O documento discute se somos filhos ou criaturas de Deus. Aponta que Jesus se referia a Deus como "Pai nosso" e que a Bíblia em vários lugares se refere ao povo hebreu e aos seres humanos como "filhos de Deus", sugerindo que somos filhos e não meras criaturas. Também critica quem usa passagens bíblicas de forma seletiva para defender apenas uma interpretação.