FERIDAS & CURATIVOS
FERIDAS & CURATIVOS
Anatomia e Fisiologia da Pele
Anatomia e Fisiologia da Pele
 A pele, também
A pele, também
conhecida pelo sistema
conhecida pelo sistema
tegumentar, é o maior
tegumentar, é o maior
órgão de absorção do
órgão de absorção do
corpo. Correspondendo
corpo. Correspondendo
aproximadamente a 10%
aproximadamente a 10%
do peso corporal.
do peso corporal.
Anatomia e Fisiologia da Pele
Anatomia e Fisiologia da Pele
 Espessura;
Espessura;
 Elasticidade
Elasticidade
 Distensibilidade
Distensibilidade
Anatomia e Fisiologia da Pele
Anatomia e Fisiologia da Pele
Existem fatores que
determinam a condição da pele:
 Idade
 Grau de nutrição;
 Hidratação;
 Riscos externos a que está
exposta;
 Dentre outros;
Anatomia e Fisiologia da Pele
Anatomia e Fisiologia da Pele
A pele apresenta três camadas
distintas:
 Epiderme
 Derme
 Hipoderme
Se encontram firmemente
unidas entre si.
 Epiderme
Camada mais externa da
Camada mais externa da
pele, tem uma espessura
pele, tem uma espessura
que varia de 0,04 mm nas
que varia de 0,04 mm nas
pálpebras a 1,6mm nas
pálpebras a 1,6mm nas
regiões palmares e
regiões palmares e
plantares.
plantares.
Fisiologia e Anatomia da Pele
Fisiologia e Anatomia da Pele
 Epiderme
É avascular estratificada,
constituída basicamente de
80% de células denominadas
queratinócitos. e é composta de
cinco camadas.
Fisiologia e Anatomia da Pele
Fisiologia e Anatomia da Pele
 Epiderme
Nas camadas mais inferiores
da epiderme, estão os
melanócitos, células que
produzem melanina,
pigmento que determina a
coloração da pele.
Fisiologia e Anatomia da Pele
Fisiologia e Anatomia da Pele
 Derme
Camada mais profunda e espessa
da pele. É composta de
fibroblastos, fibras elásticas e de
colágeno, os quais totalizam cerca
de 95% do tecido.
Fisiologia e Anatomia da Pele
Fisiologia e Anatomia da Pele
Derme
Os receptores nervosos
presentes na pele respondem
pela sua sensibilidade,
tornando-a um órgão sensorial
extremamente sofisticado e
especializado:
Fisiologia e Anatomia da Pele
Fisiologia e Anatomia da Pele
 Derme
 Córpusculo de Meissner – TATO
 Corpúsculo de Ruffini – CALOR
 Corpúsculo de Krause – FRIO
 Corpúsculo de Pacini – PRESSÃO
 Discos de Merkel – TATO E PRESSÃO
 Terminações nervosas livres - DOR
Fisiologia e Anatomia da Pele
Fisiologia e Anatomia da Pele
 Derme
A derme repousa sobre a
hipoderme ou tecido subcutâneo,
que é um tecido conjuntivo frouxo
constituído de tecido adiposo,
unindo os tecidos vizinhos à
subcamada reticular da derme.
Fisiologia e Anatomia da Pele
Fisiologia e Anatomia da Pele
Fisiologia e Anatomia da Pele
Fisiologia e Anatomia da Pele
 Hipoderme
Hipoderme
Contribui para impedir a
Contribui para impedir a
perda de calor e constitui
perda de calor e constitui
reserva de material
reserva de material
nutritivo, além de conferir
nutritivo, além de conferir
proteção contra traumas
proteção contra traumas
mecânicos.
mecânicos.
OBS:
OBS: Camada mais interna, porém
Camada mais interna, porém
não é considerada parte da pele.
não é considerada parte da pele.
Constituída por células adiposas,
Constituída por células adiposas,
fibras de colágeno e vasos
fibras de colágeno e vasos
sanguíneos.
sanguíneos.
 Outras estruturas
Subjacente à pele encontramos
outras estruturas:
 Fáscia muscular;
 Músculos;
 Articulações;
 Cartilagens;
 Tendões

Fisiologia e Anatomia da Pele
Fisiologia e Anatomia da Pele
FERIDAS
FERIDAS
Qualquer ruptura da integridade de um tecido
Qualquer ruptura da integridade de um tecido
ou orgão, podendo atingir desde a epiderme
ou orgão, podendo atingir desde a epiderme
até estruturas mais profundas...
até estruturas mais profundas...
(Meneghin, 2003)
(Meneghin, 2003)
CURATIVOS
É um meio terapêutico que consiste na limpeza,
É um meio terapêutico que consiste na limpeza,
com aplicação de procedimentos assépticos,
com aplicação de procedimentos assépticos,
que vai desde a irrigação como solução
que vai desde a irrigação como solução
fisiológica até as coberturas específicas que
fisiológica até as coberturas específicas que
poderão auxiliar no processo de cicatrização.
poderão auxiliar no processo de cicatrização.
FINALIDADES DO CURATIVO
 Prevenir a contaminação;
 Promover a cicatrização;
 Proteger a ferida;
 Absorver secreção e facilitar a drenagem;
 Aliviar a dor.
 Aberto
Aberto - É aquele no qual utiliza-se apenas o anti-
- É aquele no qual utiliza-se apenas o anti-
séptico, mantendo a ferida exposta. Ex: Ferida
séptico, mantendo a ferida exposta. Ex: Ferida
cirúrgica limpa.
cirúrgica limpa.
 Oclusivo
Oclusivo - Curativo que após a limpeza da ferida e
- Curativo que após a limpeza da ferida e
aplicação do medicamento é fechado ou ocluído
aplicação do medicamento é fechado ou ocluído
com gaze ou atadura.
com gaze ou atadura.
TIPOS DE CURATIVOS
 Seco - Fechado com gaze ou compressa seca (não se usa
nada na gaze)
 Úmido - Fechado com gaze ou compressa umedecida
com pomada ou soluções prescritas.
 Compressivo - É aquele no qual é mantida compressão
sobre a ferida para estancar hemorragias, eviscerações, etc.
 Drenagens - Nos ferimentos com grande quantidade de
exsudato coloca-se dreno (Penrose, Kehr), tubos,
cateteres...
ALGUNS TRATAMENTOS
ALGUNS TRATAMENTOS
 Alginato de Cálcio e Sódio
Alginato de Cálcio e Sódio- Absorver o excesso de
- Absorver o excesso de
secreção(
secreção(exsudação).
 Carvão ativado
Carvão ativado-Impedem e tratam a proliferação de
-Impedem e tratam a proliferação de
bactérias.
bactérias.
 Hidrogel-
Hidrogel- Manter a área úmida: lesão por pressão,
Manter a área úmida: lesão por pressão,
queimaduras de segundo grau e necroses.
queimaduras de segundo grau e necroses.
 Sulfadiazina de Prata-
Sulfadiazina de Prata- Feridas infectadas
 A.G.E. Ácido Linoleico-
A.G.E. Ácido Linoleico- Prevenir lesões por
Prevenir lesões por
pressão; acelera o processo de cicatrização.
pressão; acelera o processo de cicatrização.
 Solução Fisiológica
Solução Fisiológica
 Antissépticos
Antissépticos
CLASSIFICAÇÃO DAS FERIDAS
Ferimento aberto - Solução de continuidade. Ex: Incisão cirúrgica,
laceração penetrante ou escoriação.
Ferimento fechado - Não dá solução de continuidade. Ex: Contusão
ou equimose.
Ferimento acidental - Ferimento devido a um infortúnio.
Ferimento intencional - Causado por incisão cirúrgica (fins
terapêuticos).
Ferida asséptica: não contaminada. Ex: Feridas operatórias
Ferida séptica: contaminada. Ex: Feridas laceradas
INFLAMAÇÃO
É uma reação anormal do corpo a qualquer tipo de ferimento. A resposta
inflamatória ocorre em 3 fases: vascular, exsudativa e reparadora.
 1ª Fase Vascular
Caracteriza-se por hiperemia local, devido a vaso dilatação. Nesta fase
chega ao local plasma, anticorpos, células sanguíneas. Ocorre processo
fagocítico onde os leucócitos englobam as substâncias estranhas e células
danificadas.
Fases da Inflamação
Fases da Inflamação
 2ª Fase Exsudativa
Ocorre formação de exsudato que são líquidos compostos
por células sanguíneas, células de tecido danificado e
corpos estranhos. Pode ser seroso, purulento (infecção),
hemorrágico (eritrócitos). O acúmulo de exsudato nos
espaços intersticiais causa edema e dor localizada.
Fases da inflamação
Fases da inflamação
 3ª Fase reparadora
Cicatrização do ferimento. Ocorre remoção das
células teciduais lesadas pela regeneração de
novas células e formação de tecido cicatricial.
TIPOS DE CICATRIZAÇÃO
 CICATRIZAÇÃO PRIMEIRA INTENÇÃO OU PRIMÁRIA
É a volta do tecido normal sem presença de infecção e as
bordas do ferimento estão bem próximas. Pode ser usada
sutura, materiais adesivos.
 SEGUNDA INTENÇÃO OU SECUNDÁRIA
Ocorre quando não acontece aproximação das superfícies com
presença de infecção prolongada. O processo de cicatrização
necessita de grande quantidade de tecido de granulação para
fechar o ferimento.
Ex. Deiscência
TERCEIRA INTENÇÃO OU TERCIÁRIA
TERCEIRA INTENÇÃO OU TERCIÁRIA
 A ferida fica aberta por um tempo determinado,
, a mesma ficará aberta
só enquanto estiver com uma infecção real e depois fechará.
Processo que envolve limpeza, debridamento e formação de tecido de
granulação saudável para posterior coaptação das bordas da lesão.
FATORES QUE AFETAM A CICATRIZAÇÃO NORMAL
 Idade;
 Nutrição;
 Condições de vascularização;
 Edema;
 Inflamação local;
 Hormônios;
 Infecção;
 Extensão da lesão.
 Para auxiliar um paciente portador de uma ferida, o enfermeiro deve
estar a par da causa, do tipo de ferida e quando esta ocorreu, assim
como conhecer a natureza básica dos problemas de saúde e do plano
geral de assistência médica do paciente.
 Material: Bandeja contendo:
 - Pacote de curativo (pinças: 1 anatômica, 1 dente de rato, 1
Kelly ou Pean, 1 Kocher), 1 tesoura.
Com 3 pinças: 1 anatômica, 1 dente de rato, 1 Kelly.
- Pacote de gazes;
- Esparadrapo, micropore;
- Frasco com anti-septico (o mais utilizado atualmente é o
álcool a 70%);
- Soro fisiológico;
- Cuba rim (para receber o lixo);
- Saco plástico para lixo (que vai envolver a cuba rim);
- Forro de papel, pano ou impermeável para proteger roupa de
cama;
- Pomadas, algodão, seringas, ataduras, cubas (quando
indicado)
- 1 ou 2 pares de luvas
Deve-se usar máscara no procedimento.
 Procedimentos para realização do curativo:

1 - Lavar as mãos.
2 - Preparar o Material.
3 - Explicar o procedimento ao paciente.
4 - Solicitar ou auxiliar o paciente a posicionar-se
adequadamente.
5 - Expor a área a ser tratada.
6 - Colocar a cuba rim ou similar próximo ao local do
curativo
7 - Abrir o pacote de curativo;
1º Par: Kocher e Dente de rato
2º Par: Anatômica, Kelly e Tesoura (caso esteja
presente no pacote).
 - Dobrar a gaze com a pinça Kocher com auxílio da pinça
dente de rato e embebe-la com soro fisiológico.

9 - Segurar o esparadrapo do curativo anterior com a pinça
dente de rato. Descolar o esparadrapo com o auxílio da
pinça Kocher montada com gaze embebida em soro
fisiológico. (Isso facilita na retirada do esparadrapo
diminuindo a dor do paciente)
10 - Remover o curativo e desprezá-lo na cuba-rim, ou
similar, evitando que as pinças toquem o mesmo.
11 - Remover as marcas de esparadrapo ao redor da ferida
com a pinça Kocher.
 12 - Iniciar a limpeza da área menos contaminada com o 2o
par de pinças, utilizando soro fisiológico. Trocar as gazes
sempre que necessário.
13 - Fazer aplicação do anti-séptico com auxílio da pinça
Kelly ou colocar curativo especial;
 14 - Proteger a ferida com gaze utilizando as pinças
anatômica e Kelly.
15 - Fixar as gazes com esparadrapo.
16 - Deixar o paciente confortável e a unidade em ordem.
17 - Imergir as pinças e a tesoura abertas em solução
adequada.
18 - Lavar as mãos.
19 - Anotar na prescrição do paciente: hora, local, condições
da ferida, soluções utilizadas.
545888618-AULA-Curativos- ye-Feridas.ppt
PINÇAS
PINÇAS
 PEAN
PEAN  DENTE DE RATO
DENTE DE RATO
PINÇAS
PINÇAS
 KELLY CURVA
KELLY CURVA  KELLY RETA
KELLY RETA
PINÇAS
PINÇAS
 KOCHER CURVA
KOCHER CURVA  KOCHER RETA
KOCHER RETA
ATIVIDADE DE FIXAÇÃO
ATIVIDADE DE FIXAÇÃO
1- QUAIS SÃO OS TIPOS DE CURATIVOS?
1- QUAIS SÃO OS TIPOS DE CURATIVOS?
2- CITE ALGUNS TRATAMENTOS PARA CURATIVOS
2- CITE ALGUNS TRATAMENTOS PARA CURATIVOS
3- QUAIS SÃO AS CAMADAS DA PELE?
3- QUAIS SÃO AS CAMADAS DA PELE?
4- QUAIS SÃO AS FINALIDADES DO CURATIVO?
4- QUAIS SÃO AS FINALIDADES DO CURATIVO?
5- QUAIS SÃO AS 3 FASES DO PROCESSO
5- QUAIS SÃO AS 3 FASES DO PROCESSO
INFLAMATÓRIO?
INFLAMATÓRIO?
6- CITE 4 EXEMPOLS DE:
6- CITE 4 EXEMPOLS DE:
a)Ferida asséptica
b) Ferida séptica
PESQUISA:
REGRA DOS 9 PARA QUEIMADURAS
REGRA DOS 9 PARA QUEIMADURAS

Mais conteúdo relacionado

PDF
120505480 apostila-de-depilacao
PDF
Apresentação comercial para empresas moderna azul.pdf
PPTX
TÉCNICAS BÁSICAS PARA INJETORES INICIANTES (1).pptx
PPTX
Atualização curativos e ùlcera de Decúbito.pptx
PDF
FERIDAS E CURATIVOS (2...............).pdf
PPTX
Aula - Curativos simples e termoterapia.pptx
PPT
Ulcera De Pressao
PPTX
Feridas e Curativos
120505480 apostila-de-depilacao
Apresentação comercial para empresas moderna azul.pdf
TÉCNICAS BÁSICAS PARA INJETORES INICIANTES (1).pptx
Atualização curativos e ùlcera de Decúbito.pptx
FERIDAS E CURATIVOS (2...............).pdf
Aula - Curativos simples e termoterapia.pptx
Ulcera De Pressao
Feridas e Curativos

Semelhante a 545888618-AULA-Curativos- ye-Feridas.ppt (20)

PPTX
Aula 3 - Sistema Tegumentar e Sistema Endocrino.pptx
PDF
Capítulo 5 sistema tegumentar
PPTX
aula 01 dermato funcional fisioter..pptx
PPT
Embriologia cic damas
PDF
ANATOMIA 2.pdf
PPT
Atualização em curativo
PPTX
ANATOMIA E FISIOLOGIA HUMANAS (2).pptx
PPTX
Aula de Anatomia do Sistema Tegumentar.pptx
PDF
26967547 feridas-e-curativos
PDF
Curso avancado _no_tratamento_de_feridas
PDF
AULA 1.1 e 1.2_Sistema tegumentar.pdf
PPTX
aula sobre feridas e técnicas de curativos...pptx
DOC
Fisiopatologia ii
DOC
Apostila de enfermagem_-_apostila_tratamento_de_feridas,_cicatrização_e_curat...
PPT
curativos.ppt
PPTX
CDI CUIDADO DE IDOSOS CDI CUIDADOS ENFEMMAGEM
PDF
Auto hemoterapia1-100702210013-phpapp02
PDF
Anotacoes de enfermagem_em_curativos
PPTX
Atualização em curativos
PDF
AULA - FERIDAS E CURATIVOS.pdf
Aula 3 - Sistema Tegumentar e Sistema Endocrino.pptx
Capítulo 5 sistema tegumentar
aula 01 dermato funcional fisioter..pptx
Embriologia cic damas
ANATOMIA 2.pdf
Atualização em curativo
ANATOMIA E FISIOLOGIA HUMANAS (2).pptx
Aula de Anatomia do Sistema Tegumentar.pptx
26967547 feridas-e-curativos
Curso avancado _no_tratamento_de_feridas
AULA 1.1 e 1.2_Sistema tegumentar.pdf
aula sobre feridas e técnicas de curativos...pptx
Fisiopatologia ii
Apostila de enfermagem_-_apostila_tratamento_de_feridas,_cicatrização_e_curat...
curativos.ppt
CDI CUIDADO DE IDOSOS CDI CUIDADOS ENFEMMAGEM
Auto hemoterapia1-100702210013-phpapp02
Anotacoes de enfermagem_em_curativos
Atualização em curativos
AULA - FERIDAS E CURATIVOS.pdf
Anúncio

Último (20)

PDF
Fauna Sinantrópica Parte 1 manejo integrado de fauna sinantropica
PDF
Cama Sobreposta para Suínos_ Uma Solução Sustentável e Eficiente para a Suino...
PDF
Cartilha - Farmacocinetica e Toxicocinetica - 2021.pdf
PDF
FLASHC - PANCREATITE AGUDA E CRONICA.pdf
PPTX
Boas Praticas no Aleitamento Materno (2).pptx
PPTX
Aula 1 Parasitoses, Biossegurança e Práticas Laboratoriais em Análises Clínic...
PDF
Sistema_Integrado_e_Autossustentável_com_Avicultura,_Piscicultura_e_Hidroponi...
PDF
organizações dos serviços de saúde .pdf.pdf
PPT
OS RSICOS DO TABAGISMO NA SAÚDE E SUAS CONSEQUÊNCIAS
PDF
Rinossinusite aguda.pdf completo medicina
PPTX
pré-natal de baixo risco (1).pptxçççççççççççççççç
PDF
FarmacoFlashCARDS 2022 - FARMACOLOGIA FL
PPTX
POWERPOINT DPRESSÃO.pptx32dggggggggggggg
PDF
Como Definir o Ponto de Equilíbrio em Clínicas e Hospitais Recém-Abertos.pdf
PPTX
Agosto DouradoAgosto DouradoAgosto DouradoAgosto DouradoAgosto DouradoAgosto ...
PPTX
Sistema Respiratório e FISIOLOGIA Respiratoria
PDF
enfermagem na saúde da criança e do adolescente
PPTX
PATOLOGIAS , tipos de patologias patologias seus sintomas .
PPTX
Aula de Bromatologia para o Curso de farmácia
PPTX
Apresentação Lombalgia ………………………………………..
Fauna Sinantrópica Parte 1 manejo integrado de fauna sinantropica
Cama Sobreposta para Suínos_ Uma Solução Sustentável e Eficiente para a Suino...
Cartilha - Farmacocinetica e Toxicocinetica - 2021.pdf
FLASHC - PANCREATITE AGUDA E CRONICA.pdf
Boas Praticas no Aleitamento Materno (2).pptx
Aula 1 Parasitoses, Biossegurança e Práticas Laboratoriais em Análises Clínic...
Sistema_Integrado_e_Autossustentável_com_Avicultura,_Piscicultura_e_Hidroponi...
organizações dos serviços de saúde .pdf.pdf
OS RSICOS DO TABAGISMO NA SAÚDE E SUAS CONSEQUÊNCIAS
Rinossinusite aguda.pdf completo medicina
pré-natal de baixo risco (1).pptxçççççççççççççççç
FarmacoFlashCARDS 2022 - FARMACOLOGIA FL
POWERPOINT DPRESSÃO.pptx32dggggggggggggg
Como Definir o Ponto de Equilíbrio em Clínicas e Hospitais Recém-Abertos.pdf
Agosto DouradoAgosto DouradoAgosto DouradoAgosto DouradoAgosto DouradoAgosto ...
Sistema Respiratório e FISIOLOGIA Respiratoria
enfermagem na saúde da criança e do adolescente
PATOLOGIAS , tipos de patologias patologias seus sintomas .
Aula de Bromatologia para o Curso de farmácia
Apresentação Lombalgia ………………………………………..
Anúncio

545888618-AULA-Curativos- ye-Feridas.ppt

  • 2. Anatomia e Fisiologia da Pele Anatomia e Fisiologia da Pele  A pele, também A pele, também conhecida pelo sistema conhecida pelo sistema tegumentar, é o maior tegumentar, é o maior órgão de absorção do órgão de absorção do corpo. Correspondendo corpo. Correspondendo aproximadamente a 10% aproximadamente a 10% do peso corporal. do peso corporal.
  • 3. Anatomia e Fisiologia da Pele Anatomia e Fisiologia da Pele  Espessura; Espessura;  Elasticidade Elasticidade  Distensibilidade Distensibilidade
  • 4. Anatomia e Fisiologia da Pele Anatomia e Fisiologia da Pele Existem fatores que determinam a condição da pele:  Idade  Grau de nutrição;  Hidratação;  Riscos externos a que está exposta;  Dentre outros;
  • 5. Anatomia e Fisiologia da Pele Anatomia e Fisiologia da Pele A pele apresenta três camadas distintas:  Epiderme  Derme  Hipoderme Se encontram firmemente unidas entre si.
  • 6.  Epiderme Camada mais externa da Camada mais externa da pele, tem uma espessura pele, tem uma espessura que varia de 0,04 mm nas que varia de 0,04 mm nas pálpebras a 1,6mm nas pálpebras a 1,6mm nas regiões palmares e regiões palmares e plantares. plantares. Fisiologia e Anatomia da Pele Fisiologia e Anatomia da Pele
  • 7.  Epiderme É avascular estratificada, constituída basicamente de 80% de células denominadas queratinócitos. e é composta de cinco camadas. Fisiologia e Anatomia da Pele Fisiologia e Anatomia da Pele
  • 8.  Epiderme Nas camadas mais inferiores da epiderme, estão os melanócitos, células que produzem melanina, pigmento que determina a coloração da pele. Fisiologia e Anatomia da Pele Fisiologia e Anatomia da Pele
  • 9.  Derme Camada mais profunda e espessa da pele. É composta de fibroblastos, fibras elásticas e de colágeno, os quais totalizam cerca de 95% do tecido. Fisiologia e Anatomia da Pele Fisiologia e Anatomia da Pele
  • 10. Derme Os receptores nervosos presentes na pele respondem pela sua sensibilidade, tornando-a um órgão sensorial extremamente sofisticado e especializado: Fisiologia e Anatomia da Pele Fisiologia e Anatomia da Pele
  • 11.  Derme  Córpusculo de Meissner – TATO  Corpúsculo de Ruffini – CALOR  Corpúsculo de Krause – FRIO  Corpúsculo de Pacini – PRESSÃO  Discos de Merkel – TATO E PRESSÃO  Terminações nervosas livres - DOR Fisiologia e Anatomia da Pele Fisiologia e Anatomia da Pele
  • 12.  Derme A derme repousa sobre a hipoderme ou tecido subcutâneo, que é um tecido conjuntivo frouxo constituído de tecido adiposo, unindo os tecidos vizinhos à subcamada reticular da derme. Fisiologia e Anatomia da Pele Fisiologia e Anatomia da Pele
  • 13. Fisiologia e Anatomia da Pele Fisiologia e Anatomia da Pele  Hipoderme Hipoderme Contribui para impedir a Contribui para impedir a perda de calor e constitui perda de calor e constitui reserva de material reserva de material nutritivo, além de conferir nutritivo, além de conferir proteção contra traumas proteção contra traumas mecânicos. mecânicos. OBS: OBS: Camada mais interna, porém Camada mais interna, porém não é considerada parte da pele. não é considerada parte da pele. Constituída por células adiposas, Constituída por células adiposas, fibras de colágeno e vasos fibras de colágeno e vasos sanguíneos. sanguíneos.
  • 14.  Outras estruturas Subjacente à pele encontramos outras estruturas:  Fáscia muscular;  Músculos;  Articulações;  Cartilagens;  Tendões  Fisiologia e Anatomia da Pele Fisiologia e Anatomia da Pele
  • 15. FERIDAS FERIDAS Qualquer ruptura da integridade de um tecido Qualquer ruptura da integridade de um tecido ou orgão, podendo atingir desde a epiderme ou orgão, podendo atingir desde a epiderme até estruturas mais profundas... até estruturas mais profundas... (Meneghin, 2003) (Meneghin, 2003)
  • 16. CURATIVOS É um meio terapêutico que consiste na limpeza, É um meio terapêutico que consiste na limpeza, com aplicação de procedimentos assépticos, com aplicação de procedimentos assépticos, que vai desde a irrigação como solução que vai desde a irrigação como solução fisiológica até as coberturas específicas que fisiológica até as coberturas específicas que poderão auxiliar no processo de cicatrização. poderão auxiliar no processo de cicatrização.
  • 17. FINALIDADES DO CURATIVO  Prevenir a contaminação;  Promover a cicatrização;  Proteger a ferida;  Absorver secreção e facilitar a drenagem;  Aliviar a dor.
  • 18.  Aberto Aberto - É aquele no qual utiliza-se apenas o anti- - É aquele no qual utiliza-se apenas o anti- séptico, mantendo a ferida exposta. Ex: Ferida séptico, mantendo a ferida exposta. Ex: Ferida cirúrgica limpa. cirúrgica limpa.  Oclusivo Oclusivo - Curativo que após a limpeza da ferida e - Curativo que após a limpeza da ferida e aplicação do medicamento é fechado ou ocluído aplicação do medicamento é fechado ou ocluído com gaze ou atadura. com gaze ou atadura. TIPOS DE CURATIVOS
  • 19.  Seco - Fechado com gaze ou compressa seca (não se usa nada na gaze)  Úmido - Fechado com gaze ou compressa umedecida com pomada ou soluções prescritas.  Compressivo - É aquele no qual é mantida compressão sobre a ferida para estancar hemorragias, eviscerações, etc.  Drenagens - Nos ferimentos com grande quantidade de exsudato coloca-se dreno (Penrose, Kehr), tubos, cateteres...
  • 20. ALGUNS TRATAMENTOS ALGUNS TRATAMENTOS  Alginato de Cálcio e Sódio Alginato de Cálcio e Sódio- Absorver o excesso de - Absorver o excesso de secreção( secreção(exsudação).  Carvão ativado Carvão ativado-Impedem e tratam a proliferação de -Impedem e tratam a proliferação de bactérias. bactérias.  Hidrogel- Hidrogel- Manter a área úmida: lesão por pressão, Manter a área úmida: lesão por pressão, queimaduras de segundo grau e necroses. queimaduras de segundo grau e necroses.
  • 21.  Sulfadiazina de Prata- Sulfadiazina de Prata- Feridas infectadas  A.G.E. Ácido Linoleico- A.G.E. Ácido Linoleico- Prevenir lesões por Prevenir lesões por pressão; acelera o processo de cicatrização. pressão; acelera o processo de cicatrização.  Solução Fisiológica Solução Fisiológica  Antissépticos Antissépticos
  • 22. CLASSIFICAÇÃO DAS FERIDAS Ferimento aberto - Solução de continuidade. Ex: Incisão cirúrgica, laceração penetrante ou escoriação. Ferimento fechado - Não dá solução de continuidade. Ex: Contusão ou equimose. Ferimento acidental - Ferimento devido a um infortúnio. Ferimento intencional - Causado por incisão cirúrgica (fins terapêuticos). Ferida asséptica: não contaminada. Ex: Feridas operatórias Ferida séptica: contaminada. Ex: Feridas laceradas
  • 23. INFLAMAÇÃO É uma reação anormal do corpo a qualquer tipo de ferimento. A resposta inflamatória ocorre em 3 fases: vascular, exsudativa e reparadora.  1ª Fase Vascular Caracteriza-se por hiperemia local, devido a vaso dilatação. Nesta fase chega ao local plasma, anticorpos, células sanguíneas. Ocorre processo fagocítico onde os leucócitos englobam as substâncias estranhas e células danificadas.
  • 24. Fases da Inflamação Fases da Inflamação  2ª Fase Exsudativa Ocorre formação de exsudato que são líquidos compostos por células sanguíneas, células de tecido danificado e corpos estranhos. Pode ser seroso, purulento (infecção), hemorrágico (eritrócitos). O acúmulo de exsudato nos espaços intersticiais causa edema e dor localizada.
  • 25. Fases da inflamação Fases da inflamação  3ª Fase reparadora Cicatrização do ferimento. Ocorre remoção das células teciduais lesadas pela regeneração de novas células e formação de tecido cicatricial.
  • 26. TIPOS DE CICATRIZAÇÃO  CICATRIZAÇÃO PRIMEIRA INTENÇÃO OU PRIMÁRIA É a volta do tecido normal sem presença de infecção e as bordas do ferimento estão bem próximas. Pode ser usada sutura, materiais adesivos.
  • 27.  SEGUNDA INTENÇÃO OU SECUNDÁRIA Ocorre quando não acontece aproximação das superfícies com presença de infecção prolongada. O processo de cicatrização necessita de grande quantidade de tecido de granulação para fechar o ferimento. Ex. Deiscência
  • 28. TERCEIRA INTENÇÃO OU TERCIÁRIA TERCEIRA INTENÇÃO OU TERCIÁRIA  A ferida fica aberta por um tempo determinado, , a mesma ficará aberta só enquanto estiver com uma infecção real e depois fechará. Processo que envolve limpeza, debridamento e formação de tecido de granulação saudável para posterior coaptação das bordas da lesão.
  • 29. FATORES QUE AFETAM A CICATRIZAÇÃO NORMAL  Idade;  Nutrição;  Condições de vascularização;  Edema;  Inflamação local;  Hormônios;  Infecção;  Extensão da lesão.  Para auxiliar um paciente portador de uma ferida, o enfermeiro deve estar a par da causa, do tipo de ferida e quando esta ocorreu, assim como conhecer a natureza básica dos problemas de saúde e do plano geral de assistência médica do paciente.
  • 30.  Material: Bandeja contendo:  - Pacote de curativo (pinças: 1 anatômica, 1 dente de rato, 1 Kelly ou Pean, 1 Kocher), 1 tesoura. Com 3 pinças: 1 anatômica, 1 dente de rato, 1 Kelly. - Pacote de gazes; - Esparadrapo, micropore; - Frasco com anti-septico (o mais utilizado atualmente é o álcool a 70%); - Soro fisiológico; - Cuba rim (para receber o lixo); - Saco plástico para lixo (que vai envolver a cuba rim); - Forro de papel, pano ou impermeável para proteger roupa de cama; - Pomadas, algodão, seringas, ataduras, cubas (quando indicado) - 1 ou 2 pares de luvas Deve-se usar máscara no procedimento.
  • 31.  Procedimentos para realização do curativo:  1 - Lavar as mãos. 2 - Preparar o Material. 3 - Explicar o procedimento ao paciente. 4 - Solicitar ou auxiliar o paciente a posicionar-se adequadamente. 5 - Expor a área a ser tratada. 6 - Colocar a cuba rim ou similar próximo ao local do curativo 7 - Abrir o pacote de curativo; 1º Par: Kocher e Dente de rato 2º Par: Anatômica, Kelly e Tesoura (caso esteja presente no pacote).
  • 32.  - Dobrar a gaze com a pinça Kocher com auxílio da pinça dente de rato e embebe-la com soro fisiológico.  9 - Segurar o esparadrapo do curativo anterior com a pinça dente de rato. Descolar o esparadrapo com o auxílio da pinça Kocher montada com gaze embebida em soro fisiológico. (Isso facilita na retirada do esparadrapo diminuindo a dor do paciente) 10 - Remover o curativo e desprezá-lo na cuba-rim, ou similar, evitando que as pinças toquem o mesmo. 11 - Remover as marcas de esparadrapo ao redor da ferida com a pinça Kocher.
  • 33.  12 - Iniciar a limpeza da área menos contaminada com o 2o par de pinças, utilizando soro fisiológico. Trocar as gazes sempre que necessário. 13 - Fazer aplicação do anti-séptico com auxílio da pinça Kelly ou colocar curativo especial;  14 - Proteger a ferida com gaze utilizando as pinças anatômica e Kelly. 15 - Fixar as gazes com esparadrapo. 16 - Deixar o paciente confortável e a unidade em ordem. 17 - Imergir as pinças e a tesoura abertas em solução adequada. 18 - Lavar as mãos. 19 - Anotar na prescrição do paciente: hora, local, condições da ferida, soluções utilizadas.
  • 35. PINÇAS PINÇAS  PEAN PEAN  DENTE DE RATO DENTE DE RATO
  • 36. PINÇAS PINÇAS  KELLY CURVA KELLY CURVA  KELLY RETA KELLY RETA
  • 37. PINÇAS PINÇAS  KOCHER CURVA KOCHER CURVA  KOCHER RETA KOCHER RETA
  • 38. ATIVIDADE DE FIXAÇÃO ATIVIDADE DE FIXAÇÃO 1- QUAIS SÃO OS TIPOS DE CURATIVOS? 1- QUAIS SÃO OS TIPOS DE CURATIVOS? 2- CITE ALGUNS TRATAMENTOS PARA CURATIVOS 2- CITE ALGUNS TRATAMENTOS PARA CURATIVOS 3- QUAIS SÃO AS CAMADAS DA PELE? 3- QUAIS SÃO AS CAMADAS DA PELE? 4- QUAIS SÃO AS FINALIDADES DO CURATIVO? 4- QUAIS SÃO AS FINALIDADES DO CURATIVO? 5- QUAIS SÃO AS 3 FASES DO PROCESSO 5- QUAIS SÃO AS 3 FASES DO PROCESSO INFLAMATÓRIO? INFLAMATÓRIO? 6- CITE 4 EXEMPOLS DE: 6- CITE 4 EXEMPOLS DE: a)Ferida asséptica b) Ferida séptica PESQUISA: REGRA DOS 9 PARA QUEIMADURAS REGRA DOS 9 PARA QUEIMADURAS