Dentes inclusos
 É aquele que não conseguiu erupcionar na arcada
dentária dentro do tempo esperado.
 Ele se torna impactado devido aos dentes
adjacentes, recobrimento por osso denso, excesso
de tecido mole, ou uma anormalidade genética que
evita a erupção.
 Os terceiros molares maxilares e mandibulares
seguidos pelos caninos maxilares e pré-molares
mandilulares são os dentes impactados mais
comuns.
Dentes inclusos
 Todos os dentes impactados devem ser
removidos a menos que essa remoção seja
contra indicada.
 A remoção deve ser realizada tão logo o
diagnostico seja feito.
 A idade media para completar a erupção dos 3
molares e 20 anos, entretanto, a erupção pode
continuar a idade dos 25 anos(particularmente
em homens).
Dentes inclusos
Dentes inclusos
 Dentes erupcionados adjacentes a dentes
impactados são predispostos à doença periodontal
 Devido à grande dificuldade da superfície do dente
ser mantida limpa em seu aspecto distal do último
dente da arcada
 Inflamação gengival com migração apical da junção
gengival na face distal do segundo molar,
gengivite, bolsas periodontais profundas
Perda óssea resultante da
presença do terceiro
molar
 Pacientes com terceiros
molares
 inferiores impactados
freqüentemente têm bolsas
periodontais profundas na
região distal do segundo
molar, ainda que tenham
profundidade sulcular
normal no restante da boca.
 O problema periodontal
acelerado que resulta da
impactação do terceiro
molar é especialmente sério
na maxila.
Grave perda óssea resultante
de doença periodontal e do terceiro
molar
 Pela remoção precoce
de terceiros molares
impactados, a doença
periodontal pode ser
prevenida e a
probabilidade de
reparo ósseo e
preenchimento ósseo
ideal na área
previamente ocupada.
 Quando um terceiro
molar está impactado
ou parcialmente
impactado,a região
distal do segundo
molar pode ser
exposta a bactérias
que causam a cárie
dentária. Igualmente
 Quando a raiz está parcialmente impactada com
grande quantidade de tecido mole (conhecido
como opérculo)em excesso na superfície axial e
oclusal
 Se as defesas do hospedeiro estão comprometidas
(gripe ou uma infecção das vias aéreas superiores,
ou em decorrência de drogas
imunocomprometedoras),a infecção pode ocorrer
 O tecido mole pode ser traumatizado e inchado
 Pericoronite é o acúmulo de comida embaixo do
opérculo. (Estreptococos)
 Inicialmente tratada por limpeza mecânica com
solução para irrigação com peróxido de
hidrogênio.
 A intensidade da infecção varia, o tratamento e a
conduta.
 Moderado a agressivo
INFECÇÃO MODERADA
INFECÇÃO MAIS GRAVE
 Irrigação e a
curetagem pelo
dentista,
 Algumas irrigações
caseiras pelo próprio
paciente, quase
sempre são suficientes.
 O dentista deve
considerar,
imediatamente, a
extração
 Irrigação local.
 Para pacientes que têm
 edema local,
 dor,
 trismo
 baixo grau de febre
o dentista deve considerar a administração de um
antibiótico, juntamente com a irrigação aplicada
sob pressão,e a extração
Dentes inclusos
 A prevenção da pericoronite pode ser alcançada
pela remoção de terceiros molares impactados
antes que eles atravessem a mucosa oral e se
tornem visíveis
 Um dente impactado causa pressão suficiente na
raiz de um dente adjacente a ponto de causar
reabsorção
 A remoção de dentes impactados pode resultar no
salvamento de dentes adjacentes pela reparação do
cemento.
 Quando o paciente tem uma área edêntula antes de
construir aparelhos protéticos, devem ser extraído
os dentes impactados, pois com o passar do tempo
ocorre reabsorção do processo alveolar, e da
aparência de erupção. Com isso a prótese
comprime o dente impactado que já não possui
muito osso que causa uma ulceração e o início de
uma infecção odontogênica.
 Outro problema que ocorre com a atrofia da
mandibular e que gera um maior risco de fratura
com a extração do dente.
 O tumor odontôgenico mais comum de ocorrer
nessa região é o ameloblastoma.
 A incidência de tumor e cistos odontôgenicos em
volta da coroa dos dentes impactados não é alta.
 Pacientes que se queixam de dor na região
retromolar da mandíbula se o paciente tiver um
dente não erupcionado, a remoção desse dente as
vezes resultará na solução da dor.
 Um terceiro molar impactado na mandíbula ocupa
o espaço que usualmente seria ocupado por osso.
Com isso ocorre maior fratura no local do dente
impactado
 Recomenda-se remoção do terceiro molar antes
que o tratamento ortodôntico seja iniciado
 Uma indicação mais importante para a remoção de
terceiros molares impactados é a preservação da
saúde periodontal do dente adjacente
 Dentes não irrompidos podem erupcionar até os
25 anos.
 Erupção lenta aumenta o risco de pericoronarite.
Dentes inclusos
 Quando os riscos são maiores que o potencial de
benefícios, o procedimento deve ser adiado.
 Contra indicações para a remoção de terceiros
molares impactados envolvem, primariamente, a
condição física do paciente
 A remoção muito precoce de terceiros molares
deve ser adiada até que um correto diagnóstico de
impactação possa ser feito.
 A contra indicação mais comum para a remoção de
dentes impactados é a idade avançada.
Dentes inclusos
 Um paciente de 18 anos pode ter 1 ou 2 dias de desconforto e
edema após a remoção de um dente impactado, enquanto que um
procedimento similar pode resultar em 4 ou 5 dias de recuperação
para um paciente de 50 anos de idade.
 Em paciente mais velhos com mais de 35 anos e com um dente
impactado que não demonstre nenhum sinal de doença e que tem,
radiograficamente, uma camada detectável de recobrimento ósseo o
dente não deve ser removido. O dentista deve fazer
acompanhamento a cada 2 anos para assegurar que nenhuma
conseqüência adversa ocorra.
 Se o dente impactado mostra sinais de formação cística ou doença
periodontal envolvendo o dente adjacente ou o dente impactado, se
um único dente impactado embaixo de uma prótese com fino osso
de recobrimento, ou se tornam sintomáticos como resultado de
infecção, o dente deve ser removido.
 Caso a função cardiovascular ou respiratória do
paciente ou a defesa do hospedeiro para
combater infecções estejam seriamente
comprometidas, ou caso o paciente tenha
sérias coagulopatias adquiridas ou congênitas,
o dente não deve ser extraído.
 Se o dente se tornar sintomático, o cirurgião
deve trabalhar juntamente com o médico do
paciente para planejar a remoção do dente com
o mínimo de sequelas médicas pós-
operatórias.
 Se o dente impactado encontra-se em uma área
onde sua remoção possa arriscar seriamente
nervos adjacentes, dentes, ou pontes protéticas
previamente construídas, pode ser prudente deixar
o dente no local.
 Para pacientes jovens que possam sofrer as
seqüelas de dentes impactados, pode ser
compreensiva a remoção do dente enquanto são
tomadas medidas especiais para prevenir danos as
estruturas adjacentes.
 Para pacientes mais idosos com nenhum sinal
eminente de complicações e ao qual a
probabilidade de alguma complicação é baixa, o
dente impactado não deve ser removido.
 Pacientes que tem um ou mais sintomas
patológicos ou problemas devem ter seus dentes
impactados removidos.
 Na tomada de decisões de como um terceiro molar
deve ser removido, deve-se considerar uma
variedade de fatores:
1- O espaço disponível no arco
2- Condição do dente impactado
3- Idade do paciente
Dentes inclusos
 A remoção de dentes impactados pode ser
relativamente fácil ou extremamente difícil, mesmo
para cirurgiões experientes.
 O fator primário determinante de dificuldade de
remoção é a acessibilidade.
A maioria dos esquemas de classificação é baseada
na análise de radiografias.
1. A radiografia panorâmica mostra a imagem mais
acurada da anatomia da região e é a escolha para
o planejamento de terceiros molares impactados.
2. A radiografia periapical bem posicionada é
adequada, desde que a maior parte do dente
impactado esteja visível junto a importante
anatomia adjacente.
3. A tomografia computadorizada é útil em casos
onde as raízes de terceiros molares inferiores
aparecem muito próximas ou sobrepostas ao
canal alveolar inferior na radiografia panorâmica.
Dentes inclusos
 O plano oclusal do dente impactado está entre o
plano oclusal e a linha cervical do segundo molar.
 Dentes com certas inclinações tem trajetos
feitos para remoção, e dentes com outras
inclinações requerem remoção de
quantidades substanciais de osso.
 Esse sistema de classificação de angulação
promove uma avaliação inicial da dificuldade
das extrações , mas isso não é suficiente para
definir as dificuldades da remoção do molar.
 Conhecida com a que possui mínima dificuldade de
impacção para remoção. O dente impactado de
modo mesioangulado é inclinado em direção ao
segundo molar, em direção ao segundo molar
numa direção mesial
 Quando o longo eixo do terceiro molar é
perpendicular ao segundo molar, o dente
impactado é considerado horizontal. Impacções
horizontais ocorrem com mais freqüências em
aproximadamente 3% de todas as impacções
mandibulares.
Dentes inclusos
 Na impactação vertical, o longo eixo dos dentes
impactados posiciona-se paralelo ao longo eixo do
segundo molar. É a segunda mais freqüente e a
terceira em dificuldade de remoção.
Dentes inclusos
 A impacção distoangular é a que possui o dente
com angulação mais difícil para remoção em
virtude de o dente ter um trajeto de retirada que
ocorre por dentro do ramo mandibular.
 Raramente um dente está em impacção transversal,
uma posição horizontal na direção vestibular ou
lingual
Dentes inclusos
 Outro método para classificar terceiros
molares impactados está baseado na
quantidade de dente impactado que está
coberta com osso no ramo mandibular.
 Esta classificação é conhecida como
classificação de Pell e Gregory e dividimos
ela em 3 classes:
 Se o diâmetro mesiodistal da coroa estiver
completamente anterior á margem anterior
do ramo mandibular será classe I
Dentes inclusos
 Se o dente estiver posicionado
posteriormente de maneira que
aproximadamente metade esteja coberta pelo
ramo, a relação do dente com o ramo será
classe II
Dentes inclusos
 É classificado como classe III quando o dente
está completamente submerso no osso do
ramo mandibular.
Dentes inclusos
 Esse sistema de classificação também era
sugerido Po Pell e Gregory e é chamada de
classificação A, B e C. nessa classificação o
grau de dificuldade é medido pela espessura
do osso de recobrimento ou seja, o grau de
dificuldade aumenta quando a profundidade
do dente impactado também aumenta.
 Torna-se mais difícil de seccioná-lo e de
preparar o ponto de apoio, além de dificultar
a operação
 É aquela na qual a superfície oclusal do dente
impactado está á altura ou próxima do nível
do plano oclusal do segundo molar
Dentes inclusos
 Plano oclusal do dente impactado esta entre
o plano oclusal e a linha cervical do segundo
molar
Dentes inclusos
 O dente impactado está abaixo da linha
cervical do segundo molar!
Dentes inclusos
 A morfologia radicular representa uma função
maior na determinação do grau de dificuldade de
remoção de dentes impactados. Muitos fatores
devem ser considerados quando avaliamos a
estrutura morfológica da raiz.
Dentes inclusos
Dentes inclusos
Dentes inclusos
Dentes inclusos
Se o saco folicular for
grande, muito menos
osso deverá ser
removido, fazendo com
o dente seja extraído
com mais facilidade.
 Pacientes que estão com 18 anos de idade ou menos
tem densidade óssea favorável para remoção do dente.
O osso é menos denso, é mais provável de ser maleável,
se expandir e flexionar u m pouco, permitindo que o
alvéolo seja expandido com alavanca ou por força de
luxação. O osso menos denso é mais fácil de ser
cortado com brocas e pode ser removido mais
rapidamente.
 Pacientes com mais de 35 anos tem osso muito mais
denso portanto suas flexibilidades e habilidades de se
expandirem são reduzidas. Como o osso aumenta na
densidade, isto torna mais difícil a remoção com brocas
e o processo de remoção óssea torna-se mais longo. O
excesso de força utilizado tem maior probabilidade de
fraturar o osso.
 Caso haja espaço entre o segundo molar e o
terceiro molar impactado, a extração será mais
fácil.
 Se o segundo molar possui cárie ou
restauração extensa, ou tenha sido tratado
endodonticamente, o cirurgião deverá ter
atenção para não fraturar a coroa.
 Se o dente estiver em impacção distoangular
ou horizontal, estará em contato direto com o
segundo molar. O cirurgião deverá ser
cauteloso com a pressão das alavancas ou com
a broca ao remover o osso.
 Terceiros molares inferiores impactados
frequentemente tem raízes que estão
superpostas ao canal alveolar inferior nas
radiografias.
 Apesar de o canal estar quase sempre na face
distal do dente, ele ainda pode estar na
proximidade das raízes.
 Se o final da raiz do dente aparece próximo ao
canal alveolar inferior na radiografia, o
cirurgião deve tomar cuidado especial para
evitar lesão ao nervo.
 As companhias de seguro dental separam os tipos
de impacção de terceiros molares em 3 categorias:
1° CATEGORIA
De tecido mole : é quando a
altura do contorno do dente
está acima do nível do osso
alveolar e a porção superficial
do dente está coberta
somente por tecido mole.
2 ° CATEGORIA
Óssea Parcial : é quando a
porção superficial do dente
esta coberta por tecido mole,
mas ao menos uma porção da
altura do contorno do dente
está abaixo do nível do osso
alveolar circunjacente.
3° CATEGORIA
Óssea completa é
completamente revestida
por osso e, que quando se
abre retalho, nenhum
dente é visível
Dentes inclusos
 Os sistemas de terceiros molares superiores
impactados são essencialmente os mesmos que os
utilizados para terceiros molares inferiores.
 Com relação á angulação os três tipos de terceiros
molares maxilares são:
A impacção vertical : Impacção distoangular :
Impacção mesioangular :
 Impacções verticais e distoangulares são menos complexas para remover, já
impacções mesioangulares são de maior dificuldade, porque o osso que
recobre a impacção requer remoção na face posterior e é muito grosso.
 A posição do terceiro molar superior na direção vestibulopalatina também é
importante para a determinação da dificuldade da remoção.
 O acesso na face palatina apresenta riscos a nervos e vasos no forame
palatino.
 Fazer sempre combinação radiográfica e palpação digital clínica, para ajudar
determinar se o terceiro molar superior está na posição vestibulopalatina.
 Se a raiz for fina, não fusionada, com curvatura inadequada, pode causar
dificuldade na remoção
 Deve se checar também o ligamento periodontal, visto que o ligamento
periodontal tem influência na dificuldade da extração
 Observar a densidade óssea, ela está diretamente ligada com a idade do
paciente.
 O folículo cincunjacente á coroa do dente impactado também tem influência
na dificuldade da extração
 Estrutura e posição do seio maxilar, lembrando que o seio maxilar está em
intimo contato com as raízes dos molares e freqüentemente o terceiro molar
superior forma, verdadeiramente, a porção posterior da parede sinusal.
 Neste caso pode resultar em complicações como sinusite
 Na remoção a tuberosidade na parte posterior da maxila pode ser fraturada,
tais fraturas são possíveis quando o osso existente é denso e inelástico,
como acontece nos pacientes mais velhos.
 Terceiros molares superiores, inferiores e canino
maxilar impactados:
 Acesso cirúrgico ao canino impacto :
 Pré-molares inferiores e dentes supranumerários
impactados:
 Auxílio ortodôntico para posicionamento de
canino impactado
 Colocação do Bracket
 5 passos básicos que compõem a técnica:
1. Exposição adequada do dente (retalho)
2. Remoção óssea
3. Odontosecção
4. Remoção do dente
5. Alisamento do osso e irrigação
1. Quantidade de osso removido
2. Odontosecção (avaliar a necessidade e a
quantidade)
3. Remoção excessiva de osso(conseqüências)
 A dificuldade da remoção de
um dente impactado
depende da sua
acessibilidade.
 O retalho mucoperiosteal da
área onde vai ser feita a
remoção do osso de
recobrimento do dente
impactado deve ter uma
dimensão adequada ou
suficiente para permitir a
colocação e a estabilização
de afastadores e
instrumentos para remoção
de osso.
Dentes inclusos
 O mais usado é o
retalho em envelope,
que é mais fácil para
fechar e tem uma
melhor cicatrização
comparada ao retalho
de três ângulos.
 É o retalho em envelope
com uma incisão de
alívio, contudo se o
cirurgião dentista
necessitar de um acesso
maior em regiões mais
apicais, onde pode
ocorrer dilaceração do
retalho em envelope
ocorrida pela força de
tensão, deve-se então
considerar o uso do
retalho de três ângulos.
 A incisão para remoção de terceiros molares
inferiores e superiores é o envelope, mas se o
terceiro molar inferior esta profundamente
submerso no osso e requer uma remoção mais
ampla do mesmo, uma incisão de alivio pode
ser útil (retalho de três ângulos).
 A incisão deve ser planejada de forma que
possa ser fechada sobre o osso íntegro. Isto é
obtido pela extensão pelo menos um dente
anterior ao sitio cirúrgico quando uma incisão
de alivio for usada. A incisão deve evitar
estruturas anatômicas vitais, somente uma
incisão de alivio deve ser usada.
 Após o tecido mole ser elevado e rebatido, fazendo
com o que o campo cirúrgico seja visualizado, o
cirurgião deve fazer um julgamento em relação a
quantidade de osso a ser removido. Em alguns
casos o dente pode ser seccionado com uma broca
e removido sem retirada de osso. Porem na maioria
dos casos alguma remoção óssea é requerida.
Dentes inclusos
 O osso na face oclusal é
removida primeiro para
expor a coroa do dente. A
broca pode ser usada para
remover, o osso entre o
dente e a cortical óssea na
área medular do osso, por
meio de uma manobra
chamada canaleta.
 Para dentes superiores a
remoção óssea é quase
sempre desnecessária, mas
quando preciso o osso é
removido , primeiramente, na
face vestibular do dente,
abaixo da linha cervical, para
expor a coroa clinica inteira.
 As brocas que são usadas
para remoção do osso de
recobrimento variam
conforme a escolha do
cirurgião dentista.
 Uma broca como a de n°8
que é desejável de corte
final e pode ser usada para
desgaste com movimento
de pressão, já a de n°703,
não corta bem, mas a
extremidade remove osso
rapidamente e secciona
dentes prontamente
quando usada na direção
lateral
 Odontosecção permite que porções do dente seja removidas separadamente com
alavancas através da abertura proporcionada pela remoção de osso.
 A direção na qual o dente impactado deve ser dividido depende da angulação do
mesmo.
 O seccionamento dentário é realizado com uma broca e o dente é dividido em 34 em
direção a face lingual.
 Não usar a broca para seccionar o dente de lado a lado,porque poderá atingir o nervo
lingual.
 Inserir uma alavanca reta no desgaste feito pela broca e rotacionar para dividir o dente.
 Depois que uma quantidade suficiente de osso tenha sido removida a metade distal da
coroa é seccionada na canaleta vestibular,logo abaixo da linha cervical,na face distal.
 Essa porção e removida.
 Usar alavanca 301.
 Impacção mesioangular pode ser removida preparando-se um ponto de apoio com a
broca,usando uma alavanca de Crane para elevar o dente do alvéolo .
 Impacção horizontal é a mais difícil de remover.
 Impacção vertical é de difícil remoção
 Remoção óssea e seccionamento são similares na impacção mesioangular,isto é,
remoção do osso nas posições oclusal,vestibular e distal.
 O acesso ao redor do segundo molar mandibular é difícil de obter e requer remoção
substancial de mais osso no lado vestibular e distal.
 O dente mais difícil de remover é a impacção distoangular.
Dentes inclusos
 Raízes fusionadas usa se alavanca de CRYER ou
alavanca RETA.
 Raízes divergentes são seccionadas em dois
pedaços e individualmente removidas.
 Dentes superiores impactados raramente são
seccionados devido ao osso de recobrimento ser
quase sempre fino e relativamente elástico.
 Osso pode ser mais espesso em pacientes mais
velhos.
 Na mandíbula,as alavancas mais usadas são as RETAS,CRYER e
de CRANE.
 Diferença entre a remoção de terceiros molares inferiores
impactados de um dente em outra parte da boca é que quase
nenhuma luxação de dente ocorre com o propósito de expansão
da tábua óssea vestibular ou lingual.
 A aplicação de força excessiva pode resultar fratura ao dente
,com excesso de osso vestibular,do segundo molar adjacente ou
até a fratura completa da mandíbula.
 A retirada de terceiros molares superiores é realizada com
alavancas retas,que luxam o dente de forma distovestibular.
 A ponta da alavanca é inserida na área mesial da linha cervical e
é aplicada força para deslocar o dente na direção
distovestibular.
 O cirurgião deve ser cauteloso,para evitar dano a raiz do
segundo molar superior e uma possível fratura.
 A lima de osso é usada para alisar qualquer ponta
aguçada, em seguida remover todos os fragmentos
de osso particulado e resíduos para fora da ferida,
irrigando sempre com soro fisiológico estéril.
 Uma inspeção completa deve ser realizada antes de
fechar a ferida.
 Checar a hemostasia ,pois hemorragias podem
ocorrer devido a ruptura de alguns vasos e esta
deve ser controlada.
 Hemorragias pós operatória ate certo grau pode
ocorrer mas e quase sempre auto limitante se for
realizada a hemostasia adequada.
 O uso de antibióticos cm a tetraciclina pode ser
usado na prevenção de ocorrência de alveolites.
 O fechamento da incisão de 3 molares geralmente
e primário.
 A sutura inicial deve ser posicionada deve ser
posicionada de um extremo ao outro no tecido
aderido na face posterior do segundo molar.
 Suturas adicionais são posicionadas
posteriormente aquela posição e anteriormente
através da papila,no lado mesial do segundo molar.
 2 ou 3 suturas são necessárias para fechar uma
incisão em envelope.
 Se realizada incisão de alivio ela deve ser fechada
igualmente.
 A remoção do terceiro molar impactado é um procedimento
cirúrgico que normalmente está associado ao grau elevado de
ansiedade do paciente. Envolve barulhos e sensações
desagradáveis
 O uso de um anestésico de longa duração
 Analgésico oral 3 ou 4 dias
 Drogas anti-inflamatórias não esteróides
 Administração de esteróides intravenosos,dose única de 8 mg
de dexametasona antes da cirurgia
 Compressas de gelo no rosto para ajudar a prevenir o edema
pós-operatório
 Antibiótico por alguns por alguns dias depois da cirurgia
 Os pacientes devem ser advertidos de que eles não serão
capazes de abrir suas bocas normalmente depois da
cirurgia(7 a 10 dias após a cirurgia)
Camila Araújo
Camila Fernandes
Dalila Nunes
Fernanda Nunes
Francielle Cristina
Francielle Pithma
Isadora Cardoso
Juliana Araújo
Marianne Gonçalves
Pabline Carvalho

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Dentes inclusos

  • 2.  É aquele que não conseguiu erupcionar na arcada dentária dentro do tempo esperado.
  • 3.  Ele se torna impactado devido aos dentes adjacentes, recobrimento por osso denso, excesso de tecido mole, ou uma anormalidade genética que evita a erupção.  Os terceiros molares maxilares e mandibulares seguidos pelos caninos maxilares e pré-molares mandilulares são os dentes impactados mais comuns.
  • 5.  Todos os dentes impactados devem ser removidos a menos que essa remoção seja contra indicada.  A remoção deve ser realizada tão logo o diagnostico seja feito.  A idade media para completar a erupção dos 3 molares e 20 anos, entretanto, a erupção pode continuar a idade dos 25 anos(particularmente em homens).
  • 8.  Dentes erupcionados adjacentes a dentes impactados são predispostos à doença periodontal  Devido à grande dificuldade da superfície do dente ser mantida limpa em seu aspecto distal do último dente da arcada  Inflamação gengival com migração apical da junção gengival na face distal do segundo molar, gengivite, bolsas periodontais profundas
  • 9. Perda óssea resultante da presença do terceiro molar  Pacientes com terceiros molares  inferiores impactados freqüentemente têm bolsas periodontais profundas na região distal do segundo molar, ainda que tenham profundidade sulcular normal no restante da boca.  O problema periodontal acelerado que resulta da impactação do terceiro molar é especialmente sério na maxila.
  • 10. Grave perda óssea resultante de doença periodontal e do terceiro molar  Pela remoção precoce de terceiros molares impactados, a doença periodontal pode ser prevenida e a probabilidade de reparo ósseo e preenchimento ósseo ideal na área previamente ocupada.
  • 11.  Quando um terceiro molar está impactado ou parcialmente impactado,a região distal do segundo molar pode ser exposta a bactérias que causam a cárie dentária. Igualmente
  • 12.  Quando a raiz está parcialmente impactada com grande quantidade de tecido mole (conhecido como opérculo)em excesso na superfície axial e oclusal  Se as defesas do hospedeiro estão comprometidas (gripe ou uma infecção das vias aéreas superiores, ou em decorrência de drogas imunocomprometedoras),a infecção pode ocorrer
  • 13.  O tecido mole pode ser traumatizado e inchado  Pericoronite é o acúmulo de comida embaixo do opérculo. (Estreptococos)
  • 14.  Inicialmente tratada por limpeza mecânica com solução para irrigação com peróxido de hidrogênio.  A intensidade da infecção varia, o tratamento e a conduta.  Moderado a agressivo
  • 15. INFECÇÃO MODERADA INFECÇÃO MAIS GRAVE  Irrigação e a curetagem pelo dentista,  Algumas irrigações caseiras pelo próprio paciente, quase sempre são suficientes.  O dentista deve considerar, imediatamente, a extração  Irrigação local.
  • 16.  Para pacientes que têm  edema local,  dor,  trismo  baixo grau de febre o dentista deve considerar a administração de um antibiótico, juntamente com a irrigação aplicada sob pressão,e a extração
  • 18.  A prevenção da pericoronite pode ser alcançada pela remoção de terceiros molares impactados antes que eles atravessem a mucosa oral e se tornem visíveis
  • 19.  Um dente impactado causa pressão suficiente na raiz de um dente adjacente a ponto de causar reabsorção  A remoção de dentes impactados pode resultar no salvamento de dentes adjacentes pela reparação do cemento.
  • 20.  Quando o paciente tem uma área edêntula antes de construir aparelhos protéticos, devem ser extraído os dentes impactados, pois com o passar do tempo ocorre reabsorção do processo alveolar, e da aparência de erupção. Com isso a prótese comprime o dente impactado que já não possui muito osso que causa uma ulceração e o início de uma infecção odontogênica.  Outro problema que ocorre com a atrofia da mandibular e que gera um maior risco de fratura com a extração do dente.
  • 21.  O tumor odontôgenico mais comum de ocorrer nessa região é o ameloblastoma.  A incidência de tumor e cistos odontôgenicos em volta da coroa dos dentes impactados não é alta.
  • 22.  Pacientes que se queixam de dor na região retromolar da mandíbula se o paciente tiver um dente não erupcionado, a remoção desse dente as vezes resultará na solução da dor.
  • 23.  Um terceiro molar impactado na mandíbula ocupa o espaço que usualmente seria ocupado por osso. Com isso ocorre maior fratura no local do dente impactado
  • 24.  Recomenda-se remoção do terceiro molar antes que o tratamento ortodôntico seja iniciado
  • 25.  Uma indicação mais importante para a remoção de terceiros molares impactados é a preservação da saúde periodontal do dente adjacente  Dentes não irrompidos podem erupcionar até os 25 anos.  Erupção lenta aumenta o risco de pericoronarite.
  • 27.  Quando os riscos são maiores que o potencial de benefícios, o procedimento deve ser adiado.  Contra indicações para a remoção de terceiros molares impactados envolvem, primariamente, a condição física do paciente
  • 28.  A remoção muito precoce de terceiros molares deve ser adiada até que um correto diagnóstico de impactação possa ser feito.  A contra indicação mais comum para a remoção de dentes impactados é a idade avançada.
  • 30.  Um paciente de 18 anos pode ter 1 ou 2 dias de desconforto e edema após a remoção de um dente impactado, enquanto que um procedimento similar pode resultar em 4 ou 5 dias de recuperação para um paciente de 50 anos de idade.  Em paciente mais velhos com mais de 35 anos e com um dente impactado que não demonstre nenhum sinal de doença e que tem, radiograficamente, uma camada detectável de recobrimento ósseo o dente não deve ser removido. O dentista deve fazer acompanhamento a cada 2 anos para assegurar que nenhuma conseqüência adversa ocorra.  Se o dente impactado mostra sinais de formação cística ou doença periodontal envolvendo o dente adjacente ou o dente impactado, se um único dente impactado embaixo de uma prótese com fino osso de recobrimento, ou se tornam sintomáticos como resultado de infecção, o dente deve ser removido.
  • 31.  Caso a função cardiovascular ou respiratória do paciente ou a defesa do hospedeiro para combater infecções estejam seriamente comprometidas, ou caso o paciente tenha sérias coagulopatias adquiridas ou congênitas, o dente não deve ser extraído.  Se o dente se tornar sintomático, o cirurgião deve trabalhar juntamente com o médico do paciente para planejar a remoção do dente com o mínimo de sequelas médicas pós- operatórias.
  • 32.  Se o dente impactado encontra-se em uma área onde sua remoção possa arriscar seriamente nervos adjacentes, dentes, ou pontes protéticas previamente construídas, pode ser prudente deixar o dente no local.  Para pacientes jovens que possam sofrer as seqüelas de dentes impactados, pode ser compreensiva a remoção do dente enquanto são tomadas medidas especiais para prevenir danos as estruturas adjacentes.  Para pacientes mais idosos com nenhum sinal eminente de complicações e ao qual a probabilidade de alguma complicação é baixa, o dente impactado não deve ser removido.
  • 33.  Pacientes que tem um ou mais sintomas patológicos ou problemas devem ter seus dentes impactados removidos.  Na tomada de decisões de como um terceiro molar deve ser removido, deve-se considerar uma variedade de fatores: 1- O espaço disponível no arco 2- Condição do dente impactado 3- Idade do paciente
  • 35.  A remoção de dentes impactados pode ser relativamente fácil ou extremamente difícil, mesmo para cirurgiões experientes.  O fator primário determinante de dificuldade de remoção é a acessibilidade.
  • 36. A maioria dos esquemas de classificação é baseada na análise de radiografias. 1. A radiografia panorâmica mostra a imagem mais acurada da anatomia da região e é a escolha para o planejamento de terceiros molares impactados. 2. A radiografia periapical bem posicionada é adequada, desde que a maior parte do dente impactado esteja visível junto a importante anatomia adjacente. 3. A tomografia computadorizada é útil em casos onde as raízes de terceiros molares inferiores aparecem muito próximas ou sobrepostas ao canal alveolar inferior na radiografia panorâmica.
  • 38.  O plano oclusal do dente impactado está entre o plano oclusal e a linha cervical do segundo molar.
  • 39.  Dentes com certas inclinações tem trajetos feitos para remoção, e dentes com outras inclinações requerem remoção de quantidades substanciais de osso.  Esse sistema de classificação de angulação promove uma avaliação inicial da dificuldade das extrações , mas isso não é suficiente para definir as dificuldades da remoção do molar.
  • 40.  Conhecida com a que possui mínima dificuldade de impacção para remoção. O dente impactado de modo mesioangulado é inclinado em direção ao segundo molar, em direção ao segundo molar numa direção mesial
  • 41.  Quando o longo eixo do terceiro molar é perpendicular ao segundo molar, o dente impactado é considerado horizontal. Impacções horizontais ocorrem com mais freqüências em aproximadamente 3% de todas as impacções mandibulares.
  • 43.  Na impactação vertical, o longo eixo dos dentes impactados posiciona-se paralelo ao longo eixo do segundo molar. É a segunda mais freqüente e a terceira em dificuldade de remoção.
  • 45.  A impacção distoangular é a que possui o dente com angulação mais difícil para remoção em virtude de o dente ter um trajeto de retirada que ocorre por dentro do ramo mandibular.  Raramente um dente está em impacção transversal, uma posição horizontal na direção vestibular ou lingual
  • 47.  Outro método para classificar terceiros molares impactados está baseado na quantidade de dente impactado que está coberta com osso no ramo mandibular.  Esta classificação é conhecida como classificação de Pell e Gregory e dividimos ela em 3 classes:
  • 48.  Se o diâmetro mesiodistal da coroa estiver completamente anterior á margem anterior do ramo mandibular será classe I
  • 50.  Se o dente estiver posicionado posteriormente de maneira que aproximadamente metade esteja coberta pelo ramo, a relação do dente com o ramo será classe II
  • 52.  É classificado como classe III quando o dente está completamente submerso no osso do ramo mandibular.
  • 54.  Esse sistema de classificação também era sugerido Po Pell e Gregory e é chamada de classificação A, B e C. nessa classificação o grau de dificuldade é medido pela espessura do osso de recobrimento ou seja, o grau de dificuldade aumenta quando a profundidade do dente impactado também aumenta.  Torna-se mais difícil de seccioná-lo e de preparar o ponto de apoio, além de dificultar a operação
  • 55.  É aquela na qual a superfície oclusal do dente impactado está á altura ou próxima do nível do plano oclusal do segundo molar
  • 57.  Plano oclusal do dente impactado esta entre o plano oclusal e a linha cervical do segundo molar
  • 59.  O dente impactado está abaixo da linha cervical do segundo molar!
  • 61.  A morfologia radicular representa uma função maior na determinação do grau de dificuldade de remoção de dentes impactados. Muitos fatores devem ser considerados quando avaliamos a estrutura morfológica da raiz.
  • 66. Se o saco folicular for grande, muito menos osso deverá ser removido, fazendo com o dente seja extraído com mais facilidade.
  • 67.  Pacientes que estão com 18 anos de idade ou menos tem densidade óssea favorável para remoção do dente. O osso é menos denso, é mais provável de ser maleável, se expandir e flexionar u m pouco, permitindo que o alvéolo seja expandido com alavanca ou por força de luxação. O osso menos denso é mais fácil de ser cortado com brocas e pode ser removido mais rapidamente.  Pacientes com mais de 35 anos tem osso muito mais denso portanto suas flexibilidades e habilidades de se expandirem são reduzidas. Como o osso aumenta na densidade, isto torna mais difícil a remoção com brocas e o processo de remoção óssea torna-se mais longo. O excesso de força utilizado tem maior probabilidade de fraturar o osso.
  • 68.  Caso haja espaço entre o segundo molar e o terceiro molar impactado, a extração será mais fácil.  Se o segundo molar possui cárie ou restauração extensa, ou tenha sido tratado endodonticamente, o cirurgião deverá ter atenção para não fraturar a coroa.  Se o dente estiver em impacção distoangular ou horizontal, estará em contato direto com o segundo molar. O cirurgião deverá ser cauteloso com a pressão das alavancas ou com a broca ao remover o osso.
  • 69.  Terceiros molares inferiores impactados frequentemente tem raízes que estão superpostas ao canal alveolar inferior nas radiografias.  Apesar de o canal estar quase sempre na face distal do dente, ele ainda pode estar na proximidade das raízes.  Se o final da raiz do dente aparece próximo ao canal alveolar inferior na radiografia, o cirurgião deve tomar cuidado especial para evitar lesão ao nervo.
  • 70.  As companhias de seguro dental separam os tipos de impacção de terceiros molares em 3 categorias:
  • 71. 1° CATEGORIA De tecido mole : é quando a altura do contorno do dente está acima do nível do osso alveolar e a porção superficial do dente está coberta somente por tecido mole.
  • 72. 2 ° CATEGORIA Óssea Parcial : é quando a porção superficial do dente esta coberta por tecido mole, mas ao menos uma porção da altura do contorno do dente está abaixo do nível do osso alveolar circunjacente.
  • 73. 3° CATEGORIA Óssea completa é completamente revestida por osso e, que quando se abre retalho, nenhum dente é visível
  • 75.  Os sistemas de terceiros molares superiores impactados são essencialmente os mesmos que os utilizados para terceiros molares inferiores.  Com relação á angulação os três tipos de terceiros molares maxilares são:
  • 76. A impacção vertical : Impacção distoangular :
  • 78.  Impacções verticais e distoangulares são menos complexas para remover, já impacções mesioangulares são de maior dificuldade, porque o osso que recobre a impacção requer remoção na face posterior e é muito grosso.  A posição do terceiro molar superior na direção vestibulopalatina também é importante para a determinação da dificuldade da remoção.  O acesso na face palatina apresenta riscos a nervos e vasos no forame palatino.  Fazer sempre combinação radiográfica e palpação digital clínica, para ajudar determinar se o terceiro molar superior está na posição vestibulopalatina.  Se a raiz for fina, não fusionada, com curvatura inadequada, pode causar dificuldade na remoção  Deve se checar também o ligamento periodontal, visto que o ligamento periodontal tem influência na dificuldade da extração  Observar a densidade óssea, ela está diretamente ligada com a idade do paciente.  O folículo cincunjacente á coroa do dente impactado também tem influência na dificuldade da extração  Estrutura e posição do seio maxilar, lembrando que o seio maxilar está em intimo contato com as raízes dos molares e freqüentemente o terceiro molar superior forma, verdadeiramente, a porção posterior da parede sinusal.  Neste caso pode resultar em complicações como sinusite  Na remoção a tuberosidade na parte posterior da maxila pode ser fraturada, tais fraturas são possíveis quando o osso existente é denso e inelástico, como acontece nos pacientes mais velhos.
  • 79.  Terceiros molares superiores, inferiores e canino maxilar impactados:  Acesso cirúrgico ao canino impacto :  Pré-molares inferiores e dentes supranumerários impactados:  Auxílio ortodôntico para posicionamento de canino impactado  Colocação do Bracket
  • 80.  5 passos básicos que compõem a técnica: 1. Exposição adequada do dente (retalho) 2. Remoção óssea 3. Odontosecção 4. Remoção do dente 5. Alisamento do osso e irrigação
  • 81. 1. Quantidade de osso removido 2. Odontosecção (avaliar a necessidade e a quantidade) 3. Remoção excessiva de osso(conseqüências)
  • 82.  A dificuldade da remoção de um dente impactado depende da sua acessibilidade.  O retalho mucoperiosteal da área onde vai ser feita a remoção do osso de recobrimento do dente impactado deve ter uma dimensão adequada ou suficiente para permitir a colocação e a estabilização de afastadores e instrumentos para remoção de osso.
  • 84.  O mais usado é o retalho em envelope, que é mais fácil para fechar e tem uma melhor cicatrização comparada ao retalho de três ângulos.
  • 85.  É o retalho em envelope com uma incisão de alívio, contudo se o cirurgião dentista necessitar de um acesso maior em regiões mais apicais, onde pode ocorrer dilaceração do retalho em envelope ocorrida pela força de tensão, deve-se então considerar o uso do retalho de três ângulos.
  • 86.  A incisão para remoção de terceiros molares inferiores e superiores é o envelope, mas se o terceiro molar inferior esta profundamente submerso no osso e requer uma remoção mais ampla do mesmo, uma incisão de alivio pode ser útil (retalho de três ângulos).  A incisão deve ser planejada de forma que possa ser fechada sobre o osso íntegro. Isto é obtido pela extensão pelo menos um dente anterior ao sitio cirúrgico quando uma incisão de alivio for usada. A incisão deve evitar estruturas anatômicas vitais, somente uma incisão de alivio deve ser usada.
  • 87.  Após o tecido mole ser elevado e rebatido, fazendo com o que o campo cirúrgico seja visualizado, o cirurgião deve fazer um julgamento em relação a quantidade de osso a ser removido. Em alguns casos o dente pode ser seccionado com uma broca e removido sem retirada de osso. Porem na maioria dos casos alguma remoção óssea é requerida.
  • 89.  O osso na face oclusal é removida primeiro para expor a coroa do dente. A broca pode ser usada para remover, o osso entre o dente e a cortical óssea na área medular do osso, por meio de uma manobra chamada canaleta.  Para dentes superiores a remoção óssea é quase sempre desnecessária, mas quando preciso o osso é removido , primeiramente, na face vestibular do dente, abaixo da linha cervical, para expor a coroa clinica inteira.
  • 90.  As brocas que são usadas para remoção do osso de recobrimento variam conforme a escolha do cirurgião dentista.  Uma broca como a de n°8 que é desejável de corte final e pode ser usada para desgaste com movimento de pressão, já a de n°703, não corta bem, mas a extremidade remove osso rapidamente e secciona dentes prontamente quando usada na direção lateral
  • 91.  Odontosecção permite que porções do dente seja removidas separadamente com alavancas através da abertura proporcionada pela remoção de osso.  A direção na qual o dente impactado deve ser dividido depende da angulação do mesmo.  O seccionamento dentário é realizado com uma broca e o dente é dividido em 34 em direção a face lingual.  Não usar a broca para seccionar o dente de lado a lado,porque poderá atingir o nervo lingual.  Inserir uma alavanca reta no desgaste feito pela broca e rotacionar para dividir o dente.  Depois que uma quantidade suficiente de osso tenha sido removida a metade distal da coroa é seccionada na canaleta vestibular,logo abaixo da linha cervical,na face distal.  Essa porção e removida.  Usar alavanca 301.  Impacção mesioangular pode ser removida preparando-se um ponto de apoio com a broca,usando uma alavanca de Crane para elevar o dente do alvéolo .  Impacção horizontal é a mais difícil de remover.  Impacção vertical é de difícil remoção  Remoção óssea e seccionamento são similares na impacção mesioangular,isto é, remoção do osso nas posições oclusal,vestibular e distal.  O acesso ao redor do segundo molar mandibular é difícil de obter e requer remoção substancial de mais osso no lado vestibular e distal.  O dente mais difícil de remover é a impacção distoangular.
  • 93.  Raízes fusionadas usa se alavanca de CRYER ou alavanca RETA.  Raízes divergentes são seccionadas em dois pedaços e individualmente removidas.  Dentes superiores impactados raramente são seccionados devido ao osso de recobrimento ser quase sempre fino e relativamente elástico.  Osso pode ser mais espesso em pacientes mais velhos.
  • 94.  Na mandíbula,as alavancas mais usadas são as RETAS,CRYER e de CRANE.  Diferença entre a remoção de terceiros molares inferiores impactados de um dente em outra parte da boca é que quase nenhuma luxação de dente ocorre com o propósito de expansão da tábua óssea vestibular ou lingual.  A aplicação de força excessiva pode resultar fratura ao dente ,com excesso de osso vestibular,do segundo molar adjacente ou até a fratura completa da mandíbula.  A retirada de terceiros molares superiores é realizada com alavancas retas,que luxam o dente de forma distovestibular.  A ponta da alavanca é inserida na área mesial da linha cervical e é aplicada força para deslocar o dente na direção distovestibular.  O cirurgião deve ser cauteloso,para evitar dano a raiz do segundo molar superior e uma possível fratura.
  • 95.  A lima de osso é usada para alisar qualquer ponta aguçada, em seguida remover todos os fragmentos de osso particulado e resíduos para fora da ferida, irrigando sempre com soro fisiológico estéril.  Uma inspeção completa deve ser realizada antes de fechar a ferida.  Checar a hemostasia ,pois hemorragias podem ocorrer devido a ruptura de alguns vasos e esta deve ser controlada.  Hemorragias pós operatória ate certo grau pode ocorrer mas e quase sempre auto limitante se for realizada a hemostasia adequada.
  • 96.  O uso de antibióticos cm a tetraciclina pode ser usado na prevenção de ocorrência de alveolites.  O fechamento da incisão de 3 molares geralmente e primário.  A sutura inicial deve ser posicionada deve ser posicionada de um extremo ao outro no tecido aderido na face posterior do segundo molar.  Suturas adicionais são posicionadas posteriormente aquela posição e anteriormente através da papila,no lado mesial do segundo molar.  2 ou 3 suturas são necessárias para fechar uma incisão em envelope.  Se realizada incisão de alivio ela deve ser fechada igualmente.
  • 97.  A remoção do terceiro molar impactado é um procedimento cirúrgico que normalmente está associado ao grau elevado de ansiedade do paciente. Envolve barulhos e sensações desagradáveis  O uso de um anestésico de longa duração  Analgésico oral 3 ou 4 dias  Drogas anti-inflamatórias não esteróides  Administração de esteróides intravenosos,dose única de 8 mg de dexametasona antes da cirurgia  Compressas de gelo no rosto para ajudar a prevenir o edema pós-operatório  Antibiótico por alguns por alguns dias depois da cirurgia  Os pacientes devem ser advertidos de que eles não serão capazes de abrir suas bocas normalmente depois da cirurgia(7 a 10 dias após a cirurgia)
  • 98. Camila Araújo Camila Fernandes Dalila Nunes Fernanda Nunes Francielle Cristina Francielle Pithma Isadora Cardoso Juliana Araújo Marianne Gonçalves Pabline Carvalho