançamento.
Q-407
(AC)
- Traçar direções de
lançamentos.
- As direções solicitadas de-
vem ser determinadas
corretamente.
Q-405
(AC)
- Apresentados, ao militar, um
exercício, em que são indicados a
direção do N da quadrícula, um
ponto e a medida em milésimos
de um lançamento, que possa ser
determinado sem o uso do trans-
feridor.
- Apresentados, ao militar, dois
exercícios, com as seguintes con-
dições:
- Fornecido o diagrama de orien-
tação com as respectivas indica-
ções sobre a convergência de
meridianos e a declinação magné-
tica;
- Em cada exercício o norte mag-
nético estará de um lado do norte
de quadrícula; e
- O instrutor fornecerá um
azimute magnético a fim de que o
militar determine o valor do lança-
mento correspondente, pela utili-
zação do ângulo QM determinado
no exercício.
- Determinar o ângulo QM
e o lançamento de um
ponto.
- Os valores dos ângulos QM e
dos lançamentos obtidos pelo
militar deverão ser iguais aos
valores determinados pelo
instrutor.
Q-404
(AC)
- Determinar contra-lança-
mentos.
d. Direções e azimutes
- Unidades de medida de
ângulo;
- Direções base;
- Diagrama de orientação; e
- Azimutes e contra-
azimutes.
e. Relevo
- Representação do relevo;
- Formas do terreno;
- Leis do modelado;
- Perfis; e
- Partes vistas e ocultas.
- Determinar o valor, em graus, dos
azimutes magnéticos e de quadrícu-
la.
- Locar pontos na carta por suas co-
ordenadas retangulares, geográfi-
cas e polares e por linha código e
tela-código.
- Identificar as coordenadas retan-
gulares, geográficas e polares e por
linha código e tela-código de pontos
na carta.
- Identificar, por seus nomes, na car-
ta e no terreno as principais formas
de relevo.
- Determinar na carta altitudes e des-
níveis.
- Identificar pontos vistos e ocultos
para um observador.
- Os lançamentos de direções
devem ser determinados com
100% de acerto.
- Apresentados, ao militar, um
exercício, em que são indicados
graficamente, a direção N da qua-
drícula, e uma outra direção, cujo
lançamento possa ser determina-
do sem o uso do transferidor.
Q-406
(AC)
- Determinar lançamentos
de direções.
TEMPO ESTIMADO DIURNO: 18 h25. TOPOGRAFIA DO ARTILHEIRO - NOÇÕES BÁSICAS
121.00
OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO
SUGESTÕES PARA
TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS
INTERMEDIÁRIOS
- As cartas deverão ser dobra-
das e acondicionadas correta-
mente.
- Apresentados ao militar:
- duas cartas topográficas; e
- dois meios de acondicionamen-
to.
Q-409
(OP)
- Orientar uma carta sem
o auxílio da bússola.
- Ao final da operação, a carta de-
verá estar devidamente orien-
tada.
Q-408
(AC)
- Fornecidos ao militar:
- uma carta topográfica; e
- três pontos nítidos no terreno
que estejam representados na
carta, sendo um deles o ponto
estação do militar.
f. Orientação com a carta.- Orientar uma carta e Identificar os
acidentes vistos no terreno.
- Apresentados ao militar:
- um exercício em que serão re-
presentadas as coordenadas
retangulares de 2 (dois) acidentes
do terreno já apresentados em
cartas e de 2 (duas) instalações,
supostamente existentes no ter-
reno e não representadas na car-
ta;
- uma carta topográfica que conte-
nha a representação dos 2 (dois)
acidentes acima indicados; e
- um calco, convenientemente,
amarrado.
- Localizar, na carta, os aci-
dentes do terreno e as
instalações.
- Passar, para o calco, as
informações localizadas
na carta.
- Todos os acidentes do terreno
e instalações devem ser corre-
tamente localizados na carta e
indicados no calco.
Q-410
(HT)
- Dobrar e acondicionar
cartas topográficas.
g. Cuidados e conservação de
cartas topográficas
- Principais cuidados;
- Dobragem de cartas;
- Meios de acondicionamen-
to de cartas; e
- Procedimentos contra o
uso pelo inimigo.
- Citar os cuidados no manuseio de
cartas.
- Descrever os modos de dobrar e
acondicionar cartas topográficas.
- Descrever os procedimentos pre-
ventivos contra o uso de nossas
cartas pelo inimigo.
3. Calcos
- Definição, utilização, confec-
ção, amarrações e localização
de pontos pelo uso do papel
calco.
- Colocar, corretamente, o calco na
carta para utilização.
- Construir um calco simples.
- Fazer a amarração de calcos.
TEMPO ESTIMADO DIURNO: 18 h25. TOPOGRAFIA DO ARTILHEIRO - NOÇÕES BÁSICAS
122.00
OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO
SUGESTÕES PARA
TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS
INTERMEDIÁRIOS
- Os 3 pontos devem ser resti-
tuídos corretamente.
- Apresentados ao militar:
- a localização na foto de 3 pontos
pela QDP;
- a fotografia e a carta topográfica,
correspondentes às áreas onde
os pontos estão localizados; e
- papel calco e régua.
Q-415
(AC)
- Restituir pontos pelo
processo do papel.
- Os 3 pontos devem ser resti-
tuídos corretamente.
Q-414
(AC)
- Apresentados ao militar:
- a localização na foto de 3 pontos
pela QDP;
- a fotografia e a carta topográfica,
correspondentes às áreas onde
os pontos estão localizados; e
- papel calco e régua.
4. Fotografia aérea
a. Tipos
- Vertical e oblíqua.
b. Inscrições marginais.
- Citar os tipos de fotografia aérea.
- Descrever o significado de cada
uma das inscrições marginais.
- Apresentada, ao militar, uma fo-
tografia aérea com as respectivas
inscrições marginais.
- Determinar em uma fo-
tografia aérea:
- o nome da unidade que
realizou a missão;
- o ano em que a foto foi
tirada;
- o tipo de fotografia;
- a data-hora de tomada da
fotografia;
- a distância focal;
- o título do objetivo foto-
grafado; e
- a classificação do grau de
sigilo.
- Todos os elementos solicita-
dos devem ser feitos
corretamente.
Q-411
(AC)
- Restituir pontos pelo
processo da linha radial.
c. Índice de colimação.
d. Comparação da fotografia
aérea com a carta.
e. Orientação das fotografias
aéreas.
f. Escalas
- Determinação pela compa-
ração com a carta;
- Determinação pela distân-
cia focal; e
- Determinação pela compa-
ração com o terreno.
g. Restituição de pontos
- Papel calco;
- Linha radial; e
- Mosaicos.
h. Uso do QDP.
- Locar o ponto principal da fotogra-
fia.
- Comparar a fotografia com a carta.
- Orientar a fotografia aérea.
- Determinar a escala da fotografia
pela comparação com a carta e com
o terreno.
- Realizar a restituição de pontos
pelos diferentes processos.
- Usar o QDP para locar pontos na
fotografia.
- Localizar pontos na fotografia usan-
do o QDP.
- Apresentadas, ao militar, as co-
ordenadas de 3 pontos e uma
fotocarta.
- Locar pontos em fotocar-
ta.
- os 3 pontos devem ser loca-
dos corretamente.
Q-413
(AC)
- Apresentados, ao militar, 3 pon-
tos locados na foto com o uso da
QDP.
- Restituir pontos usando
o mosaico.
- Os 3 pontos devem ser resti-
tuídos corretamente.
Q-412
(AC)
TEMPO ESTIMADO DIURNO: 18 h25. TOPOGRAFIA DO ARTILHEIRO - NOÇÕES BÁSICAS
123.00
OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO
SUGESTÕES PARA
TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS
INTERMEDIÁRIOS
- Apresentados, ao militar:
- um GB com sua Dd;
- um ponto estação; e
- 4 (quatro) pontos no terreno para
a leitura de ângulos horizontais e
verticais e para a medida de lança-
mento com o GB orientado.
- Calcular o Dd do instrumento e
C0
- Estacionar e nivelar o GB.
- Fazer leituras horizon-
tais e verticais para pon-
tos no terreno.
- Medir lançamentos com
o GB orientado.
- Medir ângulo para obter
a Direção de Declinação
(Dd) e Correção do Ponto
Zero (C0)
- Estacionar, nivelar e operar cor-
retamente o GB.
- Orientar o GB e medir correta-
mente os lançamentos para os
pontos designados.
Q-402
(HT)
3. Goniômetro-bússola
a. Apresentação, caracterís-
ticas, finalidade e manutenção;
b. Estacionamento em terreno
plano e em terreno inclinado;
c. Medidas de ângulos hori-
zontais e verticais;
d. Utilização da Correção do
Ponto Zero;
e. Orientação do GB e medida
simultânea de ângulos horizon-
tais e verticais;
f. Determinação de lançamen-
tos com o GB orientado
g. Instalação e utilização do
dispositivo de iluminação do GB;
e
h. Manutenção e conserva-
ção.
- Citar as características e nomen-
clatura do GB.
- Estacionar o GB.
- Medir ângulos horizontais e verti-
cais.
- Medir o lançamento de um ponto
utilizando um GB orientado.
I.INSTRUMENTOS
1. Calculadoras eletrônicas
- Características, finalidade e
operação.
2. Trena
a. Medidas de distância com a
trena (durante o dia e a noite):
- em terreno plano com o uso
das fichas de aço; e
- em terreno inclinado com o
uso das fichas de aço e fios de
prumo.
b. Cálculo da precisão das
medidas das distâncias.
- Medir distâncias em terrenos pla-
nos e inclinados.
- Medir distâncias com a
trena e calcular a precisão
das medidas realizadas.
- Apresentadas, ao militar, uma
trena e 3 distâncias demarcadas
em terreno plano e 3 em terreno
inclinado, durante o dia e durante
a noite.
- A precisão das medidas reali-
zadas deverá corresponder à
precisão requerida.
Q-401
(HT)
TEMPO ESTIMADO DIURNO: 112 h26. TOPOGRAFIA DO ARTILHEIRO - ESPECÍFICA
124.00
OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO
SUGESTÕES PARA
TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS
INTERMEDIÁRIOS
- Apresentados, ao militar, um
Telêmetro Laser e 3 pontos no
terreno.
- Preparar o equipamento
para operação e utilizá-lo
na medição de distâncias.
- O militar deverá operar, corre-
tamente, o instrumento e obter
as distâncias corretas dos pon-
tos identificados no terreno.
Q-406
(HT)
7. Telêmetro Laser
a. Apresentação, caracterís-
ticas e nomenclatura;
b. Operação e prática no ter-
reno; e
c. Manutenção e conserva-
ção.
- Instalar e operar o equipamento.
- Citar as medidas de segurança na
operação do equipamento.
- Preparar o equipamento
para operação e utilizá-lo
para obter coordenadas
de pontos.
- O militar deverá operar, corre-
tamente, o instrumento e obter
as coordenadas corretas dos
pontos apontados.
Q-404
(HT)
- Apresentados, ao militar, um
equipamento do GPS e 3 pontos
no terreno a serem levantados.
4. Binóculos
a. Características, nomencla-
tura e finalidade;
b. Utilização na avaliação de
distâncias e de frentes pela fór-
mula do milésimo; e
c. Manutenção e conserva-
ção.
- Utilizar o binóculo na avaliação de
distâncias e de frentes pela fórmula
do milésimo.
- Apresentados, ao militar, um bi-
nóculo, colocado em um local de
onde possa observar acidentes no
terreno de modo que possa avali-
ar distâncias e frentes.
- Avaliar distâncias.
- Os valores obtidos para a dis-
tância e a frente devem estar
corretos.
Q-403
(HT)
5. GPS
a. Apresentação, característi-
cas e nomenclatura;
b. Operação e prática no ter-
reno; e
c. Manutenção e conserva-
ção.
- Manusear o equipamento.
- Executar um levantamento topográ-
fico, uzando os equipamentos do
GPS utilizados na artilharia de cam-
panha.
- Preparar o equipamento
para operação e utilizá-lo
para obter coordenadas
de pontos.
- O militar deverá operar, corre-
tamente, o instrumento e obter
as coordenadas corretas dos
pontos apontados.
Q-405
(HT)
- Apresentados, ao militar, um
equipamento do DGPS e 3 pontos
no terreno a serem levantados.
6. DGPS
a. Apresentação, caracterís-
ticas e nomenclatura;
b. Operação e prática no ter-
reno; e
c. Manutenção e conserva-
ção.
- Manusear o equipamento.
- Executar um levantamento topográ-
fico uzando os equipamentos do
DGPS utilizados na artilharia de cam-
panha.
TEMPO ESTIMADO DIURNO: 112 h26. TOPOGRAFIA DO ARTILHEIRO - ESPECÍFICA
125.00
OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO
SUGESTÕES PARA
TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS
INTERMEDIÁRIOS
- Dispostos no terreno 3 alvos ter-
restres de interesse para a arti-
lharia numa faixa de distância com-
preendida entre 700 a 1500 me-
tros.
- Em um PO com boas condições
de visibilidade será fornecido ao
militar uma carta topográfica e o
material necessário à locação de
pontos.
- Identificar no terreno e
representar na carta alvos
terrestres de interesse
da artilharia.
- O militar deverá localizar e iden-
tificar, corretamente, os alvos
dispostos no terreno.
- Comparando a carta com o ter-
reno, o militar deverá locar,
corretamente, os alvos na car-
ta, usando os símbolos milita-
res apropriados.
Q-408
(AC)
II. CONDUTA DO OBSERVADOR
1. Informações de combate
a. Objetivo e importância;
b. Informe e informações;
c. Aplicação na artilharia;
d. Fontes de informes e ór-
gãos de busca;
e. Organização do subsiste-
ma de observação no Grupo; e
f. Medidas de contra-informa-
ção:
- disciplina de sigilo;
- proteção contra-informa-
ção;
- medidas táticas;
- preparação e uso de do-
cumentos;
- segurança das comunica-
ções; e
- movimento de tropas e
pessoas.
2. Identificação dos principais
alvos terrestres.
3. Representação dos alvos ter-
restres por seus símbolos milita-
res (blindados, armas automáti-
cas, infantaria inimiga e posições
de morteiro e artilharia inimiga).
4. O observador de artilharia
- missão, importância e deve-
res.
5. A Observação
a. Processos de observação;
b. Modos de observar o terre-
no; e
c. Particularidades da obser-
vação:
- diurna e noturna; e
- em clima frio e em clima
quente.
- Citar o objetivo e a importância das
informações de combate.
- Descrever as aplicações das infor-
mações de combate na artilharia.
- Distinguir informe de informação.
- Citar as fontes de informes e os
órgãos de busca mais usados.
- Descrever a organização do sub-
sistema do observação no Grupo.
- Citar as medidas de contra informa-
ção.
- Identificar os alvos terrestres prin-
cipais.
- Representar os alvos terrestres
principais por seus símbolos milita-
res.
- Enunciar a missão do observador
de artilharia.
- Citar os processos de observação.
- Descrever os modos de observar o
terreno.
- Citar as particularidades da obser-
vação.
- Apresentada, ao militar, uma re-
lação contendo os deveres do ob-
servador em meio a deveres de
outras funções.
- Identificar os deveres do
observador de artilharia.
- O militar deverá assinalar to-
dos os seus deveres como ob-
servador.
Q-407
(AC)
TEMPO ESTIMADO DIURNO: 112 h26. TOPOGRAFIA DO ARTILHEIRO - ESPECÍFICA
126.00
OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO
SUGESTÕES PARA
TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS
INTERMEDIÁRIOS
- O militar ocupará um PO e terá 1
hora para confeccionar o esboço
panorâmico do setor de observa-
ção dado pelo instrutor, que deve
ter 400’’’a 500’’’ de amplitude.
- Confeccionar um esbo-
ço panorâmico.
- O esboço confeccionado pelo
militar deverá apresentar as ca-
racterísticas do setor, obede-
cendo a perspectiva e a escala.
Q-411
(HT)
9. Esboços
- Tipos, confecção e utiliza-
ção.
- Confeccionar o esboço sumário de
observação.
- Confeccionar e interpretar o esbo-
ço panorâmico de um setor de ob-
servação.
- Localizar alvos por:
- coordenadas retangula-
res;
- coordenadas polares;
- localização geográfica; e
- transporte.
- A localização dos alvos poderá
diferir da que for previamente
feita pelo instrutor, dentro dos
seguintes limites:
- coordenadas e direção: 10 me-
tros
- distância e alcance: 50 metros
- altitude e altura: 5 metros
Lançamento: 10’’
- posição em relação ao ponto
de referência: 50 metros
Q-411
(HT)
- Em um PO será fornecido ao mi-
litar uma carta, um binóculo e o
material de locação de pontos.
- Serão dispostos no terreno 4 al-
vos diferentes e indicado um pon-
to de referência e uma distância
conhecida.
6. Indícios na procura de alvos
terrestres
- Clarão, fumaça, poeira,
pistas, sombra, reflexo, luz, ruído
e fogo.
- Procurar alvos pelos seus indícios.
- O militar, de posse de um binó-
culo, ocupará um ponto dominan-
te do terreno.
- Em distâncias proporcionais ao
tipo de indício, ocorrerão ou esta-
rão indícios de atividades do ini-
migo.
- Relacionar o indício ob-
servado com a manifesta-
ção da atividade do inimi-
go.
- O militar deverá relacionar, cor-
retamente, o indício observado
com a atividade que o inimigo
esteve ou está desenvolvendo.
Q-409
(AC)
8. Localização de alvos
a. Por coordenadas;
b. Localização geográficas; e
c. Localização por transporte.
- Orientar cartas topográficas.
- Realizar a comparação da carta com
o terreno e identificar pontos carac-
terísticos.
7. Postos de observação
a. Finalidade e características;
b. Localização e organização;
c. Ocupação, instalação e
funcionamento;
d. Camuflagem e medidas
contra a observação inimiga;
e. Meios de comunicações
utilizados; e
f. Continuidade de observação
e disciplina de trabalho.
- Citar as finalidades de um PO e os
fatores que influem na sua escolha.
- Descrever a organização sumária
de um PO.
- Citar o modo de ocupação e instala-
ção de um PO e os meios de comuni-
cações utilizados na condução do tiro
e no fluxo de mensagens.
- Descrever as regras de camufla-
gem e as medidas contra a observa-
ção inimiga.
- O militar, numa posição inicial, re-
ceberá uma carta onde estará as-
sinalada a área de procura de PO e
a região a ser observada.
- Escolher um local para
instalação de um PO e pro-
ceder a ocupação do mes-
mo.
- O militar, utilizando a carta, es-
colherá o PO em função da re-
gião a ser observada, permitin-
do que haja condições de obser-
vação.
- Na ocupação do PO, deverá ser
observado as regras de segu-
rança quanto à observação do
inimigo.
Q-410
(OP)
TEMPO ESTIMADO DIURNO: 112 h26. TOPOGRAFIA DO ARTILHEIRO - ESPECÍFICA
127.00
OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO
SUGESTÕES PARA
TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS
INTERMEDIÁRIOS
- Confeccionar, corretamente,
para cada alvo, o respectivo sím-
bolo.
- Apresentado, ao militar, uma re-
lação com 10 alvos e um
normógrafo de símbolos.
Q-413
(AC)
10. Operações
a. Símbolos e abreviaturas
militares de emprego mais
comum;
b. Uso do normógrafo de
símbolos; e
c. Noções sumárias sobre
carta de situação.
- Identificar os símbolos e abreviatu-
ras militares.
- Representar alvos por seus símbo-
los militares fazendo uso do
normógrafo de símbolos.
- Utilizar as abreviaturas de emprego
mais comum.
- Representar alvos.
- Apresentadas, ao militar, uma
mensagem de alerta (detecção de
alvo aéreo) e um meio de comuni-
cações apropriado.
- Transmitir uma mensa-
gem de alerta.
- O militar deverá transmitir a
mensagem de alerta, obedecen-
do as regras de operação e ex-
ploração do meio de comunica-
ção utilizado.
Q-414
(AC/OP)
- Realizar o recebimento e transmis-
são de mensagens de alerta.
11. Prática de recebimento e
transmissão de mensagens de
alerta.
TEMPO ESTIMADO DIURNO: 112 h26. TOPOGRAFIA DO ARTILHEIRO - ESPECÍFICA
128.00
OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO
SUGESTÕES PARA
TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS
INTERMEDIÁRIOS
- Este OII deverá ser cumprido no
terreno, utilizando dispositivos de
treinamento ou simuladores e in-
tegrado aos subsistemas de linha
de fogo, comunicações e direção
de tiro.
- Apresentados, ao militar, um alvo
identificado no terreno e forneci-
do ao mesmo um binóculo, uma
bússola, uma carta na escala 1:25
000 e as dimensões do alvo.
- O militar localizará o alvo por co-
ordenadas retangulares e opera-
rá o meio de comunicações para a
transmissão da mensagem.
- Conduzir uma missão de
tiro tipo ajustarei.
- A mensagem inicial deverá ser
preparada e transmitida, corre-
tamente, no prazo de 5 minutos.
- A ajustagem do tiro e a entrada
na eficácia deverão seguir as
normas em vigor.
- A transmissão das mensa-
gens subseqüentes deverá
ocorrer no prazo de 1 minuto
após o arrebentamentos.
Q-417
(OP)
- Identificar o tipo de missão de tiro
de acordo com a precisão da locali-
zação do alvo e a finalidade.
- Caracterizar, pelo aspecto dos ar-
rebentamentos, a granada explosiva
com espoleta percutente e tempo.
- Citar as regras práticas usadas na
observação.
- Identificar a terminologia utilizada na
ajustagem do tiro de artilharia.
- Citar as normas gerais de ajusta-
gem do tiro.
- Citar os elementos da mensagem
inicial e da mensagem subseqüente
na seqüência correta a com as abre-
viaturas regulamentares.
- Descrever os procedimentos para
a correção do tiro em alcance e em
direção.
- Citar as condições de entrar na efi-
cácia.
- Preparar mensagens
subseqüentes.
- O militar deverá analisar, cor-
retamente, as situações apre-
sentadas e preparar as respec-
tivas mensagens subseqüen-
tes na seqüência correta e com
as abreviaturas regulamenta-
res.
- As mensagens deverão ser
transmitidas de acordo com as
regras de exploração das comu-
nicações na artilharia.
Q-416
(HT)
- Apresentados, ao militar, 3 situa-
ções referentes aos arrebenta-
mentos das rajadas decorrentes
do OII anterior, sendo que a última
apresente uma das condições de
entrada na eficácia.
- Apresentados, ao militar, um alvo
identificado no terreno e forneci-
do ao mesmo um binóculo, uma
bússola, uma carta na escala 1:25
000 e as dimensões do alvo.
- O militar localizará o alvo por co-
ordenadas retangulares e opera-
rá o meio de comunicações para a
transmissão da mensagem.
- Preparar uma mensa-
gem inicial para uma mis-
são tipo ajustarei, com
granada explosiva e espo-
leta percutente, quadro
normal e pelo método de
rajada.
- Enviar a mensagem pre-
parada por um meio de co-
municações da rede de
tiro.
- A mensagem deverá ser pre-
parada com os elementos na
seqüência e precisão regula-
mentar e com as abreviaturas
corretas.
- A mensagem deverá ser trans-
mitida de acordo com as regras
de exploração das comunica-
ções na artilharia.
Q-415
(HT)
12. Ajustagem do tiro sobre zona
a. Os tipos de missões de tiro;
b. O aspecto dos arrebenta-
mentos ;
c. As regras práticas de ob-
servação;
d. As normas gerais de ajus-
tagem;
e. As abreviaturas utilizadas
nas mensagens de tiro;
f. Preparo da mensagem inici-
al;
g. As mensagens subseqüen-
tes;
h. A ajustagem do tiro e as
condições de entrada na eficá-
cia; e
i. As regras de exploração das
comunicações para a transmis-
são das mensagens de tiro.
TEMPO ESTIMADO DIURNO: 112 h26. TOPOGRAFIA DO ARTILHEIRO - ESPECÍFICA
129.00
OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO
SUGESTÕES PARA
TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS
INTERMEDIÁRIOS
- Apresentados, ao militar, as co-
ordenadas de um ponto A qual-
quer, a distância entre os pontos
A e B, o lançamento de A para B,
uma calculadora, a ficha topo, o
sítio de A para B, a altura do ins-
trumento em A e a altura do sinal
em B.
- Calcular as coordenadas
planas e altitude de um
ponto (B).
- Os resultados obtidos devem
ser idênticos aos resultados en-
contrados pelo instrutor.
Q-419
(AC)
III.LEVANTAMENTOTOPOGRÁ-
FICO NA ARTILHARIA
1. Finalidade do trabalho topográ-
fico na Artilharia.
2. Processos de levantamento
a. Determinação de pontos;
b. Determinação de direções;
c. Caminhamento de ângulos;
d. Transporte da orientação por
visadas simultâneas;
e. Nivelamento por inspeção na
carta;
f. Nivelamento barométrico; e
g. Nivelamento trigonométrico.
3. Cálculo de lançamentos e dis-
tâncias
a. Círculos e quadrantes topo-
gráficos;
b. Diferença entre as coorde-
nadas dos pontos considerados
(dE e dN); e
c. Cálculos pelas coordenadas
planas, utilizando as calculado-
ras eletrônicas e a ficha topo.
4. Radiamento
a. Finalidade; e
b. Cálculo das coordenadas de
um ponto partindo de outro co-
nhecido, utilizando as calculado-
ras eletrônicas e a ficha topo.
- Calcular as coordenadas de um pon-
to partindo de outro conhecido.
- Citar a finalidade do levantamento
topográfico na artilharia.
- Descrever o procedimento na rea-
lização de um caminhamento de ân-
gulos.
- Determinar a diferença entre as co-
ordenadas de dois pontos.
- Calcular a distância e o lançamento
entre dois pontos.
- Calcular a diferença en-
tre as coordenadas do
ponto B em relação ao
ponto A.
- Determinar o quadrante
topográfico em que se en-
contra o ponto B.
- Apresentados, ao militar, coor-
denadas dos pontos A e B.
- O resultado obtido pelo militar
deverá ser idêntico ao do
instrutor.
Q-418
(AC)
5. Caminhamento
a. Finalidade;
b. Descrição;
c. Tipos;
d. Precisão de um caminhamen-
to;
e. Prescrições a observar de
acordo com a precisão desejada;
f. Dados iniciais; e
g. Cálculo com a ficha e calcu-
ladora.
- Apresentados, ao militar, as co-
ordenadas e a altitude de um pon-
to A, uma direção de referência,
os ângulos horizontais e verticais
em cada vértice (no mínimo três
vértices), as distâncias entre os
vértices, a altura do instrumento
e do sinal de cada vértice, a ficha
topo e uma calculadora.
- Calcular as coordenadas
planas de um ponto.
- O militar deverá encontrar re-
sultados iguais aos obtidos pelo
instrutor.
Q-420
(AC)
- Calcular as coordenadas e a altitu-
de de um ponto por caminhamento.
TEMPO ESTIMADO DIURNO: 112 h26. TOPOGRAFIA DO ARTILHEIRO - ESPECÍFICA
130.00
OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO
SUGESTÕES PARA
TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS
INTERMEDIÁRIOS
- Apresentados, ao militar, as co-
ordenadas planas e as altitudes
de uma base AB, os ângulos inter-
nos medidos em A, B, os ângulos
verticais de A para P e de B para P,
a altura do instrumento em A, a
ficha Topo e uma calculadora.
- Calcular o ângulo inter-
no no vértice P.
- Calcular as coordenadas
planas e altitude de um
ponto (P).
- O militar deverá encontrar resulta-
dos iguais aos obtidos pelo instrutor.
Q-422
(AC)
7. Interseção Avante
a. Finalidade;
b. Descrição;
c. Prescrições a observar de
acordo com a precisão desejada;
d. Valores angulares
admissíveis; e
e. Cálculo das coordenadas
planas e altitude de um ponto por
interseção avante com
calculadora.
- Calcular as coordenadas planas e
altitude de um ponto por interseção
avante.
- Calcular as coordenadas
planas e a altitude de um
ponto (P).
- O militar deverá encontrar re-
sultados iguais aos obtidos pelo
instrutor.
Q-421
(AC)
- Apresentados, ao militar, as co-
ordenadas planas e as altitudes
de uma base AB, os ângulos inter-
nos medidos em A, B e P, os ângu-
los verticais de A para P e de B
para P, a altura do sinal em P, as
fichas Topo e uma calculadora.
6. Triangulação
a. Finalidade;
b. Descrição;
c. Prescrições a observar de
acordo com a precisão desejada;
d. Valores angulares
admissíveis;
e. Erro de fechamento máximo
na soma dos ângulos internos e
a compensação desses ângulos;
e
f. Cálculo das coordenadas
planas e a altitude de um ponto,
por triangulação, com a
calculadora e a ficha topo.
- Citar a finalidade da triangulação.
- Descrever o trabalho de campo ne-
cessário à realização de uma trian-
gulação.
- Apresentados, ao militar:
- as coordenadas e altitudes,
numa trama convencional, dos
pontos A e B;
- as coordenadas e altitude do pon-
to A, na trama geral;
- uma direção de referência do
ponto A para um ponto C, na tra-
ma convencional;
- a direção de referência do ponto
A para o ponto C, na trama geral;
- as fichas topo apropriadas; e
- uma calculadora eletrônica.
- Calcular as coordenadas
planas e a altitude de um
ponto B, na trama geral.
- O militar deverá encontrar re-
sultados iguais aos obtidos pelo
instrutor.
Q-423
(AC)
- Calcular, na trama geral, as coor-
denadas de um ponto dado numa tra-
ma convencional.
8. Mudança de Trama
a. Finalidade;
b. Translação de eixos;
c. Rotação e translação de
eixos;
d. Cálculo da mudança de
trama utilizando a ficha topo e a
calculadora.
TEMPO ESTIMADO DIURNO: 112 h26. TOPOGRAFIA DO ARTILHEIRO - ESPECÍFICA
131.00
OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO
SUGESTÕES PARA
TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS
INTERMEDIÁRIOS
TEMPO ESTIMADO DIURNO: 80 h27. TRABALHOS NA UNIDADE DE TIRO (UT) - AAe
- Apresentado, ao militar, um con-
junto de imagens de aviões bra-
sileiros ou não e uma relação com
suas principais características.
- Reconhecer os diversos
tipos de aeronaves e ci-
tar suas principais carac-
terísticas.
- Identificar a aeronave como
brasileira ou não;
- Citar sua nomenclatura geral;
e
- Citar 3 de suas características
principais.
Q-401
(AC)
- Citar os processos de identifica-
ção de aeronaves.
- Citar os meios de identificação de
aeronaves.
- Citar e identificar os tipo de aero-
naves existentes no Brasil e nos
países sul-americanos.
- Citar a nomenclatura geral dos di-
versos tipos de aeronaves.
1. Alvos Aéreos
a. Processos e meios de iden-
tificação de aeronaves:
- visual, olho nu, com ins-
trumentos óticos, audição e mei-
os eletrônicos.
b. Aeronaves existentes no
Brasil e nos países Sul-ameri-
canos:
- tipos (caça, ataque, bom-
bardeio, transporte, observação
e ligação, helicópteros etc); e
- principais características
(forma, velocidade, altura de
vôo, insígnias, ruídos e nomen-
clatura geral).
- Apresentados, ao militar, um con-
junto de imagens com diferentes
formações.
- Identificar as formações
de aeronaves.
- O militar deverá identificar, cor-
retamente, todas as formações.
Q-402
(AC)
- Identificar os diversos tipos de for-
mações de aeronaves.
- Citar os tipos de ataques aéreos.
- Citar as características de cada tipo
de ataque.
c. Noções sobre ataques aéreos
- Formações de aeronaves e
tipos de ataques; e
- Modo de atuação e caracte-
rísticas.
132.00
OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO
SUGESTÕES PARA
TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS
INTERMEDIÁRIOS
TEMPO ESTIMADO DIURNO: 80 h27. TRABALHOS NA UNIDADE DE TIRO (UT) - AAe
- Citar e definir os termos usuais pe-
culiares à pontaria.
- Distinguir referência de pontaria.
- Distinguir ponto de referência de
ponto de pontaria.
- Citar a finalidade do ponto de refe-
rência auxiliar.
- Apresentado, ao militar, um exer-
cício no qual aparecem os termos
usuais numa coluna e suas defini-
ções noutra coluna.
- As definições não devem apare-
cer na mesma ordem dos termos.
- Poderão haver definições que
não correspondam aos termos
enumerados.
- Relacionar os termos
usuais empregados na
pontaria do Mat AAe com
a sua definição .
- O militar deverá relacionar, cor-
retamente, todos os termos
apresentados com sua defini-
ção.
Q-403
(AC)
- Apresentado, ao militar, uma peça
com o aparelho de pontaria
desajustado, o material necessá-
rio à verificação e ajustagem e um
ponto no terreno, afastado de 2000
m.
- O instrutor escolherá aleatoria-
mente os militares, para que, in-
dividualmente, realizem a tarefa.
- Verificar e ajustar o apa-
relho de pontaria.
- O militar deverá realizar a veri-
ficação e a ajustagem do apare-
lho de pontaria na seqüência
correta e de modo preciso.
- O instrutor verificará as opera-
ções à medida que forem sen-
do realizadas, a fim de poder
verificar a precisão da ajusta-
gem.
Q-404
(AC)
- Citar a finalidade dos processos de
verificação dos aparelhos de ponta-
ria.
- Realizar a verificação do aparelho
de pontaria.
- Ajustar os aparelhos de pontaria.
3. Verificação e ajustagem do
aparelho de pontaria
a. Processos de verificação e
ajustagem do aparelho de
pontaria;
b. Finalidade; e
c. Seqüência das operações.
133.00
OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO
SUGESTÕES PARA
TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS
INTERMEDIÁRIOS
- Cada um dos militares inte-
grantes da Gu Pç deverá execu-
tar suas atribuições correta-
mente, demonstrando os co-
nhecimentos e as habilidades
técnicas necessárias ao exercí-
cio do cargo.
- Este OII deverá ser cumprido em
conjunto por todos os integrantes
da Gu Pç no desempenho de suas
respectivas funções.
Q-405
(TE)
4. Cobrir e descobrir o canhão
em posição de tiro.
5. Exercício de tiro:
a. Antiaéreo (através do EDT
e do aparelho de pontaria);
b. Tiro de emergência (em
posição e sobre rodas); e
c. Em missão de tiro de
superfície.
- Cobrir e descobrir o canhão em
posição de tiro.
- Realizar acompanhamento de
aeronaves.
- Executar os tiros de emergência e
de superfície.
Can AAe 35mm
- Praticar os procedimen-
tos necessários à execu-
ção do tiro antiaéreo, do
tiro de emergência e do
tiro de superfície.
(Para a guarnição dotada
do material)
Q-407
(TE)
Can AAe 40mm C 60 e
C 70
- Executar o serviço da
peça em ação.
(Para a guarnição dotada
do material)
- Cada um dos militares inte-
grantes da Gu Pç deverá execu-
tar suas atribuições na seqüên-
cia correta para engajamento de
alvos aéreos e terrestres.
Q-406
(TE)
- Apresentados, ao militar, um
canhão e munição de manejo.
- Este OII deverá ser cumprido em
conjunto por todos os integrantes
da Gu Pç.
6. Trabalho da seção
a. Verificações e ajustagem do
corretor; e
b. Orientação da peça e do
corretor.
7. Serviço da peça em ação
a. Exame do material e início
do tiro (alerta avião - guarnecer);
b. Carregamento, disparo, re-
municiamento, descarregamento
e cessar fogo; e
c. Cessar acompanhamento,
mudança de alvo, incidentes de
tiro, trocar tubo, verificação do
nivelamento, em vigilância, re-
pousar e tiro de barragem.
- Citar a finalidade dos processos de
verificação do corretor.
- Descrever a seqüência de opera-
ções necessárias para verificação
e ajustagem do corretor.
- Verificar e ajustar o corretor.
- Descrever a seqüência de opera-
ções necessárias para a operação
da peça e do corretor.
- Alimentar, carregar e disparar a
arma.
- Realizar o acompanhamento e a
mudança de alvos.
- Verificar o nivelamento da peça.
- Realizar as trocas de tubo.
Can AAe 40mm C 60 e
C 70
- Realizar o acompanha-
mento para o tiro antiaé-
reo e de superfície.
(Para a guarnição de OM
dotada do material)
TEMPO ESTIMADO DIURNO: 80 h27. TRABALHOS NA UNIDADE DE TIRO (UT) - AAe
134.00
OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO
SUGESTÕES PARA
TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS
INTERMEDIÁRIOS
TEMPO ESTIMADO DIURNO: 80 h28. TRABALHOS NA UNIDADE DE TIRO (UT) - LMF
- Apresentadas uma LMU e uma
UCF.
- Este OII deverá ser cumprido em
conjunto por todos os integrantes
da Gu LMU.
- Acionar a UT nas posi-
ções de Espera e de Tiro.
- Cada um dos militares inte-
grantes da AV-LMU deverá, de
acordo com suas respectivas
funções, executar, corretamen-
te, os procedimentos relativos
a seus cargos.
Q-403
(HT)
5. Acionamento da UT.
- Definir Posição de Espera e Posi-
ção de Tiro.
- Enumerar os procedimentos de cada
um dos integrantes da Gu LMU na
Pos Espera e na Pos Tiro.
- Citar os procedimentos adotados
pela UCF e pela AV - RMD nas Pos
Espera e de Tiro.
- Ocupar a posição na guar-
nição.
- Cada militar deverá ocupar em
forma o lugar correspondente à
função que lhe foi designada.
Q-402
(OP)
- Será disposta no terreno uma AV-
LMU. O instrutor deverá atribuir a
cada um dos militares uma fun-
ção inicial.
- Em seguida, dará a série de co-
mandos relativos às formações
de guarnição.
1.Composição da guarnição da
LMU em pessoal e material.
2. Disposição dos equipamentos
e acessórios do material LMF.
- Dispor os equipamentos e acessó-
rios corretamente.
- Apresentada a guarnição da LMU.
- Citar a graduação e a fun-
ção de cada um dos com-
ponentes da guarnição.
- Identificar os integrantes da
LMU, com 100% de acerto.
Q-401
(AC)
3. Formação da guarnição para
os comandos de
a. Formar guarnição (à frente,
à retaguarda, à direita ou à
esquerda da LMU); e
b. Guarnecer.
4. Ações da guarnição corres-
pondente aos comandos de
a. Enumerar postos; e
b. Designar funções.
- Tomar a posição na formação co-
mandada, de acordo com cada uma
das funções que o servente pode
desempenhar em uma peça.
135.00
OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO
SUGESTÕES PARA
TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS
INTERMEDIÁRIOS
TEMPO ESTIMADO DIURNO: 80 h28. TRABALHOS NA UNIDADE DE TIRO (UT) - LMF
- Será disposta a LF em zona de
reunião.
- O CLF e os CP executarão e coor-
denarão os trabalhos da LF.
- Realizar a prática do REOP
de SU.
- As guarnições deve executar,
corretamente, os procedimen-
tos na ocupação das posições
Q-406
(HT)
8. Montagem do Subsistema LF
a) REOP (Pos Espa e Tir)
b) Cumprimento de missões de
tiro em diferentes posições.
- Ocupar, camuflar e organizar as
posições.
- Praticar processos de portaria
(Ótica e Eletrônica).
- Praticar o remuniciamento.
- Executar mudanças de posição.
- Realizar as atividades
para a ocupação da Posi-
ção de Tiro
Q-405
(OP)
6. Ocupação da Pos Espc
a) Escolha da Pos.
b) Trabalhos preparatórios
para o tiro.
c) Atividades de remunicia-
mento (8h).
- Delimitar Pos Espa.
- Enumerar os procedimentos de
cada um dos integrantes da Guarni-
ção da LMU e RMD.
- Citar os procedimentos adotados
pela UCF.
- Será disposta a LF no terreno
- O CLF e os Chefe de Peça darão
as ordens relativas aos trabalhos.
- Realizar as atividades
para a ocupação da Posi-
ção
- Os integrantes das guarnições
deverão executar, corretamen-
te, os procedimentos relativos
a seus cargos.
Q-404
(AC)
- Será disposta a LF no terreno
- O CLF e os Chefe de Peça darão
as ordens relativas aos trabalhos.
- Os integrantes das guarnições
deverão executar, corretamen-
te, os procedimentos relativos
a seus cargos.
- Delimitar Pos Tir.
- Descrever o acionamento da LT.
- Enumerar os procedimentos da
guarnição da LMU nas fases da
ocupação da posição.
- Citar os procedimentos adotados
pela UCF.
7. Ocupação da Pos Tir
a) Rec e escolha de Pos
b) Ocupação com trabalhos
preparatórios
c) Ocupação sem trabalhos
preparatórios
d) Ocupação Pos noturna
e) Pontaria
f) Tiros simulados
g) Saída de posição
- Este OII deverá ser cumprido ao
final da IIQ com a LF integrada aos
subsistemas direção de tiro, to-
pografia, observação e comunica-
ções e dentro do contexto de exer-
cício de prática coletiva fora de si-
tuação.
- A LF será formada com todo o
material necessário e cumprirá,
pelo menos, 10 missões de tiro
simuladas.
- Sempre que possível deverá ser
utilizado simuladores.
- Realizar missões de tiro
simuladas.
- Os militares deverão realizar,
corretamente, todas as ações
referentes às suas respectivas
funções, de modo a permitir que
a LF realize cada missão de tiro
simulado em um tempo seme-
lhante ao tempo previsto para a
execução do tiro real.
Q-407
(TE)
- Ocupar, camuflar e organizar a po-
sição.
- Praticar os processos de pontaria
inicial (diurna e noturna).
- Realizar mudanças na pontaria.
- Registrar correções especiais nos
elementos de tiro.
- Praticar o preparo da munição.
9. Pratica de Missões de Tiro Si-
mulados
- Execução de tiros simulados
abrangendo: REOP, pontaria
inicial, preparo da posição e
cumprimento de missões de tiro
em diferentes posições.
136.00
OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO
SUGESTÕES PARA
TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS
INTERMEDIÁRIOS
29. TRABALHOS NA LINHA DE FOGO - MÍSSEIS TEMPO ESTIMADO DIURNO: 80 h
- Apresentado, ao militar, o Treina-
dor de Acompanhamento, estan-
do o alvo simulado montando so-
bre uma viatura deslocando-se em
rota de ataque.
- O militar deverá estar posiciona-
do sobre a viatura parada.
- Deverão ser realizados dois dis-
paros durante o dia e dois dispa-
ros ao crepúsculo.
- Realizar o tiro simulado
contra alvo em rota de ata-
que a partir de viatura pa-
rada.
- O militar deverá realizar,
corretamente, as condutas, ini-
cialmente para o lançamento de
um míssil e, a seguir, para o lan-
çamento de dois mísseis su-
cessivos.
Q-402
(HT)
1. Tiro simulado contra aero-
nave em rota de ataque, a partir
de:
- posição no terreno;
- viatura parada; e
- viatura em movimento
- Realizar o acompanhamento do alvo
simulado em rota de ataque, a partir
de posição no terreno e em Vtr, es-
tando esta parada ou em movimento.
- Adquirir noções práticas sobre as
condições do tiro e realizar todas as
operações relativas ao lançamento
do míssil, nas diversas situações.
- Apresentado, ao militar, o Treina-
dor de Acompanhamento, estan-
do o alvo simulado montado sobre
uma viatura deslocando-se em rota
de ataque.
- O militar deverá estar posicionado
sobre o terreno.
- Deverão ser realizados dois
disparos durante o dia e dois
disparos ao crepúsculo.
- Realizar o tiro simulado
contra alvo em rota de ata-
que a partir de posição no
terreno.
- O militar deverá realizar,
corretamente, as condutas, ini-
cialmente para o lançamento de
um míssil e, a seguir, para o lan-
çamento de dois mísseis su-
cessivos.
Q-401
(HT)
- Apresentado, ao militar, o Treina-
dor de Acompanhamento, estan-
do o alvo simulado montando so-
bre uma viatura deslocando-se em
rota de ataque.
- O militar deverá estar posicionado
sobre a viatura em movimento.
- É indiferente que o sentido de
deslocamento da Vtr UT seja idên-
tico ao da Vtr - alvo.
- Deverão ser realizados dois
disparos durante o dia e dois
disparos ao crepúsculo.
- Realizar o tiro simulado
contra alvo em rota de ata-
que a partir de viatura em
movimento.
- O militar deverá realizar,
corretamente, as condutas, ini-
cialmente para o lançamento de
um míssil e, a seguir, para o lan-
çamento de dois mísseis su-
cessivos.
Q-403
(HT)
137.00
OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO
SUGESTÕES PARA
TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS
INTERMEDIÁRIOS
29. TRABALHOS NA LINHA DE FOGO - MÍSSEIS TEMPO ESTIMADO DIURNO: 80 h
- Apresentado, ao militar, o Trei-
nador de Acompanhamento, es-
tando o alvo simulado montado
sobre uma viatura deslocando-se
em rota de perseguição.
- O militar deverá estar
posicionado sobre a viatura para-
da.
- Deverão ser realizados dois dis-
paros durante o dia e dois
disparos ao crepúsculo.
- Realizar o tiro simulado
contra alvo em rota de
perseguição, a partir de
viatura parada.
- O militar deverá realizar,
corretamente, as condutas, ini-
cialmente para o lançamento de
um míssil e a seguir para o lan-
çamento de dois mísseis su-
cessivos
Q-405
(HT)
2. Tiro simulado contra
aeronave em rota de
perseguição, a partir de:
- posição no terreno;
- viatura parada; e
- viatura em movimento;
- Realizar o acompanhamento do alvo
simulado em rota de perseguição, a
partir de posição no terreno e em Vtr,
estando esta parada ou em movimen-
to.
- Adquirir noções práticas sobre as
condições do tiro e realizar todas as
operações relativas ao lançamento
do míssil, nas diversas situações.
- Apresentado, ao militar, o Trei-
nador de Acompanhamento, es-
tando o alvo simulado montando
sobre uma viatura deslocando-se
em rota de perseguição.
- O militar deverá estar
posicionado sobre o terreno.
- Deverão ser realizados dois dis-
paros durante o dia e dois
disparos ao crepúsculo.
- Realizar o tiro simulado
contra alvo em rota de
perseguição, a partir de
posição no terreno.
- O militar deverá realizar,
corretamente, as condutas, ini-
cialmente para o lançamento de
um míssil e a seguir para o lan-
çamento de dois mísseis su-
cessivos.
Q-404
(HT)
- Apresentado, ao militar, o Trei-
nador de Acompanhamento, es-
tando o alvo simulado montando
sobre viatura deslocando-se em
rota de perseguição.
- O militar deverá estar posiciona-
do sobre a viatura em movimen-
to.
- É indiferente que o sentido de
deslocamento da Vtr UT seja idên-
tico ao da Vtr - alvo.
- Deverão ser realizados dois dis-
paros durante o dia e dois dispa-
ros ao crepúsculo.
- Realizar o tiro simulado
contra alvo em rota de
perseguição, a partir de
viatura em movimento.
- O militar deverá realizar,
corretamente, as condutas, ini-
cialmente para o lançamento de
um míssil e a seguir para o lan-
çamento de dois mísseis su-
cessivos.
Q-406
(HT
138.00
OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO
SUGESTÕES PARA
TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS
INTERMEDIÁRIOS
29. TRABALHOS NA LINHA DE FOGO - MÍSSEIS TEMPO ESTIMADO DIURNO: 80 h
- Apresentado, ao militar, o Trei-
nador de Tiro Reduzido, estando
o alvo simulado montado em uma
posição estacionária.
- O militar deverá estar posiciona-
do sobre uma viatura, parada.
- Deverão ser realizados dois dis-
paros durante o dia e dois dispa-
ros ao crepúsculo.
- Realizar o tiro reduzido
contra alvo em vôo esta-
cionário, a partir de viatu-
ra parada.
- O militar deverá realizar os dis-
paros corretamente.
Q-408
(TE)
3. Realização do tiro reduzido
a. Tiro reduzido contra heli-
cóptero em vôo estacionário, a
partir de:
- posição no terreno;
- viatura parada; e
- viatura em movimento.
- Realizar o tiro reduzido contra o alvo
simulado estacionário, a partir de po-
sição no terreno e em Vtr, estando
esta parada e em movimento.
- Realizar todas as operações relati-
vas ao lançamento do míssil, na situ-
ação considerada.
- Apresentado, ao militar, o Treina-
dor de Tiro Reduzido, estando o
alvo simulado montado em uma
posição estacionária.
- O militar deverá estar
posicionado sobre o terreno.
- Deverão ser realizados dois dis-
paros durante o dia e dois
disparos ao crepúsculo.
- Realizar o tiro reduzido
contra alvo em vôo esta-
cionário, a partir de posi-
ção no terreno.
- O militar deverá realizar os
disparos corretamente.
Q-407
(TE)
- Apresentado, ao militar, o Trei-
nador de Tiro Reduzido, estando
o alvo simulado em uma posição
estacionária.
- O militar deverá estar
posicionado sobre uma viatura,
em movimento.
- Deverão ser realizados dois dis-
paros durante o dia e dois
disparos ao crepúsculo.
- Realizar o tiro reduzido
contra alvo em vôo esta-
cionário, a partir de viatu-
ra em movimento.
- O militar deverá realizar os
disparos corretamente.
Q-409
(TE)
139.00
OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO
SUGESTÕES PARA
TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS
INTERMEDIÁRIOS
29. TRABALHOS NA LINHA DE FOGO - MÍSSEIS TEMPO ESTIMADO DIURNO: 80 h
- Apresentado, ao militar, o Treina-
dor de Tiro Reduzido, estando o
alvo simulado montando sobre
uma viatura deslocando-se em
rota de ataque.
- O militar deverá estar posiciona-
do sobre uma viatura parada.
- Deverão ser realizados dois dis-
paros durante o dia e dois dispa-
ros ao crepúsculo.
- Realizar o tiro reduzido
contra alvo em rota de ata-
que, a partir de viatura pa-
rada.
- O militar deverá realizar os dis-
paros corretamente.
Q-411
(TE)
b. Tiro reduzido contra aero-
nave em rota de ataque, a partir
de:
- posição no terreno;
- viatura parada; e
- viatura em movimento.
- Realizar o tiro reduzido contra o
alvo simulado em rota de ataque, a
partir de posição no terreno e em
Vtr, estando esta parada e em movi-
mento.
- Realizar todas as operações relati-
vas ao lançamento do míssil, na situ-
ação considerada.
- Apresentado, ao militar, o Trei-
nador de Tiro Reduzido, estando
o alvo simulado montado sobre
uma viatura deslocando-se em
rota de ataque.
- O militar deverá estar posiciona-
do sobre o terreno.
- Deverão ser realizados dois dis-
paros durante o dia e dois dispa-
ros ao crepúsculo.
- Realizar o tiro reduzido
contra alvo em rota de ata-
que, a partir de posição no
terreno.
- O militar deverá realizar os dis-
paros corretamente.Q-410
(TE)
Realizar o tiro reduzido
contra alvo em rota de ata-
que, a partir de viatura em
movimento.
- O militar deverá realizar os dis-
paros corretamente.
Q-412
(TE)
- Apresentado, ao militar, o Treina-
dor de Tiro Reduzido, estando o
alvo simulado montando sobre
uma viatura deslocando-se em
rota de ataque.
- O militar deverá estar posiciona-
do sobre uma viatura em movi-
mento.
- É indiferente que o sentido de
deslocamento da Vtr UT seja idên-
tico ao da Vtr - alvo.
- Deverão ser realizados dois dis-
paros durante o dia e dois dispa-
ros ao crepúsculo.
140.00
OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO
SUGESTÕES PARA
TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS
INTERMEDIÁRIOS
TEMPO ESTIMADO DIURNO: 80 h30. TRABALHOS NA LINHA DE FOGO - OBUSEIROS
- O militar deverá responder,
corretamente, aos comandos e
realizar os procedimentos para
finalização da pontaria em
direção e a referência da peça.
- Apresentada ao militar:
- uma peça já apontada; e
- o material necessário à pontaria
da peça.
- o instrutor emitirá o comando
para que a pontaria seja iniciada.
Q-403
(OP/CH)
3. Pontaria recíproca por meio de
uma peça já apontada
a. Comandos para o início da
pontaria;
b. Comandos entre as peças;
c. Procedimentos; e
d. Referência.
- Realizar a pontaria recíproca da
peça por meio de uma peça já apon-
tada.
- Realizar a pontaria recí-
proca da peça por meio de
um GB.
- O militar deverá responder,
corretamente, aos comandos e
realizar os procedimentos ne-
cessários à pontaria em direção
e à referência da peça.
Q-402
(OP/CH)
- Apresentada, ao militar, uma peça
e o material necessário à pontaria
recíproca.
- O instrutor emitirá os comandos
necessários à realização de uma
pontaria recíproca.
- Citar e definir os termos usuais pe-
culiares à pontaria.
- Distinguir referência de pontaria.
- Distinguir ponto de referência de
ponto de pontaria.
- Citar a finalidade do ponto de refe-
rência auxiliar.
- Apresentado, ao militar, um exer-
cício no qual aparecem os termos
usuais numa coluna e suas defini-
ções noutra coluna.
- As definições não devem apare-
cer na mesma ordem dos termos.
- Poderão haver definições que
não correspondam aos termos
enumerados.
- Relacionar os termos
usuais empregados na
pontaria com a sua defini-
ção .
- O militar deverá relacionar, cor-
retamente, todos os termos
apresentados com sua defini-
ção.
Q-401
(AC)
2. Pontaria recíproca
a. Comandos; e
b. Referência.
- Descrever os procedimentos relati-
vos à pontaria recíproca.
- Realizar a pontaria recíproca da
peça por meio de um GB.
- Realizar a pontaria recí-
proca da peça por meio de
uma peça já apontada.
I. PONTARIA DA PEÇA
1. Termos usuais e definições:
- centro de bateria, peça dire-
triz, ponto de vigilância, direções
de vigilância e referência, esta-
ção de orientação, pontos de
pontaria e referência, linha de
visada, deriva de vigilância, apon-
tar a peça e referir a pontaria.
141.00
OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO
SUGESTÕES PARA
TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS
INTERMEDIÁRIOS
4. Pontos de referência auxilia-
res (pontos afastados e próxi-
mos)
a. Finalidade;
b. Comandos para a referên-
cia; e
c. Emprego do ponto de refe-
rência afastado (mais de 1500m),
ou próximo (mais de 300m, para
o material L 118 AR), na impossi-
bilidade de utilização das balizas
(ou prisma de pontaria, para o
material L 118 AR ou colimador
para o material M 108/M109 AP),
ou ponto de referência inicial.
- Citar a finalidade do ponto de refe-
rência (ponto afastado ou próximo)
auxiliar.
- Enunciar o comando para referên-
cia num ponto auxiliar.
- Referir num ponto auxiliar.
- Apresentados, ao militar, uma
peça já apontada.
- O instrutor emitirá o comando
para a referência num ponto pre-
viamente escolhido.
- Referir num ponto auxili-
ar.
- O militar deverá referir, corre-
tamente, sobre o ponto indica-
do e anunciar de modo correto,
a referência encontrada.
Q-404
(OP/CH)
5. Pontaria à noite
a. Peculiaridades
- Cuidados; e
- Disciplina de luzes e ruí-
dos.
b. Material empregado
- Na pontaria;
- Nas Comunicações;
- Utilização do colimador (M
108/M109 AP); e
- Utilização do Prisma de
pontaria (L 118 AR).
c. Procedimentos
- Pontaria recíproca por meio
de um GB; e
- Pontaria recíproca por meio
de uma peça já apontada.
- Citar os principais cuidados a se-
rem observados durante a pontaria
noturna.
- Instalar o circuito telefônico neces-
sário para a pontaria noturna.
- Instalar o Colimador (M 108/M109
AP).
- Instalar o Prisma de pontaria.(L 118
AR).
- O militar deverá executar, cor-
retamente, todas as ações re-
ferentes a sua função, durante
a pontaria noturna, utilizando
corretamente as comunicações
e observando a disciplina de lu-
zes e ruídos.
- O militar deverá estar em con-
dição de instalar o colimador (M
108/M109 AP) ou Prisma de Pon-
taria (L 118 AR).
- Durante a noite, em situação de
escurecimento, serão apresenta-
dos ao militar uma peça já aponta-
da, o material necessário à ponta-
ria noturna e os meios de comu-
nicações fio.
Q-406
(OP/CH)
- Realizar a pontaria da
peça à noite, pelo proces-
so da pontaria recíproca
por meio de um GB.
- O militar deverá executar cor-
retamente, todas as ações re-
ferentes a sua função, durante
a pontaria noturna, utilizando
corretamente as comunicações
e observando a disciplina de lu-
zes e ruídos.
- O militar deverá estar em con-
dição de instalar o colimador (M
108/M109 AP) ou Prisma de Pon-
taria (L 118 AR).
Q-405
(OP/CH)
- Durante a noite, em situação de
escurecimento, serão apresenta-
dos ao militar uma peça, o materi-
al necessário à pontaria noturna e
os meios de comunicações fio.
- Realizar a pontaria da
peça à noite, pelo proces-
so da pontaria recíproca
por meio de uma peça já
apontada.
TEMPO ESTIMADO DIURNO: 80 h30. TRABALHOS NA LINHA DE FOGO - OBUSEIROS
142.00
OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO
SUGESTÕES PARA
TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS
INTERMEDIÁRIOS
TEMPO ESTIMADO DIURNO: 80 h30. TRABALHOS NA LINHA DE FOGO - OBUSEIROS
- Uma peça com a pontaria inicial
concluída será guarnecida pelos
militares.
- O instrutor emitirá os comandos
necessários para que:
- seja efetuado o registro no índi-
ce móvel (para o caso das lunetas
panorâmicas da série M 12);
- as balizas sejam replantadas; e
- que haja o conteiramento da peça
(quando for o caso de material AR)
com o replante das balizas.
- Realizar a mudança de di-
reção na pontaria da peça.
- Os militares deverão executar,
corretamente, todas as ações
referentes as suas funções du-
rante a mudança de pontaria.
- As operações a serem realiza-
das pelos militares terão um
tempo máximo de:
- 30 (trinta) segundos para a uti-
lização do índice móvel (caso
das lunetas panorâmicas da sé-
rie M 12);
- 1 (um) minuto e 30 (trinta) se-
gundos para replantar as balizas
(Variação < que 50“‘); e
- 3 (três) minutos para o contei-
ramento da peça com replante
das balizas (Variação > que 50“‘).
Q-408
(OP/HT)
6. Pontaria 6400 (apenas para o
material 105 mm, exceto o L 118)
a. Características;
b.. Comandos; e
c. Preparo da posição.
- Identificar os comandos necessári-
os à pontaria da peça em 6400.
- Preparar uma posição para o tiro
em 6400.
- Conhecer os processos de amar-
ração da pontaria.
- Observar as medidas passivas e
ativas de defesa da peça.
- Apontar a peça numa po-
sição de tiro 6400 e parti-
cipar das operações para
a execução de missões de
tiro simuladas (apenas
para o material 105 AR
exceto o L 118).
- Este OII deverá ser cumprido em
conjunto por todos os integrantes
da peça.
- Apresentados, ao militar, uma
peça em posição e o material ne-
cessário ao preparo da posição.
- O instrutor dará os comandos de
tiro para o cumprimento de 5 mis-
sões de tiro simuladas.
- O militar deverá realizar, corre-
tamente, todas as ações refe-
rentes a sua função no tocante:
- ao preparo da posição para o
tiro em 6400;
- a pontaria da peça de acordo
com os comandos recebidos e
executar o tiro;
- a adoção das medidas de defe-
sa da peça; e
- O “ pronto de peça” durante o
cumprimento das missões de
tiro deve ser dado, no máximo,
em 1 minuto e 30 segundos.
- Descrever a finalidade da mudança
de direção.
- Identificar os processos disponíveis
para a mudança de direção.
- Identificar comandos de mudança
de direção na pontaria da peça.
- Realizar as ações corresponden-
tes ao comando para mudança de
direção.
7. Mudança de direção na pon-
taria
a. Comandos relativos à
mudança de direção na pontaria
da peça; e
b. Ações a realizar pelos
serventes.
Q-407
(OP/HT)
143.00
OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO
SUGESTÕES PARA
TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS
INTERMEDIÁRIOS
TEMPO ESTIMADO DIURNO: 80 h30. TRABALHOS NA LINHA DE FOGO - OBUSEIROS
- Apresentados, ao militar, uma
peça com o aparelho de pontaria
desajustado, o material necessá-
rio à verificação e ajustagem e um
ponto no terreno, afastado de 2000
m.
- O instrutor escolherá aleatoria-
mente os militares, para que, in-
dividualmente, realizem a tarefa.
- Verificar e ajustar o apa-
relho de pontaria.
- O militar deverá realizar a veri-
ficação e a ajustagem do apare-
lho de pontaria na seqüência
correta e de modo preciso.
- O instrutor verificará as opera-
ções à medida que forem sen-
do realizadas, a fim de poder
verificar a precisão da ajusta-
gem.
Q-409
(AC)
- Citar a finalidade dos processos de
verificação dos aparelhos de ponta-
ria.
- Realizar a verificação do aparelho
de pontaria.
- Ajustar os aparelhos de pontaria.
8. Verificação e ajustagem do
aparelho de pontaria
a. Processos de verificação e
ajustagem do aparelho de
pontaria
b. Finalidade; e
c. Seqüência das operações.
144.00
OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO
SUGESTÕES PARA
TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS
INTERMEDIÁRIOS
TEMPO ESTIMADO DIURNO: 80 h30. TRABALHOS NA LINHA DE FOGO - OBUSEIROS
- O militar deverá realizar, corre-
tamente, todos os procedimen-
tos na pontaria utilizando
correções especiais.
- Apresentada, ao militar, uma peça
com a pontaria recíproca concluí-
da.
- O instrutor emitirá uma série de
5 (cinco) comandos que conte-
nham correções especiais.
Q-412
(AC)
- Conservar a pontaria
com as balizas desalinha-
das.
- Realinhar as balizas.
- O militar deverá realizar, corre-
tamente, as operações neces-
sárias à conservação da ponta-
ria e o realinhamento das bali-
zas.
Q-411
(AC)
- Apresentada, ao militar, uma peça
apontada, mas com as balizas de-
salinhadas.
- O instrutor determinará que seja
feita a conservação da pontaria.
- Após a verificação da conserva-
ção da pontaria, o instrutor deter-
minará que seja feita o realinha-
mento das balizas.
4. Desalinhamento das balizas
a. Causas;
b. Conservação da pontaria;
e
c. Procedimentos para o
realinhamento das balizas.
- Citar as causas que acarretam o
desalinhamento das balizas.
- Descrever os procedimentos para
a conservação da pontaria com as
balizas desalinhadas e para o reali-
nhamento das mesmas.
- Apresentada uma peça, guarne-
cida por militares, com a pontaria
inicial concluída e a munição de
manejo disposta na posição.
- O instrutor dará comandos para
5 (cinco) missões de tiro.
- Após o “pronto” da peça em cada
missão o instrutor fará uma veri-
ficação da pontaria.
- Duas missões de tiro deverão ser
dadas de modo que o instrutor
tenha condições de observar as
inspeções da câmara e da alma do
tubo a serem realizados pelo mili-
tar.
- Em cada uma das missões have-
rá um rodízio de funções.
- Participar das operações
para execução do tiro in-
direto.
- As operações para execução
do tiro indireto deverão ser rea-
lizadas pela guarnição da peça,
no máximo, em 1 minuto e 30
segundos.
- Cada militar deverá executar as
operações inerentes à sua fun-
ção de forma correta.
Q-410
(HT)
- Realizar a pontaria da
peça utilizando correções
especiais.
5. Procedimentos do Apontador
no tiro com correções especiais
a. Tiro de Ceifa;
b. Variação do feixe; e
c. Tiro por zona.
- Executar a pontaria da peça utili-
zando correções especiais.
II.TIROINDIRETO
1. Comandos de tiro
a. Comandos iniciais; e
b. Comandos subsequentes.
2. Elementos e seqüência dos
comandos de tiro
- Relativos à missão, à muni-
ção e à pontaria.
3. Ações dos serventes da peça
durante a realização do tiro indi-
reto
a. Registro dos elementos de
tiro;
b. Conservação da pontaria;
c. Preparação da munição;
d. Carregamento da peça;
e. Disparo; e
f. Inspeção da câmara e da
alma.
- Classificar os comandos de tiro.
- Citar os elementos dos comandos
de tiro na seqüência correta.
- Registrar os elementos de tiro.
- Fazer a pontaria correspondente
aos novos registros.
- Fazer o carregamento da peça.
- Citar as alterações possíveis de
ocorrerem na câmara e na alma do
tubo e que possam impedir ou dificul-
tar o carregamento da peça.
- Disparar a peça e realizar as ações
subseqüentes a esse ato.
145.00
OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO
SUGESTÕES PARA
TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS
INTERMEDIÁRIOS
TEMPO ESTIMADO DIURNO: 80 h30. TRABALHOS NA LINHA DE FOGO - OBUSEIROS
- O militar deverá indicar, corre-
tamente, a prioridade dos alvos
apresentados.
- No terreno, o militar será coloca-
do em um local que simboliza a
posição de tiro de uma peça
- Em seguida , o instrutor delimi-
tará uma faixa do terreno que cor-
responda ao setor de tiro daquela
peça e possibilite o aparecimento
de alvos compensadores para o
tiro direto.
Q-415
(AC)
- Confeccionar um cartão
de alcance.
- O cartão confeccionado deve-
rá:
- indicar os pontos prováveis de
acesso de blindados inimigos;
- estar orientado;
- possuir os alcances estima-
dos para os pontos; e
- representar corretamente os
acidentes do terreno.
Q-414
(AC)
- O militar será colocado em um
ponto do terreno corresponden-
te à posição de tiro de uma peça.
III.TIRODIRETO
1. Zonas de ação para a defesa
imediata:
- Setores das peças.
2. Cartão de alcance:
a. Finalidade;
b. Técnica de construção; e
c. Processos para avaliação
dos alcances.
- Caracterizar a importância do setor
da peça na defesa imediata da posi-
ção de bateria.
- Citar a finalidade do cartão de al-
cance.
- Praticar as técnicas de confecção
de um cartão de alcance.
- Citar os processos para avaliação
dos alcances.
- No terreno, o militar será coloca-
do em um local que simbolize a
posição de tiro de uma peça.
- Em seguida, o instrutor delimita-
rá uma faixa do terreno que cor-
responda ao setor de tiro daquela
peça.
- O instrutor indicará, ainda, 3 (três)
alvos, sendo um à direita e outro à
esquerda do setor da peça.
- Identificar no terreno o
setor de tiro de uma peça.
- O militar deverá indicar, corre-
tamente, se o alvo está dentro
ou fora do setor de sua peça.
Q-413
(AC)
- Indicar a prioridade para
bater os alvos dentro do
setor da peça.
3. Escolha dos alvos.
- Prioridade dos alvos dentro
do setor da peça.
- Citar a prioridade para bater os al-
vos dentro e fora do setor da peça.
- Citar os sistemas de pontaria em-
pregados no tiro direto.
146.00
OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO
SUGESTÕES PARA
TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS
INTERMEDIÁRIOS
TEMPO ESTIMADO DIURNO: 80 h30. TRABALHOS NA LINHA DE FOGO - OBUSEIROS
- As operações para execução
do tiro direto deverão ser reali-
zadas, no máximo, em 1 (um)
minuto.
- O militar deverá executar, cor-
retamente, todas as ações re-
ferente à sua função durante a
execução do tiro direto, de acor-
do com o sistema utilizado e a
técnica de tiro direto do materi-
al.
- Apresentados uma peça em po-
sição de tiro guarnecida por mili-
tar, a munição inerte disposta na
posição da peça, um alvo fixo e um
móvel a uma distância mínima de
segurança do material e munição.
- O instrutor dará o comando para
4 missões de tiro direto, sendo
duas para cada tipo de alvo.
- Em cada missão, deverá ser utili-
zado um sistema de pontaria (ex-
ceto para o L 118 AR).
- Após o “pronto da peça” em cada
missão para o alvo fixo, o instru-
tor fará uma verificação da ponta-
ria.
- Para o alvo móvel, deverá ser
convencionado um sinal de “pa-
rar” a fim de que o instrutor faça a
verificação.
- Em uma das missões haverá um
rodízio de funções.
Q-417
(TE)
5. Ações dos serventes da peça
durante a realização do tiro
direto
a. Comandos;
b. Apontar sobre o alvo;
c. Preparo de munição;
d. Carregamento;
e. Disparo; e
f. Reapontar sobre o alvo.
- Realizar a pontaria de acordo com
direção de deslocamento do alvo.
- O Instrutor comporá com os mi-
litares as guarnições das peças.
- Em seguida, emitirá para cada
guarnição dois alertas para o tiro,
sobre alvos com pontos diversos,
ao redor da posição.
- Cada comando emitido pelo ins-
trutor deverá corresponder a um
sistema de pontaria empregado
no tiro direto.
- Realizar a pontaria direta
sobre um alvo.
- O militar deverá citar, correta-
mente, os dois tipos de siste-
mas de pontaria.
- O militar deverá identificar, cor-
retamente, os comandos de tiro
direto bem como a seqüência
correta.
- O militar deverá utilizar corre-
tamente a decalagem para alvos
móveis.
Q-416
(TE)
- Participar das operações
para execução do tiro
direto.
4. Pontaria direta
a. Sistema de um apontador;
b. Sistema de dois apontado-
res (exceto para o L 118 AR);
c. Pontaria sobre o alvo
- Alvo fixo;
- Alvo móvel; e
- Decalagem.
d. Comandos
- Características e seqüên-
cia dos elementos; e
e. Distância mínima de Segu-
rança.
- Citar as características de cada um
dos sistema de pontaria empregados
no tiro direto.
- Descrever os procedimentos para
a execução da pontaria sobre o alvo
(fixo e móvel).
Identificar os componentes do co-
mando para o tiro direto.
- Retirar de um comando para tiro di-
reto, os elementos necessários a
cada função do servente da peça
(no sistema de um ou dois apontado-
res).
147.00
OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO
SUGESTÕES PARA
TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS
INTERMEDIÁRIOS
TEMPO ESTIMADO DIURNO: 80 h30. TRABALHOS NA LINHA DE FOGO - OBUSEIROS
- Este OII deverá ser cumprido ao
final da IIQ com o subsistema li-
nha de fogo integrado aos
subsistemas direção de tiro, to-
pografia, observação e comunica-
ções e dentro do contexto de exer-
cício de prática coletiva fora de si-
tuação.
- A LF será formada com todo o
material necessário e cumprirá
pelo menos 10 missões de tiro
simuladas.
- Sempre que possível deverá ser
utilizado o Dispositivo de Treina-
mento (DT 14,5 mm) e (ou) simula-
dores.
- Realizar missões de tiro
simuladas.
- Os militares deverão realizar,
corretamente, todas as ações
referentes às suas respectivas
funções, de modo a permitir que
o subsistema realize cada mis-
são de tiro simulado em um
tempo semelhante ao tempo
previsto para a execução do tiro
real.
Q-418
(TE)
- Ocupar, camuflar e organizar a po-
sição.
- Praticar os processos de pontaria
inicial (diurna e noturna).
- Realizar mudanças na pontaria.
- Registrar correções especiais nos
elementos de tiro.
- Praticar o preparo da munição.
IV. PRÁTICA DE MISSÕES DE TI-
ROS SIMULADOS
1. Montagem do Subsistema Li-
nha de Fogo
- Execução de tiros simulados
abrangendo: REOP, pontaria ini-
cial, preparo da posição e cum-
primento de missões de tiro em
diferentes posições.
V.TAREFASESPECÍFICAS
1. Equipamento de guindagem
a. Finalidade;
b. Componentes; e
c. Procedimentos de seguran-
ça.
- Citar a finalidade do equipamento
de guindagem.
- Identificar os locais de ancoragem
dos tirantes do equipamento de guin-
dagem.
- Identificar os procedimentos de se-
gurança para utilização de aerona-
ve.
- Apresentados uma peça e um
equipamento de helitransporte.
- Preparar a peça para o
helitransporte.
(M 56 AR e L 118 AR)
- O militar deverá instalar,
corretamente, todos os compo-
nentes do equipamento de
guindagem na peça.
Q-419
(HT)
2. Equipamento de Transporte
Fluvial
a. Finalidade;
b. Componentes; e
c. Procedimentos de seguran-
ça.
- Apresentadas uma peça e uma
embarcação
- Preparar a peça para o
Transporte e tiro fluvial.
(M 56 AR)
Q-420
(HT)
- Conhecer a técnica de arrumação
da peça.
- Identificar o equipamento de trans-
porte fluvial.
- Identificar os procedimentos de se-
gurança para utilização de aerona-
ve.
- O militar deverá instalar reali-
zar os procedimentos referen-
tes à preparação da peça para o
transporte e tiro fluvial.

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  • 1. 1.00 SEM OBJETIVOS BEM DEFINIDOS, SOMENTE POR ACASO, CHEGAREMOS A ALGUM LUGAR PPQ 06/2 PROGRAMA-PADRÃO DE INSTRUÇÃO QUALIFICAÇÃO DO CABO E DO SOLDADO DE ARTILHARIA 3ª Edição - 2001
  • 2. 3.00 FASE DE INSTRUÇÃO INDIVIDUAL DE QUALIFICAÇÃO (INSTRUÇÃO PECULIAR DE ARTILHARIA) OBJETIVODAINSTRUÇÃOINDIVIDUALDEQUALIFICAÇÃO (INSTRUÇÃOPECULIARDEARTILHARIA) CAPACITAR O SOLDADO PARA SER EMPREGADO NA DEFESA EXTERNA
  • 3. 4.00 ÍNDICE Página I. INTRODUÇÃO --------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------- 8.00 01. Finalidade ---------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------- 8.00 02. Objetivos da Fase ------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------ 8.00 03. Estrutura da Instrução-------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------- 8.00 04. Direção e Condução da Instrução -------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------- 10.00 05. Tempo Estimado------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------ 11.00 06. Validação do PPQ 06/2 -------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------- 11.00 07. Estrutura do PPQ 06/2---------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------- 11.00 08. Normas Complementares ------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------ 12.00 II. PROPOSTA PARA A DISTRIBUIÇÃO DE TEMPO -------------------------------------------------------------------------------------------------------------- 13.00 01. Quadro Geral de Distribuição de Tempo ------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------ 14.00 02. Quadro de Distribuição do Tempo Destinado à Instrução Peculiar por Grupamento de Instrução ------------------------------------------------ 15.00 III. MATÉRIAS PECULIARES DAS QMP DE ARTILHARIA ------------------------------------------------------------------------------------------------------ 21.00 01. MP 08. Comunicações na Artilharia ------------------------------------------------------------------------------------------------------------------- 22.00 02. MP 09. Escola da Peça – AAe ------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------ 23.00 03. MP 10. Escola da Peça – LMF -------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------- 38.00 04. MP 11. Escola da Peça – Mísseis -------------------------------------------------------------------------------------------------------------------- 40.00 05. MP 12. Escola da Peça – Obuseiros ----------------------------------------------------------------------------------------------------------------- 44.00 06. MP 13. Manutenção do Material-------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------- 46.00 07. MP 14. Material de Artilharia – AAe ------------------------------------------------------------------------------------------------------------------ 49.00 08. MP 15. Material de Artilharia – LMF------------------------------------------------------------------------------------------------------------------- 68.00 09. MP 16. Material de Artilharia – Mísseis -------------------------------------------------------------------------------------------------------------- 71.00 10. MP 17. Material de Artilharia – Obuseiros ----------------------------------------------------------------------------------------------------------- 81.00 11. MP 18. Munições de Artilharia para AAe----------------------------------------------------------------------------------------------------------- 87.00 12. MP 19. Munições de Artilharia para LMF ------------------------------------------------------------------------------------------------------------ 89.00 13. MP 20. Munições de Artilharia para Obuseiros ---------------------------------------------------------------------------------------------------- 91.00 14. MP 21. Organização do Terreno e Camuflagem do Material de Artilharia ------------------------------------------------------------------ 94.00
  • 4. 5.00 15. MP 22. Suprimento - Classe V ( MUNIÇÃO)--------------------------------------------------------------------------------------------------------- 96.00 16. MP 23. Técnica de Tiro da Artilharia - AAe-------------------------------------------------------------------------------------------------------- 108.00 17. MP 24. Técnica de Tiro da Artilharia - Obuseiros--------------------------------------------------------------------------------------------------111.00 18. MP 25. Topografia do Artilheiro - Noções Básicas ----------------------------------------------------------------------------------------------- 119.00 19. MP 26. Topografia do Artilheiro - Específica------------------------------------------------------------------------------------------------------ 123.00 20. MP 27. Trabalhos na Unidade de Tiro (UT) - AAe ------------------------------------------------------------------------------------------------ 131.00 21. MP 28. Trabalhos na Linha de Fogo - LMF -------------------------------------------------------------------------------------------------------- 134.00 22. MP 29. Trabalhos na Linha de Fogo - Mísseis ---------------------------------------------------------------------------------------------------- 136.00 23. MP 30. Trabalhos na Linha de Fogo - Obuseiros ------------------------------------------------------------------------------------------------- 140.00
  • 5. 7.00 Em razão do Sistema de Validação (SIVALI - PP), que manterá este documento permanentemente atualizado, o presente exemplar deverá ser distribuído com vinculação funcional e mantido sob controle da OM, responsável pela execução da instrução. As páginas que se seguem contêm uma série de informações, cuja leitura é considerada indispensável aos usuários do presente Programa-Padrão de Instrução. I. INTRODUÇÃO
  • 6. 8.00 I. INTRODUÇÃO 1. FINALIDADE Este Programa-Padrão regula a Fase de Instrução Individual de Qualificação - Instrução Peculiar (FIIQ-IP) e define objetivos que permi- tam qualificar o Combatente, isto é, o Cabo e o Soldado de Artilharia, aptos a ocupar cargos correspondentes às suas funções nas diversas Organizações Mililtares, passando-os à condição de Reservista de Pri- meira Categoria (Combatente Mobilizável). 2. OBJETIVOS DA FASE a. Objetivos Gerais 1) Qualificar o Combatente. 2) Formar o Cabo e o Soldado, habilitando-os a ocupar cargos previstos para uma determinada QMP de uma QMG na U/SU. 3) Formar o Reservista de Primeira Categoria (Combatente Mobilizável). 4) Prosseguir no desenvolvimento do valor moral dos Cabos e Soldados. 5) Prosseguir no estabelecimento de vínculos de liderança entre comandantes (em todos os níveis) e comandados. b. Objetivos Parciais 1) Completar a formação individual do Soldado e formar o Cabo. 2) Aprimorar a formação do caráter militar dos Cb e Sd. 3) Prosseguir na criação de hábitos adequados à vida militar. 4) Prosseguir na obtenção de padrões de procedimentos neces- sários à vida militar. 5) Continuar a aquisição de conhecimentos necessários à forma- ção do militar e ao desempenho de funções e cargos específicos das QMG/QMP. 6) Aprimorar os reflexos necessários à execução de técnicas e táticas individuais de combate. 7) Desenvolver habilitações técnicas que correspondem aos co- nhecimentos e as habilidades indispensáveis ao manuseio de materiais bélicos e a operações de equipamentos militares. 8) Aprimorar os padrões de Ordem Unida obtidos na IIB. 9) Prosseguir no desenvolvimento da capacidade física do com- batente. 10) Aprimorar reflexos na execução de Técnicas e Táticas Indivi- duais de Combate. c. Objetivo-síntese - Capacitar o soldado para ser empregado na Defesa Externa. 3. ESTRUTURA DA INSTRUÇÃO a. Características 1) O programa de treinamento constante deste PP foi elaborado a partir de uma análise descritiva de todos os cargos a serem ocupados por Cabos e Soldados, nas diversas QMG/QMP. Portanto, as matérias, os assuntos e os objetivos propostos estão intimamente relacionados às peculiaridades dos diferentes cargos existentes. 2) A instrução do CFC e CFSd compreende: a) matérias comuns a todas QMG/QMP; b) matérias peculiares, destinadas a habilitar o Cb e Sd a ocu- par determinados cargos e a desempenhar funções específicas, dentro de sua QMP; e c) o desenvolvimento de atitudes e habilidades necessárias à formação do Cb e Sd para o desempenho de suas funções específicas.
  • 7. 9.00 3) As instruções comum e peculiar compreendem: a) um conjunto de matérias; b) um conjunto de assuntos integrantes de cada matéria; c) um conjunto de sugestões para objetivos intermediários; e d) um conjunto de objetivos terminais, chamados Objetivos Individuais de Instrução (OII), que podem ser relacionados a conhecimentos, habilidades e atitudes. 4) As matérias constituem as áreas de conhecimentos e de habilidades necessárias à Qualificação do Cabo e do Soldado. 5) Os assuntos relativos a cada matéria são apresentados de for- ma seqüenciada. Tanto quanto possível, as matérias necessárias à formação do Cabo e do Soldado, para a ocupação de cargos afins, fo- ram reunidas de modo a permitir que a instrução possa vir a ser planejada para grupamentos de militares que, posteriormente, serão designados para o exercício de funções correlatas. 6) A habilitação de pessoal para cargos exercidos no âmbito de uma guarnição, equipe ou grupo, exige um tipo de treinamento que se reveste de características especiais, uma vez que se deve atender aos seguintes pressupostos: a) tornar o militar capaz de executar, individualmente, as atividades diretamente relacionadas às suas funções dentro da guarnição, equipe ou grupo; b) tornar o militar capaz de integrar a guarnição, a equipe ou o grupo, capacitando-o a realizar as suas atividades funcionais em conjunto com os demais integrantes daquelas frações; e c) possibilitar ao militar condições de substituir, temporaria- mente, quaisquer componentes da guarnição, da equipe ou do grupo. Desses pressupostos, decorre que a instrução relacionada a cargos exercidos dentro de uma guarnição de peça, de carro de combate (ou CBTP), de equipamentos (ou materiais), dentro de um grupo de combate ou de um grupo de exploradores, está prevista, tanto quanto possível, para ser ministrada em conjunto, a todos os integrantes dessas frações. 7) As sugestões para objetivos intermediários são apresentadas como um elemento auxiliar para o trabalho do instrutor. A um assunto pode corresponder um ou vários objetivos intermediários. Outros objetivos intermediários poderão ser estabelecidos além daqueles constantes deste PP. O Comandante da Subunidade é o orientador do instrutor da matéria, na determinação dos objetivos intermediários a serem atingi- dos. 8) Os Objetivos Individuais de Instrução (OII), relacionados aos conhecimentos e às habilidades, correspondem aos comportamentos que o militar deve evidenciar, como resultado do processo ensino-apren- dizagem a que foi submetido no âmbito de determinada matéria. Uma mesma matéria compreende um ou vários OII. Um Objetivo Individual de Instrução, relacionado a conhecimentos ou habilidades, compreende: a) a tarefa a ser executada, que é a indicação precisa do que o militar deve ser capaz de fazer ao término da respectiva instrução; b) a(s) condição (ões) de execução que indica(m) as circuns- tâncias ou situações oferecidas ao militar, para que ele execute a tarefa proposta. Essa(s) condição(ões) deve(m) levar em consideração as di- ferenças regionais e as características do militar; e c) o padrão mínimo a ser atingido determina o critério da ava- liação do desempenho individual. 9) Os Objetivos Individuais de Instrução (OII), relacionados à Àrea Afetiva, detalhados nos PPB/1 e PPB/2, correspondem aos atributos a serem evidenciados pelos militares, como resultado da ação educacio- nal exercida pelos instrutores, independente das matérias ou assuntos ministrados. Os OII compreendem os seguintes elementos: a) o nome do atributo a ser evidenciado, com a sua respectiva definição; b) um conjunto de condições dentro das quais o atributo pode- rá ser observado; e c) o padrão - evidência do atributo.
  • 8. 10.00 Os Comandantes de Subunidades e Instrutores continuarão apre- ciando o comportamento do militar em relação aos atributos da Área Afetiva, considerados no PPB1/PPB2, ao longo da fase de Instrução. b. Fundamentos da Instrução Individual Consultar o PPB/1. 4. DIREÇÃO E CONDUÇÃO DA INSTRUÇÃO a. Responsabilidades 1) O Comandante , Chefe ou Diretor de OM é o responsável pela Direção de Instrução de sua OM. Cabe-lhe, assessorado pelo S 3, planejar, coordenar, controlar, orientar e fiscalizar as ações que permi- tam aos Comandantes de Subunidades e(ou) de Grupamento de Instrução elaborarem a programação semanal de atividades e a execu- ção da instrução propriamente dita. 2) O Grupamento de Instrução do Curso de Formação de Cabos (CFC) deverá ser dirigido por um oficial, de preferência Capitão, que será o responsável pela condução das atividades de instrução do curso. O Comandante, Chefe ou Diretor de OM poderá modificar ou es- tabelecer novos OII, tarefas, condições ou padrões mínimos , tendo em vista adequar as características dos militares e as peculiaridades da OM à consecução dos Objetivos da Fase. b. Ação do S3 1) Realizar o planejamento da Fase de Instrução Individual de Qualificação, segundo o preconizado no PBIM e nas diretrizes e(ou) or- dens dos escalões enquadrantes. 2) Coordenar e controlar a instrução do CFC e do CFSd, a fim de que os militares alcancem os OII de forma harmônica, equilibrada e consentânea com prazos e interesses conjunturais, complementando os critérios para os padrões mínimos, quando necessário. 3) Providenciar a confecção de testes, fichas, ordens de instrução e de outros meios auxiliares, necessários à uniformização das condi- ções de execução e de consecução dos padrões mínimos previstos nos OII. 4) Providenciar a organização dos locais e das instalações para a instrução e de outros meios auxiliares, necessários à uniformização das condições de execução e de consecução dos padrões mínimos pre- vistos nos OII. 5) Planejar a utilização de áreas e meios de instrução, de forma a garantir uma distribuição equitativa pelas Subunidades ou Grupamento de Instrução. 6) Organizar a instrução da OM, de modo a permitir a compatibi- lidade e a otimização da instrução do EV com a do NB (CTTEP). c.Ação dos Comandantes de SU e(ou) de Grupamentos de Instrução Os Comandantes de SU e(ou) de Grupamentos de Instrução de- verão ser chefes de uma equipe de educadores a qual, por meio de ação contínua, exemplos constantes e devotamento à instrução, envidarão todos os esforços necessários à consecução, pelos instruendos, dos padrões mínimos exigidos nos OII previstos para a FIIQ. d. Métodos e Processos de Instrução 1) Os elementos básicos que constituem o PP são as Matérias, os Assuntos, as Tarefas, e os Objetivos Intermediários. 2) Os métodos e processos de instrução, preconizados nos ma- nuais C 21-5 e T 21-250 e demais documentos de instrução, deverão ser criteriosamente selecionados e combinados, a fim de que os OII relacio- nados a conhecimentos e habilidades, definidos sob a forma de “tarefa”, “condições de execução” e “padrão mínimo”, sejam atingidos pelos instruendos. 3) Durante as sessões de instrução, o Soldado deve ser coloca- do, tanto quanto possível, em contato direto com situações semelhantes às que devam ocorrer no exercício dos cargos para os quais está sendo
  • 9. 11.00 preparado. A instrução que não observar o princípio do realismo (T 21-250) corre o risco de tornar-se artificial e pouco orientada para os objetivos que os instruendos têm de alcançar. Os meios auxiliares e os exercícios de simulação devem dar uma visão bem próxima da realidade, visualizando, sempre que possível, o desempenho das fun- ções em situação de combate ou de apoio ao combate. 4) Em relação a cada uma das matérias da QMP, o instrutor deverá adotar os seguintes procedimentos: a) analisar os assuntos e as sugestões para objetivos inter- mediários, procurando identificar a relação existente entre eles. Os assuntos e as sugestões para objetivos intermediários são podero- sos auxiliares da instrução.Os objetivos intermediários fornecem uma orientação segura sobre como conduzir o militar para o domínio dos OII; são, portanto, pré-requisitos para esses OII. b) analisar os OII em seu tríplice aspecto: tarefa, condições de execução e padrão mínimo. Estabelecer, para cada OII, aquele(s) que deverá(ão) ser executado(s) pelos militares, individualmente ou em equipe; analisar as condições de execução, de forma a poder torná-las realmente aplicáveis na fase de avaliação; e 5) Todas as questões levantadas quanto à adequação das “con- dições de execução” e do “padrão mínimo” deverão ser levadas ao Comandante da Unidade, a fim de que ele, assessorado pelo S3, decida sobre as modificações a serem introduzidas no planejamento inicial. 6) Os OII relacionados à área afetiva são desenvolvidos du- rante toda a fase e não estão necessariamente relacionados a um assunto ou matéria, mas devem ser alcançados em conseqüência de situações criadas pelos instrutores no decorrer da instrução, bem como de todas as vivências do Soldado no ambiente militar. O de- senvolvimento de atitudes apóia-se, basicamente, nos exemplos de conduta apresentados pelos chefes e pares, no ambiente global em que ocorre a instrução. 5. TEMPO ESTIMADO a. A carga horária estimada para o período é de 320 horas de atividades diurnas distribuídas da seguinte maneira: 1) 88 (oitenta e oito) horas destinadas à Instrução Comum; 2)168(centoesessentaeoito)horasdestinadasàInstruçãoPeculiar;e 3) 64 (sessenta e quatro) horas destinadas aos Serviços de Escala. b. O emprego das horas destinadas aos Serviços de Escala deverá ser otimizado no sentido de contemplar além das atividades de serviços de escala, propriamente ditas, as relativas à manutenção do aquartelamento, recuperação da instrução de Armamento, Munição e Tiro e outras atividades de natureza conjuntural imposta à OM. c. A Direção de Instrução, condicionada pelas servidões impostas por alguns dos OII da FIIQ, deverá prever atividades noturnas com carga horá- ria compatível com a consecução destes OII por parte dos instruendos. d. Tendo em vista os recursos disponíveis na OM, as características e o nível da aprendizagem dos militares, bem como outros fatores que porventura possam interferir no desenvolvimento da instrução, poderá o Comandante, Chefe ou Diretor da OM alterar as previsões de carga horária discriminada no presente PP, mas mantendo sempre a priori- dade para o CFC. 6. VALIDAÇÃO DO PPQ 06/2 Conforme prescrito no PPB/1 e SIVALI/PP. 7. ESTRUTURA DO PPQ 06/2 a. O PP está organizado de modo a reunir, tanto quanto possível, a instrução prevista para um cargo ou conjunto de cargos afins de uma mes- ma QMP. Esta instrução corresponde a uma ou mais matérias. Os conteú- dos de cada matéria são assuntos que a compõem. Para cada assunto, apresenta-se uma ou mais sugestão(ões) de objetivo(s) intermediário(s), que têm a finalidade de apenas orientar o instrutor. A um conjunto de assun- tos pode corresponder um ou mais OII.
  • 10. 12.00 b. Os OII estão numerados, dentro da seguinte orientação: Exemplo: 3 Q – 305 - O numero 3 indica a matéria Comunicações. - Q indica que o OII se refere à “Fase de Qualificação”. - O primeiro número da centena indica o tipo: 300 - Instrução Comum da IIQ 400 - Instrução Peculiar da IIQ - A dezena 05, o número do OII dentro da matéria, no caso “Transmitir uma mensagem por rádio”. Há, ainda, a indicação do objetivo parcial ao qual está vinculado o OII (FC, OP etc), conforme orientado no PPB/1. 8. NORMAS COMPLEMENTARES a. Este Programa-Padrão regula a formação dos militares nas QMG/ QMP de Artilharia, relativas aos cargos previstos nas Normas Regula- doras da Qualificação, Habilitação, Condições de Acesso e Situações das Praças do Exército, em vigor. b. Os cargos de Cb/Sd para os quais são exigidas habilitações específicas, definidos nas normas supramencionadas, deverão ser ocu- pados por militares qualificados e que tenham participado de um Trei- namento Específico ( Trn Epcf ). c. O Tr Epc é determinado e estabelecido pelos Comandantes, Chefe e(ou) Diretores de OM, e constitui-se na prática, acompanhada e orientada, de uma atividade com a finalidade de habilitar as praças para o desempenho de cargos previstos nos QC ou no exercício de um traba- lho específico, nas respectivas OM, que exijam esse tipo de Habilitação Especial. d. Esse treinamento pode coincidir, no todo ou em parte, com as atividades da Capacitação Técnica e Tática do Efetivo Profissional (CTTEP) e não possui, normalmente, Programa-Padrão específico e tem- po de duração definidos. O início e o término, bem como o resultado da atividade, julgando cada militar “APTO” ou “INAPTO” para o cargo, serão publicados no BI da OM. e. No caso particular de Trn Epcf realizado por OM que possuem Contigente, visando a habilitar seus cabos e soldados a ocuparem car- gos específicos, de interesse da OM e da Mobilização, será necessária a aprovação, pelo COTER, do respectivo PP, o qual será proposto pelas OM interessadas. f. As normas fixadas neste PP serão complementadas pelo (as): 1) PBIM, expedido pelo COTER; e 2) Diretrizes, Planos e Programas de Instrução, elaborados pelos Grandes Comandos, Grandes Unidades e Unidades.
  • 11. 13.00 Você encontrará, nas páginas que se seguem, uma proposta para a distribuição de tempo para o desenvolvimento do Programa de Instrução que visa à Qualificação do Combatente. O Comandante, Chefe ou Diretor da OM poderá, em função dos recursos disponíveis, das características dos instruendos e de outros fatores conjunturais, alterar a carga horária das matérias discriminadas na distribuição sugerida. . II. PROPOSTAPARA A DISTRIBUIÇÃO DE TEMPO Os quadros apresentados indicam os números das matérias peculiares que deverão constar dos programas de treinamento de cada um dos grupamentos de instrução mencionados neste PP.
  • 12. 14.00 1. QUADRO GERAL DE DISTRIBUIÇÃO DE TEMPO QMG QMP GRUPAMENTOS DE INSTRUÇÃO A T I V I D A D E S INSTRUÇÃO A Dispo C m t S v Escala Total Comum Peculiar Noturna 06 01 Cmb Cmp Gu Pç - Obuseiro 88 168 A critério da Direção de Instrução Nenhuma 64 320 Gu AV - LMU Gu AV - RMD Pes Rem - Obuseiro Pes Rem - Foguetes 02 Cmb A AAe Gu Pç - Can AAe 35 mm Gu Pç - Can AAe 40 mm C 60 Gu Pç - Can AAe 40 mm C 70 Gu EDT - Superfledermus Gu EDT - Fila Gu Pç - Msl Pes Rem - Can AAe 03 Cmb A Cos Gu AV - LMU Gu AV - RMD Pes Rem - Foguetes 04 Dir Tir Pes Dir Tir - Cmp Pes Dir Tir - AAe 15 Lev Obs Pes Lev Obs - Cmp Pes Lev Obs - AAe
  • 13. 15.00 2. QUADRO DE DISTRIBUIÇÃO DE TEMPO DESTINADO À INSTRUÇÃO PECULIAR POR GRUPAMENTO DE INSTRUÇÃO QMG QMP GRUPAMENTOS DE INSTRUÇÃO N r MATÉRIAS PECULIARES Horas 06 01 Cmb Cmp Gu Pç - Obuseiro 12 Escola da Peça – Obuseiros 15 13 Manutenção do Material 32 17 Material de Artilharia – Obuseiros 20 20 Munições de Artilharia para Obuseiros 15 21 Organização do Terreno e Camuflagem do Mat Art 6 30 Trabalhos na Linha de Fogo – Obuseiros 80 SOMA 168 Gu AV - LMU 10 Escola da Peça – LMF 15 13 Manutenção do Material 32 15 Material de Artilharia – LMF 20 19 Munições de Artilharia para LMF 15 21 Organização do Terreno e Camuflagem do Mat Art 6 28 Trabalhos na Linha de Fogo – LMF 80 SOMA 168 Gu AV - RMD 10 Escola da Peça – LMF 15 13 Manutenção do Material 32 15 Material de Artilharia – LMF 20 19 Munições de Artilharia para LMF 15 21 Organização do Terreno e Camuflagem do Mat Art 6 28 Trabalhos na Linha de Fogo – LMF 80 SOMA 168
  • 14. 16.00 2 . Q U A D R O D E D IS T R IB U IÇ Ã O D E T E M P O D E S T IN A D O À IN S T R U Ç Ã O P E C U L IA R P O R G R U P A M E N T O D E IN S T R U Ç Ã O Q M G Q M P G R U P A M E N T O S D E IN S T R U Ç Ã O N r M A T É R IA S P E C U L IA R E S H o r a s 0 6 0 1 C m b C m p P e s R e m - O b useiro 1 3 M a nute n ç ã o d o M a te r i a l 3 2 1 7 M a te r i a l d e A r t i l h a r i a - O b u s e i r o s 2 0 2 0 M u n i ç õ e s d e A r t i lh a r i a p a r a O b u s e i r o s 1 5 2 1 O r g a n i z a ç ã o d o Te r r e n o e C a m ufla g e m d o M a t A rt 6 2 2 S uprim e n to – C la s s e V ( M U N IÇ Ã O ) 9 5 S O M A 1 6 8 P e s R e m - F o g u e t e s 1 3 M a nute n ç ã o d o M a te r i a l 3 2 1 5 M a te r i a l d e A r t i l h a r i a – L M F 2 0 1 9 M u n i ç õ e s d e A r t i lh a r i a p a r a L M F 1 5 2 1 O r g a n i z a ç ã o d o Te r r e n o e C a m ufla g e m d o M a t A rt 6 2 2 S uprim e n to – C la s s e V ( M U N IÇ Ã O ) 9 5 S O M A 1 6 8 0 2 C m b A A e G u P ç - C a n 3 5 m m 0 9 E s c o la d a P e ç a – A A e 1 5 1 3 M a nute n ç ã o d o M a te r i a l 3 2 1 4 M a te r i a l d e A r t i l h a r i a – A A e 2 0 1 8 M u n i ç õ e s d e A r t i lh a r i a p a r a A A e 1 5 2 1 O r g a n i z a ç ã o d o Te r r e n o e C a m ufla g e m d o M a t A rt 6 2 7 Tra b a lho s n a U n i d a d e d e T i r o - A A e 8 0 S O M A 1 6 8 G u P ç - C a n 4 0 m m C 6 0 0 9 E s c o la d a P e ç a – A A e 1 5 1 3 M a nute n ç ã o d o M a te rial de Artilharia 3 2 1 4 M a te r i a l d e A r t i l h a r i a – A A e 2 0 1 8 M u n i ç õ e s d e A r t i lh a r i a p a r a A A e 1 5 2 1 O r g a n i z a ç ã o d o Te r r e n o e C a m ufla g e m d o M a t A rt 6 2 7 Tra b a lho s n a U n i d a d e d e T i r o - A A e 8 0 S O M A 1 6 8
  • 15. 17.00 2. QUADRO DE DISTRIBUIÇÃO DE TEMPO DESTINADO À INSTRUÇÃO PECULIAR POR GRUPAMENTO DE INSTRUÇÃO QMG QMP GRUPAMENTOS DE INSTRUÇÃO N r MATÉRIAS PECULIARES Horas 06 02 Cmb AAe Gu Pç - Can AAe 40 mm C 70 09 Escola da Peça – AAe 15 13 Manutenção do Material 32 14 Material de Artilharia – AAe 20 18 Munições de Artilharia para AAe 15 21 Organização do Terreno e Camuflagem do Mat Art 6 27 Trabalhos na Unidade de Tiro - AAe 80 SOMA 168 Gu EDT - Superfledermus 09 Escola da Peça – AAe 15 13 Manutenção do Material 32 14 Material de Artilharia – AAe 20 21 Organização do Terreno e Camuflagem do Mat Art 6 23 Técnica de Tiro da Artilharia - Mat AAe 15 27 Trabalhos na Unidade de Tiro - AAe 80 SOMA 168 Gu EDT - Fila 09 Escola da Peça - AAe 15 13 Manutenção do Material 32 14 Material de Artilharia - AAe 20 21 Organização do Terreno e Camuflagem do Mat Art 6 23 Técnica de Tiro da Artilharia - Mat AAe 15 27 Trabalhos na Unidade de Tiro - AAe 80 SOMA 168
  • 16. 18.00 2 . Q U A D R O D E D IS T R IB U IÇ Ã O D E T E M P O D E S T IN A D O À IN S T R U Ç Ã O P E C U L IA R P O R G R U P A M E N T O D E IN S T R U Ç Ã O Q M G Q M P G R U P A M E N T O S D E IN S T R U Ç Ã O N r M A T É R IA S P E C U L IA R E S H o r a s 0 6 0 2 C m b A A e G u P ç - M s l 11 E s c o la d e P e ç a s - M ís s e i s 1 5 1 3 M a nute n ç ã o d o M a te r i a l 3 2 1 6 M a te r i a l d e A r t i l h a r i a – M ís s e i s 3 5 2 1 O r g a n i z a ç ã o d o Te r r e n o e C a m ufla g e m d o M a t A rt 6 2 9 Tra b a lho s n a L i n h a d e F o g o – M s I A A e 8 0 S O M A 1 6 8 P e s R e m - C a n A A e 1 3 M a nute n ç ã o d o M a te r i a l 3 2 1 4 M a te r i a l d e A r t i l h a r i a - A A e 2 0 1 8 M u n i ç õ e s d e A r t i lh a r i a p a r a A A e 1 5 2 1 O r g a n i z a ç ã o d o Te r r e n o e C a m ufla g e m d o M a t A rt 6 2 2 S uprim e n to – C la s s e V ( M U N IÇ Ã O ) 9 5 S O M A 1 6 8 0 3 C m b A C o s G u A V - L M U 1 0 E s c o la d a P e ç a – L M F 1 5 1 3 M a nute n ç ã o d o M a te r i a l 3 2 1 5 M a te r i a l d e A r t i l h a r i a – L M F 2 0 1 9 M u n i ç õ e s d e A r t i lh a r i a p a r a L M F 1 5 2 1 O r g a n i z a ç ã o d o Te r r e n o e C a m ufla g e m d o M a t A rt 6 2 8 Tra b a lho s n a L i n h a d e F o g o – L M F 8 0 S O M A 1 6 8 G u A V - R M D 1 0 E s c o la d a P e ç a – L M F 1 5 1 3 M a nute n ç ã o d o M a te r i a l 3 2 1 5 M a te r i a l d e A r t i l h a r i a – L M F 2 0 1 9 M u n i ç õ e s d e A r t i lh a r i a p a r a L M F 1 5 2 1 O r g a n i z a ç ã o d o Te r r e n o e C a m ufla g e m d o M a t A rt 6 2 8 Tra b a lho s n a L i n h a d e F o g o – L M F 8 0 S O M A 1 6 8
  • 17. 19.00 2 . Q U A D R O D E D IS T R IB U IÇ Ã O D E T E M P O D E S T IN A D O À IN S T R U Ç Ã O P E C U L IA R P O R G R U P A M E N T O D E IN S T R U Ç Ã O Q M G Q M P G R U P A M E N T O S D E IN S T R U Ç Ã O N r M A T É R IA S P E C U L IA R E S H o r a s 0 6 0 3 C m b A C o s P e s R e m - F o g u e te s 1 3 M a nute n ç ã o d o M a te r i a l 3 2 1 5 M a te r i a l d e A r t i l h a r i a – L M F 2 0 1 9 M u n i ç õ e s d e A r t i lh a r i a p a r a L M F 1 5 2 1 O rg a n i z a ç ã o d o Te r r e n o e C a m ufla g e m d o M a t A rt 6 2 2 S u p r i m e n to – C la s s e V ( M U N IÇ Ã O ) 9 5 S O M A 1 6 8 0 4 D ir Tir P e s D ir Tir - C m p 8 C o m u n i c a ç õ e s n a A r tilha ria 1 2 1 3 M a nute n ç ã o d o M a te r i a l 3 2 2 1 O rg a n i z a ç ã o d o Te r r e n o e C a m ufla g e m d o M a t A rt 6 2 4 T é c n i c a d e T i r o d a A r tilha r i a – O b u s e i r o s 1 0 0 2 5 To p o g ra fia d o A rtilhe i r o - N o ç õ e s B á s i c a s 1 8 S O M A 1 6 8 P e s D ir Tir - A A e 8 C o m u n i c a ç õ e s n a A r tilha ria 1 2 1 3 M a nute n ç ã o d o M a te r i a l 3 2 2 1 O rg a n i z a ç ã o d o Te r r e n o e C a m ufla g e m d o M a t A rt 6 2 3 T é c n i c a d e T i r o d a A r tilha r i a – M a t A A e 1 0 0 2 5 To p o g ra fia d o A rtilhe i r o - N o ç õ e s B á s i c a s 1 8 S O M A 1 6 8 1 5 L e v O b s P e s L e v O b s - C m p 1 3 M a nute n ç ã o d o M a te r i a l 3 2 2 1 O rg a n i z a ç ã o d o Te r r e n o e C a m ufla g e m d o M a t A rt 6 2 5 To p o g ra fia d o A rtilhe i r o - N o ç õ e s B á s i c a s 1 8 2 6 To p o g ra fia d o A r tilhe i r o - E s p e c ífic a 1 1 2 S O M A 1 6 8 P e s L e v O b s - A A e 1 3 M a nute n ç ã o d o M a te r i a l 3 2 2 1 O rg a n i z a ç ã o d o Te r r e n o e C a m ufla g e m d o M a t A rt 6 2 5 To p o g ra fia d o A rtilhe i r o - N o ç õ e s B á s i c a s 1 8 2 6 To p o g ra fia d o A r tilhe i r o - E s p e c ífic a 1 1 2 S O M A 1 6 8
  • 18. 21.00 III. MATÉRIASPECULIARESDAS QMP DE ARTILHARIA A seguir, são apresentadas, em ordem alfabética, as matérias peculiares das QMP de Artilharia.
  • 19. 22.00 OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO SUGESTÕES PARA TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS INTERMEDIÁRIOS 08. COMUNICAÇÕES NA ARTILHARIA TEMPO ESTIMADO DIURNO: 12 h - Transmitir e receber mensagens de tiro utili- zando o rádio. - A tarefa será considerada correta se o militar obedecer às regras de exploração durante a missão de tiro. Q-404 (OP) - O militar será colocado como operador de um rádio. - Em outro rádio estará um monitor que transmitirá uma missão de tiro (TSZ). - Os dados para a transmissão por parte do militar serão fornecidas pelo instrutor à medida que a mis- são for se desenvolvendo. - O militar será colocado como operador de um telefone. - Em outro telefone estará um mo- nitor que transmitirá uma missão de tiro (TSZ). - Os dados para a transmissão por parte do militar serão fornecidas pelo instrutor à medida que a mis- são for se desenvolvendo. - Transmitir e receber mensagens de tiro utili- zando o telefone de cam- panha. - A tarefa será considerada correta se o militar obedecer às regras de exploração durante a missão de tiro. Q-402 (OP) - Identificar os meio de comunicação existentes na OM. - Instalar e operar os meios de comu- nicação utilizados para recebimento e transmissão de missões de tiro. - Identificar os circuitos do Sistema Fio do GAC e Bia O. - Identificar os postos-rádios que compõem as redes de tiro do GAC e Bia O. 1. Meios de comunicação de campanha a. Apresentação; b. Características; c. Manuseio; e d. Regras de exploração. 2. Sistema de Com por Fio do GAC e Bia O. 3. Sistema de Com por Rádio do GAC e Bia O. - Conhecer o Sistema de comunicações por Rádio da Artilharia. - O militar deverá identificar os postos-rádio que compõe as re- des de tiro do GAC e Bia O. Q-403 (AC) - Apresentado, ao militar, o Siste- ma de Comunicações por Rádio da Artilharia. - Conhecer o Sistema de Comunicações por Fio da Artilharia. - O militar deverá identificar os circuitos do Sistema Com por Fio do GAC e Bia O. Q-401 (AC) - Apresentado, ao militar, o Siste- ma de Comunicações por Fio da Artilharia.
  • 20. 23.00 OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO SUGESTÕES PARA TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS INTERMEDIÁRIOS 09. ESCOLA DA PEÇA - AAe TEMPO ESTIMADO DIURNO: 15 h - O militar deverá enumerar seu posto e designar sua função corretamente. - Este OII será cumprido seqüen- cialmente ao anterior. Q-403 (OP) Can AAe 35mm - Ocupar posição em for- ma como integrante da guarnição da peça. (Para a guarnição dotada do material) - O militar deverá formar, corretamente, para todos os co- mandos recebidos. Q-402 (OP) - Serão dispostos no terreno pe- ças acionadas, não acionadas e em posição de marcha. - O instrutor deverá atribuir a cada um dos militares uma função ini- cial. - Será dado uma série de coman- dos relativos às formações da guarnição da peça. I. Can A Ae 35mm 1. Composição da peça em pes- soal e material. 2. Definições de peça acionada, não acionada, em posição de marcha e em posição de tiro. 3. Definições de posições em re- lação à peça. - Definir peça. - Identificar a composição da peça em pessoal e material. - Distinguir peça acionada e não aci- onada, peça em posição de marcha e em posição de tiro. - Identificar a direita, a esquerda, a frente e a retaguarda de uma peça. - Dispor o material na posição. - Serão dispostos no terreno pe- ças acionadas, não acionadas, em posição de marcha e em posição de tiro. Can AAe 35mm - Identificar peças aciona- das, não acionadas, em posição de marcha e em posição de tiro. (Para a guarnição dotada do material) - Todas as identificações deve- rão ser feitas corretamente. Q-401 (AC) 4. Formações da guarnição para os diversos comandos. - Tomar a posição na formação co- mandada, de acordo com cada uma das funções que o servente pode desempenhar em uma peça. Can AAe 35amm - Enumerar postos e de- signar funções. (Para a guarnição dotada do material)
  • 21. 24.00 OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO SUGESTÕES PARA TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS INTERMEDIÁRIOS - Apresentados ao militar: - um canhão em posição de tiro; - os limites esquerdo e direito do setor de segurança, no terreno; e - os azimutes para o limite esquer- do e direito. Can AAe 35mm - Realizar a interdição dos setores de tiro por pontaria direta. (Para a guarnição dotada do material) - Após a limitação do setor, o militar deverá: - verificar a correta visada nos pontos limites do setor; - verificar o registro dos pontos limites do limitador em direção; - verificar se a limitação em ele- vação foi executada corretamen- te; e - verificar, através do disparo elétrico, se a peça não está dis- parando dentro do setor limita- do. Q-405 (TE) 5. Acionamento da peça eletri- camente a. Em ação - “Preparar para desenga- tar”, “Desengatar o canhão e o grupo gerador“, “À braços (re- taguarda, frente, direita e es- querda)”, “Pegar na parlamenta e preparar o grupo gerador”, “Po- sição de tiro e verificações an- tes da partida do grupo gerador”, “Partida do grupo gerador”, “Li- gar energia” e “Guarnecer”. b. Comandos interruptivos - “Alto”, “Repousar”, “Abri- gar”, “Guarnecer” e “Em ação”. c. Saída de posição - “Mudança de posição”, “Posição de marchar”, “Desligar energia e desconectar os ca- bos”, “Atracar parlamenta” e “En- gatar”. d. Limitação dos setores de segurança - Interdição de setores por pontaria direta e interdição de zonas por inspeção. - Executar as ações corresponden- tes a cada uma das funções que o servente pode desempenhar na peça, de acordo com o comando re- cebido. - Realizar a interdição dos setores de tiro. - Realizar a interdição de áreas de tiro. - Citar e executar as diversas ações correspondentes a cada uma das verificações antes do tiro. - Orientar a peça. - Determinar as paralaxes. - Amarrar a orientação. Can AAe 35mm - Executar as ações cor- respondentes ao aciona- mento elétrico do canhão. (Para a guarnição dotada do material) - Executar, corretamente, todas as ações correspondentes aos comandos recebidos. 09. ESCOLA DA PEÇA - AAe TEMPO ESTIMADO DIURNO: 15 h Q-404 (TE) - Apresentados, aos militares, um canhão e um grupo gerador enga- tados e com todo o material orgâ- nico embarcado em suas respec- tivas viaturas. - Um número de militares igual ao número de serventes será esco- lhido aleatoriamente pelo instrutor. - O instrutor deverá atribuir a cada servente uma função inicial dan- do, em seguida, uma série de co- mandos. - Após cada série de comandos, haverá rodízio nas funções sendo repetido este comportamento tantas vezes quantas forem ne- cessárias a que todos os milita- res passem por todas as funções.
  • 22. 25.00 OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO SUGESTÕES PARA TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS INTERMEDIÁRIOS - Apresentados, ao militar, um canhão em posição de tiro e o azimute de orientação da CDT. Can AAe 35mm - Orientar o canhão (Para a guarnição dotada do material) - O militar deverá: - passar a peça para operação manual (por meio de manivelas de azimute e orientação); - realizar a visada sobre a luneta do reparo da CDT; e - registrar o azimute transmiti- do pelo Cmt da Unidade de tiro com erro Máximo de 0,5’’’. Q-407 (TE) e. Ações antes do tiro - Verificações do funciona- mento mecânico, do nivelamen- to, do arrastamento, do funcio- namento elétrico, da limitação dos setores de segurança, do apa- relho de pontaria e da Posição de Remuniciamento. f. Trabalhos de seção - Orientação, determinação das paralaxes, pontos de refe- rência e verificação do azimute das peças, amarração da orien- tação, verificações (deriva de referência, azimute de orienta- ção e transmissão) e ajustagem da tensão de transmissão. g. Serviço da peça em ação (preparação para o tiro) - Preparar os carregadores da lâmina e da munição, municiar os cofres de munição e dos ali- mentadores automáticos, alimen- tar, carregar, desmuniciar e re- municiar. - Verificar: - Deriva de referência; - Azimute de orientação; e - Transmissões com ponto afastado, sem ponto afastado e com alvo mó- vel. - Ajustar a tensão de transmissão. - Preparar os carregadores de lâmi- na e da munição. - Municiar os cofres de munição e os alimentadores automáticos. - Alimentar, carregar, desmuniciar e remuniciar a peça. Can AAe 35mm - Verificar o canhão antes do tiro com energia liga- da. (Para a guarnição dotada do material) - Apresentado, ao militar, um canhão em posição de tiro com energia ligada. - Serão dados comandos para realização das verificações. - O militar deverá executar as ve- rificações do: - funcionamento mecânico; - nivelamento; - arrastamento; - funcionamento elétrico; - limitação dos setores de se- gurança; e do - aparelho de pontaria. - O militar deverá obedecer a se- qüência correta dentro de cada verificação. - Após o término das verifica- ções, o instrutor deverá verifi- car: - o correto funcionamento da peça; - se a lâmpada testemunho de nivelamento acende ao ser pres- sionado o botão de nivelamen- to; e - se os tubos se posicionam cor- retamente ao ser pressionado o botão “posição de remunicia- mento”. 09. ESCOLA DA PEÇA - AAe TEMPO ESTIMADO DIURNO: 15 h Q-406 (TE)
  • 23. 26.00 OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO SUGESTÕES PARA TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS INTERMEDIÁRIOS - Apresentados, aos militares, 10 carregadores de lâmina municia dos e uma peça em posição de tiro. - O instrutor escolherá, aleatoria- mente 2 militares. Can AAe 35mm - Municiar os alimentado- res automáticos. (Para a guarnição dotada do material) - Os militares deverão: - colocar a alavanca “I-O” na po- sição “O”; - municiar os alimentadores com 5 carregadores cada; - voltar a alavanca “I-O” para a posição “I”; - interruptor “I-O” na posição “I”; - alimentar a peça corretamen- te; e - o interruptor “10-3” deverá es- tar em 10. Q-410 (TE) Can AAe 35mm - Verificar as transmissões. (Para a guarnição dotada do material) - Apresentado, ao militar, um ca- nhão em posição de tiro com ener- gia ligada, um ponto afastado e um balão com refletor. - O balão deverá ser largado próxi- mo à posição da unidade de tiro. - O instrutor escolherá, aleatoria- mente, 2 (dois) militares. - Os militares deverão passar a peça para automático e realizar as leituras corretas na luneta panorâmica. - A luneta panorâmica deverá ser colocada, anteriormente, a zero. 09. ESCOLA DA PEÇA - AAe TEMPO ESTIMADO DIURNO: 15 h Q-408 (TE) Can AAe 35mm - Ajustar a transmissão em direção e elevação. (Para a guarnição dotada do material) - Apresentado, ao militar, um canhão em posição de tiro com energia ligada. - Serão dados os comandos para ajustagem em direção e elevação. - O militar deverá: - passar a Peça para automático; - selecionar, no instrumento de tensão de zero de erro, o acom- panhamento comandado (dire- ção ou elevação); e - agindo no potenciômetro do instrumento, ajustar as tensões de transmissão. Q-409 (TE) Can AAe 35mm - Municiar os carregado- res de lâmina. (Para a guarnição dotada do material) - Apresentado, ao militar, um cunhete com munição de manejo e um carregador de lâmina. - Ao término da operação, o car- regador deverá estar municia- do com 7 (sete) cartuchos. Q-411 (TE)
  • 24. 27.00 OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO SUGESTÕES PARA TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS INTERMEDIÁRIOS - Apresentado ao militar um canhão em posição de tiro sem a energia ligada. - Serão dados comandos para a realização das verificações. Can AAe 35mm - Verificar o canhão antes do tiroc sem energia ligada. (Para a guarnição dotada do material) - O militar deverá realizar, corre- tamente, as verificações do fun- cionamento mecânico, do apa- relho de pontaria e do nivela- mento. - O militar deverá obedecer a seqüência correta dentro de cada verificação. - Após o término das verifica- ções, o militar deverá verificar: - se os níveis estão entre repa- ros; e - se as armas estão funcionan- do corretamente. Q-413 (TE) 6. Acionamento da Peça mecani- camente a. Em ação - “Preparar para desenga- tar”, “Desengatar”, “A braços (retaguarda, frente, direita e es- querda)”, “Pegar na parlamenta”, “Posição de Tiro”, e “Guarnecer”. b. Comandos interruptivos - “Alto”, “Repousar”, “Abri- gar”, “Guarnecer” e “Em ação”. c. Saída de posição - “Mudança de posição”, “Posição de marchar”, “Atracar a parlamenta” e “Engatar”. d. Verificações antes do tiro - Verificação do funciona- mento mecânico, do aparelho de pontaria e do nivelamento. e. Serviço da peça em ação (preparação para o tiro) - Preparar os carregadores de lâmina e da munição, municiar os cofres de munição e alimen- tadores automáticos, alimentar, carregar, desmuniciar e remuni- ciar. - Executar as ações corresponden- tes a cada uma das funções que o servente pode desempenhar na peça de acordo com o comando recebido. - Citar as diversas verificações a serem executadas antes do tiro. - Executar as ações corresponden- tes a cada uma das verificações an- tes do tiro. - Municiar os cofres de munição e alimentadores automáticos. - Alimentar a peça. - Carregar a peça. - Desmuniciar a peça. - Remuniciar a peça. Can AAe 35mm - Executar as ações correspondentes ao acionamento mecânico do canhão. (Para a guarnição dotada do material) - Apresentados, aos militares, um canhão e um grupo gerador enga- tados e com todo o material orgâ- nico embarcado. - O instrutor avisará aos militares que o grupo gerador se encontra em pane. - Um número de militar igual ao número de serventes será esco- lhido e, para cada um deles, deve- rá será atribuída uma função inici- al. - Em seguida, uma série de coman- dos relativos ao acionamento da peça serão efetuados. - Após cada série de comandos, haverá rodízios nas funções, sen- do repetido este comportamento tantas vezes quantas forem ne- cessárias para que os militares passem por todas as funções. - Cada militar deverá realizar corretamente, dentro de cada função todas as operações cor- respondentes aos comandos recebidos. 09. ESCOLA DA PEÇA - AAe TEMPO ESTIMADO DIURNO: 15 h Q-412 (TE)
  • 25. 28.00 OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO SUGESTÕES PARA TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS INTERMEDIÁRIOS 09. ESCOLA DA PEÇA - AAe TEMPO ESTIMADO DIURNO: 15 h Can AAe 35mm - Municiar os alimentado- res automáticos e alimen- tar as armas. (Para a guarnição dotada do material) - Os militares deverão: - colocar a alavanca “I-O” na po- sição “O”; - municiar os alimentadores com 5 carregadores cada; - voltar a alavanca “I-O” para a posição “I”; e - realizar a alimentação através da catraca manual. - a arma deverá ser alimentada corretamente. Q-415 (TE) - Apresentados, aos militares, 10 carregadores de lâmina municia- dos e uma peça em posição de tiro. - O instrutor escolherá, aleatoria- mente, 2 militares. - Apresentados, aos militares, um cunhete com munição de manejo e um carregador de lâmina. Can AAe 35mm - Municiar os carregado- res de lâmina. (Para a guarnição dotada do material) - Ao término da operação, o carregador deverá estar municiado com 7 (sete) cartuchos. Q-414 (TE)
  • 26. 29.00 OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO SUGESTÕES PARA TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS INTERMEDIÁRIOS 09. ESCOLA DA PEÇA - AAe TEMPO ESTIMADO DIURNO: 15 h - O militar deverá enumerar seu posto e designar sua função corretamente. - Este OII será cumprido seqüen- cialmente ao anterior. Q-418 (OP) Can AAe 40mm C 60 - Ocupar posição em for- ma como integrante da guarnição da peça. (Para a guarnição dotada do material) - O militar deverá formar, corretamente, para todos os co- mandos recebidos. Q-417 (OP) - Serão dispostos no terreno peças acionadas, não acionadas e em posição de marcha. - O instrutor deverá atribuir a cada um dos militares uma função inicial. - Será dado uma série de comandos relativos às formações da guarnição da peça. - Serão dispostos no terreno pe- ças acionadas, não acionadas, em posição de marcha e em posição de tiro. Can AAe 40mm C 60 - Identificar peças aciona- das, não acionadas, em posição de marcha e em posição de tiro. (Para a guarnição de dota- da do material) - Todas as identificações deve- rão ser feitas corretamente. Q-416 (AC) 4. Formações da guarnição para os diversos comandos. - Tomar a posição na formação comandada, de acordo com cada uma das funções que o servente pode desempenhar em uma peça. Can AAe 40mm C 60 - Enumerar postos e de- signar funções. (Para a guarnição dotada do material) II. Can AAe 40mm C 60 1. Composição da peça em pessoal e material. 2. Definições de peça acionada, não acionada, em posição de marcha e em posição de tiro. 3. Definições de posições em relação à peça. - Definir peça. - Identificar a composição da peça em pessoal e material. - Distinguir peça acionada e não acionada, peça em posição de marcha e em posição de tiro. - Identificar a direita, a esquerda, a frente e a retaguarda de uma peça. - Dispor o material na posição.
  • 27. 30.00 OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO SUGESTÕES PARA TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS INTERMEDIÁRIOS 09. ESCOLA DA PEÇA - AAe TEMPO ESTIMADO DIURNO: 15 h - Apresentados um canhão enga- tado e com todo o material orgâni- co embarcado. - Um número de militar igual ao número de serventes será esco- lhido, aleatoriamente, pelo instrutor e, para cada um deles, deverá será atribuída uma função inicial. - Em seguida, uma série de coman- dos relativos ao acionamento da peça serão efetuados. - Haverá rodízios nas funções para que os militares passem por to- das as funções. Can AAe 40mm C 60 - Executar as ações cor- respondentes ao acionamento do canhão. (Para a guarnição dotada do material) - Realizar, corretamente, dentro de cada função todas as operações correspondentes aos comandos recebidos. Q-419 (TE) 5. Acionamento da peça a. Em ação - “Preparar para desenga- tar”, “Desengatar”, “ A braços (retaguarda, frente, direita e es- querda)”, “Pegar na parlamenta”, “Posição de Tiro” e “Guarnecer”. b. Comandos interruptivos - “Alto”, “Repousar”, “Abri- gar”, “Guarnecer” e “Em ação”. c. Saída de posição - “Mudança de posição”, “Posição de Marcha”, “Atracar a parlamenta” e “Engatar”. - Executar as ações corresponden- tes à cada uma das funções que o servente pode desempenhar na peça de acordo com o comando recebido.
  • 28. 31.00 OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO SUGESTÕES PARA TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS INTERMEDIÁRIOS 09. ESCOLA DA PEÇA - AAe TEMPO ESTIMADO DIURNO: 15 h Q-424 (TE) Can AAe 40mm C 70 - Executar as operações relativas aos comandos recebidos. (Para a guarnição dotada do material) - Cada militar deverá executar a ação comandada de acordo com a função que estiver ocupando no momento. Q-423 (HT) - Apresentado, ao militar, um ca- nhão na posição de marcha, enga- tado e com todo o seu material orgânico embarcado. - Dispostas no terreno peças aci- onadas, não acionadas, em posi- ção de marcha e em posição de tiro. Can AAe 40mm C 70 - Identificar peças acionadas, não acionadas, em posição de marcha e em posição de tiro. (Para a guarnição dotada do material) - Todas as identificações deve- rão ser feitas corretamente. Q-420 (AC) Can AAe 40mm C 70 - Executar a operação manual do canhão. (Para a guarnição dotada do material) III. Can AAe 40mm C 70 1. Composição da peça em pessoal e material. 2. Definições de peça acionada, não acionada, em posição de marcha e em posição de tiro. 3. Definições de posições em relação à peça. - Definir peça. - Identificar a composição da peça em pessoal e material. - Distinguir peça acionada e não acionada, peça em posição de marcha e em posição de tiro. - Identificar a direita, a esquerda, a frente e a retaguarda de uma peça. - Dispor o material na posição. Can AAe 40mm C 70 - Enumerar postos e de- signar funções. (Para a guarnição dotada do material) - O militar deverá enumerar seu posto e designar sua função corretamente. Q-422 (OP) - Este OII será cumprido seqüen- cialmente ao anterior. Can AAe 40mm C 70 - Ocupar posição em forma como integrante da guarnição da peça. (Para a guarnição dotada do material) - O militar deverá formar, corretamente, para todos os co- mandos recebidos. Q-421 (OP) - Dispostas no terreno peças aci- onadas, não acionadas e em posi- ção de marcha. - O instrutor deverá atribuir a cada um dos militares uma função ini- cial. - Será dado uma série de coman- dos relativos às formações da guarnição da peça. 4. Formações da guarnição para os diversos comandos. - Tomar a posição na formação comandada, de acordo com cada uma das funções que o servente pode desempenhar em uma peça. 5. Comandos para o acionamento do canhão. - Executar as ações corresponden- tes a cada uma das funções que o servente poderá desempenhar em uma peça, de acordo com o coman- do recebido. 6. Operação manual. - Conhecer a finalidade da operação manual. - Executar as ações corretamente a cada uma das funções que o servente pode desempenhar na peça durante a operação manual. - Cada militar deverá executar corretamente dentro de cada função, todas as operações cor- respondentes aos comandos recebidos durante a operação manual. - Apresentado, ao militar, um ca- nhão na posição de tiro com o GG desligado.
  • 29. 32.00 OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO SUGESTÕES PARA TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS INTERMEDIÁRIOS 09. ESCOLA DA PEÇA - AAe TEMPO ESTIMADO DIURNO: 15 h Q-430 (HT) Can AAe 40mm C 70 - Retificar o aparelho de pontaria (Para a guarnição dotada do material) - O militar deverá retificar o apa- relho de pontaria, corretamente. Q-429 (HT) - Apresentado, ao militar, um ca- nhão e ferramentas. - Apresentado, ao militar, um ca- nhão na posição de tiro com o GG ligado. Can AAe 40mm C 70 - Ligar o canhão. (Para a guarnição dotada do material) - Executar, corretamente, a se- qüência de operações para ligar o canhão e realizar a passagem de controle local para remoto e vice-versa. Q-425 (HT) Can AAe 40mm C 70 - Identificar as ligações entre o canhão e o EDT. (Para a guarnição dotada do material) 7. Operação motor. - Conhecer a finalidade da operação motor. - Executar a seqüência para ligar o canhão. - Conhecer as situações “controle lo- cal” e “controle remoto”. Can AAe 40mm C 70 - Orientar o canhão. (Para a guarnição dotada do material) - O militar deverá orientar o ca- nhão pelos diversos processos. Q-428 (HT) - Apresentado, ao militar, um ca- nhão e um EDT. Can AAe 40mm C 70 - Desmontar e montar o tubo e o quebra-chamas. (Para a guarnição dotada do material) - Executar, corretamente, as operações de desmontagem e montagem do tubo e quebra- chamas. Q-427 (HT) - Apresentado, ao militar, um ca- nhão com o tubo e o quebra-cha- mas montados. 10. Orientação do canhão. - Descrever os procedimentos para orientação do canhão pelos diversos processos 11. Retificação do aparelho de pontaria. - Identificar os locais de atuação, para a retificação do aparelho de pontaria. 12. Interface do canhão.- Citar a finalidade da interface. - Descrever as conexões da interface. - O militar deverá realizar as co- nexões entre o canhão e o EDT corretamente. - Apresentado, ao militar, uma cai- xa de interface, um par de fio du- plo telefônico e um cabo tripartido. - Apresentado, ao militar, um ca- nhão na posição de tiro e um setor de tiro para limitação. Can AAe 40mm C 70 - Limitar um setor de tiro. - Realizar a verificação do disparo e do funciona- mento dos limitadores de setor de tiro. (Para a guarnição dotada do material) Q-426 (HT) 8. Limitação dos setores de tiro e verificação do disparo. - Executar as ações corresponden- tes a cada uma das funções para realizar a limitação dos setores de tiro. - Após a operação, o setor de tiro deverá estar limitado, cor- retamente. Executar corretamente a verifi- cação do disparo e a verificação do funcionamento dos limitado- res de setor de tiro. 9. Troca do tubo. - Citar a finalidade da troca do tubo e quebra-chamas. - Executar as operações para a tro- ca do tubo e quebra-chamas.
  • 30. 33.00 OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO SUGESTÕES PARA TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS INTERMEDIÁRIOS 09. ESCOLA DA PEÇA - AAe TEMPO ESTIMADO DIURNO: 15 h - O militar deverá enumerar seu posto e designar sua função corretamente. - Este OII será cumprido seqüen- cialmente ao anterior. Q-433 (OP) E D T - Tomar posição na guar- nição de EDT de acordo com o comando recebido. (Para a guarnição dotada do material) - O militar deverá ocupar a posi- ção correta em todas as forma- ções comandadas. Q-432 (OP) - Dispostos EDT no terreno nas se- guintes situações: acionado, não acionado, em posição de marcha e em posição de operação. - O instrutor deverá realizar um rodízio da guarnição até que todos os serventes tenham passado por cada uma das funções. IV. EDT 1. Composição do Equipamento de Direção de Tiro - Pessoal, material e deveres da guarnição. 2. Comandos preliminares e for- mações a. Definições de EDT aciona- do, não acionado, em posição de marcha e em posição de tiro; b. Identificação dos posicio- namentos em relação ao EDT; e c. Execução dos procedimen- tos em relação aos comandos de “Formar”, “Formar guarnição”, “Engatar”, “Desengatar”, “Nume- rar postos e designar funções”, “Preparar para embarcar e em- barcar”, “Preparar para desem- barcar e Desembarcar” e outros. - Dispostos no terreno EDT acio- nados, não acionados, em posição de marcha e em posição de ope- ração. E D T - Identificar EDT acionado, não acionado, em posição de marcha e em posição de operação. (Para a guarnição dotada do material) - O militar deverá fazer todas as identificações corretamente. Q-431 (AC) - Descrever a composição do EDT em material e pessoal. - Citar a graduação e a função de cada um dos componentes da guar- nição. - Distinguir EDT acionado e não acio- nado. - Distinguir EDT em posição de mar- cha e EDT em posição de operação. - Identificar direita, esquerda, frente e retaguarda do EDT. E D T - Enumerar postos e de- signar funções. (Para a guarnição dotada do material)
  • 31. 34.00 OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO SUGESTÕES PARA TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS INTERMEDIÁRIOS 09. ESCOLA DA PEÇA - AAe TEMPO ESTIMADO DIURNO: 15 h - O militar deverá operar corre- tamente o AOA. - Apresentado, ao militar, um AOA ligado ao EDT/CDT. Q-436 (TE) 5. Apontador Ótico Auxiliar (AOA) - Instalação, orientação e operação. - Citar a finalidade do AOA. - Instalar o AOA. - Enumerar e distinguir os processos de orientação do AOA. E D T - Executar a operação com o Grupo Gerador (GG). (Para a guarnição dotada do material) - O militar deverá realizar as ve- rificações e operar o GG corre- tamente. Q-435 (TE) - Apresentado, ao militar, um GG ligado. 3. Acionamento do EDT. a. Em ação - “Preparar para desenga- tar”, “Desengatar”, “A braços”, “Pegar na parlamenta”, “Guarne- cer”, “Ligar energia” e “Verificar as comunicações”. b. Comandos interruptivos - “Alto, “Abrigar”, “Esperar”, “Repousar”, “Cobrir o EDT” e “Descobrir o EDT”. c. Saída de posição - “Mudança de posição”, “Atracar a palamenta”, “Desligar energia”, “Preparar para enga- tar” e “Engatar”. - Executar as ações corresponden- tes a cada uma das funções que o servente pode desempenhar de acor- do com o comando recebido. - Apresentado, aos militares, um EDT engatado com seu material embarcado. - O instrutor deverá realizar rodí- zios na guarnição até que todos os serventes tenham passado por cada uma das funções. E D T - Executar as ações cor- respondentes ao aciona- mento do EDT. (Para a guarnição dotada do material) - Executar, corretamente, todas as ações correspondentes aos comandos recebidos. Q-434 (TE) 4. Grupo Gerador (GG) do EDT/ CDT. - Executar as verificações do GG. - Realizar as operações para ligar, desligar e reabastecer o GG. E D T - Executar a operação com o Apontador Ótico Auxili- ar (AOA). (Para a guarnição dotada do material)
  • 32. 35.00 OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO SUGESTÕES PARA TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS INTERMEDIÁRIOS 09. ESCOLA DA PEÇA - AAe TEMPO ESTIMADO DIURNO: 15 h - Os militares deverão realizar o acompanhamento ótico, as lei- turas da distância e as leituras de azimute do balão. - Apresentados, ao militar, um EDT em posição de operação e o ma- terial necessário à sondagem. - O instrutor deverá realizar rodí- zios na guarnição até que todos os serventes tenham passado por cada uma das funções. Q-438 (HT) 6. Serviço do EDT em ação a. Orientação do EDT; b. Verificações do EDT; c. Modos de operações: - buscas manual, setorial e helicoidal (Material 35 mm); - detecção radar (Material 40 mm); - detecção e apreensão óti- ca (Material 35 mm); - Designação ótica (Material 40 mm); - acompanhamentos radar, ótico e cego (Material 35 mm); e - desengajamento e mudan- ça de alvos. d. Sondagem meteorológica. - Executar as operações correspon- dentes a cada uma das funções du- rante a orientação, verificação, mo- dos de operação e sondagem meteorológica. - Apresentados, ao militar, um EDT em posição de operação e um alvo aéreo. - O instrutor deverá realizar rodí- zios na guarnição até que todos os serventes tenham passado por cada uma das funções. E D T - Realizar uma detecção ótica. (Material 35 mm) (Para a guarnição dotada do material 35 mm) - Ao término da operação, o alvo deverá estar apreendido pelo radar. Q-437 (HT) E D T - Realizar uma sondagem meteorológica. (Para a guarnição dotada do material)
  • 33. 36.00 OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO SUGESTÕES PARA TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS INTERMEDIÁRIOS 09. ESCOLA DA PEÇA - AAe TEMPO ESTIMADO DIURNO: 15 h - O militar deverá desligar o re- paro, visar a luneta panorâmica da peça através da luneta do re- paro, ler o azimute de orienta- ção da peça no sincro de azimutes e verificar a orientação (Material 35 mm). - Apresentados um EDT/CDT em posição de operação e uma peça em posição de tiro. Q-442 (HT) E D T - Operar o intercomunica- dor. (Para a guarnição dotada do material 40 mm) - O militar deverá acionar e ope- rar o intercomunicador correta- mente. Q-441 (HT) - Apresentado, ao militar, um EDT e o canhão com o intercomunica- dor desligado. 7. Trabalhos da Seção a. Orientação do EDT/ CDT e do AOA; b. Orientação das peças com o EDT/CDT e determinação das paralaxes (Material 35 mm); c. Ponto de referência para o EDT/CDT; d. Amarração da orientação do EDT/ CDT por um ponto de referência; e. Verificação do azimute de referência; f. Verificação da transmissão com ponto afastado, sem ponto afastado e com alvo móvel; e g. Verificação de ajustagem da tensão de transmissão (Material 35 mm). 8. Prática de operação do EDT conectado ao simulador de alvos SURO (Material 35 mm). 9. Prática de operação do EDT com a utilização do programa ST -1 ( Material 40 mm). - Orientar o AOA. - Orientar as peças com o EDT/CDT. - Determinar as paralaxes para as peças (Material 35 mm). - Executar a amarração da orienta- ção do EDT/CDT. - Executar as operações correspon- dentes às verificações da seção. - Operar o EDT conectado ao simula- dor de alvos SURO (Material 35 mm). - Operar o EDT com a utilização do programa ST 1 ( Material 40 mm). - Apresentado, ao militar, uma tre- na, um EDT/CDT e um canhão. E D T - Medir a distância entre um EDT/CDT e uma peça. (Para a guarnição dotada do material) - Realizar a medida da distância, corretamente, e de acordo com os procedimentos estabeleci- dos. Q-440 (HT) E D T - Orientar a peça. (Para a guarnição dotada do material) - O militar deverá desligar o re- paro, visar o GB através da lune- ta do reparo, registrar no sincro de azimute o ângulo comanda- do e verificar a orientação (Ma- terial 35 mm). - O militar deverá visar a cruz de orientação do RA com o GB e for- necer corretamente o contra- azimute ( Material 40 mm). - O militar deverá visar o refletor do canhão através da cruz de ori- entação do monitor de TV e medir a distância através do infravermelho (Material 40 mm). E D T - Orientar o EDT/CDT. (Para a guarnição dotada do material 40 mm) - Apresentados um EDT/CDT em posição de operação e um goniômetro bússola (GB). Q-439 (HT)
  • 34. 37.00 OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO SUGESTÕES PARA TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS INTERMEDIÁRIOS 09. ESCOLA DA PEÇA - AAe TEMPO ESTIMADO DIURNO: 15 h - Apresentado, ao militar, um con- junto de imagens de aviões bra- sileiros ou não e uma relação com suas principais características. E D T - Reconhecer os diversos tipos de aeronaves e ci- tar suas principais carac- terísticas. (Para a guarnição dotada do material) - Identificar a aeronave como brasileira ou não; - Citar sua nomenclatura geral; e - Citar 3 de suas características principais. Q-443 (AC) - Citar os processos de identifica- ção de aeronaves. - Citar os meios de identificação de aeronaves. - Citar e identificar os tipo de aero- naves existentes no Brasil e nos países sul-americanos. - Citar a nomenclatura geral dos di- versos tipos de aeronaves. 1. Alvos Aéreos a. Processos e meios de iden- tificação de aeronaves; - Visual, olho nu, com ins- trumentos óticos, audição e mei- os eletrônicos. b. Aeronaves existentes no Brasil e nos países Sul-ameri- canos; - Tipos (caça, ataque, bom- bardeio, transporte, observação e ligação, helicópteros etc); e - Principais características (forma, velocidade, altura de vôo, insígnias, ruídos e nomen- clatura geral). - Apresentados, ao militar, um con- junto de imagens com diferentes formações. E D T - Identificar as formações de aeronaves. (Para a guarnição dotada do material) - O militar deverá identificar, cor- retamente, todas as formações. Q-444 (AC) - Identificar os diversos tipos de for- mações de aeronaves. - Citar os tipos de ataques aéreos. - Citar as características de cada tipo de ataque. c. Noções sobre ataques aéreos - Formações de aeronaves e tipos de ataques; e - Modo de atuação e caracte- rísticas.
  • 35. 38.00 OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO SUGESTÕES PARA TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS INTERMEDIÁRIOS 10. ESCOLA DA PEÇA - L M F TEMPO ESTIMADO DIURNO: 15 h - Apresentadas uma LMU e uma UCF. - Este OII deverá ser cumprido em conjunto por todos os integrantes da Gu LMU. - Acionar a UT nas posi- ções de Espera e de Tiro. - Cada um dos militares inte- grantes da AV-LMU deverá, de acordo com suas respectivas funções, executar corretamente os procedimentos relativos a seus cargos. Q-403 (HT) 4. Acionamento da UT. - Definir Posição de Espera e Posi- ção de Tiro. - Enumerar os procedimentos de cada um dos integrantes da Gu LMU na Pos Espera e na Pos Tiro. - Citar os procedimentos adotados pela UCF e pela AV - RMD nas Pos Espera e de Tiro. - Ocupar a posição na guar- nição. - Cada militar deverá ocupar em forma o lugar correspondente à função que lhe foi designada. Q-402 (OP) - Será disposta no terreno uma AV- LMU. O instrutor deverá atribuir a cada um dos militares uma fun- ção inicial. - Em seguida dará a série de co- mandos relativos às formações de guarnição. I. AV - LMU 1.Composição da guarnição da LMU em pessoal e material. 2. Disposição dos equipamentos e acessórios do material LMF. - Dispor os equipamentos e acessó- rios corretamente. - Apresentada a guarnição da LMU. - Citar a graduação e a fun- ção de cada um dos com- ponentes da guarnição. - Identificar os integrantes da LMU, com 100% de acerto. Q-401 (AC) 2. Formação da guarnição para os comandos de: a. Formar guarnição (à fren- te, à retaguarda, à direita ou à esquerda da LMU); e b. Guarnecer. 3. Ações da guarnição corres- pondentes aos comandos de a. Enumerar postos; e b. Designar funções. - Tomar a posição na formação co- mandada, de acordo com cada uma das funções que o servente pode desempenhar em uma peça.
  • 36. 39.00 OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO SUGESTÕES PARA TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS INTERMEDIÁRIOS - Realizar a patolagem da AV/UCF ou AV-RMD A AV/UCF ou AV-RMD deverá es- tar corretamente patolada Q-405 (HT) Apresentada uma AV/UCF ou AV- RMD, o militar executará a patolagem II. AV - RMD 1. Generalidades a. Apresentação; e b. Principais características e possibilidades III. AV - UCF 1. Generalidades a. Apresentação; e b. Principais características e possibilidades - Citar os principais componentes da AV/UCF ou AV-RMD. - Citar as principais características da AV/UCF ou AV-RMD. - Apresentada uma AV/UCF ou AV- RMD e uma relação contendo suas principais partes componentes. - Identificar as partes componentes da AV-UCF e AV-RMD - O militar deverá identificar, corretamente, todas as partes componentes da AV-LMU ou AV- RMD constantes da relação Q-404 (AC) 2. Sistema de Patolagem - Patolagem hidráulica -Relacionar as alavancas de patolagem com os respectivos cilin- dros niveladores. - Realizar a patolagem hidráulica. 10. ESCOLA DA PEÇA - L M F TEMPO ESTIMADO DIURNO: 15 h
  • 37. 40.00 OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO SUGESTÕES PARA TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS INTERMEDIÁRIOS - Apresentado, ao militar, um Msl A Ae Ptt inerte. - O militar deverá adotar a posição de marcha (ou posição de marcha intermediária) sobre a Vtr. - Deverá ser realizado um peque- no deslocamento, com o material embarcado em Vtr. - Logo após, a Vtr interrompe seu deslocamento e a UT entra em posição no terreno. - Após isso, a UT embarca nova- mente na Vtr. - Realizar o acionamento da UT em uma posição no terreno. - A UT deverá estar acionada no prazo máximo de 2 minutos. 1. Treinamento da guarnição da UT a. Entrada e saída de posição no terreno; e b. Entrada e saída de posição em viatura; Q-401 (HT) - Apresentado, ao militar, um Msl A Ae Ptt inerte. - O militar deverá adotar a posição de marcha (ou posição de marcha intermediária) sobre a Vtr. - Deverá ser realizado um peque- no deslocamento, com o material embarcado em Vtr. - Logo após, a Vtr interrompe seu deslocamento e a UT entra em posição sobre a Vtr. - Após isso, mediante ordem do Ch UT, o militar adota novamente a posição de marcha (ou posição de marcha intermediária), reiniciando a Vtr o seu deslocamento. - Realizar o acionamento da UT em uma posição sobre a viatura - A partir do momento em que a Vtr pára, o militar deverá adotar a posição de combate no prazo máximo de 10 segundos. - A partir do comando do Ch UT, o militar deverá adotar nova- mente a posição de marcha (ou posição de marcha intermediá- ria) no prazo máximo de 10 se- gundos. Q-402 (HT) - Realizar a entrada e saída de posi- ção no terreno. - Realizar a entrada e saída de posi- ção em viatura. 11. ESCOLA DA PEÇA - MÍSSEIS TEMPO ESTIMADO DIURNO: 15 h
  • 38. 41.00 OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO SUGESTÕES PARA TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS INTERMEDIÁRIOS - Apresentado, ao militar, um Msl A Ae Ptt inerte. - O militar deverá posicionar-se sobre a Vtr e adotar a posição de marcha (ou posição de marcha intermediária). - A Vtr realiza um pequeno deslo- camento e, durante o mesmo, mediante ordem do Ch UT, o mili- tar deverá adotar a posição de combate com a Vtr em movimen- to. - Após isso, mediante ordem do Ch UT, o militar deverá adotar a posição de marcha (ou posição de marcha intermediária) ainda com a Vtr em movimento. - Acionar a UT simulando a defesa antiaérea de uma coluna de marcha. - O militar não deverá levar mais do que 20 segundos para adotar a posição de combate. - O militar não deverá levar mais do que 20 segundos para retornar à posição de marcha (ou posição de marcha interme- diária). - O militar deverá atentar para a mudança da velocidade da Vtr durante o deslocamento, para a velocidade de disparo do míssil em movimento, informando ao Ch UT o momento em que esta- ria em condições de realizar o disparo. Q-403 (HT) c. Deslocamento de Vtr com a UT acionada. - Realizar o deslocamento da UT em Vtr, simulando a realização da defe- sa de uma coluna de marcha. 11. ESCOLA DA PEÇA - MÍSSEIS TEMPO ESTIMADO DIURNO: 15 h
  • 39. 42.00 OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO SUGESTÕES PARA TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS INTERMEDIÁRIOS - Apresentado, ao militar, o Treina- dor de Acompanhamento, estan- do o alvo simulado em uma posi- ção estacionária. - O militar deverá estar posiciona- do sobre a viatura parada. - Deverão ser realizados dois dis- paros durante o dia e dois dispa- ros ao crepúsculo. - Realizar o tiro simulado contra alvo em vôo estaci- onário a partir de viatura parada. - O militar deverá realizar corre- tamente as condutas, inicialmen- te para o lançamento de um míssil e, a seguir, para o lança- mento de dois mísseis suces- sivos. Q-405 (HT) 2. Prática no Treinador de Acom- panhamento: a. Tiro simulado contra helicóptero em vôo estacionário, a partir de: - posição no terreno; - viatura parada; e - viatura em movimento. - Realizar o acompanhamento do alvo simulado estacionário, a partir de po- sição no terreno e em Vtr, estando esta parada ou em movimento. - Adquirir noções práticas sobre as condições do tiro e realizar todas as operações relativas ao lançamento do míssil, nas diversas situações. - Apresentado, ao militar, o Treina- dor de Acompanhamento, estan- do o alvo simulado montado em uma posição estacionária. - O militar deverá estar posiciona- do sobre o terreno. - Deverão ser realizados dois dis- paros durante o dia e dois dispa- ros ao crepúsculo. - Realizar o tiro simulado contra alvo em vôo estaci- onário a partir de posição no terreno. - O militar deverá realizar corre- tamente as condutas, inicial- mente para o lançamento de um míssil e, a seguir, para o lança- mento de dois mísseis suces- sivos. Q-404 (HT) - Apresentado, ao militar, o Trei- nador de Acompanhamento, es- tando o alvo simulado em posição estacionária. - O militar deverá estar posiciona- do sobre uma viatura em movi- mento. - Deverão ser realizados dois dis- paros durante o dia e dois dispa- ros ao crepúsculo. - Realizar o tiro simulado contra alvo em vôo estaci- onário a partir de viatura em movimento. - O militar deverá realizar corre- tamente as condutas, inicial- mente para o lançamento de um míssil e, a seguir, para o lança- mento de dois mísseis suces- sivos. Q-406 (HT) 11. ESCOLA DA PEÇA - MÍSSEIS TEMPO ESTIMADO DIURNO: 15 h
  • 40. 43.00 OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO SUGESTÕES PARA TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS INTERMEDIÁRIOS - Apresentado ao militar um con- junto de imagens de aviões bra- sileiros ou não e uma relação com suas principais características. - Reconhecer os diversos tipos de aeronaves e ci- tar suas principais carac- terísticas. - Identificar a aeronave como brasileira ou não. - Citar sua nomenclatura geral. e - Citar 3 de suas características principais. Q-407 (AC) - Citar os processos de identifica- ção de aeronaves. - Citar os meios de identificação de aeronaves. - Citar e identificar os tipos de aero- naves existentes no Brasil e nos países sul-americanos. - Citar a nomenclatura geral dos di- versos tipos de aeronaves. 3. Alvos Aéreos a. Processos e meios de iden- tificação de aeronaves: - Visual, olho nu, com ins- trumentos óticos, audição e mei- os eletrônicos. b. Aeronaves existentes no Brasil e nos países Sul-ameri- canos; - Tipos (caça, ataque, bom- bardeio, transporte, observação e ligação, helicópteros, etc); e - Principais características (forma, velocidade, altura de vôo, insígnias, ruídos e nomen- clatura geral). - Apresentados ao militar um con- junto de imagens com diferentes formações. - Identificar as formações de aeronaves. - O militar deverá identificar, cor- retamente, todas as formações. Q-408 (AC) - Identificar os diversos tipos de for- mações de aeronaves. - Citar os tipos de ataques aéreos. - Citar as características de cada tipo de ataque. c. Noções sobre ataques aéreos - Formações de aeronaves e tipos de ataques; e - Modo de atuação e caracte- rísticas. 11. ESCOLA DA PEÇA - MÍSSEIS TEMPO ESTIMADO DIURNO: 15 h
  • 41. 44.00 OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO SUGESTÕES PARA TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS INTERMEDIÁRIOS 12. ESCOLA DA PEÇA - OBUSEIROS TEMPO ESTIMADO DIURNO: 15 h - Em uma peça não acionada serão distribuídos os serventes com uma função inicial. - Em seguida será dado o coman- do de “pegar na palamenta” e, posteriormente, o de “atracar a palamenta”. - Serão repetidos tantos coman- dos quantos forem necessários para que todos os militares de- sempenhem, mediante rodízio, todas as funções na guarnição. - Executar as operações de “pegar na palamenta” e “atracar a palamenta”. - Executar as operações de “mudança de posição”. (M 56 AR e L 118 AR) - Todas as operações relativas aos comandos recebidos deve- rão ser executados, correta- mente, no prazo de 3 minutos. Q-404 (HT) 6. Ações da guarnição e proce- dimentos dos serventes em re- lação aos diversos comandos para o acionamento da peça - “Em ação”, Peça a braço”, ”Alto”, “Repousar”, “Cessar Fogo” e “Abrigar”. - Executar as ações corresponden- tes a cada uma das funções que o servente pode desempenhar na peça, de acordo com o comando re- cebido e considerando o tipo de ma- terial de emprego na OM. - Ocupar posição em for- ma como integrante da guarnição da peça. - O militar deverá formar, corre- tamente, para todos os coman- dos recebidos. Q-402 (OP) - Serão dispostas no terreno pe- ças acionadas, não acionadas e em posição de marcha. - O instrutor deverá atribuir a cada um dos militares uma função ini- cial. - Será dada uma série de coman- dos relativos às formações da guarnição da peça. 1. Disposição do material na po- sição da peça. 2. Composição da guarnição da peça. 3. Definições de “peça acionada”, “não acionada”, “em posição de marcha” e “em posi- ção de tiro”. 4. Definições de posições em re- lação à peça. - Dispor o material na posição. - Citar a graduação e a função de cada um dos integrantes da guarni- ção da peça. - Definir peça. - Distinguir “peça acionada” de “peça não acionada” e “peça em posição de marcha” de “em posição de tiro”. - Identificar a direita, a esquerda, a frente e a retaguarda de uma peça. - Serão dispostas no terreno pe- ças acionadas, não acionadas e em posição de marcha. - Identificar peças aciona- das, não acionadas e em posição de marcha. - Todas as identificações deve- rão ser feitas corretamente. Q-401 (AC) 5. Formações da guarnição para os diversos comandos - “Formar”, “Formar Guarni- ção”, “Guarnecer”, “Greparar para embarcar/ embarcar”, “Pre- parar para desembarcar/ desem- barcar”. - Tomar a posição na formação co- mandada, de acordo com cada uma das funções que o servente pode desempenhar em uma peça. - Este OII será cumprido seqüen- cialmente ao anterior. - Enumerar postos e de- signar funções. - O militar deverá enumerar seu posto e designar sua função corretamente. Q-403 (OP)
  • 42. 45.00 OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO SUGESTÕES PARA TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS INTERMEDIÁRIOS Apresentados, ao militar, os se- guintes materiais: - uma peça; - uma luneta panorâmica; - uma luneta para o tiro direto; e - um quadrante de nível. - o instrutor determinará que as lunetas sejam colocadas em seus suportes. - para cada tipo de aparelho de pontaria, os militares registrarão os elementos. - após cada registro, o instrutor fará uma verificação. - Colocar as lunetas em seus suportes e registrar derivas, correções de de- rivas e elevações. - As lunetas deverão ser colo- cadas corretamente em seus suportes. - Todos os registros em cada tipo de aparelho de pontaria de- verão estar corretos. Q-405 (HT) 8. Aparelho de pontaria - Manuseio e cuidados especiais. - Nivelar corretamente o aparelho de pontaria. - Manusear as lunetas. - Registrar elementos de tiro no tipo de aparelho de pontaria correspon- dente. 12. ESCOLA DA PEÇA - OBUSEIROS TEMPO ESTIMADO DIURNO: 15 h
  • 43. 46.00 OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO SUGESTÕES PARA TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS INTERMEDIÁRIOS 13. MANUTENÇÃO DO MATERIAL TEMPO ESTIMADO DIURNO: 32 h - Realizar a Manutenção de 1o Escalão do Material de Artilharia - Realizar a Manutenção de 1o Escalão do Material de Artilharia - O militar deverá executar corretamente a manutenção de 1o Escalão do Mat Art. Q – 401 ( CH ) 1. Manutenção de 1o Escalão a. Objetivo; b. Procedimentos; c. Responsabilidade; d. Freqüência; e. Desmontagem de 1o Escalão; f. Montagem de 1o Escalão; e g. Ferramental e material empregado na manutenção de 1o Escalão. - Entender a importância da manu- tenção do material de emprego militar, em especial de Artilharia. - Descrever os principais procedi- mentos e freqüência, a serem adotadas na manutenção de 1o Escalão do Mat Art. - Realizar a desmontagem e monta- gem de 1o Escalão do Mat Art. - Realizar a manutenção de 1o Es- calão do Mat Art, utilizando as res- pectivas tabelas de manutenção. - Apresentado, ao militar, os equipamentos e instrumentos, empregados na Artilharia, a ser manutenido e o material neces- sário à manutenção de 1o Escalão - Realizar a Manutenção de 1o Escalão dos equipa- mentos e instrumentos empregados na Artilha- ria. - O militar deverá executar corretamente a manutenção de 1o Escalão dos equipamen- tos e instrumentos que utiliza- rá no cumprimento de suas atribuições. Q – 402 ( CH ) 2. Manutenção de 1o Escalão a. objetivo; b. procedimentos; c. responsabilidade; d. freqüência; e. desmontagem de 1o Escalão; f. montagem de 1o Escalão; e g. ferramental e material empregado na manutenção de 1o Escalão. - Entender a importância da manu- tenção dos equipamentos e instru- mentos para o cumprimento de suas atribuições. - Descrever os principais procedi- mentos e freqüência, a serem adotados na manutenção de 1o Escalão dos equipamentos e ins- trumentos. - Realizar a desmontagem e monta- gem de 1o Escalão dos equipamen- tos e instrumentos. - Realizar a manutenção de 1o Es- calão dos equipamentos e instru- mentos, utilizando as respectivas tabelas de manutenção. - Apresentado, ao militar, o Mat Art a ser lubrificado, lubrifican- tes adequados e a Carta-Guia de Lubrificação - Executar a lubrificação do Material de Artilharia utilizando a Carta-Guia de Lubrificação. - O militar deverá executar corretamente a lubrificação do Mat Art. Q – 403 ( CH ) - Lubrificar o Mat Art utilizando a Carta-Guia de Lubrificação. - Citar a finalidade da Carta-Guia de Lubrificação. - Interpretar a Carta-Guia de Lubri- ficação. 3. Carta-Guia de Lubrificação. a. finalidade; e b. identificação da Carta-Guia com as peças e utilização dos lubrificantes.
  • 44. 47.00 OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO SUGESTÕES PARA TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS INTERMEDIÁRIOS 13. MANUTENÇÃO DO MATERIAL TEMPO ESTIMADO DIURNO: 32 h - Apresentado, ao militar, os componentes do Mat Art a ser limpo e lubrificado. - Realizará a limpeza e lu- brificação de compo- nentes (peças e acessó- rios) do Material de Arti- lharia. - O militar deverá executar corretamente a limpeza e lu- brificação dos componentes do Mat Art. Q – 404 ( CH ) 4. Limpeza e lubrificação dos componentes ( peças e acessó- rios) do Mat Art a. Finalidade; b. Carta-Guia de Lubrificação;e c. Utilização das tabelas de manutenção do material. - Entender a importância da limpeza dos componentes do Mat Art. - Citar as atribuições de cada ser- vente na limpeza dos componentes. - Apresentado, ao militar, o seguin- te material: - uma peça com necessidade de recompletamento de óleo; - uma carta-guia de lubrificação da peça; - ferramentas necessárias ao recompletamento; e - óleo para recompletamento do mecanismo de recuo da peça. - Realizar o recompleta- mento do óleo do meca- nismo de recuo do Mate- rial de Artilharia. - O militar deverá executar cor- retamente todas as ações ne- cessárias ao recompletamento do óleo do mecanismo de recuo da peça. Q – 405 ( CH ) 5. Verificação dos níveis Recompletamento dos lubrifi- cantes - Identificar a necessidade de completamento do óleo da peça. - Utilizar corretamente o ferramental necessário ao recompletamento do óleo da peça. - Por ocasião da manutenção de 2o escalão do Mat Art. - Auxiliar na Manutenção de 2o Escalão do Material de Artilharia. - O militar deverá auxiliar de modo adequado a manutenção de 2o escalão do Mat Art. Q – 406 ( CH ) 6. Manutenção de 2o escalão a. Objetivo; b. Procedimentos; c. Responsabilidade; d. Freqüência; e. Desmontagem de 2o Esc; f. Montagem de 2o Esc; e g.Ferramentalematerialempre- gados na manutenção de 2o Esc. - Será apresentado ao militar o Material de Artilharia na seguinte situação: - na posição de tiro; e - na posição de marcha. - Inspecionar o Material de Artilharia, antes, durante e depois do tiro e da mar- cha. - O militar deverá: - inspecionar o material corre- tamente antes, durante e após o tiro; e - inspecionar o material corre- tamente antes, durante e após a marcha. Q – 407 ( CH ) 7. Inspeção do Material de Arti- lharia a. Antes, durante e após o tiro; b. Antes, durante e após a marcha. - Citar os procedimentos necessári- os à inspeção do material de artilha- ria, antes, durante e após o tiro. - Citar os procedimentos necessári- os à inspeção do material de artilha- ria, antes, durante e após a marcha.
  • 45. 48.00 OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO SUGESTÕES PARA TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS INTERMEDIÁRIOS 13. MANUTENÇÃO DO MATERIAL TEMPO ESTIMADO DIURNO: 32 h - Será apresentado ao militar um Livro Registro do Material de Arti- lharia e os dados necessários ao seu preenchimento. - Preencher o Livro Regis- tro do Material de Artilha- ria e dos equipamentos e instrumentos emprega- dos na Artilharia. - O militar deverá preencher o livro, colocando os dados apre- sentados nos campos apropri- ados. Q – 408 ( CH ) 8. Livro Registro do Material de Artilharia e dos Equipamentos e Instrumentos empregados na Artilharia a. Finalidade; e b. Informações necessárias; e c. Oportunidades de registro. - Citar a finalidade do Livro Registro do Material de Artilharia. - Preencher o Livro Registro do Ma- terial de Artilharia. - Será apresentado ao militar o Material de Artilharia e o supri- mento necessário para a utiliza- ção no processo úmido de descontaminação à água. - Realizar a descontamina- ção do Material de Artilha- ria e dos equipamentos e instrumentos emprega- dos na Artilharia. - O militar deverá realizar a tare- fa, observando todos os proce- dimentos preconizados no pro- cesso a ser utilizado. Q – 409 ( CH ) 9. Descontaminação de Material do Material de Artilharia e dos equipamentos e instrumentos empregados na Artilharia a. Finalidade; b. Processos; e c. Relação processos/agen- tes. - Relacionar os processos de descontaminação com o tipo de agente. - Será apresentado ao militar uma situação em que caracterize a ne- cessidade de destruição do Ma- terial de Artilharia. - Conhecer os processos e oportunidades para destruição do Material de Artilharia e dos equipa- mentos e instrumentos empregados na Artilharia. - O militar deverá descrever os procedimentos preconizados nos processos de destruição do material. Q – 410 ( CH ) - Relacionar os processos de destrição do material. - Identificar as diferentes situações e oportunidades em que o material deva ser destruído. - Citar as principais características dos processos de destruição do material. 10. Destruição de Material do Ma- terial de Artilharia e dos equipa- mentos e instrumentos emprega- dos na Artilharia a. situações em que o materi- al poderá ser destruído; e b. Processos de destruição.
  • 46. 49.00 OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO SUGESTÕES PARA TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS INTERMEDIÁRIOS 14. MATERIAL DE ARTILHARIA - AAe TEMPO ESTIMADO DIURNO: 20 h - Apresentado, ao militar, um ques- tionário com 10 (dez) perguntas sobre as principais características e possibilidades do canhão. - Citar as principais carac- terísticas e possibilidades do canhão AAe 35 mm. - O militar deverá responder, corretamente, todas as pergun- tas. Q-401 (AC) I. Can AAe 35mm 1. Generalidades: a. Apresentação do Canhão - Definição, indicativo militar e finalidade. 2. Características e possibilida- des do canhão a. Tipo; b. Dimensões; c. Campo de tiro vertical e ho- rizontal; d. Calibre; e. Alcances do material; f. Cadência de tiro; g. Tipo de tração do material; e h. Velocidade de acompanha- mento. - Definir canhão. - Citar o Indicativo Militar do canhão. - Citar a finalidade do canhão. - Citar as principais características do canhão. - Citar a cadência de tiro do canhão. - Citar as conseqüências para o ca- nhão da não observância da cadên- cia de tiro prevista. - Citar o calibre do canhão. - Citar as possibilidades do canhão nos campos horizontal e vertical. - Citar as velocidades de acompa- nhamento elétrico e manual do ca- nhão. - Apresentados, ao militar, um ca- nhão em posição de tiro e uma relação com nomes de 5 (cinco) partes principais do canhão. - Identificar as partes prin- cipais do canhão AAe 35 mm. - O militar deverá identificar, corretamente, todas as partes. Q-402 (AC) - Localizar os principais componentes do grupo gerador do canhão (GG) AAe 35 mm. - O militar deverá localizar todos os componentes apresentados. Q-403 (AC) - Apresentados, ao militar, um gru- po gerador, um canhão e uma re- lação com 5 componentes do GG. 3. Divisão geral do canhão. - Distinguir as partes principais do canhão. 4. Grupo Gerador (GG) a. Finalidade; b. Características; e c. Componentes. - Identificar, pelo nome, os principais componentes do GG do canhão. - Citar as principais características dos componentes do GG do canhão. - Reconhecer os diferentes tipos de cabos componentes de um sistema de cabos do grupo gerador. - Identificar os cabos do sistema de cabos do Gru- po Gerador e executar as operações de ligar e des- ligar o GG. Q-404 (AC/OP) - O militar deverá identificar to- dos os cabos, e executar, corretamente as operações de ligar e desligar o GG.
  • 47. 50.00 OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO SUGESTÕES PARA TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS INTERMEDIÁRIOS 14. MATERIAL DE ARTILHARIA - AAe TEMPO ESTIMADO DIURNO: 20 h - Apresentado, ao militar, um ca- nhão e indicado 10 situações que poderão ocorrer acidentes duran- te a realização do tiro. - Citar, para cada tipo de acidente que pode ocor- rer, as regras de seguran- ça a serem observadas na realização do tiro com o canhão AAe 35 mm. - O militar deverá citar as regras de segurança corretamente. Q-405 (AC) 5. Regras de segurança a. Finalidade; e b. Acidentes: - com o pessoal; - com o material; e - mistos. - Citar a finalidade das regras de se- gurança que devem ser obedecidas para o canhão. - Identificar os diferentes tipos de aci- dentes que podem ocorrer na utiliza- ção do canhão e do GG. - Apresentado, ao militar, um ca- nhão com o sistema de armas montado. - Desmontar e montar, em 1º escalão, o sistema de armas do canhão AAe 35 mm. - Na desmontagem e na monta- gem, deverá ser obedecida a seqüência das operações. - Após a montagem o funciona- mento deverá estar correto. Q-407 (HT) - Localizar os componen- tes dos reparos do ca- nhão AAe 35 mm. - O militar deverá localizar, cor- retamente, todos os componen- tes da relação. Q-408 (AC) - Apresentados, ao militar, uma re- lação dos nomes de 10 (dez) com- ponentes de cada um dos repa- ros do canhão. 6. Sistema de armas a. Finalidade, características e componentes; b. Desmontagem e montagem em conjuntos principais; e c. Funcionamento. - Citar a finalidade do sistema de ar- mas do canhão. - Citar as características do sistema de armas do canhão. - Distinguir e identificar pelo nome os componentes do sistema de armas do canhão. - Descrever o funcionamento do sis- tema de armas do canhão. 7. Reparos do canhão a. Descrição e finalidade; e b. Principais partes e seus componentes. - Citar a finalidade dos reparos. - Identificar pelo nome as partes prin- cipais dos reparos. - Identificar, pelo nome, os compo- nentes de cada parte dos reparos. - Citar as principais características dos componentes. - Apresentados, ao militar, um ca- nhão e uma relação com nomes de 8 (oito) componentes do siste- ma de armas. - Identificar os componen- tes do sistema de armas do canhão AAe 35 mm. - O militar deverá identificar to- dos os componentes correta- mente. Q-406 (AC)
  • 48. 51.00 OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO SUGESTÕES PARA TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS INTERMEDIÁRIOS 14. MATERIAL DE ARTILHARIA - AAe TEMPO ESTIMADO DIURNO: 20 h - Apresentada, ao militar, uma re- lação dos nomes de 10 (dez) com- ponentes do sistema. - Identificar os componen- tes do berço e dos equili- bradores do reparo supe- rior do canhão AAe 35 mm. - O militar deverá localizar, cor- retamente, todos os componen- tes da relação. Q-409 (AC) 8. Berço e equilibradores a. Finalidade; b. Componentes; e c. Funcionamento. 9. Mecanismo do freio recupera- dor: a. Finalidade; b. Componentes; e c. Funcionamento. - Citar a finalidade do berço e dos equilibradores do canhão. - Identificar, pelo nome, os compo- nentes do berço e dos equilibradores do canhão. - Descrever o funcionamento do ber- ço e dos equilibradores do canhão. - Citar a finalidade do freio recuperador do canhão. - Identificar, pelo nome, os compo- nentes do freio recuperador do ca- nhão. - Descrever o funcionamento do freio recuperador do canhão. - Apresentados, ao militar, 5 aces- sórios, 5 sobressalentes e 5 fer- ramentas utilizadas para a Mnt 1º escalão da canhão. - Identificar, pelo nome, as ferramentas, sobressa- lentes e acessórios do canhão AAe 35 mm. - O militar deverá identificar cor- retamente todo o material apre- sentado. Q-411 (AC) - Identificar os componen- tes do aparelho de ponta- ria. - O militar deverá identificar to- dos os componentes do apare- lho de pontaria. Q-412 (AC) - Apresentado, ao militar, um ca- nhão com o aparelho de pontaria. 10. Mecanismo de alimentação e carregamento - Finalidade, partes principais de seus componentes, desmontagem e funcionamento. - Citar a finalidade do mecanismo de alimentação e carregamento. - Identificar as partes principais e os componentes do mecanismo de ali- mentação e carregamento. - Descrever o funcionamento do me- canismo de alimentação e carrega- mento. 12. Aparelho de pontaria - Finalidade, características, componentes e funcionamento. Citar a finalidade do aparelho de pon- taria. - Citar as características do apare- lho de pontaria e identificar, pelo nome, as partes componentes. - Descrever o funcionamento do apa- relho de pontaria. - Apresentado, ao militar, um ca- nhão com o mecanismo de alimen- tação e carregamento montado. - Desmontar e montar o mecanismo de alimenta- ção e carregamento. - Na desmontagem e na monta- gem, deve ser obedecida a seqüência das operações. - Após a montagem, o funciona- mento deverá estar correto. Q-410 (HT) 11. Ferramentas, sobressalen- tes e acessórios a. Finalidade; e b. Componentes. - Citar a finalidade das ferramentas, sobressalentes e acessórios do ca- nhão.
  • 49. 52.00 OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO SUGESTÕES PARA TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS INTERMEDIÁRIOS 14. MATERIAL DE ARTILHARIA - AAe TEMPO ESTIMADO DIURNO: 20 h - Apresentados, ao militar, os di- versos tipos de munição disponí- veis na Unidade. - Identificar os diversos ti- pos de munição e seus elementos componentes empregados no material. - O militar deverá identificar, cor- retamente, o tipo de munição apresentada e seus elementos componentes. Q-416 (AC) 15. Munição a. Classificação segundo tipo, lote, calibre, emprego, efeito e elementos componentes; e b. Cuidados no manuseio. - Citar os diversos tipos de munição empregados no material. - Descrever o emprego dos diversos tipos de munição. - Caracterizar os efeitos dos dife- rentes tipos de munição. - Identificar, pelo nome, os diferentes elementos da munição. - Citar a finalidade de cada compo- nente da munição. - Citar os cuidados no manuseio da munição. - Apresentados ao militar: - um canhão AAe 35 mm; - uma luneta panorâmica a zero instalada em seu suporte; e - 2 (dois) ângulos a serem regis- trados. - Registrar e ler ângulos na Luneta Panorâmica. - Os registros e as leituras dos ângulos serão aceitos com um erro máximo de 0,5’’’. Q-414 (HT) - Registrar os elementos no aparelho de pontaria. - Todos os elementos do alvo deverão ser registrados corretamente, no aparelho de pontaria. Q-415 (HT) - Apresentados, ao militar, um ca- nhão com o aparelho de pontaria instalado, um alvo, uma direção de rota, uma velocidade e uma dis- tância de alvo. 13. Luneta panorâmica a. Finalidade; b. Componentes; c. Instalação; e d. Registro e leitura de ângulos. 14. Aplicação da cadeia de tiro ao aparelho de pontaria. - Citar a finalidade da Luneta Panorâ- mica. - Identificar, pelo nome, os compo- nentes da Luneta Panorâmica. - Instalar a Luneta Panorâmica. - Registrar e ler ângulos da Luneta Panorâmica. - Descrever as etapas a serem se- guidas para aplicação da cadeia de tiro ao aparelho de pontaria. - Apresentados, ao militar, um ca- nhão e uma luneta panorâmica. - Instalar a Luneta Panorâ- mica do aparelho de pon- taria no canhão AAe 35 mm. - A luneta deverá ser colocada, corretamente, ficando firme em seu suporte. Q-413 (OP)
  • 50. 53.00 OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO SUGESTÕES PARA TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS INTERMEDIÁRIOS 14. MATERIAL DE ARTILHARIA - AAe TEMPO ESTIMADO DIURNO: 20 h 16. Municiamento. - Municiar os carregadores utilizan- do os cuidados necessários. - Apresentados, ao militar, cartu- chos de manejo e um carregador. - Municiar os carregado- res. - O carregador deverá ser muni- ciado corretamente. Q-417 (HT) - Deverão ser simulados 3 tipos de incidentes de tiro. - Sanar incidentes de tiro. - O militar deverá identificar cor- retamente os incidentes de tiro e executar, com precisão, as ações imediatas obedecendo à seqüência correta dos procedi- mentos. Q-418 (HT) 17. Incidentes de tiro. - Identificar os principais incidentes de tiro. - Citar as principais causas dos inci- dentes de tiro. - Identificar erros de manejo.
  • 51. 54.00 OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO SUGESTÕES PARA TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS INTERMEDIÁRIOS 14. MATERIAL DE ARTILHARIA - AAe TEMPO ESTIMADO DIURNO: 20 h - Apresentados, ao militar, um ca- nhão em posição de tiro e uma relação com nomes de 5 (cinco) partes principais do canhão. - Identificar as partes prin- cipais do canhão AAe 40 mm C 60. - O militar deverá identificar, cor- retamente todas as partes. Q-420 (AC) 3. Divisão geral do canhão. - Distinguir as partes principais do canhão. - Citar as principais carac- terísticas e possibilidades do canhão AAe 40 mm C 60. - O militar deverá responder, corretamente, todas as pergun- tas. Q-419 (AC) - Apresentado, ao militar, um questionário com 10 (dez) perguntas sobre as principais características e possibilidades do canhão. II. Can AAe 40mm C 60 1. Apresentação do Canhão - Definição, indicativo militar e finalidade. 2. Características e possibilida- des do canhão a. Tipo; b. Dimensões; c. Campo de tiro vertical e ho- rizontal; d. Calibre; e. Alcances do material; f. Cadência de tiro; e g. Tipo de tração do material. - Definir canhão. - Citar o Indicativo Militar do canhão. - Citar a finalidade do canhão. - Citar as principais características do canhão. - Citar a cadência de tiro do canhão. - Citar as conseqüências para o canhão da não observância da cadência de tiro prevista. - Citar o calibre do canhão. - Citar as possibilidades do canhão nos campos horizontal e vertical.
  • 52. 55.00 OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO SUGESTÕES PARA TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS INTERMEDIÁRIOS 14. MATERIAL DE ARTILHARIA - AAe TEMPO ESTIMADO DIURNO: 20 h - Apresentado, ao militar, imagens do recuperador do canhão. - Descrever o funciona- mento sumário do recuperador - A descrição deverá ser feita obedecendo à seqüência correta das ações relativas ao funciona- mento. Q-423 (AC) 6. Recuperador.- Citar a finalidade e os componentes do recuperador. - Desmontar e montar o tubo e o quebra-chamas do canhão AAe 40 mm C 60. - O militar deverá realizar a des- montagem e a montagem obe- decendo às seqüências corre- tas das operações. - Após a montagem o funciona- mento deverá estar correto. Q-422 (HT) - Apresentado, ao militar, um ca- nhão com o tubo e o quebra-cha- mas montados. 4. Canhão propriamente dito. - Descrever o canhão propriamente dito. - Citar as características do canhão propriamente dito. - Apresentado, ao militar, um ca- nhão e uma relação com o nome de 8 componentes principais do canhão propriamente dito. - Identificar os componen- tes do canhão AAe 40 mm C 60. - O militar deverá identificar, cor- retamente todos os componen- tes da relação. Q-421 (AC) 5. Tubo e Quebra-chamas. - Identificar os componentes do tubo e do quebra-chamas e citar suas fi- nalidades. - Descrever as seqüências corretas das operações de desmontagem e montagem.
  • 53. 56.00 OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO SUGESTÕES PARA TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS INTERMEDIÁRIOS 14. MATERIAL DE ARTILHARIA - AAe TEMPO ESTIMADO DIURNO: 20 h - Apresentado, ao militar, um ca- nhão com o porta-culatra e o ber- ço montados. - Desmontar e montar o porta-culatra e o berço. - O militar deverá realizar a des- montagem e a montagem obe- decendo as seqüências corretas das operações. - Após a montagem, o funciona- mento deverá estar correto. Q-426 (HT) 9. Porta-culatra e berço. - Citar a finalidade e as característi- cas do porta-culatra e berço. - Identificar os componentes do por- ta. culatra e berço. - Descrever o funcionamento e as seqüências corretas das operações de desmontagem e montagem. - Desmontar e montar o mecanismo de alimenta- ção. - O militar deverá realizar a des- montagem e a montagem obe- decendo as seqüências corretas das operações. - Após a montagem, o funciona- mento deverá estar correto. Q-425 (HT) - Apresentado, ao militar, um ca- nhão com o mecanismo de alimen- tação montado. 7. Mecanismo da culatra. - Citar a finalidade e identificar os componentes do mecanismo da cu- latra. - Descrever o funcionamento e as seqüências corretas das operações de desmontagem e montagem. - Apresentado, ao militar, um ca- nhão com o mecanismo da culatra montado. - Desmontar e montar o mecanismo da culatra. - O militar deverá realizar a des- montagem e a montagem obe- decendo as seqüências corretas das operações. - Após a montagem, o funciona- mento deverá estar correto. Q-424 (HT) 8. Mecanismo de alimentação. - Citar a finalidade e as característi- cas do mecanismo de alimentação. - Identificar os componentes do me- canismo de alimentação. - Descrever o funcionamento e as seqüências corretas das operações de desmontagem e montagem.
  • 54. 57.00 OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO SUGESTÕES PARA TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS INTERMEDIÁRIOS 14. MATERIAL DE ARTILHARIA - AAe TEMPO ESTIMADO DIURNO: 20 h - Apresentados, ao militar, um ca- nhão e uma relação com o nome de 3 componentes da instalação elétrica. - Identificar os componen- tes da instalação elétrica. - O militar deverá identificar, corretamente, todos os compo- nentes da relação. 13. Instalação elétrica.- Citar a finalidade da instalação elé- trica do canhão. - Identificar os componen- tes do freio de marcha. - O militar deverá identificar, corretamente, todos os compo- nentes da relação. Q-429 (AC) - Apresentados, ao militar, um ca- nhão em posição de marcha e uma relação com o nome de 3 compo- nentes do freio de marcha. 10.Reparo. - Citar a finalidade dos reparos su- perior e inferior. - Apresentados, ao militar, um ca- nhão em posição de tiro e uma relação com o nome de 5 compo- nentes de cada um dos reparos. - Identificar os componen- tes dos reparos superior e inferior. - O militar deverá identificar, corretamente, todos os compo- nentes da relação. Q-427 (AC) 12.Freio de marcha. - Citar a finalidade do freio de mar- cha. - Descrever o funcionamento do freio de marcha. 11. Trens rolantes. - Citar a finalidade dos trens rolantes dianteiro e traseiro. - Descrever o funcionamento dos trens rolantes dianteiro e traseiro. - Apresentados, ao militar, um ca- nhão em posição de marcha e uma relação com o nome de 3 compo- nentes de cada um dos trens ro- lantes. - Identificar os componen- tes dos trens rolantes di- anteiro e traseiro. - O militar deverá identificar, corretamente, todos os compo- nentes da relação. Q-428 (AC) Q-430 (AC)
  • 55. 58.00 OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO SUGESTÕES PARA TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS INTERMEDIÁRIOS 14. MATERIAL DE ARTILHARIA - AAe TEMPO ESTIMADO DIURNO: 20 h - Apresentados, ao militar, um ca- nhão em posição de tiro e um ân- gulo. - Orientar o corretor. - O militar deverá, seguindo a se- qüência correta das ações, ori- entar o corretor acertadamen- te. Q-434 (HT) - Registrar os elementos no corretor do aparelho de pontaria. - Após o registro dos elemen- tos, os dados introduzidos se- rão aceitos com a tolerância de 5 metros para a velocidade e 1 metro para a distância. Q-433 (HT) - Apresentados, ao militar, um ca- nhão e um alvo, indicado sua dis- tância, velocidade e direção. 14. Aparelho de pontaria. - Citar a finalidade do aparelho de pontaria. - Apresentados, ao militar, um ca- nhão e uma relação com o nome de 5 componentes do aparelho de pontaria. - Identificar os componen- tes do aparelho de ponta- ria. - O militar deverá identificar, corretamente, todos os compo- nentes da relação. Q-431 (AC) 15. Corretor. 16. Dispositivo de orientação do corretor. 17. Dispositivo de transmissão e visada. - Citar a finalidade do corretor. - Descrever o funcionamento e a se- qüência de ações necessárias à ope- ração do corretor. - Citar a finalidade e identificar os componentes do dispositivo de trans- missão e visada. - Descrever o funcionamento do dis- positivo de transmissão e visada. - Apresentados, ao militar, um cor- retor e uma relação com o nome de 5 componentes. - Identificar os componen- tes do corretor do apare- lho de pontaria. - O militar deverá identificar, corretamente, todos os compo- nentes da relação. Q-432 (AC)
  • 56. 59.00 OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO SUGESTÕES PARA TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS INTERMEDIÁRIOS 14. MATERIAL DE ARTILHARIA - AAe TEMPO ESTIMADO DIURNO: 20 h Q-437 (CH/OP) - Apresentado, ao militar, todos os tipos de munição existentes na OM empregadas no canhão. - Identificar os diversos ti- pos de munição e seus respectivos componen- tes empregados no ca- nhão AAe 40 mm C 60. - O militar deverá identificar, cor- retamente, cada um dos tipos de munição apresentados e seus respectivos componen- tes. Q-435 (AC) 18. Munição a. Classificação segundo tipo, lote, calibre, efeito e emprego; b. Elementos componentes; c. Cuidados no preparo e manuseio; e d. Defeitos mais comuns. 19. Incidentes de tiro. - Citar as principais características da munição empregada. - Citar os cuidados no preparo e ma- nuseio da munição e seus defeitos mais comuns. - Identificar os principais incidentes de tiro e suas causas. - Identificar erros de manejo. - Deverão ser simulados 3 tipos de incidentes de Tiro. - Sanar incidentes de tiro. - O militar deverá identificar cor- retamente os incidentes de tiro e executar, com precisão, as ações imediatas obedecendo à seqüência correta dos procedi- mentos. Q-436 (HT) - Identificar, pelo nome, as ferramentas, sobressa- lentes e acessórios do canhão AAe 40 mm C 60. - O militar deverá identificar, corretamente, todo o material apresentado. 20. Ferramentas, sobressalen- tes e acessórios a. Finalidade; e b. Componentes. - Citar a finalidade das ferramentas, sobressalentes e acessórios do ca- nhão. - Apresentados, ao militar, 5 aces- sórios, 5 sobressalentes e 5 fer- ramentas utilizadas para a Mnt 1º escalão do canhão.
  • 57. 60.00 OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO SUGESTÕES PARA TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS INTERMEDIÁRIOS 14. MATERIAL DE ARTILHARIA - AAe TEMPO ESTIMADO DIURNO: 20 h - Apresentados, ao militar, um grupo gerador, um canhão e uma relação com 5 componentes do GG. - Localizar os principais componentes do grupo gerador do canhão AAe 40 mm C 70. - O militar deverá localizar todos os componentes apresentados. Q-440 (AC) 4. Grupo Gerador (GG) a. Finalidade; b. Características; e c. Componentes. - Identificar, pelo nome, os principais componentes do GG do canhão. - Citar as principais características dos componentes do GG do canhão. - Identificar as partes prin- cipais do canhão AAe 40 mm C 70. - O militar deverá identificar, corretamente, todas as partes. Q-439 (AC) - Apresentados, ao militar, um ca- nhão em posição de tiro e uma relação com nomes de 5 (cinco) partes principais do canhão. - Apresentado, ao militar, um questionário com 10 (dez) pergun- tas, sobre as principais caracte- rísticas e possibilidades do ca- nhão. - Citar as principais carac- terísticas e possibilidades do canhão AAe 40 mm C 70. - O militar deverá responder, corretamente, todas as pergun- tas. Q-438 (AC) 3. Divisão geral do canhão. - Distinguir as partes principais do canhão. III. Can AAe 40 mm - C 70 1. Apresentação do Canhão - Definição, indicativo militar e finalidade. 2. Características e possibilida- des do canhão a. Tipo; b. Dimensões; c. Campo de tiro vertical e horizontal; d. Calibre; e. Alcances do material; f. Cadência de tiro; g. Tipo de tração do material ; e h. Velocidades de acom- panhamento (motor e manual). - Definir canhão. - Citar o Indicativo Militar do canhão. - Citar a finalidade do canhão. - Citar as principais características do canhão. - Citar a cadência de tiro do canhão. - Citar as conseqüências para o ca- nhão da não observância da cadên- cia de tiro prevista. - Citar o calibre do canhão. - Citar as possibilidades do canhão nos campos horizontal e vertical. - Citar as velocidades de acompa- nhamento motor e manual do canhão.
  • 58. 61.00 OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO SUGESTÕES PARA TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS INTERMEDIÁRIOS 14. MATERIAL DE ARTILHARIA - AAe TEMPO ESTIMADO DIURNO: 20 h - Apresentado, ao militar, um ca- nhão - Desmontar e montar o mecanismo da culatra do canhão AAe 40 mm C 70. - O militar deverá desmontar e montar o mecanismo da culatra, observando a seqüência das operações. - Após a montagem, o funciona- mento deverá estar correto. Q-445 (HT) c. Desmontagem e montagem; e d. Funcionamento. - Desmontar o mecanismo da cula- tra. - Montar o mecanismo da culatra. - Descrever o funcionamento do me- canismo da culatra. - Identificar os componen- tes do mecanismo da cu- latra do canhão AAe 40 mm C 70. - O militar deverá identificar to- dos os componentes corretamente. Q-444 (AC) - Apresentado, ao militar, um ca- nhão. - Apresentado, ao militar, um ca- nhão, indicando 10 situações que poderão ocorrer acidentes duran- te a realização do tiro. - Citar, para cada tipo de acidente que pode ocor- rer, as regras de seguran- ça a serem observadas na realização do tiro com o canhão AAe 40 mm C 70. - O militar deverá citar as regras de segurança corretamente Q-441 (AC) 7. Mecanismo da culatra a. Finalidade; b. Divisão geral; - Citar a finalidade do mecanismo da culatra. - Distinguir os componentes do me- canismo da culatra. - Apresentado, ao militar, um ca- nhão com o sistema de armas montado. - Desmontar e montar, em 1º escalão, o sistema de armas do canhão AAe 40 mm C 70. - Na desmontagem e na monta- gem, deve ser obedecida a seqüência das operações. - Após a montagem, o funciona- mento deverá estar correto. Q-443 (HT) - Apresentados, ao militar, um ca- nhão e uma relação com nomes de 8 (oito) componentes do siste- ma de armas. - Identificar os componen- tes do sistema de armas do canhão AAe 40 mm C 70. - O militar deverá identificar to- dos os componentes corretamente. Q-442 (AC) 6. Sistema de armas a. Finalidade, características e componentes; b. Desmontagem e montagem em conjuntos principais; e c. Funcionamento. - Citar a finalidade do sistema de ar- mas do canhão. - Citar as características do sistema de armas do canhão. - Distinguir e identificar pelo nome os componentes do sistema de armas do canhão. - Descrever o funcionamento do sis- tema de armas do canhão. 5. Regras de segurança a. Finalidade; e b. Acidentes: - Com o pessoal; - Com o material; e - Mistos. - Citar a finalidade das regras de se- gurança que devem ser obedecidas para o canhão. - Identificar os diferentes tipos de aci- dentes que podem ocorrer na utiliza- ção do canhão e do GG.
  • 59. 62.00 OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO SUGESTÕES PARA TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS INTERMEDIÁRIOS 14. MATERIAL DE ARTILHARIA - AAe TEMPO ESTIMADO DIURNO: 20 h - Apresentado, ao militar, um ca- nhão. - Realizar os procedimen- tos adequados para a con- versão do canhão AAe 40 mm C 70. - O militar deverá executar a con- versão corretamente. Q-450 (HT) 11. Mecanismo de conversão a. Finalidade; b. Componentes; e c. Funcionamento. - Citar a finalidade do mecanismo de conversão. - Identificar os componentes do me- canismo de conversão. - Conhecer o funcionamento do me- canismo. - Identificar os componen- tes do limitador do setor de tiro do canhão AAe 40 mm C 70. - O militar deverá indentificar, corretamente, todos os compo- nentes. Q-449 (AC) - Apresentados, ao militar, um ca- nhão; e um setor de tiro. - Apresentada, ao militar, uma re- lação dos nomes de 10 (dez) com- ponentes de cada um dos repa- ros do canhão. - Localizar os componen- tes dos reparos do ca- nhão AAe 40 mm C 70. - O militar deverá localizar, cor- retamente, todos os componen- tes da relação. Q-446 (AC) 10. Limitadores do setor de tiro a. Finalidade; b. Componentes; e c. Funcionamento. - Descrever a finalidade dos limita- dores. - Identificar, pelo nome, os compo- nentes do limitador do setor de tiro. - Descrever o funcionamento do limi- tador do setor de tiro. - Apresentado, ao militar, um ca- nhão com o mecanismo de alimen- tação e carregamento montado. - Desmontar e montar o mecanismo de alimenta- ção e carregamento do canhão AAe 40 mm C 70. - Na desmontagem e na monta- gem, deve ser observada a seqüência das operações. - Após a montagem, o funciona- mento deverá estar correto. Q-448 (HT) - Apresentado, ao militar, um ca- nhão. - Identificar os componen- tes do mecanismo de ali- mentação e carregamen- to do canhão AAe 40 mm C 70. - O militar deverá identificar os componentes do mecanismo de alimentação e carregamento. Q-447 (AC) 9. Mecanismo de alimentação e carregamento a. Finalidade; b. Partes principais e seus componentes; c. Desmontagem e montagem; e d. Funcionamento. - Citar a finalidade do mecanismo de alimentação e carregamento. - Identificar, pelo nome, as principais partes no mecanismo de alimentação e carregamento. - Desmontar e montar o mecanismo de alimentação e carregamento. - Descrever o funcionamento do me- canismo de alimentação e carrega- mento do canhão. 8. Reparos do canhão a. Descrição e finalidade; e b. Principais partes e seus componentes. - Citar a finalidade dos reparos. - Identificar, pelo nome, as partes prin- cipais dos reparos. - Identificar, pelo nome, os compo- nentes de cada parte dos reparos. - Citar as principais características dos componentes dos reparos.
  • 60. 63.00 OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO SUGESTÕES PARA TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS INTERMEDIÁRIOS 14. MATERIAL DE ARTILHARIA - AAe TEMPO ESTIMADO DIURNO: 20 h - Apresentados ao militar cartu- chos de manejo e um carregador. - Municiar os carregado- res. - O carregador deverá ser muni- ciado corretamente. Q-455 (HT) 15. Municiamento.- Municiar os carregadores utilizan- do os cuidados necessários. - Identificar os diversos ti- pos de munição e seus elementos componentes, empregados no material. - O militar deverá identificar, cor- retamente, o tipo de munição apresentada e seus elementos componentes. Q-454 (AC) - Apresentados, ao militar, os di- versos tipos de munição disponí- veis na Unidade. - Apresentado, ao militar, um ca- nhão em posição de tiro. - Empregar, corretamente, os tipos de operação. - O militar deverá operar o ca- nhão corretamente. Q-451 (HT) 14. Munição a. Classificação segundo tipo, lote, calibre, emprego, efeito e elementos componentes; e b. Cuidados no manuseio. - Citar os diversos tipos de munição empregados no material. - Descrever o emprego dos diversos tipos de munição. - Caracterizar os efeitos dos dife- rentes tipos de munição. - Identificar, pelo nome, os diferentes elementos da munição. - Citar a finalidade de cada compo- nente da munição. - Citar os cuidados no manuseio da munição. - Apresentados, ao militar, um ca- nhão; e um quadro-alvo. - Ajustar e operar o apa- relho de pontaria. - O militar deverá realizar a ajus- tagem e operar o aparelho de pontaria do canhão corretamente. Q-453 (HT) - Apresentado, ao militar, um ca- nhão com o aparelho de pontaria. - Identificar os componen- tes do aparelho de ponta- ria. - O militar deverá identificar to- dos os componentes do apare- lho de pontaria. Q-452 (AC) 13. Aparelho de pontaria a. Finalidade, características, componentes e funcionamento; - Citar a finalidade do aparelho de pontaria. - Citar as características do apare- lho de pontaria e identificar, pelo nome, as partes componentes. - Descrever o funcionamento do apa- relho de pontaria. 12. Operação do canhão. - Descrever os tipos de operação de acionamento do canhão. b. Ajustagem; e c. Pontaria. - Ajustar o aparelho de pontaria do canhão. - Descrever os casos de pontaria do canhão.
  • 61. 64.00 OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO SUGESTÕES PARA TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS INTERMEDIÁRIOS 14. MATERIAL DE ARTILHARIA - AAe TEMPO ESTIMADO DIURNO: 20 h - Deverão ser simulados 3 tipos de incidentes de tiro. - Sanar incidentes de tiro. - O militar deverá identificar, corretamente, os incidentes de tiro e executar, com precisão, as ações imediatas, obedecendo a seqüência correta dos procedi- mentos. Q-456 (HT) - Apresentados, ao militar, 5 aces- sórios, 5 sobressalentes e 5 fer- ramentas utilizadas para a Mnt 1º escalão do canhão. - Identificar, pelo nome, as ferramentas, sobressa- lentes e acessórios do canhão. - O militar deverá identificar, corretamente, todo o material apresentado. Q-457 (AC) 17. Ferramentas, sobressalen- tes e acessórios a. Finalidade; e b. Componentes. - Citar a finalidade das ferramentas, sobressalentes e acessórios do ca- nhão. 16. Incidentes de tiro. - Identificar os principais incidentes de tiro. - Citar as principais causas dos inci- dentes de tiro. - Identificar erros de manejo.
  • 62. 65.00 OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO SUGESTÕES PARA TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS INTERMEDIÁRIOS 14. MATERIAL DE ARTILHARIA - AAe TEMPO ESTIMADO DIURNO: 20 h - Identificar os componen- tes do chassi. (Material 35 mm) - O militar deverá identificar, cor- retamente, todos os componen- tes relacionados. Q-461 (AC) - Apresentadas, ao militar, uma CDT em posição de operação e uma relação com o nome de 5 componentes. - Apresentados, ao militar, um EDT em posição de operação e uma relação com o nomes de 5 partes do EDT. - Identificar os componen- tes do EDT. - O militar deverá identificar, cor- retamente, todas as partes apre- sentadas na relação. Q-458 (AC) - Definir EDT. - Citar a finalidade e as característi- cas do EDT. - Citar o tipo do EDT. - Citar as regras de segurança apli- cadas ao EDT. - Citar as partes principais do EDT. IV. EDT 1. Equipamento de Direção de Tiro (EDT) - Generalidades, apresenta- ção do EDT, definição, finalidade, características e regras de se- gurança. 2. Divisão geral do EDT - Central de Direção de Tiro (CDT), Apontador Ótico Auxiliar, Caixa de Sinalização, Grupo ge- rador e ferramentas e acessóri- os. - Descrever o chassi. - Citar a finalidade e as característi- cas do chassi. - Localizar e identificar os principais componentes do chassi. 4. Chassi (Material 35 mm) - Descrição, finalidade, carac- terísticas e estudo geral. - Apresentados, ao militar, um EDT/CDT em posição de operação com o GG ligado e situações que atentem contra a segurança. - Identificar as regras de segurança para a opera- ção do EDT/CDT. - O militar deverá identificar to- das as ações que atentem con- tra a segurança. - Apresentadas, ao militar, uma CDT em posição de operação e uma relação com o nome das 6 partes da CDT. - Identificar os componen- tes da CDT. (Material 35 mm) - O militar deverá identificar, cor- retamente, todas as partes cita- das na relação. Q-459 (AC) Q-460 (AC) - Definir a Central de Direção de Tiro. - Citar as finalidades e as caracterís- ticas da CDT. - Citar as partes principais da CDT. 3. Central de Direção de Tiro (CDT) - Material 35 mm a. Definição, finalidade e características; e b. Divisão geral da Central de Direção de Tiro (CDT).
  • 63. 66.00 OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO SUGESTÕES PARA TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS INTERMEDIÁRIOS 14. MATERIAL DE ARTILHARIA - AAe TEMPO ESTIMADO DIURNO: 20 h - Identificar os componen- tes principais do Aponta- dor Ótico Auxiliar (AOA). - O militar deverá identificar, cor- retamente, todas as partes re- lacionadas. Q-463 (AC) - Apresentados, ao militar, um Apontador Ótico Auxiliar e uma relação com o nome de 5 dos seus componentes. - Apresentadas, ao militar, uma CDT em posição de operação e uma relação com nomes de 10 (dez) partes do reparo de acom- panhamento. - Identificar as partes principais do reparo de acompanhamento (RA). - O militar deverá identificar, cor- retamente, todas as partes apre- sentadas na relação. Q-462 (AC) - Definir o RA. - Citar a finalidade e as característi- cas principais do RA e dos seus com- ponentes. - Localizar e identificar as principais partes do RA e suas interligações mecânicas. 5. Reparo de Acompanhamento (RA) - Definição, finalidade, características e estudo geral. - Definir AOA. - Citar as finalidades do AOA. - Citar as características do AOA. - Citar os componentes do AOA. 6. Apontador Ótico Auxiliar (AOA) - Definição, finalidade, características e componentes.
  • 64. 67.00 OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO SUGESTÕES PARA TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS INTERMEDIÁRIOS 14. MATERIAL DE ARTILHARIA - AAe TEMPO ESTIMADO DIURNO: 20 h - Identificar os principais acessórios e sobressa- lentes do(a) EDT/CDT. - O militar deverá identificar, corretamente, todos os acessó- rios e sobressalentes apresen- tados. Q-465 (AC) - Apresentados, ao militar, 5 aces- sórios e 2 sobressalentes do EDT/ CDT. - Apresentados, ao militar, um GG e uma relação com os nomes de seus principais componentes. - Identificar, no Grupo Ge- rador (GG), seus princi- pais componentes. - O militar deverá identificar os componentes com 80% de acer- to no mínimo. Q-464 (AC) - Identificar as partes componentes da CS e citar as finalidades das lâm- padas de sinalização e dos botões de controle (Material 35 mm). - Localizar e identificar as partes prin- cipais do equipamento de medida de velocidade inicial (Material 35 mm). - Identificar os componentes do pai- nel indicador do valor numérico (Ma- terial 35 mm). - Identificar e citar as finalidades dos acessórios e sobressalentes do EDT. - Definir o GG. - Citar a finalidade e as característi- cas principais do GG. - Identificar, no GG, seus componen- tes principais e seus controles. - Citar a finalidade de cada cabo do sistema. 7. Caixa de sinalização (CS) - Material 35 mm a. Definição, finalidade, peso e partes componentes; e b. Finalidades das lâmpadas de sinalização e dos botões de controle. 8. Equipamento de medida de ve- locidade inicial (Material 35 mm): - Definição, finalidade, carac- terísticas e partes principais. 9. Grupo Gerador (GG) - Definição, finalidades, carac- terísticas e componentes.
  • 65. 68.00 OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO SUGESTÕES PARA TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS INTERMEDIÁRIOS 15. MATERIAL DE ARTILHARIA - LMF TEMPO ESTIMADO DIURNO: 20 h - Apresentada uma AV - LMU, o ins- trutor deterninará que seja reali- zada a blindagem das mesmas. - Realizar a blindagem dos Pàra-brisas da AV - LMU. - A AV - LMU deverá estar com seus pára-brisas corretamente blindados. Q-403 (HT) 3. Blindagem a. Componentes; e b. Principais características. - Identificar o mecanismo de blinda- gem dos pára-brisas da LMU. - Realizar o nivelamento da AV - LMU. - A AV - LMU deverá ficar corre- tamente nivelada. Q-402 (HT) - Apresentada uma AV - LMU, o ins- trutor determinará que seja reali- zado o nivelamento da mesma. I. AV - LMU 1. Generalidades a. Apresentação da LMU; e b. Principais características e possibilidades. - Citar os principais componentes da LMU. - Identificar AV-VBA e AV-PLM. - Citar as principais características e possibilidades da LMU. - Apresentadas uma AV - LMU e uma relação contendo suas prin- cipais partes componentes. - Identificar as partes componentes da AV - LMU. - O militar deverá indentificar, corretamente, todas as partes componentes da AV - LMU cons- tantes da relação. Q-401 (AC) 2. Sistema de Nivelamento a. Nivelamento eletrônico; e b. Nivelamento alternativo. - Realizar a patolagem. - Relacionar as alavancas de nivela- mento com os respectivos cilindros niveladores. - Identificar os componentes do sis- tema de nivelamento eletrônico e al- ternativo. - Utilizar corretamente e com preste- za as alavancas de nivelamento. - Utilizar com presteza o display de nivelamento. - Utilizar com presteza o nível de bo- lhas.
  • 66. 69.00 OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO SUGESTÕES PARA TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS INTERMEDIÁRIOS 15. MATERIAL DE ARTILHARIA - LMF TEMPO ESTIMADO DIURNO: 20 h - A RMD deverá estar corretamente patolada. - Apresentada uma RMD, o militar executará a patolagem. Q-405 (HT) 2. Sistema de Patolagem. - Patolagem hidráulica. - Relacionar as alavancas de patola- gem com os respectivos cilindros ni- veladores. - Realizar a patolagem hidráulica. - Apresentada uma RMD, o militar deverá identificar os componen- tes da mesma. - Identificar as partes componentes da RMD. O militar deverá identificar os componentes apresentados com 100% de acerto. Q-404 (AC) - Realizar a patolagem da RMD. II. AV - RMD 1. Generalidades a. Apresentação da RMD; e b. Principais características. - Citar os principais componentes da RMD. - Identificar AV-VBA e AV-CCA.
  • 67. 70.00 OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO SUGESTÕES PARA TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS INTERMEDIÁRIOS 15. MATERIAL DE ARTILHARIA - LMF TEMPO ESTIMADO DIURNO: 20 h - Operar o conjunto de comunicação da Gu AV- UCF. - O militar deverá operar corretamente o conjunto de co- municações. Q-409 (AC) - Apresentado, ao militar, a AV-UCF, com o conjunto de comunicação. - Apresentadas uma AV/UCF e uma relação contendo suas principais partes componentes. - Identificar as partes componentes da AV-UCF. - O militar devera identificar, corretamente, todas as partes componentes da AV-LMU cons- tantes da relação. Q-406 (AC) - Citar a finalidade do conjunto do comunicações da AV-UCF. - Identificar os componentes do con- junto de comunicações. 5.Utilização do conjunto de co- municações a. Finalidades; b. Apresentação; e c. Operação. - Apresentada uma UCF, o militar executará a patolagem. - Realizar a patolagem da UCF. A UCF deverá estar corretamen- te patolada - Apresentado, ao militar, um GG ligado. - Apresentado um Conjunto Conversor de eletricidade. - Executar a operação com Grupo Gerador (GG) e do Conversor de eletricidade (CE). - O militar devera realizar as verificações e operar o GG ou Conversor de eletricidade corretamente. Q-407 (AC) Q-408 (AC) - Executar as verificações do GG/ CE. - Realizar as operações para ligar, desligar e reabastecer o GG e (ou) CE. 3. Grupo Gerador (GG) da EDT 4. Conversor de eletricidade - Relacionar as alavancas de pato- lagem com os respectivos cilindros niveladores. - Realizar a patolagem hidráulica. 2. Sistema de Patolagem - Patolagem hidráulica. - Citar os principais componentes da UCF. - Identificar AV-VBA e EDT. - Citar as principais características da UCF. III.AV-UCF 1. Generalidades a. Apresentação da UCF; e b. Principais características e possibilidades - Operar o Kit Meteoroló- gico de superfície AV-KMS. - O militar deverá operar corre- tamente o Kit Meteorológico de superfície AV-KMS. Q-410 (AC) - Apresentado, ao militar, o Kit Meteorológico de Superfície AV- KMS. - Citar a finalidade Kit Meteorológico de superfície AV-KMS. - Identificar os componentes do AV- KMS. - Instalar o AV-KMS. - Efetuar a leitura dos dados meteorológicos de superfície, de acordo com o sistema de ventos re- correntes. 6. Utilização do Kit Meteorológico de superfície AV-KMS. a. Finalidades; b. Apresentação; c. Instalação; e d. Operação. 7. Sistema de Ventos Recorren- tes - Acionar a AV-UCF, nas posições de espera e de tiro. - Cada um dos integrantes da AV/UCF deverá, de acordo com suas respectivas funções, exe- cutar corretamente os procedi- mentos relativos a seus cargos. Q-411 (AC) - Apresentadas RMD, LMU e UCF. - Este OII devera ser cumprido em conjunto por todos os integran- tes da Gu UCF. - Definir Posição de Espera e Posi- ção de Tiro. - Enumerar os procedimentos de cada um dos integrantes da Gu UCF na Pos Espera e na Pos Tiro. - Citar os procedimentos adotados pelas AV-LMU e AV-RMD. 8. Acionamento da AV-UCF
  • 68. 71.00 OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO SUGESTÕES PARA TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS INTERMEDIÁRIOS 16. MATERIAL DE ARTILHARIA - MÍSSEIS TEMPO ESTIMADO DIURNO: 35 h - Apresentado, ao militar, um con- junto de imagens (fotos, slides, gravuras, fitas ou filmes) de dife- rentes tipos de mísseis. - Identificar as partes componentes dos mís- seis. - As partes principais deverão ser identificadas corretamente.Q-402 (AC) 1. Introdução básica a. Definição de Míssil, Unidade de tiro, Posto de tiro e Unidade de emprego; b. Definição de Mach; e c. Classificação dos mísseis - Quanto à velocidade, altura e alcance; e d. Definição de guiamento, teleguiamento e autoguiamento. - Definir estrutura dos mísseis. - Definir e citar a finalidade do cone, do corpo, da cauda e das asas. - Definir míssil. - Distinguir míssil de foguete. - Definir Mach. - Classificar os mísseis quanto à ve- locidade (hipersônico, supersônico, sônico e subsônico). - Classificar os mísseis quanto a al- tura: baixa altura, média altura e gran- de altura. - Classificar os mísseis quanto ao al- cance: curto alcance, médio alcan- ce, alcance intermediário e longo al- cance. - Definir guiamento, teleguiamento e autoguiamento. - Identificar as principais vantagens e desvantagens com relação ao em- prego de mísseis teleguiados e (ou) autoguiados. - Classificar mísseis. - Apresentado, ao militar, um con- junto de imagens (fotos, slides, gravuras, fitas ou filmes) dos prin- cipais mísseis empregados. - Classificar, corretamente, quanto à velocidade, à altura e ao alcance. Q-401 (AC) 2. Estrutura dos mísseis a. Cone; b. Corpo; c. Cauda; e d. Asas. I . Mísseis AAe
  • 69. 72.00 OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO SUGESTÕES PARA TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS INTERMEDIÁRIOS TEMPO ESTIMADO DIURNO: 35 h16. MATERIAL DE ARTILHARIA - MÍSSEIS - Apresentada uma relação con- tendo vantagens e desvantagens dos sistemas. - Identificar as principais vantagens e desvanta- gens dos diversos tipos de sistemas de direção e dos diversos tipos de propulsão. - Relacionar, corretamente, cada vantagem e desvantagem do respectivo sistema. Q-404 (AC) 3. Ogiva dos mísseis a. Carga 1) Alto explosiva; 2) Bacteriológica; 3) Química; e 4) Nuclear. b. Espoleta 1) Percussão; 2) Tempo; 3) Influência; 4) Ambiente; 5) Controlada; 6) Proximidade; e 7) Mista. c. Mecanismo de armar e segurança - Citar os sistemas dos mísseis. - Citar a finalidade do sistema de di- reção e do sistema de propulsão. - Identificar os diversos tipos de sis- temas de direção. - Citar as principais vantagens e des- vantagens dos diversos tipos de sis- temas de direção e dos diversos ti- pos de propulsão. - Definir combustível e comburente. - Citar a finalidade da ogiva, da espo- leta e da carga. - Identificar os diversos tipos de car- ga e espoleta. - Citar a finalidade do mecanismo de armar e segurança. - Enumerar os diversos ti- pos de carga e espoletas das ogiva dos mísseis. - Apresentado, ao militar, um con- junto de imagens de ogivas de mísseis. - As cargas e espoletas deve- rão ser enumeradas corretamente. Q-403 (AC) 4. Sistemas dos mísseis a. Sistema de direção 1) Inercial; 2) Rádio navegação; 3) Direção comandada; 4) Seguidor de facho; 5) Atração ativa; 6) Atração semi-ativa; 7) Atração passiva; e 8) Referência terrestre. b. Sistema de propulsão - Definição de combustível, comburente, propulsão a foguete e a jato.
  • 70. 73.00 OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO SUGESTÕES PARA TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS INTERMEDIÁRIOS TEMPO ESTIMADO DIURNO: 35 h16. MATERIAL DE ARTILHARIA - MÍSSEIS - Apresentado, ao militar, um con- junto de imagens (fotos, slides, gravuras, fitas ou filmes) dos prin- cipais mísseis empregados. - identificar os diversos ti- pos de sistema de lança- mento. - Para cada míssil apresentado, identificar, corretamente, o tipo de sistema de lançamento utili- zado. Q-405 (AC) - Citar a finalidade do sistema elétrico. - Distinguir baterias de geradores. - Identificar as vantagens e desvan- tagens do emprego de baterias e ge- radores. - Identificar as circunstâncias em que baterias e (ou) geradores são utili- zados. - Citar a finalidade e os diversos ti- pos de sistema de lançamento. - Identificar as diversas modalidades de sistema de lançamento. - Citar as características desejáveis a um bom lançador. - Identificar e citar as modalidades de sistema de lançamento. c. Sistema elétrico - Baterias e Geradores. d. Sistema de lançamento 1) Tipos de sistema de lan- çamento - Torre vertical, trilho ou rampa, catapultas, tubo e supor- te com cabide. 2) Modalidades de sistemas de lançamento - Fixo, submarinos, mó- veis, subterrâneos e aéreos. 5. Características desejáveis a um bom lançador
  • 71. 74.00 OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO SUGESTÕES PARA TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS INTERMEDIÁRIOS TEMPO ESTIMADO DIURNO: 35 h16. MATERIAL DE ARTILHARIA - MÍSSEIS - Apresentado, ao militar, um Msl AAe Ptt e um questionário com 10 de suas principais características e possibilidades. - Identificar as caracterís- ticas e possibilidades do Msl AAe Ptt. - O militar deverá responder com acerto todos os itens apre- sentados. Q-406 (AC) - Citar o indicativo militar e a finalida- de do Msl AAe Ptt. - Definir Posto de tiro, Unidade de tiro e Unidade de emprego. - Identificar a unidade de emprego do Msl AAe Ptt. - Citar as características e possibili- dades do Msl AAe Ptt. - Classificar o Msl AAe Ptt com rela- ção à velocidade, altura de emprego, alcance e tipo de guiamento. - Classificar o Msl AAe Ptt com rela- ção ao sistema de direção, propul- são, elétrico e de lançamento. 1. Generalidades a. Apresentação do Msl AAe Ptt; b. Indicativo militar; e c. Finalidade. 2. Conceitos Básicos a. Posto de tiro; b. Unidade de tiro; e c. Unidade de emprego. 3. Características e possibilida- des do Msl AAe Ptt a. Sistemas de direção, pro- pulsão, elétrico e de lançamento; b. Calibre, carga e espoleta; c. Comprimento do míssil e do tubo de lançamento; d. Peso do míssil e do conjun- to em posição de combate; e. Altura máxima e mínima de interceptação; f. Alcance máximo e mínimo; g.Velocidade máxima do alvo; h.Velocidade média de cruzei- ro do míssil; i. Tempo de passagem da po- sição de marcha para a de tiro; j. Tempo de ativação para o lançamento; e l. Vida útil do mecanismo de lançamento. II . MÍSSEIS AAe Ptt
  • 72. 75.00 OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO SUGESTÕES PARA TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS INTERMEDIÁRIOS TEMPO ESTIMADO DIURNO: 35 h16. MATERIAL DE ARTILHARIA - MÍSSEIS - Apresentando, ao militar, um míssil secionado. - Identificar os dispositi- vos de segurança da car- ga de arrebentamento e descrever seu funciona- mento. - O militar deverá Identificar cor- retamente os dispositivos de segurança da carga de arrebentamento e descrever de forma sumária seu funciona- mento. Q-410 (AC) e. Carga de arrebentamento - Finalidade, componentes e dispositivos de segurança. - Citar a finalidade da carga de arre- bentamento. - Identificar os componentes da car- ga de arrebentamento. - Citar os dispositivos de segurança da carga de arrebentamento. - Identificar as superfíci- es de controle do atuador e as aletas compensadoras. - O militar deverá identificar cor- retamente as citadas peças do conjunto de pilotagem. Q-409 (AC) - Apresentando, ao militar, um míssil secionado. 4. Conjunto Msl AAe Ptt a. Posto de tiro; e b. Dispositivos de manutenção e de treinamento. 5. A munição Msl AAe Ptt a. Descrição geral; e b. Partes principais do míssil: - cabeça de guiamento; - conjunto de pilotagem; - carga de arrebentamento; - conjunto propulsor; e - empenagens estabilizado- ras. - Identificar os itens componentes do posto de tiro, dispositivos de manu- tenção e dispositivos de treinamen- to. - Citar a descrição geral do Msl A Ae Ptt. - Identificar as partes principais do Msl A Ae Ptt. - Será apresentando, ao militar, um míssil secionado de cada tipo exis- tente na OM. - Identificar as partes prin- cipais dos diferentes ti- pos de Msl A Ae Ptt exis- tentes na OM. - O militar deverá identificar cor- retamente todas as partes. Q-407 (AC) d. Conjunto de Pilotagem - Finalidade e componentes. - Citar a finalidade e os componentes do conjunto de pilotagem. c. Cabeça de Guiamento - Finalidade e componentes. - Citar a finalidade e os componentes da cabeça de guiamento - Apresentando, ao militar, um míssil secionado. - Identificar os componen- tes principais da cabeça de guiamento. - O militar deverá identificar cor- retamente todos os componen- tes apontados. Q-408 (AC)
  • 73. 76.00 OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO SUGESTÕES PARA TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS INTERMEDIÁRIOS TEMPO ESTIMADO DIURNO: 35 h16. MATERIAL DE ARTILHARIA - MÍSSEIS - Apresentado, ao militar, o meca- nismo de lançamento do conjunto secionado. - Identificar as partes prin- cipais do mecanismo de lançamento. - O militar deverá identificar, cor- retamente, todas as partes. Q-414 (AC) j. Mecanismo de lançamento 1) Finalidade; 2) Partes principais; 3) Conjuntos de contatos e dispositivo de trancamento; 4) Sinalizador sonoro; 5) Gatilho elétrico; e 6) Bloco eletrônico. - Citar a finalidade do mecanismo de lançamento. - Citar as partes principais do meca- nismo de lançamento. - Retirar e colocar a fonte de alimentação no tubo de lançamento. - O militar deverá retirar e colo- car a fonte de alimentação cor- retamente. Q-413 (AC) - Apresentado, ao militar, o tubo de lançamento inerte. f. Conjunto Propulsor - Finalidade e componentes. g. Empenagens estabilizado- ras. - Identificar e citar a finalidade do con- junto propulsor e das empenagens estabilizadoras. - Descrever a tarefa do propulsor de lançamento e do propulsor de sus- tentação de dupla ação. - Apresentados, ao militar, um Msl A Ae Ptt e uma relação dos seus componentes principais. - Identificar os componen- tes do conjunto propulsor e das empenagens esta- bilizadoras. - O militar deverá identificar, corretamente, os componentes do conjunto propulsor e das empenagens estabilizadoras. Q-411 (AC) i. Fonte de alimentação 1) Finalidade; 2) Componentes; e 3) Retirada e colocação da fonte de alimentação no tubo de lançamento. - Identificar e citar a finalidade da fon- te de alimentação. - Citar os componentes da fonte de alimentação - Trocar a fonte de alimentação no tubo de lançamento. h. Tubo de lançamento 1) Finalidade; 2) Componentes; 3) Aparelho de pontaria; 4) Conector; 5) Conjunto de ligação com o míssil; 6) Mecanismo de perfura- ção; 7) Botão variante de lança- mento. - Citar a finalidade do tubo de lança- mento. - Identificar e citar a finalidade do apa- relho de pontaria, conector, conjunto de ligação com o míssil e botão vari- ante do lançamento. - Apresentado, ao militar, um tubo de lançamento. - Identificar os componen- tes do tubo de lançamen- to. - O militar deverá identificar, corretamente, todos os compo- nentes. Q-412 (AC)
  • 74. 77.00 OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO SUGESTÕES PARA TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS INTERMEDIÁRIOS TEMPO ESTIMADO DIURNO: 35 h16. MATERIAL DE ARTILHARIA - MÍSSEIS - No terreno, o instrutor apontará possíveis rotas de aproximação. - Diferenciar fundo homo- gêneo de fundo heterogêneo. - Para cada rota de aproximação apontada, o militar deverá res- ponder corretamente quanto às condições de contraste com o fundo. Q-417 (AC) b. Condições de contraste com o fundo; - Identificar fundo homogêneo de fun- do heterogêneo. - Distinguir rota de ataque de rota de perseguição. - Definir variante de lançamento. - Citar os princípios de seleção da variante de lançamento. - Citar a variante básica de lança- mento. - Ocupar uma posição para o lançamento do Míssil. - O militar deverá escolher a po- sição que melhor satisfaça aos requisitos para escolha. Q-416 (AC) - No terreno, o instrutor indicará o setor de tiro e apontará uma área para a escolha de posições de tiro. k. Conjunto de contatos e dispositivos de trancamento. l. Sinalizador sonoro. m. Gatilho elétrico 1) Finalidade; 2) Posições do gatilho; e 3) Alavanca de liberação do gatilho. n. Bloco eletrônico. - Identificar e citar a finalidade. - Citar a finalidade do conjunto de contatos e dispositivos de trancamento e do sinalizador sono- ro. - Citar a finalidade do gatilho elétrico. - Distinguir as posições do gatilho elé- trico. - Identificar a alavanca de liberação do gatilho. - Identificar e citar a finalidade do blo- co eletrônico. - Apresentado, ao militar, o meca- nismo de lançamento do conjunto inerte. - Identificar as posições do gatilho elétrico. - O militar deverá identificar, cor- retamente, todas as posição. Q-415 (AC) 6. Operação do posto de tiro a. Seleção da posição de tiro; - Citar os fatores que influem na cor- reta seleção do posto de tiro. - Citar as distâncias mínimas de afas- tamento de obstáculos (edifícios, re- des elétricas, árvores etc), de blin- dados e de estações-rádio.
  • 75. 78.00 OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO SUGESTÕES PARA TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS INTERMEDIÁRIOS TEMPO ESTIMADO DIURNO: 35 h16. MATERIAL DE ARTILHARIA - MÍSSEIS - Apresentado, ao militar, um con- junto Msl A Ae inerte. - Realizar as verificações preliminares ao manu- seio do material. - O militar deverá realizar, corre- tamente, todas as verificações. Q-419 (CH) c. Condições climáticas; e d. Condições básicas para o disparo. - Citar as verificações preliminares a serem realizadas antes do manuseio do material. - Citar os cuidados para o lançamen- to do míssil em relação às condições climáticas. - Citar as fontes de interferências ar- tificiais. - Citar as condições básicas para o disparo. - Identificar e citar o ângulo mínimo entre a linha de visada e a direção do sol, para que seja realizado o dispa- ro. - Identificar os tipos de aeronaves que podem ser engajadas pelo mís- sil. - Citar as medidas a serem adotadas para lançamentos ao crepúsculo. - Citar as medidas a serem conside- radas quando dois ou mais postos de tiro estiverem posicionados pró- ximos entre si. - Identificar as condições básicas para o disparo. - Apresentadas, ao militar, 5 situa- ções com variações relativas a: - condições climáticas; - fontes de interferência; - tipo de aeronave; - ângulo linha de visada-direção do sol; e - posição de outros postos de tiro. - Identificar todas as situações que o lançamento deverá ser efetuado. Q-418 (AC) 7. Posições do posto de tiro a. Verificações preliminares: 1) Mecanismo de lançamen- to; 2) Tubo de lançamento com míssil e fonte de alimentação; e 3) Fonte de alimentação re- serva.
  • 76. 79.00 OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO SUGESTÕES PARA TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS INTERMEDIÁRIOS TEMPO ESTIMADO DIURNO: 35 h16. MATERIAL DE ARTILHARIA - MÍSSEIS - Apresentado, ao militar, um con- junto Msl A Ae inerte. - Passar o sistema da po- sição de combate para a posição de marcha. - O militar deverá passar o sis- tema da posição de marcha para a posição de combate corretamente. Q-422 (HT) d. Passagem da posição de combate para a de marcha 1) Se o disparo não foi rea- lizado; 2) Se o míssil foi disparado; e 3) Se o míssil não foi dispa- rado, mas a fonte de alimenta- ção foi acionada. - Passar o sistema da posição de combate para o de marcha, nos se- guintes casos: - o disparo não foi realizado; - o míssil foi disparado; e - o míssil não foi disparado, mas a fonte foi acionada. - Colocar o sistema na po- sição de combate. - O militar deverá colocar, corre- tamente, o sistema na posição de combate. Q-421 (HT) - Apresentado, ao militar, um con- junto Msl A Ae inerte. b. Posição de marcha 1) Montagem do posto de tiro; 2) Adoção da posição de marcha; e 3) Posição de marcha alternativa. - Citar as medidas a serem adotadas quando da colocação do sistema em posição de marcha. - Citar a diferença entre a posição de marcha e posição de marcha alter- nativa. - Retirar o tubo de lançamento de seu cunhete. - Retirar o mecanismo de lançamento de seu cunhete. - Realizar as verificações no tubo e no mecanismo de lançamento. - Colocar o sistema em posição de marcha. - Apresentado, ao militar, um con- junto Msl A Ae inerte. - Colocar o sistema em posição de marcha. - O militar deverá colocar, corre- tamente, o sistema em posição de marcha. Q-420 (HT) c. Mudança da posição de marcha para a de combate 1) Posição de marcha intermediária; e 2) Posição de combate. - Colocar o sistema na posição de marcha intermediária. - Colocar o sistema na posição de combate.
  • 77. 80.00 OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO SUGESTÕES PARA TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS INTERMEDIÁRIOS TEMPO ESTIMADO DIURNO: 35 h16. MATERIAL DE ARTILHARIA - MÍSSEIS - Apresentado, ao militar, um con- junto Msl A Ae Ptt inerte. - Realizar a manutenção de 1º escalão do sistema Msl A Ae Ptt. - O militar deverá executar, corretamente, todas as opera- ções relativas à manutenção de 1º escalão. Q-426 (CH) 10. Normas de Manutenção a. Manutenção a cargo do atirador; b. Inspeção externa; e c. Manutenção de rotina. - Citar a periodicidade de inspeção externa. - Citar as verificações a serem reali- zadas na inspeção externa. - Demonstrar os procedi- mentos que devem ser adotados com o material em caso de queda aciden- tal, em deslocamentos motorizados e durante a operação do sistema. - O militar deverá demonstrar, de acordo com as regras de se- gurança, todos os procedimen- tos corretamente. Q-425 (CH) - Apresentados, ao militar, um conjunto Msl A Ae Ptt inerte e si- muladas 3 situações relativas ao emprego do material. - Citar os modos de lançamento. - Identificar as operações para efetuar o lançamento em cada modo. - Identificar as posições para o lan- çamento do míssil: - com o alvo em rota de ataque; - com o alvo em rota de perseguição; e - contra helicópteros em vôo estaci- onário. - Apresentado, ao militar, o me- canismo de lançamento do siste- ma inerte. - Identificar os modos de lançamento do míssil. - O militar deverá acionar, cor- retamente, cada modo de lan- çamento. Q-423 (AC) 9. Normas de Segurança a. Cuidados com o material 1) Em caso de queda aci- dental; 2) Em deslocamentos moto- rizados; e 3) Durante a operação do sistema. b. Regras gerais de seguran- ça. - Citar os cuidados com o material em caso de queda acidental, em deslo- camentos motorizados e durante a operação do sistema. - Citar as regras gerais de seguran- ça. 8. Lançamento do míssil a. Modos de lançamento; b. Lançamento com o alvo em rota de ataque 1) Modo automático; e 2) Modo manual. c. Lançamento com o alvo em rota de perseguição 1) Modo automático; e 2) Modo manual. d. Lançamento contra helicóp- tero em vôo estacionário. - Apresentado, ao militar, o meca- nismo de lançamento do sistema inerte. - Serão criadas situações para o engajamento de alvos estacioná- rios, em rota de ataque e em rota de perseguição. - Realizar as condutas para o lançamento do míssil. - O militar deverá efetuar, corre- tamente, todas as operações para o lançamento do míssil, acionando o modo adequado para cada situação. Q-424 (OP) - Apresentado, ao militar, um questionário com 10 perguntas sobre cuidados com o material. - Citar os cuidados com o armazenamento e trans- porte do material. - O militar deverá responder, corretamente, todas as pergun- tas. Q-427 (AC) - Citar a periodicidade de manuten- ção de rotina. - Citar as verificações a serem reali- zadas na manutenção de rotina. - Citar os cuidados de armazenamento do Míssil. - Citar os cuidados para o transporte do míssil em rodovias, ferrovias, transporte aéreo e marítimo. d. Armazenamento e transpor- te.
  • 78. 81.00 OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO SUGESTÕES PARA TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS INTERMEDIÁRIOS TEMPO ESTIMADO DIURNO: 20 h17. MATERIAL DE ARTILHARIA - OBUSEIROS - O militar deverá localizar, corretamente, cada uma das partes. - Apresentado, ao militar, um obu- seiro e uma relação com 5 (cinco) partes da Boca de Fogo. Q-403 (AC) 4. Boca de Fogo - Definição, finalidade, carac- terísticas, vida do tubo, compo- nentes, Freio de Boca (M 56 AR e L 118 AR) e Eliminador de Alma (M 108 AP). - Citar a finalidade da Boca de Fogo. - Citar o sentido e o número das raias do tubo. - Identificar os componentes da Boca de Fogo. - Citar as finalidades e as partes prin- cipais do Freio de Boca (M 56 AR e L 118 AR). - Citar a finalidade de partes princi- pais do Eliminador de Alma (Material M 108 AP). - Localizar as partes prin- cipais do obuseiro. - O militar deverá apontar, cor- retamente, no obuseiro, todas as partes constantes da relação recebida. Q-402 (AC) - Apresentada, ao militar, uma re- lação com 5 partes da divisão ge- ral do obuseiro. 1. Generalidades a. Apresentação do obuseiro; b. Definição, indicativo militar e finalidade; e e. Distinção entre obuseiro e canhão. 2. Características e possibilida- des do obuseiro - Tipo, alcance, calibre, ca- dência de tiro, campo de tiro, di- mensões, peso, tipo de tração, vida do tubo e outras de acordo com o tipo de material. - Citar o indicativo militar e a finalida- de do obuseiro. - Distinguir obuseiro de canhão - Identificar, pelo emprego, os diver- sos tipos de obuseiro. - Indicar as principais características e possibilidades do obuseiro. - Apresentado, ao militar, um ques- tionário com 10 perguntas sobre as principais características e possibilidades do obuseiro. - Citar as principais carac- terísticas e possibilidades do obuseiro. - O militar deverá responder, corretamente, todas as pergun- tas. Q-401 (AC) 3. Divisão geral do obuseiro a. Componentes - Boca de fogo, Mecanismo da culatra, Aparelho de pontaria, Reparo, Palamenta e acessórios e sobressalentes. b. Finalidades. - Identificar, pelo nome, as partes prin- cipais do obuseiro e suas respecti- vas finalidades. - Localizar cada uma das partes da boca de fogo.
  • 79. 82.00 OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO SUGESTÕES PARA TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS INTERMEDIÁRIOS TEMPO ESTIMADO DIURNO: 20 h17. MATERIAL DE ARTILHARIA - OBUSEIROS - Apresentado, ao militar, a plata- forma de um Obuseiro L 118 AR com os Estais de Tiro anteriores desajustados. - Ajustar a tensão dos estais anteriores. (L 118 AR) - O militar deverá ajustá-los de modo que o seu funcionamento torne-se normal. Q-407 (AC) j. Ajustagem da tensão dos estais de tiro anteriores (L 118 AR). - Ajustar a tensão dos estais de tiro anteriores (L 118 AR). - Ajustar o Dispositivo da Escora do Berço e ajustar o Dispositivo de Amarra- ção das Flechas. (M 101 AR) - O militar deverá ajustá-las de modo que o seu funcionamento torne-se normal. Q-406 (AC) - Apresentado, ao militar, um Obu- seiro M 101 AR com a Escora do Berço e a Presilha da Flecha desa- justadas. - Identificar os componentes do me- canismo da culatra. - Localizar os componentes do me- canismo da culatra. - Descrever o funcionamento do me- canismo da culatra. - Apresentado, ao militar, um Obu- seiro com o Mecanismo da Cula- tra montado. - Desmontar, manutenir e montar o Mecanismo da Culatra. - O militar deverá desmontar e montar obedecendo aos se- guintes requisitos: - seqüência correta das opera- ções; - desembaraço na realização das operações; - cuidados com o material; e - correção do funcionamento após a montagem. Q-404 (AC) h. Ajustagem do dispositivo da escora do berço (M 101 AR); i. Ajustagem do dispositivo de amarração das flechas (M 101 AR); e - Ajustar o dispositivo da escora do berço (M 101 AR). - Ajustar o dispositivo de amarração das flechas (M 101 AR). 5. Mecanismo da Culatra a. Partes principais; b. Desmontagem e montagem;e c. Funcionamento. - Apresentado, ao militar, um Obu- seiro e uma relação com 10 (dez) partes principais do Reparo. - Localizar as partes do Re- paro. - O militar deverá localizar cor- retamente todas as partes que constam da relação. Q-405 (AC) - Identificar, pelo nome, as partes componentes do Reparo. - Localizar as partes componentes do Reparo. - Localizar e operar os mecanismos de direção e de elevação. - Localizar e operar o eixo nivelador (M 101 AR). - Localizar e operar a trava do Porta- berço (L 118 AR). - Acionar o elemento central de fle- cha (M 56 AR). 6. Reparo a. Definição; b. Componentes; c. Características; d. Funcionamento dos meca- nismos de direção e elevação; e. Funcionamento do eixo ni- velador (M 101 AR); f. Funcionamento da trava do Porta-berço (L 118 AR); g. Utilização do elemento cen- tral de flecha (M 56 AR);
  • 80. 83.00 OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO SUGESTÕES PARA TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS INTERMEDIÁRIOS TEMPO ESTIMADO DIURNO: 20 h17. MATERIAL DE ARTILHARIA - OBUSEIROS - O militar deverá identificar, corretamente, as partes princi- pais dos aparelhos de pontaria. - Apresentado, ao militar, o se- guinte material: - um obuseiro; - uma luneta panorâmica; - uma luneta para tiro direto; - um quadrante de nível; - um colimador (M 108 AP); e - um prisma de pontaria (L 118 AR). - o instrutor anunciará o nome das partes principais de cada material apresentado. Q-410 (AC) 9. Aparelho de Pontaria a. Tipos de lunetas, suportes e quadrantes; b. Finalidades; c. Indicativo Militar; d. Nomenclatura das partes principais; e. Características; f. Colimador de referência no infinito (M 108 AP); e g. Prisma de pontaria (L 118 AR). - Distinguir o emprego de cada tipo de luneta, suporte e quadrante. - Citar a finalidade de cada tipo de luneta, suporte e quadrante. - Identificar as partes principais do aparelho de pontaria. - Citar as finalidades e as caracterís- ticas do colimador (M 108 AP). - Localizar as partes principais do colimador (M 108 AP). - Citar as finalidades e as caracterís- ticas do prisma de pontaria (L 118 AR). - Localizar as partes principais do prisma de pontaria (L 118 AR). - Instalar os dispositivos de iluminação da peça. - O militar deverá instalar, corretamente, todos os dispo- sitivos. Q-409 (AC) - Apresentado ao militar: - um Obuseiro com as lunetas montadas em seus suportes; - duas Balizas de Pontaria; e - dispositivos de Iluminação. 7. Palamenta a. Definição; b. Componentes; e c. Características das balizas de pontaria, do Quadrante de nível e dos reguladores de espoletas. - Identificar as partes componentes da Palamenta. - Citar as finalidades de cada um dos componentes da Palamenta. - Apresentado, ao militar, os com- ponentes da palamenta e dos acessórios do Obuseiro coloca- dos, em conjunto, sobre uma lona. - Distinguir cada um dos elementos da palamenta e dos acessórios da peça. - O militar deverá distinguir to- dos os materiais apresentados. Q-408 (AC) 8. Acessórios e sobressalentes a. Identificação; b. Finalidade; e c. Manuseio dos dispositivos de iluminação. - Citar o nome e a respectiva finalida- des dos principais acessórios. - Instalar os dispositivos de ilumina- ção nos locais adequados. - Localizar as partes prin- cipais do Aparelho de Pontaria.
  • 81. 84.00 OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO SUGESTÕES PARA TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS INTERMEDIÁRIOS TEMPO ESTIMADO DIURNO: 20 h17. MATERIAL DE ARTILHARIA - OBUSEIROS - O militar deverá ao final das operações deixar os 02 obuseiros exigindo o mesmo esforço para elevar ou abaixar o tubo. - Apresentado ao militar: - 02 obuseiros; e - 02 chaves de boca ajustáveis . Q-413 (AC) 12. Equilibrador de molas a. Finalidade; b Componentes; e c. Regulagem. - Citar a finalidade do Equilibrador de Molas. - Identificar os componentes do Equi- librador de Molas. - Regular o Equilibrador de Molas. - Identificar as principais falhas no funcionamento do mecanismo de recuo. - O militar deverá identificar a provável falha, bem como des- crever uma possível solução para a mesma Q-412 (AC) - Apresentado, ao militar, uma fa- lha no funcionamento do mecanis- mo de recuo. 10. Mecanismo de recuo a. Finalidade; b. Componentes; c. Funcionamento; d. Dispositivo indicador do nível do óleo (finalidade e localização); e. Mecanismo de recuo variável (M 114 AR e L 118 AR); e f. Dispositivo indicador de recuo. - Citar a finalidade do mecanismo de recuo. - Citar os componentes principais do mecanismo de recuo. - Descrever o funcionamento do me- canismo de recuo. - Citar a finalidade do índice de óleo do mecanismo de recuo. - Descrever a finalidade do mecanis- mo de recuo variável (M 114 AR e L 118 AR). - Localizar o índice de marcação do recuo. - Regular a válvula de respiração uti- lizando a chave do respirador (M 101 AR). - Citar a finalidade e localizar a fita do nível de óleo do recuo (M 108 AP). - Regular a válvula de ajuste da volta em bateria (L 118 AR). - Apresentado, ao militar, um obu- seiro ou uma gravura que desta- que o mecanismo de recuo do material. - Identificar as partes prin- cipais do mecanismo de recuo. - Descrever o funciona- mento do mecanismo de recuo. - O militar deverá: - identificar, corretamente, to- das as partes principais do me- canismo de recuo; - dar a noção correta do funcio- namento do mecanismo de re- cuo; e - utilizar a nomenclatura adequa- da. Q-411 (AC) 11. Falhas do sistema de recuo a. Durante o recuo; e b. Na volta em bateria. - Identificar as causas principais das falhas no sistema e descrever as possíveis soluções para as mesmas. - Regular o Equilibrador de Molas (M 101 e M 114 AR).
  • 82. 85.00 OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO SUGESTÕES PARA TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS INTERMEDIÁRIOS TEMPO ESTIMADO DIURNO: 20 h17. MATERIAL DE ARTILHARIA - OBUSEIROS - Apresentado, ao militar, um obu- seiro AP. - Descrever sumariamen- te o funcionamento do mecanismo da cabine. (Material AP) - O militar deverá dar a noção cor- reta do funcionamento do me- canismo da cabine. Q-415 (AC) 13. Características e possibilida- des da viatura propulsora da peça (Material AP) a. Combustível; b. Raio de ação; c. Velocidade; d. Sistema elétrico; e. Dimensões; f. Tipo de suspensão; g. Rodas de apoio; h. Motor; i. Caixa de mudança; j. Armamento principal; l. Armamento secundário; m. Inclinação máxima; n. Largura máxima de ultrapassagem de ferro; o. Obstáculo vertical; p. Raio mínimo de curva; q. Quantidade de munição; e r. Dimensões. - Citar a finalidade do mecanismo da cabine. - Citar os componentes principais do mecanismo da cabine. - Citar o nome do combustível utiliza- do pela Vtr. - Indicar a autonomia e os limites de velocidades à frente e à retaguarda da Vtr. - Indicar a quantidade e voltagem das baterias. - Citar a altura, o comprimento e a largura da Vtr. - Citar o nome do tipo de suspensão. - Citar o número de rodas de apoio. - Citar as características do motor. - Citar o nome do tipo da caixa de mudança e a quantidade de marchas à frente e à retaguarda. - Citar as principais carac- terísticas e possibilida- des da viatura propulso- ra do obuseiro. (Material AP) - Apresentado, ao militar, um questionário com 15 perguntas sobre as principais características e possibilidades da viatura. - O militar deverá responder, corretamente, a todas as per- guntas. Q-414 (AC) 14. Mecanismo da cabine (Mate- rial AP) a. Finalidade; b. Componentes; e c. Funcionamento. - Citar os procedimentos a serem to- mados antes da partida. - Inspecionar o painel. - Dar a partida na viatura. - Citar os procedimentos a serem to- mados no início e durante o desloca- mento da viatura. - Citar os procedimentos a serem to- mados na parada da viatura. 15. Noções sumárias de condu- ção de viatura (Material AP) a. Procedimentos antes da partida; b. Inspeção do painel; c. Início do deslocamento; d. Durante o deslocamento; e e. Parada do veículo.
  • 83. 86.00 OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO SUGESTÕES PARA TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS INTERMEDIÁRIOS TEMPO ESTIMADO DIURNO: 20 h17. MATERIAL DE ARTILHARIA - OBUSEIROS - Apresentado, ao militar, um obu- seiro AP com o conjunto de co- municações da Gu da peça. - Operar o conjunto de co- municações da Gu da peça. (Material AP) - O militar deverá operar, corre- tamente, o conjunto de comuni- cações. Q-416 (AC) - Citar a finalidade do conjunto de co- municações da Gu da peça. - Identificar os componentes do con- junto de comunicações. - Efetuar a manutenção do conjunto de comunicações. 15. Utilização do conjunto de co- municações da Gu da peça (Ma- terial AP) a. Finalidades; b. Apresentação; c. Operação; e d. Manutenção.
  • 84. 87.00 OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO SUGESTÕES PARA TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS INTERMEDIÁRIOS TEMPO ESTIMADO DIURNO: 15 h18. MUNIÇÕES DE ARTILHARIA PARA AAe - Apresentado, ao militar, todos os tipos de granadas existentes na OM. - Identificar, pelas marca- ções inscritas em seus corpos, os tipos e lotes das granadas. - O militar deverá identificar, corretamente, o tipo e lote de cada granada apontada. Q-403 (AC) 3. Pinturas e convenções usa- das nas marcação das grana- das e dos cunhetes. - Identificar o tipo e lote da granada pela pintura ou marcação. - Identificar, pelas inscrições nos cu- nhetes, os tipos de granadas. - Identificar os diferentes elementos componentes da munição existente na OM, citando a finalidade e os cuidados no manuseio de cada componente. - Todas as respostas do militar deverão estar corretas quanto ao nome do componente, finali- dade e cuidados a observar no manuseio. Q-402 (AC) - Todos os componentes da mu- nição, existentes na OM serão apresentados ao militar. 1. Classificação da munição de artilharia de acordo com o tipo, lote, calibre, emprego e efeito. - Citar os diferentes calibres da mu- nição de Artilharia. - Citar os tipos de munição emprega- dos pelo material da OM. - Citar a classificação da munição de Artilharia quanto ao emprego. - Citar os efeitos da munição de Arti- lharia quanto ao tipo, granadas e es- poletas utilizadas. - Todos os tipos de munição de artilharia, existentes na OM, serão apresentados ao militar. - Identificar e classificar a munição de artilharia quanto ao emprego e efei- to. - O militar deverá identificar cada tipo de munição apontada e clas- sificar, corretamente, quanto ao emprego e efeito. Q-401 (AC) 2. Elementos componentes - Tipos, nomenclatura, identi- ficação e cuidados no manuseio. - Identificar, pelo nome, os diferentes elementos componentes da munição. - Citar a finalidade de cada compo- nente da munição. - Citar os cuidados no manuseio da munição.
  • 85. 88.00 OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO SUGESTÕES PARA TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS INTERMEDIÁRIOS TEMPO ESTIMADO DIURNO: 15 h18. MUNIÇÕES DE ARTILHARIA PARA AAe - O militar deverá citar, correta- mente, todos os processos de destruição da munição. - Apresentado, ao militar, um exer- cício onde existam situações par- ticulares que impliquem a destrui- ção de munição, tais como: - engenhos falhados; - munições condenadas por ven- cimento de lote; e - munição defeituosa. - Citar os processos de destruição da munição de Artilharia. Q-406 (AC) 6. Destruição da munição a. Situações em que a munição deve ser destruída; e b. Processos utilizados. - Citar as situações em que a muni- ção deverá ser destruída. - Descrever os processos de des- truição da munição relacionando-as com a sua utilização. - Reacondicionar a muni- ção de artilharia. - O reacondicionamento deve ser feito seguindo as preceitos técnicos e as normas de segu- rança. Q-405 (HT) - Apresentados, ao militar, 4 tiros preparados e o material necessá- rio ao reacondicionamento da munição. 4. Defeitos de munição - Características e causas principais; - Citar os defeitos mais comuns exis- tentes na munição e em seus com- ponentes, relacionando-os com suas causas. - Apresentadas, ao militar, muni- ções e componentes com defei- tos. - Deverá ser aproveitada toda a munição defeituosa existente no Paiol da OM. - Identificar os defeitos existentes na munição e em seus componentes. - Todos os defeitos de munição e de componentes deverão ser apontados corretamente. Q-404 (AC/HT) 5. Acondicionamento e reacon- dicionamento da munição. - Citar os cuidados a serem obser- vados no reacondicionamento da mu- nição que não foi utilizada.
  • 86. 89.00 OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO SUGESTÕES PARA TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS INTERMEDIÁRIOS TEMPO ESTIMADO DIURNO: 15 h19. MUNIÇÕES DE ARTILHARIA PARA LMF - O militar deverá identificar as partes do guincho utilizado no remuniciamento com 100% de acerto. - Apresentado, ao militar, o guin- cho empregado no remunicia- mento (guincho hidroglu). - Este OII será cumprido apenas pelos integrantes da Tu Rem. Q-403 (AC) 3. Guincho Hidroglu a. Características; b. Composição; e c. Emprego. - Conhecer as características do guincho. - Identificar as partes componentes do guincho. - Utilizar o guincho para as opera- ções de remuniciamento. - Identificar as partes do Conteiner - Lançador. - A identificação deverá ser feita com 100% de acerto. Q-402 (AC) - Apresentado um Conteiner - Lan- çador, o militar deverá identificar as partes do mesmo. 1. Classificação dos foguetes segundo a. Tipo; b. Nomenclatura; e c. Calibre. - Citar os tipos de foguetes pela no- menclatura. - Identificar os foguetes pelo calibre. - Apresentados, ao militar, os ti- pos de foguetes existentes. - Identificar os tipos de fo- guetes. - O militar deverá identificar os componentes apresentados. Q-401 (AC) 2. Conteiner-Lançador a. Tipo; e b. Características. - Conhecer as partes componentes do Conteiner-Lançador. - Identificar os tipos de Conteineres- Lançadores. - Identificar as partes do guincho utilizado no remu- niciamento.
  • 87. 90.00 OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO SUGESTÕES PARA TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS INTERMEDIÁRIOS TEMPO ESTIMADO DIURNO: 15 h19. MUNIÇÕES DE ARTILHARIA PARA LMF - Este OII deverá ser cumprido em conjunto por todos os integrantes da Gu AV-LMU, simultaneamente com os da Gu AV-RMD. - O instrutor deverá designar os militares para os cargos previs- tos em seus respectivos materi- ais. - Os militares da LMU deverão exe- cutar a operação de remuniciamento da LMU como auxiliares. - A operação de remuniciamento deverá ser executada por meio do guincho hidroglu. - Executar uma operação de remuniciamento. - O militar deverá realizar, corre- tamente, durante a operação de remuniciamento, todas as atri- buições inerentes ao seu res- pectivo cargo. Q-404 (HT) - Conhecer as ações para a abertu- ra das portas superiores da AV-PLM. - Instalar o dispositivo de fixação de conteiner. - Efetuar as operações de movimen- tação de conteiner. - Executar, como auxiliar, uma opera- ção de remuniciamento. - Realizar as tarefas necessárias para o remuniciamento. 4. Remuniciamento a. Operações para o remuni- ciamento 1) Patolagem da viatura AV- RMD; 2) Instalação do dispositivo de fixação dos conteineres no compartimento carga; 3) Fixação do dispositivo de içamento do conteiner – lança- dor; 4) Içamento de conteineres- lançadores; 5) Fixação dos conteineres- lançadores no compartimento de carga; 6) Recolhimento do guindas- te; e 7) Recolhimento do sistema patolagem.
  • 88. 91.00 OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO SUGESTÕES PARA TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS INTERMEDIÁRIOS TEMPO ESTIMADO DIURNO: 15 h20. MUNIÇÕES DE ARTILHARIA PARA OBUSEIROS - Serão fornecidas, ao militar, car- gas de projeção de 3 lotes dife- rentes e em temperaturas dife- rentes e um termômetro de pól- vora. - Medir a temperatura da pólvora. - As medidas encontradas pelo militar deverão estar corretas, de acordo com a conferência efetuada pelo instrutor, consi- derando a precisãoe e a obedi- ência das prescrições técnicas. Q-404 (HT) 4. Cargas de projeção - Identificação, diferença de lotes, encadeamento explosivo da carga de projeção e de arrebentamento, importância e utilização do termômetro de pólvora. - Identificar as cargas de projeção por suas inscrições. - Conhecer os procedimentos de uti- lização do termômetro de pólvora. - Identificar, pelas marca- ções inscritas em seus corpos, os tipos, lotes e pesos das granadas. - O militar deverá identificar, corretamente, o tipo, lote e peso de cada granada apontada. Q-403 (AC) - Apresentados, ao militar, todos os tipos de granadas existentes na OM. - Citar os diferentes calibres da mu- nição de Artilharia. - Citar os tipos de munição quanto à utilização do estojo metálico. - Citar a classificação da munição de Artilharia quanto ao emprego. - Citar os efeitos da munição de Arti- lharia quanto ao tipo, granadas e es- poletas utilizadas. - Todos os tipos de munição de artilharia existentes na OM, com as possíveis combinações de gra- nadas e espoletas, serão apresen- tados ao militar. - Classificar a munição de artilharia quanto ao em- prego e efeito. - O militar deverá classificar, corretamente, cada munição apontada. Q-401 (AC) 3. Pinturas e convenções usa- das nas marcações das grana- das e dos cunhetes, invólucros ou depósitos acondicionadores de cargas. - Identificar o tipo, lote e peso da granada pela pintura ou marcação. - Identificar, pelas inscrições dos cu- nhetes, invólucros ou depósitos acondicionadores, os tipos de gra- nadas. 1. Classificação da munição de artilharia de acordo com o tipo, lote, calibre, emprego e efeito. - Todos os componentes da mu- nição existente na OM serão apre- sentados ao militar. - Identificar os diferentes elementos componentes da munição existente na OM, citando a finalidade e os cuidados no manuseio de cada componente. - Todas as respostas do militar deverão estar corretas quanto ao nome do componente, finali- dade e cuidados a observar no manuseio. Q-402 (AC) - Identificar, pelo nome, os diferentes elementos componentes da munição. - Citar a finalidade de cada compo- nente da munição. - Citar os cuidados no manuseio da munição. 2. Elementos componentes - Tipos, nomenclatura, identi- ficação e cuidados no manuseio.
  • 89. 92.00 OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO SUGESTÕES PARA TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS INTERMEDIÁRIOS - Apresentados, ao militar, 4 tiros preparados e o material necessá- rio ao reacondicionamento da munição. - Reacondicionar a muni- ção de artilharia. - O reacondicionamento deve ser feito seguindo os preceitos técnicos e as normas de segu- rança. Q-408 (HT) 9. Acondicionamento e reacon- dicionamento da munição. - Citar os cuidados a serem obser- vados no reacondicionamento da mu- nição que não foi utilizada. - Descrever os processos de des- truição da munição. - Preparar tiros. - Cada um dos tiros deve: - Ser preparado no tempo máxi- mo de 2 minutos; e - Corresponder ao comando emitido. Q-407 (HT) - Apresentados, ao militar, os di- ferentes tipos de elementos com- ponentes da munição, disponíveis na OM e comandos de tiro que possibilitem a preparação dos ti- ros disponíveis. - Identificar os tipos de reguladores de espoleta. - Manusear corretamente os regula- dores de espoleta. - Identificar os diferentes tipos de es- poletas. - Regular o mecanismo de funciona- mento da espoleta de acordo com o comando recebido. - Dadas, ao militar, uma espoleta tempo e uma percutente (ambas de exercício/manejo) e 4 coman- dos de tiro, sendo que 2 deles devem referir-se a um dos tipos de espoleta. - Regular espoletas tem- po e percutente. - O militar deverá executar a ta- refa corretamente. Q-405 (HT) 8. Preparo da munição para o tiro - Técnica de preparo e inter- pretação dos comandos. - Identificar, dentre os comandos re- cebidos, a parte relativa à munição. 5. Reguladores de espoleta - Tipo e manuseio. 6. Espoletas: - Tipos, identificação, funcio- namento e registro de elemen- tos; e - Anel aerodinâmico (L 118 AR). - Apresentadas, ao militar, muni- ções e componentes com defei- tos. - Deverá ser aproveitada toda a munição defeituosa existente no Paiol da OM. - Identificar os defeitos existentes na munição e em seus componentes. - Todos os defeitos de munição e de componentes deverão ser apontados corretamente. Q-406 (AC/HT) - Citar os defeitos mais comuns exis- tentes na munição e em seus com- ponentes, relacionando-os com suas causas. 7. Defeitos de munição - Características e causas principais. TEMPO ESTIMADO DIURNO: 15 h20. MUNIÇÕES DE ARTILHARIA PARA OBUSEIROS
  • 90. 93.00 OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO SUGESTÕES PARA TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS INTERMEDIÁRIOS - O militar deverá executar, cor- retamente, todas as ações re- ferentes à sua função, necessá- rias a identificar e a sanar o inci- dente de tiro. - O instrutor deverá observar, quando for o caso, se foi obede- cido o tempo regulamentar em caso de “nega” e se o descar- regamento da peça foi feito corretamente. - Serão previamente preparadas peças para apresentarem inciden- tes de tiro provocados por proble- mas no mecanismo de disparo ( sem percursor, ponta de percur- sor quebrada, mola do percursor quebrada ou fraca etc) e por pro- blemas da munição. - Em todos os casos deverá ser utilizado munição e componentes de manejo. Q-411 (AC) 12. Incidentes de tiro - Relativos à munição e ao funcionamento da peça. 13. Descarregamento da peça. - Descrever os incidentes de tiro mais comuns relativos à munição e ao fun- cionamento da peça. - Descrever as providências neces- sárias a sanar os incidentes de tiro mais comuns relativos à munição e ao funcionamento da peça. - Demostrar as operações de des- carregamento da peça decorrente de um incidente de tiro. - Realizar o carregamento e a arrumação da munição na viatura. - Realizar o desembarque e a arrumação da munição na posição da peça. - Cada militar deverá proceder, corretamente, com relação ao embarque da munição, arruma- ção na viatura, desembarque da munição e arrumação na posi- ção da peça de acordo com as normas existentes. Q-410 (HT) - Apresentados, ao militar, 20 ti- ros completos devidamente acon- dicionados e a respectiva viatura tratora da peça (AR ou AP). - Este OII deverá ser cumprido em conjunto pelos integrantes da guarnição da peça e integrado com os OII relativos ao preparo de ti- ros e ao reacondicionamento da munição. 10. Destruição da munição a. Situações em que a munição deve ser destruída; e b. Processos utilizados. - Citar as situações em que a muni- ção deverá ser destruída. - Descrever os processos de des- truição da munição relacionando-os com a sua utilização. - Apresentado, ao militar, um exer- cício onde existam situações par- ticulares que impliquem na des- truição de munição, tais como: - engenhos falhados; - munições condenadas por ven- cimento de lote; e - munição defeituosa. - Citar os processos de destruição da munição de Artilharia. - O militar deverá citar correta- mente todos os processos de destruição da munição. Q-409 (AC) 11. Transporte da munição a. Cuidados no carregamento e no descarregamento; b. Arrumação na viatura e na posição da peça; e c. Medidas de segurança no manuseio e no transporte. - Citar as medidas de segurança a serem observadas no manuseio e no transporte da munição. - Identificar os modos de arrumação da munição na viatura, de acordo com o tipo e as normas vigentes. - Sanar incidentes de tiro relativos à munição e ao funcionamento da peça. TEMPO ESTIMADO DIURNO: 15 h20. MUNIÇÕES DE ARTILHARIA PARA OBUSEIROS
  • 91. 94.00 OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO SUGESTÕES PARA TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS INTERMEDIÁRIOS TEMPO ESTIMADO DIURNO: 6 h21. ORGANIZAÇÃO DO TERRENO E CAMUFLAGEM DO MATERIAL DE ARTILHARIA - Este OII será cumprido de forma conjunta por todos os integrantes da guarnição da peça. - Dado ao militar os meios natu- rais e artificiais necessários à re- alização da camuflagem. - Participar dos trabalhos de camuflagem da posi- ção da UT/peça. - O militar deverá utilizar, conve- nientemente, os meios naturais e artificiais disponíveis para ca- muflar, corretamente, a posição da UT/peça. Q-402 (AC) 1. Organização do terreno em uma posição de bateria de tiro a. Abrigos para pessoal, munição e material; b. Espaldão da peça; e c. Posição das armas anticarro. - Citar as características dos abri- gos para munição e pessoal na posi- ção da peça. - Citar os cuidados a serem obser- vados nos trabalhos de OT. - Conhecer a necessidade dos tra- balhos de OT de acordo com a situa- ção tática de emprego. - Participar dos trabalhos de organização do terre- no no desdobramento de uma de bateria de tiro. - Este OII será cumprido de forma conjunta por todos os integrantes da guarnição da peça. - O militar contará com o material de engenharia necessário aos tra- balhos de OT. - O militar deverá participar dos trabalhos de OT e, de acordo com as atribuições que lhe com- petem, contribuir para a cons- trução de : - abrigos para a guarnição da peça; - espaldões para as armas anti- carro; - abrigos para a munição; e - espaldão para a peça. Q-401 (AC) - Armar a rede de camuflagem. - Camuflar a posição da peça empre- gando as redes de camuflagem. - Citar os cuidados a serem obser- vados no emprego dos meios natu- rais para a camuflagem da UT/peça. - Preparar uma simulação de uma po- sição de peça. 2. Camuflagem de uma posição de uma UT/peça a. Utilização dos meios naturais e artificiais; b. Emprego das redes de camuflagem; e c. Simulação da posição.
  • 92. 95.00 OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO SUGESTÕES PARA TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS INTERMEDIÁRIOS TEMPO ESTIMADO DIURNO: 6 h21. ORGANIZAÇÃO DO TERRENO E CAMUFLAGEM DO MATERIAL DE ARTILHARIA - Este OII será cumprido de forma conjunta por todos os integrantes da guarnição. - Dado ao militar os meios natu- rais e artificiais necessários à re- alização da camuflagem. - Participar dos trabalhos de camuflagem do mate- rial de Artilharia. - O militar deverá utilizar conve- nientemente os meios naturais e artificiais disponíveis para ca- muflar, corretamente, a posição da peça. Q-403 (AC) 1. Utilização dos meios naturais e artificiais. 2. Emprego das redes de camu- flagem. 3. Camuflagem dos órgãos de uma SU Art. - Armar a rede de camuflagem. - Camuflar os órgãos da SU Art em- pregando as redes de camuflagem. - Citar os cuidados a serem obser- vados no emprego dos meios natu- rais para a camuflagem da peça. - Preparar uma simulação do materi- al.
  • 93. 96.00 OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO SUGESTÕES PARA TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS INTERMEDIÁRIOS TEMPO ESTIMADO DIURNO: 95 h22. SUPRIMENTO - CLASSE V (MUNIÇÃO) - Apresentados, ao militar, todos os tipos de explosivos e pólvora existente na Unidade. - O militar efetuará a identificação, segundo o tipo e acondicionamen- to. - Identificar, pelo nome, o tipo de explosivo e pólvo- ra pelo seu tipo e acondi- cionamento. - O militar deverá identificar, corretamente, o material expos- to. Q-403 (AC) 3. Explosivos e pólvoras a. Generalidades; b. Tipos; c. Distinção; d. Classificação; e. Identificação; f. Acondicionamento; g. Cuidados e conservação; e h. Medidas de segurança. - Distinguir explosivos de pólvora. - Identificar o tipo de explosivo e de pólvora pelo seu acondicionamento. - Citar os cuidados e medidas de se- gurança com explosivos e pólvora. - Identificar pelo nome a munição de armamento leve. - O militar deverá identificar, cor- retamente, no mínimo 80% da munição apontada, segundo o calibre e o emprego. Q-402 (AC) - Apresentadas, ao militar, a muni- ção de armamento leve existente na Unidade. - Deverá existir munição fora de seus cunhetes e munição encunhetada. - O instrutor apontará uma a uma, toda a munição exposta. 1. Constituição de um tiro a. Ação iniciadora; b. Carga de projeção; e c. Projetil. - Descrever a constituição de um tiro. - Apresentados, ao militar, com- ponentes de um tiro de Armt leve entre os disponíveis na OM, por exemplo: - explosivos; - propelentes; e - projetil. - Identificar os elementos que constituem um tiro. - O militar deverá identificar, corretamente, os componentes apresentados. Q-401 (AC) 2. Munição a. Generalidades; b. Calibres; c. Classificação segundo o emprego; d. Identificação segundo tipo, lote, peso, marca e pintura; e. Acondicionamento; f. Cuidados e conservação; e g. Medidas de segurança. - Diferenciar a munição segundo seu emprego. - Identificar a munição pelo seu tipo, marca e pintura. - Identificar a munição pelo seu acon- dicionamento. - Citar os cuidados e medidas de se- gurança com a munição.
  • 94. 97.00 OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO SUGESTÕES PARA TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS INTERMEDIÁRIOS TEMPO ESTIMADO DIURNO: 95 h22. SUPRIMENTO - CLASSE V (MUNIÇÃO) 4. Espoletas, estopins, cordéis detonantes, acionadores e acen- dedores a. Finalidade; b. Classificação; c. Identificação; d. Acondicionamento; e. Cuidados e conservação; e f. Medidas de segurança. - Identificar os tipos de espoletas, es- topins, cordéis detonantes, aciona- dores e acendedores. - Citar os cuidados e medidas de se- gurança com as espoletas, estopins, cordéis detonantes, acionadores e acendedores. - Identificar pelo nome os tipos de espoletas, esto- pins, cordéis detonantes, acionadores e acendedo- res, pela sua pintura, mar- cação e acondicionamen- to. - Apresentados, ao militar, todos os tipos de espoletas, estopins, cordéis detonantes, acionadores e acendedores existentes exis- tente na Unidade. - O instrutor apontará um a um, o material exposto. - O militar deverá identificar, cor- retamente, no mínimo, 80% do material apontado. Q-404 (AC) - Apresentados, ao militar, todos os tipos de minas e munição anti- carro existentes na Unidade. - Citar os cuidados e as medidas de segurança com as minas e munição anticarro. - O militar deverá citar, corretamente, os cuidados e as medidas de segurança para cada mina e munição anticarro apre- sentada. Q-406 (AC) 5. Minas e munição anticarro a. Classificação; b. Tipos; c. Identificação; d. Acondicionamento; e e. Marcação. - Citar os cuidados e medidas de se- gurança com a munição anticarro e as minas. - Identificar a munição anticarro e as minas pelo seu tipo e marcação. - Identificar a munição anticarro e as minas pelos seus acondicionamen- tos. - Identificar tipos de minas e munição anticarro exis- tentes na Unidade. - Apresentados, ao militar, todos os tipos de minas e munição anti- carro existentes na Unidade. - O instrutor apontará cada uma delas. - Deverão existir minas em seus cunhetes e fora deles. - O militar deverá identificar, corretamente, todas as minas e munição anticarro apontadas. Q-405 (AC) 6. Cuidados e conservação. 7. Medidas de segurança.
  • 95. 98.00 OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO SUGESTÕES PARA TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS INTERMEDIÁRIOS TEMPO ESTIMADO DIURNO: 95 h22. SUPRIMENTO - CLASSE V (MUNIÇÃO) - Apresentadas, ao militar, gravu- ras que contenham os processos de remuniciamento, a saber: - na ofensiva; - na defensiva; e - nos movimentos retrógrados. - Identificar os processo de remuniciamento. - O militar deverá identificar, corretamente, os processos de remuniciamento. Q-407 (AC) 8.Características da cadeia de suprimento de Classe V. 2.Remuniciamento na ofensiva, defensiva e movimentos retró- grados. - Citar o processo de remuniciamento na ofensiva, defensiva e movimen- tos retrógrados. - Apresentado, ao militar, um efe- tivo correspondente às Turmas de Remuniciamento. - Descrever a composição das Turmas de Remunici- amento das Baterias de um Grupo. - O Militar deverá identificar, corretamente, cada um dos ele- mentos com a sua função cor- respondente. Q-408 (AC) - Identificar cada supri- mento de Classe V apon- tado pelo instrutor segun- do o tipo, calibre (se for o caso), emprego e classe. - O militar deverá identificar, corretamente, 80% do material apontado. Q-409 (AC) - Apresentado, ao militar, todo o tipo de suprimento de Classe V existente na Unidade, sem noção de distinção. 9. Remuniciamento a. Finalidade; b. Importância; e c. Organização do Grupo e das Turmas de Remuniciamento das SU, em pessoal, material e viaturas. - Citar a finalidade do remuniciamen- to. - Descrever a importância do remu- niciamento. - Citar a organização da Seção e Turmas de Remuniciamento em pes- soal Material e viatura. 10. Suprimento de Classe V - Classificação segundo tipo, calibre, emprego e classe. - Distinguir suprimento de Classe V segundo o tipo, calibre, emprego e classe.
  • 96. 99.00 OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO SUGESTÕES PARA TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS INTERMEDIÁRIOS TEMPO ESTIMADO DIURNO: 95 h22. SUPRIMENTO - CLASSE V (MUNIÇÃO) - Calcular a carga neces- sária para destruir muni- ção de artilharia. - O militar deverá calcular a quan- tidade de explosivo que seria necessária para destruir a mu- nição dada. Q-412 (AC) - Dada uma determinada quantida- de de munição de artilharia a des- truir. - É dada uma área apropriada ao militar. - O instrutor informará que serão empregados os processos de de- tonação e da combustão e os ti- pos de explosivos e munições que serão destruídos. - Escolher um local para destruição de explosivos e munições. - O militar deverá, para cada pro- cesso e tipo de explosivo e mu- nição a destruir, escolher um local e citar ao instrutor todas as características que o mesmo deve possuir. - O instrutor considerará correta a escolha do local se o mesmo satisfizer a todas as caracterís- ticas peculiares a cada tipo de explosivo ou munição a destruir e ao processo empregado. Q-410 (CH) - Citar as características dos diver- sos métodos de destruição. - Citar as características que deve possuir um local de destruição. - Citar as regras de preparação das cargas. - Citar as medidas de segurança a serem observadas na destruição com emprego de processo elétrico. 11. Autorização para a execução da destruição. 12. Métodos de destruição a. Detonação; b. Queima ou combustão; e c. Imersão no mar. 13. Medidas de segurança a.Escolha do local de destrui- ção; b. Preparação das cargas; e c. Destruição com emprego de processos elétricos. - Citar as regras de destruição de cada tipo de explosivo a granel. - Citar as regras de destruição de cada tipo de munição e seus elemen- tos componentes. - Identificar as normas de segurança para a destruição de cada tipo de Expl e Mun. 15. Destruição dos explosivos, munições e elementos compo- nentes a granel a. Cargas de projeção das munições sem estojo; b. Granadas de artilharia; c. Munição de salva; d. Munições com carga dirigi- da; e. Munição de armamento leve; f. Granadas de mão e de bo- cal; g. Artifícios pirotécnicos; h. Munição química; e i. Minas AC e AP. - Apresentados, ao militar, todos os elementos necessários ao pre- paro de uma carga. - A carga a ser preparada poderá ser com iniciação pirotécnica ou elétrica. - No preparo não será levado em consideração o emprego da car- ga. - Preparar uma carga ex- plosiva. - O militar deverá preparar a car- ga, corretamente, obedecendo aos cuidados e às medidas de segurança no manuseio e pre- paro. Q-411 (AC) - Preparar uma carga explosiva. 14. Preparo, manuseio e empre- go dos explosivos e das pólvo- ras.
  • 97. 100.00 OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO SUGESTÕES PARA TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS INTERMEDIÁRIOS TEMPO ESTIMADO DIURNO: 95 h22. SUPRIMENTO - CLASSE V (MUNIÇÃO) - Dada, ao militar, uma situação hi- potética sobre a situação da dota- ção orgânica da OM. - Entender a situação da dotação orgânica. - O militar deverá entender a si- tuação citando corretamente a munição disponível, a munição necessária ao recompletamento e a munição cujo consumo está autorizado. Q-413 (AC) - Descrever o processo de recom- pletamento da munição da dotação orgânica. 16. Dotação orgânica a. Finalidade; b. Munição necessária; c. Munição disponível; e d. Consumo autorizado. 17. Recompletamento da muni- ção. 18. Estocagem de munição a. Generalidades; e b. Sistemas de estocagem. - Citar os sistemas de estocagem em campanha. - Citar as características da estoca- gem nas margens das estradas em campanha. - Apresentada, ao militar, uma re- lação contendo todas as caracte- rísticas dos sistemas de estoca- gem em campanha. - Na mesma relação constarão ca- racterísticas que não sejam refe- rentes aos sistemas de estoca- gem, na proporção de 2 para 1. - Citar as características dos sistemas utilizados para a estocagem de ex- plosivos e munições em campanha. - O militar deverá identificar, corretamente, as característi- cas referentes a cada sistema eliminando as características in- corretas. Q-414 (AC)
  • 98. 101.00 OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO SUGESTÕES PARA TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS INTERMEDIÁRIOS TEMPO ESTIMADO DIURNO: 95 h22. SUPRIMENTO - CLASSE V (MUNIÇÃO) - Apresentada, ao militar, a seguin- te situação: - Uma área em uma suposta Ope- ração; - Uma relação contendo quantida- des e tipos de munição a estocar; e - Tabelas “quantidade-distância”. - Estocar munição em campanha. - O militar, dentro da área dada, deverá indicar os locais onde estocaria a munição apresenta- da na relação. - Os locais serão considerados corretos se o militar levar em consideração: classe da muni- ção, quantidade, distâncias, dis- persão e se os cálculos feitos, utilizando tabelas, estiverem corretos. - O militar deverá citar também, corretamente, as característi- cas de cada local em função da munição ali estocada. Q-416 (AC) - Classificar a munição por classe, para fins de estocagem em campa- nha. - Manusear, as tabelas “quantidade- distância”. - Citar as características a observar quanto à dispersão e distância na es- tocagem. - Classificar a munição por classe, para fins de esto- cagem em campanha. - O militar deverá classificar, cor- retamente, a munição por clas- ses para fins de estocagem em campanha. Q-415 (AC) - Apresentados, ao militar, todos os tipos de munição existentes na Unidade. 19. Estocagem de munição a. Classes de estocagem; b. Tabelas “quantidade-distân- cia”; e c. Dispersão e distância a con- siderar na estocagem. - Apresentado, ao militar, situa- ções hipotéticas de condições especiais de ambiente para a rea- lização de estocagem. - Descrever as caracterís- ticas da estocagem da munição sob condições especiais de ambiente. - O militar deverá descrever, corretamente, as característi- cas de armazenamento da mu- nição sob condições especiais de ambiente. Q-417 (AC) - Citar as características de constru- ção e utilização de barricadas. - Citar as medidas de segurança con- tra fogo e intempéries na estocagem em campanha. - Descrever as características para estocagem no deserto e em clima frio. - Descrever as características de ar- mazenagem nos trópicos. 20. Estocagem de munição a. Químicas e de rojões: - utilização de barricadas; - projeção contra fogo e in- tempéries; e - utilização de construções. b. Estocagem no deserto e em clima frio; e c. Armazenagem nos trópicos.
  • 99. 102.00 OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO SUGESTÕES PARA TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS INTERMEDIÁRIOS TEMPO ESTIMADO DIURNO: 95 h22. SUPRIMENTO - CLASSE V (MUNIÇÃO) - Apresentada, ao militar, a seguin- te situação: - uma viatura vazia; - um grupo de 6 (seis) soldados; - cunhetes vazios de munição em quantidade superior ao permitido para transporte na viatura, deven- do existir tipos diferentes de mu- nição; - tabelas de cálculo de peso e vo- lume para a munição apresenta- da; - material necessário para a amar- ração da carga; - um ponto de destino próximo e uma relação da munição que de- verá ser desembarcada e distri- buída neste ponto; e - a capacidade máxima em peso e volume da viatura. - Executar o mecanismo de transporte de munição a braço e em viatura até um ponto de destino. - O militar deverá, obedecendo às prescrições técnicas e às normas de segurança, executar ou fiscalizar as seguintes ope- rações: - embarque da munição e de- sembarque no ponto de desti- no; - cálculo da munição que pode ser embarcada; - arrumação e imobilização da carga; e - distribuição da munição ponto de destino. Q-420 (AC) 21. Prescrições gerais sobre o transporte de explosivos e mu- nições. 22. Tipos e características dos meios de transporte. 23. Distribuição e arrumação nos meios de transporte. 24. Imobilização, cuidados e me- didas de segurança no transpor- te. 25. Mecanismo do transporte a braço e(ou) em viaturas para as subunidades ou até as posições de tiro. 26. Cuidados especiais no car- regamento e descarregamento dos explosivos e munições. 27. Cálculo de peso e volume para transporte de munição. - Citar os tipos e características dos meios de transporte. - Distribuir e arrumar os explosivos ou munições no meio de transporte utilizado. - Citar as medidas de segurança no transporte de explosivos e munições. - Descrever o mecanismo de trans- porte, a braço e em viaturas, para as subunidades ou até as posições de tiro. - Citar os cuidados especiais no car- regamento e descarregamento dos explosivos e munições. - Calcular o peso e volume da muni- ção para o transporte. - Calcular o peso e volu- me da munição a ser em- barcada. Q-419 (AC) - Embarcar munição em uma viatura, arrumando-a e imobilizando-a. Q-418 (AC) - Distribuir a munição num ponto de destino. Q-422 (AC) - Executar medidas de se- gurança no transporte de munição. Q-421 (AC)
  • 100. 103.00 OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO SUGESTÕES PARA TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS INTERMEDIÁRIOS TEMPO ESTIMADO DIURNO: 95 h22. SUPRIMENTO - CLASSE V (MUNIÇÃO) - Apresentados ao militar: - duas viaturas carregadas com cunhetes vazios de vários tipos de munição; - um grupo de 10 (dez) homens; e - uma área para escolha do local para o Dep Mun. - O instrutor determinará que seja escolhido um local naquela área e que seja montado um Dep Mun. - Instalar um Depósito de Munição. - O militar deverá Instalar, cor- retamente o Dep Mun obede- cendo os requisitos referentes à(ao): - localização; - acesso; - organização; - arrumação; e - dispersão. Q-424 (AC) 29. Depósito de munição a. Características; b. Localização; c. Acesso; d. Organização; e e. Arrumação. - Citar os requisitos a satisfazer por um depósito de munição quanto à sua localização, acesso, organização e arrumação. - Dado um termômetro e um psi- crômetro. - O militar deverá ser colocado em 3 (três) compartimentos diferen- tes; em cada um realizará a medi- da da temperatura e da umidade. - Realizar medidas de tem- peratura e umidade. - O militar deverá realizar, cor- retamente, todas as medidas e obedecer à precisão dos instru- mentos. - Durante os trabalhos, as ações deverão ser executadas dentro das prescrições técnicas pecu- liares a cada operação. Q-423 (AC) - Citar as finalidades do Posto de Suprimento, do Posto de Controle e de Distribuição de Suprimen- to Classe V. - O militar deverá identificar, cor- retamente, as finalidades refe- rentes a cada posto, eliminan- do as que não forem referen- tes a esses postos. Q-425 (AC) - Apresentada, ao militar, uma relação contendo todas as finalidades dos postos de suprimento. - Na mesma relação, na proporção de 2 para 1, haverá outras finalidades que não sejam referentes a esses postos. 28. Paiol a. Tipos; b. Características; c. Localização; d. Organização; e. Arrumação; f. Refrigeração; g. Controle de temperatura e umidade; e h. Utilização do termômetro e psicrômetro. - Citar os requisitos a satisfazer por um paiol quanto à sua localização, organização, refrigeração e arrumação. - Descrever as medidas de controle de temperatura e umidade do paiol. - Utilizar o termômetro. - Utilizar o psicrômetro. 30. Posto de Suprimento, Posto de Controle e Distribuição de Suprimento de Classe V a. Importância; b. Finalidade; c. Tipos; d. Organização; e e. Características. - Citar as finalidades do Posto de Suprimento de classe V. - Citar as finalidades do Posto de Controle e de Distribuição de Suprimento de classe V.
  • 101. 104.00 OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO SUGESTÕES PARA TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS INTERMEDIÁRIOS TEMPO ESTIMADO DIURNO: 95 h22. SUPRIMENTO - CLASSE V (MUNIÇÃO) - Apresentados, ao militar, os 4 (quatro) tipos de símbolos que po- dem existir nas proximidades dos paióis. - Relacionar os símbolos existentes nas proximida- des dos paióis com o tipo de procedimento a ser seguido em caso de in- cêndio. - Para cada símbolo, o militar de- verá citar, corretamente, qual a classe de munição correspon- dente e os procedimentos a se- rem tomados em caso de incên- dio. Q-427 (AC) 32. Medidas de segurança contra fogo, explosão, raios, intempéries e umidade a. Finalidade; b. Aspectos preventivos; c. Controle da temperatura e umidade; - Descrever as medidas de seguran- ça contra fogo, raios, intempéries e umidade quanto aos seus aspectos peculiares. - Identificar os símbolos usados nas proximidades dos paióis. - Fora do paiol, estarão quantida- des diversas de todos os tipos de explosivos e munições, de dife- rentes lotes, existentes na Unida- de. - Será entregue ao militar um qua- dro de empaiolamento e indicada(s) a(s) dependência(s) onde será empaiolada a munição. - Um grupo de soldados, propor- cional à quantidade de munição a empaiolar, será colocado à dispo- sição do militar. - A situação deverá exigir um em- paiolamento combinado. - Empaiolar explosivos e munições em paiol. - O militar deverá, manuseando o quadro de empaiolamento, executar, corretamente, o em- paiolamento dos Expl e Mun obedecendo às prescrições ge- rais de empaiolamento e às ca- racterísticas de empaiolamento para cada um dos tipos de Expl e Mun apresentados. - Para as características de em- paiolamento que não possam ser executadas por motivos particulares, o instrutor deverá questionar o militar, a fim de verificar se o mesmo conhece realmente o assunto que não pode ser verificado na prática. Q-426 (AC) - Determinar a ocasião em que o paiol deve ser are- jado ou irrigado. - O militar deverá verificar, atra- vés da temperatura, qual(is) o(s) paiol(óis) que deve(m) ser arejado(s) ou irrigado(s). - No(s) que for(em) necessário(s) passará à execução ou descre- verá para o instrutor quais as ações que seriam realizadas. Em qualquer caso, deverá obedecer às prescrições técnicas corres- pondentes. Q-428 (AC) - Apresentados, ao militar, a se- guinte situação: - paiol(is) contendo em suas de- pendências vários tipos de explo- sivos e munição, com a tempera- tura ambiente acima e abaixo da máxima prevista em manual, de acordo com o tipo de munição. - na falta de meios, a situação será apresentada de maneira hipotéti- ca. 31. Empaiolamento de explosivos e munições a. Prescrições gerais; b. Quadro de empaiolamento; c. Empaiolamento combinado; d. Entrada e saída do material; e e. Características do empaio- lamento dos diversos tipos de explosivos e munições. - Citar as prescrições gerais relati- vas ao empaiolamento de explosivos e munições. - Manusear o quadro de empaiola- mento. - Citar as características do empaio- lamento combinado. - Descrever o processo de entrada e saída de material. - Citar as características de empaio- lamento dos diversos tipos de explo- sivos e munições. d. Arejamento e irrigação; e e. Símbolos usados nas pro- ximidades dos paióis. - Citar os limites máximos de tempe- ratura para os diversos tipos de ex- plosivos empaiolados. - Citar os processos de arejamento e de irrigação.
  • 102. 105.00 OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO SUGESTÕES PARA TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS INTERMEDIÁRIOS TEMPO ESTIMADO DIURNO: 95 h22. SUPRIMENTO - CLASSE V (MUNIÇÃO) - Apresentada, ao militar, uma re- lação contendo as temperaturas máximas e mínimas e de umida- de registradas em um período de 30 dias no paiol. - Confeccionar o diagrama de temperaturas máxi- mas e mínimas e de umi- dade. - O militar deverá confeccionar, corretamente, os respectivos diagramas, utilizando as escalas dos diagramas e as temperatu- ras dadas. Q-432 (HT) 36. Mapas de diagramas.- Confeccionar os mapas de diagra- mas. - Preencher a Ficha Con- trole da estabilidade de pólvora e explosivos - O militar deverá preencher, corretamente, a ficha de contro- le da estabilidade de pólvoras e explosivos Q-431 (AC) - Apresentada, ao militar, dados de laboratório contendo os resulta- dos de exames efetuados em amostras remetidas, necessários ao preenchimento da ficha de con- trole da estabilidade de pólvoras e explosivos. 33. Documentação de Munião - Pedidos, guias, ordens, mapas e fichas de controle. - Identificar a documentação referen- te à munição. - Apresentada, ao militar, toda a documentação referente à muni- ção existente no paiol da OM. - Identificar a documenta- ção referente à munição. - O militar deverá identificar, corretamente, cada documento citando a sua finalidade. Q-429 (AC) 35. Ficha de Controle da estabili- dade de pólvoras e explosivos. - Preencher a ficha controle da esta- bilidade de pólvoras e explosivos 34. Livros Registros a. Fornecimento; b. Recebimento; c. Recolhimento; d. Carga e descarga; e. Distribuição; e f. Controle. - Preencher o livro de estoque. - Preencher o livro de ocorrência. - Preencher o livro das condições meteorológicas. - Apresentados ao militar: - livros de registro referentes à munição; e - todos os dados necessários ao preenchimento das partes dos li- vros. - Preencher os livros re- gistros referentes à mu- nição. - O militar deverá preencher, corretamente, todas as partes possíveis do livro. Q-430 (AC)
  • 103. 106.00 OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO SUGESTÕES PARA TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS INTERMEDIÁRIOS TEMPO ESTIMADO DIURNO: 95 h22. SUPRIMENTO - CLASSE V (MUNIÇÃO) - Apresentados ao militar: - diversos tipos de explosivos e munições; - uma relação contendo o tempo de fabricação de cada uma; e - uma tabela contendo o prazo de exame para tipo de munição ou ex- plosivo. - deverão ser aproveitados exem- plares de munição que a Unidade tenha mandado à exame. - Auxiliar a execução de uma inspeção da munição e de explosivos. - Para cada tipo de explosivo ou munição o militar executará uma inspeção (prova de observação) dentro das prescrições técnicas de cada um(a). - O militar deverá, ainda, apontar os(as) que necessitam seguir para exame, pelo prazo ou por apresentarem indícios eviden- tes de decomposição Q-433 (AC) - Auxiliar na inspeção dos explosi- vos e munições empregando a técni- ca adequada. 37. Inspeções em explosivos, pólvoras, espoletas, estopilhas, estopins, detonadores, cargas, artifícios pirotécnicos, minas e mu- nições diversas a. Importância; b. Finalidades; c. Processos; e d. Métodos.
  • 104. 107.00 OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO SUGESTÕES PARA TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS INTERMEDIÁRIOS TEMPO ESTIMADO DIURNO: 95 h22. SUPRIMENTO - CLASSE V (MUNIÇÃO) - Apresentados, ao militar, os ti- pos de equipamentos existentes na Unidade. - Na falta dos equipamentos, de- verão existir gravuras ou fotogra- fias dos mesmos. - Identificar e manusear os equipamentos mecânicos usados em armazéns, paióis e depósitos. - Citar a finalidade dos equipamentos. - O militar deverá identificar, corretamente, o equipamento citando a sua finalidade. - Existindo o equipamento deve- rá manuseá-lo obedecendo a se- qüência correta de operações e as prescrições técnicas. Q-434 (AC) 38. Equipamentos mecânicos usados em armazéns, paióis e depósitos a. Tipos; b. Finalidades; c. Características; e d. Manuseio. - Identificar os tipos de equipamen- tos mecânicos usados em armazéns, depósitos e paióis. - Citar as finalidades e característi- cas dos equipamentos. - Manusear o equipamento. - Apresentada, ao militar, a seguin- te situação: - um grupo de soldados desem- barcando munições e explosivos de uma viatura e armazenando-os num suposto paiol; - os cunhetes utilizados deverão estar vazios e fechados; - deverão existir quantidades em lotes diferentes; - o armazenamento deverá ser feito contrariando as prescrições técnicas, tais como arrumação, loteamento organização e empilha- mento; e - o manuseio deverá contrariar as normas de segurança. - Apontar os erros come- tidos no manuseio e arma- zenamento de explosivos e munições. - O militar deverá, após termina- da a operação de desembarque e armazenamento, realizar uma verificação do trabalho executa- do e identificar os erros come- tidos no armazenamento e os que foram cometidos durante a realização de desembarque. Q-435 (AC) - Identificar os limites de reacondicionamento de explosivos e munições. - O militar deverá identificar, corretamente, os limites de cada operação. Q-436 (AC) - Apresentado, ao militar, um gru- po de homens executando traba- lhos que envolvam os limites de reacondicionamento, a saber: - remoção de ferrugem; - pintura; - remarcação; e - reembalagem. 39. Cuidados no manuseio e ar- mazenamento dos explosivos e munições. - Citar os cuidados no manuseio e armazenamento dos explosivos e mu- nições. 40. Conservação de explosivos e munições a. Cuidados; b. Manutenção preventiva; e c. Reacondicionamento. - Citar as normas de manutenção pre- ventiva para a conservação de ex- plosivos e munições. - Citar os limites das operações de reacondicionamento da munição.
  • 105. 108.00 OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO SUGESTÕES PARA TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS INTERMEDIÁRIOS TEMPO ESTIMADO DIURNO: 15 /. 100 h - Realizar o preenchimen- to do Quadro de Opera- ções e do Quadro de Situ- ação - Preencher os quadros, corretamente, de acordo com as regras estabelecidas. Q-403 (AC) - Apresentados, ao militar, os qua- dros e os dados necessários ao preenchimento. - Apresentados, ao militar, os qua- dros, os dados sobre as condi- ções do tempo, um estado de aler- ta, uma condição de aprestamento e um estado de ação. - Realizar o preenchimen- to do Quadro de Alarme Longínquo e do Quadro de Estado Atual. - Preencher os quadros, corretamente, de acordo com as regras estabelecidas. Q-401 (AC) - Apresentados, ao militar, os qua- dros e os dados necessários ao preenchimento. - Realizar o preenchimen- to da Ficha de Incursões Inimiga e do Quadro de Estado de Material. - Preencher os quadros, corretamente, de acordo com as regras estabelecidas. Q-402 (AC) - Citar a finalidade e as missões do COAAAe. - Identificar os tipos de COAAAe. - Descrever a organização do COAAAe em pessoal e material. - Descrever os deveres do pessoal do COAAAe. - Citar as principais medidas de coorde- nação e controle AAAe. - Citar a finalidade do Quadro de situa- ção e do quadro de controle. - Identificar os tipos de alarme e definir estado de alerta, condições de apresta- mento e estado de ação. - Identificar as condições de estado de ação. - Realizar as leituras das mensagens meteorológicas e citar as condições do tempo. - Descrever as operações necessárias ao preenchimento dos quadros de situa- ção e de controle. - Citar a finalidade dos quadros de Men- sagens do P Vig e do Estado do Material. - Descrever as operações necessárias ao preenchimento da ficha de incursões inimigas e doquadrodeestadodemate- rial. - Citar a finalidade do Quadro de Opera- ções e do Quadro de Situação. - Identificar os dados a serem registra- dos nos quadros de Operações, de Si- tuação e de controle. - Citar a finalidade do quadro a ser registrada no quadro de dados auxilia- res; - Identificar os dados a serem registra- dos no quadro de dados auxiliares; e Descrever as operações necessárias ao preenchimento do quadro de dados auxiliares. 1. Finalidade. 2. Missões. 3. Tipos de COAAAe. 4. Organização do COAAAe em pessoal e material. 5. Medidas de Coordenação e Controle de A AAe. a. Quadro de Situações e Quadro de Controle 1) Apresentação e finalida- de; 2) Alarme Vermelho, Ama- relo e Branco; 3) Condições de Apresta- mento e Estado de Ação; 4) Condições do tempo e mensagem meteorológica; e b. Ficha de incursões inimigas e quadro de estado de material: 1) Apresentação e finalida- de; e 2) Dados a serem registra- dos e prática de preenchimento dos quadros. c. Quadro de Dados Auxilia- res 1) Apresentação e finalida- de; e 2) Dados a serem registra- dos e prática de preenchimento dos quadros. 6. Prática de preenchimento de Quadros 23. TÉCNICA DE TIRO DA ARTILHARIA - AAe
  • 106. 109.00 OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO SUGESTÕES PARA TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS INTERMEDIÁRIOS - Transmitir mensagens para as Unidades de Tiro e outros órgãos. - O militar deverá transmitir a mensagem, obedecendo às re- gras de operação e exploração do meio de comunicação utiliza- do. Q-404 (OP) - Apresentadas, ao militar, 5 men- sagens a serem transmitidas para as Unidades de Tiro e outros ór- gãos. - Citar a finalidade do SIAAAe. - Identificar as fontes de informações disponíveis para a defesa aérea. - Citar as ligações dos P Vig com o SIAAAe. - Descrever os trabalhos inerentes às funções atribuídas aos serven- tes do COAAAe. - Descrever as operações relativas à transmissão de mensagens. 7. Noções sobre o SIAAAe e sua coordenação com o COAAAe a. Finalidade do SIAAAe; b. Fontes de informações disponíveis para a defesa aérea; e c. Ligações dos P Vig com o SIAAAe. 8. Estudo e prática das funções atribuídas aos serventes do CO- AAAe. 9. Transmissão de mensagens. 23. TÉCNICA DE TIRO DA ARTILHARIA - AAe - Identificar cartas topográficas cujas escalas permitem a utilização do Esq Loc. - Locar pontos na carta, papel de pran- cheta ou fotocarta utilizando o Esq Loc. - Identificar a(s) escala(s) da régua de escalas. - Locar pontos utilizando a régua de escalas. - Medir distâncias utilizando a régua de escalas. - Medir ângulos e lançamentos com o transferidor em milésimos. - Citar as características e a finalida- de do curvímetro. - Utilizar o binóculo na avaliação de distâncias e de frentes pela fórmula do milésimo. 10. Utilização e manuseio de ins- trumentos do COAAAe a. Esquadro de locação - Apresentação, identifica- ção das escalas, precisão e em- prego. b. Régua de escalas - Apresentação, identifica- ção das escalas, precisão e em- prego. c. Transferidor em milésimos - Apresentação, caracterís- ticas, utilização e precisão. d. Curvímetro - Apresentação, caracterís- ticas, escalas e utilização para medidas de distâncias na carta. e. Binóculo - Apresentação, caracterís- ticas e utilização na avaliação de frentes. - Apresentados, ao militar, todos os instrumentos convencionais do COAAAe. - Distinguir a finalidade de cada uma das inscrições, marcações e dados exis- tentes nos diversos ins- trumentos convencionais do COAAAe. - O militar deverá distinguir, cor- retamente, todas as inscrições, marcações e dados existentes nos diversos instrumentos. Q-405 (AC) - Apresentados, ao militar, todos os instrumentos convencionais do COAAAe. - Empregar os instrumen- tos para locar pontos, medir distâncias e ângu- los, extrair dados e deter- minar os elementos ne- cessários ao preparo de mensagens às unidades de tiro e outros órgãos. - Empregar com correção e de- sembaraço todos os instru- mentos convencionais do COAAAe. Q-406 (AC) TEMPO ESTIMADO DIURNO: 15 /. 100 h
  • 107. 110.00 OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO SUGESTÕES PARA TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS INTERMEDIÁRIOS 23. TÉCNICA DE TIRO DA ARTILHARIA - AAe - Descrever o funcionamento do CO- AAAe 11. Prática de funcionamento do COAAAe. - Operar o COAAAe. - Todos os quadros e montan- tes deverão ser preenchidos corretamente e atualizados. - As mensagens deverão ser transmitidas corretamente. Q-407 (OP) - Apresentado ao militar: - um COAAAe montado e em con- dições de operação; e - mensagens para o preenchimen- to dos quadros e montantes. - Apresentadas, ao militar, ima- gens representativas de diversas situações passíveis de serem ob- servadas. - Identificar a situação ob- servada. - A observação citada pelo mili- tar deverá ser correspondente à situação apresentada. Q-408 (AC) 12. Princípios da técnica de tiro de A AAe à baixa altura. 13. Observação do tiro traçante. - Citar o problema da Tec Tir A AAe à baixa altura e sua solução. - Utilizar as noções técnicas funda- mentais da “cadeia de tiro” para rea- lizar a pontaria em alvos aéreos à baixa altura com qualquer aparelho de pontaria. - interpretar corretamente a imagem da “corcova” do traçante para ob- servar os tiros e, em conseqüência, realizar correções. TEMPO ESTIMADO DIURNO: 15 /. 100 h
  • 108. 111.00 OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO SUGESTÕES PARA TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS INTERMEDIÁRIOS TEMPO ESTIMADO DIURNO: 100 h - O militar deverá distinguir, corretamente, todas as inscri- ções, marcações e dados exis- tentes nos diversos instrumen- tos. - Apresentados, ao militar, todos os instrumentos convencionais de central de tiro. Q-402 (AC) 2. Utilização e manuseio de ins- trumentos a. Esquadro de locação - Apresentação, identifica- ção das escalas, precisão e emprego. b. Régua de escalas - Apresentação, identifica- ção das escalas, precisão e emprego. c. Transferidor em milésimos: - Apresentação, caracterís- ticas, utilização e precisão. d. Régua de Tiro e Tabela Nu- mérica de Tiro - Apresentação, caracterís- ticas, emprego, preparação para uso e leitura de elementos. - Identificar cartas topográficas cujas escalas permitem a utilização do Esq Loc. - Locar pontos na carta, papel de pran- cheta ou fotocarta utilizando o Esq Loc. - Identificar a(s) escala(s) da régua de escalas. - Locar pontos utilizando a régua de escalas. - Medir distâncias utilizando a régua de escalas. - Medir ângulos e lançamentos com o transferidor em milésimos. - Relacionar a TNT com a RT. - Identificar os elementos da RT. - Preparar a RT para operação. - Utilizar a RT para a leitura de ele- mentos. - Apresentada uma imagem da tra- jetória do tiro de artilharia onde estão assinaladas seus principais elementos. - Identificar os principais elementos da trajetória. - O militar deverá identificar, corretamente, 80% dos elemen- tos da trajetória. Q-401 (AC) - Distinguir a finalidade de cada uma das inscrições, marcações e dados exis- tentes nos diversos ins- trumentos convencionais de central de tiro. 1. Tiro de artilharia a. Noções gerais; b. O tiro e os elementos da trajetória; c O problema técnico funda- mental (deriva, alcance e sítio) d. Dispersão; e. Munição; f. Movimento e efeito dos pro- jetis e espoletas; e g. Nomenclatura e abreviatu- ras utilizadas pela C Tir. - Distinguir os seguintes elementos da trajetória: alcance, alça, sítio, ele- vação e deriva. - Citar os fatores causadores da dis- persão do tiro. - Citar o nome dos tipos de projetis e espoletas existentes. - Indicar as abreviaturas dos termos utilizados na C Tir. 24. TÉCNICA DE TIRO DA ARTILHARIA - OBUSEIROS
  • 109. 112.00 OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO SUGESTÕES PARA TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS INTERMEDIÁRIOS TEMPO ESTIMADO DIURNO: 100 h - Apresentados, ao militar, todos os instrumentos convencionais de central de tiro. - Empregar os instrumen- tos para locar pontos, medir distâncias e ângu- los, extrair dados e deter- minar os elementos ne- cessários ao preparo de comandos de tiro. - Empregar, com correção e de- sembaraço, todos os instru- mentos convencionais de cen- tral de tiro. Q-403 (AC) e. Transferidor de derivas e alcances (TDA) - Apresentação, caracterís- ticas, finalidades, utilização dos alfinetes do CB e PV, extensão de vigilância, elementos (deriva e alcance) e cuidados e conser- vação. f. Transferidor de locação (T Loc) - Apresentação, caracterís- ticas, finalidade, escala, traçado do Índice Norte, orientação, utili- zação para determinar o Ângulo “A” e utilização para transformar mensagens do observador em elementos de tiro. g. Régua de sítio - Apresentação, caracterís- ticas, finalidade e emprego. - Citar a finalidade do TDA. - Ler derivas e alcances, utilizando o TDA. - Utilizar, corretamente, alfinetes do CB e PV. - Traçar extensão de vigilância. - Citar os principais cuidados e medi- das de conservação a serem obser- vados com o TDA. - Citar a finalidade do T Loc. - Orientar um T Loc. - Medir o ângulo de observação. - Traçar o índice Norte. - Usar o T Loc para transformar as mensagens do observador em ele- mentos (deriva e alcance). - Distinguir sítio topo do sítio total. - Determinar sítio topo e o sítio total utilizando a régua de sítio. - Relacionar o sítio com o alcance e com o desnível (fórmula do milésimo). - Calcular sítio topo, utilizando a fór- mula do milésimo. - Apresentado, ao militar, um rol de atribuições inerentes aos inte- grantes das C Tir. - Citar os integrantes da C Tir Bia e C Tir Gp e distin- guir suas principais atri- buições. - O militar deverá apontar a qual integrante da C Tir compete cada uma das atribuições relaciona- das. Q-404 (AC) 3. Trabalho geral da C Tir - Central de Tiro de Bateria e do Grupo: descrição, finalida- des, características e funciona- mento. - Distinguir C Tir Bia de C Tir Gp. - Identificar os componentes da C Tir Gp e da C Tir Bia. - Descrever, sucintamente, o funcio- namento da C Tir. 24. TÉCNICA DE TIRO DA ARTILHARIA - OBUSEIROS
  • 110. 113.00 OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO SUGESTÕES PARA TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS INTERMEDIÁRIOS TEMPO ESTIMADO DIURNO: 100 h - Cada militar deverá, na seqüência prevista para o funci- onamento da C Tir, determinar, corretamente, os elementos que lhe competem. - Para um pedido de tiro arbitrado pelo instrutor, será transmitida à C Tir uma mensagem inicial e mensagens subseqüentes. - O instrutor arbitrará as MT ne- cessárias para que os integrantes da C Tir façam rodízio de funções. Q-405 (AC) 4. Mensagens e comandos a. Mensagem inicial; b. Mensagens subseqüentes; c. Comando inicial; d. Comandos subseqüentes; e. Elementos componentes; f. Características; e g. Objetivo. 5. Conduta do operador de pran- cheta a. Preparo da prancheta; b. Locação de pontos; c. Localização de alvos; d. Trabalho com o T Loc; e. Registro de coordenadas e mensagens; f. Determinação de elementos; g. Anunciação de elementos; e h. Determinação do sítio. 6. Conduta do calculador a. Preparo do equipamento; b. Registro de mensagens, missões e ordens; c. Determinação de comandos de tiro; d. Anunciação de comandos de tiro; e e. Manutenção de registros. - Distinguir mensagem inicial de co- mando inicial e mensagens subse- qüentes de comandos subseqüentes. - Identificar os elementos componen- tes das mensagens iniciais e subse- qüentes. - Identificar os elementos componen- tes dos comandos iniciais e subse- qüentes. - Citar o objetivo das mensagens e comandos. - Descrever a conduta do operador de prancheta. - Descrever a conduta do calcula- dor. - Anunciar sítio, deriva e alcance. - Efetuar a correção e anunciar deri- va e alcance. - Anunciar o comando inicial para a unidade de tiro. - Anunciar os comandos subseqüen- tes. - Preparar e anunciar, para uma missão de tiro, os co- mandos inicial e subseqüentes. 24. TÉCNICA DE TIRO DA ARTILHARIA - OBUSEIROS
  • 111. 114.00 OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO SUGESTÕES PARA TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS INTERMEDIÁRIOS TEMPO ESTIMADO DIURNO: 100 h - Cada militar deverá, na seqü- ência prevista para o funciona- mento da C Tir, determinar, cor- retamente, os elementos que lhe competem. - Apresentados, ao militar, os da- dos necessários para a condução das MT. - O instrutor arbitrará as MT ne- cessárias para que os integrantes da C Tir façam rodízio de funções. Q-407 (AC) 8. Tiro sobre zona a. Características; b. Finalidade; c. Tiro sobre zona percutente; d. Tiro sobre zona HNA; e. Missões tipo ajustarei e tipo eficácia; f. Ordem de tiro; g. Localização dos alvos; e h. Conduta do operador de prancheta, do calculador e do observador. - Definir tiro sobre zona. - Distinguir tiro sobre zona percutente, tempo e HNA. - Distinguir missão tipo Aj de missão tipo Efi. - Preencher o Boletim do Calculador. - Utilizar o fator 1/D na determinação da altura tipo de arrebentamento. - Anunciar, ao calculador, deriva, al- cance e sítio (operador de pranche- ta). - Anunciar os comandos iniciais e subseqüentes (calculador). - Apresentados, ao militar, os da- dos necessários para a condução de regulações percutente, tempo e com mudança de lote. - O instrutor arbitrará as MT ne- cessárias para que os integrantes da C Tir façam rodízio de funções. - Conduzir regulações. - Cada militar deverá, na seqü- ência prevista para o funciona- mento da C Tir, determinar, cor- retamente, os elementos que lhe competem. Q-406 (AC) - Conduzir TSZ tipo Aj e tipo Efi. 7. Regulação de precisão e de- puração a. Características; b. Finalidades; c. Regulação percutente, regulação tempo e regulação com mudanças de lote; d. Ordem de tiro; e. Conduta do calculador; f. Boletim do tiro de precisão; g. Conduta do operador de prancheta; h. Conduta do observador; i. Depuração; j. Ficha de depuração; l. Índice de deriva; e m. Ajustagem da RT. - Definir regulação e indicar as par- tes componentes. - Citar os tipos de regulação. - Preencher o Boletim de Tiro de Pre- cisão e a Ficha de Depuração. - Traçar o índice de deriva e ajustar a RT. - Citar os elementos da ordem de tiro. - Anunciar, ao calculador, deriva, al- cance e sítio (operador de pranche- ta). - Anunciar os comandos iniciais e subseqüentes (calculador). - Realizar a depuração (calculador). 24. TÉCNICA DE TIRO DA ARTILHARIA - OBUSEIROS
  • 112. 115.00 OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO SUGESTÕES PARA TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS INTERMEDIÁRIOS TEMPO ESTIMADO DIURNO: 100 h - Os elementos fornecidos de- verão estar colocados em seus locais corretos na Ficha de Ti- ros Previstos. - Apresentadas, ao militar, uma Fi- cha de Tiros Previstos e uma lista de concentrações, com 4 (quatro) a horário e 4 (quatro) a pedido e seus respectivos elementos. Q-411 (AC) 12. Tiros previstos a. Características; b. Finalidades; e c. Conduta do calculador. - Preencher a Ficha de Tiros Previs- tos. - Distinguir tiros previstos de inopi- nados. - Conduzir uma missão iluminativa. - Cada militar deverá, na seqüência prevista para o funci- onamento da C Tir, determinar, corretamente, os elementos que lhe competem. Q-410 (AC) - Apresentados, ao militar, os da- dos necessários para a condução da MT. - O instrutor arbitrará as MT ne- cessárias para que os integrantes da C Tir façam rodízio de funções. 9. Tiro vertical a. Características; b. Finalidades; c. Duração do trajeto; e d. Conduta do calculador e do operador de prancheta. - Definir tiro vertical. - Calcular sítio para o tiro vertical. - Determinar a derivação e a dura- ção do trajeto na RT. - Apresentados, ao militar, os da- dos necessários para a condução das MT. - O instrutor arbitrará as MT ne- cessárias para que os integrantes da C Tir façam rodízio de funções - Conduzir regulações e missões TSZ (tipo Aj e tipo Efi) com tiro vertical - Cada militar deverá, na seqüência prevista para o funci- onamento da C Tir, determinar, corretamente, os elementos que lhe competem. Q-408 (AC) 11. Tiro iluminativo a. Características; b. Finalidades; c. Conduta do calculador; d. Altura tipo; e. Tipos de ajustagem; e f. Boletim do tiro iluminativo. - Determinar deriva, evento e eleva- ção para o tiro iluminativo. - Anunciar os comandos iniciais para o tiro iluminativo. - Anunciar os comandos subseqüen- tes para o tiro iluminativo. - Citar características. - Citar os tipos de ajustagem empre- gadas. - Preencher, corretamen- te, a Ficha de Tiros Previs- tos. 10. Tiro com projetis fumígenos a. Características; b. Finalidades; c. Conduta do calculador; d. Peso da granada; e e. Espoleta. - Distinguir granada fumígena WP de granada HC. - Calcular elevação e evento para tiro com granada fumígena. - Distinguir a espoleta da Fum WP e da Fum HC. - Calcular elevação para o tiro com a granada fumígena WP. - Calcular evento e elevação para o tiro com a granada fumígena HC. - Apresentados, ao militar, os da- dos necessários para a condução da MT. - O instrutor arbitrará as MT ne- cessárias para que os integrantes da C Tir façam rodízio de funções. - Conduzir uma missão de TSZ tipo Aj com Fum na Efi. - Cada militar deverá, na seqüência prevista para o funci- onamento da C Tir, determinar, corretamente, os elementos que lhe competem. Q-409 (AC) 24. TÉCNICA DE TIRO DA ARTILHARIA - OBUSEIROS
  • 113. 116.00 OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO SUGESTÕES PARA TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS INTERMEDIÁRIOS TEMPO ESTIMADO DIURNO: 100 h - Cada militar deverá, na seqüência prevista para o funci- onamento da C Tir, determinar, corretamente, os elementos que lhe competem. - Apresentados, ao militar, os da- dos necessários para o cálculo dos elementos da barragem. - Este OII deverá ser cumprido em conjunto por todos os integrantes da C Tir no exercício de suas res- pectivas funções. Q-415 (AC) 16. Correções individuais a. Características; b. Finalidade; c. Conduta do calculador; e d. Conduta do operador de prancheta. - Definir correções individuais. - Citar as correções individuais. - Distinguir correções de regimagem, de correções de posição, de correções especiais, de correções de feixe. - Conduzir uma regulação por levantamento do PM. - Cada militar deverá, na seqüência prevista para o funci- onamento da C Tir, determinar, corretamente, os elementos que lhe competem. Q-414 (AC) - Apresentados, ao militar, os da- dos necessários para a condução da regulação. - O instrutor arbitrará tantas regu- lações quantas forem necessári- as para que os integrantes da C Tir façam rodízio de funções. 13. Tiro em 6400 a. Características; b. Finalidade; c. Conduta do calculador e do operador de prancheta; d. Emprego do T Loc modifi- cado; e e. Comando inicial. - Citar as características da técnica 6400. - Distinguir Técnica de Tiro 6400 de Técnica de Tiro Convencional. - Utilizar o T Loc modificado. - Distinguir comando inicial 6400, do comando inicial convencional. - Apresentados, ao militar, os da- dos necessários para a condução da MT. - O instrutor arbitrará as MT ne- cessárias para que os integrantes da C Tir façam rodízio de funções. - Conduzir uma missão TSZ tipo Aj em 6400. - Cada militar deverá, na seqüência prevista para o funci- onamento da C Tir, determinar, corretamente, os elementos que lhe competem Q-412 (AC) 15. Tiro com observação conju- gada a. Características; b. Finalidade; c. Regulação por levantamen- to do ponto médio; d. Conduta do calculador; e e. Conduta do operador de prancheta. - Cada militar deverá, na seqüência prevista para o funcionamento da C Tir, determinar, corretamente, os ele- mentos que lhe competem. - Calcular uma barragem. 14. Tiro com observação aérea a. Características; b. Finalidade; c. Orientação do T Loc; d. Conduta do calculador; e e. Conduta do operador de prancheta. - Citar as características - Orientar o T Loc para o tiro com Observação Aérea - Apresentados, ao militar, os da- dos necessários para a condução da MT. - O instrutor arbitrará as MT ne- cessárias para que os integrantes da C Tir façam rodízio de funções. - Conduzir uma missão TSZ tipo Aj com observa- ção aérea. - Cada militar deverá, na seqüência prevista para o funci- onamento da C Tir, determinar, corretamente, os elementos que lhe competem. Q-413 (AC) 25. TÉCNICA DE TIRO DA ARTILHARIA - OBUSEIROS
  • 114. 117.00 OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO SUGESTÕES PARA TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS INTERMEDIÁRIOS TEMPO ESTIMADO DIURNO: 100 h - Cada militar deverá, de acordo com sua respectiva função, de- terminar, corretamente, os ele- mentos de tiro na PTP. - Apresentados, ao militar,os da- dos necessários para a realização da passagem. - Este OII deverá ser cumprido em conjunto por todos os integrantes da C Tir no exercício de suas res- pectivas funções. Q-418 (AC) - Conduzir uma MT tipo Aj utilizando uma PTS. - Cada militar deverá, na seqüência prevista para o funci- onamento da C Tir, determinar, corretamente, os elementos que lhe competem. Q-417 (AC) - Apresentados, ao militar, os da- dos necessários para a condução da MT. - Este OII deverá ser cumprido em conjunto por todos os integrantes da C Tir no exercício de suas res- pectivas funções. 17. Pranchetas de tiro a. Generalidades; b. Prancheta de Tiro Precisa (PTP); c. Prancheta de Tiro Sumária (PTS); e d. Prancheta de Tiro de Emergência (PTE)/ - Definir PTP, PTS e PTE. - Construir uma PTS. - Construir uma PTE. - Apresentados, ao militar, os da- dos necessários para a condução da MT. - Este OII deverá ser cumprido em conjunto por todos os integrantes da C Tir no exercício de suas res- pectivas funções. - Conduzir uma MT tipo Aj utilizando uma PTE. - Cada militar deverá, na seqüência prevista para o funci- onamento da C Tir, determinar, corretamente, os elementos que lhe competem. Q-416 (AC) - Realizar a passagem da PTS para a PTP. 24. TÉCNICA DE TIRO DA ARTILHARIA - OBUSEIROS
  • 115. 118.00 OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO SUGESTÕES PARA TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS INTERMEDIÁRIOS TEMPO ESTIMADO DIURNO: 100 h24. TÉCNICA DE TIRO DA ARTILHARIA - OBUSEIROS - Executar o programa de artilharia no computador (regulação e tiro sobre zona). - O militar deve executar, corretamente, as missões da- das pelo instrutor Q-420 (AC) - Apresentados, ao militar, 3 exer- cícios de regulação e 3 exercícios de tiro sobre zona. - Apresentados, ao militar, um computador de tiro. - Preparar o computador para operação. - Todos os componentes devem estar com os dados inseridos corretamente. Q-419 (AC) - Identificar os componentes do com- putador. - Utilizar o computador nas regulações e missões de tiro sobre zona, acompanhando com o proces- so tradicional para comparar resul- tados. 18. Computador de tiro a. Computador de tiro da C Tir Bia; b. Computador de tiro da C Tir Gp; c. Características; d. Emprego; e. Preparação para o uso (registro dos dados necessários);e f. Leitura dos elementos de tiro.
  • 116. 119.00 OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO SUGESTÕES PARA TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS INTERMEDIÁRIOS TEMPO ESTIMADO DIURNO: 18 h25. TOPOGRAFIA DO ARTILHEIRO - NOÇÕES BÁSICAS - Apresentados, ao militar, 8 (oito) exercícios: - 2 (dois) para ser obtido o ângulo, dadas a distância em Km e a fren- te em m; - 2 (dois) para ser obtida a frente, dados a distância em Km e o ân- gulo em milésimos; - 2 (dois) para ser obtida a distân- cia, dados o ângulo em milésimos e a frente em m; e - 2 (dois) para ser obtido o ângulo, dadas a distância em m e a frente em Km. - Calcular ângulos horizon- tais e verticais, frentes e distâncias, com a utiliza- ção da fórmula do milési- mo. - Os valores obtidos pelos mili- tares devem ser iguais aos de- terminados pelo instrutor. Q-401 (AC) 2. Cartas topográficas a. Definição, símbolos e con- venções cartográficas; b. Escalas; c. Designação e locação de pontos na carta: - Coordenadas retangula- res; - Coordenadas geográficas; - Coordenadas polares; e - Linha código e Tela-códi- go. - Identificar, na carta, acidentes na- turais ou artificiais representados por suas convenções cartográficas. - Relacionar a escala da carta com as distâncias reais. - Determinar a escala de uma carta. - Identificar direções na carta e no terreno. - Distinguir os nortes Verdadeiro, Magnético e de Quadrícula. - Realizar operações aritméticas com unidades de medida de ângulos. - Distinguir convergência de meridia- nos e declinação magnética. - Determinar o ângulo QM. - Medir na carta: lançamentos e dis- tâncias. 1. Fórmula do milésimo a. Definição, finalidades e Identificação dos componentes da fórmula; e b. Aplicação no cálculo de ângulos horizontais e verticais. - Citar as finalidades da fórmula do milésimo. - Identificar os elementos componen- tes da fórmula. - Os pontos deverão ser loca- dos corretamente. - A altitude, o desnível e a dis- tância real entre os pontos de- verão ser determinados com 100% de acertos. - Apresentado ao militar: - as coordenadas retangulares de- camétricas de dois pontos; - uma carta topográfica; e - uma régua comum. Q-403 (AC) - Identificar, pelo nome, os símbolos e as conven- ções cartográficas. - As identificações deverão ser feitas com, um mínimo, de 80% de acertos. Q-402 (AC) - Fornecido ao militar: - uma carta topográfica onde es- tão assinaladas 10 (dez) símbolos; e - as convenções cartográficas de emprego mais comuns. - Locar pontos, determi- nar a altitude, o desnível e a distância real entre dois pontos locados.
  • 117. 120.00 OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO SUGESTÕES PARA TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS INTERMEDIÁRIOS - O militar deverá fazer as res- pectivas determinações com 100% de acerto. - Apresentados, ao militar, um exercício em que são indicados uma direção graficamente, e a medida em milésimo do respecti- vo lançamento. Q-407 (AC) - Traçar direções de lançamentos. - As direções solicitadas de- vem ser determinadas corretamente. Q-405 (AC) - Apresentados, ao militar, um exercício, em que são indicados a direção do N da quadrícula, um ponto e a medida em milésimos de um lançamento, que possa ser determinado sem o uso do trans- feridor. - Apresentados, ao militar, dois exercícios, com as seguintes con- dições: - Fornecido o diagrama de orien- tação com as respectivas indica- ções sobre a convergência de meridianos e a declinação magné- tica; - Em cada exercício o norte mag- nético estará de um lado do norte de quadrícula; e - O instrutor fornecerá um azimute magnético a fim de que o militar determine o valor do lança- mento correspondente, pela utili- zação do ângulo QM determinado no exercício. - Determinar o ângulo QM e o lançamento de um ponto. - Os valores dos ângulos QM e dos lançamentos obtidos pelo militar deverão ser iguais aos valores determinados pelo instrutor. Q-404 (AC) - Determinar contra-lança- mentos. d. Direções e azimutes - Unidades de medida de ângulo; - Direções base; - Diagrama de orientação; e - Azimutes e contra- azimutes. e. Relevo - Representação do relevo; - Formas do terreno; - Leis do modelado; - Perfis; e - Partes vistas e ocultas. - Determinar o valor, em graus, dos azimutes magnéticos e de quadrícu- la. - Locar pontos na carta por suas co- ordenadas retangulares, geográfi- cas e polares e por linha código e tela-código. - Identificar as coordenadas retan- gulares, geográficas e polares e por linha código e tela-código de pontos na carta. - Identificar, por seus nomes, na car- ta e no terreno as principais formas de relevo. - Determinar na carta altitudes e des- níveis. - Identificar pontos vistos e ocultos para um observador. - Os lançamentos de direções devem ser determinados com 100% de acerto. - Apresentados, ao militar, um exercício, em que são indicados graficamente, a direção N da qua- drícula, e uma outra direção, cujo lançamento possa ser determina- do sem o uso do transferidor. Q-406 (AC) - Determinar lançamentos de direções. TEMPO ESTIMADO DIURNO: 18 h25. TOPOGRAFIA DO ARTILHEIRO - NOÇÕES BÁSICAS
  • 118. 121.00 OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO SUGESTÕES PARA TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS INTERMEDIÁRIOS - As cartas deverão ser dobra- das e acondicionadas correta- mente. - Apresentados ao militar: - duas cartas topográficas; e - dois meios de acondicionamen- to. Q-409 (OP) - Orientar uma carta sem o auxílio da bússola. - Ao final da operação, a carta de- verá estar devidamente orien- tada. Q-408 (AC) - Fornecidos ao militar: - uma carta topográfica; e - três pontos nítidos no terreno que estejam representados na carta, sendo um deles o ponto estação do militar. f. Orientação com a carta.- Orientar uma carta e Identificar os acidentes vistos no terreno. - Apresentados ao militar: - um exercício em que serão re- presentadas as coordenadas retangulares de 2 (dois) acidentes do terreno já apresentados em cartas e de 2 (duas) instalações, supostamente existentes no ter- reno e não representadas na car- ta; - uma carta topográfica que conte- nha a representação dos 2 (dois) acidentes acima indicados; e - um calco, convenientemente, amarrado. - Localizar, na carta, os aci- dentes do terreno e as instalações. - Passar, para o calco, as informações localizadas na carta. - Todos os acidentes do terreno e instalações devem ser corre- tamente localizados na carta e indicados no calco. Q-410 (HT) - Dobrar e acondicionar cartas topográficas. g. Cuidados e conservação de cartas topográficas - Principais cuidados; - Dobragem de cartas; - Meios de acondicionamen- to de cartas; e - Procedimentos contra o uso pelo inimigo. - Citar os cuidados no manuseio de cartas. - Descrever os modos de dobrar e acondicionar cartas topográficas. - Descrever os procedimentos pre- ventivos contra o uso de nossas cartas pelo inimigo. 3. Calcos - Definição, utilização, confec- ção, amarrações e localização de pontos pelo uso do papel calco. - Colocar, corretamente, o calco na carta para utilização. - Construir um calco simples. - Fazer a amarração de calcos. TEMPO ESTIMADO DIURNO: 18 h25. TOPOGRAFIA DO ARTILHEIRO - NOÇÕES BÁSICAS
  • 119. 122.00 OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO SUGESTÕES PARA TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS INTERMEDIÁRIOS - Os 3 pontos devem ser resti- tuídos corretamente. - Apresentados ao militar: - a localização na foto de 3 pontos pela QDP; - a fotografia e a carta topográfica, correspondentes às áreas onde os pontos estão localizados; e - papel calco e régua. Q-415 (AC) - Restituir pontos pelo processo do papel. - Os 3 pontos devem ser resti- tuídos corretamente. Q-414 (AC) - Apresentados ao militar: - a localização na foto de 3 pontos pela QDP; - a fotografia e a carta topográfica, correspondentes às áreas onde os pontos estão localizados; e - papel calco e régua. 4. Fotografia aérea a. Tipos - Vertical e oblíqua. b. Inscrições marginais. - Citar os tipos de fotografia aérea. - Descrever o significado de cada uma das inscrições marginais. - Apresentada, ao militar, uma fo- tografia aérea com as respectivas inscrições marginais. - Determinar em uma fo- tografia aérea: - o nome da unidade que realizou a missão; - o ano em que a foto foi tirada; - o tipo de fotografia; - a data-hora de tomada da fotografia; - a distância focal; - o título do objetivo foto- grafado; e - a classificação do grau de sigilo. - Todos os elementos solicita- dos devem ser feitos corretamente. Q-411 (AC) - Restituir pontos pelo processo da linha radial. c. Índice de colimação. d. Comparação da fotografia aérea com a carta. e. Orientação das fotografias aéreas. f. Escalas - Determinação pela compa- ração com a carta; - Determinação pela distân- cia focal; e - Determinação pela compa- ração com o terreno. g. Restituição de pontos - Papel calco; - Linha radial; e - Mosaicos. h. Uso do QDP. - Locar o ponto principal da fotogra- fia. - Comparar a fotografia com a carta. - Orientar a fotografia aérea. - Determinar a escala da fotografia pela comparação com a carta e com o terreno. - Realizar a restituição de pontos pelos diferentes processos. - Usar o QDP para locar pontos na fotografia. - Localizar pontos na fotografia usan- do o QDP. - Apresentadas, ao militar, as co- ordenadas de 3 pontos e uma fotocarta. - Locar pontos em fotocar- ta. - os 3 pontos devem ser loca- dos corretamente. Q-413 (AC) - Apresentados, ao militar, 3 pon- tos locados na foto com o uso da QDP. - Restituir pontos usando o mosaico. - Os 3 pontos devem ser resti- tuídos corretamente. Q-412 (AC) TEMPO ESTIMADO DIURNO: 18 h25. TOPOGRAFIA DO ARTILHEIRO - NOÇÕES BÁSICAS
  • 120. 123.00 OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO SUGESTÕES PARA TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS INTERMEDIÁRIOS - Apresentados, ao militar: - um GB com sua Dd; - um ponto estação; e - 4 (quatro) pontos no terreno para a leitura de ângulos horizontais e verticais e para a medida de lança- mento com o GB orientado. - Calcular o Dd do instrumento e C0 - Estacionar e nivelar o GB. - Fazer leituras horizon- tais e verticais para pon- tos no terreno. - Medir lançamentos com o GB orientado. - Medir ângulo para obter a Direção de Declinação (Dd) e Correção do Ponto Zero (C0) - Estacionar, nivelar e operar cor- retamente o GB. - Orientar o GB e medir correta- mente os lançamentos para os pontos designados. Q-402 (HT) 3. Goniômetro-bússola a. Apresentação, caracterís- ticas, finalidade e manutenção; b. Estacionamento em terreno plano e em terreno inclinado; c. Medidas de ângulos hori- zontais e verticais; d. Utilização da Correção do Ponto Zero; e. Orientação do GB e medida simultânea de ângulos horizon- tais e verticais; f. Determinação de lançamen- tos com o GB orientado g. Instalação e utilização do dispositivo de iluminação do GB; e h. Manutenção e conserva- ção. - Citar as características e nomen- clatura do GB. - Estacionar o GB. - Medir ângulos horizontais e verti- cais. - Medir o lançamento de um ponto utilizando um GB orientado. I.INSTRUMENTOS 1. Calculadoras eletrônicas - Características, finalidade e operação. 2. Trena a. Medidas de distância com a trena (durante o dia e a noite): - em terreno plano com o uso das fichas de aço; e - em terreno inclinado com o uso das fichas de aço e fios de prumo. b. Cálculo da precisão das medidas das distâncias. - Medir distâncias em terrenos pla- nos e inclinados. - Medir distâncias com a trena e calcular a precisão das medidas realizadas. - Apresentadas, ao militar, uma trena e 3 distâncias demarcadas em terreno plano e 3 em terreno inclinado, durante o dia e durante a noite. - A precisão das medidas reali- zadas deverá corresponder à precisão requerida. Q-401 (HT) TEMPO ESTIMADO DIURNO: 112 h26. TOPOGRAFIA DO ARTILHEIRO - ESPECÍFICA
  • 121. 124.00 OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO SUGESTÕES PARA TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS INTERMEDIÁRIOS - Apresentados, ao militar, um Telêmetro Laser e 3 pontos no terreno. - Preparar o equipamento para operação e utilizá-lo na medição de distâncias. - O militar deverá operar, corre- tamente, o instrumento e obter as distâncias corretas dos pon- tos identificados no terreno. Q-406 (HT) 7. Telêmetro Laser a. Apresentação, caracterís- ticas e nomenclatura; b. Operação e prática no ter- reno; e c. Manutenção e conserva- ção. - Instalar e operar o equipamento. - Citar as medidas de segurança na operação do equipamento. - Preparar o equipamento para operação e utilizá-lo para obter coordenadas de pontos. - O militar deverá operar, corre- tamente, o instrumento e obter as coordenadas corretas dos pontos apontados. Q-404 (HT) - Apresentados, ao militar, um equipamento do GPS e 3 pontos no terreno a serem levantados. 4. Binóculos a. Características, nomencla- tura e finalidade; b. Utilização na avaliação de distâncias e de frentes pela fór- mula do milésimo; e c. Manutenção e conserva- ção. - Utilizar o binóculo na avaliação de distâncias e de frentes pela fórmula do milésimo. - Apresentados, ao militar, um bi- nóculo, colocado em um local de onde possa observar acidentes no terreno de modo que possa avali- ar distâncias e frentes. - Avaliar distâncias. - Os valores obtidos para a dis- tância e a frente devem estar corretos. Q-403 (HT) 5. GPS a. Apresentação, característi- cas e nomenclatura; b. Operação e prática no ter- reno; e c. Manutenção e conserva- ção. - Manusear o equipamento. - Executar um levantamento topográ- fico, uzando os equipamentos do GPS utilizados na artilharia de cam- panha. - Preparar o equipamento para operação e utilizá-lo para obter coordenadas de pontos. - O militar deverá operar, corre- tamente, o instrumento e obter as coordenadas corretas dos pontos apontados. Q-405 (HT) - Apresentados, ao militar, um equipamento do DGPS e 3 pontos no terreno a serem levantados. 6. DGPS a. Apresentação, caracterís- ticas e nomenclatura; b. Operação e prática no ter- reno; e c. Manutenção e conserva- ção. - Manusear o equipamento. - Executar um levantamento topográ- fico uzando os equipamentos do DGPS utilizados na artilharia de cam- panha. TEMPO ESTIMADO DIURNO: 112 h26. TOPOGRAFIA DO ARTILHEIRO - ESPECÍFICA
  • 122. 125.00 OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO SUGESTÕES PARA TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS INTERMEDIÁRIOS - Dispostos no terreno 3 alvos ter- restres de interesse para a arti- lharia numa faixa de distância com- preendida entre 700 a 1500 me- tros. - Em um PO com boas condições de visibilidade será fornecido ao militar uma carta topográfica e o material necessário à locação de pontos. - Identificar no terreno e representar na carta alvos terrestres de interesse da artilharia. - O militar deverá localizar e iden- tificar, corretamente, os alvos dispostos no terreno. - Comparando a carta com o ter- reno, o militar deverá locar, corretamente, os alvos na car- ta, usando os símbolos milita- res apropriados. Q-408 (AC) II. CONDUTA DO OBSERVADOR 1. Informações de combate a. Objetivo e importância; b. Informe e informações; c. Aplicação na artilharia; d. Fontes de informes e ór- gãos de busca; e. Organização do subsiste- ma de observação no Grupo; e f. Medidas de contra-informa- ção: - disciplina de sigilo; - proteção contra-informa- ção; - medidas táticas; - preparação e uso de do- cumentos; - segurança das comunica- ções; e - movimento de tropas e pessoas. 2. Identificação dos principais alvos terrestres. 3. Representação dos alvos ter- restres por seus símbolos milita- res (blindados, armas automáti- cas, infantaria inimiga e posições de morteiro e artilharia inimiga). 4. O observador de artilharia - missão, importância e deve- res. 5. A Observação a. Processos de observação; b. Modos de observar o terre- no; e c. Particularidades da obser- vação: - diurna e noturna; e - em clima frio e em clima quente. - Citar o objetivo e a importância das informações de combate. - Descrever as aplicações das infor- mações de combate na artilharia. - Distinguir informe de informação. - Citar as fontes de informes e os órgãos de busca mais usados. - Descrever a organização do sub- sistema do observação no Grupo. - Citar as medidas de contra informa- ção. - Identificar os alvos terrestres prin- cipais. - Representar os alvos terrestres principais por seus símbolos milita- res. - Enunciar a missão do observador de artilharia. - Citar os processos de observação. - Descrever os modos de observar o terreno. - Citar as particularidades da obser- vação. - Apresentada, ao militar, uma re- lação contendo os deveres do ob- servador em meio a deveres de outras funções. - Identificar os deveres do observador de artilharia. - O militar deverá assinalar to- dos os seus deveres como ob- servador. Q-407 (AC) TEMPO ESTIMADO DIURNO: 112 h26. TOPOGRAFIA DO ARTILHEIRO - ESPECÍFICA
  • 123. 126.00 OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO SUGESTÕES PARA TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS INTERMEDIÁRIOS - O militar ocupará um PO e terá 1 hora para confeccionar o esboço panorâmico do setor de observa- ção dado pelo instrutor, que deve ter 400’’’a 500’’’ de amplitude. - Confeccionar um esbo- ço panorâmico. - O esboço confeccionado pelo militar deverá apresentar as ca- racterísticas do setor, obede- cendo a perspectiva e a escala. Q-411 (HT) 9. Esboços - Tipos, confecção e utiliza- ção. - Confeccionar o esboço sumário de observação. - Confeccionar e interpretar o esbo- ço panorâmico de um setor de ob- servação. - Localizar alvos por: - coordenadas retangula- res; - coordenadas polares; - localização geográfica; e - transporte. - A localização dos alvos poderá diferir da que for previamente feita pelo instrutor, dentro dos seguintes limites: - coordenadas e direção: 10 me- tros - distância e alcance: 50 metros - altitude e altura: 5 metros Lançamento: 10’’ - posição em relação ao ponto de referência: 50 metros Q-411 (HT) - Em um PO será fornecido ao mi- litar uma carta, um binóculo e o material de locação de pontos. - Serão dispostos no terreno 4 al- vos diferentes e indicado um pon- to de referência e uma distância conhecida. 6. Indícios na procura de alvos terrestres - Clarão, fumaça, poeira, pistas, sombra, reflexo, luz, ruído e fogo. - Procurar alvos pelos seus indícios. - O militar, de posse de um binó- culo, ocupará um ponto dominan- te do terreno. - Em distâncias proporcionais ao tipo de indício, ocorrerão ou esta- rão indícios de atividades do ini- migo. - Relacionar o indício ob- servado com a manifesta- ção da atividade do inimi- go. - O militar deverá relacionar, cor- retamente, o indício observado com a atividade que o inimigo esteve ou está desenvolvendo. Q-409 (AC) 8. Localização de alvos a. Por coordenadas; b. Localização geográficas; e c. Localização por transporte. - Orientar cartas topográficas. - Realizar a comparação da carta com o terreno e identificar pontos carac- terísticos. 7. Postos de observação a. Finalidade e características; b. Localização e organização; c. Ocupação, instalação e funcionamento; d. Camuflagem e medidas contra a observação inimiga; e. Meios de comunicações utilizados; e f. Continuidade de observação e disciplina de trabalho. - Citar as finalidades de um PO e os fatores que influem na sua escolha. - Descrever a organização sumária de um PO. - Citar o modo de ocupação e instala- ção de um PO e os meios de comuni- cações utilizados na condução do tiro e no fluxo de mensagens. - Descrever as regras de camufla- gem e as medidas contra a observa- ção inimiga. - O militar, numa posição inicial, re- ceberá uma carta onde estará as- sinalada a área de procura de PO e a região a ser observada. - Escolher um local para instalação de um PO e pro- ceder a ocupação do mes- mo. - O militar, utilizando a carta, es- colherá o PO em função da re- gião a ser observada, permitin- do que haja condições de obser- vação. - Na ocupação do PO, deverá ser observado as regras de segu- rança quanto à observação do inimigo. Q-410 (OP) TEMPO ESTIMADO DIURNO: 112 h26. TOPOGRAFIA DO ARTILHEIRO - ESPECÍFICA
  • 124. 127.00 OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO SUGESTÕES PARA TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS INTERMEDIÁRIOS - Confeccionar, corretamente, para cada alvo, o respectivo sím- bolo. - Apresentado, ao militar, uma re- lação com 10 alvos e um normógrafo de símbolos. Q-413 (AC) 10. Operações a. Símbolos e abreviaturas militares de emprego mais comum; b. Uso do normógrafo de símbolos; e c. Noções sumárias sobre carta de situação. - Identificar os símbolos e abreviatu- ras militares. - Representar alvos por seus símbo- los militares fazendo uso do normógrafo de símbolos. - Utilizar as abreviaturas de emprego mais comum. - Representar alvos. - Apresentadas, ao militar, uma mensagem de alerta (detecção de alvo aéreo) e um meio de comuni- cações apropriado. - Transmitir uma mensa- gem de alerta. - O militar deverá transmitir a mensagem de alerta, obedecen- do as regras de operação e ex- ploração do meio de comunica- ção utilizado. Q-414 (AC/OP) - Realizar o recebimento e transmis- são de mensagens de alerta. 11. Prática de recebimento e transmissão de mensagens de alerta. TEMPO ESTIMADO DIURNO: 112 h26. TOPOGRAFIA DO ARTILHEIRO - ESPECÍFICA
  • 125. 128.00 OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO SUGESTÕES PARA TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS INTERMEDIÁRIOS - Este OII deverá ser cumprido no terreno, utilizando dispositivos de treinamento ou simuladores e in- tegrado aos subsistemas de linha de fogo, comunicações e direção de tiro. - Apresentados, ao militar, um alvo identificado no terreno e forneci- do ao mesmo um binóculo, uma bússola, uma carta na escala 1:25 000 e as dimensões do alvo. - O militar localizará o alvo por co- ordenadas retangulares e opera- rá o meio de comunicações para a transmissão da mensagem. - Conduzir uma missão de tiro tipo ajustarei. - A mensagem inicial deverá ser preparada e transmitida, corre- tamente, no prazo de 5 minutos. - A ajustagem do tiro e a entrada na eficácia deverão seguir as normas em vigor. - A transmissão das mensa- gens subseqüentes deverá ocorrer no prazo de 1 minuto após o arrebentamentos. Q-417 (OP) - Identificar o tipo de missão de tiro de acordo com a precisão da locali- zação do alvo e a finalidade. - Caracterizar, pelo aspecto dos ar- rebentamentos, a granada explosiva com espoleta percutente e tempo. - Citar as regras práticas usadas na observação. - Identificar a terminologia utilizada na ajustagem do tiro de artilharia. - Citar as normas gerais de ajusta- gem do tiro. - Citar os elementos da mensagem inicial e da mensagem subseqüente na seqüência correta a com as abre- viaturas regulamentares. - Descrever os procedimentos para a correção do tiro em alcance e em direção. - Citar as condições de entrar na efi- cácia. - Preparar mensagens subseqüentes. - O militar deverá analisar, cor- retamente, as situações apre- sentadas e preparar as respec- tivas mensagens subseqüen- tes na seqüência correta e com as abreviaturas regulamenta- res. - As mensagens deverão ser transmitidas de acordo com as regras de exploração das comu- nicações na artilharia. Q-416 (HT) - Apresentados, ao militar, 3 situa- ções referentes aos arrebenta- mentos das rajadas decorrentes do OII anterior, sendo que a última apresente uma das condições de entrada na eficácia. - Apresentados, ao militar, um alvo identificado no terreno e forneci- do ao mesmo um binóculo, uma bússola, uma carta na escala 1:25 000 e as dimensões do alvo. - O militar localizará o alvo por co- ordenadas retangulares e opera- rá o meio de comunicações para a transmissão da mensagem. - Preparar uma mensa- gem inicial para uma mis- são tipo ajustarei, com granada explosiva e espo- leta percutente, quadro normal e pelo método de rajada. - Enviar a mensagem pre- parada por um meio de co- municações da rede de tiro. - A mensagem deverá ser pre- parada com os elementos na seqüência e precisão regula- mentar e com as abreviaturas corretas. - A mensagem deverá ser trans- mitida de acordo com as regras de exploração das comunica- ções na artilharia. Q-415 (HT) 12. Ajustagem do tiro sobre zona a. Os tipos de missões de tiro; b. O aspecto dos arrebenta- mentos ; c. As regras práticas de ob- servação; d. As normas gerais de ajus- tagem; e. As abreviaturas utilizadas nas mensagens de tiro; f. Preparo da mensagem inici- al; g. As mensagens subseqüen- tes; h. A ajustagem do tiro e as condições de entrada na eficá- cia; e i. As regras de exploração das comunicações para a transmis- são das mensagens de tiro. TEMPO ESTIMADO DIURNO: 112 h26. TOPOGRAFIA DO ARTILHEIRO - ESPECÍFICA
  • 126. 129.00 OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO SUGESTÕES PARA TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS INTERMEDIÁRIOS - Apresentados, ao militar, as co- ordenadas de um ponto A qual- quer, a distância entre os pontos A e B, o lançamento de A para B, uma calculadora, a ficha topo, o sítio de A para B, a altura do ins- trumento em A e a altura do sinal em B. - Calcular as coordenadas planas e altitude de um ponto (B). - Os resultados obtidos devem ser idênticos aos resultados en- contrados pelo instrutor. Q-419 (AC) III.LEVANTAMENTOTOPOGRÁ- FICO NA ARTILHARIA 1. Finalidade do trabalho topográ- fico na Artilharia. 2. Processos de levantamento a. Determinação de pontos; b. Determinação de direções; c. Caminhamento de ângulos; d. Transporte da orientação por visadas simultâneas; e. Nivelamento por inspeção na carta; f. Nivelamento barométrico; e g. Nivelamento trigonométrico. 3. Cálculo de lançamentos e dis- tâncias a. Círculos e quadrantes topo- gráficos; b. Diferença entre as coorde- nadas dos pontos considerados (dE e dN); e c. Cálculos pelas coordenadas planas, utilizando as calculado- ras eletrônicas e a ficha topo. 4. Radiamento a. Finalidade; e b. Cálculo das coordenadas de um ponto partindo de outro co- nhecido, utilizando as calculado- ras eletrônicas e a ficha topo. - Calcular as coordenadas de um pon- to partindo de outro conhecido. - Citar a finalidade do levantamento topográfico na artilharia. - Descrever o procedimento na rea- lização de um caminhamento de ân- gulos. - Determinar a diferença entre as co- ordenadas de dois pontos. - Calcular a distância e o lançamento entre dois pontos. - Calcular a diferença en- tre as coordenadas do ponto B em relação ao ponto A. - Determinar o quadrante topográfico em que se en- contra o ponto B. - Apresentados, ao militar, coor- denadas dos pontos A e B. - O resultado obtido pelo militar deverá ser idêntico ao do instrutor. Q-418 (AC) 5. Caminhamento a. Finalidade; b. Descrição; c. Tipos; d. Precisão de um caminhamen- to; e. Prescrições a observar de acordo com a precisão desejada; f. Dados iniciais; e g. Cálculo com a ficha e calcu- ladora. - Apresentados, ao militar, as co- ordenadas e a altitude de um pon- to A, uma direção de referência, os ângulos horizontais e verticais em cada vértice (no mínimo três vértices), as distâncias entre os vértices, a altura do instrumento e do sinal de cada vértice, a ficha topo e uma calculadora. - Calcular as coordenadas planas de um ponto. - O militar deverá encontrar re- sultados iguais aos obtidos pelo instrutor. Q-420 (AC) - Calcular as coordenadas e a altitu- de de um ponto por caminhamento. TEMPO ESTIMADO DIURNO: 112 h26. TOPOGRAFIA DO ARTILHEIRO - ESPECÍFICA
  • 127. 130.00 OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO SUGESTÕES PARA TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS INTERMEDIÁRIOS - Apresentados, ao militar, as co- ordenadas planas e as altitudes de uma base AB, os ângulos inter- nos medidos em A, B, os ângulos verticais de A para P e de B para P, a altura do instrumento em A, a ficha Topo e uma calculadora. - Calcular o ângulo inter- no no vértice P. - Calcular as coordenadas planas e altitude de um ponto (P). - O militar deverá encontrar resulta- dos iguais aos obtidos pelo instrutor. Q-422 (AC) 7. Interseção Avante a. Finalidade; b. Descrição; c. Prescrições a observar de acordo com a precisão desejada; d. Valores angulares admissíveis; e e. Cálculo das coordenadas planas e altitude de um ponto por interseção avante com calculadora. - Calcular as coordenadas planas e altitude de um ponto por interseção avante. - Calcular as coordenadas planas e a altitude de um ponto (P). - O militar deverá encontrar re- sultados iguais aos obtidos pelo instrutor. Q-421 (AC) - Apresentados, ao militar, as co- ordenadas planas e as altitudes de uma base AB, os ângulos inter- nos medidos em A, B e P, os ângu- los verticais de A para P e de B para P, a altura do sinal em P, as fichas Topo e uma calculadora. 6. Triangulação a. Finalidade; b. Descrição; c. Prescrições a observar de acordo com a precisão desejada; d. Valores angulares admissíveis; e. Erro de fechamento máximo na soma dos ângulos internos e a compensação desses ângulos; e f. Cálculo das coordenadas planas e a altitude de um ponto, por triangulação, com a calculadora e a ficha topo. - Citar a finalidade da triangulação. - Descrever o trabalho de campo ne- cessário à realização de uma trian- gulação. - Apresentados, ao militar: - as coordenadas e altitudes, numa trama convencional, dos pontos A e B; - as coordenadas e altitude do pon- to A, na trama geral; - uma direção de referência do ponto A para um ponto C, na tra- ma convencional; - a direção de referência do ponto A para o ponto C, na trama geral; - as fichas topo apropriadas; e - uma calculadora eletrônica. - Calcular as coordenadas planas e a altitude de um ponto B, na trama geral. - O militar deverá encontrar re- sultados iguais aos obtidos pelo instrutor. Q-423 (AC) - Calcular, na trama geral, as coor- denadas de um ponto dado numa tra- ma convencional. 8. Mudança de Trama a. Finalidade; b. Translação de eixos; c. Rotação e translação de eixos; d. Cálculo da mudança de trama utilizando a ficha topo e a calculadora. TEMPO ESTIMADO DIURNO: 112 h26. TOPOGRAFIA DO ARTILHEIRO - ESPECÍFICA
  • 128. 131.00 OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO SUGESTÕES PARA TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS INTERMEDIÁRIOS TEMPO ESTIMADO DIURNO: 80 h27. TRABALHOS NA UNIDADE DE TIRO (UT) - AAe - Apresentado, ao militar, um con- junto de imagens de aviões bra- sileiros ou não e uma relação com suas principais características. - Reconhecer os diversos tipos de aeronaves e ci- tar suas principais carac- terísticas. - Identificar a aeronave como brasileira ou não; - Citar sua nomenclatura geral; e - Citar 3 de suas características principais. Q-401 (AC) - Citar os processos de identifica- ção de aeronaves. - Citar os meios de identificação de aeronaves. - Citar e identificar os tipo de aero- naves existentes no Brasil e nos países sul-americanos. - Citar a nomenclatura geral dos di- versos tipos de aeronaves. 1. Alvos Aéreos a. Processos e meios de iden- tificação de aeronaves: - visual, olho nu, com ins- trumentos óticos, audição e mei- os eletrônicos. b. Aeronaves existentes no Brasil e nos países Sul-ameri- canos: - tipos (caça, ataque, bom- bardeio, transporte, observação e ligação, helicópteros etc); e - principais características (forma, velocidade, altura de vôo, insígnias, ruídos e nomen- clatura geral). - Apresentados, ao militar, um con- junto de imagens com diferentes formações. - Identificar as formações de aeronaves. - O militar deverá identificar, cor- retamente, todas as formações. Q-402 (AC) - Identificar os diversos tipos de for- mações de aeronaves. - Citar os tipos de ataques aéreos. - Citar as características de cada tipo de ataque. c. Noções sobre ataques aéreos - Formações de aeronaves e tipos de ataques; e - Modo de atuação e caracte- rísticas.
  • 129. 132.00 OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO SUGESTÕES PARA TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS INTERMEDIÁRIOS TEMPO ESTIMADO DIURNO: 80 h27. TRABALHOS NA UNIDADE DE TIRO (UT) - AAe - Citar e definir os termos usuais pe- culiares à pontaria. - Distinguir referência de pontaria. - Distinguir ponto de referência de ponto de pontaria. - Citar a finalidade do ponto de refe- rência auxiliar. - Apresentado, ao militar, um exer- cício no qual aparecem os termos usuais numa coluna e suas defini- ções noutra coluna. - As definições não devem apare- cer na mesma ordem dos termos. - Poderão haver definições que não correspondam aos termos enumerados. - Relacionar os termos usuais empregados na pontaria do Mat AAe com a sua definição . - O militar deverá relacionar, cor- retamente, todos os termos apresentados com sua defini- ção. Q-403 (AC) - Apresentado, ao militar, uma peça com o aparelho de pontaria desajustado, o material necessá- rio à verificação e ajustagem e um ponto no terreno, afastado de 2000 m. - O instrutor escolherá aleatoria- mente os militares, para que, in- dividualmente, realizem a tarefa. - Verificar e ajustar o apa- relho de pontaria. - O militar deverá realizar a veri- ficação e a ajustagem do apare- lho de pontaria na seqüência correta e de modo preciso. - O instrutor verificará as opera- ções à medida que forem sen- do realizadas, a fim de poder verificar a precisão da ajusta- gem. Q-404 (AC) - Citar a finalidade dos processos de verificação dos aparelhos de ponta- ria. - Realizar a verificação do aparelho de pontaria. - Ajustar os aparelhos de pontaria. 3. Verificação e ajustagem do aparelho de pontaria a. Processos de verificação e ajustagem do aparelho de pontaria; b. Finalidade; e c. Seqüência das operações.
  • 130. 133.00 OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO SUGESTÕES PARA TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS INTERMEDIÁRIOS - Cada um dos militares inte- grantes da Gu Pç deverá execu- tar suas atribuições correta- mente, demonstrando os co- nhecimentos e as habilidades técnicas necessárias ao exercí- cio do cargo. - Este OII deverá ser cumprido em conjunto por todos os integrantes da Gu Pç no desempenho de suas respectivas funções. Q-405 (TE) 4. Cobrir e descobrir o canhão em posição de tiro. 5. Exercício de tiro: a. Antiaéreo (através do EDT e do aparelho de pontaria); b. Tiro de emergência (em posição e sobre rodas); e c. Em missão de tiro de superfície. - Cobrir e descobrir o canhão em posição de tiro. - Realizar acompanhamento de aeronaves. - Executar os tiros de emergência e de superfície. Can AAe 35mm - Praticar os procedimen- tos necessários à execu- ção do tiro antiaéreo, do tiro de emergência e do tiro de superfície. (Para a guarnição dotada do material) Q-407 (TE) Can AAe 40mm C 60 e C 70 - Executar o serviço da peça em ação. (Para a guarnição dotada do material) - Cada um dos militares inte- grantes da Gu Pç deverá execu- tar suas atribuições na seqüên- cia correta para engajamento de alvos aéreos e terrestres. Q-406 (TE) - Apresentados, ao militar, um canhão e munição de manejo. - Este OII deverá ser cumprido em conjunto por todos os integrantes da Gu Pç. 6. Trabalho da seção a. Verificações e ajustagem do corretor; e b. Orientação da peça e do corretor. 7. Serviço da peça em ação a. Exame do material e início do tiro (alerta avião - guarnecer); b. Carregamento, disparo, re- municiamento, descarregamento e cessar fogo; e c. Cessar acompanhamento, mudança de alvo, incidentes de tiro, trocar tubo, verificação do nivelamento, em vigilância, re- pousar e tiro de barragem. - Citar a finalidade dos processos de verificação do corretor. - Descrever a seqüência de opera- ções necessárias para verificação e ajustagem do corretor. - Verificar e ajustar o corretor. - Descrever a seqüência de opera- ções necessárias para a operação da peça e do corretor. - Alimentar, carregar e disparar a arma. - Realizar o acompanhamento e a mudança de alvos. - Verificar o nivelamento da peça. - Realizar as trocas de tubo. Can AAe 40mm C 60 e C 70 - Realizar o acompanha- mento para o tiro antiaé- reo e de superfície. (Para a guarnição de OM dotada do material) TEMPO ESTIMADO DIURNO: 80 h27. TRABALHOS NA UNIDADE DE TIRO (UT) - AAe
  • 131. 134.00 OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO SUGESTÕES PARA TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS INTERMEDIÁRIOS TEMPO ESTIMADO DIURNO: 80 h28. TRABALHOS NA UNIDADE DE TIRO (UT) - LMF - Apresentadas uma LMU e uma UCF. - Este OII deverá ser cumprido em conjunto por todos os integrantes da Gu LMU. - Acionar a UT nas posi- ções de Espera e de Tiro. - Cada um dos militares inte- grantes da AV-LMU deverá, de acordo com suas respectivas funções, executar, corretamen- te, os procedimentos relativos a seus cargos. Q-403 (HT) 5. Acionamento da UT. - Definir Posição de Espera e Posi- ção de Tiro. - Enumerar os procedimentos de cada um dos integrantes da Gu LMU na Pos Espera e na Pos Tiro. - Citar os procedimentos adotados pela UCF e pela AV - RMD nas Pos Espera e de Tiro. - Ocupar a posição na guar- nição. - Cada militar deverá ocupar em forma o lugar correspondente à função que lhe foi designada. Q-402 (OP) - Será disposta no terreno uma AV- LMU. O instrutor deverá atribuir a cada um dos militares uma fun- ção inicial. - Em seguida, dará a série de co- mandos relativos às formações de guarnição. 1.Composição da guarnição da LMU em pessoal e material. 2. Disposição dos equipamentos e acessórios do material LMF. - Dispor os equipamentos e acessó- rios corretamente. - Apresentada a guarnição da LMU. - Citar a graduação e a fun- ção de cada um dos com- ponentes da guarnição. - Identificar os integrantes da LMU, com 100% de acerto. Q-401 (AC) 3. Formação da guarnição para os comandos de a. Formar guarnição (à frente, à retaguarda, à direita ou à esquerda da LMU); e b. Guarnecer. 4. Ações da guarnição corres- pondente aos comandos de a. Enumerar postos; e b. Designar funções. - Tomar a posição na formação co- mandada, de acordo com cada uma das funções que o servente pode desempenhar em uma peça.
  • 132. 135.00 OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO SUGESTÕES PARA TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS INTERMEDIÁRIOS TEMPO ESTIMADO DIURNO: 80 h28. TRABALHOS NA UNIDADE DE TIRO (UT) - LMF - Será disposta a LF em zona de reunião. - O CLF e os CP executarão e coor- denarão os trabalhos da LF. - Realizar a prática do REOP de SU. - As guarnições deve executar, corretamente, os procedimen- tos na ocupação das posições Q-406 (HT) 8. Montagem do Subsistema LF a) REOP (Pos Espa e Tir) b) Cumprimento de missões de tiro em diferentes posições. - Ocupar, camuflar e organizar as posições. - Praticar processos de portaria (Ótica e Eletrônica). - Praticar o remuniciamento. - Executar mudanças de posição. - Realizar as atividades para a ocupação da Posi- ção de Tiro Q-405 (OP) 6. Ocupação da Pos Espc a) Escolha da Pos. b) Trabalhos preparatórios para o tiro. c) Atividades de remunicia- mento (8h). - Delimitar Pos Espa. - Enumerar os procedimentos de cada um dos integrantes da Guarni- ção da LMU e RMD. - Citar os procedimentos adotados pela UCF. - Será disposta a LF no terreno - O CLF e os Chefe de Peça darão as ordens relativas aos trabalhos. - Realizar as atividades para a ocupação da Posi- ção - Os integrantes das guarnições deverão executar, corretamen- te, os procedimentos relativos a seus cargos. Q-404 (AC) - Será disposta a LF no terreno - O CLF e os Chefe de Peça darão as ordens relativas aos trabalhos. - Os integrantes das guarnições deverão executar, corretamen- te, os procedimentos relativos a seus cargos. - Delimitar Pos Tir. - Descrever o acionamento da LT. - Enumerar os procedimentos da guarnição da LMU nas fases da ocupação da posição. - Citar os procedimentos adotados pela UCF. 7. Ocupação da Pos Tir a) Rec e escolha de Pos b) Ocupação com trabalhos preparatórios c) Ocupação sem trabalhos preparatórios d) Ocupação Pos noturna e) Pontaria f) Tiros simulados g) Saída de posição - Este OII deverá ser cumprido ao final da IIQ com a LF integrada aos subsistemas direção de tiro, to- pografia, observação e comunica- ções e dentro do contexto de exer- cício de prática coletiva fora de si- tuação. - A LF será formada com todo o material necessário e cumprirá, pelo menos, 10 missões de tiro simuladas. - Sempre que possível deverá ser utilizado simuladores. - Realizar missões de tiro simuladas. - Os militares deverão realizar, corretamente, todas as ações referentes às suas respectivas funções, de modo a permitir que a LF realize cada missão de tiro simulado em um tempo seme- lhante ao tempo previsto para a execução do tiro real. Q-407 (TE) - Ocupar, camuflar e organizar a po- sição. - Praticar os processos de pontaria inicial (diurna e noturna). - Realizar mudanças na pontaria. - Registrar correções especiais nos elementos de tiro. - Praticar o preparo da munição. 9. Pratica de Missões de Tiro Si- mulados - Execução de tiros simulados abrangendo: REOP, pontaria inicial, preparo da posição e cumprimento de missões de tiro em diferentes posições.
  • 133. 136.00 OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO SUGESTÕES PARA TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS INTERMEDIÁRIOS 29. TRABALHOS NA LINHA DE FOGO - MÍSSEIS TEMPO ESTIMADO DIURNO: 80 h - Apresentado, ao militar, o Treina- dor de Acompanhamento, estan- do o alvo simulado montando so- bre uma viatura deslocando-se em rota de ataque. - O militar deverá estar posiciona- do sobre a viatura parada. - Deverão ser realizados dois dis- paros durante o dia e dois dispa- ros ao crepúsculo. - Realizar o tiro simulado contra alvo em rota de ata- que a partir de viatura pa- rada. - O militar deverá realizar, corretamente, as condutas, ini- cialmente para o lançamento de um míssil e, a seguir, para o lan- çamento de dois mísseis su- cessivos. Q-402 (HT) 1. Tiro simulado contra aero- nave em rota de ataque, a partir de: - posição no terreno; - viatura parada; e - viatura em movimento - Realizar o acompanhamento do alvo simulado em rota de ataque, a partir de posição no terreno e em Vtr, es- tando esta parada ou em movimento. - Adquirir noções práticas sobre as condições do tiro e realizar todas as operações relativas ao lançamento do míssil, nas diversas situações. - Apresentado, ao militar, o Treina- dor de Acompanhamento, estan- do o alvo simulado montado sobre uma viatura deslocando-se em rota de ataque. - O militar deverá estar posicionado sobre o terreno. - Deverão ser realizados dois disparos durante o dia e dois disparos ao crepúsculo. - Realizar o tiro simulado contra alvo em rota de ata- que a partir de posição no terreno. - O militar deverá realizar, corretamente, as condutas, ini- cialmente para o lançamento de um míssil e, a seguir, para o lan- çamento de dois mísseis su- cessivos. Q-401 (HT) - Apresentado, ao militar, o Treina- dor de Acompanhamento, estan- do o alvo simulado montando so- bre uma viatura deslocando-se em rota de ataque. - O militar deverá estar posicionado sobre a viatura em movimento. - É indiferente que o sentido de deslocamento da Vtr UT seja idên- tico ao da Vtr - alvo. - Deverão ser realizados dois disparos durante o dia e dois disparos ao crepúsculo. - Realizar o tiro simulado contra alvo em rota de ata- que a partir de viatura em movimento. - O militar deverá realizar, corretamente, as condutas, ini- cialmente para o lançamento de um míssil e, a seguir, para o lan- çamento de dois mísseis su- cessivos. Q-403 (HT)
  • 134. 137.00 OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO SUGESTÕES PARA TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS INTERMEDIÁRIOS 29. TRABALHOS NA LINHA DE FOGO - MÍSSEIS TEMPO ESTIMADO DIURNO: 80 h - Apresentado, ao militar, o Trei- nador de Acompanhamento, es- tando o alvo simulado montado sobre uma viatura deslocando-se em rota de perseguição. - O militar deverá estar posicionado sobre a viatura para- da. - Deverão ser realizados dois dis- paros durante o dia e dois disparos ao crepúsculo. - Realizar o tiro simulado contra alvo em rota de perseguição, a partir de viatura parada. - O militar deverá realizar, corretamente, as condutas, ini- cialmente para o lançamento de um míssil e a seguir para o lan- çamento de dois mísseis su- cessivos Q-405 (HT) 2. Tiro simulado contra aeronave em rota de perseguição, a partir de: - posição no terreno; - viatura parada; e - viatura em movimento; - Realizar o acompanhamento do alvo simulado em rota de perseguição, a partir de posição no terreno e em Vtr, estando esta parada ou em movimen- to. - Adquirir noções práticas sobre as condições do tiro e realizar todas as operações relativas ao lançamento do míssil, nas diversas situações. - Apresentado, ao militar, o Trei- nador de Acompanhamento, es- tando o alvo simulado montando sobre uma viatura deslocando-se em rota de perseguição. - O militar deverá estar posicionado sobre o terreno. - Deverão ser realizados dois dis- paros durante o dia e dois disparos ao crepúsculo. - Realizar o tiro simulado contra alvo em rota de perseguição, a partir de posição no terreno. - O militar deverá realizar, corretamente, as condutas, ini- cialmente para o lançamento de um míssil e a seguir para o lan- çamento de dois mísseis su- cessivos. Q-404 (HT) - Apresentado, ao militar, o Trei- nador de Acompanhamento, es- tando o alvo simulado montando sobre viatura deslocando-se em rota de perseguição. - O militar deverá estar posiciona- do sobre a viatura em movimen- to. - É indiferente que o sentido de deslocamento da Vtr UT seja idên- tico ao da Vtr - alvo. - Deverão ser realizados dois dis- paros durante o dia e dois dispa- ros ao crepúsculo. - Realizar o tiro simulado contra alvo em rota de perseguição, a partir de viatura em movimento. - O militar deverá realizar, corretamente, as condutas, ini- cialmente para o lançamento de um míssil e a seguir para o lan- çamento de dois mísseis su- cessivos. Q-406 (HT
  • 135. 138.00 OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO SUGESTÕES PARA TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS INTERMEDIÁRIOS 29. TRABALHOS NA LINHA DE FOGO - MÍSSEIS TEMPO ESTIMADO DIURNO: 80 h - Apresentado, ao militar, o Trei- nador de Tiro Reduzido, estando o alvo simulado montado em uma posição estacionária. - O militar deverá estar posiciona- do sobre uma viatura, parada. - Deverão ser realizados dois dis- paros durante o dia e dois dispa- ros ao crepúsculo. - Realizar o tiro reduzido contra alvo em vôo esta- cionário, a partir de viatu- ra parada. - O militar deverá realizar os dis- paros corretamente. Q-408 (TE) 3. Realização do tiro reduzido a. Tiro reduzido contra heli- cóptero em vôo estacionário, a partir de: - posição no terreno; - viatura parada; e - viatura em movimento. - Realizar o tiro reduzido contra o alvo simulado estacionário, a partir de po- sição no terreno e em Vtr, estando esta parada e em movimento. - Realizar todas as operações relati- vas ao lançamento do míssil, na situ- ação considerada. - Apresentado, ao militar, o Treina- dor de Tiro Reduzido, estando o alvo simulado montado em uma posição estacionária. - O militar deverá estar posicionado sobre o terreno. - Deverão ser realizados dois dis- paros durante o dia e dois disparos ao crepúsculo. - Realizar o tiro reduzido contra alvo em vôo esta- cionário, a partir de posi- ção no terreno. - O militar deverá realizar os disparos corretamente. Q-407 (TE) - Apresentado, ao militar, o Trei- nador de Tiro Reduzido, estando o alvo simulado em uma posição estacionária. - O militar deverá estar posicionado sobre uma viatura, em movimento. - Deverão ser realizados dois dis- paros durante o dia e dois disparos ao crepúsculo. - Realizar o tiro reduzido contra alvo em vôo esta- cionário, a partir de viatu- ra em movimento. - O militar deverá realizar os disparos corretamente. Q-409 (TE)
  • 136. 139.00 OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO SUGESTÕES PARA TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS INTERMEDIÁRIOS 29. TRABALHOS NA LINHA DE FOGO - MÍSSEIS TEMPO ESTIMADO DIURNO: 80 h - Apresentado, ao militar, o Treina- dor de Tiro Reduzido, estando o alvo simulado montando sobre uma viatura deslocando-se em rota de ataque. - O militar deverá estar posiciona- do sobre uma viatura parada. - Deverão ser realizados dois dis- paros durante o dia e dois dispa- ros ao crepúsculo. - Realizar o tiro reduzido contra alvo em rota de ata- que, a partir de viatura pa- rada. - O militar deverá realizar os dis- paros corretamente. Q-411 (TE) b. Tiro reduzido contra aero- nave em rota de ataque, a partir de: - posição no terreno; - viatura parada; e - viatura em movimento. - Realizar o tiro reduzido contra o alvo simulado em rota de ataque, a partir de posição no terreno e em Vtr, estando esta parada e em movi- mento. - Realizar todas as operações relati- vas ao lançamento do míssil, na situ- ação considerada. - Apresentado, ao militar, o Trei- nador de Tiro Reduzido, estando o alvo simulado montado sobre uma viatura deslocando-se em rota de ataque. - O militar deverá estar posiciona- do sobre o terreno. - Deverão ser realizados dois dis- paros durante o dia e dois dispa- ros ao crepúsculo. - Realizar o tiro reduzido contra alvo em rota de ata- que, a partir de posição no terreno. - O militar deverá realizar os dis- paros corretamente.Q-410 (TE) Realizar o tiro reduzido contra alvo em rota de ata- que, a partir de viatura em movimento. - O militar deverá realizar os dis- paros corretamente. Q-412 (TE) - Apresentado, ao militar, o Treina- dor de Tiro Reduzido, estando o alvo simulado montando sobre uma viatura deslocando-se em rota de ataque. - O militar deverá estar posiciona- do sobre uma viatura em movi- mento. - É indiferente que o sentido de deslocamento da Vtr UT seja idên- tico ao da Vtr - alvo. - Deverão ser realizados dois dis- paros durante o dia e dois dispa- ros ao crepúsculo.
  • 137. 140.00 OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO SUGESTÕES PARA TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS INTERMEDIÁRIOS TEMPO ESTIMADO DIURNO: 80 h30. TRABALHOS NA LINHA DE FOGO - OBUSEIROS - O militar deverá responder, corretamente, aos comandos e realizar os procedimentos para finalização da pontaria em direção e a referência da peça. - Apresentada ao militar: - uma peça já apontada; e - o material necessário à pontaria da peça. - o instrutor emitirá o comando para que a pontaria seja iniciada. Q-403 (OP/CH) 3. Pontaria recíproca por meio de uma peça já apontada a. Comandos para o início da pontaria; b. Comandos entre as peças; c. Procedimentos; e d. Referência. - Realizar a pontaria recíproca da peça por meio de uma peça já apon- tada. - Realizar a pontaria recí- proca da peça por meio de um GB. - O militar deverá responder, corretamente, aos comandos e realizar os procedimentos ne- cessários à pontaria em direção e à referência da peça. Q-402 (OP/CH) - Apresentada, ao militar, uma peça e o material necessário à pontaria recíproca. - O instrutor emitirá os comandos necessários à realização de uma pontaria recíproca. - Citar e definir os termos usuais pe- culiares à pontaria. - Distinguir referência de pontaria. - Distinguir ponto de referência de ponto de pontaria. - Citar a finalidade do ponto de refe- rência auxiliar. - Apresentado, ao militar, um exer- cício no qual aparecem os termos usuais numa coluna e suas defini- ções noutra coluna. - As definições não devem apare- cer na mesma ordem dos termos. - Poderão haver definições que não correspondam aos termos enumerados. - Relacionar os termos usuais empregados na pontaria com a sua defini- ção . - O militar deverá relacionar, cor- retamente, todos os termos apresentados com sua defini- ção. Q-401 (AC) 2. Pontaria recíproca a. Comandos; e b. Referência. - Descrever os procedimentos relati- vos à pontaria recíproca. - Realizar a pontaria recíproca da peça por meio de um GB. - Realizar a pontaria recí- proca da peça por meio de uma peça já apontada. I. PONTARIA DA PEÇA 1. Termos usuais e definições: - centro de bateria, peça dire- triz, ponto de vigilância, direções de vigilância e referência, esta- ção de orientação, pontos de pontaria e referência, linha de visada, deriva de vigilância, apon- tar a peça e referir a pontaria.
  • 138. 141.00 OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO SUGESTÕES PARA TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS INTERMEDIÁRIOS 4. Pontos de referência auxilia- res (pontos afastados e próxi- mos) a. Finalidade; b. Comandos para a referên- cia; e c. Emprego do ponto de refe- rência afastado (mais de 1500m), ou próximo (mais de 300m, para o material L 118 AR), na impossi- bilidade de utilização das balizas (ou prisma de pontaria, para o material L 118 AR ou colimador para o material M 108/M109 AP), ou ponto de referência inicial. - Citar a finalidade do ponto de refe- rência (ponto afastado ou próximo) auxiliar. - Enunciar o comando para referên- cia num ponto auxiliar. - Referir num ponto auxiliar. - Apresentados, ao militar, uma peça já apontada. - O instrutor emitirá o comando para a referência num ponto pre- viamente escolhido. - Referir num ponto auxili- ar. - O militar deverá referir, corre- tamente, sobre o ponto indica- do e anunciar de modo correto, a referência encontrada. Q-404 (OP/CH) 5. Pontaria à noite a. Peculiaridades - Cuidados; e - Disciplina de luzes e ruí- dos. b. Material empregado - Na pontaria; - Nas Comunicações; - Utilização do colimador (M 108/M109 AP); e - Utilização do Prisma de pontaria (L 118 AR). c. Procedimentos - Pontaria recíproca por meio de um GB; e - Pontaria recíproca por meio de uma peça já apontada. - Citar os principais cuidados a se- rem observados durante a pontaria noturna. - Instalar o circuito telefônico neces- sário para a pontaria noturna. - Instalar o Colimador (M 108/M109 AP). - Instalar o Prisma de pontaria.(L 118 AR). - O militar deverá executar, cor- retamente, todas as ações re- ferentes a sua função, durante a pontaria noturna, utilizando corretamente as comunicações e observando a disciplina de lu- zes e ruídos. - O militar deverá estar em con- dição de instalar o colimador (M 108/M109 AP) ou Prisma de Pon- taria (L 118 AR). - Durante a noite, em situação de escurecimento, serão apresenta- dos ao militar uma peça já aponta- da, o material necessário à ponta- ria noturna e os meios de comu- nicações fio. Q-406 (OP/CH) - Realizar a pontaria da peça à noite, pelo proces- so da pontaria recíproca por meio de um GB. - O militar deverá executar cor- retamente, todas as ações re- ferentes a sua função, durante a pontaria noturna, utilizando corretamente as comunicações e observando a disciplina de lu- zes e ruídos. - O militar deverá estar em con- dição de instalar o colimador (M 108/M109 AP) ou Prisma de Pon- taria (L 118 AR). Q-405 (OP/CH) - Durante a noite, em situação de escurecimento, serão apresenta- dos ao militar uma peça, o materi- al necessário à pontaria noturna e os meios de comunicações fio. - Realizar a pontaria da peça à noite, pelo proces- so da pontaria recíproca por meio de uma peça já apontada. TEMPO ESTIMADO DIURNO: 80 h30. TRABALHOS NA LINHA DE FOGO - OBUSEIROS
  • 139. 142.00 OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO SUGESTÕES PARA TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS INTERMEDIÁRIOS TEMPO ESTIMADO DIURNO: 80 h30. TRABALHOS NA LINHA DE FOGO - OBUSEIROS - Uma peça com a pontaria inicial concluída será guarnecida pelos militares. - O instrutor emitirá os comandos necessários para que: - seja efetuado o registro no índi- ce móvel (para o caso das lunetas panorâmicas da série M 12); - as balizas sejam replantadas; e - que haja o conteiramento da peça (quando for o caso de material AR) com o replante das balizas. - Realizar a mudança de di- reção na pontaria da peça. - Os militares deverão executar, corretamente, todas as ações referentes as suas funções du- rante a mudança de pontaria. - As operações a serem realiza- das pelos militares terão um tempo máximo de: - 30 (trinta) segundos para a uti- lização do índice móvel (caso das lunetas panorâmicas da sé- rie M 12); - 1 (um) minuto e 30 (trinta) se- gundos para replantar as balizas (Variação < que 50“‘); e - 3 (três) minutos para o contei- ramento da peça com replante das balizas (Variação > que 50“‘). Q-408 (OP/HT) 6. Pontaria 6400 (apenas para o material 105 mm, exceto o L 118) a. Características; b.. Comandos; e c. Preparo da posição. - Identificar os comandos necessári- os à pontaria da peça em 6400. - Preparar uma posição para o tiro em 6400. - Conhecer os processos de amar- ração da pontaria. - Observar as medidas passivas e ativas de defesa da peça. - Apontar a peça numa po- sição de tiro 6400 e parti- cipar das operações para a execução de missões de tiro simuladas (apenas para o material 105 AR exceto o L 118). - Este OII deverá ser cumprido em conjunto por todos os integrantes da peça. - Apresentados, ao militar, uma peça em posição e o material ne- cessário ao preparo da posição. - O instrutor dará os comandos de tiro para o cumprimento de 5 mis- sões de tiro simuladas. - O militar deverá realizar, corre- tamente, todas as ações refe- rentes a sua função no tocante: - ao preparo da posição para o tiro em 6400; - a pontaria da peça de acordo com os comandos recebidos e executar o tiro; - a adoção das medidas de defe- sa da peça; e - O “ pronto de peça” durante o cumprimento das missões de tiro deve ser dado, no máximo, em 1 minuto e 30 segundos. - Descrever a finalidade da mudança de direção. - Identificar os processos disponíveis para a mudança de direção. - Identificar comandos de mudança de direção na pontaria da peça. - Realizar as ações corresponden- tes ao comando para mudança de direção. 7. Mudança de direção na pon- taria a. Comandos relativos à mudança de direção na pontaria da peça; e b. Ações a realizar pelos serventes. Q-407 (OP/HT)
  • 140. 143.00 OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO SUGESTÕES PARA TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS INTERMEDIÁRIOS TEMPO ESTIMADO DIURNO: 80 h30. TRABALHOS NA LINHA DE FOGO - OBUSEIROS - Apresentados, ao militar, uma peça com o aparelho de pontaria desajustado, o material necessá- rio à verificação e ajustagem e um ponto no terreno, afastado de 2000 m. - O instrutor escolherá aleatoria- mente os militares, para que, in- dividualmente, realizem a tarefa. - Verificar e ajustar o apa- relho de pontaria. - O militar deverá realizar a veri- ficação e a ajustagem do apare- lho de pontaria na seqüência correta e de modo preciso. - O instrutor verificará as opera- ções à medida que forem sen- do realizadas, a fim de poder verificar a precisão da ajusta- gem. Q-409 (AC) - Citar a finalidade dos processos de verificação dos aparelhos de ponta- ria. - Realizar a verificação do aparelho de pontaria. - Ajustar os aparelhos de pontaria. 8. Verificação e ajustagem do aparelho de pontaria a. Processos de verificação e ajustagem do aparelho de pontaria b. Finalidade; e c. Seqüência das operações.
  • 141. 144.00 OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO SUGESTÕES PARA TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS INTERMEDIÁRIOS TEMPO ESTIMADO DIURNO: 80 h30. TRABALHOS NA LINHA DE FOGO - OBUSEIROS - O militar deverá realizar, corre- tamente, todos os procedimen- tos na pontaria utilizando correções especiais. - Apresentada, ao militar, uma peça com a pontaria recíproca concluí- da. - O instrutor emitirá uma série de 5 (cinco) comandos que conte- nham correções especiais. Q-412 (AC) - Conservar a pontaria com as balizas desalinha- das. - Realinhar as balizas. - O militar deverá realizar, corre- tamente, as operações neces- sárias à conservação da ponta- ria e o realinhamento das bali- zas. Q-411 (AC) - Apresentada, ao militar, uma peça apontada, mas com as balizas de- salinhadas. - O instrutor determinará que seja feita a conservação da pontaria. - Após a verificação da conserva- ção da pontaria, o instrutor deter- minará que seja feita o realinha- mento das balizas. 4. Desalinhamento das balizas a. Causas; b. Conservação da pontaria; e c. Procedimentos para o realinhamento das balizas. - Citar as causas que acarretam o desalinhamento das balizas. - Descrever os procedimentos para a conservação da pontaria com as balizas desalinhadas e para o reali- nhamento das mesmas. - Apresentada uma peça, guarne- cida por militares, com a pontaria inicial concluída e a munição de manejo disposta na posição. - O instrutor dará comandos para 5 (cinco) missões de tiro. - Após o “pronto” da peça em cada missão o instrutor fará uma veri- ficação da pontaria. - Duas missões de tiro deverão ser dadas de modo que o instrutor tenha condições de observar as inspeções da câmara e da alma do tubo a serem realizados pelo mili- tar. - Em cada uma das missões have- rá um rodízio de funções. - Participar das operações para execução do tiro in- direto. - As operações para execução do tiro indireto deverão ser rea- lizadas pela guarnição da peça, no máximo, em 1 minuto e 30 segundos. - Cada militar deverá executar as operações inerentes à sua fun- ção de forma correta. Q-410 (HT) - Realizar a pontaria da peça utilizando correções especiais. 5. Procedimentos do Apontador no tiro com correções especiais a. Tiro de Ceifa; b. Variação do feixe; e c. Tiro por zona. - Executar a pontaria da peça utili- zando correções especiais. II.TIROINDIRETO 1. Comandos de tiro a. Comandos iniciais; e b. Comandos subsequentes. 2. Elementos e seqüência dos comandos de tiro - Relativos à missão, à muni- ção e à pontaria. 3. Ações dos serventes da peça durante a realização do tiro indi- reto a. Registro dos elementos de tiro; b. Conservação da pontaria; c. Preparação da munição; d. Carregamento da peça; e. Disparo; e f. Inspeção da câmara e da alma. - Classificar os comandos de tiro. - Citar os elementos dos comandos de tiro na seqüência correta. - Registrar os elementos de tiro. - Fazer a pontaria correspondente aos novos registros. - Fazer o carregamento da peça. - Citar as alterações possíveis de ocorrerem na câmara e na alma do tubo e que possam impedir ou dificul- tar o carregamento da peça. - Disparar a peça e realizar as ações subseqüentes a esse ato.
  • 142. 145.00 OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO SUGESTÕES PARA TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS INTERMEDIÁRIOS TEMPO ESTIMADO DIURNO: 80 h30. TRABALHOS NA LINHA DE FOGO - OBUSEIROS - O militar deverá indicar, corre- tamente, a prioridade dos alvos apresentados. - No terreno, o militar será coloca- do em um local que simboliza a posição de tiro de uma peça - Em seguida , o instrutor delimi- tará uma faixa do terreno que cor- responda ao setor de tiro daquela peça e possibilite o aparecimento de alvos compensadores para o tiro direto. Q-415 (AC) - Confeccionar um cartão de alcance. - O cartão confeccionado deve- rá: - indicar os pontos prováveis de acesso de blindados inimigos; - estar orientado; - possuir os alcances estima- dos para os pontos; e - representar corretamente os acidentes do terreno. Q-414 (AC) - O militar será colocado em um ponto do terreno corresponden- te à posição de tiro de uma peça. III.TIRODIRETO 1. Zonas de ação para a defesa imediata: - Setores das peças. 2. Cartão de alcance: a. Finalidade; b. Técnica de construção; e c. Processos para avaliação dos alcances. - Caracterizar a importância do setor da peça na defesa imediata da posi- ção de bateria. - Citar a finalidade do cartão de al- cance. - Praticar as técnicas de confecção de um cartão de alcance. - Citar os processos para avaliação dos alcances. - No terreno, o militar será coloca- do em um local que simbolize a posição de tiro de uma peça. - Em seguida, o instrutor delimita- rá uma faixa do terreno que cor- responda ao setor de tiro daquela peça. - O instrutor indicará, ainda, 3 (três) alvos, sendo um à direita e outro à esquerda do setor da peça. - Identificar no terreno o setor de tiro de uma peça. - O militar deverá indicar, corre- tamente, se o alvo está dentro ou fora do setor de sua peça. Q-413 (AC) - Indicar a prioridade para bater os alvos dentro do setor da peça. 3. Escolha dos alvos. - Prioridade dos alvos dentro do setor da peça. - Citar a prioridade para bater os al- vos dentro e fora do setor da peça. - Citar os sistemas de pontaria em- pregados no tiro direto.
  • 143. 146.00 OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO SUGESTÕES PARA TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS INTERMEDIÁRIOS TEMPO ESTIMADO DIURNO: 80 h30. TRABALHOS NA LINHA DE FOGO - OBUSEIROS - As operações para execução do tiro direto deverão ser reali- zadas, no máximo, em 1 (um) minuto. - O militar deverá executar, cor- retamente, todas as ações re- ferente à sua função durante a execução do tiro direto, de acor- do com o sistema utilizado e a técnica de tiro direto do materi- al. - Apresentados uma peça em po- sição de tiro guarnecida por mili- tar, a munição inerte disposta na posição da peça, um alvo fixo e um móvel a uma distância mínima de segurança do material e munição. - O instrutor dará o comando para 4 missões de tiro direto, sendo duas para cada tipo de alvo. - Em cada missão, deverá ser utili- zado um sistema de pontaria (ex- ceto para o L 118 AR). - Após o “pronto da peça” em cada missão para o alvo fixo, o instru- tor fará uma verificação da ponta- ria. - Para o alvo móvel, deverá ser convencionado um sinal de “pa- rar” a fim de que o instrutor faça a verificação. - Em uma das missões haverá um rodízio de funções. Q-417 (TE) 5. Ações dos serventes da peça durante a realização do tiro direto a. Comandos; b. Apontar sobre o alvo; c. Preparo de munição; d. Carregamento; e. Disparo; e f. Reapontar sobre o alvo. - Realizar a pontaria de acordo com direção de deslocamento do alvo. - O Instrutor comporá com os mi- litares as guarnições das peças. - Em seguida, emitirá para cada guarnição dois alertas para o tiro, sobre alvos com pontos diversos, ao redor da posição. - Cada comando emitido pelo ins- trutor deverá corresponder a um sistema de pontaria empregado no tiro direto. - Realizar a pontaria direta sobre um alvo. - O militar deverá citar, correta- mente, os dois tipos de siste- mas de pontaria. - O militar deverá identificar, cor- retamente, os comandos de tiro direto bem como a seqüência correta. - O militar deverá utilizar corre- tamente a decalagem para alvos móveis. Q-416 (TE) - Participar das operações para execução do tiro direto. 4. Pontaria direta a. Sistema de um apontador; b. Sistema de dois apontado- res (exceto para o L 118 AR); c. Pontaria sobre o alvo - Alvo fixo; - Alvo móvel; e - Decalagem. d. Comandos - Características e seqüên- cia dos elementos; e e. Distância mínima de Segu- rança. - Citar as características de cada um dos sistema de pontaria empregados no tiro direto. - Descrever os procedimentos para a execução da pontaria sobre o alvo (fixo e móvel). Identificar os componentes do co- mando para o tiro direto. - Retirar de um comando para tiro di- reto, os elementos necessários a cada função do servente da peça (no sistema de um ou dois apontado- res).
  • 144. 147.00 OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO SUGESTÕES PARA TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS INTERMEDIÁRIOS TEMPO ESTIMADO DIURNO: 80 h30. TRABALHOS NA LINHA DE FOGO - OBUSEIROS - Este OII deverá ser cumprido ao final da IIQ com o subsistema li- nha de fogo integrado aos subsistemas direção de tiro, to- pografia, observação e comunica- ções e dentro do contexto de exer- cício de prática coletiva fora de si- tuação. - A LF será formada com todo o material necessário e cumprirá pelo menos 10 missões de tiro simuladas. - Sempre que possível deverá ser utilizado o Dispositivo de Treina- mento (DT 14,5 mm) e (ou) simula- dores. - Realizar missões de tiro simuladas. - Os militares deverão realizar, corretamente, todas as ações referentes às suas respectivas funções, de modo a permitir que o subsistema realize cada mis- são de tiro simulado em um tempo semelhante ao tempo previsto para a execução do tiro real. Q-418 (TE) - Ocupar, camuflar e organizar a po- sição. - Praticar os processos de pontaria inicial (diurna e noturna). - Realizar mudanças na pontaria. - Registrar correções especiais nos elementos de tiro. - Praticar o preparo da munição. IV. PRÁTICA DE MISSÕES DE TI- ROS SIMULADOS 1. Montagem do Subsistema Li- nha de Fogo - Execução de tiros simulados abrangendo: REOP, pontaria ini- cial, preparo da posição e cum- primento de missões de tiro em diferentes posições. V.TAREFASESPECÍFICAS 1. Equipamento de guindagem a. Finalidade; b. Componentes; e c. Procedimentos de seguran- ça. - Citar a finalidade do equipamento de guindagem. - Identificar os locais de ancoragem dos tirantes do equipamento de guin- dagem. - Identificar os procedimentos de se- gurança para utilização de aerona- ve. - Apresentados uma peça e um equipamento de helitransporte. - Preparar a peça para o helitransporte. (M 56 AR e L 118 AR) - O militar deverá instalar, corretamente, todos os compo- nentes do equipamento de guindagem na peça. Q-419 (HT) 2. Equipamento de Transporte Fluvial a. Finalidade; b. Componentes; e c. Procedimentos de seguran- ça. - Apresentadas uma peça e uma embarcação - Preparar a peça para o Transporte e tiro fluvial. (M 56 AR) Q-420 (HT) - Conhecer a técnica de arrumação da peça. - Identificar o equipamento de trans- porte fluvial. - Identificar os procedimentos de se- gurança para utilização de aerona- ve. - O militar deverá instalar reali- zar os procedimentos referen- tes à preparação da peça para o transporte e tiro fluvial.