O documento discute o princípio da beneficência e da não-maleficência na Declaração Universal de Bioética e Direitos Humanos. Deve-se maximizar os benefícios e minimizar qualquer dano possível aos pacientes e sujeitos de pesquisa. A beneficência envolve ajudar os outros e evitar danos, enquanto a não-maleficência significa não causar dano.