O autor descreve o marxismo como uma "cultura" complexa que se define por si mesma e não admite ser julgada por critérios externos. Ele argumenta que o marxismo não é uma ideologia ou teoria, mas um universo inteiro de crenças e símbolos que tem na própria subsistência seu valor máximo. O marxismo apela a mecanismos como a mentira e a exclusão para se defender de críticas racionais.