XIII CONGRESSO ANUAL DA APNEP Curso de Nutrição para Enfermeiros
CURSO DE NUTRIÇÃO ARTIFICAL:  PARA ENFERMEIROS NUTRIÇÃO ARTIFICAL ENTÉRICA Margarida Oliveira [email_address]
INDICE CURSO DE NUTRIÇÃO ARTIFICAL: PARA ENFERMEIROS REVISÃO DE LITERATURA N.A. 2. CONCEITOS GERAIS 3. NUTRIÇÃO ENTERICA (NE)  4. PROCEDIMENTOS DE ENFERMAGEM ESPECIFICOS 5.  PROTOCOLOS E ALGORITMOS NECESSÁRIOS
OBJECTIVOS DA FORMAÇÃO CURSO DE NUTRIÇÃO ARTIFICAL: PARA ENFERMEIROS Importância da Nutrição Artificial  Entérica.  Impacto é maior na doença crítica. Objectivos do suporte nutricional. Necessidades nutricionais.  Quando, como iniciar e progredir a Nutrição. Vigiar e monitorizar em Enfermagem.
1. REVISÃO DE LITERATURA CURSO DE NUTRIÇÃO ARTIFICAL: PARA ENFERMEIROS Suporte nutricional (SN) é  vital  na recuperação do doente internado.  ( Fulbrook et al, 2007) Administração precoce de SN,  NE  pode  contribuir   tempo de internamento,  taxa de mortalidade, morbilidade,  risco de ulceras de pressão.  (Heyland, 1998);   do risco de infecção;   (Dempsey et al, 1988; Heyland et al, 1998)
1. REVISÃO DE LITERATURA CURSO DE NUTRIÇÃO ARTIFICAL: PARA ENFERMEIROS Desnutrição no doente crítico  (Biolo et al, 2002; Bihary, 1998) Dificuldade na avaliação do estado nutricional do doente crítico;  (Garrard et al, 1996) Interrupções de nutrição entérica evitáveis;  (McClave, 1999; Elpern et al, 2004; O´Leary-Kelly et al,  2005 )
Intervenção Nutricional – BASE Decisão  Avaliação do estado nutricional  + determinação dos objectivos + sintomatologia acompanhante Estratégia nutricional Nutrição oral Nutrição artificial Nutrição tradicional básica adaptada Suplementos Nutrição entérica  Nutrição parentérica Avaliação do risco nutricional
2. CONCEITOS GERAIS CURSO DE NUTRIÇÃO ARTIFICAL: PARA ENFERMEIROS a)  RESPOSTA FISIOLÓGICA AO STRESS:  FASE DE CATABOLISMO    das necessidades calóricas, perda urinária N. Aporte inadequado  gasto das reservas endógenas de proteínas.    massa muscular – degradação proteínas.
2. CONCEITOS GERAIS CURSO DE NUTRIÇÃO ARTIFICAL: PARA ENFERMEIROS b)  AUMENTO DO GASTO ENERGÉTICO Ansiedade Febre Aumento do trabalho respiratório  Dor
2. CONCEITOS GERAIS CURSO DE NUTRIÇÃO ARTIFICAL: PARA ENFERMEIROS c)  CAUSAS MAIS FREQUENTES: inadequada administração da formula (dieta)  ( McClave et al, 1999) sub prescrição pausas freq. ou lenta progressão.  MClave et al (1999)   RG elevados.  (Montejo, 2010) Inicio tardio (após 48 horas).  Heyland (1998) Má tolerância
3.  NUTRIÇÃO ENTÉRICA (NE)  CURSO DE NUTRIÇÃO ARTIFICAL: PARA ENFERMEIROS DEFINIÇÃO Consiste na  administração de uma fórmula  ou produto, pelo  tubo digestivo  através de uma  sonda de alimentação , é o  método de eleição  para administração de nutrição artificial  (Biolo,  et al , 2002; ASPEN 2002)
3.  NUTRIÇÃO ENTÉRICA (NE)  CURSO DE NUTRIÇÃO ARTIFICAL: PARA ENFERMEIROS Tubo digestivo esteja disponível Doente disfagia, por lesões tronco. Consumo < 60% necessidade energéticas INDICAÇÕES
3.  NUTRIÇÃO ENTÉRICA (NE)  CURSO DE NUTRIÇÃO ARTIFICAL: PARA ENFERMEIROS Pancreatite Isquemia intestinal  Oclusão intestinal  Peritonite Choque Diarreia severa,  Vómitos incoercíveis,  HDA CONTRA-INDICAÇÕES
4. PROCEDIMENTOS DE ENFERMAGEM CURSO DE NUTRIÇÃO ARTIFICAL: PARA ENFERMEIROS DX (4/4h) RG 8/8h, ou de 1x/dia. Lavar Sonda 1x turno, e SOS. Verificar cumprimento objectivos nutricionais, ou do protocolo. Substituição de sistemas 24 em 24 h. Higiene oral assídua. Não aditivar as dietas, rejeitar após 24h
4. PROCEDIMENTOS DE ENFERMAGEM CURSO DE NUTRIÇÃO ARTIFICAL: PARA ENFERMEIROS Teste da audição : colocar estetoscópio na altura do estômago e injectar  40 ml de ar sonda, ouvir ruído característico. Aspiração do conteúdo : aspirar com uma seringa o conteúdo gástrico.  Confirma-se verificar conteúdo suco gástrico ou restos alimentares. Despiste de sinais : tosse, cianose e dispneia. CONFIRMAÇÃO DO POSICIONAMENTO DA SONDA
4. PROCEDIMENTOS DE ENFERMAGEM CURSO DE NUTRIÇÃO ARTIFICAL: PARA ENFERMEIROS Via de acesso Administração Vigilância da tolerância
4. PROCEDIMENTOS DE ENFERMAGEM CURSO DE NUTRIÇÃO ARTIFICAL: PARA ENFERMEIROS VIGIAR/ monitorizar MECÂNICAS:  LOCALIZAÇÃO SNG/SOG vias respiratórias, necrose na asa do nariz, obstrução da sonda  GASTROINTESTINAIS:  Estase gástrica, náuseas, vómitos, diarreia, obstipação e distensão abdominal METABÓLICAS:  Hiperglicemia, desidratação   INFECCIOSAS:  Aspiração (pneumonia) , contaminação da nutrição
3.RESPOSTAS  INTELIGENTES CURSO DE NUTRIÇÃO ARTIFICAL: PARA ENFERMEIROS QUESTÕES ??
CURSO DE NUTRIÇÃO ARTIFICAL: PARA ENFERMEIROS Quem deve iniciar a NE? Quando iniciar a NE? Como  administrar a NE? Quantas Kcal/dia? Porquê? QUESTÕES ??
QUESTÕES FREQUENTES? CURSO DE NUTRIÇÃO ARTIFICAL: PARA ENFERMEIROS QUEM? Todos os dts - não sejam capazes ingerir e via oral disponível,  durante 3 dias   (recomendação C) QUANDO? O + precocemente possível,  < 24h até 48h após admissão   (recomendação A)
QUESTÕES FREQUENTES? CURSO DE NUTRIÇÃO ARTIFICAL: PARA ENFERMEIROS COMO? Depende do contexto clínico, tempo de NE, importante definir-se: Naso /orogástrica Requer motilidade/esvaziamento gástrico Trans-pilórica Não há evidencia cientifica significativa  quanto eficácia do Nutrição, via jejunal versus gástrico, em Dt críticos  (recomendação C)
QUESTÕES FREQUENTES? CURSO DE NUTRIÇÃO ARTIFICAL: PARA ENFERMEIROS Abilio Teixeira, 2009 Dietas entéricas Poliméricas* % Kcal totais (Proteínas, Lipidos, HC) Densidade calórica Isocalóricas 15-16, 30-35, 50-55 1-1.05 Kcal/mL Hipercalóricas 15-16, 30-35, 50-55 1.5-1.6 Kcal/mL Hiperproteicas 20, 35-40, 40-45 1.2 Kcal/mL Modificadas Densidade calórica Nutrientes específicos Com fibra insolúvel 1 Kcal/ mL Polissacárido de soja Com fibra solúvel 1 Kcal/ mL Fibra solúvel, Hidrolizado de guar Sem sacarose 0.3 Kcal/mL Hidrolizado de guar “ Imunonutrientes” 1 – 1.5 Kcal/mL Ácidos gordos Ω3, Arginina e/ou glutamina, Nucleótidos
CURSO DE NUTRIÇÃO ARTIFICAL: PARA ENFERMEIROS Dietas Comercial Volume DECE Fresubin original fibra (insolúvel) Nutrison Multifibra Novasource GI control (solúvel) Fresubin HP 1000 ml 1000 ml 500ml 500 ml DECSE Survimed OPD, Peptisorb 500 ml 500 ml DECNP Isosource standard neutro Fresubin original neutro Fresubin original neutro Nutrison standard 500 ml 500 ml 1000 ml 1000 ml
QUESTÕES FREQUENTES? CURSO DE NUTRIÇÃO ARTIFICAL: PARA ENFERMEIROS QUAL?  Dieta padrão:  Polimérica, normoproteíca e normocalórica Objectivo calórico diário (Kcal/dia)? quantidade recomendada deve ser ajustada, de acordo com a progressão da doença e tolerância gastrointestinal. F ase  hipometabolismo 20-25 kcal/kg /dia  F ase hipermetabolismo 25-30 kcal/kg/ dia
QUESTÕES FREQUENTES? CURSO DE NUTRIÇÃO ARTIFICAL: PARA ENFERMEIROS Posicionamento  Gástricas - RX, fluoroscopia/ pH/ orientação endoscópica. Posicionamento percutâneo/cirúrgico -  Botão gastrostomia (PEG),  suporte nutricional Jejunostomia:  Refluxo G E, gastroparesia, pancreatite agentes pro-cinéticos .
RESUMINDO CURSO DE NUTRIÇÃO ARTIFICAL: PARA ENFERMEIROS RG 8/8 h ou 1 x dia >200ml  (McClave,1999) 500ml  (Montejo, 2010) CALIBRE  (10-14Fr) SNG/NasoEnt= curta dur PEG/PEJ = > 3 sem MÉTODOS  ADMINISTR. Contínuo (X ritmo/24 h). Intermitente (vol X/Y h). Bólus (200-300ml/4x/dia TIPO MATERIAL Silicone  (30/30d) Poliuretano (15/15d) DESPISTE COMPLICAÇÕES: Mecânicas GI Metabólicas infecciosas Cuidados Esp. Lavar sonda 1x turno Subst sistema 24h Cabeceira 35-30º
5.  PROTOCOLOS E ALGORITMOS NECESSÁRIOS CURSO DE NUTRIÇÃO ARTIFICAL: PARA ENFERMEIROS Objectivos: Assegurar um aporte nutricional  preservar a massa muscular,  reduzir as perdas de nitrogênio,  evitar a hipo ou hiperalimentação. Uniformizar procedimentos (guia orientação – menos informados). Controlar os custos.  !!!uma tarefa complexa!!
Autores: Dr Anibal Marinho e Enfª Margarida Oliveira, actualização ,2007  HGSA –SCI PROTOCOLO NUTRIÇÃO ARTIFICIAL ENTÉRICA: PRESCRIÇÃO E ESQUEMAS DE ADMINISTRAÇÃO 1º DIA AO 4º DIA = Kcal / 24 horas (20 kcal / kg / dia) Polimérica Isocalórica: 1kcal = 1ml 5º DIA E DIAS SEGUINTES = Kcal / 24 horas (25 kcal / kg / dia) Polimérica hipercalórica: 1,5 kcal = 1ml PESO Kcal  24h DIETA ESQUEMAS DE ADMINISTRAÇÃO 1 ª 8 HORAS 2 ª 8 HORAS 3ª 8 h até 4ºDIA 5º DIA E SEGUINTES ESQUEMA DE PROGRESSÃO 50-55 1050 Fresubin Standard 15 ml/h 30 ml/h 44 ml/h Fresubin HP  36 ml/h Esquema 1 56-60 1150 Fresubin Standard 15 ml/h 30 ml/h 48 ml/h Fresubin HP  40 ml/h Esquema 2 61-65 1250 Fresubin Standard 15 ml/h 30 ml/h 52 ml/h Fresubin HP 43 ml/h Esquema 3 66-69 1350 Fresubin Standard 15 ml/h 30 ml/h 56 ml/h Fresubin HP  46 ml/h Esquema 4 70-75 1450 Fresubin Standard 20 ml/h 40 ml/h 60 ml/h Fresubin HP 50 ml/h Esquema 5 76-79 1550 Fresubin Standard 20 ml/h 40 ml/h 64 ml/h Fresubin HP  53 ml/h Esquema 6  80-85 1650 Fresubin Standard 20 ml/h 40 ml/h 69 ml/h Fresubin HP  57 ml/h Esquema 7  86-89 1750 Fresubin Standard 25 ml/h 50 ml/h 73 ml/h Fresubin HP  60 ml/h Esquema 8  90-95 1850 Fresubin Standard 25 ml/h 50 ml/h 77 ml/h Fresubin HP  51 ml/h Esquema 9  96-99 1950 Fresubin Standard 25 ml/h 50 ml/h 81 ml/h Fresubin HP  54 ml/h Esquema 10  >100 2000 Fresubin Standard 25 ml/h 50 ml/h 84 ml/h Fresubin HP  56 ml/h Esquema 11
Autores: Dr Anibal Marinho e Enfª Margarida Oliveira, actualização ,2007  HGSA –SCI PROTOCOLO NUTRIÇÃO ARTIFICIAL ENTÉRICA: PRESCRIÇÃO E ESQUEMAS DE ADMINISTRAÇÃO 1º DIA AO 4º DIA = Kcal / 24 horas (20 kcal / kg / dia) Polimérica Isocalórica: 1kcal =1ml 5º DIA E DIAS SEGUINTES = Kcal / 24 horas (25 kcal / kg / dia) Polimérica hipercalórica: 1,5 kcal =1ml PESO Kcal  24h DIETA ESQUEMAS DE ADMINISTRAÇÃO 1 ª 8 HORAS 2 ª 8 HORAS 2º E 4º  DIA 5º DIA E SEGUINTES ESQUEMA DE PROGRESSÃO 50-55 1050 Fresubin Standard 15 ml/h 30 ml/h 44 ml/h Fresubin HP  36 ml/h Esquema 1 56-60 1150 Fresubin Standard 15 ml/h 30 ml/h 48 ml/h Fresubin HP  40 ml/h Esquema 2 61-65 1250 Fresubin Standard 15 ml/h 30 ml/h 52 ml/h Fresubin HP 43 ml/h Esquema 3 66-69 1350 Fresubin Standard 15 ml/h 30 ml/h 56 ml/h Fresubin HP  46 ml/h Esquema 4 70-75 1450 Fresubin Standard 20 ml/h 40 ml/h 60 ml/h Fresubin HP 50 ml/h Esquema 5 76-79 1550 Fresubin Standard 20 ml/h 40 ml/h 64 ml/h Fresubin HP  53 ml/h Esquema 6  80-85 1650 Fresubin Standard 20 ml/h 40 ml/h 69 ml/h Fresubin HP  57 ml/h Esquema 7  86-89 1750 Fresubin Standard 25 ml/h 50 ml/h 73 ml/h Fresubin HP  60 ml/h Esquema 8  90-95 1850 Fresubin Standard 25 ml/h 50 ml/h 77 ml/h Fresubin HP  51 ml/h Esquema 9  96-99 1950 Fresubin Standard 25 ml/h 50 ml/h 81 ml/h Fresubin HP  54 ml/h Esquema 10  >100 2000 Fresubin Standard 25 ml/h 50 ml/h 84 ml/h Fresubin HP  56 ml/h Esquema 11
Autores: Dr Anibal Marinho e Enfª Margarida Oliveira, actualização ,2007  HGSA –SCI PROTOCOLO NUTRIÇÃO ARTIFICIAL ENTÉRICA: PRESCRIÇÃO E ESQUEMAS DE ADMINISTRAÇÃO 1º DIA AO 4º DIA = Kcal / 24 horas (20 kcal / kg / dia) Polimérica Isocalórica: 1kcal =1ml 5º DIA E DIAS SEGUINTES = Kcal / 24 horas (25 kcal / kg / dia) Polimérica hipercalórica: 1,5 kcal =1ml PESO Kcal  24h DIETA ESQUEMAS DE ADMINISTRAÇÃO 1 ª 8 HORAS 2 ª 8 HORAS 3º até 4º  DIA 5º DIA E SEGUINTES ESQUEMA DE PROGRESSÃO 50-55 1050 Fresubin Standard 15 ml/h 30 ml/h 44 ml/h Fresubin HP  36 ml/h Esquema 1 56-60 1150 Fresubin Standard 15 ml/h 30 ml/h 48 ml/h Fresubin HP  40 ml/h Esquema 2 61-65 1250 Fresubin Standard 15 ml/h 30 ml/h 52 ml/h Fresubin HP 43 ml/h Esquema 3 66-69 1350 Fresubin Standard 15 ml/h 30 ml/h 56 ml/h Fresubin HP  46 ml/h Esquema 4 70-75 1450 Fresubin Standard 20 ml/h 40 ml/h 60 ml/h Fresubin HP 50 ml/h Esquema 5 76-79 1550 Fresubin Standard 20 ml/h 40 ml/h 64 ml/h Fresubin HP  53 ml/h Esquema 6  80-85 1650 Fresubin Standard 20 ml/h 40 ml/h 69 ml/h Fresubin HP  57 ml/h Esquema 7  86-89 1750 Fresubin Standard 25 ml/h 50 ml/h 73 ml/h Fresubin HP  60 ml/h Esquema 8  90-95 1850 Fresubin Standard 25 ml/h 50 ml/h 77 ml/h Fresubin HP  51 ml/h Esquema 9  96-99 1950 Fresubin Standard 25 ml/h 50 ml/h 81 ml/h Fresubin HP  54 ml/h Esquema 10  >100 2000 Fresubin Standard 25 ml/h 50 ml/h 84 ml/h Fresubin HP  56 ml/h Esquema 11
Autores: Dr Anibal Marinho e Enfª Margarida Oliveira, actualização ,2007  HGSA –SCI PROTOCOLO NUTRIÇÃO ARTIFICIAL ENTÉRICA: PRESCRIÇÃO E ESQUEMAS DE ADMINISTRAÇÃO 1º DIA AO 4º DIA = Kcal / 24 horas (20 kcal / kg / dia) Polimérica Isocalórica: 1kcal =1ml 5º DIA E DIAS SEGUINTES = Kcal / 24 horas (25 kcal / kg / dia) Polimérica hipercalórica: 1,5 kcal =1ml PESO Kcal  24h DIETA ESQUEMAS DE ADMINISTRAÇÃO 1 ª 8 HORAS 2 ª 8 HORAS 2º E 4º  DIA 5º DIA E SEGUINTES ESQUEMA DE PROGRESSÃO 50-55 1050 Fresubin Standard 15 ml/h 30 ml/h 44 ml/h Fresubin HP  36 ml/h Esquema 1 56-60 1150 Fresubin Standard 15 ml/h 30 ml/h 48 ml/h Fresubin HP  40 ml/h Esquema 2 61-65 1250 Fresubin Standard 15 ml/h 30 ml/h 52 ml/h Fresubin HP 43 ml/h Esquema 3 66-69 1350 Fresubin Standard 15 ml/h 30 ml/h 56 ml/h Fresubin HP  46 ml/h Esquema 4 70-75 1450 Fresubin Standard 20 ml/h 40 ml/h 60 ml/h Fresubin HP 50 ml/h Esquema 5 76-79 1550 Fresubin Standard 20 ml/h 40 ml/h 64 ml/h Fresubin HP  53 ml/h Esquema 6  80-85 1650 Fresubin Standard 20 ml/h 40 ml/h 69 ml/h Fresubin HP  57 ml/h Esquema 7  86-89 1750 Fresubin Standard 25 ml/h 50 ml/h 73 ml/h Fresubin HP  60 ml/h Esquema 8  90-95 1850 Fresubin Standard 25 ml/h 50 ml/h 77 ml/h Fresubin HP  51 ml/h Esquema 9  96-99 1950 Fresubin Standard 25 ml/h 50 ml/h 81 ml/h Fresubin HP  54 ml/h Esquema 10  >100 2000 Fresubin Standard 25 ml/h 50 ml/h 84 ml/h Fresubin HP  56 ml/h Esquema 11
Autores: Dr Anibal Marinho e Enfª Margarida Oliveira, actualização ,2007  HGSA –SCI PROTOCOLO NUTRIÇÃO ARTIFICIAL ENTÉRICA: PRESCRIÇÃO E ESQUEMAS DE ADMINISTRAÇÃO 1º DIA AO 4º DIA = Kcal / 24 horas (20 kcal / kg / dia) Polimérica Isocalórica: 1kcal =1ml 5º DIA E DIAS SEGUINTES = Kcal / 24 horas (25 kcal / kg / dia) Polimérica hipercalórica: 1,5 kcal =1ml PESO Kcal  24h DIETA ESQUEMAS DE ADMINISTRAÇÃO 1 ª 8 HORAS 2 ª 8 HORAS 3º ate 4º  DIA 5º DIA E SEGUINTES ESQUEMA DE PROGRESSÃO 50-55 1050 Fresubin Standard 15 ml/h 30 ml/h 44 ml/h Fresubin HP  36 ml/h Esquema 1 56-60 1150 Fresubin Standard 15 ml/h 30 ml/h 48 ml/h Fresubin HP  40 ml/h Esquema 2 61-65 1250 Fresubin Standard 15 ml/h 30 ml/h 52 ml/h Fresubin HP 43 ml/h Esquema 3 66-69 1350 Fresubin Standard 15 ml/h 30 ml/h 56 ml/h Fresubin HP  46 ml/h Esquema 4 70-75 1450 Fresubin Standard 20 ml/h 40 ml/h 60 ml/h Fresubin HP 50 ml/h Esquema 5 76-79 1550 Fresubin Standard 20 ml/h 40 ml/h 64 ml/h Fresubin HP  53 ml/h Esquema 6  80-85 1650 Fresubin Standard 20 ml/h 40 ml/h 69 ml/h Fresubin HP  57 ml/h Esquema 7  86-89 1750 Fresubin Standard 25 ml/h 50 ml/h 73 ml/h Fresubin HP  60 ml/h Esquema 8  90-95 1850 Fresubin Standard 25 ml/h 50 ml/h 77 ml/h Fresubin HP  51 ml/h Esquema 9  96-99 1950 Fresubin Standard 25 ml/h 50 ml/h 81 ml/h Fresubin HP  54 ml/h Esquema 10  >100 2000 Fresubin Standard 25 ml/h 50 ml/h 84 ml/h Fresubin HP  56 ml/h Esquema 11
NUTRIÇÃO ENTÉRICA (Segundo o ESQUEMA indicado) Avaliar o  Resíduo Gástrico Antes de progredir o esquema  Avaliar RG após 4 h RG  <200 ml RG  › 200 ml Avisar o médico; Mantém o mesmo ritmo; Avaliar RG após 4 horas; Avisar o médico; Administrar METOCLOPRAMIDA, 1amp., EV Suspende NE por 4 horas Reiniciar NE a 10ml. Suspende NE, por 4 h. E se RG <200 ml Reinicia NAE ao ritmo + baixo. Aumenta o ritmo segundo o esquema prescrito. Aumenta o ritmo segundo o esquema prescrito. Após  terminus  da progressão avaliar RG turno da tarde e SOS Dr Anibal Marinho, Margarida Oliveira, 2006 NUTRIÇÃO ARTIFICIAL ENTÉRICA: ALGORITMO DE TOLERÂNCIA GÁSTRICA RG  <200 ml RG  › 200 ml RG  <200 ml RG  › 200 ml
RESULTADOS DO PROTOCOLO CURSO DE NUTRIÇÃO ARTIFICAL: PARA ENFERMEIROS Verificou-se um aumento da carga calórica fornecida ao doente critico, , nos primeiros 10 dias de internamento. Fornecimento +  22 kcal/kg/dia. Evidenciando a necessidade da existência de protocolo.
ALTERAÇÃO DO DÉBITO DE ADMINISTRAÇÃO:   Ter em atenção às mudanças dos ritmos de perfusão, desenvolver estratégias para evitar esquecimentos. ALTERAÇÃO DA DIETA PRESCRITA: Evitar a falta de  Produto ou dieta,  Rever possibilidade de existir  ou ajustar stocks. DIETA PRESCRITA Ter em atenção às Kcal prescritas. CUIDADOS A TER EM ATENÇÃO
CUIDADOS A TER EM ATENÇÃO Nutrison ST     Nutrison Intensive Kcal  1,0 Kcal / ml  1,25 Kcal / ml Proteinas  4gr / 100 ml   6,2 gr / 100 m Ter em atenção às Kcal prescritas.
Atenção ao objectivo do uso das FIBRAS Nutrison Multifibra Precitene GI Control Fibra solúvel e insolúvel Fibra  solúvel Regularizador do trânsito Objectivo: Tratar a Obstipação Objectivo: Tratar a Diarreia
REFERENCIA BIBLIOGRÁFICAS CURSO DE NUTRIÇÃO ARTIFICAL: PARA ENFERMEIROS Montejo , Minambres, Bordeje, et al (2010) Volume gástrico residual durante a nutrição enteral em pacientes de UTI: o estudo REGANE.  Intensive Care Med.  36  (8) :1386-93  (2010) Oliveira , M. et al (2009). Suporte Nutricional no doente crítico. APNEP, 3(1): 162.
3.RESPOSTAS  INTELIGENTES CURSO DE NUTRIÇÃO ARTIFICAL: PARA ENFERMEIROS

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3. nutrição entérica

  • 1. XIII CONGRESSO ANUAL DA APNEP Curso de Nutrição para Enfermeiros
  • 2. CURSO DE NUTRIÇÃO ARTIFICAL: PARA ENFERMEIROS NUTRIÇÃO ARTIFICAL ENTÉRICA Margarida Oliveira [email_address]
  • 3. INDICE CURSO DE NUTRIÇÃO ARTIFICAL: PARA ENFERMEIROS REVISÃO DE LITERATURA N.A. 2. CONCEITOS GERAIS 3. NUTRIÇÃO ENTERICA (NE) 4. PROCEDIMENTOS DE ENFERMAGEM ESPECIFICOS 5. PROTOCOLOS E ALGORITMOS NECESSÁRIOS
  • 4. OBJECTIVOS DA FORMAÇÃO CURSO DE NUTRIÇÃO ARTIFICAL: PARA ENFERMEIROS Importância da Nutrição Artificial Entérica. Impacto é maior na doença crítica. Objectivos do suporte nutricional. Necessidades nutricionais. Quando, como iniciar e progredir a Nutrição. Vigiar e monitorizar em Enfermagem.
  • 5. 1. REVISÃO DE LITERATURA CURSO DE NUTRIÇÃO ARTIFICAL: PARA ENFERMEIROS Suporte nutricional (SN) é vital na recuperação do doente internado. ( Fulbrook et al, 2007) Administração precoce de SN, NE pode contribuir tempo de internamento, taxa de mortalidade, morbilidade, risco de ulceras de pressão. (Heyland, 1998); do risco de infecção; (Dempsey et al, 1988; Heyland et al, 1998)
  • 6. 1. REVISÃO DE LITERATURA CURSO DE NUTRIÇÃO ARTIFICAL: PARA ENFERMEIROS Desnutrição no doente crítico (Biolo et al, 2002; Bihary, 1998) Dificuldade na avaliação do estado nutricional do doente crítico; (Garrard et al, 1996) Interrupções de nutrição entérica evitáveis; (McClave, 1999; Elpern et al, 2004; O´Leary-Kelly et al, 2005 )
  • 7. Intervenção Nutricional – BASE Decisão Avaliação do estado nutricional + determinação dos objectivos + sintomatologia acompanhante Estratégia nutricional Nutrição oral Nutrição artificial Nutrição tradicional básica adaptada Suplementos Nutrição entérica Nutrição parentérica Avaliação do risco nutricional
  • 8. 2. CONCEITOS GERAIS CURSO DE NUTRIÇÃO ARTIFICAL: PARA ENFERMEIROS a) RESPOSTA FISIOLÓGICA AO STRESS: FASE DE CATABOLISMO  das necessidades calóricas, perda urinária N. Aporte inadequado gasto das reservas endógenas de proteínas.  massa muscular – degradação proteínas.
  • 9. 2. CONCEITOS GERAIS CURSO DE NUTRIÇÃO ARTIFICAL: PARA ENFERMEIROS b) AUMENTO DO GASTO ENERGÉTICO Ansiedade Febre Aumento do trabalho respiratório Dor
  • 10. 2. CONCEITOS GERAIS CURSO DE NUTRIÇÃO ARTIFICAL: PARA ENFERMEIROS c) CAUSAS MAIS FREQUENTES: inadequada administração da formula (dieta) ( McClave et al, 1999) sub prescrição pausas freq. ou lenta progressão. MClave et al (1999) RG elevados. (Montejo, 2010) Inicio tardio (após 48 horas). Heyland (1998) Má tolerância
  • 11. 3. NUTRIÇÃO ENTÉRICA (NE) CURSO DE NUTRIÇÃO ARTIFICAL: PARA ENFERMEIROS DEFINIÇÃO Consiste na administração de uma fórmula ou produto, pelo tubo digestivo através de uma sonda de alimentação , é o método de eleição para administração de nutrição artificial (Biolo, et al , 2002; ASPEN 2002)
  • 12. 3. NUTRIÇÃO ENTÉRICA (NE) CURSO DE NUTRIÇÃO ARTIFICAL: PARA ENFERMEIROS Tubo digestivo esteja disponível Doente disfagia, por lesões tronco. Consumo < 60% necessidade energéticas INDICAÇÕES
  • 13. 3. NUTRIÇÃO ENTÉRICA (NE) CURSO DE NUTRIÇÃO ARTIFICAL: PARA ENFERMEIROS Pancreatite Isquemia intestinal Oclusão intestinal Peritonite Choque Diarreia severa, Vómitos incoercíveis, HDA CONTRA-INDICAÇÕES
  • 14. 4. PROCEDIMENTOS DE ENFERMAGEM CURSO DE NUTRIÇÃO ARTIFICAL: PARA ENFERMEIROS DX (4/4h) RG 8/8h, ou de 1x/dia. Lavar Sonda 1x turno, e SOS. Verificar cumprimento objectivos nutricionais, ou do protocolo. Substituição de sistemas 24 em 24 h. Higiene oral assídua. Não aditivar as dietas, rejeitar após 24h
  • 15. 4. PROCEDIMENTOS DE ENFERMAGEM CURSO DE NUTRIÇÃO ARTIFICAL: PARA ENFERMEIROS Teste da audição : colocar estetoscópio na altura do estômago e injectar 40 ml de ar sonda, ouvir ruído característico. Aspiração do conteúdo : aspirar com uma seringa o conteúdo gástrico. Confirma-se verificar conteúdo suco gástrico ou restos alimentares. Despiste de sinais : tosse, cianose e dispneia. CONFIRMAÇÃO DO POSICIONAMENTO DA SONDA
  • 16. 4. PROCEDIMENTOS DE ENFERMAGEM CURSO DE NUTRIÇÃO ARTIFICAL: PARA ENFERMEIROS Via de acesso Administração Vigilância da tolerância
  • 17. 4. PROCEDIMENTOS DE ENFERMAGEM CURSO DE NUTRIÇÃO ARTIFICAL: PARA ENFERMEIROS VIGIAR/ monitorizar MECÂNICAS: LOCALIZAÇÃO SNG/SOG vias respiratórias, necrose na asa do nariz, obstrução da sonda GASTROINTESTINAIS: Estase gástrica, náuseas, vómitos, diarreia, obstipação e distensão abdominal METABÓLICAS: Hiperglicemia, desidratação INFECCIOSAS: Aspiração (pneumonia) , contaminação da nutrição
  • 18. 3.RESPOSTAS INTELIGENTES CURSO DE NUTRIÇÃO ARTIFICAL: PARA ENFERMEIROS QUESTÕES ??
  • 19. CURSO DE NUTRIÇÃO ARTIFICAL: PARA ENFERMEIROS Quem deve iniciar a NE? Quando iniciar a NE? Como administrar a NE? Quantas Kcal/dia? Porquê? QUESTÕES ??
  • 20. QUESTÕES FREQUENTES? CURSO DE NUTRIÇÃO ARTIFICAL: PARA ENFERMEIROS QUEM? Todos os dts - não sejam capazes ingerir e via oral disponível, durante 3 dias (recomendação C) QUANDO? O + precocemente possível, < 24h até 48h após admissão (recomendação A)
  • 21. QUESTÕES FREQUENTES? CURSO DE NUTRIÇÃO ARTIFICAL: PARA ENFERMEIROS COMO? Depende do contexto clínico, tempo de NE, importante definir-se: Naso /orogástrica Requer motilidade/esvaziamento gástrico Trans-pilórica Não há evidencia cientifica significativa quanto eficácia do Nutrição, via jejunal versus gástrico, em Dt críticos (recomendação C)
  • 22. QUESTÕES FREQUENTES? CURSO DE NUTRIÇÃO ARTIFICAL: PARA ENFERMEIROS Abilio Teixeira, 2009 Dietas entéricas Poliméricas* % Kcal totais (Proteínas, Lipidos, HC) Densidade calórica Isocalóricas 15-16, 30-35, 50-55 1-1.05 Kcal/mL Hipercalóricas 15-16, 30-35, 50-55 1.5-1.6 Kcal/mL Hiperproteicas 20, 35-40, 40-45 1.2 Kcal/mL Modificadas Densidade calórica Nutrientes específicos Com fibra insolúvel 1 Kcal/ mL Polissacárido de soja Com fibra solúvel 1 Kcal/ mL Fibra solúvel, Hidrolizado de guar Sem sacarose 0.3 Kcal/mL Hidrolizado de guar “ Imunonutrientes” 1 – 1.5 Kcal/mL Ácidos gordos Ω3, Arginina e/ou glutamina, Nucleótidos
  • 23. CURSO DE NUTRIÇÃO ARTIFICAL: PARA ENFERMEIROS Dietas Comercial Volume DECE Fresubin original fibra (insolúvel) Nutrison Multifibra Novasource GI control (solúvel) Fresubin HP 1000 ml 1000 ml 500ml 500 ml DECSE Survimed OPD, Peptisorb 500 ml 500 ml DECNP Isosource standard neutro Fresubin original neutro Fresubin original neutro Nutrison standard 500 ml 500 ml 1000 ml 1000 ml
  • 24. QUESTÕES FREQUENTES? CURSO DE NUTRIÇÃO ARTIFICAL: PARA ENFERMEIROS QUAL? Dieta padrão: Polimérica, normoproteíca e normocalórica Objectivo calórico diário (Kcal/dia)? quantidade recomendada deve ser ajustada, de acordo com a progressão da doença e tolerância gastrointestinal. F ase hipometabolismo 20-25 kcal/kg /dia F ase hipermetabolismo 25-30 kcal/kg/ dia
  • 25. QUESTÕES FREQUENTES? CURSO DE NUTRIÇÃO ARTIFICAL: PARA ENFERMEIROS Posicionamento Gástricas - RX, fluoroscopia/ pH/ orientação endoscópica. Posicionamento percutâneo/cirúrgico - Botão gastrostomia (PEG), suporte nutricional Jejunostomia: Refluxo G E, gastroparesia, pancreatite agentes pro-cinéticos .
  • 26. RESUMINDO CURSO DE NUTRIÇÃO ARTIFICAL: PARA ENFERMEIROS RG 8/8 h ou 1 x dia >200ml (McClave,1999) 500ml (Montejo, 2010) CALIBRE (10-14Fr) SNG/NasoEnt= curta dur PEG/PEJ = > 3 sem MÉTODOS ADMINISTR. Contínuo (X ritmo/24 h). Intermitente (vol X/Y h). Bólus (200-300ml/4x/dia TIPO MATERIAL Silicone (30/30d) Poliuretano (15/15d) DESPISTE COMPLICAÇÕES: Mecânicas GI Metabólicas infecciosas Cuidados Esp. Lavar sonda 1x turno Subst sistema 24h Cabeceira 35-30º
  • 27. 5. PROTOCOLOS E ALGORITMOS NECESSÁRIOS CURSO DE NUTRIÇÃO ARTIFICAL: PARA ENFERMEIROS Objectivos: Assegurar um aporte nutricional preservar a massa muscular, reduzir as perdas de nitrogênio, evitar a hipo ou hiperalimentação. Uniformizar procedimentos (guia orientação – menos informados). Controlar os custos.  !!!uma tarefa complexa!!
  • 28. Autores: Dr Anibal Marinho e Enfª Margarida Oliveira, actualização ,2007 HGSA –SCI PROTOCOLO NUTRIÇÃO ARTIFICIAL ENTÉRICA: PRESCRIÇÃO E ESQUEMAS DE ADMINISTRAÇÃO 1º DIA AO 4º DIA = Kcal / 24 horas (20 kcal / kg / dia) Polimérica Isocalórica: 1kcal = 1ml 5º DIA E DIAS SEGUINTES = Kcal / 24 horas (25 kcal / kg / dia) Polimérica hipercalórica: 1,5 kcal = 1ml PESO Kcal 24h DIETA ESQUEMAS DE ADMINISTRAÇÃO 1 ª 8 HORAS 2 ª 8 HORAS 3ª 8 h até 4ºDIA 5º DIA E SEGUINTES ESQUEMA DE PROGRESSÃO 50-55 1050 Fresubin Standard 15 ml/h 30 ml/h 44 ml/h Fresubin HP 36 ml/h Esquema 1 56-60 1150 Fresubin Standard 15 ml/h 30 ml/h 48 ml/h Fresubin HP 40 ml/h Esquema 2 61-65 1250 Fresubin Standard 15 ml/h 30 ml/h 52 ml/h Fresubin HP 43 ml/h Esquema 3 66-69 1350 Fresubin Standard 15 ml/h 30 ml/h 56 ml/h Fresubin HP 46 ml/h Esquema 4 70-75 1450 Fresubin Standard 20 ml/h 40 ml/h 60 ml/h Fresubin HP 50 ml/h Esquema 5 76-79 1550 Fresubin Standard 20 ml/h 40 ml/h 64 ml/h Fresubin HP 53 ml/h Esquema 6 80-85 1650 Fresubin Standard 20 ml/h 40 ml/h 69 ml/h Fresubin HP 57 ml/h Esquema 7 86-89 1750 Fresubin Standard 25 ml/h 50 ml/h 73 ml/h Fresubin HP 60 ml/h Esquema 8 90-95 1850 Fresubin Standard 25 ml/h 50 ml/h 77 ml/h Fresubin HP 51 ml/h Esquema 9 96-99 1950 Fresubin Standard 25 ml/h 50 ml/h 81 ml/h Fresubin HP 54 ml/h Esquema 10 >100 2000 Fresubin Standard 25 ml/h 50 ml/h 84 ml/h Fresubin HP 56 ml/h Esquema 11
  • 29. Autores: Dr Anibal Marinho e Enfª Margarida Oliveira, actualização ,2007 HGSA –SCI PROTOCOLO NUTRIÇÃO ARTIFICIAL ENTÉRICA: PRESCRIÇÃO E ESQUEMAS DE ADMINISTRAÇÃO 1º DIA AO 4º DIA = Kcal / 24 horas (20 kcal / kg / dia) Polimérica Isocalórica: 1kcal =1ml 5º DIA E DIAS SEGUINTES = Kcal / 24 horas (25 kcal / kg / dia) Polimérica hipercalórica: 1,5 kcal =1ml PESO Kcal 24h DIETA ESQUEMAS DE ADMINISTRAÇÃO 1 ª 8 HORAS 2 ª 8 HORAS 2º E 4º DIA 5º DIA E SEGUINTES ESQUEMA DE PROGRESSÃO 50-55 1050 Fresubin Standard 15 ml/h 30 ml/h 44 ml/h Fresubin HP 36 ml/h Esquema 1 56-60 1150 Fresubin Standard 15 ml/h 30 ml/h 48 ml/h Fresubin HP 40 ml/h Esquema 2 61-65 1250 Fresubin Standard 15 ml/h 30 ml/h 52 ml/h Fresubin HP 43 ml/h Esquema 3 66-69 1350 Fresubin Standard 15 ml/h 30 ml/h 56 ml/h Fresubin HP 46 ml/h Esquema 4 70-75 1450 Fresubin Standard 20 ml/h 40 ml/h 60 ml/h Fresubin HP 50 ml/h Esquema 5 76-79 1550 Fresubin Standard 20 ml/h 40 ml/h 64 ml/h Fresubin HP 53 ml/h Esquema 6 80-85 1650 Fresubin Standard 20 ml/h 40 ml/h 69 ml/h Fresubin HP 57 ml/h Esquema 7 86-89 1750 Fresubin Standard 25 ml/h 50 ml/h 73 ml/h Fresubin HP 60 ml/h Esquema 8 90-95 1850 Fresubin Standard 25 ml/h 50 ml/h 77 ml/h Fresubin HP 51 ml/h Esquema 9 96-99 1950 Fresubin Standard 25 ml/h 50 ml/h 81 ml/h Fresubin HP 54 ml/h Esquema 10 >100 2000 Fresubin Standard 25 ml/h 50 ml/h 84 ml/h Fresubin HP 56 ml/h Esquema 11
  • 30. Autores: Dr Anibal Marinho e Enfª Margarida Oliveira, actualização ,2007 HGSA –SCI PROTOCOLO NUTRIÇÃO ARTIFICIAL ENTÉRICA: PRESCRIÇÃO E ESQUEMAS DE ADMINISTRAÇÃO 1º DIA AO 4º DIA = Kcal / 24 horas (20 kcal / kg / dia) Polimérica Isocalórica: 1kcal =1ml 5º DIA E DIAS SEGUINTES = Kcal / 24 horas (25 kcal / kg / dia) Polimérica hipercalórica: 1,5 kcal =1ml PESO Kcal 24h DIETA ESQUEMAS DE ADMINISTRAÇÃO 1 ª 8 HORAS 2 ª 8 HORAS 3º até 4º DIA 5º DIA E SEGUINTES ESQUEMA DE PROGRESSÃO 50-55 1050 Fresubin Standard 15 ml/h 30 ml/h 44 ml/h Fresubin HP 36 ml/h Esquema 1 56-60 1150 Fresubin Standard 15 ml/h 30 ml/h 48 ml/h Fresubin HP 40 ml/h Esquema 2 61-65 1250 Fresubin Standard 15 ml/h 30 ml/h 52 ml/h Fresubin HP 43 ml/h Esquema 3 66-69 1350 Fresubin Standard 15 ml/h 30 ml/h 56 ml/h Fresubin HP 46 ml/h Esquema 4 70-75 1450 Fresubin Standard 20 ml/h 40 ml/h 60 ml/h Fresubin HP 50 ml/h Esquema 5 76-79 1550 Fresubin Standard 20 ml/h 40 ml/h 64 ml/h Fresubin HP 53 ml/h Esquema 6 80-85 1650 Fresubin Standard 20 ml/h 40 ml/h 69 ml/h Fresubin HP 57 ml/h Esquema 7 86-89 1750 Fresubin Standard 25 ml/h 50 ml/h 73 ml/h Fresubin HP 60 ml/h Esquema 8 90-95 1850 Fresubin Standard 25 ml/h 50 ml/h 77 ml/h Fresubin HP 51 ml/h Esquema 9 96-99 1950 Fresubin Standard 25 ml/h 50 ml/h 81 ml/h Fresubin HP 54 ml/h Esquema 10 >100 2000 Fresubin Standard 25 ml/h 50 ml/h 84 ml/h Fresubin HP 56 ml/h Esquema 11
  • 31. Autores: Dr Anibal Marinho e Enfª Margarida Oliveira, actualização ,2007 HGSA –SCI PROTOCOLO NUTRIÇÃO ARTIFICIAL ENTÉRICA: PRESCRIÇÃO E ESQUEMAS DE ADMINISTRAÇÃO 1º DIA AO 4º DIA = Kcal / 24 horas (20 kcal / kg / dia) Polimérica Isocalórica: 1kcal =1ml 5º DIA E DIAS SEGUINTES = Kcal / 24 horas (25 kcal / kg / dia) Polimérica hipercalórica: 1,5 kcal =1ml PESO Kcal 24h DIETA ESQUEMAS DE ADMINISTRAÇÃO 1 ª 8 HORAS 2 ª 8 HORAS 2º E 4º DIA 5º DIA E SEGUINTES ESQUEMA DE PROGRESSÃO 50-55 1050 Fresubin Standard 15 ml/h 30 ml/h 44 ml/h Fresubin HP 36 ml/h Esquema 1 56-60 1150 Fresubin Standard 15 ml/h 30 ml/h 48 ml/h Fresubin HP 40 ml/h Esquema 2 61-65 1250 Fresubin Standard 15 ml/h 30 ml/h 52 ml/h Fresubin HP 43 ml/h Esquema 3 66-69 1350 Fresubin Standard 15 ml/h 30 ml/h 56 ml/h Fresubin HP 46 ml/h Esquema 4 70-75 1450 Fresubin Standard 20 ml/h 40 ml/h 60 ml/h Fresubin HP 50 ml/h Esquema 5 76-79 1550 Fresubin Standard 20 ml/h 40 ml/h 64 ml/h Fresubin HP 53 ml/h Esquema 6 80-85 1650 Fresubin Standard 20 ml/h 40 ml/h 69 ml/h Fresubin HP 57 ml/h Esquema 7 86-89 1750 Fresubin Standard 25 ml/h 50 ml/h 73 ml/h Fresubin HP 60 ml/h Esquema 8 90-95 1850 Fresubin Standard 25 ml/h 50 ml/h 77 ml/h Fresubin HP 51 ml/h Esquema 9 96-99 1950 Fresubin Standard 25 ml/h 50 ml/h 81 ml/h Fresubin HP 54 ml/h Esquema 10 >100 2000 Fresubin Standard 25 ml/h 50 ml/h 84 ml/h Fresubin HP 56 ml/h Esquema 11
  • 32. Autores: Dr Anibal Marinho e Enfª Margarida Oliveira, actualização ,2007 HGSA –SCI PROTOCOLO NUTRIÇÃO ARTIFICIAL ENTÉRICA: PRESCRIÇÃO E ESQUEMAS DE ADMINISTRAÇÃO 1º DIA AO 4º DIA = Kcal / 24 horas (20 kcal / kg / dia) Polimérica Isocalórica: 1kcal =1ml 5º DIA E DIAS SEGUINTES = Kcal / 24 horas (25 kcal / kg / dia) Polimérica hipercalórica: 1,5 kcal =1ml PESO Kcal 24h DIETA ESQUEMAS DE ADMINISTRAÇÃO 1 ª 8 HORAS 2 ª 8 HORAS 3º ate 4º DIA 5º DIA E SEGUINTES ESQUEMA DE PROGRESSÃO 50-55 1050 Fresubin Standard 15 ml/h 30 ml/h 44 ml/h Fresubin HP 36 ml/h Esquema 1 56-60 1150 Fresubin Standard 15 ml/h 30 ml/h 48 ml/h Fresubin HP 40 ml/h Esquema 2 61-65 1250 Fresubin Standard 15 ml/h 30 ml/h 52 ml/h Fresubin HP 43 ml/h Esquema 3 66-69 1350 Fresubin Standard 15 ml/h 30 ml/h 56 ml/h Fresubin HP 46 ml/h Esquema 4 70-75 1450 Fresubin Standard 20 ml/h 40 ml/h 60 ml/h Fresubin HP 50 ml/h Esquema 5 76-79 1550 Fresubin Standard 20 ml/h 40 ml/h 64 ml/h Fresubin HP 53 ml/h Esquema 6 80-85 1650 Fresubin Standard 20 ml/h 40 ml/h 69 ml/h Fresubin HP 57 ml/h Esquema 7 86-89 1750 Fresubin Standard 25 ml/h 50 ml/h 73 ml/h Fresubin HP 60 ml/h Esquema 8 90-95 1850 Fresubin Standard 25 ml/h 50 ml/h 77 ml/h Fresubin HP 51 ml/h Esquema 9 96-99 1950 Fresubin Standard 25 ml/h 50 ml/h 81 ml/h Fresubin HP 54 ml/h Esquema 10 >100 2000 Fresubin Standard 25 ml/h 50 ml/h 84 ml/h Fresubin HP 56 ml/h Esquema 11
  • 33. NUTRIÇÃO ENTÉRICA (Segundo o ESQUEMA indicado) Avaliar o Resíduo Gástrico Antes de progredir o esquema Avaliar RG após 4 h RG <200 ml RG › 200 ml Avisar o médico; Mantém o mesmo ritmo; Avaliar RG após 4 horas; Avisar o médico; Administrar METOCLOPRAMIDA, 1amp., EV Suspende NE por 4 horas Reiniciar NE a 10ml. Suspende NE, por 4 h. E se RG <200 ml Reinicia NAE ao ritmo + baixo. Aumenta o ritmo segundo o esquema prescrito. Aumenta o ritmo segundo o esquema prescrito. Após terminus da progressão avaliar RG turno da tarde e SOS Dr Anibal Marinho, Margarida Oliveira, 2006 NUTRIÇÃO ARTIFICIAL ENTÉRICA: ALGORITMO DE TOLERÂNCIA GÁSTRICA RG <200 ml RG › 200 ml RG <200 ml RG › 200 ml
  • 34. RESULTADOS DO PROTOCOLO CURSO DE NUTRIÇÃO ARTIFICAL: PARA ENFERMEIROS Verificou-se um aumento da carga calórica fornecida ao doente critico, , nos primeiros 10 dias de internamento. Fornecimento + 22 kcal/kg/dia. Evidenciando a necessidade da existência de protocolo.
  • 35. ALTERAÇÃO DO DÉBITO DE ADMINISTRAÇÃO: Ter em atenção às mudanças dos ritmos de perfusão, desenvolver estratégias para evitar esquecimentos. ALTERAÇÃO DA DIETA PRESCRITA: Evitar a falta de Produto ou dieta, Rever possibilidade de existir ou ajustar stocks. DIETA PRESCRITA Ter em atenção às Kcal prescritas. CUIDADOS A TER EM ATENÇÃO
  • 36. CUIDADOS A TER EM ATENÇÃO Nutrison ST  Nutrison Intensive Kcal 1,0 Kcal / ml 1,25 Kcal / ml Proteinas 4gr / 100 ml 6,2 gr / 100 m Ter em atenção às Kcal prescritas.
  • 37. Atenção ao objectivo do uso das FIBRAS Nutrison Multifibra Precitene GI Control Fibra solúvel e insolúvel Fibra solúvel Regularizador do trânsito Objectivo: Tratar a Obstipação Objectivo: Tratar a Diarreia
  • 38. REFERENCIA BIBLIOGRÁFICAS CURSO DE NUTRIÇÃO ARTIFICAL: PARA ENFERMEIROS Montejo , Minambres, Bordeje, et al (2010) Volume gástrico residual durante a nutrição enteral em pacientes de UTI: o estudo REGANE. Intensive Care Med.  36  (8) :1386-93  (2010) Oliveira , M. et al (2009). Suporte Nutricional no doente crítico. APNEP, 3(1): 162.
  • 39. 3.RESPOSTAS INTELIGENTES CURSO DE NUTRIÇÃO ARTIFICAL: PARA ENFERMEIROS