Web 2.0 A Web caracteriza-se por facilitar a colaboraçãoe a interacção social. As suas funcionalidades baseiam-se na criação de comunidades em que os indivíduos se juntam para interagir, colaborar e construir conhecimento “theinterconnected Web”).A emergência do paradigma da sociedade da informação e do conhecimento e o aspecto colaborativo, comunicativo, criativo e social da Web 2.0 vai de encontro à filosofia emergente quanto àquilo que deverão ser as FINALIDADES da educação:Apoiar os jovens na construção do conhecimento e tratamento da informação;
Formar alunos capazes de agir como inovadores e criadores de conhecimento;
Desenvolver competências sociais e tecnológicas que lhes permitam colaborar com outros em meios ricos do ponto de vista digital e da informação e continuarem a ser aprendentes ao longo da vidaNOVAS PRÁTICAS EDUCACIONAIS DEVERÃO PRIVILEGIAR  acolaboração, a reflexão… em detrimento da aquisição de conteúdos.A escola de hoje deve afastar-se da lógica dos conteúdos (que são importantes) para se transformar numa ESCOLA DE CONTEXTOS, pois são estes que oferecem a estrutura. O professor, mais do que um transmissor de conhecimentos, será aquele que propiciará os contextos de aprendizagem que permitam que o aluno …dê sentido aos conteúdos,  crie o seu próprio saber, o operacionalize e os torne utilizáveis.
As tecnologias digitais, em especial aquela que permitem o trabalho colaborativo, apresentam inúmeras possibilidades, por possibilitarem novas e alargadas formas de interacção, que transpõem as fronteiras da sala de aula.COMUNIDADES DE APRENDIZAGEM como “ambiente”, que se desenvolve a partir da teoria da “APRENDIZAGEM COMO PARTICIPAÇÃO” A adequação do indivíduo ao exigente mercado de trabalho e a necessidade de formação pessoal, intelectual e social – são motivos para a necessidade de desenvolver competências na comunicação da escrita a distânciaÉ necessário insuflar alguma inovação e mudança no actual ensino – escrita colaborativa à distânciaUm estudo da Futurelab (2006) refere que a WEB 2.0 conduzirá ao E-learning 2.0, potenciando o desenvolvimento de práticas educacionais que colocam o aluno no centro, através da criação de experiências colaborativas de aprendizagem. Começando, talvez, a fazer sentido falar-se de c-learning (community-learning; communicative-learning ou collaborativelearning) que tem premissa da aprendizagem enquanto processo social.A escola hoje precisa de ser uma escola de vida no campo das TIC. Estas trazem consigo novas formas de expressão, novos instrumentos cognitivos, constituem-se como fontes abertas de informação e multiplicam a possibilidade de educação e formação, fora dos muros tradicionais e fixos da escola, esbatendo a diferença entre locais de trabalho, de vida e de estudo.Os alunos têm enormes benefícios de partilhar o seu trabalho com os outros, quer em termos de competências que desenvolvem ao fazê-lo (comunicação e colaboração) quer em termos do conhecimento que constroem.Web 2.0
ALUNOEscrita ColaborativaPerspectiva Processual PROF.  Visa a construção colectiva de textos;Fortalecer a interacção entre os membros do grupo;Produto final mais rico;Abrange perspectivas cognitivas, psico-sociais e culturais diversas.Favorece a interacção social;Oportunidade para reflexão sobre a opinião dos outros;  Aceitação de críticas, respeito mútuo e reciprocidade – trabalho em grupo desenvolve a tolerância e a flexibilidade nos alunos;Alunos aprendem a partilhar responsabilidades, organizar e dividir tarefas, potenciando as suas capacidades.Escolha do Ensino a Distância, motivos: Necessidade de incluir no processo de ensino-aprendizagem INOVAÇÃO E MUDANÇA, confrontando os alunos com novas possibilidades de formação e diferentes formas de aproveitamento de recursos que os alunos associam a momentos de lazer.
A formação à distância está a ganhar terreno na formação pós-graduada e na formação inicial.
A aprendizagem à distância potencia o desenvolvimento da competência da escrita
Programa: WEB CT – fórum de discussão, chat, e-mail, várias páginas de organização de conteúdos – os alunos encontravam ainda disponíveis todas as tarefas de escrita a efectuar, bem como todos os documentos necessários à realização das tarefas.
ASPECTOS INOVADORES: a) escrita ; b) trabalho colaborativo; c) aprendizagem a distância
Passa a ser Moderador,facilitador, companheiro.* Tem um PAPEL mais ACTIVO e RESPONSÁVELpela SUA própria APRENDIZAGEM.* Cria mais AUTOCONFIANÇA e VONTADE DE APRENDER, desenvolvendo SKILLS SOCIAISe de APRENDIZAGEMe proporcionando CONSTRUÇÕES COGNITIVASatravés da INTERACÇÃO EM GRUPO.INOVAÇÃO NO TRABALHO COLABORATIVO Grupo valorizava o trabalho final uma vez que cada um contribuía com as suas ideias e perspectivasAudiência é importante – cria a consciência do registo certo, coesão, coerência e outros aspectosDefinição de papeis específicos foi importante – maior responsabilidade.INOVAÇÃO NO TRABALHO A DISTÂNCIATrabalhar no processador de texto – utilidade do corrector ortográfico2. Oportunidade extra de aprendizagem: pesquisas, treinar os conhecimentos na Internet, experimentar um novo ambiente de aprendizagem3. Opiniões paradoxais relativamente à gestão de tempo -> coordenação com outras disciplinas4. Foi mais fácil rever textos alheios à distância permitindo mais tempo para reflexão, para estruturação de ideias, contribuindo para a revisão mais cuidada e pensada do que anteriormente.Modelo de Escrita focalizado mais no PROCESSO do que no produto finalVANTAGENS: Utiliza modelos colaborativos de trabalho a distância -  Alarga o Espaço da Sala de aula;
 Permite uma maior flexibilidade e gestão de tempo de acordo com o ritmo de cada um;
 Permite mais tempo de reflexão e estruturação de ideias contribuindo para uma revisão mais cuidada dos textos que pode ser escrita e reescrita quantas vezes for necessário até chegar à versão final.
Cruzamento de 3 áreas: escrita processual, colaboração e aprendizagem à distância
Desenvolve competências nos alunos + introdução de inovação na sala de aulaWilliams – sublinha a importância de o professor acompanhar os alunos ao longo do processo de escrita.1ª Fase : Pré-escrita (geração de ideias e conhecimentos sobre o tema em causa incluindo escrita livre e discussão).2ª Fase : Planificação (reflexão sobre o material produzido e é iniciada a primeira versão do texto – mero esboço)Fases Posteriores : Pausa e leitura do texto produzido, revisão e reformulação do textoFase Final : Publicação do texto e partilha com os leitores.
E-PoretfóliosPlataforma MoodleInstrumento de avaliação potenciador da mudança de práticas pedagógicas Escolha do Moodle (por ser plataforma disponível na Escola)Regula os momentos e processos da aprendizagem do aluno Promove a actividade reflexiva do aluno Promove a comunicação/interacção entre alunos/professores e eventualmente pais Ao alterarem-se os objectivos, as metodologias e os conteúdos de um currículo, a avaliação também tem de ser reformulada – a recolha de dados não deve basear-se unicamente em testes de avaliação tradicionais mas apoiar-se em diversas fontes de evidência observadas pelo professor de forma a observar-se COMPETÊNCIAS no aluno. E-PORTFÓLIOS permite a mudança nas práticas pedagógicas – diversificando-se os momentos de avaliação.Comunicação + produção de relatórios escritos onde os alunos descrevem procedimentos e atitude face à actividade desenvolvida (descrição das dificuldades, por exemplo).Portfólio: representa o trabalho que o aluno coleccionou e seleccionou ao longo de um determinado período de tempo, bem como as suas reflexões relativas a cada trabalho produzido e/ou relativas a todo o portfólio. São instrumentos de aprendizagem e de avaliação que têm o mérito de conseguir que :O aluno se envolva nas sua avaliação (AUTO-AVALIAÇÃO)Que o aluno reflicta sobre a sua avaliação (METACOGNIÇÃO)Para depois empreender acções para a melhorar (AUTO-REGULAÇÃO)Havendo um frequente e célere feedback entre o professor e o aluno As potencialidades dos portefólios são acrescidas quando a tecnologia de suporte for a WEB. Web Portefólios acrescentam ao ambiente de aprendizagem a possibilidade de momentos de partilha e colaboração entre todos os alunos de uma turma ou entre uma Comunidade de Aprendizagem mais alargada, privilegiando a motivação do aluno e o seu envolvimento na construção do seu conhecimento e potenciando-lhe condições favoráveis à construção de um portefólio reflexivo em INTERACÇÃO SOCIAL com os membros da comunidade.
E-PoretfóliosPlataforma MoodleProcedimentos: Utilização do computador e outros materiais  manipuláveis em tarefas de aula
 Produção de relatórios escritos
 Vários momentos de aprendizagem – alunos desenvolvem trabalhos que são corrigidos, com indicações ou correcção de erros
 Existência de actividades que proporcionam a participação de TODOS os alunos, impedindo a exclusão de alunos que revelassem falta de pré-requisitos

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WEB 2.0

  • 1. Web 2.0 A Web caracteriza-se por facilitar a colaboraçãoe a interacção social. As suas funcionalidades baseiam-se na criação de comunidades em que os indivíduos se juntam para interagir, colaborar e construir conhecimento “theinterconnected Web”).A emergência do paradigma da sociedade da informação e do conhecimento e o aspecto colaborativo, comunicativo, criativo e social da Web 2.0 vai de encontro à filosofia emergente quanto àquilo que deverão ser as FINALIDADES da educação:Apoiar os jovens na construção do conhecimento e tratamento da informação;
  • 2. Formar alunos capazes de agir como inovadores e criadores de conhecimento;
  • 3. Desenvolver competências sociais e tecnológicas que lhes permitam colaborar com outros em meios ricos do ponto de vista digital e da informação e continuarem a ser aprendentes ao longo da vidaNOVAS PRÁTICAS EDUCACIONAIS DEVERÃO PRIVILEGIAR acolaboração, a reflexão… em detrimento da aquisição de conteúdos.A escola de hoje deve afastar-se da lógica dos conteúdos (que são importantes) para se transformar numa ESCOLA DE CONTEXTOS, pois são estes que oferecem a estrutura. O professor, mais do que um transmissor de conhecimentos, será aquele que propiciará os contextos de aprendizagem que permitam que o aluno …dê sentido aos conteúdos, crie o seu próprio saber, o operacionalize e os torne utilizáveis.
  • 4. As tecnologias digitais, em especial aquela que permitem o trabalho colaborativo, apresentam inúmeras possibilidades, por possibilitarem novas e alargadas formas de interacção, que transpõem as fronteiras da sala de aula.COMUNIDADES DE APRENDIZAGEM como “ambiente”, que se desenvolve a partir da teoria da “APRENDIZAGEM COMO PARTICIPAÇÃO” A adequação do indivíduo ao exigente mercado de trabalho e a necessidade de formação pessoal, intelectual e social – são motivos para a necessidade de desenvolver competências na comunicação da escrita a distânciaÉ necessário insuflar alguma inovação e mudança no actual ensino – escrita colaborativa à distânciaUm estudo da Futurelab (2006) refere que a WEB 2.0 conduzirá ao E-learning 2.0, potenciando o desenvolvimento de práticas educacionais que colocam o aluno no centro, através da criação de experiências colaborativas de aprendizagem. Começando, talvez, a fazer sentido falar-se de c-learning (community-learning; communicative-learning ou collaborativelearning) que tem premissa da aprendizagem enquanto processo social.A escola hoje precisa de ser uma escola de vida no campo das TIC. Estas trazem consigo novas formas de expressão, novos instrumentos cognitivos, constituem-se como fontes abertas de informação e multiplicam a possibilidade de educação e formação, fora dos muros tradicionais e fixos da escola, esbatendo a diferença entre locais de trabalho, de vida e de estudo.Os alunos têm enormes benefícios de partilhar o seu trabalho com os outros, quer em termos de competências que desenvolvem ao fazê-lo (comunicação e colaboração) quer em termos do conhecimento que constroem.Web 2.0
  • 5. ALUNOEscrita ColaborativaPerspectiva Processual PROF. Visa a construção colectiva de textos;Fortalecer a interacção entre os membros do grupo;Produto final mais rico;Abrange perspectivas cognitivas, psico-sociais e culturais diversas.Favorece a interacção social;Oportunidade para reflexão sobre a opinião dos outros; Aceitação de críticas, respeito mútuo e reciprocidade – trabalho em grupo desenvolve a tolerância e a flexibilidade nos alunos;Alunos aprendem a partilhar responsabilidades, organizar e dividir tarefas, potenciando as suas capacidades.Escolha do Ensino a Distância, motivos: Necessidade de incluir no processo de ensino-aprendizagem INOVAÇÃO E MUDANÇA, confrontando os alunos com novas possibilidades de formação e diferentes formas de aproveitamento de recursos que os alunos associam a momentos de lazer.
  • 6. A formação à distância está a ganhar terreno na formação pós-graduada e na formação inicial.
  • 7. A aprendizagem à distância potencia o desenvolvimento da competência da escrita
  • 8. Programa: WEB CT – fórum de discussão, chat, e-mail, várias páginas de organização de conteúdos – os alunos encontravam ainda disponíveis todas as tarefas de escrita a efectuar, bem como todos os documentos necessários à realização das tarefas.
  • 9. ASPECTOS INOVADORES: a) escrita ; b) trabalho colaborativo; c) aprendizagem a distância
  • 10. Passa a ser Moderador,facilitador, companheiro.* Tem um PAPEL mais ACTIVO e RESPONSÁVELpela SUA própria APRENDIZAGEM.* Cria mais AUTOCONFIANÇA e VONTADE DE APRENDER, desenvolvendo SKILLS SOCIAISe de APRENDIZAGEMe proporcionando CONSTRUÇÕES COGNITIVASatravés da INTERACÇÃO EM GRUPO.INOVAÇÃO NO TRABALHO COLABORATIVO Grupo valorizava o trabalho final uma vez que cada um contribuía com as suas ideias e perspectivasAudiência é importante – cria a consciência do registo certo, coesão, coerência e outros aspectosDefinição de papeis específicos foi importante – maior responsabilidade.INOVAÇÃO NO TRABALHO A DISTÂNCIATrabalhar no processador de texto – utilidade do corrector ortográfico2. Oportunidade extra de aprendizagem: pesquisas, treinar os conhecimentos na Internet, experimentar um novo ambiente de aprendizagem3. Opiniões paradoxais relativamente à gestão de tempo -> coordenação com outras disciplinas4. Foi mais fácil rever textos alheios à distância permitindo mais tempo para reflexão, para estruturação de ideias, contribuindo para a revisão mais cuidada e pensada do que anteriormente.Modelo de Escrita focalizado mais no PROCESSO do que no produto finalVANTAGENS: Utiliza modelos colaborativos de trabalho a distância - Alarga o Espaço da Sala de aula;
  • 11. Permite uma maior flexibilidade e gestão de tempo de acordo com o ritmo de cada um;
  • 12. Permite mais tempo de reflexão e estruturação de ideias contribuindo para uma revisão mais cuidada dos textos que pode ser escrita e reescrita quantas vezes for necessário até chegar à versão final.
  • 13. Cruzamento de 3 áreas: escrita processual, colaboração e aprendizagem à distância
  • 14. Desenvolve competências nos alunos + introdução de inovação na sala de aulaWilliams – sublinha a importância de o professor acompanhar os alunos ao longo do processo de escrita.1ª Fase : Pré-escrita (geração de ideias e conhecimentos sobre o tema em causa incluindo escrita livre e discussão).2ª Fase : Planificação (reflexão sobre o material produzido e é iniciada a primeira versão do texto – mero esboço)Fases Posteriores : Pausa e leitura do texto produzido, revisão e reformulação do textoFase Final : Publicação do texto e partilha com os leitores.
  • 15. E-PoretfóliosPlataforma MoodleInstrumento de avaliação potenciador da mudança de práticas pedagógicas Escolha do Moodle (por ser plataforma disponível na Escola)Regula os momentos e processos da aprendizagem do aluno Promove a actividade reflexiva do aluno Promove a comunicação/interacção entre alunos/professores e eventualmente pais Ao alterarem-se os objectivos, as metodologias e os conteúdos de um currículo, a avaliação também tem de ser reformulada – a recolha de dados não deve basear-se unicamente em testes de avaliação tradicionais mas apoiar-se em diversas fontes de evidência observadas pelo professor de forma a observar-se COMPETÊNCIAS no aluno. E-PORTFÓLIOS permite a mudança nas práticas pedagógicas – diversificando-se os momentos de avaliação.Comunicação + produção de relatórios escritos onde os alunos descrevem procedimentos e atitude face à actividade desenvolvida (descrição das dificuldades, por exemplo).Portfólio: representa o trabalho que o aluno coleccionou e seleccionou ao longo de um determinado período de tempo, bem como as suas reflexões relativas a cada trabalho produzido e/ou relativas a todo o portfólio. São instrumentos de aprendizagem e de avaliação que têm o mérito de conseguir que :O aluno se envolva nas sua avaliação (AUTO-AVALIAÇÃO)Que o aluno reflicta sobre a sua avaliação (METACOGNIÇÃO)Para depois empreender acções para a melhorar (AUTO-REGULAÇÃO)Havendo um frequente e célere feedback entre o professor e o aluno As potencialidades dos portefólios são acrescidas quando a tecnologia de suporte for a WEB. Web Portefólios acrescentam ao ambiente de aprendizagem a possibilidade de momentos de partilha e colaboração entre todos os alunos de uma turma ou entre uma Comunidade de Aprendizagem mais alargada, privilegiando a motivação do aluno e o seu envolvimento na construção do seu conhecimento e potenciando-lhe condições favoráveis à construção de um portefólio reflexivo em INTERACÇÃO SOCIAL com os membros da comunidade.
  • 16. E-PoretfóliosPlataforma MoodleProcedimentos: Utilização do computador e outros materiais manipuláveis em tarefas de aula
  • 17. Produção de relatórios escritos
  • 18. Vários momentos de aprendizagem – alunos desenvolvem trabalhos que são corrigidos, com indicações ou correcção de erros
  • 19. Existência de actividades que proporcionam a participação de TODOS os alunos, impedindo a exclusão de alunos que revelassem falta de pré-requisitos
  • 20. Esclarecer os alunos sobre o que se pretende especificamente em cada relatório
  • 21. Os alunos tinham liberdade para incluírem nos seus portefólios os artefactos e reflexões que entendessemVantagens dos Web Portfolios:Permitem o desenvolvimento de Competências TIC, pelos alunos e professores.
  • 22. Melhor organização – possibilidade de se estabelecerem conexões entre as ideias e as reflexões dos alunos.
  • 23. Permitem um melhor registo do envolvimento dos alunos nos ambientes de aprendizagem.
  • 24. Criam condições para um eficaz feedback entre o professore e o aluno
  • 25. Existência de múltiplos momentos de partilha e colaboração entre uma Comunidade de Aprendizagem (turma ou toda a WEB)
  • 26. Os portefólios digitais facilitam a estruturação do mesmo ao incluírem uma componente de “repositório digital” dos trabalhos dos alunos e um local próprio de reflexão constituindo o seu “portefólio reflexivo”, conectado ao seu repositório digital e à sua Comunidade de Aprendizagem Virtual, de forma que a construção do portefólio não seja solitária
  • 27. Facilidade de acesso e divulgação, por se encontrarem disponíveis na online na Internet, o que motiva e envolve o aluno na construção e manutenção do seu portefólio
  • 28. É possível incluir de forma íntegra documentos de áudio e vídeo nos formatos.Desvantagens dos Portfolios Tradicionais:Desconhecimento dos alunos das actividades dos colegas
  • 29. Portefólios diferentes para cada disciplina sem continuidade
  • 30. Trabalho muito solitário, feedback limitado a comentários e a classificações
  • 31. Dificuldades de acessibilidade e mobilidade – não favorece intercâmbios frequentes.E-PORTEFÓLIO NA MOODLE Espaço virtual = ambiente de trabalho onde se disponibilizaram recursos e actividades; e espaços de interacção e comunicação entre todos os intervenientes
  • 32. “Pasta de Colecção da Moodle” – repositório digital para armazenamento dos trabalhos dos alunos
  • 33. “My Portefólio” – ferramenta específica para construção de portefólios digitais onde os alunos incorporavam os artefactos que escolheram
  • 34. Alunos trabalhavam em díadas para possibilitar a colocação de todos os trabalhos na pasta (trabalho de grupo) - a selecção e reflexão (individual) – My portefólio
  • 35. PROFESSORA: * Feedback regular * Criou GUIÕES para auxiliar nas distintas fases do portefólio: coleccionar, seleccionar e reflectir.
  • 36. E-PoretfóliosPlataforma MoodleSÍNTESEMudanças efectivas de práticas pedagógicas – sentidas pela professora e alunosAO NÍVEL DA AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM (relatórios escritos, ênfase na comunicação, valorização do trabalho de grupo, promoção de momentos de discussão e envolvimento dos alunos em projectos e investigações)AO NÍVEL DA DINÂMICA DE SALA DE AULA (presença constante da tecnologia alargou os momentos de partilha, de comunicação e colaboração para fora da sala de aula e promoveu o desenvolvimento de mais competências a nível das TIC por parte dos alunos e professora.O programa dos portefólios electrónicos na MoodleApoiou os alunos na aprendizagem e no estudo da disciplina, de uma forma mais continuada, proporcionando mais ritmo de estudo, incentivando os alunos a um estudo mais continuado.A acessibilidade e visibilidadedas “pastas de colecção” dos alunos proporcionaram a todos um melhor conhecimento sobre o que se encontravam a aprender.O feedback imediato utilizado pela professora (comentários) em relação aos trabalhos que eram enviados para a “pasta de colecção” permitiu que os alunos compreendessem o que ainda poderiam fazer ou o que ainda tinham de aprender.Favoreceu a capacidade reflexiva do aluno, possibilitando-lhe um espaço próprio de reflexão, no qual podia registar as suas motivações e as suas melhores realizaçõesSugestões:Introdução de e-portefólios ao longo de todo o ciclo de escolaridadePossibilidade de utilização de portefólios digitais como forma alternativa de ensino, aprendizagem e avaliação de alunos com dificuldades de aprendizagem, particularmente os que são indicados para “aulas de apoio”Possibilidade de desenvolvimento de portefólios inter ou trans-disciplinares.
  • 38. Rapidez com as páginas são criadas e ou alteradas;
  • 39. Abertas a todo o público;
  • 40. Podem se alteradas por utilizadores visitantes ao longo do tempo, de modo a corrigir os erros, complementar ideias ou inserir novas informações;
  • 41. Actualiza-se graças à colectividade e beneficiando do conhecimento de todos;
  • 42. Potenciam a comunicação e a troca de ideias entre os diversos membros de uma comunidade, estimulando o desenvolvimento do trabalho colaborativo/cooperativo;
  • 43. Permite que os conteúdos estejam acessíveis de forma ubíqua.
  • 44. Facilmente vandalizado, sendo o seu conteúdo substituído – controlo é normalmente feito pela própria comunidade que partilha a sua utilização.
  • 45. Software colaborativo que permite a edição colectiva de documentos usando um sistemas que não necessita que o conteúdo tenha que ser revisto antes da sua publicação
  • 46. Banco de Dados com informações diferentes (textos, links, imagens, …) que permite a construção diferenciada de conhecimentos.
  • 47. Pode conter ferramentas hipertextuais com ligações para outras páginas (links);
  • 48. Os mais simples permitem apenas a formatação básica, no entanto, os mais complexos suportam tabelas, imagens e mesmo elementos interactivos (votações, jogos, etc.);
  • 49. Escrita Colaborativa: permite que cada interveniente dê o seu contributo acerca de determinado tema, editando-o no sentido de o melhorar e o tornar mais preciso.
  • 50. Potenciam a comunicação e a troca de ideias entre os diversos membros de uma comunidade, estimulando o trabalho cooperativo/colaborativo e permite que os conteúdos estejam acessíveis de forma ubíqua.BlogsRECURSO PEDAGÓGICO(centralização específica nos conteúdos da disciplina)ESTRATÉGIA PEDAGÓGICA(suporte de resposta dos alunos às propostas dos professores)Requer uma CUIDADA PLANIFICAÇÃO PRÉVIAUtilizando INFORMAÇÃO CLARA;MOTIVANDO e INCENTIVANDO aparticipação/debate por parte dos alunos;Tendo em conta os PARAMETROS de AVALIAÇÃO.São necessárias:FORMAÇÃO INICIAL para utilizadores;MAIOR DISPONIBILIDADE DE TEMPOpor parte dos professorespara garantir que se tire partido das várias funcionalidades técnicas dos blogues.Para garantir: Maior domínio na criação de potencialidades pedagógicas necessárias ao sucesso dos blogues como ferramenta construtiva, criativa e eficaz.Considerada a ferramenta mais eficaz e inovadora das tecnologias pois, comparando com outros recursos disponíveis na Internet, tem mais vantagens do que desvantagens, já que o seu vasto leque de potencialidades permite ,de acordo com os objectivos dos seus autores, a activação ou desactivação de diversas funções.
  • 51. É uma ferramenta de fácil e rápida implementação e utilização, uma vez que vários sites de alojamento – Blogger e Wordpress – disponibilizam gratuitamente vários modelos padrão (layouts) cuja aplicação decorre de forma bastante intuitiva, requerendo apenas uma ligação à Internet e conhecimentos básicos de Internet.
  • 52. Os alunos mostram uma boa receptividade e familiaridade com a Internet e os Blogues.
  • 53. Facilidade de arquivamento e grande quantidade de espaço de informação memorizada.
  • 54. Permite grande variedade de temáticas, a diversidade de autores (um ou mais), o controle dos visitantes (restrita a alguns ou aberta a todos), a inclusão ou não de comentários aos conteúdos dos posts– aspecto que fomenta a interacção entre os intervenientes sob a forma de manutenção de debates reais através de um meio virtual, proporcionando a abertura da escola ao mundo.
  • 55. Sistema de WEB (rede) LOG (diário de bordo) – baseando-se numa estrutura que segue uma linha cronológica ascendente, permite manter uma dinâmica actualizada dos conteúdos que podem conter texto, imagem, vídeo e música, entre outros, bem como uma articulação com outros blogues ou sítios, através da inclusão de links.O Blog inclui-se no Social Software introduzido pela Web 2.0, que permite colocar as pessoas a colaborarem e aprenderam umas com as outras, no seio das comunidades de aprendizagem a que pertencem. O conceito de Comunidade de Aprendizagem no pressuposto de WENGER (1998)-> aprender é um processo inerentemente social, que resulta da tensão entre a experiência pessoal e o conhecimento que os outros trazem para a Comunidade de Aprendizagem (processo de construção conjunta do conhecimento e negociação de significados)No BLOG existe um diálogo em permanente (re) construção – o feedback é um elemento essencialConstituem um fórum para a aprendizagem, para a partilha do conhecimento, reflexão e debate construindo-se solidariamente o conhecimento.DIVERSAS MODALIDADES NO ENSINO – permite a construção colaborativa do conhecimento: pesquisa na Internet, recolha de informação, redacção e publicação de textos, discussão online e offline, mediada pelo professor (que tem um papel crucial na intervenção). * Adaptação de modelos colaborativos baseados na conectividade com os pares e professores (conhecimento distribuído).Sustenta e potencia a comunicação inter-grupos Cada grupo com temáticas diferentes – publicação de resultados de investigação surge como processo de aprendizagem para quem publica e para quem lê e comenta -> facilitador das aprendizagens.Actualização regular (pelo menos quinzenalmente)A utilização doe Blog para responder a questões colocadas pelos colegas, estimulou o pensamento crítico e o desenvolvimento da literacia científica e digital.MEMÓRIA COLECTIVA: espelho do percurso intelectual da turma + interdependência entre todos = potencia a responsabilização de cada um enquanto recurso valioso para os outros.De um modo geral, tanto para professores com o para alunos, os blogues escolares potenciam e renovam: o processo ensino-aprendizagem;promovem a autonomia no trabalho individualenriquecem as relações de trabalho e o debate de ideias;dinamizam a partilha de conhecimentos e informação;incentivam à prática e melhoria de conhecimentos de informática, sensibilizando para a importância do domínio das Novas Tecnologias e facilitando o acesso substancialmente significativo no binómio espaço/tempo.Blogs
  • 56. Enquanto PROFESSORADeve ser primeiramente concebido como recurso pedagógico (espaço de acesso a informação especializada no domínio da disciplina); Posteriormente um processo gradual de aprendizagem/formação, como possível estratégia pedagógica (espaço de debate, intercâmbio, colaboração e integração).Conjunto de Considerações PrimordiaisPROFESSOR-AUTOR: planificação prévia e atempada, pormenorizada e cuidada que permita uma ligação/articulação útil e positiva entre os conteúdos programáticos e objectivos da disciplina, aos conteúdos do blogue.PROFESSOR-ALUNOS: Gestão correcta do tempo disponível na escola e em casa e facilidade de acesso à Internet nestes locais.ARTICULAÇÃOeficaz entre informação disponibilizada no blogue e as práticas na sala de aula – métodos de estudo e sua aplicação.INTERVENÇÃO REGULAR: na colocação de conteúdos, dinamizando-o activamente.Criar FORMAS DE INCENTIVO e MOTIVAÇÃOnos alunos para visitas frequentes ao Blogue, evitando assim a sua descontinuidade.Promover junto dos alunos um breve “guia de visita” focando a importância de questões como; Gestão dos tempos; Métodos e organização pessoal; Apresentação dos objectivos do Blogue como complemento às práticas na Sala de Aula.Dois conceitos fundamentais subjacentes a este estudo:EDUCAÇÃO EM CIÊNCIA: tendo como principal meta a aquisição de literacia científicaTRABALHO COLABORATIVO com recurso à Internet, como meio de a alcançar.Para além do conceito de LITERACIA CIENTÍFICA, uma outra ideia fundamental é a de Ciência para todos, e não apenas para os cientistas.A modalidade didáctica adoptada neste trabalho para a promoção da educação em ciência, é a discussão em grupo (mediada pelo professor), online e off-line, tentando simular discussões e debates de ideias semelhantes aos que acontecem em grupos de trabalho ou em pequenas comunidades de investigação na nossa sociedade. Apontou-se assim para a adopção de MODELOS COLABORATIVOS que implicam o CONTACTO SOCIAL e se baseiam na CONECTIVIDADE com os pares e professores (conhecimento distribuído).METODOLOGIAMetodologia QUALITATIVA para recolha e tratamento de dados que inclui OBSERVAÇÕES E NOTAS DE CAMPO, registos escritos diários dos alunos, gravações de áudio e vídeo e um questionário final individualOs dados foram analisados tentando apurar de que modo o uso integrado da Internet, enquanto fonte de informação e recurso partilhado pela comunidade, suportou e fomentou interacções comunicacionais, a colaboração e produção conjunta -> relacionando estas características com a construção de Identidade de uma Comunidade de AprendizagemBlogs
  • 57. ESTRUTURA E POSSÍVEIS CONTEÚDOS DO BLOGUEDisponibilização de informação prática e teórica acerca de conteúdos programáticos, incluindo de forma moderada, links para sites de interesse, vídeos educativos, sugestões de visita, projectos, informação sobre materiais técnicos, entre outros.Publicação de trabalhos realizados pelos alunos, com vista a serem avaliados e discutidos no espaço da sala de aula.Sugestões de trabalhos a serem realizados nas aulas.Informações ao alunos, pais e encarregados de educação acerca dos materiais requisitados, conteúdos programáticos e objectivos da disciplina e do blogueDesign do blogue que optimize a sua usabilidade – factores ergonómicos, princípios de percepção visual, clareza e legibilidade – numa tentativa de canalizar os alunos para a visualização e leitura de conteúdos, evitando a dispersão e permitindo que o próprio blogue seja um bom exemplo de aplicação dos princípios do design.PODEROSO RECURSO PARA O DESENVOLVIMENTO DA LITERACIA DIGITAL E CIENTÍFICA: - pesquisa e selecção da informação em função de questões específicas - construção colaborativa de documentos - fomenta o desenvolvimento da escrita mais sintética (estilo de escrita para a WEB) - aumenta a capacidade para debater e contra-argumentar online (comentários de textos) - aumenta o pensamento crítico - melhora a capacidade para construir relações construtivas, estendendo a escola virtualBlogsBlogs enquanto espaço de construção de conhecimentos:Farmer, ferdig e trammell: blogging numa perspectiva social construtivista da aprendizagemA construção do conhecimento é facilitada pela interactividade congregacional e sistema de comentários dos Blogs, que estimula a tendência natural para a reflexão e análise por parte do aluno.
  • 58. A contextualização da aprendizagem, através de hiperlinksenriquece a experiência da aprendizagemO’Donnell: blogging como parte de um conjunto de “práticas ciberculturais” que remetem para novas formas de fazer e pensar. Sugere a utilização do blogging numa perspectiva transversal do curriculumWrede: a inerente criatividade do blogging e o ambiente aberto ao desenvolvimento de tópicos permite aos estudantes dirigir a sua própria aprendizagem de modo que transcende o currídulo existente, desenvolvendo autonomia, criatividade e colaboração.
  • 59. Duas aulas de 45 minutos por semana -> grupos HETEROGÉNEOS de 4 elementos.ETAPAS do PROJECTO:No início foram ainda leccionadas aulas em que foram dadas indicações acerca de como usar a Internet como critério, objectivos e funcionamento da pesquisa a empreender, funcionamento do blogimportância da interajuda e partilha de conhecimentos para que todos possam ter sucesso.
  • 60. Também foi feita uma breve introdução e contextualização da unidade didáctica… cada grupo optou por um conjunto de questões.
  • 61. OBJECTIVO: construir um recurso partilhado pela comunidade = blog colectivo da turma.
  • 62. Os alunos elaboravam postsrelativos às pesquisas em curso, comunicavam ideias, pediam ajuda
  • 63. Oblogsustentou e potenciou a comunicação intergrupos, contribuindo para a partilha de informação e construção de conhecimentos.
  • 64. Momentos diferentes – aulas de pesquisa intercaladas com aulas de paragem para discussão do ponto de situação e informação recolhida na Internet= CARACTER FORMATIVO E DE REFLEXÃO
  • 65. Ao longo das sessões de pesquisa, a professora para além de monitorizar o blog, foi circulando pelos grupos questionando informalmente os grupos quanto às suas investigações, no sentido de apurar, orientar e/ou aprofundar os seus entendimentos acerca dos assuntos em estudo e de melhorar a qualidade das entradas no blog.
  • 66. De início: dificuldade em encontrar informação, organizar o trabalho, post pouco criteriosos, pouca qualidade, pouco tratamento e compreensão da informação encontrada, poucos comentários Professora, para ajudar, optou por enviar informação por email, orientar com links específicos e úteis – guião de orientação na ediçãoGradualmente: melhorou a qualidade dos posts, emergência do sentido de grupo, identificação com o tema de pesquisa, partilha de recursos facilitou a aprendizagem e estudo, cuidado na linguagem, qualidade dos textos, responsabilidade acrescida – alunos não viam a comunidade com isolada. Eles usaram o mundo à sua volta como recurso e tinham a noção de que podiam ser um recurso para outros que buscassem informações similares: ENVOLVIMENTO, IMAGINAÇÃO, ALINHAMENTO.
  • 67. Estimulou o desenvolvimento de competências de escrita, questionamento e comentários de informação: partilha social, intelectualBlogs
  • 68. VANTAGENS: POSSIBLIDADE DE PARTILHAR QUER A NÍVEL SOCIAL, QUER INTERLECTUAL ATRAVÉS DA COMUNICAÇÃO COM O FOCO DE APRENDERDESVANTAGENS:NÃO ESTAREM EM CONTACTO DIRECTO E CREDIBILIDADE DA INFORMAÇÃO ASPECTOS CARACTERÍSTICOS DE UMA COMUNIDADE DE APRENDIZAGEM:Relações interpessoais sustentadas, de harmonia ou de conflitoRápido fluxo de informação e propagação da inovação (contributos continuos)Modos partilhados de fazer coisasDesenvolvimento de ferramentas específicasSÍNTESEImportância do Contexto – dificuldades (ou não) de ordem técnicaO blog como elemento agregador da comunidade (espaço de aprendizagem e desenvolvimento da comunidade)Este tipo de abordagem é facilitadora e potenciadora da aprendizagemA elaboração de sínteses e comentários para publicação a partir de texto seleccionado -> mobiliza competências bastante sufisticadasOs alunos construíram o seu próprio elemento de estudo e estruturaram-no de forma inteligível e compreensível para todos = muito tempoFundamental o acompanhamento regular por parte do professor e discussão em turma acerca da informação recolhida e publicadaO blog funcionou como espaço identitário da turma porque foi produto de um esforço conjunto e solidário para aprender ciência.O blog foi a face visível do sentido de identidade (identificação do blog com um símbolo e um nome, que exprimisse a sua identidade enquanto alunos participante neste “projecto”.Crescente cuidado na qualidade dos posts-> alunos sentiam-se responsáveis pela sua aprendizagem e pela dos pares, reconhecendo-se como interdependentes e enquanto recursos importantes uns para os outros.RESULTADOS:Reconhecimento de um propósito comum (aprender)Melhoria e sustentabilidade das relações interpessoaisRápido fluxo de informaçãoModos partilhados de fazer coisas juntosBom conhecimento mútuo entre os alunos e construção de ferramentas específica da comunidade.AQUISIÇÃO DE LITERACIA CIENTÍFICA: pesquisa e selecção de informação em função de questões específica; comunicação escrita e oral; discussão de ideias e factos científicos, colaboração e participação competente em empreendimentos valorizados socialmente.Blogs
  • 70. Plataformas de Gestão de Aprendizagens(Plataforma Moodle)Factores facilitadores da utilização das plataformas:FERRAMENTA:Acessibilidade em qualquer lugar em qualquer hora
  • 72. Rapidez de distribuição, acesso e alteração de informação e conteúdos
  • 73. Facilidade de organização e armazenamento de recursos e conteúdos
  • 75. Redução do consumo do papele consumíveis
  • 76. Segurança, estabilidade e possibilidade de desenvolvimento da plataforma
  • 78. Meio facilitador de disponibilização e partilha de informação e conteúdos:
  • 79. Disponibilização de conteúdos, materiais, documentos, actividades
  • 80. Partilha de informação, conhecimentos e interesses
  • 81. Organização e centralização de documentos e informação
  • 83. Facilitador de Comunicação e interacção entre utilizadores:
  • 84. Possibilidade de interacção/comunicação entre alunos e professores
  • 85. Possibilidade de comunicação entre professores
  • 87. Oportunidade para o desenvolvimento de trabalho colaborativo entre profsUTILIZADORESÂmbito profissionalFormação formal no Moodle e desenvolvimento de competências nas TIC
  • 89. Domínio das TIC por parte de alguns docentesÂmbito PessoalMotivação, interesse e conhecimento das TIC pelos alunos
  • 90. Motivação , disponibilidade e interesse dos professores pelas TIC
  • 91. Curiosidade, espírito inovado e criativo de professores e alunos
  • 92. Necessidade de aprendizagem e de actualização dos professoresPROCESSO ENSINO/APRENDIZAGEMMaior individualização no apoio aos alunos
  • 93. Estímulo e motivação e gosto dos alunos pela aprendizagem
  • 94. Desenvolvimento de novas estratégias e metodologias de ensino
  • 95. Aumento da eficácia no processo de ensino e sucesso escolar
  • 96. Estímulo à proximidade/interacção com alunos fora do horário escolarESCOLASÂmbito OrganizacionalApoio e disponibilidade do coordenador das TIC
  • 97. Apoio técnico à escola e professores
  • 98. Desenvolvimento de iniciativas de divulgação da plataforma
  • 99. Apoio, envolvimento e utilização por parte dos órgãos de gestão
  • 100. Apoio dos professores do grupo de informática
  • 101. Adesão a iniciativas e desenvolvimento de projectos inovadoresÂmbito Técnico-AdministrativoAcesso à rede Internet (wireless) em toda a escola
  • 102. Acesso e disponibilização de equipas TIC no espaço escolar
  • 103. Acesso a servidores da escola (por alojamento em servidor pago)ESTRUTURAISIniciativa Escola, Professores e Computadores Portáteis
  • 105. Apoio dos Centros de Competência CRIEPlataformas de Gestão de Aprendizagens(Plataforma Moodle)Três planos a considerar em termos de mudanças:TRANSFER: que corresponde à mera transferência das abordagens convencionais para um ambiente de trabalho com tecnologiaTRANSFORM: envolve a redefinição das abordagens convencionais em função dos ambientes de trabalho com tecnologiaTRANSCEND: consegue romper com as abordagens convencionais fazendo emergir novos paradigmas de ensino e aprendizagemModelo de aprendizagem proposto por REID contempla 5 fases:Envolvimento (ponto de partida - partilha de experiências e expectativas e se familiarizam – professor conduz o processo)Exploração (pensar alto, colaborar, não ter medo de errar, professor reduz a sua intervenção – papel de observador)Transformação/Produção (actividade definidas pelo professor: clarificação, ordenação, reorganização, (re) elaboração da informação para produzir algo)Apresentação (grupos apresentam os resultados do seu trabalho perante um público real, interessado e crítico -> explicar)Reflexão (fundamental no processo de aprendizagem: olhar para trás: o que aprenderam e como aprenderam – ganhar uma compreensão mais profunda não só do que apreenderam mas sobretudo de todo o processo em que estão envolvidos)De acordo com os princípios socioconstrutivistas em que se fundamenta (Dougiamas, 2002), o Moodle integra características e funcionalidades que suportam e promovem o trabalho colaborativo. Valência inter-disciplinar, gestão do tempo, ligação explicita ao contexto curricular, colaboração, mediação colaborativaOs alunos aprendem melhor se a sua vontade de aprender for despertada e que a participação activa no processo de aprendizagem é fundamental:Ferramentas de colaboração integradas no Moodle: Fórum: Facilita a dinâmica de grupo favorável a uma integração dos intervenientes; promoção de hábitos de trabalho abertos e expostos, autocrítica, elemento transversal nos processos de interacção nas diversas fases do processoChat: motivadora, Pinto (2002) potencialidade enquanto recurso de transferência de aprendizagens – poucas possibilidades em contexto de sala de aula – utilizam-no com outros com conversas com amigosWiki: valioso instrumento de trabalho para a dinamização de grupos e comunidades de aprendizagem que envolvam actividades de grupo – projectos, aprendizagens baseada em problema, simulação de papeis, tomadas de decisao
  • 106. Plataformas de Gestão de Aprendizagens(Plataforma Moodle)ESCOLAFalta de computadores e outros equipamentos
  • 107. Reduzida velocidade e instabilidade da Internet
  • 109. Equipamentos e software desactualizados
  • 111. Falta de recursos humanos para o apoio técnico
  • 112. Equipamentos e salas TIC não disponíveis para utilização livreESTRUTURAISSobrecarga de tarefas, solicitações e cargos a desempenhar pelos professores
  • 113. Alteração no trabalho escolar decorrente da introdução do novo estatuto da carreira docenteESTRUTURAISAlunos sem computadores e/ou Internet em casaFactores LIMITATIVOS da utilização das plataformas:FERRAMENTALentidão de acesso
  • 114. Limitações no upload de ficheiros e de espaço disponível nos servidores da plataforma
  • 115. Existência de poucos conteúdos pré concebidos e de exemplos de boas práticas
  • 116. Dificuldades ao nível da administração da plataforma
  • 117. Dificuldades na gestão da plataforma e edição das disciplinas
  • 118. Falas e instabilidade da plataformaUTILIZADORESÂmbito PessoalProfessores pouco receptivos/motivados/interessados
  • 120. Pouca confiança dos professores nas TICÂmbito ProfissionalFalta de formação dos professores para utilizar a plataforma
  • 121. Défice de competências básicas em TIC por parte dos professores
  • 122. Falta de conhecimentos das potencialidades da plataforma
  • 123. Dificuldades em utilizar as TIC em sala de aula de forma inovadora
  • 124. Pouca autonomia dos alunos no pré-escolar e 1º cicloNecessidades sentidas no âmbito da utilização das plataformas de gestão de aprendizagensFERRAMENTAMaior espaço para a plataforma e upload de ficheiros
  • 125. Maior rapidez e estabilidade no acesso à plataforma
  • 126. Boas práticas de utilização da plataformaUTILIZADORESFormação em utilização de plataformas
  • 127. Maior interesse, motivação e adesão dos professores
  • 128. Maior disponibilidade de tempo dos professores para formação e auto-exploração
  • 129. Formação mais virada para a aquisição de estratégias inov. de ensino e para o desenvolv. de conteúdos digitais
  • 130. Mais formação do pessoal não docenteESCOLASDisponibilizar mais equipamento e computadores
  • 131. Rede internet Wireless com maior largura de banda, estável e disponível em todas as salas
  • 132. Maior reconhecimento em crédito horário para os profs. ao nível da gestão e organização + horas para des. recursos
  • 133. Divulgação, sensibilização e promoção do uso da plataforma
  • 134. Maior apoio técnico para manutenção Plataformas de Gestão de Aprendizagens(Plataforma Moodle)VANTAGENSPromover uma maior interacção entre o professor e o aluno
  • 135. Organizar e partilhar os recurso produzidos por professores e alunos
  • 136. Promover a partilha e difusão de informação
  • 138. Aumentar a adesão/participação dos alunos às TIC
  • 139. Desenvolver competências dos professores na utilização das TIC
  • 140. Estimular a atenção e interesse dos professores relativamente à exploração educativa das TIC
  • 141. O uso de uma única plataforma na comunidade de uma escola evita e combate a dispersão de informação e a multiplicação de espaços on-line, para comunicação e trabalho entre os seus elementos
  • 142. As plataformas ajudam a aumentar/fomentar a atenção e interesse dos alunos pelos conteúdos escolares
  • 143. Promovem a partilha e difusão de informação
  • 144. Aumentam a fraca adesão dos professores às novas TICDESVANTAGENSAumento do desconforto dos professores em interagir com as TIC
  • 145. Sobrecarregar o trabalho dos professoresEXIGE A ADOPÇÃO DE NOVAS PRÁTICAS DE TRABALHO E HÁBITOS E APRENDIZAGEM EM AMBIENTE VIRTUAL -> NECESSÁRIO CRIAÇÃO DE CONDIÇÕES QUE FACILITAM A SUA ADOPÇÃOMOODLE: SOFTWARE LIVRE, GRATUITO E DE CÓDIGO ABERTO = DESENVOLVIMENTO DE NOVOS MÓDULOS QUE CONTEMPLEM FUNCIONALIDADES QUE SE CONSIDEREM NECESSÁRIAS INTEGRAR NUMA PLATAFORMA DE GESTAO DE APRENDIZAGENS EM CONTEXTO ESCOLARNECESÁRIO ESTIMULAR O DESENVOLVIMENTO DE ACTIVIDADES, INICIATIVAS, COM VISTA A REFORÇAR A INTEGRAÇÃO E PARTICIPAÇÃO DE TODOS OS ELMENTOS DA ESCOLA – DESENVOLVIMENTO DE ESTRATÉGIAS DE ACTUAÇÃO CONCERTADAS E INTENCIONAIS PELOS ORGÃO DE GESTÃODEVE SER ESTIMULADA A INTEGRAÇÃO DE PROFESSORES E ALUNOS NOS ESPAÇOS DIGITAIS (PLATAFORMAS), INSCRIÇÃO E POSTERIOR INTEGRAÇÃO COM O DESENVOLVIMENTO DE ACTIVIDADESDEVE SER EFECTUADA FORMAÇÃO QUE AJUDE OS PROFESSORES A ULTRAPASSAREM O DESCONFORTO QUE SENTEM AO UTILIZAR A FERRAMENTA E USO DE NOVAS TECNOLOGIAS E INTERNETCRIAÇÃO DE GRUPOS DE TRABALHO DE ACORDO COM AS VÁRIAS ÁREAS CURRICULARES : ORGANIZAÇÃO, ELABORAÇÃO, PARTILHA E EXPLORAÇÃO DE RECURSOS E ACTIVIDADESCRIAÇÃO DE ESPAÇOS DE TRABALHO E INTERACÇÃO PARA APOIO AO TRABALHO COLABORATIVO E COOPERATIVO ENTRE ALUNOS – SUPORTE A ACTIVIDADES FOMENTAR A COMUNICAÇÃO, INTERACÇÃO, DINAMISMO E COLABORAÇÃO – ALUNOS, PROFESSORES, E OUTROS ACTORES EDUCATIVOS
  • 146. Teorias da aprendizagem associadas ás TICTeoria Comportamental + Teoria Construtivista + Teoria HumanistaAprendizagem colaborativaPotenciar a integração da tecnologia ao serviço da aprendizagem em alguns domínios curriculares
  • 147. Desenvolver nos alunos competências transversais baseadas na colaboração
  • 148. Permitir que o currículo se (re) construa de forma mais interdisciplinar e integrada
  • 149. Efeitos positivos ao nível da interacção social e da colaboração que estimulando a actividade, tornam a aprendizagem mais realista e aumentam a motivação
  • 150. Permitir aos alunos aprender melhor – mas para isso é necessário despertar a vontade de aprender e participar activamente no processo de aprendizagem
  • 151. Obriga ao professor um trabalho amplo de articulação, partilha e orientação, controlo regular dos desempenhos individuais dos diversos elementos do grupo, afim de integrar e contextualizar os desempenhos parcelares de cada um e corrigir desvios de aprendizagemAprendizagem Tradicional VS Aprendizagem COLABORATIVASala de aula vs Ambiente de aprendizagemProfessor autoridade vs Professor orientadorCentrado no professor vs Centrado no alunoAluno “algo a encher”vs Aluno “lâmpada a iluminar”Aprendizagem individual vsAprendizagem em grupoMemorização vsTransformaçãoAprendizagem ConstrutivistaA aprendizagem é uma constante procura dos significados das coisas. A aprendizagem deve pois começar pelos acontecimentos nos alunos que estão envolvidos e cujo significado procuram construir
  • 152. A construção de significado requer não só a compreensão da “globalidade” como das “partes” que a constituem. As partes devem ser compreendidas como integradas no “contexto” da “globalidade”. O processo de aprendizagem deve portanto centrar-se nos “conceitos primários” e não nos “factos isolados”
  • 153. Para se poder ensinar é necessário conhecer os modelos mentais que os alunos utilizam na compreensão do mundo que os rodeia e os pressupostos que suportam esses modelos.
  • 154. Aprender é construir o seu próprio significado e não o encontrar nas respostas dadas por alguém
  • 155. Tecnologias não apresentam uma forma única ou padronizada de promover um processo cognitivo, um software educacional, um computador e a internet não conseguem por si só fomentar o desenvolvimento – deve ser encarado como MEIO FACILITADOR a aquisição interessante e eficiente destas formas de conhecimento